Tags Posts tagged with "mercado"

mercado

O poder do consumo do brasileiro acena uma retomada. O primeiro sinal positivo desde o fim de 2014 ocorreu no segundo trimestre de 2017, com um aumento de 1,4% nesse indicador, segundo os dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Indo em direção da recuperação, os marketplaces são forte tendência para o varejo nacional. De acordo com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), apenas no segundo trimestre do ano o setor apresentou alta de 15,3%, indicando que a democratização do acesso aos produtos é benéfica para os lojistas, parceiros, clientes e para a economia brasileira.

Enquanto o varejo físico teve quase 108 mil lojas fechadas em 2016, segundo pesquisa Webshoppers 2017, o e-commerce registrou aumento de 11% nos negócios. Já no primeiro semestre de 2017, o número de e-consumidores ativos registrou expansão de 10,3% segundo a pesquisa e os três setores que mais faturaram foram Moda e Acessórios; Saúde, Cosméticos e Perfumaria; e Casa e Decoração.

E-commerce fatura R$21 bilhões no primeiro semestre de 2017

Como parte dessa tendência, há o marketplace de serviços, que atraem público que busca por alternativas de qualidade por valores justos e acessíveis. Setores como a área da saúde e a de transportes vêm passando por uma enorme revolução ao possibilitar caminhos tanto para os profissionais, que podem aumentar seu escopo e diversificar sua atuação, quanto para os usuários, que conseguem agendar serviços de maneira mais prática e econômica.

É por meio dessas soluções que a economia brasileira tende a crescer ao fazer o capital girar, uma vez que descentralizam o poder de serviços que antes eram monopolizados por grandes corporações e geram uma concorrência mais precisa, revolucionando o modelo comercial de todos os setores. Os profissionais, além de ampliarem sua atuação, também renovam sua estratégia e diversificam seu público-alvo por meio do incremento de oportunidades, como uma maior diversificação dos meios de pagamento, por exemplo.

Os 8 produtos mais vendidos nos marketplaces

O consumidor também é beneficiado nesse modelo, pois consegue encontrar o que necessita com as melhores condições de pagamento, sem precisar se aventurar em fontes diferentes, além de contar com todo o suporte de atendimento caso necessário. Outra vantagem é poder comparar preços mais facilmente.  

Os marketplaces são a opção mais prática e versátil para qualquer negócio aumentar sua operação. Esse canal de venda é altamente promissor no Brasil e tende a continuar avançando sua participação no mercado ao longo dos anos. Assim, a economia colaborativa, por meio de parceria entre empresas, geram um benefício real para o usuário. É o mercado do futuro e possui infinitas possibilidades em uma economia que espera-se aquecer mais ainda para 2018.

Saiba porque 2018 será o ano da consolidação dos marketplaces

O ano de 2018 chegou e trouxe junto diversas novidades para a economia nacional, principalmente no e-commerce. Apesar dos pesares, 2017 foi um ano que pode ser considerado bom para o setor. Mesmo com a crise nacional, o mercado nacional movimentou R$ 59,9 bi, apresentando um crescimento de 12% em comparação com 2016.

Para esse ano, segundo estimativas da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), a projeção é de alta de 15%, com R$ 69 bi transacionados. O e-commerce tem passado cada vez mais confiança para aos consumidores, que estão comprando cada vez mais pela internet.

Esse saldo positivo é impulsionado pelas novas tecnologias, tendências e inovações que surgiram ao redor do mundo. A expectativa é que os lojistas do varejo eletrônico invistam em formas de aprofundar a experiência do cliente, apostando em tecnologias móveis, aplicativos e aprimoramento de sua logística, que são as maiores demandas da atualidade por parte dos consumidores em relação ao que é oferecido pelas principais lojas e marketplaces no mundo.

