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Número de pedidos cresceu 7,2% no Dia dos Namorados 2017

O e-commerce faturou R$1,71 bilhão, alta de 5,1% ante o mesmo período de 2016, aponta o monitoramento da Ebit, empresa referência em informações sobre o comércio eletrônico brasileiro. O número de pedidos cresceu 7,2%, para 4,07 milhões, e o tíquete médio foi de R$420.

Os smartphones, tradicionalmente o produto com maior volume de vendas do e-commerce no Brasil, lideraram a lista de presentes mais comprados para presentear os namorados. Completam o ranking dos cinco presentes mais comprados: livros, relógio de pulso, perfume e tênis.

Para Pedro Guasti, CEO da Ebit, o resultado está de acordo com a expectativa do mercado para a data.

“Dos 5 produtos mais vendidos excetuando-se os smartphones, temos produtos com preços abaixo do tíquete médio de compras o que demonstra alternativas muito acessíveis para presentear os namorados em tempos de orçamento reduzido”, disse.

Ao contrário de outras datas, o monitoramento da Ebit mostra que o brasileiro não deixou para comprar o presente dos namorados na última hora. Os dias 5 e 6 de junho foram os que registraram as maiores concentrações de vendas.

Confira as cinco categorias mais pedidas para presentes de Dia dos Namorados:

Vendas do e-commerce crescem 5,1% no Dia dos Namorados 2017

Veja também:

Os números do mercado de E-commerce

O uso de tablets e smartphones nas experiências de busca, navegação e conclusão de compras no comércio eletrônico já faz parte da realidade comportamental da maioria dos consumidores. Para se ter uma ideia da amplitude desse modelo de venda, dados do relatório WebShoppers 35, produzido pela Ebit, apontam que cerca de 32% das compras virtuais deverão ser efetuadas via m-commerce ainda neste ano. Em muitas lojas, o share já supera os 50%, principalmente em categorias como moda e acessórios, e perfumes e cosméticos.

Em países em desenvolvimento, como Índia, China e Brasil, a navegação por smartphones tem potencial de ser superior à de países desenvolvidos pela redução de preços de telefonia móvel, baixo poder de compra para uma 2a tela e economia gerada pela adoção de smartphones na base da pirâmide da população.

Esse cenário cria um ambiente propício para a navegação pelo usuário pois permite uma redução nos custos de comunicação (redução de ligação tradicional) e acesso a preços e informações que caracterizam um empoderamento por parte do consumidor.

No caso específico do e-commerce brasileiro, existem particularidades elementares em relação ao uso de dispositivos móveis na jornada de compra. Segundo pesquisa recente da MMA Mobile Report, desenvolvida pela Millward Brown, em parceria com a Mobile Marketing Association (MMA), os brasileiros possuem, em média, cerca de 20 aplicativos instalados em seus aparelhos, sendo que sete são de natureza social.

Isso torna possível afirmar que a maioria de dispositivos circulando na mão de um possível comprador não possuem alta capacidade de armazenamento e processamento.  O desafio contínuo do lojista é provar por que o aplicativo de sua loja deve ser escolhido para estar presente nesse seleto grupo.

A fim de que o lojista esteja preparado para esse panorama, é fundamental proporcionar um cenário cada vez mais familiar e facilitador para o consumidor final. O desenvolvimento de um ambiente de navegação responsivo, que atenda e comporte com eficiência os múltiplos tamanhos de telas, tem se apresentado como uma estratégia eficiente de retenção e na conversão para a efetivação da compra.

Quando falamos de e-mail marketing, o mesmo propósito deve ser levado em conta. A eficiência em qualquer dispositivo é, de fato, ponto crucial para a potencialização das vendas.

Alta no faturamento do Dia dos Namorados 2017 deverá ser de 6% na comparação com o mesmo período do ano passado

O e-commerce deverá faturar R$1,75 bilhão no Dia dos Namorados, crescimento de 6% ante o mesmo período de 2016, aponta o monitoramento da Ebit, empresa referência em informações sobre o varejo eletrônico. A expectativa é de 4,180 milhões de pedidos, com tíquete médio de R$418.

A data, celebrada em 12 de junho, está entre as cinco mais importantes do calendário nacional do varejo eletrônico.

