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As vendas on-line representam um nicho promissor no país para quem deseja empreender. De acordo com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), a expectativa do setor para 2017 é um faturamento de R$ 59,9 bilhões. No ano anterior, o montante chegou aos R$ 53,4 bilhões, ainda segundo a instituição.

Esse cenário, somado à recessão econômica e ao forte desemprego no país, faz com que muitos profissionais considerem abrir uma loja virtual. O segredo é conhecer a área de atuação para tornar o investimento seguro. Veja os melhores mercados para trabalhar com vendas pela internet:

👕 Moda e acessórios

Foi o que mais cresceu em 2015 e manteve bons resultados no último ano. A diversidade de produtos permite que haja espaço para investimentos variados, como roupas infanto-juvenis, moda adulta masculina e feminina, além de acessórios. Também é possível apostar nos brechós on-line.

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🐶 Itens para pets

O setor está entre os que resistiram à crise e apresenta um grande leque para expansão digital. Ao optar por esse mercado, é possível trabalhar com uma variedade de produtos, como ração, petiscos, roupas, acessórios e medicamentos.

📺 Equipamentos eletrônicos

É o terceiro nicho que mais lucrou no e-commerce brasileiro no primeiro semestre de 2015, com 12% do faturamento total com apenas 5% dos pedidos. O empreendedor deve tomar cuidado ao competir com grandes empresas e precisa investir em preços diferenciados e boas condições de pagamento.

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🍼 Artigos infantis

O mercado infantil continua movimentando bilhões a cada ano, principalmente aos pais que buscam facilidade na hora de montar ou renovar o enxoval. Devido à imensidão de artigos para se trabalhar, é bom investir em determinadas categorias, como roupas, brinquedos ou fraldas.

🖼 Produtos de arte

Uma boa oportunidade de atuação são os materiais usados em galerias e ateliês, como pincéis, bisnagas de tinta, aquarelas, quadros, etc. O que não impede o investimento em obras de arte, algumas feitas à mão e em pequena escala.

🛋 Casa e decoração

Há uma infinidade de itens para se atuar. O vendedor pode optar por se especializar em uma categoria ou variar as ofertas. Para se ter uma ideia, no primeiro semestre de 2015 as vendas desse mercado representaram 7% do faturamento do e-commerce no Brasil.

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💋 Cosméticos e perfumaria

O setor recebe alto volume dos pedidos feitos na web. No entanto, a alta concorrência não impede o crescimento de novas lojas virtuais. O fundamental é apostar em variedade de marcas e produtos. Além disso, vale destacar que as mercadorias são originais.

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💊 Saúde e suplementos

A venda nessa área exige que as orientações da vigilância sanitária sejam cumpridas. Apesar disso, a facilidade para efetuar as compras e os preços acessíveis fizeram com que as vendas on-line desses produtos aumentassem.

Um diferencial é ter agilidade na entrega, pois dependendo do artigo o consumidor espera receber até no mesmo dia.

🏺 Tesouros regionais

Os produtos típicos podem atrair o público segmentado. A tradição, a qualidade e a experiência da marca são atrativos à parte.

Para alcançar bons resultados, invista em divulgação, pois o número de interessados nas mercadorias é mais limitado. No caso de produtos regionais perecíveis, são necessários cuidados especiais com o transporte e a entrega.

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Ao contrário dos dois últimos anos, crescimento foi motivado pela alta no volume de pedidos

A Black Friday gerou faturamento de R$2,1 bilhões no e-commerce em 2017, alta de 10,3%  ante aos R$1,9 bilhão registrados no mesmo período do ano passado*. O número de pedidos cresceu 14%, de 3,30 milhões para 3,76 milhões, enquanto o tíquete médio caiu 3,1%, de R$580 para R$562, na comparação entre os períodos.

A retração do tíquete médio já era uma tendência verificada pela Ebit na quinta-feira (23), véspera da Black Friday, quando os varejistas dão início às vendas dos produtos com descontos.

“Para atrair o consumidor, os varejistas fizeram ações promocionais mais agressivas nas categorias de maior valor agregado, que são as mais consumidas no e-commerce e isso refletiu no gasto médio”, afirmou Pedro Guasti, CEO da Ebit.

Para Guasti, o grande destaque foi o expressivo crescimento no volume de pedidos, que foi quase o dobro do estimado pela Ebit.

