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Crescimento foi de 8,7% na comparação ao mesmo período de 2016; Smartphone foi o produto mais comprado no comércio eletrônico

O Dia dos Pais 2017, celebrado no último domingo (13), movimentou R$1,94 bilhão no e-commerce, alta de 10,1% ante aos R$1,76 bilhão registrados no ano passado.

O número de pedidos expandiu 5,1%, de 4 milhões para 4,2 milhões, enquanto o tíquete médio foi de R$462, alta de 4,7% na comparação com o mesmo período do ano passado. Os dados são da Ebit,referência  em informação sobre o comércio eletrônico brasileiro.

“Assim como nos principais eventos do primeiro semestre – Dia das Mães e Dia dos Namorados – o e-commerce registrou um desempenho muito positivo no Dia dos Pais. Por ser a primeira do segundo semestre, a data é um excelente termômetro para as vendas no restante do ano. Depois deste resultado, nossa expectativa é de Dia das Crianças, Natal e, principalmente, Black Friday também registrem um faturamento robusto”, afirma Pedro Guasti, CEO da Ebit.

O monitoramento da Ebit considerou as vendas realizadas no comércio eletrônico entre os dias 29 de julho e 12 de agosto.

Confira abaixo as cinco categorias mais vendidas:

O e-commerce no Dia dos Pais de 2015 a 2017

Veja mais números do e-commerce brasileiro:

Os números do mercado de E-commerce

O Dia dos Pais 2017 está entre as datas comemorativas mais importantes para o comércio eletrônico brasileiro, sendo superada apenas por ocasiões como o Natal e a Black Friday. Em 2016, segundo a Ebit a data movimentou R$ 1,76 bilhão em vendas e a projeção é de que esse desempenho seja superior neste ano.

Vendas no e-commerce devem crescer 10% no Dia dos Pais em 2017

Para aproveitar esse pico de demanda, listei 5 dicas que fazem toda a diferença na preparação da sua loja virtual para as vendas do Dia dos Pais:

1- Escolha produtos com potencial de vendas

Oferecer lembrancinhas já não é o melhor modo de agradar os pais. Em 2016 o tíquete médio (gasto médio) dos produtos vendidos pelo e-commerce na ocasião foi de R$ 441, conforme a Ebit.

Entre os presentes mais populares do período estão os eletrônicos. Itens como notebooks, câmeras digitais, celulares, tablets e mp3 players ocupam o topo do ranking de produtos mais vendidos em 2015, apontou uma pesquisa realizada pelo Mercado Livre. Em 2016, itens como tênis, barbeador elétrico e relógios foram os mais procurados.

E como é comum na maioria das compras, os consumidores iniciam a jornada procurando informações e comparando preços.

Um estudo divulgado pelo Google indica que nos primeiros dias de agosto cresce o fluxo nas categorias de varejo, com destaque para smartphones e calçados esportivos.

Com base nessas informações, a melhor estratégia é reforçar o estoque desses produtos e, ao mesmo tempo, oferecer preços competitivos ou descontos.

2- Prepare a loja para o aumento na demanda

Não é possível prever a demanda do seu negócio com exatidão, mas um bom planejamento pode fazer toda a diferença. Se a loja online está no ar há mais de um ano, vale verificar o histórico de pedidos dos anos anteriores para usar como uma referência.

Com base nessas informações é possível reforçar o estoque, comprando um volume maior de produtos. Isso permite uma negociação antecipada com os fornecedores, aumentando as chances de êxito. Também é possível preparar e ampliar a equipe de apoio para dar conta do aumento no número de pedidos, agilizando o preparo e envio das encomendas.

3- Faça uma seleção criteriosa de fornecedores

As compras realizadas no período de Dia dos Pais possuem uma forte carga emocional, já que se trata de um item que será dado como presente. Se o consumidor enfrentar algum tipo de problema, toda a frustração será projetada sobre a loja, prejudicando a reputação da marca. Isso exige do lojista uma postura mais criteriosa junto aos fornecedores para evitar falhas.

