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Previsão Black Friday 2018

Expectativa é de crescimento de 15% com relação a 2017 e mais de 4 milhões de pedidos online

O comércio eletrônico deve faturar R$2,43 bilhões durante a Black Friday em 2018, alta de 15% na comparação com o ano passado, aponta a estimativa da Ebit|Nielsen.  O número de pedidos deverá registrar uma expansão de 6,4%, de 3,76 milhões para 4 milhões. O tíquete médio deverá ser de R$607,5, alta de 8%.

A Black Friday, que neste ano será realizada em 23 de novembro, é a principal data do calendário do e-commerce brasileiro. Pesquisa da Ebit aponta que 88,6% dos e-consumidores têm intenção de comprar na data – alta de cerca de oito pontos percentuais com relação à pesquisa de expectativa de consumo realizada no ano passado.

O e-commerce continua como o principal canal de venda durante a data. Em 2017, 52% das pessoas entrevistadas fizeram suas compras em uma loja online e 57% delas pesquisaram os produtos de interesse online antes de concluir a aquisição.

A credibilidade da data é outro ponto que está crescendo ao longo dos anos. Conforme levantamento, o número de pessoas que não pretendem comprar durante a Black Friday por não confiar que existam descontos de fato, diminuiu de 38% em 2017 para 35%. “O cenário é um reflexo de todo trabalho e repercussão positiva das últimas edições. As lojas também são fortemente impactadas por esse mérito e precisam zelar por sua reputação no mercado. Para 39% dos consumidores, confiança na marca é determinante na escolha, seguido de menor prazo de entrega, citado por 28% das pessoas”, afirma Keine Monteiro, head de inteligência e operações da Nielsen.

Entre o comportamento dos e-consumidores, 46% afirmaram que vão fazer suas aquisições na sexta-feira (23) e outros 22% indicaram que preferem comprar entre os dias 24 e 30 de novembro. No apontamento, há também os 13% que preferem garimpar promoções pré-Black Friday entre os dias 16 e 22.

Apesar da proximidade com o Natal, a data não representa perigo para as vendas de dezembro já que continua sendo, majoritariamente, usada para compras de uso próprio para 69% das pessoas. Apenas 26% e 20% das pessoas disseram que pretendem comprar algo para a família e dar de presente, respectivamente.

As dez categorias mais desejadas pelo e-consumidor na Black Friday são:

  • Eletrônicos
  • Eletrodomésticos
  • Smartphones
  • Informática
  • Moda e acessórios
  • Cosméticos e perfumaria
  • Casa e decoração
  • Livros
  • Brinquedos e games
  • Esporte e Lazer

Mulheres no e-commerce

Seguindo a tendência do empoderamento feminino, mulheres passam a frente e já gerenciam quase 60% das lojas online. Segmento de moda possui o maior volume de líderes mulheres (64%), seguido de saúde e beleza (58%), casa e decoração (45%) e eletrônicos (23%)

A Nuvem Shop, acaba de realizar um levantamento que aponta o aumento de 15% no número de mulheres empreendedoras no mercado brasileiro de e-commerce no último ano (julho 2017 a julho 2018). Os dados confirmam o histórico desde 2016, no qual houve um aumento progressivo do empreendedorismo feminino, numa crescente de 48,20% em 2016, 50,30% em 2017 e 57,60% em 2018. Os resultados foram extraídos da base de dados de quase 200 mil lojas cadastradas na plataforma de serviços de e-commerce da Nuvem Shop no Brasil.

Mulheres empreendedoras

O empreendedorismo e a liderança das mulheres têm ganhado cada vez mais força e aumentado a representatividade no mercado brasileiro. A última pesquisa realizada pelo Fórum Empreendedoras com 1300 mulheres no Brasil revela que 85% já são empreendedoras, enquanto 15% pensam em empreender. Também a Pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM) 2016 em parceria com o Sebrae revelou que a taxa de sucesso do empreendedorismo feminino de empresas com até três anos e meio de existência ficou em 15,4% frente aos 12,6% entre os homens.

