Tags Posts tagged with "métricas"

métricas

Pensar nas métricas que realmente trazem resultados para seu negócio é fundamental para desenvolver uma boa estratégia nas mídias sociais. Para isso, é importante ter em mente o que chamamos do Funil das Mídias Sociais.


Por . Muitas empresas utilizam as redes sociais para gerar negócios, porém muitas delas acabam não pensando no meio do processo. Devido a isso, essas empresas acabam definindo métricas que não medem efetivamente a geração de oportunidades de negócios nesse canal – são as chamadas métricas de vaidade.

É muito comum encontrar empresas focando no número de curtidas, compartilhamentos e comentários das publicações e esquecendo que o engajamento de nada adianta se não houver a geração de oportunidades de negócio.

Note, não estou falando que essas métricas não devem ser acompanhadas. Sim, elas devem ser monitoradas pois, indiretamente, ajudam no alcance que a sua publicação terá.

Publicações com mais curtidas, comentários e compartilhamentos são entendidas pelas redes sociais como conteúdos de qualidade e por isso as redes sociais dão destaque para elas.

Porém, o enfoque deve ser em métricas que podemos chamar de diretas, ou seja, que mostram o interesse da audiência em continuar interagindo com a sua empresa.

Para isso, é importante ter em mente o que chamamos do Funil das Mídias Sociais.

Funil-das-Midias-Sociais-etpas

1- Impressões

A primeira etapa do funil das mídias sociais representa o número de vezes que a sua publicação foi vista. Impressão é diferente de alcance, pois este representa o número de pessoas que viram sua publicação. Considerando que uma pessoa pode ver mais de uma vez sua publicação, o número de impressões sempre vai ser igual ou maior que o tamanho do alcance das suas publicações.

Sempre procure otimizar suas publicações para que elas sejam vistas cada vez mais vezes pela sua audiência. Algumas variáveis controláveis podem aumentar as impressões da sua página e, consequentemente, aumentar o topo do seu funil.

Uma dessas variáveis é o horário. Saber em quais horários o maior número de pessoas da sua audiência está online é essencial para aumentar as impressões de uma publicação.

No Facebook, por exemplo, existe uma maneira bem fácil de saber os picos de audiência da sua página.

Primeiramente, clique em Informações no topo da página inicial da sua empresa:

Fan-Page-da-Resultados-Digitais-Facebook

Depois, você deve clicar em Publicações na lateral esquerda da página:

Funil-das-Midias-Sociais-Facebook

Agora, você deverá ver um gráfico como este:

Grafico-de-estatisticas-do-Facebook

A partir desse gráfico, é possível relacionar os horários com os picos de audiência. Utilize esse gráfico para definir os melhores horários para suas postagens.

Tipos de publicações diferentes também apresentam médias de impressões diferentes. Para isso, é importante conhecer o comportamento da sua audiência. No ano de 2016, começamos a diversificar nossas publicações e adotamos um tipo de publicação que chamamos de fotos motivacionais.

Essas publicações (como o exemplo abaixo) foram bastante efetivas para a página da Resultados Digitais porque tiveram uma média de impressões 3 vezes maior que os outros tipos de publicações. Isso faz o Facebook entender que a página é relevante para as pessoas e começa a mostrar as publicações em geral com mais frequência do que antes.

Em resumo, procure diversificar as suas publicações e entender qual delas é melhor recebida pela sua audiência. Inclua em seu calendário de Mídias Sociais as publicações com uma boa média de impressões, pois isso irá potencializar o resultado das demais.

2- Cliques

Essa é uma métrica muito importante para medir o desempenho das suas postagens, afinal, o objetivo que compete somente à gestão de mídias sociais de uma empresa é gerar tráfego para outros canais específicos de geração de oportunidades de negócio. Em outras palavras, você deve otimizar ao máximo suas postagens para que sua audiência clique cada vez mais nelas e, posteriormente, seja convertida em Leads.

Assim como nas impressões, existem variáveis controláveis que tornam suas publicações mais atrativas e otimizadas para cliques.

Uma dessas variáveis é o tipo de foto utilizada. Na Resultados Digitais, temos 3 grandes classificações: foto sem rosto, fotos com rosto e ilustrações. Para nossa realidade, entendemos que as fotos com rosto podem despertar uma certa empatia e um apelo emocional na audiência, enquanto que as ilustrações oferecem a possibilidade de colocar Call-to-action. Despertar a atenção e curiosidade da audiência é fundamental para que as pessoas cliquem no conteúdo.

Também nos atentamos ao tamanho da foto utilizada. No Facebook, por exemplo, é possível postar fotos grandes e fotos pequenas (veja mais nesse infográfico com os tamanhos de imagens para as redes sociais). Na nossa página, as publicações com imagens grandes têm, em média, 35% mais cliques do que publicações com imagens pequenas.

Publicação com imagem pequena:

Publicação com imagem grande:

No LinkedIn, o tamanho da imagem também influencia no número de cliques de uma publicação. Porém, existe uma peculiaridade ao configurar o tamanho da foto de uma publicação nessa rede social. Quando você insere o link do conteúdo, a foto que será carregada será uma de tamanho pequeno e terá o link “embedado” (incorporado) nela.

Para carregar uma foto grande, você deve anexar do seu próprio dispositivo. Entretanto, essa foto não terá o link embedado nela. Em muitos casos vale a pena utilizar uma foto grande (sem o link embedado) e colocar o link ao lado da descrição, visto que a média de cliques é o dobro daquela de uma publicação com imagem pequena.

Outra variável que impacta o número de cliques é a chamada da publicação. É com este recurso que você conseguirá ou não despertar o interesse da audiência em ler o conteúdo. De forma geral, algumas dicas que damos para você melhorar a chamada das suas publicações são:

  • Utilize perguntas como forma de induzir a audiência a procurar as respostas no conteúdo publicado;
  • Utilize uma linguagem pessoal para a audiência saber que quem está do outro lado não é um robô e sim um outro ser humano. Para ajudar nisso, utilize o termo “você”, pois ele passa a impressão de que você está falando diretamente com a pessoa.

Uma chamada também pode possuir ou não o link do conteúdo. Nesta questão, assim como em todas as outras, é preciso entender e adaptar ao máximo de acordo com a rede social. No Facebook, por exemplo, nossas publicações que possuem links têm uma média de cliques 123% menor que a média de cliques em publicações sem o link nas chamadas.

3- Conversões

O número de conversões de visitantes em oportunidades de negócio deve ser a sua principal métrica a ser acompanhada neste processo. Apesar da conversão não depender única e exclusivamente do trabalho feito em mídias sociais, ela é uma métrica que mostra a efetividade do canal, ou seja, a quantidade dos seus Leads que foram gerados pela mídias sociais.