Os números do mercado de E-commerce

“Apesar do aumento da instabilidade política, a economia permanece dando sinais de controle da inflação e melhores condições de crédito, por isso a expectativa para o e-commerce é positiva. O e-consumidor deverá ir além da ‘lembrancinha’ neste ano e investirá em itens de tíquete médio mais alto para presentear, como smartphones, tênis e perfumes”, afirma Pedro Guasti, CEO da Ebit.

Monitoramento da Ebit aponta abaixo os 20 produtos mais comprados no e-commerce para presentear no Dia dos Namorados, até o dia 5 de junho:

E-commerce movimentará R$1,75 bi no Dia dos Namorados 2017

Mais sobre as estimativas para o E-commerce neste Dia dos Namorados na Globo News: 

 Vendas pela internet para o Dia dos Namorados devem crescer 6%, diz pesquisa

Vendas superaram a expectativa; tíquete médio dos presentes alcançou a marca de R$417

O faturamento do e-commerce no Dia das Mães, celebrado no dia 14 de maio, foi de R$1,9 bilhão, crescimento nominal de 16% ante ao mesmo período do ano passado, quando foi registrado R$1,62 bilhão. O tíquete médio também registrou elevação de 3,7%, de R$402 para R$417, enquanto o número de pedidos subiu 12%, de 4,036 milhões para 4,520 milhões.

O monitoramento da Ebit baseia-se nas compras realizadas no varejo eletrônico entre 29 de abril e 13 de maio. Dentro de todas as vendas do varejo online, 7% declarou aproveitar a data para comprar presente para a mãe. Smartphone, que correspondeu a 13,40%, foi o presente mais comprado para as mães. Perfume (4,40%), água de colônia (4,17%), geladeira/refrigerador (3,19%) e vinho (2,76%) completam o ranking dos produtos mais comprados para presentear.

“Esta data é um importante termômetro para as vendas do e-commerce no resto do ano. O resultado muito acima na expectativa mostra que o consumidor está confiante de que o pior da crise econômica já passou. Além disso, por possuir preços mais competitivos e disponibilizar entregas em poucos dias em grandes cidades permitindo comprar mais próximo ao do domingo dia das mães , o e-commerce está atraindo ainda mais consumidores que tradicionalmente compravam no varejo físico”, disse.

O Dia das Mães é considerado uma das principais datas do calendário nacional do varejo eletrônico. O crescimento previsto para 2017 mostra o setor voltando a acelerar suas vendas com crescimento de dois dígitos este ano.

“Por conta dos indicadores econômicos apontando a retomada do crescimento econômico, da Black Friday e Natal, as vendas do segundo semestre devem ser ainda mais aquecidas. Os números estão dentro da perspectiva da Ebit, que espera que o e-commerce, de forma geral, cresça 12% neste ano”, ressalta o CEO da Ebit, Pedro Guasti.

Ranking dos produtos mais comprados para as mães (7% das vendas do período)

Subcategorias Share Pedidos
Celular e Smartphone 13,40%
Perfume 4,40%
Água de Colônia 4,17%
Geladeira / Refrigerador 3,19%
Vinho 2,76%
Cafeteira 2,71%
Fogão 2,64%
TV 2,55%
Livros 2,47%
Máquina de Lavar Roupas 2,44%

 

Mais números do mercado:

Os números do mercado de E-commerce

Uma das principais datas do calendário nacional do varejo eletrônico é o Dia das Mães. Neste ano, ele será comemorado no dia 14 de maio e já existem previsões sobre quanto essa celebração deverá movimentar neste ano. O Dia das Mães 2017 deverá gerar R$ 1,73 bilhão no e-commerce. O número representa uma alta de 7% ante ao mesmo período em 2016, quando foi registrado R$ 1,62 bilhão.

Segundo o levantamento, o tíquete médio deverá registrar elevação de 3,5%, de R$402 para R$416. Na comparação ante ao ano passado, o número de pedidos deverá subir 3%, de 4,036 milhões para 4,155 milhões. A movimentação acontecerá entre os dias 29 de abril e 13 de maio.

Comparação

O crescimento de 2017 está praticamente em linha com o mesmo período de 2016, quando foi registrando um avanço de 8%. “Apesar da estimativa de crescimento ainda de um dígito, acreditamos que as vendas do segundo semestre deverão ser mais aquecidas por conta da melhora das condições econômicas, da Black Friday e Natal. Os números estão dentro da perspectiva da Ebit, que espera que o e-commerce cresça 12% neste ano”, ressalta Pedro Guasti, CEO da Ebit.