O relatório apontou ainda que as mulheres foram responsáveis por 51,5% dos novos negócios criados no Brasil em 2016. A persistência feminina se confirma com o estudo realizado pelo The Boston Consulting Group, que revelou que startups fundadas por mulheres faturam mais do que as empresas fundadas por homens. Para cada dólar de financiamento, as startups com mulheres fundadoras geraram 78 centavos, enquanto as fundadas por homens renderam menos da metade disso (31 centavos).

De acordo com Danniela Karam, Gerente de Marca e Marketing da Nuvem Shop, o levantamento realizado só confirma o avanço das mulheres que ganham cada vez mais espaço nesse mercado. “Estamos em um momento em que o empoderamento feminino tem ajudado a quebrar paradigmas e estimular mulheres a abrirem o próprio negócio. E isso tem se refletido em nossa própria base, que hoje já é de maioria feminina”.

Mulheres empreendedoras por verticais

O levantamento revelou ainda que o segmento de moda possui o maior volume de líderes mulheres (64%), seguido de saúde e beleza (58%), casa e decoração (45%) e eletrônicos (23%).

O destaque é para o número de e-commerces gerenciados por mulheres no nicho de moda no último ano, que acompanhou a tendência e cresceu 14%, assim como a vertical de saúde e beleza, com crescimento de 6%. Já os segmentos de casa e decoração e eletrônicos, tiveram leve queda no volume de lojas virtuais lideradas por empreendedoras, de 3% e 2% respectivamente.

Mulheres no e-commerce

Confira detalhes do estudo no infográfico abaixo:

Mulheres empreendedoras no e-commerce

Mercado de e-commerce - relatório Webshoppers

Segundo a última edição do Webshoppers apresentado pela Ebit/Nielsen no dia 29/08, nem greve dos caminhoneiros e nem a Copa do Mundo impediu o crescimento do e-commerce brasileiro que faturou R$ 23,6 bilhões no primeiro semestre, registrando um crescimento de 12,1%. Um dos principais motivos foi um pequeno aumento no tíquete médio de 3,8% em relação ao mesmo semestre de 2.017.

Já a estimativa para o final do ano, apesar do fator “eleições 2018”. é de fechar em R$ 53,4 bilhões, como mostra o gráfico abaixo:

Abaixo alguns dos destaques apontados pelo relatório no primeiro semestre do ano:

  •  27,4 milhões de consumidores, sendo que destes 4,5 milhões são estreantes
  •  a categoria Saúde / Perfumaria foi a campeã em volume de pedidos desbancando a categoria de Moda e Acessórios
  •  32% das transações do e-commerce forma feitas por meio de dispositivo móvel (alta de 41%)
  • 18% foram feitos pelas classes A e B, a C representou 36%, e a D e E somaram 46%
  •  43 foi a idade média assim como no primeiro semestre de 2.017 
  •  54,4 milhões de pedidos gerados
  • 61,2 % dos pedidos vieram da região Sudeste  e a Sul foi a que mais expandiu com alta de 24% comparativamente a 2.017.

O relatório traz ainda uma visão detalhada sobre as vendas no chamado Digital Commerce, categoria que agrega venda de produtos novos e usados de empresas para consumidores (B2C) e de consumidores para consumidores (C2C), além de serviços (turismo, locação de veículos e Ingressos).

Por fim, esta edição traz uma abordagem especial sobre o panorama da logística no e-commerce mostrando entre outras informações,  o share entre Correios x Transportadoras e seus respectivos desempenhos.

Para baixar gratuitamente o relatório completo, basta acessar a página do Webshoppers no site da Ebit e preencher o formulário online.

