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Relatório produzido pela Ebit aponta retomada dos dois dígitos de crescimento em 2017; compras em sites internacionais atingem US$ 2,4 bilhões

O e-commerce brasileiro fechou 2016 com faturamento de R$ 44,4 bilhões, crescimento nominal de 7,4% ante os R$ 41,3 bilhões registrados em 2015. O número de pedidos permaneceu estável, em 106,3 milhões, mas o tíquete médio registrou alta de 8% na comparação entre os períodos, passando de R$ 388 para R$ 452. Os dados constam no relatório Webshoppers 35, divulgado nesta quinta-feira (16) pela Ebit, empresa referência em informações sobre o varejo eletrônico nacional.

Apesar de ser o menor crescimento registrado desde o início da série histórica, em 2001, o CEO da Ebit, Pedro Guasti, considera o resultado positivo. “O comércio eletrônico foi um dos poucos setores a andar na contramão da crise econômica. Além dos preços competitivos na comparação com o varejo físico, o e-commerce também foi beneficiado pela expansão do mercado de smartphones, que trouxe uma enorme gama de novos consumidores”, diz.

De acordo com o relatório, o número de e-consumidores ativos cresceu 22% na comparação com 2015, de 39,14 milhões para 47,93 milhões. Guasti ressalta ainda o aumento das vendas via dispositivos móveis (tablets e smartphones), que concentraram 21,5% das transações em 2016, ante 12,5% do ano anterior.

A renda familiar média aumentou 8% na comparação entre 2015 e 2016, de R$ 4.760 mil para R$ 5.142. “Esse movimento mostra o enfraquecimento da classe C nas compras do comércio eletrônico e consequente maior participação das classes mais abastadas nas compras virtuais”, ressalta Guasti.

Seguindo a tendência registrada desde julho de 2014, as lojas de e-commerce mantiveram a estratégia de cobrar pelo frete. Em dezembro de 2016, apenas 36% das vendas foram realizadas sem a cobrança adicional pela entrega.

O Webshoppers nº 35 aponta que as compras realizadas no comércio eletrônico geraram um ganho econômico de R$10,6 bilhões em 2016, relativo à economia de preço e do poder de barganha dos consumidores junto ao varejo físico derivado das buscas na internet. De acordo com Guasti, isso é explicado pelo efeito “ROPO” – Research Online/Purchase Offiline.

As cinco categorias mais vendidas em 2016, em volume de pedidos, foram:

1) Moda e Acessórios – 13,6%
2) Eletrodomésticos – 13,1%
3) Livros/Assinaturas/Apostilas – 12,2%
4) Saúde/Cosméticos/Perfumaria – 11,2%
5) Telefonia e Celulares – 10,3%

As cinco categorias mais vendidas, em faturamento, foram:

1) Eletrodomésticos – 23%
2) Telefonia/Celulares – 21%
3) Eletrônicos – 12,4%
4) Informática – 9,5%
5) Casa e Decoração – 7,7%

Retomada do crescimento

Para 2017, o relatório aponta que o e-commerce brasileiro faturará R$ 49,7 bilhões, com crescimento nominal de 12%. O tíquete médio deverá expandir 8%, para R$ 452, enquanto que, para o volume de pedidos, a expectativa é de uma alta de 4%, para 110 milhões.

“Além da migração de consumidores do varejo físico, o crescimento do e-commerce deverá ser impulsionado pelo aumento de preços e também pela participação das vendas de categorias de produtos de maior valor agregado, tais como eletrodomésticos, smartphones, eletrônicos, acessórios automotivos e casa e decoração”, avalia Guasti.

A Ebit prevê 40% de crescimento das compras feitas por meio de dispositivos móveis no comércio eletrônico. A expectativa é que 32% das transações provenham de smartphones e tablets em dezembro de 2017.

Compras internacionais

Além do relatório Webshoppers 35a edição, a Ebit divulgou também a quarta edição da Pesquisa Cross Border, que avalia o comportamento de compra dos consumidores brasileiros em sites internacionais.