Como uma vez disse Steve Jobs, a gente só entende um fato que acontece agora olhando para trás e vendo os pontos se conectando e o ano passado foi fundamental para o varejo eletrônico se sentir ainda mais otimista com os próximos meses. Sendo assim, conheça os trending topics do e-commerce para 2018 e aprofunde o seu conhecimento sobre eles:

Cliente deve ser a prioridade

Esse discurso ganha mais força a cada ano que passa. As grandes companhias de todo o mundo conseguem destaque ao centralizar o cliente, desenvolvendo todo um ecossistema ao seu redor de forma que ele se sinta parte da empresa.

Para 2018, as tendências mostram que esse ainda é o caminho e que a tecnologia deve ser aliada nesse processo.

Cultura de atendimento: o que é e como adotá-la na empresa?

Omnichannel

O termo foi amplamente divulgado em 2017 e se mostrou como um dos principais assuntos para diversos setores. No e-commerce, em 2018, ser omnichannel passará a ser o básico. Na China, a rede de lojas Hema, financiada pelo Alibaba Group Holding Ltd, elevou o termo a um novo patamar.

Nos últimos dois anos, a marca abriu 20 mercearias em cinco cidades. O seu grande diferencial, entretanto, é que todos os produtos possuem códigos QR, estimulando os consumidores a obterem informações, recomendações e itens relacionados ao efetuar a leitura do código por meio de um smartphone.

Além disso, o checkout é realizado exclusivamente via mobile, pelo Alipay. Lá, mais de 77% das pessoas utilizam esse tipo de meio de pagamento para facilitar as transações. Aproveitando o alto uso de smartphones, a empresa também possui um aplicativo que permite compras remotas, no qual a rede recebe o pedido e efetua a entrega dos produtos em até 30 minutos.

Assim, a rede incentiva o uso de tecnologias móveis, motiva os consumidores, oferece benefícios e facilidades e aumenta cada vez mais os seus números. Segundo a empresa, seus consumidores compram on-line uma média de 4,5 vezes mensais, conseguindo a marca incrível de conversão de 35%, métricas muito superiores às de varejistas web.

Logística

Serviços disruptivos, como Uber e Airbnb, se mostram eficazes e altamente aderentes para o público que busca por qualidade, opção e flexibilidade financeira. Seguindo o mesmo caminho, diversas startups de logística surgem e se destacam no mercado ao oferecer alternativas viáveis às companhias e atraentes aos usuários.

Por meio da economia colaborativa, essas empresas atuam, em geral, com aplicativos que permitem a solicitação de um motorista que transportará uma ou mais cargas para determinado local e será remunerado por entrega.

Ou seja, por um custo menor do que os oferecidos pelas transportadoras tradicionais, essas startups prometem maior eficiência e abrangência, gerando um grande valor para o lojista, que poderá criar novas dinâmicas de negócio, como a entrega expressa, que pode ser efetuada no mesmo dia, atendendo uma demanda dos consumidores, que estão mais exigentes em relação ao prazo de suas encomendas.

Uber lança novo serviço de entregas

Pagamentos

Tecnologias de reconhecimento biométrico e facial já não são novidades. Porém, associar esse tipo de tecnologia com ferramentas de pagamento on-line é visto como tendência no mundo do varejo eletrônico.

Pioneira nessa aplicação específica da tecnologia, a Dafiti, em parceria com o Santander Brasil, permite o pagamento pelo reconhecimento facial ou biométrico por meio de dispositivos mobile com o aplicativo da empresa. Apesar da solução ainda estar em fase de testes, a expectativa é alta e as possíveis aplicações, também.

Seja pela praticidade ou por encontrar condições melhores, os usuários têm incorporado em sua rotina as compras pela internet. Tal atitude já é notada e comprovada por meio de números robustos levantados pela Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm): a estimativa é que o ano de 2017 tenha uma alta de 12% em relação a 2016, faturando R$ 59,9 bilhões, totalizando pedidos de mais de 38 milhões de compradores únicos.

Tal patamar, mesmo para um período de recuperação da crise econômica, demonstra que um bom planejamento e a definição de estratégias específicas podem auxiliar na manutenção do negócio. É nessa hora de números positivos que o e-commerce pode servir como exemplo para as indústrias. Confira três práticas que o comércio virtual tem a ensinar!