Estudo Cointimes - perfil investidor brasileiro

Qual é o perfil do investidor brasileiro? A base são os investimentos tradicionais ou existem novas possibilidades? Quantos deles estão no e-commerce? O Cointimes lançou a primeira edição do estudo sobre o comportamento do investidor do mercado brasileiro.

As respostas serão utilizadas apenas de forma agregada, e não individualmente. Os resultados serão divulgados aqui e no Cointimes. Porém, você também pode cadastrar seu e-mail para receber os resultados.

A pesquisa leva em média 6 minutos. Participe! 😉

Qual o perfil do brasileiro que investe?

Cointimes quer ajudar investidores carentes de informações sobre o tema

A exchange de bitcoins Foxbit anunciou na última semana o Cointimes, um portal de notícias sobre criptoeconomia voltado para o investidor individual. O objetivo é ajudá-lo a tomar a melhor decisão para suas finanças. No total, oito profissionais capitaneados por Mayra Siqueira, ex-CBN e SporTV, vão cuidar de todo o conteúdo.

Além de notícias, o portal também disponibilizará artigos e entrevistas com especialistas e entusiastas nacionais e internacionais. “O mercado passou recentemente por um boom muito grande, o número de investidores subiu muito, mas o público ainda é muito carente em boas fontes de informações sobre a criptoeconomia. Pensamos no Cointimes justamente para suprir essa lacuna. O investidor bem informado tem condições de tomar melhores decisões”, explica João Canhada CEO da Foxbit.

Sobre o modelo de negócios do novo veículo, Roberto Cury, CMO da Foxbit, revelou alguns detalhes. “Neste primeiro momento a Foxbit será a patrocinadora principal, pois nosso objetivo é oferecer conteúdo relevante sobre criptoeconomia, para trabalharmos com geração de tráfego (SEO) e branding. Mas branded content e anúncios publicitários para atrair anunciantes da cadeia de serviços financeiros, em especial da indústria de meios de pagamento, que já observa o crescimento do mercado, também estão em nosso radar”, explicou.

O portal Cointimes é o primeiro produto lançado após a reformulação do time de comunicação e marketing da Foxbit, que conta atualmente com 400 mil investidores em sua base.

Publicado anteriormente no Propmark.

A greve dos caminhoneiros, que começou nesta segunda-feira (21), trouxe prejuízos para os lojistas de e-commerce. A redação do E-Commerce Brasil entrou em contato com varejistas para entender o impacto da paralisação e descobriu que, em alguns casos, o prejuízo no faturamento diário chega a 49%.

Segundo um levantamento da ROI Rocket, o volume de buscas nos 10 principais sites de e-commerce atendidos pela agência caiu em média 14,74% – a ROI Rocket atende lojas virtuais de segmentos diversos como moda, móveis, decoração, suplementos alimentares, artigos para casa e lazer, acessórios para carro e moto.

De acordo com o diretor da agência, Cristiano Pohren, os dados são baseados em campanhas de performance como Google Adwords. “O faturamento caiu em média 49,51%, e a taxa de conversão sofreu queda de 23,36%, sendo esta última a que mais afetou nossos clientes”, disse.

Para ele, o resultado negativo ocorre pela queda nos acessos nas lojas virtuais e pelo menor ticket médio, já que os usuários que entram estão comprando menos.

A incerteza nas entregas – os Correios suspenderam postagens do Sedex 10, 12 e Hoje – também está gerando impacto negativo nas vendas da Fiero Shop, loja especializada em moda e acessórios para inverno. Rodrigo Fitz, diretor de e-commerce da marca, relata que sentiu uma diminuição considerável na taxa de conversão, ao mesmo tempo que aumentou o volume de atendimento no SAC.

“O real impacto deste problema, na nossa opinião, deve acontecer entre 30 e 60 dias contando a partir do começo da greve, visto que muitas mercadorias já estavam em processo de entrega, a amplitude do problema ganhará outras proporções e a consequência é, de fato, extremamente prejudicial para a saúde do negócio”, lamentou.

