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O Amazon não é a mesma empresa de quando foi fundada, em 1994. Nesta época, o comércio eletrônico ainda era uma indústria relativamente pequena e a Amazon vendia exclusivamente livros. Hoje, a quarta empresa mais valiosa do mundo vende um número impressionante de produtos para bilhões de pessoas em todo o mundo.

Tudo começou quando Jeff Bezos decidiu iniciar um site de comércio eletrônico com o dinheiro investido pelos seus pais. O site, onde vendia livros chamava-se Cadabra, até que mudou o nome para a Amazon depois de perceber que o nome soava parecido com “cadáver”.

Bezos
(fonte da imagem: https://twitter.com/JeffBezos)

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Jeff Bezos: o termo “visionário” se encaixa com perfeição

Hoje, com todo o investimento feito em marketing digital, a Amazon é uma das gigantes da internet. Existem várias maneiras de olhar para o tamanho da Amazon, e cada uma é mais surpreendente que a outra.

7,5% da população trabalhadora de Seattle são funcionários do Amazon

O Amazon possui mais de 300 mil funcionários em todo o mundo e 40 mil deles estão presentes só em Seattle. O gigante do e-commerce fez de Seattle a maior cidade empresarial dos EUA. Além disso, recentemente, a Amazon anunciou planos para investir US$ 5 bilhões em uma segunda sede, para 50 mil funcionários, em algum lugar da América do Norte.

Amazon Seattle

(Fonte da imagem: https://www.gannett-cdn.com/-mm-/4c8d84aa3e148fefef05515b5510da017d0ba257/c=0-0-5177-2925&r=1280×720&r=540/local/-/media/2017/05/08/USATODAY/USATODAY/636298505496030046-AP-AMAZON-CAMPUS-90525690.jpg)

O Amazon envia 1,6 milhões de pacotes por dia

Um relatório de 2013 mostra que a Amazon já enviou 608 milhões de pacotes só neste ano, o que dá uma média de 1,6 milhões de pacotes por dia.

45 mil robôs percorrem os armazéns do Amazon

Para fazer com que os pacotes sejam despachados a tempo, a Amazon confia em uma frota crescente de robôs autônomos que pegam pacotes de suas prateleiras e os trazem para funcionários humanos.

Os 45 mil robôs estão em 20 centros de atendimento nos EUA. Em 2016, a empresa aumentou a frota 50% em relação ao número anterior de 30 mil.

Robôs da Amazon (fonte da imagem: https://i.ytimg.com/vi/4sEVX4mPuto/maxresdefault.jpg)

O Amazon é mais valiosa do que todos os principais varejistas combinados

A soma total dos investimentos em infraestrutura e gerenciamento da cadeia de suprimentos tornou a Amazon de longe o varejista mais valioso nos Estados Unidos.

A avaliação de US$ 356 bilhões do Amazon é maior do que o Wal-Mart, Target, Best Buy, Macy’s, Kohl’s, JCPenney e Sears combinados.

Com a recente aquisição da Whole Foods, não há sinais de que o Amazon tenha planos de desaceleração.

O Amazon conta com 43% de todas as vendas online dos EUA

A Amazon, que antes costumava ser um site para comprar livros online,  hoje, é o site de compras padrão para praticamente tudo.

Uma análise da Slice Intelligence, divulgada em fevereiro, descobriu que 43% de todas as vendas de e-commerce nos EUA foram feitas através da Amazon em 2016. Isso é superior aos 33% de 2015 e aos 25% em 2012.

Com números tão impressionantes em vendas, percentual de mercado e com uma tecnologia de logística muito acima da média, a pergunta é: quem parará a Amazon?

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Segundo estudo Panorama dos Marketplaces, realizado pela Precifica em parceria com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), que avalia o desempenho dos shoppings centers virtuais em diversos aspectos, no primeiro trimestre de 2017 houve uma queda na quantidade de produtos ofertados nesses canais. O dado caminha no sentido oposto da economia nacional, que está em um momento de retomada sutil.

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Estudo mostra aumento de 32,1% no número de varejistas nos marketplaces no segundo trimestre

Os lojistas que comercializam seus produtos nos marketplaces estão em um período de preparo para a Black Friday, que ocorrerá na última sexta-feira de novembro, dia 24. A data é considerada a mais importante para o varejo on-line, pois diversos consumidores se programam para aproveitar os descontos provenientes do dia para já efetuar as compras de Natal.