Em apenas cinco anos, o faturamento do comércio eletrônico praticamente dobrou durante o Dia das Mães. “Neste curto período de tempo as vendas expandiram de R$913 milhões, em 2012, para R$1,7 bilhão previstos para 2017″,  afirma.

Tipos de produtos

Guasti acredita que neste o ano o consumidor apostará em produtos em faixas de preços variáveis para presentear as mães.

A pesquisa da Ebit aponta que os cinco produtos mais desejados são smartphones, vinhos, perfumes, água de colônia e TV. “Podemos encontrar produtos nesta lista a partir de R$ 50, mostrando opções bem diferenciadas, agradando desde os consumidores com orçamentos mais apertados até os mais abonados”.

Criada há quatro anos, data já é uma das mais importantes do calendário nacional do e-commerce

A Ebit, empresa referência em informações sobre o comércio eletrônico brasileiro, estima um faturamento de R$265 milhões no Dia do Consumidor Brasil, celebrado em 15 de março, alta de 18% ante à mesma data em 2016, quando foi registrado R$224 milhões.

Dia do Consumidor 2016 registra crescimento de 12% em faturamento

O aumento deverá ser impulsionado pela alta do tíquete médio, de R$398 para R$470, já que o número de pedidos permanecerá praticamente estável, em 563,8 mil, ante os 562,7 mil período anterior. 

A data, criada em 2014 pelo Buscapé Company, surgiu para impulsionar as vendas do e-commerce em um dos meses mais fracos do ano. “Em pouco tempo a data transformou-se em uma das mais importantes para o varejo eletrônico brasileiro. Em faturamento diário, a data só perde para a Black Friday”, explica Pedro Guasti, CEO da Ebit.

O Dia do Consumidor Brasil conta com grande adesão dos lojistas virtuais e está cada vez mais difundido entre os consumidores. Dados da Ebit apontam que 38% do público já conhece a data. Estimulados por descontos que podem chegar até a 60%, mais de 30% dos consumidores pretendem comprar na edição de 2017.

“A intenção de compra passou de 24% para 33% na comparação entre 2016 e 2017. Trata-se de um expressivo aumento de nove pontos percentuais, impulsionados pela consolidação da data e dos sinais de melhora no cenário econômico”, afirma Guasti.

Entre as categorias mais desejadas pelo consumidor estão Eletrônicos, Eletrodomésticos, Informática, Telefonia e Celulares e Cosmésticos/Perfumaria/Cuidados Pessoais. “O consumidor espera encontrar preços convidativos nos produtos de maior valor agregado, por isso a Ebit estima esse aumento no valor do tíquete médio”, disse. 

O crescimento de importantes datas, como o Dia do Consumidor Brasil, deverá ser um dos principais fatores a impulsionar o crescimento do e-commerce em 2017. No relatório Webshoppers 35, lançado em fevereiro, a Ebit aponta crescimento de 12% para o setor no ano, com faturamento de R$49,7 bilhões.

Os números do mercado de E-commerce

Relatório produzido pela Ebit aponta retomada dos dois dígitos de crescimento em 2017; compras em sites internacionais atingem US$ 2,4 bilhões

O e-commerce brasileiro fechou 2016 com faturamento de R$ 44,4 bilhões, crescimento nominal de 7,4% ante os R$ 41,3 bilhões registrados em 2015. O número de pedidos permaneceu estável, em 106,3 milhões, mas o tíquete médio registrou alta de 8% na comparação entre os períodos, passando de R$ 388 para R$ 452. Os dados constam no relatório Webshoppers 35, divulgado nesta quinta-feira (16) pela Ebit, empresa referência em informações sobre o varejo eletrônico nacional.

Apesar de ser o menor crescimento registrado desde o início da série histórica, em 2001, o CEO da Ebit, Pedro Guasti, considera o resultado positivo. “O comércio eletrônico foi um dos poucos setores a andar na contramão da crise econômica. Além dos preços competitivos na comparação com o varejo físico, o e-commerce também foi beneficiado pela expansão do mercado de smartphones, que trouxe uma enorme gama de novos consumidores”, diz.

De acordo com o relatório, o número de e-consumidores ativos cresceu 22% na comparação com 2015, de 39,14 milhões para 47,93 milhões. Guasti ressalta ainda o aumento das vendas via dispositivos móveis (tablets e smartphones), que concentraram 21,5% das transações em 2016, ante 12,5% do ano anterior.