Hoje, na Resultados Digitais, 5% de todos os nossos Leads são gerados via mídias sociais. Nosso processo de análise vem avançando bastante e hoje conseguimos medir exatamente quantos Leads foram gerados em cada publicação. Para isso, utilizamos parâmetros em todas as nossas publicações. Isso permite o rastreamento de cada publicação no Google Analytics. Saiba mais neste post.

Apesar de não parecer, é possível otimizar suas publicações nas redes sociais para a conversão. Trabalhar a chamada da publicação é a chave para isso. O grande segredo é pensar cuidadosamente nesta variável da publicação para que ela mostre o real valor do conteúdo. A sua audiência só irá clicar na publicação se ela entender que o conteúdo pode resolver algum dos seus problemas.

Resumindo

Pensar nas métricas que realmente trazem resultados para seu negócio é fundamental para desenvolver uma boa estratégia nas mídias sociais. Existem diversas variáveis que podem ser alteradas nas suas publicações e que trarão resultados em cada uma das etapas do funil das mídias sociais.

Por fim, lembre-se que encontrar as taxas de conversão do seu funil é uma boa prática, mas essas taxas devem ser interpretadas com base no contexto do seu mercado e da sua empresa.

Publicado no Blog da Resultados Digitais.

O principal desafio de pequenos e-commerces é garantir o crescimento do negócio e a satisfação do cliente. Em busca desses objetivos, muitas questões passam pela mente do empreendedor: Como melhorar a experiência do usuário? Como ter um site melhor? E como definir estratégias que aumentem o número de vendas e, consequentemente, a receita da loja?

Para garantir a expansão do negócio só há uma maneira: investir em pesquisa e planejamento, e isso inclui a análise de diversos dados para ter insights relevantes e assertivos. Felizmente há uma maneira rápida de alcançar isso. Por meio das metas SMART.

Metas SMART: o que são e para que servem

O primeiro passo é entender o que são as metas SMART.

SMART-goals-768x331

Como mostra a imagem acima, SMART é a sigla de Specific (específica), Measurable (mensurável), Attainable (alcançável), Relevant (relevante) e Time based (temporal). As metas SMART, também conhecidas como metas inteligentes, servem para definir os objetivos do negócio concentrando-se na obtenção de resultados, ou seja, ajudam a tornar as metas alcançáveis e realistas.

Pode parecer algo óbvio se pensarmos que todo objetivo visa um resultado, mas, na gestão de uma loja virtual, a definição de uma métrica ou objetivo errado pode causar sérios prejuízos na análise dos resultados e, consequentemente, na conversão de clientes. Por isso é tão importante definir as metas certas, que ajudem a alcançar o sucesso do negócio.

Como aplicar as metas smart no planejamento estratégico do seu e-commerce

Conheça detalhadamente cada objetivo SMART e saiba como inclui-los no planejamento estratégico do seu e-commerce:

Metas SMART – Específico (“S” specific)

Defina um objetivo quantificável para o seu site, como: aumentar o número de leads qualificados em 15%, melhorar a taxa de conversão em 5% e melhorar a satisfação do cliente em 10%.

A análise da taxa de conversão costuma ser uma das mais importantes, pois mede o verdadeiro desempenho do site. Andrew Kucheriavy, CEO e cofundador da Intechnic, empresa especializada em soluções web para e-commerce, afirma que prefere a definição de objetivos relativos (10% mais leads) ao invés de números absolutos (como 1000 leads), pois isso também mede o desempenho do site, independentemente de flutuações no tráfego.

Metas SMART – Mensurável (“M” measurable)

Estabeleça critérios concretos para medir o progresso de cada objetivo. Os principais métodos de medição são o acompanhando de leads por meio da sua plataforma de envio de e-mails, acompanhando da taxa de conversão (o Google Analytics pode ajudar nisso) e pesquisas com clientes antes e depois de mudanças no design do seu site.

Não há como fugir dessa análise: se você não acompanhar o desempenho de cada métrica, não saberá como está o desempenho do seu e-commerce. É como trabalhar no escuro.

Metas SMART – Atingível (“A” attainable)

Não adianta definir objetivos muito baixos ou impossíveis. Para que o seu e-commerce cresça de maneira contínua e progressiva é preciso estabelecer metas reais, que sejam possíveis de atingir. Aumentar o número de leads de 0 para 100.000, por exemplo, é uma meta real? E quais ações vai desenvolver para que esses leads sejam qualificados?

Para definir metas tangíveis, compare o desempenho atual do seu site, analise se os seus objetivos realmente podem ser atingidos e, o mais importante, reflita sobre como você pode agir para alcançar isso.

Segundo Kucheriavy, as médias do mercado sugerem que é possível aumentar a taxa de conversão em 5% apenas apresentando fotos de melhor qualidade dos produtos, vídeos e depoimentos de clientes. Um adicional de 10% pode ser conquistado por meio de publicidade paga e SEO para aumentar o tráfego. Além disso, testes de usabilidade sugerem que o uso de user experience design (UX) para melhorias no site pode resultar no aumento da satisfação do cliente em 10% ou mais.

Metas SMART – Relevante (“R” relevante)

Pare e pense: por que determinada meta é importante para o seu negócio? Em que vai ajudar a alcançar a visão e missão da empresa? Ela está de acordo com as necessidades da empresa e dos clientes?

Para obter essas respostas, é importante analisar se cada meta é consistente com os outros objetivos que você estabeleceu a curto e longo prazo. Por exemplo, o aumento de 5% nas vendas da sua loja virtual está alinhado com a meta da empresa de aumentar a receita em 10% no próximo ano?

Como você viu, o ponto chave aqui é analisar a relevância dos seus objetivos de acordo com o todo. Por isso é tão importante definir metas reais, que sejam fundamentais para o crescimento do seu e-commerce, e constantemente acompanhá-las.

Metas SMART – Temporal (“T” time based)

Defina prazos para as suas metas, assim você terá um alvo claro para trabalhar. Mas, lembre-se: o prazo também precisa ser realista, ou seja, deve ser determinado por um período em que seja possível alcançá-las.

“O aumento de 20% em leads provenientes do seu site vai começar com o percentual inicial de 10%, resultante de melhorias que você pode realizar no design do site em 6 meses, contando a partir de agora. Os outros 10% serão resultado do tráfego adicional para o site através de publicidade paga e SEO, que vai demorar pelo menos mais seis meses para produzir resultados desejáveis”, explica Kucheriavy.

Como você pode ver, a elaboração de um calendário é fundamental para atingir seus objetivos, mas é essencial que os prazos sejam condizentes com a realidade. No exemplo dado por Kucheriavy, é preciso levar em conta não só o tempo que vai demorar para redesenhar o site, mas também levar em consideração que o resultado de algumas ações, como SEO, pode não ser imediato.

