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Infográfico Ebit destaca o perfil do consumidor e apresenta todos os dados sobre a principal data do varejo eletrônico brasileiro

Cerca de 20% das compras online realizadas durante a Black Friday foram feitas por meio de dispositivos móveis (celulares e tablets), aponta o monitoramento da Ebit. O percentual representa R$380 milhões dos R$1,9 bilhão faturados pelo e-commerce na edição de 2016. Na comparação com 2015, o percentual mais do que dobrou. No ano passado, cerca de 9% das compras foram feitas foram feitas por celulares e tablets.

As compras online durante a Black Friday registraram alta de 17% na comparação com 2015. O número de pedidos cresceu 4%, para 2,92 milhões, enquanto o tíquete médio foi de R$653, 13% maior do que no ano passado. O levantamento leva em conta as compras feitas entre às 0h e 23h59 desta sexta-feira (25).

De acordo com Pedro Guasti, CEO da Ebit, o crescimento do uso dos dispositivos móveis durante a Black Friday para a realização de compras surpreendeu. “Para um público cada vez maior o smartphone é o meio principal de acesso à internet. As principais lojas passaram a oferecer ou aperfeiçoaram seus aplicativos, tornando a utilização cada vez mais inteligente, isso também impactou positivamente no crescimento deste público”, diz.

O monitoramento da Ebit mostra que quem compra pelo celular ou tablet gasta mais: o tíquete médio das compras realizadas utilizando os dispositivos móveis foi de R$753, cerca de 20% maior do que o tíquete médio via desktop. “Grandes lojas apostaram no desenvolvimento de APPs e sites responsivos, alavancando assim a venda de produtos de maior valor agregado como Linha Branca, Celulares e Eletrônicos”, explica.

Dados do monitoramento Ebit apontam que o consumidor da Black Friday tem maior presença na região Sudeste (62%), é mais masculino (homens 52%) e possui renda familiar mensal de R$5.590 mil. Em média, na edição de 2016, o consumidor fez 1,5 compras online. Veja o levantamento completo no infográfico Ebit.

Relevância

Nos Estados Unidos, berço da Black Friday, o faturamento do e-commerce no dia 25 foi de US$ 3,3 bilhões, segundo dados da Adobe Digital Index.

“Convertendo o faturamento brasileiro em dólares, chegamos s US$554 milhões, seis vezes menor, mas ainda assim muito relevante, já que o mercado norte-americano é 30 vezes maior que o nosso. Isso mostra como a data ganhou em importância nos últimos anos e já é a mais importante do calendário do e-commerce brasileiro”, diz Pedro Guasti.

black-friday-2016

Muitos lojistas se perguntam quando é o momento certo de reformular o layout da sua loja virtual. Pensando nisso, escolhi 3 bons motivos para você pensar e refletir antes de iniciar um projeto de redesign. Deixe os gostos pessoais de lado, leia com atenção e veja se seu e-commerce se encaixa em algum deles.

1- Não sei como meu usuário esta interagindo com minha loja virtual

heatmapExemplo de resultados de programas de mapa de calor e relatório de Google Analytics. 

Antes de pensar em reformular o layout da sua loja virtual é muito importante entender o seu público. Qual sua taxa de conversão, os pontos onde há maior desistência no processo de compra, o que ele procura, onde clica, etc.

Ter um especialista ao seu lado e saber analisar as estatísticas é essencial para saber se o que você precisa é ou não uma reformulação total da sua loja. Há casos que, realizando melhorias contínuas, adicionando novas funcionalidades, fazendo contantes testes AB, te farão alcançar melhores resultados do que fazendo uma mudança radical.

Tomar as decisões com foco no perfil do seu consumidor e segmento é preciso para que sua loja “converse” com o usuário.

2- Minha loja virtual não tem uma boa experiência em telas de celulares e tablets

Entender o perfil do consumidor que chega até sua loja é o primeiro passo. Em segundo (e não menos importante) é entender com qual dispositivo seu consumidor está acessando sua loja prioritariamente. Sua interface possui uma boa experiência de navegação e compra para este dispositivo?