Em primeiro lugar, é necessário vender apenas produtos com alta qualidade. Deste modo evitam-se problemas como quebras e avarias ou mesmo a devolução do produto. Também vale a pena apostar em itens com um bom período de garantia. Isso deixa o consumidor mais confiante para finalizar a compra.

4- Escolha os melhores canais de venda

Na hora de fazer as compras de Dia dos Pais, a maior parte dos consumidores procura produtos nos sites das grandes redes varejistas. Isso gera uma oportunidade valiosa para os lojistas que aproveitam o potencial dos marketplaces.

Apostar nesse canal de venda cria a oportunidade de ampliar a abrangência geográfica do negócio, expondo os produtos para um número maior de clientes. Além disso, a venda nos marketplaces apresenta diversas vantagens que favorecem a gestão e o aumento do faturamento nas vendas online.

5- Envie os produtos dentro do prazo

As compras de Dia dos Pais têm data certa para entrega, portanto os atrasos são intoleráveis. O lojista precisa monitorar constantemente os pedidos, fazendo o embalo e despacho rapidamente. Os prazos de entrega também precisam ser realistas, de modo a não gerar frustração para o cliente. Caso algum problema aconteça, é importante comunicar o cliente rapidamente, apostando na transparência.

Também vale a pena apostar no overdelivering, oferecendo algum brinde ou vantagem, como uma mensagem personalizada ou um cupom de desconto. Isso ajuda a sustentar a reputação da loja.

Descubra o que é overdelivering e como aplicar agora em suas vendas

Faturamento deverá ser de R$1,94 bilhão, com mais 4,5 milhões de pedidos e tíquete médio de R$438

O e-commerce brasileiro deverá faturar R$1,94 bilhão, alta de 10% na comparação ao mesmo período de 2016. A estimativa é da Ebit, empresa referência em informações sobre o comércio eletrônico brasileiro. O número de pedidos deverá expandir 11% na comparação ante ao ano anterior, para 4,5 milhões e o tíquete médio deve permanecer praticamente estável, em R$438.

O Dia dos Pais 2017, que será comemorado em 13 de agosto, é a primeira data importante para o varejo eletrônico no segundo semestre. Apesar de ter um volume menor de vendas, do que outras datas como Dia das Crianças, Natal e, especialmente, Black Friday, é considerada um termômetro de vendas para o resto do ano.

“Apesar de todas as incertezas do cenário político e econômico, o e-commerce vem sustentando ao longo de 2017 um crescimento de dois dígitos. Os números estão dentro da estimativa da Ebit, que prevê crescimento de 12% para o setor neste ano”, afirmou Pedro Guasti, CEO da Ebit.

De acordo com o monitoramento Ebit, celulares e smartphones, livros e calçados deverão ser os itens mais comprados no e-commerce para presentear os pais. Confira abaixo o ranking dos 10 produtos mais desejados:

Veja também:

Os números do mercado de E-commerce

Está provado que nenhuma empresa consegue crescer sem usufruir da inteligência provinda pela análise de dados, e isso é ainda mais forte no e-commerce.

Ampliando sua marca de facilitador, o Atlas acaba de disponibilizar, gratuitamente, o E-commerce Radar, estudo sobre o comércio eletrônico brasileiro, tendo como foco a divulgação de dados e informações práticas para auxiliar os comerciantes no crescimento de seu mercado.

Faz parte desta primeira edição os resultados consolidados do primeiro semestre de 2017. O objetivo é trazer um entendimento sobre as variáveis que influenciaram tal desempenho e, a partir daí traçar os caminhos para a evolução, de cada negócio e também de todo o setor, no próximo semestre.

Além do rico material, o E-commerce Radar também traz análises e comentários de grandes profissionais da área, como o Mauricio Salvador (presidente da ABComm – Associação Brasileira de Comércio Eletrônico) e do Paulo Schiavon, diretor de Online Business Latin America da Samsung.