Mesmo em um cenário cambial desfavorável, quando o dólar ultrapassou os R$ 4,00 no primeiro trimestre, os brasileiros gastaram US$ 2,4 bilhões em sites de compra internacionais em 2016, alta de 17% ante os US$ 2,02 bilhões registrados em 2015. O número de consumidores únicos aumentou 21% na comparação entre os períodos, para 21,2 milhões de consumidores únicos.

O site chinês Aliexpress.com permanece como o predileto dos consumidores brasileiros, seguido por Amazon.com, eBay, Deal Extreme e Apple.com. “Mesmo com a alta do dólar e a experiência de compra ruim dos consumidores brasileiros devido ao longo prazo de entrega e atrasos no recebimento dos produtos, as vendas em sites internacionais continuam sendo impulsionadas por fatores como produtos exclusivos e preços muito competitivos”, diz André Dias, COO da Ebit.

As categorias mais compradas em 2016 por consumidores brasileiros em sites internacionais foram:  

1) Eletrônicos – 34%
2) Informática – 25%
3) Moda e Acessórios – 24%
4) Telefonia – 18%
5) Brinquedos – 17%

Consulte o relatório Webshoppers 35 completo.

Janeiro: você pode imaginar um período melhor para fazer um plano para o ano que está começando?

Tenho certeza de que há um lugar especial para o propósito, a cada ano mais promessas e menos sucesso, “ir para a academia toda vez que puder”. Mas talvez em sua lista também tenha “encontrar uma nova oportunidade de trabalho”: em caso afirmativo, você precisará ter um bom plano para encontrá-la.

Bem, um grande ponto de partida é entender onde você pode encontrar mais oportunidades, ou melhor, é ter uma ideia, com base em dados reais, de qual é a distribuição das oportunidades de trabalho no Brasil: este artigo vai tentar ajudá-lo a construir esta ideia**.

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Em primeiro lugar, um olhar geral para a distribuição das oportunidades de trabalho nas principais cidades do Brasil, e, depois, um olhar mais atento para o campo específico das ofertas de emprego para o e-commerce (e o confronto com as vagas de estágio):

1- A distribuição geral das ofertas de emprego no Brasil

Vamos começar a partir de uma perspectiva mais ampla: todo o Brasil. Quais são as melhores cidades para disponibilidade de emprego? Deixe os números falarem!

Top Três (total do Brasil: 539.000 vagas disponíveis)

São Paulo (SP) (94.397 vagas disponíveis)
Rio de Janeiro (63.689)
Campinas (SP) (42.529)

Depois deles, encontramos Maringá (31.268), Porto Alegre (25.886), Belo Horizonte (MG) (18.997), Fortaleza (14.777), Curitiba (14.693), e Brasília (8.472).

A mesma imagem é confirmada se olharmos para uma representação estadual:

Estado de São Paulo (SP) com 229.873 vagas disponíveis
Rio de Janeiro (RJ) com 71.829 vagas disponíveis
Paraná (PR) com 55.280 vagas disponíveis

Assim, esta é a imagem na sua perspectiva geral; é o mesmo para o mercado de e-commerce? Vamos ver!

2- A distribuição específica das ofertas de emprego em e-commerce

Agora, o olhar mais atento: como parece o mapa da disponibilidade de trabalhos em e-commerce?

Top Três (total do Brasil: 4.600 vagas disponíveis):

São Paulo (SP) (865 vagas disponíveis)
Rio de Janeiro (681)
Campinas (SP) (538)

Depois deles, encontramos Maringá (298), Porto Alegre (242), Belo Horizonte (MG) (233), Fortaleza (205), Brasília (149), e Manaus (111).

Novamente, procurando por estado:

Estado de São Paulo (SP) com 1980 vagas disponíveis
Rio de Janeiro (RJ) com 728 vagas disponíveis
Paraná (PR) com 487 vagas disponíveis

Bem, o olhar mais próximo parece quase uma cópia perfeita do mais amplo: na verdade não há nenhuma mudança nas melhores cidades e estados. As mesmas cidades onde estão disponíveis mais ofertas de emprego no total, também são as mesmas onde há uma maior disponibilidade de oportunidades para encontrar emprego no campo de comércio eletrônico.