No caso dos novos pedidos feitos no site, ele relata que não conseguiu enviá-los aos clientes – quando puder, com certeza chegarão atrasados.

Fitz relata que adotou uma estratégia clara de comunicação para informar com detalhes todos os consumidores sobre os problemas de entrega e como medida emergencial, aumentou em seis dias úteis o prazo médio de entrega, além de ter diminuído os investimentos em mídia – que devem ser retomados com mais força quando a situação for normalizada.

Já Everaldo Ribeiro, CEO e founder da Montar Loja localizada em Betim (MG), descreve que seus clientes estão impacientes pela demora no envio dos pedidos e disse ainda que 90% de suas notas fiscais estão paradas, sem coleta.

“Ontem, coletamos apenas seis pedidos, e isso representa apenas 20% do nosso volume normal diário”, afirmou. De acordo com ele, nesta quarta-feira (24) apenas uma transportadora passou na loja para fazer a coleta e que já está sem espaço para armazenar produtos que esperam pelas novas coletas.

“Somente os Correios coletaram normalmente, mas acho que é por ser franquia. Vendas no site e Mercado Livre estão em queda, em média 60% a menos neste momento”, disse. “Um fornecedor local foi bloqueado a 15km da loja e não conseguiu nos entregar um pedido que estava previsto para hoje”, continuou.

Ricardo Santanna, gerente vendas da Geral Parts, distribuidora e atacadista online de motores automotivos com 70 mil clientes em todo o Brasil, está antecipando os horários de coleta a fim de as transportadoras consigam realocar as entregas. Ele relata que seu principal problema de escoamento é no Estado de Minas Gerais, onde 50% dos pedidos estão sofrendo com uma média atrasos de três a quatro dias, devido a serem regiões distantes dos pontos de tracking das transportadoras.

“Estamos cedendo alguns descontos para entrega via transporte aéreo”, explicou. Além de Minas Gerais, a empresa possui filiais em São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Fortaleza e segundo Ricardo, a empresa já calcula uma queda de 35% no faturamento diário. Ele também começou a notificar os atrasos aos clientes por e-mail e que deve emitir um comunicado no site e nas redes sociais sobre os atrasos. Ele atribui a queda do faturamento à insegurança gerada para o cliente que quer comprar.

Frota própria

Anderson Carlos Diniz Silva, fundador da loja física e do e-commerce Orthovida Colchões, localizada em Curvelo (MG), teve um dos caminhões de sua frota própria barrado há dois dias no trevo de Arcos (MG).

Dentro do caminhão, que seguia para o sul de Minas, estão 114 colchões para berço. O motorista está dormindo no caminhão e se deslocando até a cidade mais próxima para comer. “Está complicado, bastante reclamações”, relatou.

Anderson pretende colocar um banner em seu site e está comunicando todos os clientes sobre a possibilidade eminente de atraso. “As vendas de colchões maiores basicamente zeraram via e-commerce.

Mesmo com a possibilidade de fechar maio com um faturamento de 10 a 15% menor que o normal, Anderson considera a greve legítima. “Apesar de todos os problemas causados, esta greve tornou-se necessária, em um momento em que toda a população, está de braços atados frente ao caos que se tornou nossa economia, e que esperamos que ela acabe com um resultado satisfatório para todo o país”, disse.

Publicado por Alice Wakai para E-Commerce Brasil.

 Data vem ganhando mais força e mais significância com o passar dos anos por mostrar resultados expressivos de crescimento.

O dia das mães é conhecido como uma das datas mais importantes para o comércio brasileiro sendo comparado com o Natal e Black Friday. Essa tendência vem ganhando cada vez mais força no mercado digital. Segundo dados da Social Miner, o Dia das Mães representou R$1,9 bilhões de faturamento para os e-commerces e a Ebit estimou um aumento de 15% nesta receita para 2018.