O levantamento indica queda de 8,8% no número de artigos oferecidos, o que representa uma diminuição de 4,5 milhões para 4,1 milhões em produtos anunciados. Ao mesmo tempo que se preparam para a Black Friday, os pequenos e médios lojistas precisam acompanhar com urgência as empresas maiores que têm aumentado sua participação e lucro.

O momento é ideal para o investimento nos Marketplaces, pois as lojas centralizadoras atraem um público grande e variado, que buscam preços convidativos e boas experiências de compra. A diminuição de itens anunciados abre uma oportunidade para os vendedores, que podem aproveitar essa abertura no setor para ingressarem em um dos principais segmentos do comércio eletrônico brasileiro.

E a oportunidade vai além em alguns casos: os marketplaces inovam no modelo de negócio, transferindo seus produtos e estoques para o inventário de parceiros, ou seja, deixam de comprar artigos de algumas categorias, operando apenas com itens de terceiros.

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Levantamento apresenta que o modelo marketplace, promissor de negócios, pode virar tendência, e que o consumidor tem demonstrado um maior poder de compra no período

O número de lojistas que passou a ofertar seus produtos nos marketplaces registrou avanço de 32,1% no segundo trimestre do ano em relação aos três primeiros meses de 2017. É o que aponta o estudo Panorama dos Marketplaces no Brasil, criado pela Precifica em parceria com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm).

A maior presença de comerciantes nestes shoppings centers virtuais comprova a necessidade de exposição dos produtos em grandes portais que já estão no inconsciente dos consumidores. Além disso, indica um aumento no consumo de itens do varejo, demonstrando maior poder de compra da população.

Este modelo promissor de vendas tem despontado como tendência, já que muitos varejistas percebem uma oportunidade de divulgar seus produtos com redução no investimento em mídia. O valor cobrado por cada venda varia entre cada marketplace e é o único pagamento obrigatório.

A quantidade de novos vendedores que comercializa seus itens dentre os meios analisados avançou no segundo trimestre, com um total de 1.496 varejistas que passaram a oferecer suas marcas nestes canais.

O ganho de eficiência na ativação de vendedores está principalmente ligado ao emprego de tecnologias e processos que garantem a qualidade do catálogo de produto final dos marketplaces. Os grandes desafios são evitar a duplicação de páginas e o agrupamento de ofertas distintas no mesmo espaço, prejudicando a experiência de compra do consumidor.

Com 28,7% de crescimento no número de ofertas publicadas, o departamento de Esporte e Lazer apresentou a maior evolução, atingindo um total de 2.728; seguido de Móveis e Decoração, com 2.591; Informática, com 2.542; Utilidades Domésticas, com 2.335 e Automotivo, com 2.048.

Por fim, o estudo destaca oportunidades para quem busca um nicho com menor nível de competitividade dentro desses grandes shoppings virtuais, com destaque para DVDs e Blu-Rays; Alimentos e Bebidas e Livros; todos abaixo de 60% da média de concorrência.

As vendas da Black Friday no e-commerce devem atingir R$ 2,1 bilhões, um crescimento de 15% em relação a 2016. A estimativa é que o número de pedidos aumente 7,7%, de 2,92 milhões para 3,1 milhões.

Na onda de resultados positivos, a projeção para o tíquete médio é de R$ 695, ou seja, alta de 6,4%.

“A expectativa de crescimento para 2017 está baseada no aumento do número de consumidores virtuais e na melhora do cenário econômico com controle da inflação, diminuição da taxa de juros e o índice de desemprego. O consumidor está mais confiante de que o pior da crise já passou, por isso deve usar parte do 13º salário para comprar na Black Friday”, disse Pedro Guasti, CEO da Ebit.

Uma pesquisa desenvolvida pela Ebit para entender o comportamento dos consumidores virtuais no evento aponta que 81% dos entrevistados pretendem consumir durante a Black Friday.

Os dados apontam que 41% dos entrevistados pretendem aproveitar a Black Friday para adiantar as compras de Natal, mas não necessariamente para comprar presentes. Apenas 18% dos consumidores pretendem comprar para presentear, enquanto 59% compram item para uso próprio.

Eletrônicos lideram o ranking de intenção de compras, com 34%, seguido de eletrodomésticos (27%), informática (24%), telefonia e celulares (23%). Esta última categoria é a de expectativa de tíquete médio mais alto, de R$ 1.236.