A renda familiar média aumentou 8% na comparação entre 2015 e 2016, de R$ 4.760 mil para R$ 5.142. “Esse movimento mostra o enfraquecimento da classe C nas compras do comércio eletrônico e consequente maior participação das classes mais abastadas nas compras virtuais”, ressalta Guasti.

Seguindo a tendência registrada desde julho de 2014, as lojas de e-commerce mantiveram a estratégia de cobrar pelo frete. Em dezembro de 2016, apenas 36% das vendas foram realizadas sem a cobrança adicional pela entrega.

O Webshoppers nº 35 aponta que as compras realizadas no comércio eletrônico geraram um ganho econômico de R$10,6 bilhões em 2016, relativo à economia de preço e do poder de barganha dos consumidores junto ao varejo físico derivado das buscas na internet. De acordo com Guasti, isso é explicado pelo efeito “ROPO” – Research Online/Purchase Offiline.

As cinco categorias mais vendidas em 2016, em volume de pedidos, foram:

1) Moda e Acessórios – 13,6%
2) Eletrodomésticos – 13,1%
3) Livros/Assinaturas/Apostilas – 12,2%
4) Saúde/Cosméticos/Perfumaria – 11,2%
5) Telefonia e Celulares – 10,3%

As cinco categorias mais vendidas, em faturamento, foram:

1) Eletrodomésticos – 23%
2) Telefonia/Celulares – 21%
3) Eletrônicos – 12,4%
4) Informática – 9,5%
5) Casa e Decoração – 7,7%

Retomada do crescimento

Para 2017, o relatório aponta que o e-commerce brasileiro faturará R$ 49,7 bilhões, com crescimento nominal de 12%. O tíquete médio deverá expandir 8%, para R$ 452, enquanto que, para o volume de pedidos, a expectativa é de uma alta de 4%, para 110 milhões.

“Além da migração de consumidores do varejo físico, o crescimento do e-commerce deverá ser impulsionado pelo aumento de preços e também pela participação das vendas de categorias de produtos de maior valor agregado, tais como eletrodomésticos, smartphones, eletrônicos, acessórios automotivos e casa e decoração”, avalia Guasti.

A Ebit prevê 40% de crescimento das compras feitas por meio de dispositivos móveis no comércio eletrônico. A expectativa é que 32% das transações provenham de smartphones e tablets em dezembro de 2017.

Compras internacionais

Além do relatório Webshoppers 35a edição, a Ebit divulgou também a quarta edição da Pesquisa Cross Border, que avalia o comportamento de compra dos consumidores brasileiros em sites internacionais.

Mesmo em um cenário cambial desfavorável, quando o dólar ultrapassou os R$ 4,00 no primeiro trimestre, os brasileiros gastaram US$ 2,4 bilhões em sites de compra internacionais em 2016, alta de 17% ante os US$ 2,02 bilhões registrados em 2015. O número de consumidores únicos aumentou 21% na comparação entre os períodos, para 21,2 milhões de consumidores únicos.

O site chinês Aliexpress.com permanece como o predileto dos consumidores brasileiros, seguido por Amazon.com, eBay, Deal Extreme e Apple.com. “Mesmo com a alta do dólar e a experiência de compra ruim dos consumidores brasileiros devido ao longo prazo de entrega e atrasos no recebimento dos produtos, as vendas em sites internacionais continuam sendo impulsionadas por fatores como produtos exclusivos e preços muito competitivos”, diz André Dias, COO da Ebit.

As categorias mais compradas em 2016 por consumidores brasileiros em sites internacionais foram:  

1) Eletrônicos – 34%
2) Informática – 25%
3) Moda e Acessórios – 24%
4) Telefonia – 18%
5) Brinquedos – 17%

Consulte o relatório Webshoppers 35 completo.

Janeiro: você pode imaginar um período melhor para fazer um plano para o ano que está começando?

Tenho certeza de que há um lugar especial para o propósito, a cada ano mais promessas e menos sucesso, “ir para a academia toda vez que puder”. Mas talvez em sua lista também tenha “encontrar uma nova oportunidade de trabalho”: em caso afirmativo, você precisará ter um bom plano para encontrá-la.

Bem, um grande ponto de partida é entender onde você pode encontrar mais oportunidades, ou melhor, é ter uma ideia, com base em dados reais, de qual é a distribuição das oportunidades de trabalho no Brasil: este artigo vai tentar ajudá-lo a construir esta ideia**.