Hoje em dia, está se tornando cada vez mais comum o primeiro contato com às lojas virtuais ser feito através de smartphones, e não é surpreendente avaliarmos lojas com mais de 60% dos acessos vindos desses dispositivos, porém com uma conversão baixíssima. O erro? Uma interface que não é responsiva ou mobile para “receber” seu cliente de maneira apropriada.

Manter a unidade na identidade visual entre a loja que é apresentada no computador, tablet e smartphone fará com que seu consumidor se encontre mais facilmente, garantindo assim uma ótima experiência de compra.

vestem-responsivoLayout responsivo da loja Vestem. Adaptação dos conteúdos e unidade na identidade visual e navegação entre os dispositivos. 

3- Comprar na minha loja virtual exige pensar muito e dar muitos cliques

blog-post“RG, CPF, data de nascimento, apelido, senha com maiúscula + número + carácteres… Sério?”

O usuário não gosta de pensar muito e comprar não pode ser uma tarefa complicada. Não é no físico, porque seria pela internet? O comportamento de compra pela web, geralmente é realizado em horário de trabalho, e ninguém quer perder muito tempo pra fazer um pedido.

“Estou no meio das minhas tarefas do dia!” Focar no que é básico e em funcionalidades que facilitarão não só o entendimento do usuário, como também seu processo de compra, é de extrema importância para engajar o cliente e aumentar sua taxa de conversão e recompra. Quantos cliques você deu até fechar um pedido? Sua loja responde rápido aos cliques e interações do usuário?

Muitos usuários desistem no processo de compra na finalização do pedido por acharem o processo muito burocrático. Realizar uma compra deve ser fluído!

Conclusão

Pense em todos os tópicos antes de reformular totalmente sua loja. Se você se identificou com um dos motivos, ótimo! Você já sabe o qual caminho seguir. Agora, caso tenha se identificado com os 3, é fato que o layout da sua loja precisa ser reformulado.

Procure um especialista com dados e estatísticas de sucesso do seu e de outros segmentos. Converse com os clientes da plataforma ou agência que deseja contratar para investir com mais segurança e tenha ótimos resultados!

Publicado anteriormente no Blog da Quatro Digital.

Se, em negócios, olhar para trás é uma forma de aprender e tirar lições para aplicá-las ao presente, inclinar-se para o futuro é uma maneira de se antecipar às mudanças no mercado e, assim, lançar-se à frente da concorrência.

Seguindo essa recomendação, os profissionais de e-commerce devem ficar de olhos bem abertos para as novas tecnologias que, ao longo de 2016, foram testadas e aprovadas pelos principais canais de venda online e se tornaram referência no mercado digital, bem como as estratégias que se consolidaram na abordagem do público consumidor do varejo moderno.

Que o mercado segue aquecido mesmo diante da crise, disso ninguém mais dúvida. A Ebit, empresa especializada em reunir informações do e-commerce, publicou recentemente dados do mercado referentes ao fechamento do primeiro semestre.  De acordo com o 34º WebShoppers, o principal relatório sobre o setor no País, as vendas pela internet atingiram um faturamento de R$ 19,6 bilhões no primeiro semestre de 2016. O valor representa um crescimento nominal (descontada a inflação) de 5,2% em comparação ao mesmo período no ano passado.

Para não perder a oportunidade de surfar nessa onda, os empresários devem se preparar, desde já, para investir nas melhores práticas e ferramentas de que o mercado dispõe, além de apostar naquilo que, nos próximos anos, irá definir quem segue em frente e quem está condenado a perecer por obsolescência.

Para ajudar o varejista a se adiantar à concorrência e ganhar relevância junto ao consumidor, listei abaixo algumas das possíveis tendências do e-commerce para 2017:

1- Relacionamento é a alma do negócio

Com a maior competitividade no e-commerce, as empresas devem disputar o laço afetivo do consumidor: o foco é na experiência de compra. Mais do que o produto e o serviço adquirido, a tendência é que o consumidor valorize o processo da compra em si, e o relacionamento da marca com o cliente é crucial nesse momento.

Por que preciso de um SAC no meu e-commerce?

Para o cliente valorizar, ele preciso se sentir valorizado. Daí os empresários do ramo precisam entender que não se trata mais de vender algo para uma pessoa, mas de valorizar a relação estabelecida com ela.