Metrificação e uso dos dados

Na internet, tudo pode ser analisado e medido. Isso permite que os gestores desenvolvam táticas de negócio para atingir um público específico ou utilizem a inteligência fornecida pelos dados obtidos para definir novos modelos comerciais e até realizar planejamentos em longo prazo.

Assim, é possível analisar e reagir de maneira muito mais certeira. Mais sobre web analytics para e-commerce:

Quais KPIs acompanhar na performance de marketing do seu e-commerce?

Agilidade na tomada de decisão

Tendências são capazes de aquecer todos os setores. Mas da mesma forma que elas chegam rápido, podem desaparecer na mesma velocidade.

Contar com uma cultura e processos que possibilitem que as decisões estratégicas sejam tomadas de maneira mais ágil, bem como a implementação das mesmas, podem permitir um bom crescimento tanto para os e-commerces quanto para as indústrias.

Como fazer um desenho de processos sob medida para o seu e-commerce

Atualização constante

No mundo do comércio eletrônico tudo evolui em uma velocidade acelerada, sendo que as mídias são as mais notáveis. Hoje, é comum encontrar soluções que permitam a comunicação entre plataformas diferentes de maneira personalizada e individual.

Isso ocorre da mesma forma que nos departamentos de TI, com a infraestrutura e aplicações, e na logística, com novidades frequentes, como os lockers para retirada de produtos adquiridos em e-commerces.

Vantagens de utilizar pontos de retirada de produtos:

Aumente as vendas do seu e-commerce com pontos de retirada

Todas as essas informações convergem para um único desfecho: ao analisar, reduzir a burocracia e estar atualizado perante às mudanças, as indústrias podem se permitir uma entrada para o varejo virtual de maneira mais assertiva e saudável.

Além disso, a agilidade presente no comércio eletrônico gera a necessidade de que a indústria também se mobilize e acompanhe as novidades dos segmentos e suas características, players e tendências.

Para isso, é fundamental que os gestores estejam preparados e seguros sobre qual o melhor caminho a ser seguido. Independentemente da adesão ou não ao setor, é fundamental que ocorra o planejamento com a visão das tendências, que no ambiente on-line costumam ser muito mais fugazes do que no varejo físico e na indústria.

Quem não quiser perder mercado precisa estar um passo à frente. Acredite!

Com a recém-chegada da Amazon ao mercado de marketplace brasileiro, muito especulou-se sobre o futuro do e-commerce nacional, tendo em vista a força da companhia no setor em mercados estrangeiros. Porém, será que ela está realmente preparada para aplicar o seu modelo comercial ao Brasil, país que possui diversas particularidades em vários quesitos?

A tecnologia de ponta – um dos motivos do crescimento exponencial da empresa no exterior – precisará passar por um processo de “tropicalização” para se adequar ao Brasil, e isso demanda tempo.

É natural que com o seu tamanho e tecnologia, a essa multinacional de comércio eletrônico conseguirá transformar suas ferramentas, usadas em países da Europa e nos Estados Unidos, para a realidade nacional.

Porém, para isso, precisará conhecer nosso país e as particularidades do seu mercado, criando o tempo necessário para que os outros varejistas do setor consigam equilibrar a balança em relação a experiência que ela vai proporcionar aos brasileiros.

Dessa forma, semelhante ao que acontece na rua Santa Ifigênia, em São Paulo – conhecida pela grande quantidade de lojas que se especializaram na venda de artigos eletrônicos –, existe espaço para todos.

Da mesma forma que as companhias precisarão atualizar o seu modelo de negócio para oferecer um serviço de maior qualidade, a Amazon precisará se adaptar as diferenças culturais do consumidor brasileiro, principalmente no que tange a questão do transporte e da logística para entregas em alguns pontos isolados ou perigosos.

