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Ainda surgem muitas dúvidas quando falamos sobre pagamento online no e-commerce, tanto para o cliente, quanto para o lojista.

O que é natural, já que de tempos em tempos a tecnologia traz novidades e é difícil acompanhar. Além disso, apresenta uma diversidade de opções que podem deixar os usuários — lojistas e clientes — confusos no momento de escolher qual é a melhor alternativa para seu negócio e para o pagamento do consumidor.

Para ajudar abordaremos a seguir algumas questões importantes sobre pagamento online. Confira!

Certificados de segurança

Como o assunto envolve dinheiro, a segurança deve ser a palavra de ordem no pagamento online. Para isso, existem alguns certificados de segurança que são utilizados para criptografar a comunicação da loja virtual com os navegadores dos seus clientes, impedindo que hackers consigam dados e utilizem essas informações para praticarem fraudes.

Como o Certificado Digital SSL pode contribuir com o SEO do seu negócio

Deixe esses certificados visíveis na sua loja virtual para seus clientes. Isso faz toda a diferença, pois o cliente se sente muito mais seguro na hora de realizar uma compra e poderá ser até o fator decisivo na hora de optar pela sua loja.

Formas de pagamento online disponíveis

É fundamental que seu cliente tenha várias opções de pagamento:

Cartão de crédito

É um dos mais usados pelos consumidores. Isso se deve pela praticidade nas suas operações, além da possibilidade dos clientes parcelarem suas compras. Mas há um custo financeiro por parte do lojista nesse tipo de operação. Por isso, é importante acordar as taxas com as operadoras de cartão de crédito para que você não saia no prejuízo.

Como negociar a taxa de cartão de crédito com as operadoras

Boleto bancário

É uma forma antiga de pagamentos, mas ainda é muito utilizada por lojas virtuais. O cliente imprime o boleto no final da compra e faz o pagamento no banco. É uma boa opção para aqueles que não possuem cartão de crédito.

Débito online

Nessa opção, o cliente autoriza a transferência do valor da compra para a loja. Depois o banco autoriza para liberação do pagamento. Ainda não é a forma mais utilizada, mas é um meio rápido e seguro.

Débito bancário: menos estoques e clientes mais satisfeitos

Intermediários das vendas

Com a importância de se oferecer vários métodos de pagamentos para o cliente, há duas alternativas para otimizar transações financeiras da sua loja virtual: os intermediadores e gateways de pagamentos. O que muita gente não sabe, é que há uma diferença nesses dois métodos. Veja:

Intermediadores de pagamentos

Funcionam como intermediadores de transações. O intermediador recebe os pagamentos realizados pelos seus clientes com cartões de crédito, boletos bancários, transferências, e, de forma online, repassa para você, através de uma conta virtual.

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Gateways

São sistemas web que fazem uma ligação direta entre a sua loja virtual e os sistemas dos principais meios de pagamentos (cartões de crédito, bancos e boletos bancários).

Cada um tem suas diferenças, mas não há melhor nem pior. O ideal é usar os dois.

4 itens essenciais em um gateway de pagamento para aumentar a conversão

Frete

Quando o assunto é o frete, lojistas e clientes têm muitas dúvidas sobre os valores, e de que forma deve ser realizada a cobrança da entrega. Alguns lojistas colocam o frete fixo, outros já embutem no valor do produto e a grande maioria coloca como cobrança à parte.

Como é feito o cálculo de frete e quais as limitações dos Correios

Nessa última opção, o próprio site dos Correios fornece uma ferramenta para cálculo automático do frete, de acordo com o CEP do usuário, e o valor é pago junto com as compras. O lojista é quem precisa definir o melhor custo x benefício para sua loja.

O frete é um dos pontos mais importantes em um e-commerce. Por isso, tenha uma política de envio eficiente, isso vai te ajudar a fidelizar seus clientes.

FAQ

Dúvidas sempre vão aparecer. Uma boa ideia é dispor de um FAQ, aquele compilado de perguntas feitas de forma mais frequente, com as devidas respostas sobre os pagamentos. Essa pode ser uma solução não só para otimizar o seu tempo e do cliente, como também auxilia no SEO e no aumento da taxa de conversão da loja.

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O crescimento do mercado de cartão de crédito no Brasil é inegável. Em cinco anos, o faturamento do setor mais do que duplicou, passando de R$ 53 bilhões em 2007 para R$ 132 bilhões no fim de 2012, segundo dados do Banco Central e ABECS (Associação Brasileira das Empresas de Cartão de Crédito e Serviços).