Objetivo smart: definir metas assertivas é o que realmente importa

Todos os tópicos que garantem a eficiência das metas SMART envolvem a definição das principais tarefas do dia a dia para acompanhar o progresso da empresa e chegar ao objetivo final.

Na gestão de um pequeno e-commerce, muitas vezes é preciso lidar com recursos escassos, tanto de mão de obra quanto de investimento, tornando o desafio do crescimento ainda maior. No entanto, vale lembrar que nenhum império se ergueu sozinho, todo grande negócio teve um começo muitas vezes modesto, que exigiu inovação, criatividade e um olhar perspicaz para alçar o crescimento.

Para implementar as metas SMART em seu negócio:

– Defina as suas principais metas.
– Determine as tarefas que precisará realizar para alcançar essas metas.
– Alcance seu objetivo.

keep-calm-and-make-smart-goals
“Mantenha a calma e faça metas inteligentes”.

Coloque esses passos em prática e siga confiante rumo aos seus objetivos. Aproveite e deixe um comentário contando as principais dificuldades e alegrias que você enfrenta no dia a dia do seu empreendimento. Compartilhe suas experiências!

Texto publicado anteriormente no Mandaê Blog.

Um dos objetivos do novo marketing é levar praticidade e não incomodar as pessoas. Mesmo assim, muitos sites ainda possuem elementos que não agradam a maioria dos visitantes. Por que será que isso acontece?

Talvez porque alguns donos de sites não têm experiência ou estão começando seu próprio negócio sem muito conhecimento no meio digital, mesmo tratando-se de um e-commerce. É importante levar uma experiência enriquecedora para os visitantes do seu site, pois se isso não acontecer, pode causar abandono, baixa taxa de conversão e até má reputação.

Veja 6 problemas que definitivamente seu site não deve ter:

1- Carregamento lento da página

Atualmente tudo está acontecendo muito rápido e esperar por algo gera impaciência. É o que acontece, por exemplo, quando um visitante espera carregar seu site. Estudos da Kissmetrics já constataram que 47% dos consumidores esperam uma página web carregar por 2 segundos ou menos e 40% abandonam o site quando leva mais de 3 segundos para carregar.

O tempo de carregamento da página pode ser impactado pelo tamanho das imagens, códigos, vídeos e outros fatores. Se você não quer que haja desistências, otimize seu site.

Aprenda como deixar seu e-commerce mais rápido

2- Navegação difícil

Quando alguém cair em seu site a pessoa vai saber o que fazer? Onde ir? Quais serão os próximos passos?

Embora isso pareça óbvio, ainda há muitos sites que perdem leads e vendas porque suas Call-to-Action foram mal escritas ou simplesmente não forneceu qualquer direção para que os visitantes encontrassem o que buscavam.

É necessário informar de forma clara o que você quer que seus visitantes façam.

6 dicas de design para loja virtual

3- Conteúdos com reprodução automática

Imagina você acessando um site no trabalho e, de repente, a página começa a tocar uma música alta. Não é legal né? Embora algumas redes sociais, como o Facebook, possuam vídeos com autoplay, note que elas estarão sempre no mudo, ao menos que os usuários escolham liberar o áudio.

Animações, vídeos de reprodução automática, anúncios piscando, entre outros, são intrusivos e podem prejudicar o foco do visitante.

4- Falta de clareza sobre o negócio

É frustrante visitar um site e não ter uma noção clara do que a empresa faz e pode oferecer. Os melhores sites explicam claramente quem são, o que fazem e/ou o que você pode fazer lá.

A maioria das empresas ainda precisam responder essas perguntas para que os visitantes saibam que estão no “lugar certo”. Não os façam pensar, se não der para identificar quem você é dentro de segundos, eles vão embora.

5- Falta de blog

Se você não tem um blog, está perdendo grandes oportunidades de fornecer informações valiosas a seus visitantes (também está perdendo oportunidades de classificação).

Os consumidores estão acostumados a pesquisar muito sobre alguma empresa antes de tomar decisões. Se encontrarem respostas para suas perguntas em artigos no blog da própria empresa, eles estão mais propensos a confiar no que você tem a dizer e entrar em contato.

Como criar um blog com o WordPress em 5 etapas simples

6- Ausência de botões de compartilhamento nas redes sociais

Se seu site produz conteúdos interessantes, então provavelmente as pessoas vão querer compartilhar em suas redes sociais. Como já falei aqui, as pessoas buscam praticidade, por esse motivo se elas olham o botão de compartilhamento, aumentam as chances do seu conteúdo ser compartilhado e divulgado para outras pessoas.

Assim, você terá mais visibilidade, o que significa mais tráfego do site, uma melhor classificação do Search Engine, e mais oportunidades.

O estudo “As métricas ocultas da entregabilidade” traz ainda uma ampla análise desses indicadores, dividida por 28 setores da indústria

O sucesso de uma campanha de e-mail marketing não depende apenas de uma oferta atrativa, seja de produto ou serviço. Antes de apertar o botão “enviar” é importante que os profissionais de marketing se aprofundem em métricas “ocultas” do e-mail marketing, como taxas de leitura, encaminhamento, reclamação, entre outras.

Esses dados são fundamentais para entender o engajamento dos consumidores – e ainda são utilizados pelos provedores de e-mail para determinar quais mensagens chegam à caixa de entrada. Trata-se de uma excelente oportunidade para que executivos do setor obtenham vantagens competitivas ao complementar métricas básicas e tradicionais, como taxa de abertura e click-throughs.

Os principais provedores de e-mail como Microsoft, Google e Yahoo! estão considerando cada vez mais o engajamento para decidir quais e-mails devem ser entregues na caixa de entrada.

Existe uma grande oportunidade, pois muitos profissionais de marketing ainda não estão analisando estas métricas, que podem ter um impacto significativo na entregabilidade, além de oferecer informações valiosas para aumentar o engajamento.

Ciente deste cenário, a Return Path lançou o estudo As métricas ocultas da entregabilidade de e-mails, que não só apontam quais são os indicadores que todo profissional de e-mail marketing deveria analisar, como também explicam o que eles significam e por que são importantes.

Neste material também estão listados os benchmarks de 28 setores da indústria, para que as marcas saibam como os seus consumidores se engajam com concorrentes. Com base nos dados do material, é possível identificar oportunidades de melhoria nas campanhas e, consequentemente, melhorar os índices de entregabilidade e o retorno sobre investimento da área deste canal.

Confira abaixo as principais conclusões do estudo “As métricas ocultas da entregabilidade de e-mails”. O arquivo completo está disponível para download no site da Return Path. As conclusões têm como base mais de 3,5 bilhões de e-mails comerciais recebidos em 2015.