Além disso, com as compras mais personalizadas e feitas na palma da mão, o consumidor deve ficar cada vez mais no comando – e esse detalhe é fundamental no momento de abordagem.

2- Omnichannel ampliado

O consumidor moderno é um consumidor multiplataforma. A mesma pessoa que adquire um produto no Shopping Center pode comprá-lo pela internet. O que muda não é o cliente, mas a opção de compra.

Portanto, o varejo deve estar presente em todas esses canais de venda – é o conceito omnichannel, que muito se fala, mas pouco se faz. Em 2017, o mercado deve contar com mais ferramentas que consolidam esse intercâmbio de canais.

Seu negócio está preparado para o Omnichannel?

Um exemplo disso, é o recém-lançado aplicativo iPDV, que, dentre outras funções, sincroniza os estoques da loja física e virtual e mantém o varejista em contato com o cliente pela internet. A integração de canais de venda, com uso de mais tecnologia embarcada, é um futuro inexorável: o consumidor é um só e transita livremente pelos meios físico e digital.

3- Mobile first

Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) divulgados este ano pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o celular é hoje o principal meio de acesso à internet, sendo usado por 80,4% das casas dos brasileiros com acesso à rede. Estes, por sua vez, já representam quase 55% da população.

Pesquisas independentes mostram que o smartphone já virou uma alternativa na hora de fazer compras e já representa mais de 15% dos pedidos online. Com a adaptação das lojas virtuais para o mobile é de se esperar, portanto, um crescimento na participação do mercado varejista online no chamado m-commerce.

Site responsivo, dedicado ou aplicativo: qual a melhor estratégia mobile para e-commerce?

4- Novos meios de pagamento

A tecnologia avançada trouxe conveniência até para o ato de compra. O mercado já oferece novos meios de pagamento com tecnologia embarcada que agilizam o processo e colaboram com a experiência de compra acima mencionada.

Uma dessas novidades é a carteira virtual no e-commerce, que já foi abraçada por grandes redes de varejo. O dispositivo registra os dados dos cartões e é ativado por meio do mecanismo Touch ID, de leitura biométrica, que facilita o pagamento. Dois cases de sucesso no mercado são o Apple Pay e o Samsung Pay.

5- Personalização

Conteúdo (vídeos, textos, redes sociais e anúncios) e ofertas (recomendação de produtos e descontos) tendem a ser cada vez mais personalizados para o consumidor. O intercâmbio de dados junto às redes sociais permitirá ao varejo definir um perfil mais preciso da demanda, e, por consequência, trabalhar uma divulgação mais assertiva de conteúdo e ofertas, além de definir o próprio nicho de mercado atendido pela loja virtual.

Big data: as informações do seu site valem ouro

Na era da big data, o varejista tem a oportunidade de conhecer em detalhes o perfil de compra de seu cliente e entender suas preferências na hora de colocar o produto no carrinho. Como é sabido, o consumidor deixa rastros por onde quer que passe, facilitando o monitoramento de seus hábitos de consumo.

Novas tecnologias vão ajudar a fazer uma “leitura” mais inteligente dessas informações. Com essa riqueza de dados à disposição, o vendedor tem condições de antecipar o comportamento de compra do consumidor e, assim, criar oportunidades de venda.

O QR Code, ou Código QR, é um código criado pela empresa japonesa Denso-Wave, em 1994, foi desenvolvido inicialmente para a indústria de automóveis japonesa, para auxiliar a catalogação das peças de carros na linha de produção.

Em 2003 o QR Code começou a ser aplicado em celulares, visto que até mesmo as câmeras com tecnologia VGA são capazes de ler e interpretar o código.

Como funciona o QR Code?

Para acessar um conteúdo codificado por QR Code, o usuário deve dispor de um smartphone com câmera e um programa para ler o código bidimensional. O processo é relativamente simples, o usuário precisa abrir o aplicativo leitor de Códigos QR e escanear o código, (os aplicativos utilizam a câmera do gadget para realizar o escaneamento do código).

Com base na programação previamente configurada para esse QR Code, o usuário será redirecionado para um destino específico, podendo ser uma imagem, vídeo, página específica em um site, entre outras possibilidades.