Quase o mesmo é visível se olharmos para a disponibilidade de estágios no e-commerce (mas para ser honesta, os números são tão pequenos que não são muito significativos).

Top Três (total do Brasil: 80 vagas disponíveis):

São Paulo (SP) (19 vagas disponíveis)
Porto Alegre (13)
Belo Horizonte (MG) (6)

Procurando por estado:

Estado de São Paulo (29)
Rio Grande do Sul (20)
Minas Gerais (8)

Então, este é o mapeamento das cidades com mais oportunidades de emprego no campo do comércio eletrônico: espero que seja útil para sua busca de trabalho neste começo de 2017… E boa sorte!

** Todos os dados apresentados provém da base de dados da Jobbydoo.

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Consumidores de todo o Brasil já podem escolher suas prediletas do e-commerce. A votação para a escolha das Lojas Mais Queridas de 2016 será realizada até o dia 31, no site da Ebit, empresa referência em comércio eletrônico no Brasil. As vencedoras serão homenageadas durante o 14º Prêmio Ebit, que acontecerá no dia 16 de fevereiro, em São Paulo.

São nove categorias em disputa: Lojas Diamante (principal medalha Ebit); alimentos e bebidas; bebês e companhia; casa, decoração e jardinagem; cosméticos e perfumaria; livros; moda e acessórios; pet shop e saúde.  No total, 165 empresas de todas as regiões do país concorrem ao prêmio.

Vote na loja mais querida de 2016.

O CEO da Ebit, Pedro Guasti, afirma que o anúncio das lojas mais queridas é sempre o momento mais aguardado do Prêmio Ebit. “Essas lojas são premiadas diretamente pelo consumidor. E a satisfação do cliente é o componente mais importante para o sucesso de qualquer empresa, especialmente do e-commerce”, disse.

Para despertar o interesse do consumidor e conseguir vencer o prêmio mais importante do e-commerce brasileiro, as empresas usam as mais variadas estratégias, obedecendo o regulamento da premiação. Algumas optam por pedir apoio em seus canais nas redes sociais.

Outras, por sua vez, lançam mão de diversas aplicações para chamar a atenção do cliente e direcioná-lo para a página de votos. “Isso é motivo de muito orgulho. É um sinal que os mais importantes players do setor veem muito valor na premiação e no trabalho realizado pela Ebit”, afirmou.

Além do prêmio de votação popular, o Prêmio Ebit também homenageará as Melhores Lojas do E-commerce, as Melhores Plataformas e os Melhores Executivos do E-commerce, escolhidos por meio de critérios técnicos.

Trabalhando com e-commerce, há vários anos seja na gestão de lojas virtuais de terceiros ou no marketing digital dos clientes, os números das datas sazonais sempre me fascinaram.

Calma, este não é mais um post para dizer sobre a importância das datas comemorativas do varejo online :-). Acontece que ao baixar o Calendário do E-commerce para 2017, me inspirei e compilei as informações fornecidas pela Ebit fornecidas ao longo dos últimos 4 anos.

Os números do mercado de E-commerce

Quem trabalha com  e-commerce, normalmente acompanha anualmente as edições do Webshoppers, mas por se tratarem de relatórios semestrais,  não matavam a minha curiosidade de ver a evolução dos números comparados ano a ano.

Segue então uma fotografia do varejo online separadas em FATURAMENTO, CRESCIMENTO, e TÍQUETE MÉDIO representado pelas seguintes cores:Legenda das Datas

1- Faturamento (em bilhões de R$)

Sem dúvida, o quesito que mais fascina os profissionais de e-commerce, pois mostram muito claramente a temperatura da “e-conomia”, perdoem o trocadilho. Ainda não temos divulgado o faturamento do Natal 2016, mas atualizarei o gráfico quando a Ebit divulgar o número.

Faturamento nas Datas Sazonais

Neste gráfico fica muito claro por que o Natal continua sendo a “menina dos olhos” dos varejistas e mostra também algumas curiosidades.

Em 2013 o Dia das Crianças foi a data que mais faturou depois do Natal, tirando o posto tradicional do Dia das Mães e notamos que foi quando a Black Friday realmente pegou tração no Brasil (vide gráfico de Crescimento).