O cartão tornou-se uma importante ferramenta de inserção bancária para a população brasileira de baixa renda graças à adoção em programas assistenciais. Entretanto, mesmo com essa popularidade, ainda há um longo caminho para a consolidação deste meio de pagamento no país.

O crescimento vertiginoso das receitas de cartão de crédito nos últimos anos não proporcionou um aumento na literatura do tema na política monetária nacional. Há poucas pesquisas na área e o debate sobre a atuação das empresas no mercado ainda é muito limitado.

É preciso expandir o conceito, apontando problemas e debatendo soluções, com obras que contextualizam e, ao mesmo tempo, trazem novas ideias para os profissionais e empresários envolvidos em toda a cadeia de pagamentos eletrônicos.

O Brasil deu um passo importante em 2013, com a aprovação do Marco Regulatório de pagamentos eletrônicos pelo Banco Central. Entretanto, não foi suficiente para resolver os problemas que o mercado enfrenta.

Por mais importante que o documento seja, ele precisa de um aperfeiçoamento para permitir uma maior concorrência entre as empresas envolvidas e resguardar startups que se aventuram no setor – oferecendo espaço para que elas apresentem soluções inovadoras.

Melhorar o Marco Regulatório é apenas o primeiro passo para isso, outras ações como a macro ordenação do Sistema de Meios de Pagamento Eletrônico, a organização da agenda de recebíveis, a interoperabilidade das bandeiras, as câmaras de compensação e a eliminação de barreiras para a entrada e a operação de startups são essenciais.

Com tantas facilidades e benefícios para a população, o cartão de crédito já é uma realidade para todas as classes sociais do Brasil. Agora, é preciso oferecer melhores serviços, aumentando a aderência dos meios eletrônicos de pagamento no país – o que só será possível com o estabelecimento de regras mais justas para que todas as empresas possam competir em pé de igualdade.

O varejo brasileiro iniciou 2015 com cenário macroeconômico muito desafiador: projeções de crescimento do PIB baixas e crédito ao consumidor escasso.

Independentemente dos ciclos econômicos do País – de expansão ou não – o varejo sempre enfrentou dificuldades para fomentar o consumo, principalmente em função das altas taxas de juros praticadas.

O parcelamento de compras – em cartões de crédito ou boletos – financiados em sua grande maioria pelo próprio empresário foi uma das formas encontradas para contornar essa dificuldade. Líderes empresariais terão que se diferenciar, buscando oportunidades para aumentar a competitividade de seus negócios.

No entanto, o consumidor tem mudado seu comportamento. Pesquisas recentes mostram que quase 40% das pessoas já preferem pagar à vista, evitando o parcelamento.

No comércio eletrônico, as vendas à vista representam cerca de 25% das vendas. Portanto, temos uma ótima oportunidade aqui, pois se crescermos as vendas com pagamento à vista para 40% (para estar em linha com a preferência do consumidor), teremos uma sensível melhoria na rentabilidade das lojas virtuais.

Mas todos os meios de pagamento à vista são iguais?

A resposta é “não”A tradição fez com que o boleto fosse a opção de pagamento à vista hoje predominante. Acontece que a tecnologia bancária no Brasil vem avançando de forma expressiva e as alternativas ao boleto hoje disponíveis – como o débito bancário (através de cartões de débito ou débito pelo internet banking) – são bem mais modernas e seguras e agregam muito mais valor ao comércio e consumidores.

Destaco abaixo as seguintes vantagens da substituição dos boletos pelo débito bancário:

Menos estoque alocado e menos complexidade logística

Quando se gera um boleto, o comércio aguarda, na maioria dos casos, 5 dias úteis (podendo ser mais) a partir da data de emissão para ter a confirmação do pagamento do cliente. Por não saber de antemão se aquele boleto será “convertido” em compra, o estoque daquela venda é alocado. Caso não se concretize a venda, deixou-se de realizar a venda para outros interessados. Finalmente, o estoque só deverá estar disponível novamente para vendas depois daqueles “5 dias”.

Por outro lado, a utilização do débito bancário não cria alocação de estoque desnecessariamente, pois as confirmações da venda são realizadas na hora – em tempo real. Vendas não convertidas são imediatamente disponibilizadas novamente para vendas, caso a transação não seja “convertida” naquele momento.

Além disso, quanto mais estoque, mais capital empregado, mais espaço físico ocupado, infraestrutura, gerenciamento e perdas. O resultado é uma operação logística mais complexa que se traduz em custos operacionais mais altos, impactando a rentabilidade da operação.