Neste ano, houve um aumento de 9,8% nas vendas totais. Setores de eletrodomésticos, eletrônicos, pet e cosméticos foram o que mais cresceram no período. O destaque foi para a categoria de eletrodomésticos que teve um aumento de 74,81% em comparação ao ano passado.

Os números não foram somente significativos no setor de vendas. A área de atendimento ao cliente também sofre alterações com a data. De acordo com a NeoAssist, entre a primeira e a segunda quinzena de maio de 2017, houve um aumento médio de 20% na demanda por atendimento ao cliente, sendo o telefone, chat e registros manuais os canais que mais cresceram em procura – cerca de 40%, 35% e 25% respectivamente.

O dado alerta gestores das área: É preciso estar preparado e preparar a equipe para atender a esse pico de procura durante o período. Além de ferramentas como o telefone e chat, o Atendimento Inteligente pode ser uma boa alternativa para agilizar o processo de atendimento. O recurso automatiza o atendimento, oferecendo respostas para perguntas mais comuns e que, por ser escalável, poupa os recursos da manutenção de um time inteiro focado no atendimento em tempo real.

A data pode ser geradora de novos negócios já que 83% dos consumidores fizeram sua primeira compra nos e-commerces durante do período do Dia das Mães. Porém, pode-se analisar que ainda falta muito para atingir bons números de recompra. Apenas 1,5% dos compradores do Dia das Mães de 2017 voltam a comprar na mesma loja em 2018.

Um dos fatores que podem estar relacionados à esses dados alarmantes é um atendimento ruim. Segundo a NeoAssist, 87% dos entrevistados na pesquisa Percepção do Consumidor sobre o atendimento afirmaram que já deixaram de comprar uma marca por ter recebido um mau atendimento.

Com projeções cada vez mais otimistas, o varejo digital se consolida como uma das melhores áreas para se investir. Segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) ela deve atingir o faturamento de R$ 69 bi em 2018, consolidando alta de 15% em relação ao ano anterior.

Com isso, o setor se coloca na mira de criminosos e ativistas virtuais, que podem frustrar as expectativas tanto dos consumidores quanto dos lojistas, especialmente nas datas sazonais.

Iniciados em maio, com o Dia das Mães, os períodos de maior fluxo são representados pelo Dia dos Pais, em agosto; das Crianças, em outubro; Black Friday Cyber Monday, em novembro; e, em dezembro, Natal. Nestes períodos, o número de visitantes nas lojas eletrônicas cresce exponencialmente.

Para se ter uma ideia, dados da ABComm indicam que ao todo movimentaram aproximadamente R$ 17 bi, criando grandes oportunidades comerciais para os lojistas e um cenário perfeito para os cibercriminosos que buscam maneiras de causar danos cada vez maiores aos estabelecimentos.

Para dimensionar o prejuízo potencial dessas datas, uma pesquisa do Google Brasil constatou que cada minuto fora do ar, uma loja perde mais de 5 mil acessos, totalizando mais de 300 mil visitantes impactados por hora de indisponibilidade.

O estudo foi realizado em um período de Black Friday, que é a maior data do e-commerce nacional. Porém, estes cenários podem ser facilmente aplicados às realidades das outras datas comemorativas. Sendo assim, o investimento em tecnologias que garantam a operação em todas as etapas passa a ser fundamental para converter o máximo possível.

Soluções de segurança promovem disponibilidade de lojas virtuais e mitigam os riscos

Uma das ferramentas essenciais para as lojas virtuais é a Rede de Distribuição de Conteúdo (CDN, na sigla em inglês), infraestrutura interligada que hospeda sites, vídeos, imagens etc, em diferentes servidores espalhados pelo mundo, diminuindo o tempo de carregamento dessas aplicações ao direcionar a conexão ao servidor geograficamente mais próximo. 

Isso evita que uma página demore para carregar e leve um consumidor a desistir da compra, por exemplo.