Outro ponto importante  é constatarmos que em 2016, todos os faturamentos evoluíram mostrando que estamos começando a recuperar o fôlego.

2- Crescimento (em %)

Acostumado a ver os números do e-commerce crescerem sempre na casa dos “dois dígitos” desde que a Ebit começou a mensurar os números no ano de 2.000, e no caso da Black Friday em 2.013 “3 dígitos”, quando olhamos para 2015 dá uma sensação de tristeza :-(.

Mas basta olharmos para 2016 e vermos que com exceção do Dia das Mães o “dois dígitos” voltaram. Lembrando que o Dia do Consumidor, começou a ser promovido no Brasil em 2.015, encabeçado principalmente pelo Portal de Comparação de Preços Buscapé.

Crescimento nas Datas Sazonais

Poucos  sabem, mas o Dia do Consumidor  tem a missão (para os varejistas) de aquecer as vendas em um período praticamente sem data sazonal que vai de janeiro a abril, até chegarmos em maio que temos o Dia das Mães.

3- Tíquete Médio

Sem dúvida um dos KPIs preferidos dos profissionais de e-commerce. Quem acompanha os relatórios da Ebit, sabe que em 2015 a classe C que dominava o volume de pedidos há muitos anos no e-commerce, passou a ter uma participação tímida.

Enquanto que a classe A e B, viu no varejo online a possibilidade de conseguir melhores negociações em produtos de alto valor agregado.

Tiquete Médio Sazonalidade

O interessante é olhar para o “quadrante” dos gráficos e ver que o tíquete médio da Black Friday em 2016, quebrou a barreira do R$ 600,00, mostrando que para quem quer trocar de TV, Smartphone, entre outros produtos, vale a pena esperar chegar o mês de novembro.

Enfim, encerro este post, esperançoso que em 2017 manteremos a retomada do crescimento do nosso varejo online, não só baseado na fé (que é muito importante), mas com base nos últimos números.

Agora é preparar as turbinas de olho no Calendário e Feliz 2017!

O final do ano é a época que significa, para muitas pessoas, viagens, passeios com a família e descanso. Muitos brasileiros, economizam durante o ano e aproveitam as férias escolares para viajar. É por isso, que meses antes, agências de turismo, companhias aéreas e empresas de hospedagem se preparam para atrair a atenção do viajante brasileiro.

Uma pesquisa realizada pela revista Viagem e Turismo – da editora Abril – em parceria com a Confederação Nacional do Comércio (CNC) e o Ibope Inteligência, revela que o viajante brasileiro utiliza três principais ferramentas na hora de planejar a sua viagem. Em primeiro lugar, com 36% das respostas, estão as revistas de viagem. Em segundo lugar, quase empatado com 34% das respostas, estão as buscas em sites e blogs especializados. Com 13% das respostas estão as operadoras de turismo.

A Navegg conhece mais de 400 milhões de internautas ao redor do globo. Esse conhecimento permite traçar o perfil de comportamento de alguns grupos e pode ser aplicado para geração de insights e tomada de decisões.

No infográfico abaixo, revelamos o que descobrimos em relação ao perfil do viajante brasileiro. Em sua maioria, os viajantes têm entre 18 a 24 anos (38%) ou de 35 a 59 anos (35%), são casados, graduados e pertencentes à classe A/B. Além de buscar por temas relacionados a viagens e turismo, eles buscam por temas relacionados a atividades ao ar livre, carros, idiomas e casamento. O que revela que muitos viajam buscando diversão e/ou estão em lua-de-mel. Além disso, preocupam-se em locar veículos e aprender novos idiomas para facilitar a comunicação no local de destino.

Para compor a viagem, os produtos mais buscados são pacotes turísticos, passagens aéreas e reserva de hotéis. A maioria está em busca de destinos internacionais. Entre eles, os mais buscados são Buenos Aires, Montevideo e Santiago. Já aqueles que preferem ficar dentro do território nacional estão de olho em Fortaleza, Natal e Maceió, principalmente.