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7 Competências para te destacar no mercado de e-commerce

Em primeiro lugar, um olhar geral para a distribuição das oportunidades de trabalho nas principais cidades do Brasil, e, depois, um olhar mais atento para o campo específico das ofertas de emprego para o e-commerce (e o confronto com as vagas de estágio):

1- A distribuição geral das ofertas de emprego no Brasil

Vamos começar a partir de uma perspectiva mais ampla: todo o Brasil. Quais são as melhores cidades para disponibilidade de emprego? Deixe os números falarem!

Top Três (total do Brasil: 539.000 vagas disponíveis)

São Paulo (SP) (94.397 vagas disponíveis)
Rio de Janeiro (63.689)
Campinas (SP) (42.529)

Depois deles, encontramos Maringá (31.268), Porto Alegre (25.886), Belo Horizonte (MG) (18.997), Fortaleza (14.777), Curitiba (14.693), e Brasília (8.472).

A mesma imagem é confirmada se olharmos para uma representação estadual:

Estado de São Paulo (SP) com 229.873 vagas disponíveis
Rio de Janeiro (RJ) com 71.829 vagas disponíveis
Paraná (PR) com 55.280 vagas disponíveis

Assim, esta é a imagem na sua perspectiva geral; é o mesmo para o mercado de e-commerce? Vamos ver!

2- A distribuição específica das ofertas de emprego em e-commerce

Agora, o olhar mais atento: como parece o mapa da disponibilidade de trabalhos em e-commerce?

Top Três (total do Brasil: 4.600 vagas disponíveis):

São Paulo (SP) (865 vagas disponíveis)
Rio de Janeiro (681)
Campinas (SP) (538)

Depois deles, encontramos Maringá (298), Porto Alegre (242), Belo Horizonte (MG) (233), Fortaleza (205), Brasília (149), e Manaus (111).

Novamente, procurando por estado:

Estado de São Paulo (SP) com 1980 vagas disponíveis
Rio de Janeiro (RJ) com 728 vagas disponíveis
Paraná (PR) com 487 vagas disponíveis

Bem, o olhar mais próximo parece quase uma cópia perfeita do mais amplo: na verdade não há nenhuma mudança nas melhores cidades e estados. As mesmas cidades onde estão disponíveis mais ofertas de emprego no total, também são as mesmas onde há uma maior disponibilidade de oportunidades para encontrar emprego no campo de comércio eletrônico.

Quase o mesmo é visível se olharmos para a disponibilidade de estágios no e-commerce (mas para ser honesta, os números são tão pequenos que não são muito significativos).

Top Três (total do Brasil: 80 vagas disponíveis):

São Paulo (SP) (19 vagas disponíveis)
Porto Alegre (13)
Belo Horizonte (MG) (6)

Procurando por estado:

Estado de São Paulo (29)
Rio Grande do Sul (20)
Minas Gerais (8)

Então, este é o mapeamento das cidades com mais oportunidades de emprego no campo do comércio eletrônico: espero que seja útil para sua busca de trabalho neste começo de 2017… E boa sorte!

** Todos os dados apresentados provém da base de dados da Jobbydoo.

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As principais carreiras e habilidades para um Profissional de Marketing Digital

Consumidores de todo o Brasil já podem escolher suas prediletas do e-commerce. A votação para a escolha das Lojas Mais Queridas de 2016 será realizada até o dia 31, no site da Ebit, empresa referência em comércio eletrônico no Brasil. As vencedoras serão homenageadas durante o 14º Prêmio Ebit, que acontecerá no dia 16 de fevereiro, em São Paulo.

São nove categorias em disputa: Lojas Diamante (principal medalha Ebit); alimentos e bebidas; bebês e companhia; casa, decoração e jardinagem; cosméticos e perfumaria; livros; moda e acessórios; pet shop e saúde.  No total, 165 empresas de todas as regiões do país concorrem ao prêmio.

Vote na loja mais querida de 2016.

O CEO da Ebit, Pedro Guasti, afirma que o anúncio das lojas mais queridas é sempre o momento mais aguardado do Prêmio Ebit. “Essas lojas são premiadas diretamente pelo consumidor. E a satisfação do cliente é o componente mais importante para o sucesso de qualquer empresa, especialmente do e-commerce”, disse.