Outra solução importante para a segurança do e-commerce é a de monitoramento de trânsito IP, responsável por evitar ataques DDoS. Os ataques de negação de serviço (DDoS, na sigla em inglês), estão mais frequentes e massivos a cada ano, e têm sido utilizados criminosamente como ferramentas anticompetitivas.

Eles acontecem quando diversos dispositivos infectados são direcionados para acessar um mesmo site simultaneamente, causando a instabilidade ou interrupção dos seus serviços. Portanto, as lojas virtuais devem reforçar sua infraestrutura de proteção para se prevenir contra esse tipo de crime, bloqueando as solicitações ilegítimas tão logo um tráfego suspeito seja iniciado.

O varejo eletrônico é um dos mercados mais saudáveis da nossa economia, mesmo diante da crise. Por esse motivo tem atraído olhares diversos, tanto de empreendedores quanto de consumidores. Logo, o investimento em soluções para o desenvolvimento das lojas virtuais deve acompanhar esse crescimento a fim de garantir a prosperidade do segmento.

O e-commerce faturou R$ 47,7 bilhões em 2017, um aumento de 7,5% em relação ao ano anterior, segundo o 37º Webshoppers, apresentado na última quinta-feira (8).

Segundo dados coletados, o grande número no total de pedidos realizados também foi crucial para o crescimento: 50,3 milhões de compras, número 5% superior em relação a 2016.

Esses números superaram as expectativas. Afinal, 2016 ficou marcado por registrar, pela primeira vez na história do e-commerce brasileiro, uma queda (1,8%) na vendas de produtos.

Em 2017, 23,7% das compras foram feitas por smartphones e tablet. Ou seja, o consumidor definitivamente adotou a versão mobile para realizar suas compras. O valor médio gasto por cliente aumentou em 3%, e ficou em R$ 429

Vale lembrar que outros fatores contribuíram para esse resultado. Um deles partiu do governo, que liberou aos consumidores o valor do FGTS de contas inativas e fomentou o aumento das compras. Benefícios do valor do frete ajudaram nesse ínterim.

A consolidação das vendas pelos marketplaces também aqueceu o mercado eletrônico no ano de 2017. Impulsionado pela expansão do Mercado Livre, o faturamento das vendas via marketplace, incluindo produtos novos e usados, atingiu R$ 73,4 bilhões, com alta de 21,9%.

Para 2018, a projeção de vendas do Ebit para o mercado eletrônico é de R$ 53,5 Bilhões.

Categorias mais vendidas

Confira o volume de pedidos de acordo com a categoria:

1 – Moda e acessórios: 14,2%
2 – Saúde, cosméticos e perfuraria: 12%
3 – Eletrodomésticos: 10,8%
4 – Casa e decoração: 10,5%
5 – Telefonia e celulares: 9,2%
6 – Livros, assinaturas e apostilas: 8,3%
7 – Esporte e lazer: 6,4%
8 – Informática: 4,5%
9 – Alimentos e bebidas: 4%
10 – Eletrônicos: 3,6%

Texto publicado anteriormente no E-commerce Brasil.

A Nuvem Shop divulgou um estudo baseado no comportamento de mais de 1 milhão de consumidores. O estudo contemplou mais de 120 milhões de visitas nestes e-commerces, e o resultado desta análise diz bastante sobre os caminhos do mercado.

Tendências

Nos últimos anos, tem-se observado um crescimento significativo da utilização de dispositivos móveis, como reflexo do aumento da demanda por praticidade, mobilidade e agilidade nas atividades do dia-a-dia.

Segundo recente pesquisa do Google, considerando pessoas com capacidade de compra, acima de 16 anos, Coreia e China apresentam os números mais altos no cenário de 2017, com as impressionantes marcas de 92% e 83% dos habitantes, respectivamente, fazendo uso de dispositivos móveis.