Em relação ao seu perfil comportamental são, em sua maioria (32%), vencedores. Ou seja, pessoas seguras e bem sucedidas. Sucesso profissional e poder financeiro são algumas das características mais marcantes desse cluster do Navegg EveryOne. Eles valorizam a exclusividade e tendem a pagar mais por isso, mas são os que mais analisam as variáveis que definem o custo-benefício daquilo que desejam adquirir. Qualidade, inovação e, principalmente, exclusividade, podem ter maior peso no momento da decisão e dificilmente são impedidos quando o motivo é apenas financeiro. Movidos pela razão, não costumam ser induzidos a fazer algo que não acreditam.

Em relação ao seu perfil de consumo dentro da indústria  de Viagem e Turismo, pertencem, em sua maioria (51%), ao cluster pacotão do Navegg EveryBuyer, pessoas que prezam pela segurança e pela praticidade principalmente porque não têm experiência no tema. Buscam bons preços e a possibilidade de conhecer lugares e pessoas sem sair do orçamento. São planejados e costumam tirar férias curtas fora de época mas é a oferta que define seu destino.

Quer saber mais sobre o perfil do turista brasileiro? Confira o infográfico completo abaixo.

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Esta semana, a gigante Amazon divulgou o lançamento da Amazon Go que, segundo a própria empresa, é um novo tipo de experiência de compra com a mais avançada tecnologia. Na Amazon Go o consumidor acessa a loja física usando um aplicativo, coloca os produtos desejados numa sacola e simplesmente sai. Sem a necessidade de passar num caixa ou enfrentar filas. Uma verdadeira experiência omnichannel. Parece mágica (ou furto), mas não é!

O que podemos aprender com este exemplo de inovação que pode ser aplicado no mercado de eCommerce? Antes de ler, veja o video abaixo:

“Sem filas. Sem caixas”.

Aqui na agência, temos emoldurado uma frase que Jeff Bezos disse uma vez e que eu gosto muito.

“Se estivermos focados nos nossos concorrentes, ficamos à espera que façam algo. Estarmos concentrados no nosso consumidor permite-nos ser pioneiros”.

Dito e feito! Jeffinho, em vez de ficar procurando o benchmarking perfeito, olhou para seus clientes e entendeu qual seria a melhor experiência de compra que ele poderia oferecer.

As pessoas não deixarão de comprar da maneira convencional mas, se posicionar a frente do mercado e entregar uma excelente e inovadora experiência de compra aumenta o valor da marca e mostra como a Amazon está a frente de seus concorrentes.

Como entender seu público alvo e melhorar a experiência de compra como a Amazon faz?

Oferecendo opções de compra diferenciadas, testando novos modelos de interface (testes A/B) e, principalmente, analisando resultados e colhendo feedbacks! Estas são algumas das principais maneiras utilizadas para otimizar a experiência do usuário e que você pode utilizar no e-commerce.

Assim como a Amazon faz, você também pode descobrir as barreiras que impedem seu consumidor de prosseguir num processo de compra e traçar metas de como derrubá-las.

Todos que acompanham o trabalho excepcional executado pela Amazon sabem que isto é um processo diário e constante dentro da empresa. Sempre em busca de melhorias que impactem positivamente seu público.

Quais são as principais objeções que o seu cliente encontra hoje?

Navegação pouco intuitiva, tempo de resposta, falta de segurança, processo de compra com muitas etapas… estes são problemas frequentes e comuns em muitas lojas virtuais e que influenciam diretamente na desistência durante um processo de decisão de compra.

Conclusão

Podemos aprender com Amazon que:

  • Concentrar-se no seu consumidor te dará insumos para ser pioneiro e inovador.
  • Quebrar barreiras, questionar ações e compreender escolhas dos seus consumidores é o caminho certo a se fazer.
  • Torne isso um processo constante dentro do seu e-commerce e o resultado será um aumento não só de valor da sua marca mas também em vendas.

Abraços e boas vendas!

Publicado anteriormente no blog da Quatro Digital.