Um dos dados importantes que o E-commerce Radar traz é que 31% das vendas online aconteceu via dispositivos móveis no 1º semestre de 2017. Isso representa mais um crescimento expressivo da participação das vendas mobile, considerando que em 2015 a participação dos dispositivos móveis foi de 12% e em 2016, 21,5%.

Entre outros dados abordados estão:

• Qual é o perfil dos consumidores brasileiros geral e por categoria;
• Qual é o desempenho de conversão e representação de vendas dos estados e principais cidades;
• Como está o desempenho de navegação dos e-commerces;
• Qual é a participação dos dispositivos móveis e qual sua efetividade geral e por categoria;
• Qual é a taxa de abandono de carrinho por categoria;
• Como estão os indicadores de itens por pedido e ticket médio;
• Quais as principais origens de tráfego e vendas;
• Qual é a representação em vendas dos dispositivos por origem de tráfego;
• Quais são as principais formas de pagamento;
• O quanto as campanhas de frete grátis representam do todo.

Estes diversos indicadores são importantíssimos para que os e-commerces identifiquem seu posicionamento no mercado e as alternativas disponíveis para o seu crescimento através do aumento das vendas.

Baixe e comprove: Estudo E-commerce Radar

Em 2016, uma reportagem sobre a crise econômica brasileira publicada pelo jornal “O Estado de S.Paulo” – que tinha como entrevistada a professora Mary Paula Arends-Kuenning, PhD em Economia pela Universidade de Michigan, mostrava que crises são momentos para avaliar o que está funcionando e o que não está. A conclusão era que, nessas horas, as pessoas ficam mais dispostas a mudanças.

Ao refletir sobre essa declaração, podemos acrescentar que a crise representa uma oportunidade para os empreendedores.  Quando a economia vai bem, as pessoas costumam se sentir mais confiantes com a aparente estabilidade financeira e gastar mais em bens de consumo. Na outra ponta, é possível perceber o crescimento da entrada de novas empresas no país, o aumento da linha de crédito, o investimento em mão-de-obra, entre outros. Por estratégia ou por política interna, algumas preferem ficar na zona de conforto, pois “em time que está ganhando, não se mexe”.   

Já quando uma recessão econômica bate à porta, uma espécie de “seleção natural” entra em cena. As empresas são obrigadas a fazer milagres, procurando reduzir os custos de sua operação para não afetar o tíquete médio de seu faturamento. Funcionários, que também são consumidores, perdem os empregos e reduzem os gastos com itens que não são prioridade. Em alguns casos, até se desfazem de seus bens duráveis e semiduráveis para poder pagar as despesas fixas do mês.

Oportunidade na crise

Tudo o que foi comentado acima, provavelmente já faz parte de sua realidade, correto? Mas calma, nem tudo é drama, pois é nesse cenário que pode começar uma nova fase para o empreendedor, aproveitando-se de oportunidades e mudando sua forma de atuar no mercado.

De acordo com o primeiro relatório Webshoppers divulgado pela Ebit em 2017, o e-commerce foi considerado um setor que está indo na “contramão” da crise econômica, sendo visto por especialistas como um mercado “blindado” que deve crescer 12% em 2017 (números do Webshoppers, Ed. 35).

Webshoppers 35: E-commerce fatura R$ 44,4 bilhões em 2016, com alta de 7,4%

Aliás, isso se dá também por conta de alguns fatores característicos da crise, como por exemplo: ao ter uma renda mensal mais limitada, o cliente tende a pesquisar muito mais antes de finalizar uma compra. E onde ele geralmente faz isso? No Google. Além de economizar o seu precioso tempo em fazer essa pesquisa, ele deixa de gastar com transporte público ou combustível. Ponto para o e-commerce!

Além disso, as compras online também têm interessado muito aos consumidores por conta dos prazos facilitados e, muitas vezes, preços menores.

Claro que podem existir empresas online que não tem visto o atual cenário com bons  olhos, e por isso é necessário avaliar o que está certo e o que está dando errado nas estratégias, em quatro etapas:

Diferenciais

Ao comandar uma loja virtual em tempos de crise, um dos fatores fundamentais para o seu sucesso será apostar em “armas” que a concorrência não tem.