“Ao contrário das duas últimas edições, que foram pautadas pelo crescimento no tíquete médio, neste ano o grande vetor do crescimento foi no número de pedidos. Lojistas de todos os segmentos ofereceram produtos com descontos reais e isso atraiu o consumidor”, disse.  

Outro ponto de destaque da Black Friday foi o crescimento das compras realizadas por celular. “O share de pedidos feitos via celular aumentou 81,8% na comparação com o ano passado. Quase 30% dos pedidos já são realizados por meio de dispositivos móveis”, afirmou. O m-commerce representou 26,5% em volume financeiro das compras realizadas, alta de 41,5% ante 2016. “O valor médio das compras via dispositivos móveis foi de R$515, reflexo da maior participação de categorias de menor tíquete, como moda e acessórios e perfumaria e cosméticos”, disse.

Em apenas quatro anos, o m-commerce sextuplicou. “Em 2013, as compras por celular representavam apenas 4,4% do total. Com a expansão do mercado de smartphones e do acesso via 3G e 4G no Brasil, esse é um mercado em franca ascensão, com potencial de crescimento bem acima da média do mercado”, afirmou

Confira o ranking das principais categorias da Black Friday por volume de pedidos e faturamento:

*Os dados apresentados pela Ebit neste press release referem-se ao montante faturado pelo e-commerce nos dias 23 e 24 de novembro. Por conta de uma recente mudança de metodologia e aumento na antecipação de compras ocorrida este ano na véspera da Black Friday dia 23 de novembro, a Ebit irá a partir de agora divulgar o resultado agregado de quinta e sexta-feira, como já ocorre em outros países como Estados Unidos.

Veja todos os números do mercado de e-commerce brasileiro:

Os números do mercado de E-commerce

As vendas desta quinta-feira (23), véspera da Black Friday 2017, apresentaram crescimento nominal de 21% no e-commerce, de R$355 milhões para R$428,5 milhões, na comparação com o dia anterior à grande data em 2016, de acordo com o monitoramento da Ebit.

O número de pedidos cresceu 23%, de 723,5 mil para 886,8 mil, e o tíquete médio caiu 2%, de R$ 491 para R$ 483, refletindo os descontos maiores praticados pelos lojistas nesta edição e a própria deflação apontada pelo índice Fipe Buscapé nos últimos meses.

O levantamento compreende as compras online realizadas entre 0h e 23h59 desta quinta-feira (23), em comparação com a véspera da Black Friday 2016 (24 de novembro). De acordo com Pedro Guasti, CEO da Ebit, o resultado ficou acima da expectativa.

“Os números mostram que deu certo a estratégia dos varejistas online de aproveitar a véspera da Black Friday para atrair a atenção do consumidor, que, por sua vez está mais atento e não se deixa enganar com falsos descontos”, disse.

Veja quais foram as categorias mais vendidas em volume financeiro e sua participação no e-commerce nesta quinta-feira (23/11):

Eletromésticos – 23%
Telefonia/Celulares – 19%
Eletrônicos – 15%
Informática – 9%
Casa e Decoração – 7%

Veja quais foram as categorias mais pedidas no e-commerce e sua participação em volume de pedidos nesta quinta-feira (23/11):

Moda e acessórios – 14%
Eletrodomésticos – 14%
Perfumaria e cosméticos – 13%
Casa e Decoração – 9%
Telefonia/celulares – 9%

Veja os números finais de faturamento na Black Friday 2017:

Com forte expansão das compras via mobile, faturamento do e-commerce cresce 10,3% na Black Friday 2017

No próximo dia 24 acontece a Black Friday. A expectativa é que a data seja responsável por movimentar cerca de R$ 2,2 bilhões no Brasil, segundo o estudo Thanks God It’s Black Friday realizado pela Provokers e encomendado pelo Google. Como uma das indústrias que mais se beneficiam da data é a de tecnologia, para atender este crescimento é preciso estar atento ao perfil dos brasileiros interessados em tecnologia.

A Navegg observou toda a sua base de conhecimento sobre o internauta, filtrou apenas aquilo que dizia respeito aos brasileiros interessados em tecnologia e reuniu toda essa informação no infográfico abaixo.

Na esfera sociodemográfica observamos que a maioria dos brasileiros interessados em tecnologia é mulher (61%), casada (67%), com idade entre 35 a 59 anos (51%), da classe Alta (68%) e graduada (51%).