Mais capacidade de investimentos

O capital que deixou de ser aplicado no estoque, combinado com uma operação logística menos complexa e onerosa, fazem com que exista menos pressão no capital de giro.

Dessa forma, é liberado mais caixa para investimentos em projetos mais estratégicos, focados em ganhos de produtividade, expansões de vendas, mercados etc.

Mais qualidade no atendimento ao cliente

Quando o cliente paga um boleto, o dinheiro sai de sua conta corrente na hora. Ele assume que o comércio recebe a informação de pagamento no mesmo momento e espera que sua mercadoria seja rapidamente entregue.

No entanto, como o comércio recebe a informação dias depois, cria-se um descompasso: a loja não libera a mercadoria sem a confirmação e o cliente fica insatisfeito. Resultado: danos de imagem, mais equipe de atendimento ao cliente, processos paralelos de conciliação… em resumo: mais custos.

Por outro lado, quando uma transação é paga por débito bancário, a confirmação imediata proporciona a possibilidade de prestar um atendimento mais ágil, já que o comércio recebe a informação de conversão daquela venda praticamente simultaneamente ao pagamento do cliente.

Menos fraudes e mais conversão

Tem-se observado vários casos de consumidores vítimas de fraudes em boletos adulterados. O débito bancário, por sua vez, proporciona uma experiência muito mais positiva ao consumidor, já que todo o processo de pagamento é realizado no ambiente do próprio banco, cercado de toda a segurança.

Além disso, o pagamento via débito bancário permite que o cliente realize o pagamento imediatamente no checkout da loja; mais conveniente e rápido que o boleto, com menos desistências. tradução: mais conversão, mais vendas, mais giro.

Na “ponta do lápis”, os pontos anteriores se convertem em ganhos financeiros bem relevantes, ou seja, contribuem para tornar as empresas mais competitivas.

É claro que a busca de competitividade não se restringe em disponibilizar o pagamento à vista por débito bancário aos clientes, mas parece não fazer sentido deixar de adotá-lo. Afinal, sua implementação é rápida com custo marginal, não conflita com a estratégia da empresa, sua infraestrutura ou seus processos internos. Por outro lado, não adotá-lo significa não capturar o potencial pleno de otimização de capital de giro e geração de caixa que são fatores-chave de sucesso em um ambiente fortemente competitivo.

Texto publicado no E-commerce Brasil.

De acordo com a E-bit, mais de 50 milhões de pessoas realizaram compras online no último ano, o que corresponde à metade dos internautas do país. Os números no e-commerce do Brasil são excelentes, porém, a área também possui um ponto fraco que ameaça seu crescimento saudável: o alto custo do fluxo de caixa.

A fonte deste problema é a popularidade do pagamento em “12 vezes sem juros”, um dos principais argumentos promocionais utilizados na venda online no Brasil. A prática já está disseminada no país: ainda de acordo com a E-bit, cerca de 70% das transações no comércio eletrônico nacional são feitas com o cartão de crédito e 60% das compras são parceladas.

Parcelar compras faz toda a diferença para o consumidor em itens de alto valor, como na aquisição de uma geladeira de última geração. Para os estabelecimentos, significa alavancar a quantidade de compradores ao integrar aqueles que não conseguiriam pagar à vista, sendo uma ampla fonte de faturamento adicional.

Porém, com a taxa Selic subindo aos maiores níveis em quatro anos, o “aluguel do dinheiro” está ficando mais caro no país e o fluxo de caixa das lojas virtuais mais difícil de financiar. Ao vender em doze parcelas, o empresário online precisa se desdobrar para honrar as faturas dos fornecedores enquanto os recebíveis chegam parcelados. Caso contrário, o caixa quebra e faz as lojas procurarem crédito caríssimo e que podem levar à falência.

Uma ferramenta disponível no mercado há pouco tempo e capaz de melhorar a gestão do fluxo é o pagamento por cartão de débito. Ele está se popularizando progressivamente porque a cobrança por este meio de pagamento significa um recebimento à vista para o estabelecimento.

Para acelerar o uso pelos consumidores de seus cartões de débito no consumo online, é preciso trazer a lógica dos estabelecimentos offline: fazer a mesma pergunta que pessoa no caixa faz – “bom dia, débito ou crédito?”. Dessa foram, o consumidor tem a escolha de concluir a compra como bem entender. Boa parte da população prefere gastar no débito para ter um melhor controle de suas despesas no dia a dia. Não é preciso impor o cartão de débito: apenas deixe a opção para o cliente.