No mesmo relatório, Brasil e Argentina, países de grande expressão no Mercosul, apresentaram notável evolução nos índices, fechando o ano passado com um crescimento acima de 150%, em relação ao ano de 2013.

País 2013 2017
Argentina 31% 73%
Brasil 26% 67%
China 47% 83%
Corea 73% 92%
Estados Unidos 56% 78%

 

Essa tendência afeta diretamente os e-commerces, que precisam adaptar-se aos novos hábitos de consumo. 14% das lojas da plataforma concretizam mais de 80% das suas vendas através de um dispositivo móvel.

Vistas e vendas por dispositivo móvel

Em um comparativo da evolução das visitas, em relação às vendas via dispositivos móveis, feito entre as lojas hospedadas na plataforma, observa-se que em 2015, 50% das visitas eram provenientes de mobile e 50% chegavam via desktop. Em 2016, os dispositivos móveis ultrapassaram os acessos por desktop, chegando a 58%, frente a 42% do dispositivo fixo.

Em 2017, os números deram um salto ainda mais significativo, onde as visitas recebidas de smartphones e tablets chegaram a 69%, deixando o desktop completamente para trás, com apenas 31% dos acessos.

A mudança no comportamento dos usuários em relação ao dispositivo preferido de acesso às lojas online refletiram-se diretamente nas vendas, passando de apenas 30% das vendas efetivadas via mobile em 2016, para 45% em 2017: um salto de 50% em apenas um ano.  

Por conta de questões ligadas a confiabilidade e navegabilidade, o desktop ainda permanece com maior taxa de conversão de vendas, cerca de 55%, mas a tendência dentro dos próximos um ou dois anos, é que ocorra a mesma virada observada nos percentuais de visitação, com os dispositivos móveis assumindo a liderança na preferência dos consumidores para compra.

Os consumidores estão comprando por dispositivos móveis?

Um outro forte sinal da tendência mobile que o mercado vem experimentando é a aproximação dos valores de ticket médio das compras via dispositivos móveis, em relação ao desktop. Em 2017, o ticket médio de compras feitas por smartphones e tablets foi de R$ 200,19, enquanto a média de valores das compras feitas no desktop chegaram a R$ 258,77.

Uma das razões para o ticket médio ser menor via dispositivos móveis, logicamente, é a questão da confiança do consumidor em fazer compras de maior porte através esse tipo de dispositivo.

Um consumidor com hábitos mais conservadores ainda tende a querer ver fotos e conferir detalhes do pedido em uma tela maior, antes de concretizar as transações. Porém, com as mudanças observadas no perfil do cliente online e a tendência à fabricação de dispositivos móveis cada vez mais sofisticados e repletos de novos recursos, esta realidade está prestes a se transformar.

Soma-se a isso o fato de que o cliente ainda está começando a experimentar e se sentir à vontade com esse tipo de transação. Nas primeiras experiências, o consumidor compra volumes menores, o que somado ao baixo valor de risco de investimento adotado por ele, resulta em um ticket médio inferior ao alcançado no desktop. A reversão desse quadro seguirá com o aumento da confiança em suas experiências positivas em transações online.

As compras em mobile costumam ter menos quantidade de produtos e por isso a diferença em ticket médio. Mais um motivo para seguirmos trabalhando para oferecer uma experiência de compra ainda mais positiva nestes aparelhos.

Canais utilizados para atendimento

Um outro ponto que chama atenção, a partir dessa nova tendência móvel e digital do e-commerce, é a diversificação do canais de atendimento e os percentuais significativos do uso de e-mail e das redes sociais para esse fim, ambos com 84,8% de utilização.

Com uma característica ainda mais mobile, o terceiro canal mais utilizado pelas lojas para contato é o Whatsapp, com 83% de preferência, quase ultrapassando as duas primeiras opções. Em seguida, o telefone ainda é um forte aliado no atendimento das empresas, com 62,1%, seguido do chat, e do Skype, com 39,4% e 4,2% respectivamente.