“A data ainda tem muito para crescer no país. Prova disso é que 38% dos consumidores falam que não compram porque não acreditam nos descontos. Com a consolidação da Black Friday, a tendência é que essa desconfiança diminua e a adesão aumente. Na comparação com o ano passado (41%), registramos uma queda de 3 pontos percentuais”, afirmou Guasti.

Leia mais sobre o mercado de e-commerce:

Os números do mercado de E-commerce

Quando o assunto é e-consumidor, pensa-se logo nos Millennials (nascidos entre 1981 e 1997) ou nos jovens da conectadíssima Geração Z (nascidos a partir de 1998). As marcas e empresas focam suas estratégias para encantar, satisfazer e fidelizar esse público.

O que muitos agentes desse mercado ignoram ou negligenciam é o fato de que 1/3 das compras do comércio eletrônico são realizadas por pessoas com mais de 50 anos. De acordo com informações do relatório Webshoppers 35, lançado recentemente pela Ebit, trata-se um mercado que abrange mais de 15 milhões de consumidores.

Os números mais atualizados do mercado:

Os números do mercado de E-commerce

Mais do que isso: trata-se de um público que gasta mais e é mais recorrente em compras. Um estudo global da KPMG, intitulado “A verdade sobre os consumidores online”, aponta que os Baby Boomers (nascidos entre 1946 e 1965) costumam fazer mais 15 compras on-line por ano, número semelhante ao dos Millennials, que já cresceram na era da Internet. Esse mesmo relatório mostra que os Baby Boomers são mais propensos a gastar por transação e o valor médio de suas compras é de US$ 203,00, contra US$ 190 da Geração X e apenas US$ 173,00 dos milênios.

Se esse público é representativo, tem poder aquisitivo maior e compra com recorrência, não faz sentido sua exclusão das estratégias do e-commerce. Iniciativas simples, como as listadas abaixo, podem ajudar o seu e-commerce a tornar-se age friendly, atrair esses consumidores maduros e aumentar a conversão:

Adapte o tamanho e o tipo de fonte, oriente a navegabilidade do site pela experiência do usuário (UX design), ou seja, foque a facilidade de uso, a utilidade dos elementos do site e, principalmente, a eficiência.

• Seu e-commerce precisa não só ser como parecer seguro. Uma das grandes preocupações desse público são as fraudes on-line. Exiba todas as certificações de segurança incluindo o Selo Ebit e use meios de pagamento de fácil utilização.

• Ofereça variedade. A população sênior também quer consumir moda, tecnologia, produtos automotivos, turismo, lazer e serviços.

• Faça um passo a passo de como comprar e também de como desfazer a transação.

• Diversifique seus canais de atendimento: chat on-line e WhatsApp são os mais utilizados por esse público.

• Faça uma estratégia de marketing direcionada para esse público. Por exemplo, quando pensar em mídias sociais, priorize o Facebook. De acordo com dados da consultoria SeniorLab, mais de 80% da população de terceira idade possui perfil nessa rede social.

• Produza conteúdo direcionado. Quer um exemplo? Faça um post nas redes sociais oferecendo dicas de presentes para filhos e netos.

• Apresente dicas de saúde e sugira produtos para uma vida saudável.

Martin Henkel, CEO da SeniorLab, um dos grandes especialistas nesse segmento no Brasil, afirmou recentemente em uma entrevista que a “terceira idade é uma mina escondida, pouco explorada” e que “as marcas precisam escolher agora como vão tratar isso, se querem aumentar seu share nesta população”.

Quem seguir esse conselho no e-commerce, estará muitos passos à frente dos concorrentes. E aí, lojista, o que você está esperando?

Texto anteriormente publicado no E-commerce News.

O Rock in Rio é só um dos eventos que movimentam a economia do setor e que agradam os brasileiros interessados em entretenimento. Em levantamento divulgado no ano passado pela Global Entertainment and Media Outlook 2016-2020 da consultoria PwC a previsão é que este setor cresça 6,4% ao ano até 2020, atingindo um faturamento anual de US$ 48,7 bilhões em 2020.

A Navegg observou toda a sua base de conhecimento sobre o internauta, filtrou apenas aquilo que dizia respeito aos brasileiros interessados em entretenimento e reuniu toda essa informação no infográfico abaixo.

Na esfera sociodemográfica observamos que a maioria dos brasileiros interessados em entretenimento é mulher (60%), casada (62%), com idade entre 25 a 59 anos (60%), da classe Alta (66%) e não graduada (54%).

Os três produtos pelos quais este público mais busca são Séries de TV, Humor e Downloads. Já as três marcas preferidas são CEE, Microsoft e Philco. Para realizar tais buscas, utilizam smartphones (50%).