Veja também:

Vitrine virtual permite compras pelo celular no Metrô de São Paulo

Como utilizar o QR Code em seu e-commerce?

Ofertas exclusivas

É uma característica comum do e-commerce, oferecer vantagens, descontos e promoções para os clientes após efetuarem uma compra. Que tal enviar um Código QR para o seu cliente, junto ao produto que ele adquiriu e será entregue em sua residência?

Como diferencial, não se esqueça de oferecer um bônus ou desconto exclusivo; primeiramente o cliente será atraído pela curiosidade de descobrir o que há naquele QR Code, em seguida, ao se deparar com um conteúdo exclusivo, ele fatalmente irá utilizá-lo, e/ou compartilhar com alguém próximo, o que dá espaço para o próximo passo.

Captar contatos e novos clientes

Como citamos anteriormente, é quase que automático o interesse e a curiosidade de saber o que há em um Código QR. Uma alternativa interessante – principalmente se o seu e-commerce trabalha com algum tipo de material impresso – é espalhar QR Code’s que encaminhem os usuários para landing pages repletas de ofertas, novidades e conteúdos exclusivos e interessantes.

Nessas landing pages é possível fazer a captação desses contatos através de formulários com CTAs (call to action – chamada para ação), em troca da possibilidade desses usuários acessarem os conteúdos de interesse.

Cross-selling

Nada mais influencia a aquisição de um consumidor do que um senso de urgência estratégico e bem elaborado. Após finalizar uma compra, ofereça um desconto imperdível através de um Código QR, para uma série de produtos complementares ao que ele acabou de adquirir.

Não deixe de frisar a exclusividade dos descontos de maneira que o cliente não queira correr o risco de perdê-los.

5 estratégias para melhorar o cross selling e upsell do seu e-commerce

Se o Código QR e algumas dessas opções de implementação se adequam a realidade da sua empresa e as necessidades de seu cliente, não hesite em adotar essa estratégia.

Além de inovadora e facilitadora, como toda vertente da tecnologia ela promete ser cada vez mais utilizada, ganhando um papel fundamental no mundo mobile.

Marca de moda feminina online, a AMARO tem como algumas de suas premissas a inovação digital e estratégia omni-channel. Ambos os conceitos acompanham uma produção verticalizada (que vai desde a criação e execução interna das coleções até a logística de entrega da peça ao cliente) e a preocupação com a experiência do consumidor.

Visando potencializar todos esses pontos, o e-commerce inovou ao usar o jogo sensação do momento, o Pokémon GO, como novo ponto de contato para atrair e engajar clientes e admiradores da marca.

Pokémon GO: como relacionar seu negócio à febre do momento

Com uma ação planejada para ativar os Guide Shops (espaço conceito que leva para o ponto de venda físico à experiência de compra do ecommerce) a marca oferece “Lure”, um artifício do jogo colocado em locais específicos para deixar o ambiente mais atrativo para os Pokémons, propondo que os consumidores vão até o shopping, atraiam os monstrinhos para dentro da Guide Shop e postem fotos com eles no cenário especial construído para a ativação.

Ao compartilhar a imagem nas redes sociais marcando a AMARO ou usando a hashtag “MundoAMARO”, o cliente recebe R$30 de desconto em compras acima de R$100.

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A ativação teve início no último sábado, 20, na AMARO Guide Shop do Pátio Higienópolis e conta com uma identidade visual criada especialmente pela equipe criativa da marca. Com um treinamento específico, as vendedoras foram preparadas para auxiliar as clientes durante todo o momento da ação.

A ação foi planejada para incentivar os consumidores a usufruírem do ambiente físico da AMARO, aumentar o engajamento e também apresentar a experiência da marca para novos clientes, em uma combinação inédita de realidade aumentada e gamificação.

“O objetivo de trazer o jogo Pokémon GO para os nossos Guide Shops foi fortalecer junto aos consumidores os valores da AMARO que unem os conceitos de omni-channel, tecnologia, inovação e últimas tendências”, diz Sandra Hayashida, head de physical retail.