Afinidade – Os consumidores estão mais propensos a ler e-mails de marcas com as quais tenham contas. Bancos, seguros e outros setores dentro de serviços foram os que atingiram as maiores taxas de leitura em 2015.
Na lixeira – E-mails com temas relacionados a animais de estimação, material de escritório e empresas de presentes, como flores, são os mais propensos a serem excluídos sem leitura, um sinal claro de baixo engajamento e/ou excesso de e-mails enviados.
Menos é mais – As reclamações (marcação de mensagens como spam) apresentaram uma alta em diversas indústrias no último trimestre do ano, indicando que os consumidores, talvez, não aprovem o aumento no volume de e-mails promocionais durante o período das festas de fim de ano.

Sete métricas que todo profissional de e-mail marketing deveria rastrear, de acordo com os especialistas:

Indicadores POSITIVOS das mensagens

O que significa

Indústria com maior índice

Índice dessa indústria

lidas

o destinatário quer receber sua mensagem

Serviços públicos

47%

respondidas

a mensagem é desejada e, provavelmente, de natureza pessoal

Telecomunicações

1,49%

encaminhadas

o destinatário gostou da mensagem e outras pessoas podem se interessar também

Serviços públicos

0,47%

marcadas como “não spam”

forte sinal para os provedores de que e-mails daquele destinatário devem chegar no inbox

Seguros

0,10%

 

Indicadores NEGATIVOS das mensagens

O que significa

Índústria com maior índice

Índice dessa indústria

deletadas antes da leitura

a mensagem não é relevante para o destinatário

Materiais p/ escritório

14%

entrega em pasta de “spam” ou lixo

O provedor utiliza filtros que indicam que a mensagem é indesejada

Automotiva

29%

marcadas pelo usuário como “spam”

o destinatário indica que não quer receber a mensagem

Telecomunicações

0,98%

Você está executando a sua estratégia de Inbound Marketing, isso é ótimo. Mas você sabe se ela está funcionando?

Use essas 7 métricas principais para medir e aprender o que funciona, qual tipo de conteúdo obtém os melhores resultados, os links mais valiosos, os novos cadastros de usuários – e começar a medir o seu impacto.

Aqui estão as métricas.

1- Número de domínios referência com “Dofollow

Quanto mais domínios referenciando o seu site, maior o tráfego para ele. Se, além disso, as referências são “dofollow” (que não possuem a tag “nofollow” e permitem a indexação dos buscadores), isso ainda vai contar no Google para melhorar o seu SEO nos rankings de busca.

Existem muitas ferramentas para ajudar a controlar isso, com o ahrefs.com, e moz.com.

2- Número de links internos

Quando mais páginas com links, maiores as chances para os potenciais clientes encontrarem e visitarem mais páginas suas durante a visita em sua página.

Além disso, isso também vai aumentar o tempo de permanência e diminuir taxa de rejeição, dois ótimos indicadores para melhorar o seu SEO.

3- Ranking de resultados de busca

Verifique o seu ranking nos buscadores para suas páginas publicadas e blog. Faça isso semanalmente e veja como você está progredindo.

Você pode usar o Rank Tracker do Moz para isso.

4- Ranking de palavras-chave

Verifique o seu ranking nos buscadores para suas palavras-chave principais. Faça isso semanalmente e veja como você está melhorando aos poucos.

5- Número de leads gerados

Seu conteúdo se destina a capturar e-mails para que você possa nutrir e criar confiança em potenciais clientes com conteúdo no futuro.

Meça o quão bem você está tendo sucesso em capturar novos assinantes de e-mails em seu site.

6- Número de signups diretos

Ao passo que você constrói confiança, os seus potenciais clientes começam a ter um interesse em testar o seu produto.

Isso significa que as pessoas começam a clicar através do seu blog para a página de destino real do produto. Essas são as pessoas demonstrando o seu interesse pelo seu produto.

Meça o quão bem você está tendo sucesso em levar as pessoas a clicarem nas suas páginas através do seu conteúdo.

7- Número de ações sociais

O compartilhamento social estende o seu alcance e ajuda as pessoas a encontrarem o seu conteúdo.

De acordo com Neil Patel, o social é o novo SEO,
porque as próprias redes sociais funcionam
como motores de busca poderosos.

Meça cada postagem do seu blog

É importante acompanhar os resultados para cada post. Isso vai ajudar você a entender que tipo de conteúdo ressoa com o seu público e obtém o melhor resultado.

Você pode começar simplesmente criando uma planilha com as seguintes colunas, e atualizá-lo a cada semana:

• Hora de publicação e autor.
• Título.
• Número de domínios referência – com dofollow.
• Inbound.
• Número de Inbound
• Ranking da página.
• Ranking de palavras-chave.
• Número de leads.
• Número de signups.
• Quantidade de ações sociais.

Este artigo foi adaptado do original, “7 Must Track Metrics for your Inbound Marketing”, do Popcorn Metrics. Publicado anteriormente no LinkedIn.

Google Analytics: Configure corretamente e descubra se sua loja virtual está bem de verdade (Bônus: Enhanced Ecommerce)

Depois de muito tempo eu aprendi que dizer que uma loja virtual está indo bem baseado apenas no número de vendas é tão ingênuo quanto dizer que seu carro está perfeito só por que ele está andando.

Se as pastilhas de freio estiverem carcomidas e você não fizer nada uma hora você vai beijar o volante.

O Google Analytics é uma ferramenta gratuita que dá informações valiosas sobre as visitas e visitantes de um site ou loja virtual.

As informações vão das mais básicas, como número total de visitas, até as mais avançadas, como número de pessoas que colocaram produtos no carrinho e não compraram.

Isso significa que você pode até estar vendendo, mas o GA vai te dizer se você está vendendo como deveria. Não é o mesmo que te impedir de beijar o volante, mas é quase.

Nesse post eu vou te ajudar a dar o primeiríssimo passo: configurar o Google Analytics para receber corretamente informações para gerenciar sua loja virtual.

Parece algo idiota a se ensinar, mas é muito comum as pessoas deixarem passar batido configurações básicas que sem elas não é possível saber se a loja está indo bem ou mal.

Criando uma conta

Quando você entrar na página inicial do GA terá que fazer login usando uma conta Google, ou seja usando seu e-mail Gmail ou Google Apps.

Supondo que você nunca se aventurou usando o GA a página que ele te mostrará será parecida com a de baixo.

Captura-de-Tela-2015-11-19-às-19.49.281

Clique no botão grandaralhão escrito “Sign up“.