Quando o assunto é entretenimento, esse público se interessa por Música, Celebridades, TV e Cinema. Fora deste tema, o interesse é por Notícias, Família, Tecnologia e Negócios. Além disso, a maioria deles pertence ao cluster Exploradores (25%) do Navegg EveryOne. Ou seja, aventureiros em busca de novas experiências e sensações.

Quando o assunto é comportamento de consumo dentro da indústria de telecomunicações, a maioria deles se encaixa no perfil Cult (38%) do Navegg EveryBuyer – composto por pessoas intelectuais e muito ligados à arte -, seguido do perfil Festeiros (33%) – composto por pessoas que gostam de estar em grupo, são comunicativas e entusiasmadas – e do perfil Digital (29%) – formado por aficcionados por tecnologia, inovação e investem em produtos e serviços digitais.

Confira o infográfico completo abaixo e saiba mais sobre o perfil dos brasileiros interessados em entretenimento.

Após registrar pela primeira vez retração no número de pedidos no primeiro semestre de 2016, o e-commerce brasileiro voltou a registrar crescimento e ultrapassou a barreira de 50 milhões de pedidos no primeiro semestre de 2017.

A retomada da economia, o aumento da confiança do consumidor e, por consequência, o reaquecimento do mercado influenciaram diretamente esses números, porém outro fator de ordem tecnológica e comportamental também vem contribuindo positivamente para a expansão do setor: o m-commerce.

O relatório Webshoppers 36, lançado pela Ebit no final de agosto, evidencia o quão vigoroso foi esse crescimento. O volume de pedidos aumentou 35,9% (9,2 vezes mais do que o mercado em geral), alcançando um share de 24,6%. Ou seja, praticamente 1/4 das vendas do e-commerce já é realizada por meio de dispositivos móveis. No que tange ao faturamento, a alta é ainda mais expressiva, de 56,2%, consequência da expansão do tíquete médio, de R$363 para R$417, ficando em linha com o mercado em geral (R$418).

Tudo sobre a 36a edição do Webshoppers:

E-commerce fatura R$21 bilhões no primeiro semestre de 2017

Mas por que o m-commerce cresceu tanto? Parte desse fenômeno pode ser atribuída à democratização do acesso 3G e 4G no Brasil. Com isso, os smartphones cada vez mais desempenham o papel de principal ferramenta de acesso à internet, especialmente entre as classes menos abastadas.

Por esse motivo, a categoria telefonia e celulares foi a que registrou o maior crescimento no primeiro semestre de 2017, na comparação com o mesmo período do ano passado, com 33% mais pedidos e 43% de alta no faturamento. A categoria corresponde a 9,5% de todas as vendas do mercado.

Os lojistas já perceberam que o crescimento das vendas passa pelo m-commerce. Prova disso é o fato de muitas empresas estarem investindo no aprimoramento da experiência do consumidor, melhorando os sites responsivos e aplicativos, oferecendo também vantagens comerciais para alavancar as vendas nos smartphones.

Em alta

Com mais gente acessando a internet, cresce também o número dos usuários que utilizam a grande rede como fonte de consumo. O Webshoppers 36 mostra que o número de pessoas que realizaram pelo menos uma compra online no primeiro semestre de 2017, em relação ao mesmo período de 2016, cresceu 10,3% para 25,5 milhões de pessoas.

Em tempos de crise, o preço torna-se um fator ainda mais importante para a decisão de compras. Com isso, as já conhecidas vantagens oferecidas pelo comércio eletrônico, como preços baixos e informações sobre produtos, também contribuem para o aumento do mercado em geral e do m-commerce.

Com a presença de três importantes datas — Dia das Crianças, Black Friday e Natal —, a tendência é que o e-commerce acelere essa toada. O número de pedidos deverá sofrer um impulso forte e crescer 6,5% no ano (a taxa semestral foi de 3,9%).

Se no primeiro semestre de 2017 a alta de faturamento verificada foi de 7,5%, com R$21 bilhões, para o segundo semestre, há a expectativa de que esse percentual fique entre 12% e 15%. Com isso, a Ebit revisou para 10% a previsão anual, retomando os dois dígitos de crescimento de antes da crise econômica.

Artigo publicado anteriormente no E-commerce News.