Os três produtos pelos quais este público mais busca são impressoras, artigos de fotografia e software. Para realizar tais buscas, utilizam smartphones (52%), em sua maioria.

Quando o assunto é tecnologia, esse público se interessa por Fotografia, Apple e Gadgets. Fora deste tema, o interesse é por Esportes com motor, Coleccionismo e Museu. Além disso, a maioria deles pertence ao cluster Exploradores (27%) do Navegg EveryOne. Ou seja, aqueles que são altamente conectados, arrojados, curiosos e valorizam a satisfação interna de viver intensamente.

Quando o assunto é comportamento de consumo dentro da indústria de tecnologia, a maioria deles se encaixa no perfil Fascinados (42%) do Navegg EveryBuyer – composto por pessoas antenadas em lançamentos e tendências e, como consumidores compulsivos, estão suscetíveis às facilidades de crédito e promoções -, seguido do perfil Visionários (31%) – composto por jovens que assumem riscos e buscam ser especialistas em tudo que há de novo – e do perfil Profissionais (28%) – formado pelas pessoas que buscam qualidade e segurança na hora de escolher um produto e são fiéis às marcas clássicas.

Confira o infográfico completo abaixo e saiba mais sobre o perfil dos brasileiros interessados em tecnologia.

Evento teve o segundo maior faturamento do setor, em 2016

O segundo maior evento do comércio eletrônico brasileiro está para começar. À meia-noite do dia 24/11 será dada a largada oficial para a Black Friday 2017, e a expectativa para o faturamento no e-commerce nunca foi tão alta.

Mesmo em anos de crise, o setor se mostrou forte, com aumento no faturamento em 2015 e 2016. Com o intuito de demonstrar esta evolução, a vitrine virtual UmSóLugar desenvolveu um infográfico listando os eventos de maior impacto no e-commerce brasileiro e a conquista do segundo lugar no pódio pela Black Friday, em 2016.

Fonte: Ebit Informação – www.ebit.com.br

Segundo dados da Ebit, apesar da desaceleração do varejo nos anos de crise, o e-commerce mostrou expressivos +15% de faturamento, em 2015, registrando 41,3 bilhões em vendas. Em 2016, o setor fechou o ano com número ainda melhores, faturando R$ 44,4 bilhões, ou seja, um crescimento nominal de 7,4%.

Fonte: Ebit Informação – www.ebit.com.br

A Black Friday, que no começo trouxe bastante desconfiança aos consumidores, acabou por garantir seu lugar ao Sol poucos anos após estrear em solo nacional, em 2011. Ao menos no que diz respeito a vendas online o evento bateu o segundo lugar em faturamento, nos anos de 2015 (R$ 1,64 bi) e 2016 (R$ 1,90 bi), ficando atrás apenas do Natal e superando datas tradicionais, como Dia das Mães e Dia dos Namorados.

Lembrando que a Black Friday está dentro do período de faturamento do Natal.

Fonte: Ebit Informação – www.ebit.com.br

Durante todo o ano, o e-commerce brasileiro é movimentado por importantes eventos que já fazem parte do calendário do consumidor, como datas comemorativas, feriados e ofertas sazonais. Dentre eles, alguns se mostraram especialmente relevantes para o setor em termos de faturamento, nos últimos dois anos, como o Dia das Mães (R$ 1,51 bi) e 2016 (R$ 1,62 bi), o Dia dos Pais (R$ 1,51 bi) e 2016 (R$ 1,76 bi), e o Natal (R$ 7,40 bi) e 2016 (R$ 7,7 bi).

Mais sobre o faturamento de datas anteriores:

Os números do mercado de E-commerce

O que esperar do ano de 2017

O relatório Webshoppers 36 mostra que o e-commerce já faturou R$21 bilhões no primeiro semestre de 2017, apontando um crescimento nominal de 7,5% ante o mesmo período de 2016, e a estimativa é de que o mercado volte a registar expansão de dois dígitos, atualizando para 10% a expectativa de crescimento no acumulado do ano.

A Black Friday, por sua vez, tem um papel fundamental nas perspectivas para o segundo semestre de 2017, juntamente com Dia das Crianças e o Natal. Num estudo realizado pela Google Brasil/Provokers sobre as expectativas para Black Friday 2017, 68% dos entrevistados declararam sua intenção de fazer compras nesta edição, o que representa 7% mais pessoas que no ano passado.