No mais, o preço dinâmico, que foi uma das inovações propostas pela companhia nos EUA, já é utilizado no Brasil, criando mais oportunidades para os consumidores e comerciantes. E sua plataforma, apesar de muito boa, não é uma novidade no mercado.

Diante da ameaça que a chegada dessa empresa norte-americana representava ao setor, os varejistas digitais não estão medindo esforços no investimento em estratégias de marketing para conseguir superar as expectativas da gigante do varejo eletrônico.

Diferentemente do que se podia esperar, a chegada dessa multinacional não irá atrapalhar o faturamento dos varejistas nacionais nas datas importantes, como a Black Friday e o Natal, por exemplo, mas trará mais amadurecimento, oportunidades de venda e crescimento dos marketplaces brasileiros.

Leia também:

5 estratégias brilhantes de Jeff Bezos para construir o Império da Amazon

A indústria online segue crescendo e o Brasil se consolida como um dos países mais desenvolvidos em termos de e-commerce. Uma pesquisa anual feita pela Real Trends demonstra o crescimento do setor e revela os hábitos do consumidor online em 2017.

O crescimento do e-commerce esteve em ascensão durante o ano de 2017. No primeiro semestre, o setor registrou um crescimento de 7,5%, segundo a Ebit, comparado com o mesmo período do ano anterior e o segundo semestre do ano evidenciou um arranque com crescimento histórico, sobretudo para certas categorias.

Os números completos:

Os números do mercado de E-commerce

Alguns destaques bem relevantes:

Acessórios para veículos foi a categoria com maior volume de vendas;
São Paulo e Rio de Janeiro seguem em primeiro no pódio do consumo online;
• O usuário faz compras mobile antes e depois do trabalho;
• 53% dos usuários utiliza Android;
O Natal se encontra no topo das datas especiais.

Neste sentido as categorias mais compradas e com maior faturamento foram:

1º Acessórios para Veículos
2º Casa, Móveis e Decoração
3º Celulares e Telefones
4º Informática
5º Eletrônicos, Áudio e Vídeo

Por sua vez, no que diz respeito às localidades com maior movimento:

60% do tráfego se concentrou em São Paulo;
• 8% no Rio de Janeiro;
• 32% entre Minas Gerais, Santa Catarina, Goias e Rio Grande do Sul.

O m-commerce e seus horários

Segundo a Pesquisa Profissional de E-commerce 2017, atualmente no Brasil, 41% das lojas virtuais se declaram “bem preparadas” para vender através da opção m-commerce. Por sua vez, as vendas por meio de smartphones representam até 10% das vendas totais para 38,4% de lojistas virtuais no país.

Em concordância com o auge do m-commerce, na Real Trends foi registrado um aumento no uso do mobile.

Os horários de maior tráfego mobile são de 8 às 9 horas, de 12 às 13 horas e de 19 às 23 horas, o que é natural visto que são os horários em que os vendedores se levantam pela manhã e respondem antes de ir ao trabalho, logo durante o almoço e especialmente no horário que deixam o trabalho e continuam respondendo a caminho de casa ou mesmo da cama antes de dormirem.

No que diz respeito ao sistema operacional, 53% dos usuários vendedores responderam do Android versus 47% do iOS (Apple). Os modelos de dispositivos mais populares foram o iPhone, o Samsung Galaxy J5, o Samsung Galaxy S7 Edge e o Motorola Moto G4.

O top das datas especiais

De maio a novembro foi o período com maior movimento no e-commerce. Aqui, se podem ver as datas mais escolhidas pelos brasileiros na hora de comprar:

1. Black Friday – Total de vendas: R$600.000.000
2. Dia das Mães -Total de vendas: R$ 280.000.000
3. Dia das Crianças -Total de vendas: R$330.000.000
4. Dia dos Pais – Total de vendas: R$350.000.000

Conclui-se que, em sua maioria, os “eDay” tais como Black Friday cobram um protagonismo maior, as datas-chave mais “tradicionais” como o Dia das Mães, Dia dos Pais e Dia das Crianças seguem tendo grande relevância.