O mercado de turismo online atingiu R$30 bilhões em 2016, alta de 73% desde 2012, crescimento médio de 15% ao ano. É o que aponta o relatório Webshoppers 36. A pesquisa entrevistou 5535 pessoas através de um formulário online entre os dias 1 e 28 de junho de 2017, a fim de traçar o perfil do consumo de turismo online no Brasil.

E-commerce fatura R$21 bilhões no primeiro semestre de 2017

Para a mensuração desse mercado e a realização da pesquisa, a Ebit e a Expedia® consideraram experiência em compras de passagens aéreas, reservas de hotéis, pacotes turísticos e outros serviços relacionados à uma Online Travel Agency (OTA).

A pesquisa aponta que, dentre os principais motivos de viagens estão 51,7% para férias, 19,5% para sair da rotina e 13,4% em viagens a trabalho. Ao total, 51,3% dos entrevistados utilizaram avião e mais de 86% declararam não ter viajado a trabalho. As porcentagens continuam sobre a ordem do processo online para reservar uma viagem, sendo que 17% dos consumidores definem primeiro o destino, seguido por 13,8% pesquisam voos, 13,3% pesquisam hotéis e 12% compara preços de voos e hotéis.

Um dado interessante, também revelado pelo Webshoppers 36, é que o mobile não é preferência em planejamento de viagens, uma vez que 60% dos consumidores utilizam desktop frente a apenas 15% que utilizam smartphones. As tarefas mais realizadas via celular ou tablet são 24% pesquisa de hotéis e definição de roteiro e 23% para definir destino. Esse comportamento, porém, tende a mudar.

“O relatório nos traz a perspectiva que os consumidores estão usando diferentes plataformas, como smartphones e tablets, para planejar suas viagens – desde comparação de preços a fechar reservas. Esta é uma tendência que se espera evoluir com o avanço da tecnologia e com a disseminação do uso de dispositivos móveis, que ganham cada vez mais status de principal computador pessoal”, afirmou Pedro Guasti, CEO da Ebit.

Segundo os entrevistados, os fatores apontados como mais relevantes para a escolha de um hotel foram “segurança”, “fácil acesso a transporte”, “pre­ço da estadia” e “localização”, com mais de 20% da preferên­cia em todos os quesitos. Além disso, os viajantes declaram que costumam economizar em “entretenimento”, “troca de carro” e “troca de celular” para viabilizar suas viagens.

“Em outubro de 2017 comemoramos cinco anos de operação no Brasil. Nesse tempo, acompanhamos a evolução do mercado eletrônico, principalmente no segmento de viagens. Com as agências de viagem online como a Expedia, os viajantes tem acesso a mais informações para fazer sua escolha. Dessa forma, o planejamento passa a ser mais transparente, econômico e simples para o consumidor”, afirma Carolina Piber, diretora executiva da Expedia para a América Latina.

Para consultar a 36ª edição do relatório Webshoppers, acesse o site: www.ebit.com.br/webshoppers

Veja também, os números divulgados sobre o mercado de E-commerce:

Os números do mercado de E-commerce

Webshoppers 36 traz um capítulo especial sobre Digital Commerce, que movimentou R$93,5 bi em 2016 e quase dobrou de tamanho em 4 anos

O e-commerce faturou R$21 bilhões no primeiro semestre de 2017, crescimento nominal de 7,5% ante o mesmo período de 2016, quando foram registrados R$19,6 bilhões. O número de pedidos aumentou 3,9%, de 48,5 milhões para 50,3 milhões, e o tíquete médio registrou expansão de 3,5%, passando de R$403 para R$418.

Os números são do relatório Webshoppers 36, divulgado nesta quarta-feira (23) pela Ebit.

Veja também:

Os números do mercado de E-commerce

De acordo com Pedro Guasti, CEO da Ebit, a economia brasileira deu seus primeiros sinais de reação na primeira metade de 2017, e isso refletiu positivamente no e-commerce.

“No primeiro semestre de 2016, no auge da crise política e econômica, o número de pedidos registrou queda pela primeira vez na história, retraindo 1,8%. Nos primeiros seis meses deste ano, além da recuperação do crescimento, o e-commerce ultrapassou pela primeira vez a barreira de 50 milhões de pedidos”, afirmou.

De acordo com o Webshoppers 36, uma das principais causas para o aumento dos pedidos foi a queda dos preços dos produtos comercializados online. O Índice FIPE Buscapé, que monitora a evolução dos valores cobrados no e-commerce, aponta para deflação de 5,38% nos últimos 12 meses encerrados em junho de 2017.

“Em condições favoráveis de mercado, o comportamento do índice é deflacionário, principalmente devido a sua composição e suas características”, explica.