Fontes: Ebit, Webshoppers 36, Thinkwithgoogle.com

A Black Friday já está chegando e esse ano será no dia 24/11. A data comercial, que foi incorporada ao calendário brasileiro desde 2010, já é a mais importante do ano para o e-commerce.

Em 2016, o evento gerou R$ 1,9 bilhão de faturamento apenas entre 0h e 23h59 da sexta-feira, 25 de novembro, segundo dados da Ebit. Foram mais de 2,92 milhões de pedidos, com tíquete médio de R$ 653, uma alta de 13% em relação a 2015.

Para 2017, as perspectivas também são animadoras. Pesquisa da Ebit com 5.300 consumidores mostra que, quando perguntados se as pessoas pretendem comprar pela internet na próxima Black Friday, 81% disseram que sim. Veja a pesquisa: 

Black Friday no e-commerce deve crescer 15% em 2017 segundo estimativa Ebit

A data é uma grande oportunidade para os e-commerces que querem aumentar suas vendas e prospectar novos clientes. Mas atenção! É preciso fazer uma preparação com antecedência e aprender com a experiência das edições passadas.

Confira algumas dicas que a  Stelo preparou para seu e-commerce vender muito nessa Black Friday.

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Após um duro período de crise para a indústria da moda, os primeiros sinais de recuperação já se apresentam. Segundo uma pesquisa feita pela consultoria McKinsey & Company, no ano de 2017, o segmento de roupas esportivas deve crescer de 6,5% a 7,5%, o de acessórios de 4% a 5%, o de relógios e jóias de 3% a 3,5% e o de roupas e calçados de 1,5% a 2,5%. Para atender este crescimento é preciso estar atento ao perfil dos brasileiros interessados em moda.

Segundo a base Navegg, na esfera sociodemográfica observamos que a maioria dos brasileiros interessados em moda é mulher (82%), casada (67%), com idade entre 25 a 34 anos (34%), da classe Alta (61%) e não graduada (59%).

Os três produtos pelos quais este público mais busca são hidratantes, produtos para banho e corpo e lápis de boca. Para realizar tais buscas, utilizam smartphones (61%).

Quando o assunto é moda, esse público se interessa por Moda Masculina, Moda Infantil e Cosméticos. Fora deste tema, o interesse é por Musculação, Colecionismo e Esportes com veículos. Além disso, a maioria deles pertence ao cluster Seguidores (36%) do Navegg EveryOne. Ou seja, aqueles que desejam sempre estar na moda e são sempre conectados.

Quando o assunto é comportamento de consumo dentro da indústria de telecomunicações, a maioria deles se encaixa no perfil Sofisticados (42%) do Navegg EveryBuyer– composto por pessoas que estão sempre conectadas à moda e às tendências -, seguido do perfil Varejo (31%) – composto por pessoas para as quais bons preços e descontos têm grande influência em sua decisão – e do perfil Exclusivos (28%) – formado pelos visionários da moda, aqueles que seguem tendências e celebridades internacionais.

Confira o infográfico completo abaixo e saiba mais sobre o perfil dos brasileiros interessados em moda.

Na última semana o Mercado Pago realizou o primeiro Unbox Black Friday, evento com o objetivo de preparar vendedores para a Black Friday, uma das principais datas do e-commerce. Além de trazer dicas e debates para orientar o vendedor e impulsionar seus negócios, o encontro conta com palestras dos gigantes Google e Facebook contando sobre suas experiências nesta data comercial.

Como prova da importância da data, o destaque para o faturamento na última edição da Black Friday: R$ 1,9 bilhão, com alta de 17% em relação ao ano anterior, segundo dados da Ebit.

Compras por dispositivos móveis crescem e representam 20% do faturamento da Black Friday

De acordo com pesquisa realizada em setembro de 2017 pelo Mercado Pago com 900 consumidores online, 60% deles afirmam que aguardam a Black Friday para fazer uma compra, e a estimativa é que o tíquete médio fique entre R$ 500,00 e R$ 1000,00.

Para o e-commerce, a data – comemorada este ano no Brasil no dia 24 de novembro – é uma das mais importantes, já que a maioria das compras é realizada online, pelo computador (50%) ou pelo smartphone (41%), graças à comodidade e à facilidade de pesquisar preços e produtos pela internet.