Leia também:

Game of Thrones do E-commerce: A Estratégia da Amazon para dominar totalmente o varejo online mundial

Infográfico Ebit destaca o perfil do consumidor e apresenta todos os dados sobre a principal data do varejo eletrônico brasileiro

Cerca de 20% das compras online realizadas durante a Black Friday foram feitas por meio de dispositivos móveis (celulares e tablets), aponta o monitoramento da Ebit. O percentual representa R$380 milhões dos R$1,9 bilhão faturados pelo e-commerce na edição de 2016. Na comparação com 2015, o percentual mais do que dobrou. No ano passado, cerca de 9% das compras foram feitas foram feitas por celulares e tablets.

As compras online durante a Black Friday registraram alta de 17% na comparação com 2015. O número de pedidos cresceu 4%, para 2,92 milhões, enquanto o tíquete médio foi de R$653, 13% maior do que no ano passado. O levantamento leva em conta as compras feitas entre às 0h e 23h59 desta sexta-feira (25).

De acordo com Pedro Guasti, CEO da Ebit, o crescimento do uso dos dispositivos móveis durante a Black Friday para a realização de compras surpreendeu. “Para um público cada vez maior o smartphone é o meio principal de acesso à internet. As principais lojas passaram a oferecer ou aperfeiçoaram seus aplicativos, tornando a utilização cada vez mais inteligente, isso também impactou positivamente no crescimento deste público”, diz.

O monitoramento da Ebit mostra que quem compra pelo celular ou tablet gasta mais: o tíquete médio das compras realizadas utilizando os dispositivos móveis foi de R$753, cerca de 20% maior do que o tíquete médio via desktop. “Grandes lojas apostaram no desenvolvimento de APPs e sites responsivos, alavancando assim a venda de produtos de maior valor agregado como Linha Branca, Celulares e Eletrônicos”, explica.

Dados do monitoramento Ebit apontam que o consumidor da Black Friday tem maior presença na região Sudeste (62%), é mais masculino (homens 52%) e possui renda familiar mensal de R$5.590 mil. Em média, na edição de 2016, o consumidor fez 1,5 compras online. Veja o levantamento completo no infográfico Ebit.

Relevância

Nos Estados Unidos, berço da Black Friday, o faturamento do e-commerce no dia 25 foi de US$ 3,3 bilhões, segundo dados da Adobe Digital Index.

“Convertendo o faturamento brasileiro em dólares, chegamos s US$554 milhões, seis vezes menor, mas ainda assim muito relevante, já que o mercado norte-americano é 30 vezes maior que o nosso. Isso mostra como a data ganhou em importância nos últimos anos e já é a mais importante do calendário do e-commerce brasileiro”, diz Pedro Guasti.

black-friday-2016

Bom resultado da Black Friday deve continuar impulsionando vendas no final de semana e na Cyber Monday

O e-commerce faturou R$1,9 bilhão na Black Friday 2016, alta de 17% na comparação com 2015. O número de pedidos cresceu 5%, para 2,23 milhões, enquanto o tíquete médio foi de R$653, 13% maior do que no ano passado. O levantamento leva em conta as compras feitas entre às 0h e 23h59 desta sexta-feira (25).

Somado ao faturamento das quatro horas de quinta-feira (24), quando os principais e-commerces iniciaram suas promoções, o faturamento foi de R$2,06 bilhões, em linha com a previsão da Ebit, de R$2,1 bilhões para a edição de 2016.

“Os varejistas se prepararam antes e anteciparam muitos descontos das categorias mais buscadas pelos consumidores e isso acelerou parte das vendas para a quinta-feira, mas os picos de consumo continuaram acontecendo na madrugada de sexta-feira, especialmente entre às 0h e 1h”, disse Pedro Guasti, CEO da Ebit.

O expressivo crescimento de 2016 mostra duas coisas, segundo Guasti. “A Black Friday está cada vez mais consolidada no calendário brasileiro do varejo e o crescimento do número de e-consumidores ativos, que subiu 17%, para 1,955 milhão, dos quais 281.264 usuários novos que fizeram sua primeira compra na internet”, diz o CEO da Ebit, Pedro Guasti.

A alta no tíquete médio deve-se principalmente a maior participação de itens de maior valor agregado, porém potencializou uma mudança de comportamento do consumidor. “A crise econômica acabou ajudando a atrair novos consumidores que antes compravam produtos de maior valor agregado somente no varejo físico”, afirma.