Preencha os campos de acordo com os ensinamentos do Mestre Yoda:

• Nome da Conta é o nome da sua conta. Preencha com o nome da sua marca ou empresa. A ideia é que se você tiver um site, um blog e um e-commerce para uma determinada marca/empresa tudo ficará “de baixo” dessa conta. Eu vou preencher Marca X;
• Nome do website é o nome do projeto, exemplo se é um site pode ser Site da Marca X, se for um blog pode ser Blog da Marca X ou se for um e-commerce Loja Virtual Marca X. Se você tem os 3 projetos se preocupe primeiro com um, posteriormente você pode criar a conta dos outros;
• URL do website é o link do projeto, exemplo http://marcax.com.br/;
• Categoria do setor a categoria que seu negócio está inserido. Se você não preencher ou preencher errado não afetará em nada nos resultados. Esse campo é usado apenas para o GA te dar dicas voltadas para sua área de atuação.
• Fuso horário dos relatórios é o fuso horário de onde você mora.

Depois de preencher tudo e aceitar os temos de uso você receberá seu Tracking ID. Esse é o número de sua conta que deve ser configurada na plataforma.

tracking-id

Você verá nessa mesma página que o GA dá o código Javascript para ser inserido em todas as páginas do seu e-commerce. Todas as plataformas já o colocam automaticamente, então basta você informar o Traking ID (destacado na imagem acima) que a plataforma fará todo o resto.

Exemplo: Informando código do GA no Magento
Exemplo: Informando código do GA no Magento

Configurações básicas da propriedade

administrador

Sempre que quiser editar alguma configuração da sua conta você irá clicar no menu Administrador (circulado na imagem acima).

O que vamos editar agora é a vista da propriedade da sua conta (onde a seta vermelha está apontando).

Clique em Visualizar configurações.

As configurações padrão nunca vem otimizadas. Algumas eu até me pergunto por que pois são tão importantes que na minha opinião deveriam vir já pré-configurado. Vai entender né? ¯\_(ツ)_/¯

Nessa página você irá editar os seguintes campos:

• Moeda exibida como
Selecione Real Brasileiro;
• Filtragem de bots
Marque a opção;
• Acompanhamento da pesquisa no site
Ative a opção e informe o parâmetro de consulta. Aí depende da plataforma, mas é fácil identificar. Faça uma busca na sua loja e olhe o link que se forma. Na minha eu busquei por “camisa” e o link que se formou foi: http://marcax.com.br/catalogsearch/result/?q=camisa

Logo, eu informei como parâmetro da consulta a letra “q”.

• Eliminar os parâmetros de consulta da URL
Se essa opção não estiver marcada cada resultado de busca será contado como um link diferente e isso só é bom em casos muito específicos. Se for o seu mantenha desmarcado, mas eu aconselho sempre marcar.

O que fizemos aqui foi dizer ao GA qual será a moeda que ele contabilizará os valores de conversão e como ele descobrirá as palavras-chave usando na busca interna da sua loja.

Esse último será de grande valor pois você terá informações importantes como Canais ou Regiões de quem busca por uma determinada palavra chave.

Configurando o Google Analytics para receber informações de compra ou “Olha como o Enhanced Ecommerce é lindo”

Nota: A partir daqui as configurações serão um pouco mais avançadas e exigirão que a sua plataforma envie ao GA vários dados específicos. Caso a sua não faça isso eu apresento no final do post uma alternativa.

Ainda no menu da vista da propriedade, clique em Configurações de comércio eletrônico.

Em Status marque “Ativado” e passe para a próxima etapa.

O campo Ativar relatórios avançados de comércio eletrônico é a parte polêmica dessa configuração. Sua plataforma precisa implementar o que o GA chama de Enhanced Ecommerce. Sem ele não vai adiantar habilitar essa opção.

Depois de ativar, na parte de Etapas do Funil você deve configurar de acordo com que a sua plataforma manda. Nas lojas que fazemos aqui na Bleez, as configurações ficam assim:

Captura-de-Tela-2015-11-23-às-16.04.37

O que você verá ao habilitar essas configurações?

Para ver o resultado das configurações você deverá esperar pelo menos 24 horas para o GA colher dados. Depois vá a parte de relatórios e no menu do lado esquerdo clique em Conversões > Comércio Eletrônico > Análise de compras > Comportamento do checkout.

Você verá um relatório parecido com esse:

Captura-de-Tela-2015-11-24-às-13.34.111

Esses são exatamente os mesmos passos que cadastrei lá em Etapas do Funil.

Ele me diz as visitas que avançaram em cada seção do meu checkout, ou seja, quem caiu no carrinho (coluna 1), avançou para preencher seus dados pessoais (coluna 2), depois informou seu endereço e selecionou o frete (coluna 3), em seguida selecionou a forma de pagamento (coluna 4) e finalmente concluiu a compra (coluna 5) ou quem desistiu em cada etapa (as áreas abaixo das setas vermelhas).

Como nem toda plataforma tem checkouts parecidos esse relatório pode mudar. E para ele funcionar corretamente é imprescindível que você o configure corretamente como expliquei anteriormente. Se você não souber como devem ser cadastrado fale com o suporte de sua plataforma.

Uma das coisas mais legais desse relatório é a possibilidade de clicar em uma das setas vermelhas e criar seguimentos.

Captura-de-Tela-2015-11-24-às-13.46.12-258x300

Isso significa que você pode mandar o GA exibir, por exemplo, dados apenas de quem adicionou produto no carrinho e não comprou.

Daí você começa a investigar. Quais são as fontes de tráfego ou campanhas que estão trazendo essas personae non gratae? Você está gastando quanto pra trazer elas a sua loja? Quais os produtos que elas mais visualizam?

Além disso ao implementar o Enhanced Ecommerce você tem relatórios que dão outro post só sobre eles. Mas toma uma palinha do que você terá em mãos:

• Comportamento de compra completa. Das visitas totais quantas visualizaram um produto, dessas quantas colocaram produto no carrinho, dessas quanta foram ao checkout e dessas quantas concluíram?
• Desempenho do produto. Quais produtos mais visualizados? Qual a taxa de adição ao carrinho em relação às visualizações? Qual a taxa de compra em relação às visualizações?
• Desempenho de vendas. Quais foram os maiores pedidos que você teve?
• Desempenho da lista de produtos. Desempenho das categorias dos produtos. Quais categorias mais tiveram vendas?

Pesquisa no site

Também configuramos o parâmetro de pesquisa no site.

Para ver os resultados vá em Comportamento > Pesquisa interna. Lá possui 4 relatórios que te dará uma noção dos resultados que as buscas na sua loja está dando.

Por exemplo, no menu Utilização tem informações de visitas e receita gerada a partir de pessoas que buscaram e que não buscaram na loja.

Já em Termos de pesquisa tem todas as palavras-chave procuradas junto com outras informações relevantes como o tempo de navegação após a pesquisa ter sido realizada.

Também dá um outro post completo só sobre esse assunto.

Não vá se perder

Eu sei que é fácil olhar para os relatórios e ficar perdido sem saber o que fazer com tanta informação. Mas fique calmo e não se desespere.