O estudo também mostrou quais as categorias mais compradas em 2016 e com maior intenção de compra em 2017. Veja o gráfico abaixo:

Ao falar em intenção de compra, foram destacados alguns números fornecidos pelo Google:

Entre as palestras, a empresa ofereceu 10 dicas práticas para o lojista de e-commerce se preparar para a Black Friday. Confira:

1- Organize seu estoque e confira a logísticaImportante: Tenha sempre um plano B para as suas entregas. Não fique na mão de um único fornecedor para não falhar com o seu cliente. O seu fornecedor pode:

• Atrasar os envios; • Não suportar a demanda; • Priorizar outros clientes.

Dica: Se após a Black Friday o seu estoque ainda estiver alto, estenda os descontos até a Cyber Monday ou até mesmo para o Natal.

2- Turbine os servidores. Confirme se o sistema que você usa em sua loja está preparado para um aumento significativo de demanda e que seja confiável, incluindo o servidor do seu site

3- Divulgue a sua oferta e entre na competição. Comunique suas ofertas também na página principal do seu site, para que seus clientes as encontrem facilmente. Categorize seus produtos de forma clara, adequada.

4- Sua base de usuários é um ativo precioso. Monetize sua base: envie campanhas de e-mail marketing. Trabalhe segmentações. É mais barato e rentável reter um usuário do que conquistar um novo.

5- Ofereça bons descontos de verdadeCrie SENSO DE URGÊNCIA, como “SOMENTE HOJE”, ou “OFERTA IMPERDÍVEL”. Ofereça também mais benefícios, como frete grátis e parcelamento sem juros – a forma de pagamento preferida do consumidor Brasileiro.

6- Prepare o seu atendimento e seja eficiente. Ofereça um contato mais próximo para o seu cliente. Isso o deixará mais tranquilo e confiante para comprar online.

7- Tenha equipes de plantãoDeixe responsáveis de plantão (inclusive durante a madrugada) para agirem rapidamente, caso aconteça algum imprevisto.

8- Não se esqueça do pós-vendaMesmo depois que seu cliente já tiver comprado, mantenha o relacionamento saudável para trazê-lo novamente ao seu site e ser um embaixador.

9- Se você trabalha com serviços é uma ótima época para rentabilizar. Os compradores buscam oportunidades desde pacotes de viagens até festas em buffets.

10- Ponto de venda físico. Se você possui também um ponto físico para venda de produtos ou para retirada no local, tenha uma maquininha de cartões de crédito e débito sempre disponível.

Qual seu principal desafio previsto para esta Black Friday? Compartilhe conosco nos comentários.

Mais uma Black Friday se aproxima. Neste ano, a data que é considerada o segundo Natal para muitos lojistas pois movimenta a economia e estimula o consumo será celebrada no dia 24 de novembro. Além disso, em tempos de crise, os descontos que a data proporciona são vistos com ótimos olhos.

Há o internauta que compra na data para antecipar as compras de Natal e aquele que presente usar a data para adquirir produtos que já estavam em suas listas de desejos há algum tempo.

Como anunciar para o internauta que compra na Black Friday

Para aproveitar a data, as marcas precisam comunicar aos consumidores suas ofertas. Como encontrar tais consumidores e anunciar para o internauta que compra na Black Friday?

Com o objetivo de auxiliar os lojistas a aprimorar suas estratégias de marketing para a data, desde a edição de 2015, a Navegg oferece segmentos especiais para quem quer anunciar para internautas com intenção de comprar neste período. São eles:

Infográfico: O perfil do internauta que compra na Black Friday

Este estudo da Navegg permitiu observar que a maioria dos compradores em Black Friday são homens (75%), com idade entre 25 e 34 anos (41%), de classe alta (70%), graduados (75%) e pertencentes ao cluster Exploradores (43%). Os Exploradores tendem a estar altamente conectados, são arrojados, curiosos e valorizam a satisfação interna de viver intensamente. São eles que normalmente aceitam as evoluções tecnológicas e os produtos inovadores primeiro e, a partir disso, criam tendências.

No tema intenção de compra e marcas foi observada uma variação nas buscas por alguns produtos e marcas. A variação referente ao ano passado e a este ano, é representada ao lado de cada gráfico. Além disso, a coluna Black Friday 2017 corresponde a pesquisas feitas nos últimos 30 dias, período que pode refletir uma tendência para a Black Friday de 2017. Por fim, os itens estão ordenados do mais buscado para o menos buscado nos últimos 30 dias.