Resta esperar, como em 2016, que após o final do ano, o Natal (que inclui a Black Friday) seja a grande data em termos de vendas e faturamento. Dezembro se converterá, assim, no mês foco para todo vendedor, podendo duplicar ou mesmo triplicar o faturamento de um mês convencional.

Agora sim, conhecidos os hábitos de consumo online em 2017, como se prepara um vendedor para maximizar as oportunidades no próximo ano?

Tíquete médio crescerá apenas 2% refletindo a deflação da cesta de produtos do setor

O e-commerce deverá faturar R$8,7 bilhões no Natal de 2017, crescimento nominal de 13% ante ao mesmo período do ano anterior, aponta a Ebit. O número de pedidos deve crescer 11%, de 16,6 milhões para 18,4 milhões, enquanto o tíquete médio apresentará uma tímida elevação de 2%, de R$463 para R$471.

Para este levantamento a Ebit considera as vendas estimadas para o e-commerce no período de 15 de novembro a 24 de dezembro, incluindo o período da Black Friday.

“O faturamento da Black Friday deverá corresponder a quase 1/4 do total estimado para o Natal neste ano. A Black Friday vem se consolidando no calendário do varejo ano após ano e, com isso, ganha cada vez mais relevância dentro da estratégia das empresas para o Natal”, afirma Pedro Guasti, CEO da Ebit.

A tímida expansão do tíquete médio, de acordo com Guasti, é um reflexo dos descontos praticados durante a Black Friday e da queda de preços na cesta de produtos do comércio eletrônico, medida pelo Índice FIPE Buscapé.

“Os preços do e-commerce estão registrando deflação há 12 meses consecutivos. Mantida esta tendência em dezembro, o índice deverá fechar 2017 com retração de 2,5%. Para o e-commerce, esse é um dado muito relevante, pois mostra que a alta no faturamento está apoiada no volume de pedidos. O consumidor está vindo cada vez mais para o e-commerce e comprando com mais recorrência”, explica.

O crescimento estimado para o período do Natal está em linha com o previsto pela Ebit para o segundo semestre de 2017.

No Webshoppers 36 apontamos uma alta de 12% a 15% para o segundo semestre, capitaneado pelas três grandes datas do calendário do varejo, Dia das Crianças, Black Friday e Natal. Se o Natal for bom como o mercado está esperando, nosso crescimento deverá voltar a ser de dois dígitos”, disse.

Confira as subcategorias e produtos que devem ser as mais vendidos (em volume de pedidos) neste ano:

  1. Bonecas
  2. Cafeteira
  3. Camisa Esportiva
  4. Camiseta Masculina
  5. Celular e Smartphone
  6. Cobre-Leito
  7. Fogão
  8. Jogo de Cama
  9. Jogo de Panelas
  10. Jogos de Vídeo Game
  11. Livros
  12. Perfume
  13. Pneu de Carro
  14. Relógio de Pulso
  15. Sandálias Femininas

Confira tabela a seguir com levantamento 2016 versus. 2017:

Os números do mercado de E-commerce

 

O final do ano se avizinha. Nesta época, é comum que os brasileiros estejam preocupados com as ceias de Natal e de Ano Novo. Além disso, para os eventos de final de ano, muitos procuram por bares e restaurantes ou ingredientes para preparar um jantar especial. Por fim, com a correria típica desta época é comum preferir solicitar um delivery à cozinhar. Por isso, é importante que empresas desta indústria estejam atentas ao perfil dos brasileiros interessados em comida e bebida.

Na esfera sociodemográfica observamos que a maioria dos brasileiros interessados em comida e bebida é mulher (75%), casada (73%), com idade entre 35 a 59 anos (51%), da classe Alta (50%) e não graduada (63%).

Os três produtos pelos quais este público mais busca são bares e restaurantes, delivery de comida e bebidas alcoolicas. Para realizar tais buscas, utilizam smartphones (60%), em sua maioria.

