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A transformação digital já é realidade. Segundo uma pesquisa da Dentsu Aegis Network, os gastos publicitários globais com mídia digital devem somar 37,6% dos orçamentos em 2018, superando, pela primeira vez, os investimentos em televisão – previstos para 35,9%.

Como consequência, o mercado de programática também vem evoluindo, e inúmeras ferramentas de otimização disponíveis prometem oferecer todo o suporte necessário para o alcance de metas publicitárias cada vez mais ambiciosas.

Mas como escolher os melhores fornecedores para o meu negócio? Mais do que isso, como tirar o máximo proveito das soluções que oferecem?

Ao menos no universo do retargeting, a resposta para essa questão tem sido a utilização simultânea de mais de um provedor. A lógica por trás da estratégia do múltiplo retargeting é simples, e se baseia no conceito de livre concorrência amplamente defendido por Adam Smith: ao incentivar uma competição “leal” e “saudável” entre dois ou mais fornecedores, eles serão estimulados a sempre entregar o melhor serviço com a melhor performance.

Porém, embora a estratégia tenha se mostrado bastante efetiva na prática, sabemos que executar muitas campanhas diferentes ao mesmo tempo pode ser um desafio. Pensando nisso, elencamos as três regras fundamentais para obter sucesso com o múltiplo retargeting:

Regra um: Dê a todos os provedores as mesmas condições

A concorrência é, sem dúvida, uma força motivadora. Ao cooperar com vários provedores de tecnologia, você experimentará os diferentes serviços oferecidos ao cliente e poderá comparar os resultados de desempenho de provedor para provedor. Mas para obter resultados confiáveis, é fundamental compará-los usando sempre as mesmas métricas.

É uma boa prática utilizar as ferramentas simultaneamente e por um longo período de tempo (entre 6 e 12 meses, se possível), para que ambas tenham aprendizado suficiente sobre os usuários.

Vale a pena também configurar o mesmo orçamento, com objetivos e parâmetros similares – custo por conversão (CPA), ROI, volume de vendas esperado, etc.

Regra dois: Compare sempre os resultados usando uma fonte de informação objetiva

Há uma série de métricas que você deve considerar ao executar atividades de marketing com diferentes provedores. Embora cada um dos seus parceiros ofereça seus próprios dados, a regra mais importante é comparar os custos usando uma ferramenta analítica externa e objetiva (por exemplo, o Google Analytics).

Isso porque os resultados apresentados por cada provedor podem simplesmente não ser diretamente comparáveis uns com os outros devido a diferentes fatores, como a definição de conversões ou como métricas diferentes são calculadas. Somente usando a fonte externa você poderá comparar de forma justa e isenta o custo e o ROI entregue por cada um.

Regra três: Tenha em mente a complementaridade dos provedores

Quando utilizar mais de uma ferramenta de retargeting, não deixe de considerar também a possível complementaridade entre elas. Enquanto um dos provedores pode se sair melhor ao trazer vendas com ticket médio maior, por exemplo, outro pode ser um ótimo parceiro para atrair de volta um público recorrente.

Para avaliar os resultados reais da sua estratégia de múltiplo retargeting você deve medir seus resultados com sabedoria. Então, em vez de simplesmente comparar o número de cliques, você deve se concentrar em métricas mais significativas, como o custo real da conversão. No fim do dia, o objetivo é entender como todos os seus fornecedores funcionam juntos, e como podem otimizar o retorno do seu investimento.

O estudo da Luma Partners apontou as questões da publicidade digital, como fraude, e nós listamos possíveis soluções.

Em estudo realizado e divulgado pela Luma Partners, listou questões relacionadas à publicidade digital e as classificou em sérias, críticas e existenciais. Entre os problemas sérios estão Transparência, Mensuração, Latência e Header Bidding.

Como questões existenciais, a empresa classificou Walled Gardens e a fragmentação. Já entre os problemas críticos, estão ad blocking, fraude e viewability. Sendo estes os mais importantes, são os que escolhemos para detalhar e indicar soluções.

Problemas

1- Ad blocking

O Ad blocking evita que anúncios sejam exibidos. Isso significa a perda de muitas oportunidades cada vez que uma página é carregada.

Apesar de não ser amplamente utilizado – o percentual de internautas do mundo todo que utiliza essa tecnologia é de apenas 7,2% – esse recurso é usado por aqueles que consideram que os anúncios sejam invasivos, afetam o carregamento da página e atrapalham sua experiência no site.

2- Fraude

Fraudes em publicidade online são usuários falsos ou robôs usados para alavancar a quantidade de acessos e visualizações de um site. Por causa disso, o anúncio é visto por um robô ao invés de uma pessoa real.

3- Viewability

Outro problema classificado como crítico que está sendo enfrentado pelos anunciantes é o fato de um anúncio ser impresso, ou seja, ser entregue pelo publisher, mas isso não significar que ele tenha sido efetivamente visto pelo visitante do site. Como o anunciante paga por CPM (custo por mil impressões), ele acaba pagando por um anúncio que sequer passou pelos olhos do visitante.