Não importa se a estratégia utilizada será abaixar os preços, fornecer um atendimento ainda mais diferenciado ou aumentar o prazo de pagamento. O objetivo é ser diferente.

Ao se colocar no lugar do cliente, o empresário deve enxergar o mundo com a ótica de um consumidor. Dessa forma, será possível entender as “dores” do cliente e compreender qual é o fator que mais pesa no momento de efetivar uma compra.

Crise como aliada

Outro aspecto que muitos empreendedores acabam esquecendo é que, assim como o mercado ficou mais escasso para eles, o mesmo aconteceu para seus fornecedores e parceiros.

Enquanto em tempos de abundância os seus fabricantes e distribuidores geralmente têm diversos e-commerces e lojas físicas esperando para comprar produtos, na crise essa demanda diminui, o que aumenta naturalmente o poder de barganha dos pequenos e médios empreendedores.

Além da possibilidade de diminuição de custos em relação aos fornecedores, o cenário econômico desfavorável também serve para contratar melhor: muitos talentos estarão disponíveis no mercado a preços muito menores que os cobrados em outras épocas. Aproveite para contratar, delegar e crescer!

Menos concorrentes

Um cenário macroeconômico difícil gera, naturalmente, um mercado com uma concorrência menor. Quando a situação é desafiadora, não há espaço para o “amadorismo”: ou a operação se profissionaliza e passa a ser vista como um negócio de verdade, ou ela quebra. Nessas horas, não existe meio termo.

Sendo assim, a tendência é a de que, a longo prazo, somente empreendedores habilidosos e resilientes continuem no jogo — e isso facilita a vida principalmente de quem vive batalhando em mercados com forte “guerra de preços”.

Amplie a qualificação

Não tenha medo da crise, busque aprender com ela. Cenários difíceis fazem crescer por um motivo simples: eles impulsionam a necessidade da mudança.

O empreendedor e palestrante americano Jim Rohn ensina a não pedir que o problema seja menor, mas sim que você seja melhor. E é exatamente aí que está o segredo!

Não espere para criar uma empresa quando as coisas estiverem “calmas”. Ao invés disso, inaugure uma nova empresa que seja resistente o suficiente para lidar com as turbulências, que  são características do empreendedorismo.

Tente não fugir dos tempos difíceis, e sim aprender e crescer com eles.

A decisão de construir ou reformar um imóvel pode acontecer por diversos fatores: casamento, a chegada de um filho, uma mudança na carreira e outros. Como em outras indústrias, para decidir quais fornecedores, móveis e lojas escolher, muitos brasileiros vão para a Internet para pesquisar sobre o tema e efetuar suas compras.

Na esfera sociodemográfica observamos que a maioria dos brasileiros interessados em casa e construção é mulher (74%), casada (83%), com idade entre 35 a 59 anos (46%), da classe Alta (64%) e graduada (56%).

Dentro desse tema, os três produtos pelos quais os brasileiros mais buscam são móveis de quartos, climatizadores e materiais de construção. Já as marcas preferidas são Brastemp, Tramontina e Panasonic. Para realizar tais buscas, utilizam smartphones (55%).

No tema casa e construção se interessam por jardinagem, arquitetura, móveis e decoração. Fora dele, se interessam por esportes motorizados, colecionismo e literatura.

Além disso, a maioria deles pertence ao cluster Vencedores (28%) do Navegg EveryOne. Ou seja, valorizam a exclusividade e tendem a pagar mais por isso, mas são os que mais analisam as variáveis que definem o custo-benefício daquilo que desejam adquirir.