Quando o assunto é comida e bebida, esse público se interessa por Culinária, Itens Gourmet e Bebidas alcoolicas. Fora deste tema, o interesse é por Entretenimento, Notícias e Família. Além disso, a maioria deles pertence ao cluster Seguidores (24%) do Navegg EveryOne. Ou seja, aqueles que estão preocupados com reputação e luxo daquilo que escolhem para si.

Quando o assunto é comportamento de consumo dentro da indústria de tecnologia, a maioria deles se encaixa no perfil Top Chef (37%) do Navegg EveryBuyer – composto por pessoas que têm uma forte ligação com eventos sociais, seja em família ou amigos, e que prezam pelo custo-benefíco – , seguido do perfil Junk Food (36%) – composto por jovens que buscam por produtos práticos e com preço acessível – e do perfil Saudáveis (27%) – formado pelas pessoas que dedicam-se a manter uma boa alimentação e buscam por ajuda profissional.

Confira o infográfico completo abaixo e saiba mais sobre o perfil dos brasileiros interessados em comida e bebida.

À medida que os consumidores ficam mais confortáveis com e-commerce, sua jornada digital também fica mais complexa. Isso porque hoje os viajantes já utilizam uma série de ferramentas para facilitar suas buscas pelos melhores preços e ofertas, como mecanismos de pesquisa, aplicativos de reservas, agências de viagens online, entre outros.

De acordo com um relatório recente da Expedia Media Solutions, alguns consumidores visitam até 38 sites antes de reservar uma viagem. Já a agência de marketing online Fuel, aponta que 48,4% das pessoas usam motores de busca quando começam a pesquisar uma viagem.

Neste cenário em transformação, a indústria de viagens deve se adaptar para alcançar de forma efetiva todos esses potenciais consumidores online. Essas três dicas explicam como planejar uma campanha digital efetiva para esse setor:

Segmentação precisa: entenda as necessidades do usuário

Uma campanha publicitária eficaz deve alcançar usuários específicos em diferentes pontos de sua jornada de compras. Este é um desafio especialmente significativo no setor de viagens, pois no momento em que um consumidor insere seu destino no navegador, ele gera uma tonelada de informações que nos ajudam a entender como será sua compra finale a planejar a estratégia de segmentação que norteará a campanha.

A segmentação por categorias é um dos formatos mais robustos atualmente. Ela permite orientar as recomendações com base em itens já vistos por um potencial comprador, como voos, cruzeiros, hotéis, carros para alugar ou passeios turísticos.

Uma análise ainda mais detalhada pode ser ajustada considerando os períodos em que as buscas foram feitas. Já a segmentação de usuários potenciais e existentes permite identificar os consumidores com base em sua jornada individual, direcionando aqueles que já são clientes ou os compradores de alto potencial.

A partir de segmentações inteligentes, a indústria de viagens pode aprender muito sobre os tipos de comportamentos que esses usuários possuem. Eles procuram ofertas de primeira ou última hora? Eles geralmente reservam hotéis junto com os voos? Eles viajam com frequência ou raramente?

Estas são algumas questões importantes que a modelagem preditiva deve responder para enviar mensagens precisas. Tendo isso em mente, um provedor de retargeting experiente deve ajudá-lo a definir metas para cada grupo de consumidores, e a ajustar individualmente as apostas para cada um, a fim de obter negociações estratégicas nos leilões de espaços publicitários.

Venda cruzada: ofereça opções perfeitas

O grande benefício da busca online é justamente a ampla gama de escolhas para o usuário, que pode planejar quase todas as etapas de sua viagem de casa, sentado na frente de um computador. As campanhas digitais devem estar preparadas para isso.

Recomendações detalhadas são possíveis graças a algoritmos avançados baseados em deep learning, o campo mais promissor da pesquisa de Inteligência Artificial. Por exemplo, se um usuário reservar um passeio em Barcelona, ​​ele certamente precisará de um voo, talvez de um hotel, ou ainda de um carro para alugar. Um motor robusto pode coletar, observar e analisar esses dados, para apresentar uma oferta única que funcione em um nível altamente pessoal.