Pedro Guasti acredita que o sucesso da Black Friday deve refletir-se também nas vendas do final de semana e na segunda-feira, conhecida como “Cyber Monday”. “A tendência é que os varejistas que ainda possuem estoque prolonguem suas promoções, praticando descontos semelhantes aos concedidos na noite de quinta-feira (24) e sexta-feira (25). 

Confira o ranking das cinco categorias mais vendidas durante a Black Friday 2016
(em volume de pedidos):

Categoria:
1o. Eletrodomésticos
2o. Telefonia/Celulares
3o. Moda e acessórios
4o. Eletrônicos
5o. Informática

Confira o ranking das cinco categorias mais vendidas durante a Black Friday 2016
(em volume financeiro):

Categoria:
1o. Eletrodomésticos
2o. Telefonia/Celulares
3o Eletrônicos
4o Informática
5o. Casa e Decoração

Faturamento do e-commerce cresceu 236% na quinta-feira (24); na madrugada, cerca de 50 pedidos foram realizados por segundo

Balanço parcial da Ebit aponta que as vendas da Black Friday atingiram R$519 milhões das 20h de quinta-feira (24) até às 8h desta sexta-feira (25). O faturamento é 60% superior ao registrado em 2015, no mesmo intervalo. Na mesma base de comparação, o número de pedidos cresceu 23%, de 621 mil para 763 mil.

No intervalo de maior movimento da Black Friday, entre 0h e 1h, foram realizados cerca de 50 pedidos por segundo no varejo eletrônico brasileiro.

Monitoramento realizado pela Ebit na última quinta-feira indica que, com o início dos descontos, o e-commerce faturou R$354,9 milhões nesta quinta-feira (24), alta de 236% na comparação com o mesmo dia da semana anterior (17), quando o faturamento foi de R$105,7 milhões.

“Comparando os dados da terceira semana de novembro ante a anterior, verificamos um faturamento 19% menor. Essa redução preliminar aliada ao crescimento registrado ontem mostra que as antecipações de promoções feitas pelos varejistas não surtiram o efeito esperado. O consumidor realmente estava aguardando a Black Friday para comprar”, afirma André Dias, diretor de Operações da Ebit.

“Caso sejam mantidas as promoções, a tendência é que a Black Friday 2016 atinja a previsão inicial da Ebit, que é de R$ 2,1 bilhões em faturamento somente nesta sexta-feira, alta de 30% ante o ano passado. Nossos clientes também podem acompanhar o desempenho de sua loja frente ao mercado em tempo real, utilizando a Ebit Real Time”, destaca Dias

Referindo-se à ferramenta que permite aos varejistas a realização monitoramento dos principais indicadores do e-commerce – captura de vendas, captura de pedidos, tíquete médio capturado e share por dispositivo -, além do cruzamento das informações para a geração de análises.

A Black Friday – que acontece sempre na última sexta-feira de novembro – já é um acontecimento tradicional e esperado pelos consumidores de vários países. O evento, que surgiu nos Estados Unidos, ganhou adeptos em várias partes do mundo, inclusive no Brasil.

Por aqui, o evento acontecerá pela sexta vez consecutiva e está marcado para o dia 25 de novembro, prometendo descontos de até 80% em diversas categorias de produtos e serviços. Para verificar o tamanho e o sucesso da Black Friday, basta observar os números: só no ano passado movimentou R$1,5 bilhão em todo o país. E esse resultado só aumenta a cada ano.

Leia também, os números da Ebit:

84% dos consumidores online pretendem comprar na Black Friday

A expectativa de crescimento para 2016 é de, pelo menos, 18% – tanto nas vendas em lojas físicas quanto no e-commerce, responsável pela maior parte das ofertas. Ou seja, é uma ocasião excelente para os lojistas – que conseguem alavancar as vendas e esvaziar o estoque – e para os consumidores, que com o planejamento certo conseguem garantir a compra de produtos com uma boa economia.

Contudo, é importante lembrar que existem alguns cuidados que devem ser tomados para não cair em roubadas e garantir bons descontos!

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