Quando o assunto é comportamento de consumo dentro da indústria de Casa e Construção, a maioria deles se encaixa no perfil Mobiliando (52%) do Navegg EveryBuyer – composto por pessoas que estão em período de mudança e precisam adquirir vários produtos ao mesmo tempo -, seguido de um empate entre o perfil Marido de Aluguel (24%) – representados pelas pessoas que sempre estão realizando pequenas construções ou fazendo reformas, por isso, tendem a comprar pouco e com frequência – e Luxo e decoração (24%) – composto por pessoas sofisticadas, que trocam a decoração de sua casa de acordo com as tendências.

Confira o infográfico completo abaixo e saiba mais sobre o perfil dos brasileiros interessados em casa e construção.

Fonte: Navegg

Número de pedidos cresceu 7,2% no Dia dos Namorados 2017

O e-commerce faturou R$1,71 bilhão, alta de 5,1% ante o mesmo período de 2016, aponta o monitoramento da Ebit, empresa referência em informações sobre o comércio eletrônico brasileiro. O número de pedidos cresceu 7,2%, para 4,07 milhões, e o tíquete médio foi de R$420.

Os smartphones, tradicionalmente o produto com maior volume de vendas do e-commerce no Brasil, lideraram a lista de presentes mais comprados para presentear os namorados. Completam o ranking dos cinco presentes mais comprados: livros, relógio de pulso, perfume e tênis.

Para Pedro Guasti, CEO da Ebit, o resultado está de acordo com a expectativa do mercado para a data.

“Dos 5 produtos mais vendidos excetuando-se os smartphones, temos produtos com preços abaixo do tíquete médio de compras o que demonstra alternativas muito acessíveis para presentear os namorados em tempos de orçamento reduzido”, disse.

Ao contrário de outras datas, o monitoramento da Ebit mostra que o brasileiro não deixou para comprar o presente dos namorados na última hora. Os dias 5 e 6 de junho foram os que registraram as maiores concentrações de vendas.

Confira as cinco categorias mais pedidas para presentes de Dia dos Namorados:

Vendas do e-commerce crescem 5,1% no Dia dos Namorados 2017

Veja também:

Os números do mercado de E-commerce

O uso de tablets e smartphones nas experiências de busca, navegação e conclusão de compras no comércio eletrônico já faz parte da realidade comportamental da maioria dos consumidores. Para se ter uma ideia da amplitude desse modelo de venda, dados do relatório WebShoppers 35, produzido pela Ebit, apontam que cerca de 32% das compras virtuais deverão ser efetuadas via m-commerce ainda neste ano. Em muitas lojas, o share já supera os 50%, principalmente em categorias como moda e acessórios, e perfumes e cosméticos.

Em países em desenvolvimento, como Índia, China e Brasil, a navegação por smartphones tem potencial de ser superior à de países desenvolvidos pela redução de preços de telefonia móvel, baixo poder de compra para uma 2a tela e economia gerada pela adoção de smartphones na base da pirâmide da população.

Esse cenário cria um ambiente propício para a navegação pelo usuário pois permite uma redução nos custos de comunicação (redução de ligação tradicional) e acesso a preços e informações que caracterizam um empoderamento por parte do consumidor.

No caso específico do e-commerce brasileiro, existem particularidades elementares em relação ao uso de dispositivos móveis na jornada de compra. Segundo pesquisa recente da MMA Mobile Report, desenvolvida pela Millward Brown, em parceria com a Mobile Marketing Association (MMA), os brasileiros possuem, em média, cerca de 20 aplicativos instalados em seus aparelhos, sendo que sete são de natureza social.

Isso torna possível afirmar que a maioria de dispositivos circulando na mão de um possível comprador não possuem alta capacidade de armazenamento e processamento.  O desafio contínuo do lojista é provar por que o aplicativo de sua loja deve ser escolhido para estar presente nesse seleto grupo.

A fim de que o lojista esteja preparado para esse panorama, é fundamental proporcionar um cenário cada vez mais familiar e facilitador para o consumidor final. O desenvolvimento de um ambiente de navegação responsivo, que atenda e comporte com eficiência os múltiplos tamanhos de telas, tem se apresentado como uma estratégia eficiente de retenção e na conversão para a efetivação da compra.