Com um banco de dados adequado e um provedor de tecnologia de ponta, as campanhas podem ser baseadas em cenários avançados de retargeting com banners personalizados para cada cliente.

Cross Device: alcance os consumidores em qualquer lugar, a qualquer momento

Os consumidores de hoje usam inúmeros dispositivos para navegar, pesquisar e comprar. De acordo com a PhoCusWright, 41% dos consumidores pesquisam viagens em smartphones ou tablets, mas 55% deles preferem reservar suas viagens usando um desktop ou laptop, mesmo quando pesquisam usando o celular. Por isso, é crucial ter uma plataforma capaz de atender os clientes onde quer que eles estejam, em qualquer dispositivo.

Campanhas publicitárias em diferentes plataformas permitem que os comerciantes executem campanhas cross device e direcionem as pessoas em suas jornadas, explorando não apenas os melhores horários para suas ofertas, mas também as telas mais propensas a serem usadas. É possível executar essa “previsão de tela” a partir de análises avançadas e modelagem preditiva.

Leia também: 

Mercado de turismo online cresce 73% em 4 anos e movimenta R$30 bilhões

As vendas on-line representam um nicho promissor no país para quem deseja empreender. De acordo com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), a expectativa do setor para 2017 é um faturamento de R$ 59,9 bilhões. No ano anterior, o montante chegou aos R$ 53,4 bilhões, ainda segundo a instituição.

Esse cenário, somado à recessão econômica e ao forte desemprego no país, faz com que muitos profissionais considerem abrir uma loja virtual. O segredo é conhecer a área de atuação para tornar o investimento seguro. Veja os melhores mercados para trabalhar com vendas pela internet:

👕 Moda e acessórios

Foi o que mais cresceu em 2015 e manteve bons resultados no último ano. A diversidade de produtos permite que haja espaço para investimentos variados, como roupas infanto-juvenis, moda adulta masculina e feminina, além de acessórios. Também é possível apostar nos brechós on-line.

Mais conteúdo sobre esta área:

O que as mulheres querem? As tendências do mercado de moda no e-commerce

🐶 Itens para pets

O setor está entre os que resistiram à crise e apresenta um grande leque para expansão digital. Ao optar por esse mercado, é possível trabalhar com uma variedade de produtos, como ração, petiscos, roupas, acessórios e medicamentos.

📺 Equipamentos eletrônicos

É o terceiro nicho que mais lucrou no e-commerce brasileiro no primeiro semestre de 2015, com 12% do faturamento total com apenas 5% dos pedidos. O empreendedor deve tomar cuidado ao competir com grandes empresas e precisa investir em preços diferenciados e boas condições de pagamento.

Mais sobre o mercado de Eletrônicos:

[Infográfico] O perfil dos brasileiros interessados em eletrônicos e eletrodomésticos

🍼 Artigos infantis

O mercado infantil continua movimentando bilhões a cada ano, principalmente aos pais que buscam facilidade na hora de montar ou renovar o enxoval. Devido à imensidão de artigos para se trabalhar, é bom investir em determinadas categorias, como roupas, brinquedos ou fraldas.

🖼 Produtos de arte

Uma boa oportunidade de atuação são os materiais usados em galerias e ateliês, como pincéis, bisnagas de tinta, aquarelas, quadros, etc. O que não impede o investimento em obras de arte, algumas feitas à mão e em pequena escala.

🛋 Casa e decoração

Há uma infinidade de itens para se atuar. O vendedor pode optar por se especializar em uma categoria ou variar as ofertas. Para se ter uma ideia, no primeiro semestre de 2015 as vendas desse mercado representaram 7% do faturamento do e-commerce no Brasil.

Mais sobre o perfil de pessoas interessadas em Casa e decoração:

[Infográfico] O perfil dos brasileiros interessados em casa e construção

💋 Cosméticos e perfumaria

O setor recebe alto volume dos pedidos feitos na web. No entanto, a alta concorrência não impede o crescimento de novas lojas virtuais. O fundamental é apostar em variedade de marcas e produtos. Além disso, vale destacar que as mercadorias são originais.