O GA é meio que um Mestre dos Magos da Era Moderna. Para você obter as respostas certas precisa fazer as perguntas certas.

Não me pergunte qual é a do ventilador lá atrás por que eu não sei
Não me pergunte qual é a do ventilador lá atrás por que eu não sei

O que quero dizer é que antes de você olhar, por exemplo, para o relatório de pesquisas no site você deve estar se fazendo pelo menos uma dessas perguntas:

As pessoas estão buscando por algo na minha loja?
Elas estão encontrando o que procuram?
Depois que encontram os resultados elas compra?
Quanto tempo elas passam navegando depois que fazem uma busca?

E etc, etc, etc…

Mais importante que fazer a pergunta certa é tomar alguma atitude a partir das informações que o GA vai te dar. Ou seja, se você não tem perguntas é por que não está atrás de melhorar nada, logo não tem por que se preocupar com esse relatório.

Portanto se você não tem perguntas comece a fazê-las ou desencane e seja feliz. 🙂

Alternativa ao Enhanced Ecommerce: Metas e Funis

O GA é tão legal que te permite definir objetivos estratégicos. Ele chama isso de Metas.

Basicamente as Metas são qualquer resultado que você deseja alcançar em relação a métricas. Pode ser receber uma ou mais visitas à uma página, pode ser receber cliques em um banner ou pode ser receber visitas que duram mais de 1 minuto navegando.

A sua Meta depende exatamente da sua… Meta.

No nosso caso, um e-commerce, uma das Metas é o visitante finalizar uma compra.

Geralmente as páginas de compra tem uma URL, por exemplo, http://marcax.com.br/finalizar-compra/sucesso/. Logo vamos dizer para o Google Analytics que a nossa meta é receber visitas na página /finalizar-compra/sucesso/.

Então siga o caminho das pedras: Vá no já conhecido menu Administrador e na Vista da propriedade clique em Metas.

Depois de clicar no botão Nova Meta você terá de colocar o nome da meta e dizer ao GA qual é a sua meta.

No primeiro passo selecione Personalizado e avance.

No segundo informe o nome e depois escolha Destino.

No terceiro passo o destino deve ser igual ao endereço da sua página de sucesso. No meu caso eu preenchi com /finalizar-compra/sucesso/.

Até aqui já temos o que precisamos para criar nossa Meta, mas se pararmos aqui vamos perder o mais legal que são os Funis.

Um Funil te dá passo a passo ate a finalização da compra. A visão que o GA te dará será parecida com essa:

Imagem gentilmente cedida pelo Google Images por que não tenho nenhum funil de checkout configurado aqui :(
Imagem gentilmente cedida pelo Google Images por que não tenho nenhum funil de checkout configurado aqui :(

O último quadrado do seu Funil será sua Meta. E acima são todos os passos que os visitantes seguiram até atingir a meta com números de quem prosseguiu e quem abandonou.

“Como eu crio isso?”

Parecido como criamos Metas, usando URLs.

Vamos imaginar que cada passo até o fim da compra tem uma página diferente:

• Carrinho: /finalizar-compra/carrinho
• Login: /finalizar-compra/login
• Pagamento: /finalizar-compra/pagamento

Então ative a opção funil e crie as etapas de acordo com as URLs dos passos que sua plataforma segue. No meu caso, criei as etapas exatamente como listei acima.

Depois de um tempo coletando dados você pode ver como ficou indo em Conversões > Metas > Visualização de funil.

Fazendo isso você terá o mínimo de noção se sua loja está indo realmente bem, em que passo do checkout as pessoas estão indo embora e você deve melhorar (não se esqueça que mais importante que ter a informação é tomar uma atitude com ela).

Metas e Funis não é essa Coca-Cola toda – comparada com o Enhanced Ecommerce – mas é o que tem pra hoje.

Texto publicado no Blog da Bleez.

Oi, seuslyndos! O cenário do Mobile no mundo todo é animador, segundo a E-bit, no Brasil em 2014 10% de todas as compras online já foram feitas por celular. Estes indianos, por exemplo, até fecharam o site para vender exclusivamente pelos aplicativos. Nada mais justo do que pensarmos em como devemos olhar e interpretar as métricas no mobile, como ficam nas ferramentas de análise para os apps.

Se você deseja investir nesta área, ainda destaco esta pesquisa realizada pelo Internet Media Services (IMS) e comScore de Março de 2015, os usuários de smartphones tem em sua grande maioria um smartphone com o sistema Android, do Google. Com dispositivos em preços mais acessíveis, o sistema é de longe o mais popular no Brasil e na América Latina como um todo:

usuarios-de-smartphone
Gráfico original completo publicado no eMarketer.

Hummmm… Na web, entre outras métricas, monitoramos sessions (sessões), pageviews (visualizações de páginas), visitors (visitantes únicos), time on site (tempo de visita), bounce rate (taxa de rejeição). Mas o que monitorar e o que observar/medir quando estou falando de métricas nos aplicativos?

Bem, você deve monitorar as mesmas métricas, a diferença estará na sua interpretação, na forma de como ela é mostrada em sua ferramenta de web analytics e de como ela deverá ser encaminhada para a área de marketing.

Leia também: Sites e e-commerces que não possuem versão mobile perderão performance

Minha ideia é expor as diferenças, para que este mundo de BI/Web Analytics se torne um pouco mais simples para você. Minha solução está logo abaixo, montei esta tabela com referências das métricas e técnicas mais usadas e mais importantes, bem como, seu equivalente no “mundo app” e, claro – bem simples – o que cada uma delas significam.

Como interpretar as métricas no mobile?

Vale lembrar também que o Google Analytics já padronizou a métrica “visitas”. Deixando tanto nos relatórios de website como de apps a métrica nomeada como: SESSIONS. Para você que está interessado/precisa saber mais sobre o assunto, recomendo este e-book (em inglês): “App Marketing for Web Marketers“, da Localytics.

E você, como está medindo seus aplicativos? Faltou alguma métrica que você acha importante? Conta pra mim!

Muitas soluções têm sido experimentadas por equipes de marketing em operações de todos os portes no que se diz a e-mail marketing – desde horários de testes de entregabilidade a melhor experiência do usuário em fatores de usabilidade envolvendo inúmeros fatores cruciais de design, entre outros.

Hoje avançamos em tecnologia que permite a automação completa para que o advertising seja uma flechada crítica gerando a possibilidade de uma conversão certeira – ainda vão existir algumas campanhas lhe oferecendo 15 pares de calçados em 8 e-mails diários sem relevância nenhuma, mas este quadro vem modestamente mudando com a percepção dos profissionais da área.