Nesse cenário, produtos de Comidas e Bebidas, Tecnologia e Artigos para a Casa são os produtos mais buscados para a Black Friday de 2017. Comidas e Bebidas foram os produtos com maior curva de busca em relação ao ano passado. Falando sobre marcas, as mais buscadas são Samsung, Microsoft e Apple. Sendo que a segunda se destaca na variação de buscas do ano passado para cá.

Confira o infográfico completo abaixo e saiba mais sobre o perfil do internauta que compra na Black Friday.

Mais sobre o mercado:

Os números do mercado de E-commerce

O Amazon não é a mesma empresa de quando foi fundada, em 1994. Nesta época, o comércio eletrônico ainda era uma indústria relativamente pequena e a Amazon vendia exclusivamente livros. Hoje, a quarta empresa mais valiosa do mundo vende um número impressionante de produtos para bilhões de pessoas em todo o mundo.

Tudo começou quando Jeff Bezos decidiu iniciar um site de comércio eletrônico com o dinheiro investido pelos seus pais. O site, onde vendia livros chamava-se Cadabra, até que mudou o nome para a Amazon depois de perceber que o nome soava parecido com “cadáver”.

Bezos
(fonte da imagem: https://twitter.com/JeffBezos)

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Jeff Bezos: o termo “visionário” se encaixa com perfeição

Hoje, com todo o investimento feito em marketing digital, a Amazon é uma das gigantes da internet. Existem várias maneiras de olhar para o tamanho da Amazon, e cada uma é mais surpreendente que a outra.

7,5% da população trabalhadora de Seattle são funcionários do Amazon

O Amazon possui mais de 300 mil funcionários em todo o mundo e 40 mil deles estão presentes só em Seattle. O gigante do e-commerce fez de Seattle a maior cidade empresarial dos EUA. Além disso, recentemente, a Amazon anunciou planos para investir US$ 5 bilhões em uma segunda sede, para 50 mil funcionários, em algum lugar da América do Norte.

Amazon Seattle

(Fonte da imagem: https://www.gannett-cdn.com/-mm-/4c8d84aa3e148fefef05515b5510da017d0ba257/c=0-0-5177-2925&r=1280×720&r=540/local/-/media/2017/05/08/USATODAY/USATODAY/636298505496030046-AP-AMAZON-CAMPUS-90525690.jpg)

O Amazon envia 1,6 milhões de pacotes por dia

Um relatório de 2013 mostra que a Amazon já enviou 608 milhões de pacotes só neste ano, o que dá uma média de 1,6 milhões de pacotes por dia.

45 mil robôs percorrem os armazéns do Amazon

Para fazer com que os pacotes sejam despachados a tempo, a Amazon confia em uma frota crescente de robôs autônomos que pegam pacotes de suas prateleiras e os trazem para funcionários humanos.

Os 45 mil robôs estão em 20 centros de atendimento nos EUA. Em 2016, a empresa aumentou a frota 50% em relação ao número anterior de 30 mil.

Robôs da Amazon (fonte da imagem: https://i.ytimg.com/vi/4sEVX4mPuto/maxresdefault.jpg)

O Amazon é mais valiosa do que todos os principais varejistas combinados

A soma total dos investimentos em infraestrutura e gerenciamento da cadeia de suprimentos tornou a Amazon de longe o varejista mais valioso nos Estados Unidos.

A avaliação de US$ 356 bilhões do Amazon é maior do que o Wal-Mart, Target, Best Buy, Macy’s, Kohl’s, JCPenney e Sears combinados.

Com a recente aquisição da Whole Foods, não há sinais de que o Amazon tenha planos de desaceleração.

O Amazon conta com 43% de todas as vendas online dos EUA

A Amazon, que antes costumava ser um site para comprar livros online,  hoje, é o site de compras padrão para praticamente tudo.

Uma análise da Slice Intelligence, divulgada em fevereiro, descobriu que 43% de todas as vendas de e-commerce nos EUA foram feitas através da Amazon em 2016. Isso é superior aos 33% de 2015 e aos 25% em 2012.

Com números tão impressionantes em vendas, percentual de mercado e com uma tecnologia de logística muito acima da média, a pergunta é: quem parará a Amazon?

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Game of Thrones do E-commerce: A Estratégia da Amazon para dominar totalmente o varejo online mundial