Sua marca também conseguiu aproveitar a febre do Pokémon Go? Conte nos comentários. 🙂

Atualmente, o conceito de omnichannel está sendo muito comentado e discutido pelos profissionais do setor varejista. As marcas precisam se reinventar e adaptar para poder atender a todos e não ficar de fora da linha de interesse dos consumidores.

O que se percebe é que essa não é mais uma questão conceitual, mas os novos compradores fazem parte de uma geração que está 100% conectada a todos os canais.

Seu negócio está preparado para o Omnichannel?

A multicanalidade e o omnichannel se complementam e são interligadas com um único objetivo, proporcionar melhorias e excelência no atendimento ao cliente. Uma empresa para se tornar multicanal precisa oferecer aos seus consumidores diferentes canais de vendas e comunicação. Mas, é preciso que eles estejam integrados, planejados, e gerido de forma correta, proporcionando a sensação de uniformidade entre todos os meios.

Devido a isso, toda ação que é feita na loja física precisa estar atualizada no banco de dados da empresa, já que muitos compradores ainda preferem fazer as compras de forma tradicional. Alguns varejistas estão inovando e criando novas estratégias para atrair esse público, como por exemplo, ter a possibilidade de comprar em um ambiente online e poder trocar em uma loja física, é uma facilidade, para aqueles que ainda têm medo de adquirir pelo e-commerce. Dessa forma, as lojas virtuais evitam que o consumidor fique insatisfeito com a aquisição, melhorando o relacionamento entre as duas partes.

Já que essa nova geração está cada vez mais exigente e antenada, as marcas precisam estar presentes em todos os canais de comunicação como e-mail, telefone, canal de atendimento e em todo tipo de rede social, para poder se aproximar do cliente e saber tudo o que está sendo falado a seu respeito. Mas, além de proporcionar uma experiência de compra feita por vários canais, é preciso oferecer comodidade para que ela não se vire contra a marca, pois nas redes sociais, uma reclamação ou opinião negativa pode ser divulgada em poucos minutos e a sua imagem pode ficar fragilizada.

Podemos perceber que não há regra e nem jeito certo de implantar essas ferramentas, pois depende do segmento que a marca atua e para qual público que ela é destinada. Quando o omnichannel e a multicanalidade são feitas sem erro e de forma que o cliente fique satisfeito, a única certeza que temos é que a mesma se torna essencial para fidelizar um cliente antigo, captar novos prospects e parceiros, além de aumentar a taxa de conversão das vendas e alavancar o negócio.

Se uma imagem vale mais que mil palavras, aposte no Instagram como motor de força para divulgar os seus produtos e aumentar as suas vendas. Com mais de 30 milhões de usuários ativos no Brasil, ficando atrás apenas dos Estados Unidos, essa rede social estabelece um contato fácil com o seu público e, ao mesmo tempo, ajuda a reforçar a presença de marcas na internet.

Leia também:

O Instagram funciona para e-commerce?

A seguir, veja como divulgar um produto no Instagram e, assim, vender mais!

Utilize fotos originais

Os usuários do Instagram preferem imagens que possuam consistência, ou seja, aquelas que foram feitas com algum propósito por trás delas. Isso geralmente não acontece com as fotos encontradas em bancos de imagens.

Para a maioria das pessoas, essa consistência equivale a confiança. Se estas pessoas enxergam a sua marca por meio das redes sociais como confiável, elas estarão mais propensas a comprar de você.

Se você não tem tempo para fazer fotos inspiradoras, dê preferência para a contratação de um fotógrafo. O fotógrafo, ao contrário das imagens de bancos, pode imprimir um olhar mais humano para os seus produtos. Além disso, desse modo você não corre o risco de postar a mesma foto que o seu concorrente.

Estabeleça um padrão para as imagens

É muito importante que você estabeleça um padrão nas imagens que serão postadas. Como exercício, entre no Instagram da Nike e observe os padrões das imagens. Note como o foco delas é claro, como tudo é bastante limpo e nítido. Ao olhar para essas imagens, você logo identifica a marca.

Provoque os sentidos do seu público

Uma boa foto não é apenas bonita. Ela também mexe com os sentidos e a emoção de quem a vê. Pense na utilidade do produto que você vende e encontre nela uma inspiração para postar no Instagram. Exemplo: se o seu e-commerce vende liquidificadores, a imagem de um bolo caseiro pode impactar mais do que a imagem do próprio eletroportátil isolado.