Para despertar o interesse do consumidor e conseguir vencer o prêmio mais importante do e-commerce brasileiro, as empresas usam as mais variadas estratégias, obedecendo o regulamento da premiação. Algumas optam por pedir apoio em seus canais nas redes sociais.

Outras, por sua vez, lançam mão de diversas aplicações para chamar a atenção do cliente e direcioná-lo para a página de votos. “Isso é motivo de muito orgulho. É um sinal que os mais importantes players do setor veem muito valor na premiação e no trabalho realizado pela Ebit”, afirmou.

Além do prêmio de votação popular, o Prêmio Ebit também homenageará as Melhores Lojas do E-commerce, as Melhores Plataformas e os Melhores Executivos do E-commerce, escolhidos por meio de critérios técnicos.

Trabalhando com e-commerce, há vários anos seja na gestão de lojas virtuais de terceiros ou no marketing digital dos clientes, os números das datas sazonais sempre me fascinaram.

Calma, este não é mais um post para dizer sobre a importância das datas comemorativas do varejo online :-). Acontece que ao baixar o Calendário do E-commerce para 2017, me inspirei e compilei as informações fornecidas pela Ebit fornecidas ao longo dos últimos 4 anos.

Os números do mercado de E-commerce

Quem trabalha com  e-commerce, normalmente acompanha anualmente as edições do Webshoppers, mas por se tratarem de relatórios semestrais,  não matavam a minha curiosidade de ver a evolução dos números comparados ano a ano.

Segue então uma fotografia do varejo online separadas em FATURAMENTO, CRESCIMENTO, e TÍQUETE MÉDIO representado pelas seguintes cores:Legenda das Datas

1- Faturamento (em bilhões de R$)

Sem dúvida, o quesito que mais fascina os profissionais de e-commerce, pois mostram muito claramente a temperatura da “e-conomia”, perdoem o trocadilho. Ainda não temos divulgado o faturamento do Natal 2016, mas atualizarei o gráfico quando a Ebit divulgar o número.

Faturamento nas Datas Sazonais

Neste gráfico fica muito claro por que o Natal continua sendo a “menina dos olhos” dos varejistas e mostra também algumas curiosidades.

Em 2013 o Dia das Crianças foi a data que mais faturou depois do Natal, tirando o posto tradicional do Dia das Mães e notamos que foi quando a Black Friday realmente pegou tração no Brasil (vide gráfico de Crescimento).

Outro ponto importante  é constatarmos que em 2016, todos os faturamentos evoluíram mostrando que estamos começando a recuperar o fôlego.

2- Crescimento (em %)

Acostumado a ver os números do e-commerce crescerem sempre na casa dos “dois dígitos” desde que a Ebit começou a mensurar os números no ano de 2.000, e no caso da Black Friday em 2.013 “3 dígitos”, quando olhamos para 2015 dá uma sensação de tristeza :-(.

Mas basta olharmos para 2016 e vermos que com exceção do Dia das Mães o “dois dígitos” voltaram. Lembrando que o Dia do Consumidor, começou a ser promovido no Brasil em 2.015, encabeçado principalmente pelo Portal de Comparação de Preços Buscapé.

Crescimento nas Datas Sazonais

Poucos  sabem, mas o Dia do Consumidor  tem a missão (para os varejistas) de aquecer as vendas em um período praticamente sem data sazonal que vai de janeiro a abril, até chegarmos em maio que temos o Dia das Mães.

3- Tíquete Médio

Sem dúvida um dos KPIs preferidos dos profissionais de e-commerce. Quem acompanha os relatórios da Ebit, sabe que em 2015 a classe C que dominava o volume de pedidos há muitos anos no e-commerce, passou a ter uma participação tímida.

Enquanto que a classe A e B, viu no varejo online a possibilidade de conseguir melhores negociações em produtos de alto valor agregado.

Tiquete Médio Sazonalidade

O interessante é olhar para o “quadrante” dos gráficos e ver que o tíquete médio da Black Friday em 2016, quebrou a barreira do R$ 600,00, mostrando que para quem quer trocar de TV, Smartphone, entre outros produtos, vale a pena esperar chegar o mês de novembro.

Enfim, encerro este post, esperançoso que em 2017 manteremos a retomada do crescimento do nosso varejo online, não só baseado na fé (que é muito importante), mas com base nos últimos números.

Agora é preparar as turbinas de olho no Calendário e Feliz 2017!