  • Telefone – 62,1%
  • E-mail – 84,8%
  • Chat na loja – 39,4%
  • Redes Sociais – 84,8%
  • Skype – 4,2%
  • Whatsapp – 83%

Observa-se a rapidez dessa evolução de acessos via dispositivos móveis, atestando a importância de layouts responsivos, de alinhamento com novas formas de atendimento, e até práticas de publicidade que respeitem esse novo meio de navegar.

A importância de ter uma loja responsiva, pois mesmo quando não se trata de fechar a venda pelo celular, normalmente é neste dispositivo que a visita inicial é feita e a decisão de compra é tomada.

Redes Sociais

A posição de destaque das redes sociais como canal de atendimento preferido pelos consumidores não é obra do acaso. Diante de tantas alterações relativamente recentes nos hábitos de consumo, certamente, uma das que mais se mostram evidentes e bem sucedidas é a utilização destes meios, não só como canais de divulgação, e de atendimento, mas também para efetivação de vendas.

Com a mudança de desktop pro mobile, as redes sociais ganham mais relevância. Uma vez que os consumidores navegam muito por elas através de seus dispositivos móveis, rapidamente se tornaram uma fonte de contato e de venda para lojistas. Dentro das redes sociais que mais levam vendas para as lojas, o Instagram representava 17% no quarto trimestre de 2016. No mesmo período de 2017, subiu para 36%.

Entre as redes sociais, os meios mais direcionados para a exposição de imagens, como Pinterest e Instagram, ganharam bastante espaço na estratégias de exposição das marcas e vendas de produtos.

Com a falta de tempo e a disseminação da internet rápida, é cada vez maior o número de pessoas que prefere fazer compras por dispositivos móveis, que são acessíveis de qualquer lugar. Aí entra o papel fundamental das redes sociais, principalmente o Instagram. Ele serve como ponte entre empresa e cliente, para apresentar os produtos, mostrar as combinações possíveis e despertar desejo.

Diante disso, plataformas de e-commerce, lojistas e demais serviços online devem ficar atentos às tendências e fazer rápidas adaptações para possibilitar, cada vez mais, a conversão de acessos em vendas.

Datas comemorativas

A nova dinâmica do mercado e a ascensão do e-commerce nos últimos anos trouxe um outro aspecto interessante, relativo ao comportamento de compra do consumidor em datas comemorativas.

Datas expressivas do comércio varejista, como dias das Crianças ou Natal, perderam posição no ranking de vendas para a tão esperada Black Friday, enquanto que o Dia das Mães foi parar em último lugar.

De fato, a Black Friday tem se tornado um fenômeno, dentro e fora da internet nos últimos anos, ao anunciar promoções impactantes e fazer divulgações massivas em todo tipo de mídia.

O consumo no Black Friday 2017 esteve acima de todas as principais datas comemorativas. As vendas desse verdadeiro fenômeno ficaram 100% acima de outras datas famosas, como dia dos pais, dia das mães, e dia dos namorados, e 75% acima do Natal e do Dia das Crianças.

Seguindo uma tendência forte do e-commerce, no que se diz respeito à venda de produtos (desconsiderando os serviços), o segmento de moda representou 60% das vendas da Black Friday 2017, mais que os 55% de 2016.

Ainda seguindo a tendência ao crescimento das compras via mobile, em 2017, as vendas via smartphones e tablet chegaram aos 44%, superando com folga os 33% de 2016.

A Black Friday é uma data nova, com pouco mais de 5 anos, e já ganha espaço com os consumidores, se tornando a mais importante do e-commerce. Diante desse cenário, é preciso estar atento e ser ágil na percepção da necessidade e implementação das mudanças, quando menos se espera, os ventos sopram e a próxima onda de inovação no comportamento do consumidor chegar, ditar novas tendências.

É preciso surfar as novas ondas, para não ficar pra trás.