Existem algumas incoerências como, por exemplo, operações que há anos, adotam a prática de assinar a “newsletter” para ganhar descontos em sua primeira compra ou até mesmo de forma progressiva, mas nunca divulgaram em seu periódico digital (o que deveria ser – já que é uma newsletter) notícias sobre o nicho que atuam que fossem extremamente relevante – uma bela oportunidade pra apresentação dos produtos em destaques mencionando seus benefícios e como estão sendo portados de acordo com momento – além de ser um ótimo gerador de lead para blogs.

Mesmo assim, as campanhas têm perpetuado com moderado sucesso, uma vez que notoriamente não se vê muitas mudanças nos padrões de abordagens aos consumidores – salvo exceções em alguns cases, tipicamente de nicho.

Para compreender o que quero abordar neste post, caso você ainda tenha algum e-mail promocional de um grande player de dois anos atrás e fizer um comparativo de modo holístico, a equação será a seguinte: a tecnologia e a forma como a mensagem virtual é apresentada mudou, porém a essência da abordagem não. Isso explica o porquê lemos em diversas fontes artigos sobre o tema e encontramos poucas derivadas – a falta do exercício de insights e a aplicação prática com o desenvolvimento destes têm sido o resultado da baixíssima taxa de abertura e conversão que dispensa quaisquer consulta de infográficos.

Então, como construir um cenário ideal para desenvoltura de campanhas de e-mail marketing uma vez que temos todo conhecimento necessário, os dados à disposição e as ferramentas a serem utilizadas?

De volta ao básico do comércio – Mostre o valor dos produtos apresentados no e-mail

Quando estamos fora de grandes sazonalidades (estas normalmente são a faca e o queijo para as campanhas), nos deparamos com uma série de e-mails que externamente parecem ser sem fundamentos e, assim, vêm a justificar a baixa taxa de abertura. Mesmo fora destas, é possível desenvolver grandes ações com ótimos resultados simplesmente utilizando-se dos princípios básicos de comércio que talvez tenham sido ofuscados pela busca de minuciosos dados de marketing não tão relevante para o todo.

Desperte o fenício que há em ti sinergicamente com o designer, administrador ou qualquer papel que desenvolva na operação em que colabore. Neste exemplo, será perfeitamente possível compreender – eis um disparo do dia 11 de Fevereiro da Havaianas:

E-mail Havaianas - Novas tecnologias, estratégias de marketing digital e as métricas não sobem. O que fazer?

Com um template ótimo, agradável, nada apelativo jogando cupons de descontos com números em letras garrafas no cabeçalho, eles casaram não duas, mas três oportunidades perfeitas:

• Apresentaram o template que fala por si só lembrando que está um calor absurdo em qualquer canto do Brasil e os produtos apresentados neste disparo (em sua maioria) trarão algum benefício quanto a isto;

• Lembraram do Carnaval, uma sazonalidade típica brasileira nos quais os produtos têm uma forte relação – particularmente é mais gostoso curtir a época com uma Alpargata do que com um Springblade, tanto é que já vendeu quase todos os modelos e números.

• A linha Soul foi apresentada com sucesso, uma vez que mostrou os benefícios de se adquirir o produto apenas de modo visual, sem um marketing apelativo.

Veja outro ótimo modelo que casa uma série de modelos de campanhas de e-mail marketing e abordagem de sucesso em um único disparo pela Netshoes, na mesma data:

E-mail Netshoes - Novas tecnologias, estratégias de marketing digital e as métricas não sobem. O que fazer?

Agora com a apresentação de dois produtos com cupons/vouchers de desconto exclusivos para a presente data, mais uma série de produtos onde o frete grátis é ressaltado como diferencial na compra, produtos da linha Oakley com preços exclusivos para o e-mail por tempo limitado e alguns outros que são relevantes internamente para equipe de estratégia para este disparo, uma perfeita combinação é classificável.

Quando trabalhas com cupons, vale ressaltar que por ser extremamente dinâmico e ao mesmo tempo complexo é melhor que seja aplicado a poucos produtos ações focadas do que distribuir. Por exemplo, 20% off para toda uma operação válidos na hora do check-out ou uma verdadeira lista de quinze produtos em um disparo mais parecendo um banco de dados.

Uma ação com um cupom deve ter em sua essência (a essência comercial, não de aplicações de marketing – existe uma diferença abismal aqui) a dos antigos vales – você não recebia um vale em um estabelecimento comercial físico a esmo – existe sim inúmeras metodologias de fidelizar clientes em operações virtuais com através de cupons, mas acredito que simplesmente desvalorizando uma série de produtos ou uma operação inteira é um dos erros crassos que podes cometer – você verá no próximo case exatamente isto, um modelo que não deve ser aplicado à micro, pequenas e médias operações.

Produtos com frete grátis desde os primórdios do comércio eletrônico sempre foram um atrativo como diferencial, o lance de mencionar que a camiseta Joma Victory compõe o uniforme é relevante como dado que agrega ao produto e um diferencial interessante é o Mizuno Empower ser colocado como oferta da TV que vai relembrar aos clientes que viram o comercial.

Foi um e-mail simples, clean, muito bem apresentado, bastante dinâmico, com uma série de estratégias de abordagem em um (N-1) e espero que tenha tido uma boa taxa de abertura e conversões.

Vamos agora a uma análise de um disparo da Netshoes, um dia depois:

E-mail Netshoes - Novas tecnologias, estratégias de marketing digital e as métricas não sobem. O que fazer?

Aqui temos um modelo de abordagem baseada em cupons, com 6 produtos – 4 pares de tênis, 1 estação de musculação e 1 suplemento – apresentados de modo aleatório, cada um com seu código de ativação e o desconto pretendido com o uso do voucher.

A realidade é que desde o assunto deste e-mail, nada é externamente relevante – obviamente existe um porque destes produtos estarem sendo passíveis de descontos, dados estes de back-office da equipe de inteligência da Netshoes. Mas olhe novamente esta estrutura, e, ao menos que realmente você esteja inclinado a adquirir um destes produtos, talvez esta apresentação não seja de melhor abordagem ao cliente: simplesmente desferir uma dúzia de produtos aleatórios com vouchers e um prazo para reivindicá-los não diz absolutamente nada.

As chances maiores deste tipo de abordagem são de que o cliente dê opt-out de receber as novidades por se deparar com algo bizarro deste porte. Obviamente, não é o adequado para operação de micro a médio portes, mesmo se, por exemplo, você necessite realizar uma queima de estoques pós-sazonal. Existem maneiras mais viáveis e todo conhecimento para tal você pode encontrar aqui mesmo no blog nos posts de e-mail marketing.

NOTA: A Netshoes é reponsável pelo marketing digital da Havaianas.

Estabeleça a sinergia entre a inteligência de dados e a inteligência de marketing

Em grandes operações, temos uma série de tecnologias aplicadas em automação de marketing que disponibilizam a coleta de dados para afunilar as tendências a serem aplicadas nas campanhas direcionadas visando melhores taxas e retornos sobre investimento (ROI).