Os problemas citados não foram classificados como críticos à toa. Juntos, eles compõem um cenário ruim para os dois lados do processo: anunciantes perdem dinheiro pois pagam por um anúncio que não será visto pelo seu público-alvo e publishers perdem seu valor aos olhos dos anunciantes. Como resolver essa situação?

Soluções

1- Ad blocking

Se o que leva alguns internautas a utilizarem este recurso é a publicidade invasiva e irrelevante, a solução é levar mensagem, abordagem, momento (em relação à jornada de compra) e perfil do internauta em consideração para atingir um público mais propenso a receber os anúncios. Isso porque, sob esses termos, a publicidade será considerada relevante e oportuna.

2- Fraude

Existem metodologias anti-fraude para serem aplicadas em campanhas. Um exemplo é o VHT da Navegg, uma metodologia que estuda o histórico de navegação das audiências, identifica quais são de robôs e quais são de pessoas reais e inclui apenas os acessos de pessoas reais em segmentos de audiência que serão utilizados em campanhas.

3- Viewability

Viewability foi a métrica criada para garantir que um anúncio foi visto. Ela leva em conta não só a impressão do anúncio, como scroll – se o visitante rolou a página até o local do site onde está o anúncio – e tempo – quanto tempo o visitante ficou naquela área do site.

Outra maneira de contornar esse problema é não pagar por impressão e utilizar outras formas de pagamento, que não o CPM. Essa é uma tendência de mercado natural e saudável para o anunciante e o consumidor.

Você enfrenta outros problemas em relação à publicidade digital? Conte pra gente!

Publicado anteriormente no Blog da Navegg.

Especialistas debatem em conferência em São Paulo as grandes mudanças no setor de Mídia e Mídia Online

No dia 6 de novembro, o Digitalks promove a Conferência sobre Mídia. Trata-se da 3ª edição de 2015 do programa de Conferência Temática, que tem por objetivo reunir especialistas para troca e debate de ideias sobre o mercado digital. Nesta edição, o evento vai discutir Mídia e Mídia Online no Brasil, investimentos da área, estratégias, mídia programática (otimização e conversão), resultados e novidades que estão movimentando o setor.

O evento acontece das 9h às 14h e é formado por palestras e debates relacionados ao tema, além de networking, parte fundamental para um evento que privilegia a troca de experiências. A Conferência é destinada a profissionais interessados em alavancar negócios através da internet, além de conhecer o que há de mais atual no segmento.

A Conferência Mídia trará um time de especialistas composto por representantes das principais agências e empresas que atuam no segmento. Entre as Fast Sessions, estão IBM, Baidu e Twitter.

“As Conferências Temáticas acontecem 3 vezes por ano e já entraram para o calendário oficial do Digitalks. Em março, o primeiro encontro discutiu Conteúdo e Mobile Marketing com os principais players do mercado. Já em junho, o tema foi Performance Digital. Com o tema Mídia, abrangemos os principais tópicos do cenário digital”, declara Flávio Horta, diretor do Digitalks.

A Conferência Mídia acontece no Maksoud Plaza, que fica na Alameda Campinas, 150, Bela Vista, das 9h às 14h, e o valor do investimento é a partir de R$ 99,00 (inscrição antecipada) por pessoa. A inscrição deve ser feita no site do Digitalks, através do link http://digitalks.com.br/eventos/conferencia-midia-2015/. Informações através do e-mail forum@digitalks.com.br ou do telefone (11) 3159-1458.

O YouTube é o grande líder de audiência para o público de 18 a 34 anos. Esta é uma das grandes constatações do relatório divulgado em novembro de 2014 pelo Business Insider com dados da Nielsen.

Os Millennials (A classificação de gerações é diferente da utilizada aqui no Brasil) utilizam o YouTube como principal canal de consumo de conteúdo em vídeo. Bem à frente de gigantes como ESPN, Hulu, Facebook ou Comedy Central.

Outro dado relevante, este da GlobalWebIndex, foi o “impressionante alcance internacional” do YouTube, com a 3ª maior penetração global entre usuários de internet, logo à frente do Twitter.

Dados que podem tornar a plataforma particularmente atraente para as marcas, com oportunidades tanto para branding como para campanhas de resposta imediata. Ponto a se considerar é que a mídia não é das mais baratas, porém algumas produzidas inicialmente para a televisão podem ser redirecionadas.

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Gráfico da Business Insider traduzido pela Universidade Buscapé Company.

Segundo a Business Insider ainda, é preciso se precaver quanto à relevância da mídia. O público do YouTube normalmente não gosta de propagandas. Três são os tipos de vídeos com maior visualização: Música, Comédia e Tutoriais. Já para os mais velhos, o foco continua nos tutorias, além de vídeos educacionais e notícias. Os vídeos de “Como fazer”, sem dúvida trazem as grandes oportunidades para quem trabalha com Marketing de Conteúdo.

Você tem acesso ao estudo completo deixando seus dados na página da Business Insider. Com informações do Brainstorm9.