Quando falamos de e-mail marketing, o mesmo propósito deve ser levado em conta. A eficiência em qualquer dispositivo é, de fato, ponto crucial para a potencialização das vendas.

Alta no faturamento do Dia dos Namorados 2017 deverá ser de 6% na comparação com o mesmo período do ano passado

O e-commerce deverá faturar R$1,75 bilhão no Dia dos Namorados, crescimento de 6% ante o mesmo período de 2016, aponta o monitoramento da Ebit, empresa referência em informações sobre o varejo eletrônico. A expectativa é de 4,180 milhões de pedidos, com tíquete médio de R$418.

A data, celebrada em 12 de junho, está entre as cinco mais importantes do calendário nacional do varejo eletrônico.

Os números do mercado de E-commerce

“Apesar do aumento da instabilidade política, a economia permanece dando sinais de controle da inflação e melhores condições de crédito, por isso a expectativa para o e-commerce é positiva. O e-consumidor deverá ir além da ‘lembrancinha’ neste ano e investirá em itens de tíquete médio mais alto para presentear, como smartphones, tênis e perfumes”, afirma Pedro Guasti, CEO da Ebit.

Monitoramento da Ebit aponta abaixo os 20 produtos mais comprados no e-commerce para presentear no Dia dos Namorados, até o dia 5 de junho:

E-commerce movimentará R$1,75 bi no Dia dos Namorados 2017

Mais sobre as estimativas para o E-commerce neste Dia dos Namorados na Globo News: 

 Vendas pela internet para o Dia dos Namorados devem crescer 6%, diz pesquisa

Vendas superaram a expectativa; tíquete médio dos presentes alcançou a marca de R$417

O faturamento do e-commerce no Dia das Mães, celebrado no dia 14 de maio, foi de R$1,9 bilhão, crescimento nominal de 16% ante ao mesmo período do ano passado, quando foi registrado R$1,62 bilhão. O tíquete médio também registrou elevação de 3,7%, de R$402 para R$417, enquanto o número de pedidos subiu 12%, de 4,036 milhões para 4,520 milhões.

O monitoramento da Ebit baseia-se nas compras realizadas no varejo eletrônico entre 29 de abril e 13 de maio. Dentro de todas as vendas do varejo online, 7% declarou aproveitar a data para comprar presente para a mãe. Smartphone, que correspondeu a 13,40%, foi o presente mais comprado para as mães. Perfume (4,40%), água de colônia (4,17%), geladeira/refrigerador (3,19%) e vinho (2,76%) completam o ranking dos produtos mais comprados para presentear.

“Esta data é um importante termômetro para as vendas do e-commerce no resto do ano. O resultado muito acima na expectativa mostra que o consumidor está confiante de que o pior da crise econômica já passou. Além disso, por possuir preços mais competitivos e disponibilizar entregas em poucos dias em grandes cidades permitindo comprar mais próximo ao do domingo dia das mães , o e-commerce está atraindo ainda mais consumidores que tradicionalmente compravam no varejo físico”, disse.

O Dia das Mães é considerado uma das principais datas do calendário nacional do varejo eletrônico. O crescimento previsto para 2017 mostra o setor voltando a acelerar suas vendas com crescimento de dois dígitos este ano.

“Por conta dos indicadores econômicos apontando a retomada do crescimento econômico, da Black Friday e Natal, as vendas do segundo semestre devem ser ainda mais aquecidas. Os números estão dentro da perspectiva da Ebit, que espera que o e-commerce, de forma geral, cresça 12% neste ano”, ressalta o CEO da Ebit, Pedro Guasti.

Ranking dos produtos mais comprados para as mães (7% das vendas do período)

Subcategorias Share Pedidos
Celular e Smartphone 13,40%
Perfume 4,40%
Água de Colônia 4,17%
Geladeira / Refrigerador 3,19%
Vinho 2,76%
Cafeteira 2,71%
Fogão 2,64%
TV 2,55%
Livros 2,47%
Máquina de Lavar Roupas 2,44%

 

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