Algumas dicas para lojas virtuais de cosméticos:

5 dicas de conteúdo para sua loja de cosméticos faturar muito mais!

💊 Saúde e suplementos

A venda nessa área exige que as orientações da vigilância sanitária sejam cumpridas. Apesar disso, a facilidade para efetuar as compras e os preços acessíveis fizeram com que as vendas on-line desses produtos aumentassem.

Um diferencial é ter agilidade na entrega, pois dependendo do artigo o consumidor espera receber até no mesmo dia.

🏺 Tesouros regionais

Os produtos típicos podem atrair o público segmentado. A tradição, a qualidade e a experiência da marca são atrativos à parte.

Para alcançar bons resultados, invista em divulgação, pois o número de interessados nas mercadorias é mais limitado. No caso de produtos regionais perecíveis, são necessários cuidados especiais com o transporte e a entrega.

Mais sobre o assunto melhores áreas para começar um negócio de e-commerce:

As melhores áreas para empreender no e-commerce

Também pode te interessar:

Como escolher o produto perfeito para vender na internet

Ao contrário dos dois últimos anos, crescimento foi motivado pela alta no volume de pedidos

A Black Friday gerou faturamento de R$2,1 bilhões no e-commerce em 2017, alta de 10,3%  ante aos R$1,9 bilhão registrados no mesmo período do ano passado*. O número de pedidos cresceu 14%, de 3,30 milhões para 3,76 milhões, enquanto o tíquete médio caiu 3,1%, de R$580 para R$562, na comparação entre os períodos.

A retração do tíquete médio já era uma tendência verificada pela Ebit na quinta-feira (23), véspera da Black Friday, quando os varejistas dão início às vendas dos produtos com descontos.

“Para atrair o consumidor, os varejistas fizeram ações promocionais mais agressivas nas categorias de maior valor agregado, que são as mais consumidas no e-commerce e isso refletiu no gasto médio”, afirmou Pedro Guasti, CEO da Ebit.

Para Guasti, o grande destaque foi o expressivo crescimento no volume de pedidos, que foi quase o dobro do estimado pela Ebit.

“Ao contrário das duas últimas edições, que foram pautadas pelo crescimento no tíquete médio, neste ano o grande vetor do crescimento foi no número de pedidos. Lojistas de todos os segmentos ofereceram produtos com descontos reais e isso atraiu o consumidor”, disse.  

Outro ponto de destaque da Black Friday foi o crescimento das compras realizadas por celular. “O share de pedidos feitos via celular aumentou 81,8% na comparação com o ano passado. Quase 30% dos pedidos já são realizados por meio de dispositivos móveis”, afirmou. O m-commerce representou 26,5% em volume financeiro das compras realizadas, alta de 41,5% ante 2016. “O valor médio das compras via dispositivos móveis foi de R$515, reflexo da maior participação de categorias de menor tíquete, como moda e acessórios e perfumaria e cosméticos”, disse.

Em apenas quatro anos, o m-commerce sextuplicou. “Em 2013, as compras por celular representavam apenas 4,4% do total. Com a expansão do mercado de smartphones e do acesso via 3G e 4G no Brasil, esse é um mercado em franca ascensão, com potencial de crescimento bem acima da média do mercado”, afirmou

Confira o ranking das principais categorias da Black Friday por volume de pedidos e faturamento:

*Os dados apresentados pela Ebit neste press release referem-se ao montante faturado pelo e-commerce nos dias 23 e 24 de novembro. Por conta de uma recente mudança de metodologia e aumento na antecipação de compras ocorrida este ano na véspera da Black Friday dia 23 de novembro, a Ebit irá a partir de agora divulgar o resultado agregado de quinta e sexta-feira, como já ocorre em outros países como Estados Unidos.

Veja todos os números do mercado de e-commerce brasileiro:

Os números do mercado de E-commerce