Esse meio de pagamento já ganha força e adeptos em todos os setores por quatro motivos principais. Primeiro porque no cartão de débito o pagamento é à vista mesmo, enquanto que no crédito a venda à vista significa receber o dinheiro em trinta dias.

Depois, o e-commerce elimina o risco de fraude, uma vez que lança um processo de autenticação do portador pelo próprio banco emissor do cartão. Além disso, a conciliação é agilizada com eliminação das diferentes datas de vencimentos. Por fim, a comissão do cartão de débito é significativamente menor do que no crédito.

O consumidor seguirá sempre com o direito de escolher a melhor forma de pagamento para suas compras. Mas se os varejistas oferecerem descontos nas compras de débito da mesma forma que já fazem com os boletos, as vendas serão maiores e melhoraram seu fluxo de caixa. Em um contexto econômico de incertezas, aumentar seus recebíveis à vista pode ser mais do que uma questão de rentabilidade. Pode representar a sobrevivência.

Por Etelvino C. Santos. A taxa de cartão de crédito cobrada pelas operadoras junto aos estabelecimentos comerciais e outras empresas influencia diretamente no preço final de produtos e serviços. Quem pretende abrir um negócio e receber pagamentos por esse meio precisa considerar essa variável no seu plano de negócio. Mas é possível negociar essas taxas?

Para quem vai abrir sua empresa, a taxa inicial cobrada é de aproximadamente 3,6% sobre o valor de uma transação com cartão de crédito à vista, em que o lojista recebe 30 dias após a data da venda.

Para transações de débito em conta, como o Visa Electron ou o Maestro, a taxa é de 0,5% a 1,0% inferior à de crédito. E as transações parceladas no cartão possuem uma tarifa crescente, de acordo com a quantidade de parcelas. Existe a possibilidade de negociar uma “taxa escalonada” do parcelado, como, por exemplo, 1% a mais em relação à de crédito para duas a cinco parcelas, 2% a mais em relação ao crédito para seis a nove parcelas, 3% ou mais para 10 a 12 parcelas.

Por padrão, a taxa do cartão de débito sempre será menor que a do crédito, enquanto a da venda parcelada é sempre a mais alta. É preciso tomar cuidado com o recebimento em prestações, porque impacta o fluxo de caixa. Se for preciso pagar um fornecedor em 30 dias, será necessário ter dinheiro no momento.

Se o valor médio da venda for superior a R$ 120, considere a possibilidade de receber pagamentos em pelo menos três parcelas. No geral, a média uma prestação é de R$ 75, e os principais fatores que influenciam são o segmento de empresa, mix de produtos e perfil do consumidor.

Dicas para negociação

As principais operadoras de cartão de crédito, também conhecidas como adquirentes, são a Cielo, Redecard, e ainda temos a Elavon e a Getnet. Concentrar as vendas em uma das operadoras é proposta interessante para elas, mas tenha sempre outra como backup.

O ideal é ter pelo menos três meses de faturamento com a operadora para tratar de negociação e apresentar expectativa do volume de venda nos próximos 12 meses (faturamento, quantidade de vendas e/ou valor médio da venda).

É importante identificar qual opção de pagamento representa maior volume (débito, crédito ou parcelado). Se por exemplo, as prestações correspondem a mais de 60% das vendas, lute por uma taxa menor neste quesito, ainda que isso represente a taxa no crédito ou no débito mais alta.

Para conseguir uma tarifa ainda mais baixa, estude a possibilidade de fazer antecipação de recebíveis, um tipo de financiamento. O adiantamento de uma venda a crédito ou parcelada pode ser feita pelos bancos ou pela própria operadora. Pesquise pela menor tarifa.

Entretanto, mesmo com toda a importância da menor taxa, o conjunto de serviços oferecido pela operadora, deve ser considerado e pode ser determinante, tal como um bom atendimento, tecnologia e soluções adequadas para sua operação.

Seja uma simples máquina de pagamento (POS) ou uma solução de comércio eletrônico para pagamentos via Internet, vale fazer algumas contas e, pelo menos uma vez ao ano, tentar renegociar as taxas. Em toda negociação, o ideal é sempre buscar uma proposta onde as partes sintam-se satisfeitas, pois quem quer produtos e serviços de qualidade precisa pagar por um preço justo.


Etelvino C. Santos é Diretor da empresa T3L – Internet Business, especialista em meios de pagamento. Além de consultoria, desenvolve projetos em E-Commerce e Mobile. Também é Diretor de Meios de Pagamento da ABComm.

Texto publicado no E-commerce Brasil.