Use as hashtags para aparecer nas buscas

Agora as imagens com hashtag não aparecem na busca somente por meio de uma relação organizada em ordem cronológica. Existe uma seção chamada Top Posts e as imagens com mais destaque ficam lá. No entanto, cuidado para não abusar das hashtags.

Seja criativo

As imagens de produtos que você usa no seu e-commerce não devem ser as mesmas que você vai usar no Instagram. Se na sua loja on-line o fundo das fotos é branco e o produto tem destaque, na rede social ele pode ser abordado em segundo plano, aparecendo nas entrelinhas da imagem.

Identifique e seja parceiro de influenciadores no Instagram

Influenciadores não são, necessariamente, celebridades. Eles possuem uma boa base de seguidores que curtem e interagem com os seus conteúdos por um gosto comum. O influenciador pode ser uma mãe, um adolescente, um fotógrafo ou um aventureiro. Basta que você identifique, nessa pessoa, algo em comum com o segmento do seu e-commerce.

Promova interação através de legendas

Ao invés de descrever o que está na foto, experimente questionar os seus seguidores. O que eles acham? Qual eles preferem? O que tem de bom para hoje? Ao promover a interação, eles ficarão mais próximos e engajados com a sua marca.

Fique de olho no calendário e nas tendências da internet

Prepare posts para as datas especiais e fique atento aos memes da internet. Postagens assim costumam engajar mais o usuário e criam um laço de identificação instantâneo, o que pode promover o aumento da confiança.

5 ferramentas para turbinar o Instagram

Faça a sua biografia trabalhar por você

Além de descrever resumidamente o seu negócio, não se esqueça de colocar o link para o seu e-commerce na biografia do perfil do Instagram. Por ficar no topo, a bio é uma importante ponte entre a sua rede social e a loja on-line.

Viu como divulgar um produto no Instagram não é tão complicado assim? E você, como usa o Insta para vender mais? Compartilhe a sua opinião e experiências conosco nos comentários!

Guia prático do Instagram para lojas virtuais

A mais recente novidade no que tange ao mundo Pokémon foi anunciada neste mês de julho. Trata-se do game Pokémon GO, um jogo (app) para smartphones que permite que qualquer pessoa que tenha o aplicativo capture monstrinhos na vida real.

Ou seja, se você estiver com seu aplicativo do Pokémon GO ligado, poder capturar pokémons aleatórios que aparecerem pela rua. Veja o trailer oficial do game:

Lembra nos jogos antigos quando você passeava com o Ash pelas graminhas de Pallet e do nada aparecia uma Kakuna ou um Rattata? Pois é, isso poderá acontecer com qualquer pessoa que andar pela cidade (uma cidade real!) com o app ligado – só espero que no seu caminho passem pokémons mais legais que Kakunas e Rattatas. 

Mas que tem a ver o comércio eletrônico  com Pokémon GO? Nada, a princípio, mas lojistas que estiverem antenados podem aproveitar a febre do momento para tentar alavancar suas vendas. Veja aqui algumas dicas de como você pode fazer isso na sua loja a seguir:

Potencial mina de ouro para lojas físicas?

Pra começo de conversa, Pokémon Go é um aplicativo gratuito. Para jogá-lo, depois de baixar o app você terá que escolher seu personagem e fazer algumas configurações básicas, como sexo, cor do cabelo e roupas do personagem, entre outras pequenas coisas.

O sistema de jogo, como expliquei brevemente acima, é bem simples e funciona de forma parecida com os primeiros joguinhos de Game Boy. Ou seja, você caminha pelas cidades, encontra pokémons e pode capturá-los se desejar.

Lojas físicas entram nesse cenário da seguinte forma: uma pessoa pode comprar itens chamados Lure Modules dentro do próprio aplicativo. Esses itens atraem pokémons para um PokeStop (seu espaço físico, por exemplo) por 30 minutos. Nos Estados Unidos, um pacote com oito Lure Modules custa 680 pokécoins, lembrando que cada 100 pokécoins saem por 99 centavos de dólar, o que dá pouco mais do que três reais.