Mas voltemos à realidade de quem recém abriu uma operação, está em seus primeiros meses e deseja construir campanhas com bases qualificadas. Dentro de um cenário de moderadas vendas diárias, tráfego de acordo com o investimento em links patrocinados mais a otimização em SEO e outros canais, você consegue em seus relatórios dados suficientes para análises posteriores.

Esta ação sinérgica é ótima para ligar interfaces e criar insights, além de elaborar campanhas extremamente produtivas que tendem a maiores taxas de aberturas e conversões devido à qualidade de seus destinatários.

Já em uma operação que está em um estágio de maior desenvolvimento e conta com uma equipe, pense na força da co-criação, nas inúmeras possibilidades que sessões de brainstorming podem trazer com o poder de avaliação dos colaboradores além da concatenação dos dados com os mesmos.

Uma das grandes divergências é o discernimento do entendimento e a compreensão dos dados apresentados pelas ferramentas aplicadas no cotidiano da operação. Aqui é onde você mensura KPIs dada as relações estabelecidas de acordo com o gerenciamento estratégico. Entender os dados é absorver a essência de seus resultados pós-análise gerada por estas ferramentas, enquanto sua compreensão vai além do entendimento – sendo esta a aplicação prática em ações onde possa modificar o meio como novas campanhas de e-mail marketing, campanhas de links patrocinados, entre outros.

Com este sistema funcionando em perfeita sinergia é possível extrair o máximo de eficácia de suas ações de marketing e medir o quão eficiente cada pode ser dentro de modo cíclico, sempre visando a melhoria do todo, independentemente de qualquer metodologia ou prática adotada pela gestão da operação.

Entender as novas necessidades do mercado a passar a incorporá-las em sua própria loja virtual é o dever de qualquer empreendedor que queira manter seu e-commerce. O consumidor também passa a se sentir mais confiante por fazer compras em um ambiente que demonstra preocupação em se atualizar para conquistá-lo.

Em primeiro lugar, fique atento às atualizações do mercado e, principalmente, às particularidades de seu segmento. As novidades surgem rapidamente em relação a design, fontes, cores, ofertas e muito mais – e é preciso acompanhar para não ficar atrás da concorrência!

Partindo-se do princípio da renovação, torna-se necessário observar a participação de seu e-commerce no mercado utilizando as métricas de monitoramento e conversão. Pense em elevar suas vendas e diminuir a taxa de rejeição de seu site através de uma melhora em alguns recursos, como o tempo de carregamento de páginas, a taxa de cliques, o tempo médio de navegação, o abandono de carrinhos e o próprio tráfego do site. Um empreendedor digital precisa estar bem informado a respeito de tudo isso para conseguir realizar os ajustes necessários.

Agora, uma das observações mais importantes: um e-commerce renovado e atualizado precisa, obrigatoriamente, focar em seu consumidor. Como fazer isso?

Melhorando, em tudo que for possível, a experiência de navegação e compra de todos os usuários que acessarem seu site. Portanto, torne as etapas de pesquisa e compra mais simples e objetivas, não exagere nos formulários e não complique as informações. Procure, também, fornecer todos os dados necessários ao cliente – como política de trocas ou privacidade – logo de cara! Afinal, qual é o cliente que insiste em comprar em uma loja virtual que nem sequer facilita a navegação? Pense nisso.

Não deixe de atualizar a sua loja – é meio caminho andado para o sucesso. Bom trabalho!

Analisar dados é essencial para manter o bom desempenho das suas campanhas. Ter a sua marca exibida em centenas de milhares de canais de afiliados não só é uma ótima alternativa de publicidade, como também garante o ROI (Return of Investment) e dá escalabilidade ao seu negócio.

Se você já investe nesse mercado (ou pretende investir em breve), há 4 KPIs (Key Performance Indicators) que são fundamentais. São eles que darão a visão geral de que o seu negócio está no caminho certo. Portanto, nem pense em não levá-las a sério!

Afiliados

Saber a quantidade de afiliados ativos e acompanhar novos adeptos que divulgam suas campanhas é importante para avaliar o impacto da sua marca e das suas estratégias. Será que sua marca por si só já atrai afiliados? Ou seria interessante realizar campanhas de incentivo, com aumento de comissão, premiações e ampliação do tempo da janela de comissão?

Juntamente com a plataforma de afiliados, você conseguirá formular a melhor estratégia para o seu e-commerce.

Taxa de conversão

Quantos visitantes enviados pelos afiliados foram convertidos em venda? Hoje a média da Lomadee, plataforma de afiliados do Buscapé Company, varia entre 0.55% e 1,55%. Este é um índice considerado alto para o mercado. Portanto, quando o seu e-commerce tem uma grande quantidade de visitantes e poucas vendas, ou seja, pouca conversão, alguma coisa deve estar errada. Algumas hipóteses são:

 Produtos com preço não competitivos;
 Usuários não encontram o que procuram, seja pela navegação confusa ou porque os produtos não existem;
 Dificuldade em acessar o catálogo de produtos ou existência de pop-ups evasivos e menus escondidos;
 Confusão de produtos, sem foco no segmento de atuação;
 Layout sem usabilidade;
 Pixel não funciona no ambiente mobile.

Tráfego

Contabilizar o número de visitantes enviados para seu site por meio de estratégias de Affiliate Marketing permite analisar a movimentação do seu e-commerce sob uma diferente perspectiva. Isso porque o Marketing de Afiliados é focado em conversões, mas também ajuda no fortalecimento e divulgação da marca.

Sempre configure funis de conversão em seus relatórios e veja quantos novos visitantes estão ingressando no seu site. Também verifique a qualificação deste tráfego, que por ser gerado por meio de estratégias de afiliação tende a ser mais fiel e potencialmente interessado em sua marca e produtos.

Aprovação de transações

Essa KPI é muito importante para se conquistar a confiança dos publishers, ou seja, os afiliados da plataforma. Quanto mais cedo você envia os status das transações geradas via plataforma de afiliação, mais cedo os afiliados conseguem fazer as análises do lado dele, seja em estratégias de compra de mídia, disparos de e-mail marketing ou qualquer que seja a prática adotada.

A Lomadee oferece uma solução que permite ao anunciante enviar transações diariamente à rede depois de passar pela operadora do cartão de crédito ou pagamento do boleto.

E lembre-se sempre: Trabalhar com Marketing de Afiliados é como cuidar de uma planta. Deve-se regar sempre para que ela cresça. Portanto, ofereça material frequente, cupons, promoções e um bom payout. Marketing de Afiliados é como um organismo, que pode crescer quando regado, mas também pode morrer se faltar água.