O número de e-consumidores ativos registrou uma expressiva expansão de 10,3% no período, para 25,5 milhões. Para esse levantamento, a Ebit considera os consumidores que fizeram pelo menos uma compra no e-commerce no primeiro semestre de 2017.

Confira o desempenho das principais categorias no primeiro semestre de 2017:

Crescimento significativo do M-commerce e redução do frete grátis

O crescimento das vendas via smartphones e dispositivos móveis em patamares bem acima da média do mercado também foi um dos destaques do relatório Webshoppers 36. A expansão registrada no primeiro semestre de 2017 foi de 35,9% – nove vezes maior do que o volume de pedidos do mercado – registrando um share de 24,6% de todas as vendas do mercado.  

“O que mais impressiona é o crescimento de 56,2% de volume financeiro. Esse movimento deve-se à aproximação do valor do tíquete médio de compras via dispositivos móveis, que registrou aumento de 14,9% no período, se comparado ao mercado como um todo”, aponta André Dias, COO da Ebit.

Os players do e-commerce reduziram a oferta de frete grátis. Dados do relatório Webshoppers 36 apontam que, para o mercado em geral, houve uma redução de 42% para 38% no 2o trimestre deste ano se comparado com o mesmo período de 2016. Levando-se em conta apenas os dez maiores players, esse percentual reduz de 26%, para 18% do mesmo período do ano passado.

“O mercado definitivamente tem procurado manter o posicionamento na oferta de frete gratuito apenas para algumas categorias mais específicas de mercado ou quando o consumidor não tem urgência para receber o produto. Dessa forma, pode aguardar por um tempo maior de entrega ou ainda retirar os produtos em alguma loja física”, explica Dias.

Expectativas para o Segundo semestre

Para o segundo semestre de 2017, a perspectiva é que as três grandes datas do calendário do varejo – Dia das Crianças, Natal e, principalmente, Black Friday – impulsionem as vendas. Para este semestre, a Ebit espera um crescimento de 12% a 15%. Levando em conta os números deste primeiro semestre e a estimativa para o segundo, a Ebit prevê que o mercado volte a registar expansão de dois dígitos, atualizando para 10% a perspectiva de crescimento do mercado no acumulado do ano.

Digital Commerce

O relatório Webshoppers 36 traz um estudo inédito sobre o Digital Commerce, que agrega venda de produtos novos e usados de empresas para consumidores (B2C) e de consumidores para consumidores (C2C), além de serviços (Turismo e Ingressos). Esse mercado movimentou R$93,5 bilhões no ano passado.

De 2012 a 2016, o Digital Commerce apresentou crescimento nominal de 88% com crescimento médio anual (CAGR – Taxa Composta Anual de Crescimento, em português) de 17%. Neste mesmo período, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro apresentou um recuo de 3,9%. “Esse crescimento mostra o dinamismo e o potencial do comércio eletrônico nacional”, afirma Pedro Guasti.

Para consultar a 36ª edição do relatório Webshoppers, acesse o site: Ebit.com.br/webshoppers

Crescimento foi de 8,7% na comparação ao mesmo período de 2016; Smartphone foi o produto mais comprado no comércio eletrônico

O Dia dos Pais 2017, celebrado no último domingo (13), movimentou R$1,94 bilhão no e-commerce, alta de 10,1% ante aos R$1,76 bilhão registrados no ano passado.

O número de pedidos expandiu 5,1%, de 4 milhões para 4,2 milhões, enquanto o tíquete médio foi de R$462, alta de 4,7% na comparação com o mesmo período do ano passado. Os dados são da Ebit,referência  em informação sobre o comércio eletrônico brasileiro.

“Assim como nos principais eventos do primeiro semestre – Dia das Mães e Dia dos Namorados – o e-commerce registrou um desempenho muito positivo no Dia dos Pais. Por ser a primeira do segundo semestre, a data é um excelente termômetro para as vendas no restante do ano. Depois deste resultado, nossa expectativa é de Dia das Crianças, Natal e, principalmente, Black Friday também registrem um faturamento robusto”, afirma Pedro Guasti, CEO da Ebit.

O monitoramento da Ebit considerou as vendas realizadas no comércio eletrônico entre os dias 29 de julho e 12 de agosto.

Confira abaixo as cinco categorias mais vendidas:

O e-commerce no Dia dos Pais de 2015 a 2017

Veja mais números do e-commerce brasileiro:

Os números do mercado de E-commerce