Bem, essa é a hora que você entra com toda a sua criatividade para atrair clientes até o seu negócio. Vou compartilhar duas ideias que pensei agora, mas espero que você também compartilhe as suas nos comentários abaixo. 

Programe ações nas redes sociais

Sua loja possui FacebookInstagramSnapchat? As redes sociais serão suas maiores aliadas durante a saga PokémonUse esses canais de amplo alcance para divulgar promoções relacionadas ao game. Você poderá, por exemplo, dar um desconto específico para os mestres que visitarem sua loja física à procura dos monstrinhos.

Lembre-se, no entanto, de avisar seus seguidores com antecedência, pois nunca é demais recordar que cada Pokémon só ficará dando sopa no PokeStop, ou seja, sua loja, por 30 minutos. Desta forma, faça postagens ou vídeos falando sobre a iniciativa e deixe claro quando  a ação irá ocorrer – mencione também que as eventuais ofertas serão válidas apenas em determinado dia ou durante o período de 30 minutos.

Oferecer descontos? Fica a critério da casa

Fazer ou não uma promoção vai ser um critério de cada lojista. Eu particularmente acho que ofertas podem tornar a ação muito mais rica, mas você já sairá ganhando só de atrair dezenas de pessoas que talvez nunca tenham visitado seu negócio na vida.

Faça um gancho para sua loja online

comércio eletrônico não tem fronteiras. Você vende para toda a cidade, todo o estado, todo o país e se quiser para todo o mundo. Portanto, se você vai aderir à onda Pokémon, aproveite o gancho para fazer uma boa propaganda da sua loja virtual.

Em primeiro lugar, lembre-se que a ação possivelmente direcionará ao seu negócio pessoas que talvez nunca tenham ouvido falar dele na vida. Sendo assim, use esta oportunidade para mostrar que você também vende pela internet. Você pode fazer isso através de um banner legal dentro da loja, adesivos na vitrine ou avisos espalhados pelo local.

O mais importante é fazer com que esses potenciais consumidores que eventualmente venham de outras regiões da cidade saibam que você tem um site e não precisem se deslocar grandes distâncias para comprar novamente, pois saberão que também podem adquirir seus produtos pelo computador.

Uma outra estratégia, essa mais focada em aquisição, é dar um cupom de desconto para a loja virtual aos visitantes que fizeram uma compra na loja física. Isso permitirá que você consiga uma dupla venda por diferentes canais, maximizando assim os lucros e o alcance da sua marca.

E o que fazer se eu não tenho uma loja física?

Ótima pergunta. Se você só vende pela internet, como é o caso de muitos microempreendedores, uma alternativa é abrir o que os americanos chamam de pop-up shop, ou seja, um espaço físico temporário com alguns artigos da sua loja virtual.

Falando o português claro, seria uma barraquinha/quiosque na rua contendo os seus principais produtos. Da mesma forma que os exemplos anteriores, você pode comprar Lure Modules e levar os monstrinhos até o seu “novo” endereço físico, atraindo assim potenciais consumidores para o seu negócio.

Pronto para começar?

Pokémon GO ainda não está disponível no Brasil, mas deverá ser lançado por aqui nos próximos dias. Enquanto o novo game não chega, vá amadurecendo suas ideias para colocá-las em prática assim que ele desembarcar por aqui.

Até 2050, a população mundial urbana deve chegar a 70%, segundo projeções da ONU. Atualmente, mais de 50% das pessoas já vivem nas cidades. Isso significará que o planejamento para a conexão dessas concentrações urbanas será ainda mais importante.

O investimento em internet das coisas (IoT, na sigla em inglês) que tem a função de conectar os itens utilizados no dia a dia à rede mundial de computadores, como PCs, smartphones, tablets, smartTVs, relógios inteligentes, será US$ 140 bilhões até 2019, sendo que em 2014 foi de US$ 50 bilhões. Em 2020, 6 bilhões de dispositivos de IoT serão usados pelas próprias cidades.

Estimativas da Business Intelligence (BI) é de que, ainda em 2020, existirão 34 bilhões de dispositivos em todo o mundo conectados à internet. Serão mais de quatro dispositivos para cada humano no planeta. A população mundial é de 7,426 bilhões de pessoas.

Para o vice-presidente de vendas para a América Latina da Qualcomm, Marcos Lacerda, que participará do Global Mobile Internet Conference (GMIC –http://saopaulo.thegmic.com/) – um programa internacional de conferências que explora o impacto na sociedade causado pelas tecnologias mobile – no dia 24 de agosto, no WTC Events Center em São Paulo (SP), o Brasil não vai ficar de fora de todo esse avanço tecnológico.

“A integração e a conectividade são caminhos naturais no Brasil, ainda mais quando vemos que quase tudo têm sua versão conectada, mas isso no Brasil irá ocorrer de forma gradual, mas exponencial, ou seja, o ritmo de integração irá acelerar mais do que o momento atual nos sugere”, explica.

Já o gerente sênior de produtos da divisão de dispositivos móveis da Samsung Brasil que estará presente no GMIC São Paulo, Renato Citrini, lembra que“isso é apenas o começo de tudo o que ainda está por vir. A conectividade e realidade virtual, por exemplo, proporcionam um novo modo para o consumidor jogar, experimentar, compartilhar e visitar qualquer lugar do mundo, ao acessar conteúdos como fotos e vídeos. Uma experiência totalmente imersiva em um ambiente simulado e conectado, com ou sem interação do usuário”.

O cálculo da BI ainda indica que a IoT tem o poder de revolucionar todas as coisas – casas, negócios e cidades inteiras. Apenas a IoT deve demandar investimento no quinquênio 2015/2020 de US$ 6 trilhões, ou 1,25% do PIB global no mesmo período. Esses US$ 6 trilhões gerarão retorno (ROI) de US$ 12,6 trilhões na década compreendida entre 2015-2025.

“Podemos esperar que a conectividade revolucione a indústria automobilística e a mobilidade como conhecemos, por exemplo. Afinal, ao ganharem conectividade de qualidade, as possíveis aplicações e usos em um automóvel serão impossíveis de prever, e podem ser tão disruptivas quanto o Waze está sendo para o mundo dos dispositivos GPS”, afirma Lacerda que, ainda, prevê “deverão surgir uma infinidade de aplicativos e serviços específicos que irão tornar a experiência do condutor e dos passageiros mais confortável, segura e interativa. A grande maioria destas ofertas não virão diretamente das próprias montadoras ou empresas da indústria automotiva, mas sim de startups baseadas em modelos de negócio inovadores”, finaliza.

Em curto prazo adicionar conectividade a automóveis representará a continuidade da experiência que o consumidor já tem com o smartphone, com todas as facilidades e vantagens. Segundo a Nielsen, são quase 80 milhões de pessoas com acesso à internet pelo smartphone. À longo prazo, empresas e negócios irão desfrutar das vantagens, porque a conectividade afetará significativamente a forma como as pessoas se movem, principalmente em áreas urbanas, gerando oportunidades de negócios.

De olho nas necessidades e oportunidades do mercado, são 4179 startups cadastradas no país, entre os principais mercados investidos, são SaaS – Software as Service; Educação e Internet, de acordo com a Associação Brasileira de Startups. Para Citrini, esse movimento das startups é consequência da compreensão de que “o smartphone não está restrito apenas às ligações telefônicas ou demais funções básicas, como ouvir música ou responder mensagens de texto. O uso atualmente vai além, com o consumidor reconhecendo um maior valor agregado na adição de produtos e serviços para serem utilizados em conjunto de seus dispositivos, seja ele um relógio inteligente ou um dispositivo de realidade virtual. Para construir um ecossistema correto é necessário mais do que lançar novos acessórios, é preciso conhecer e entender quais são as demandas do consumidor para, a partir daí, oferecer benefícios que gerem maior valor para eles”, finaliza.

Para a União Internacional das Telecomunicações (ITU), em 2018, pelo menos metade do mundo estará conectado à internet. Atualmente, o índice é de 46,4%, segundo a Internet World Stats. Esses bilhões de dispositivos deverão ser usados, principalmente, por corporações e governos. As aplicações, afirma o estudo, orientam-se para as mais diversas áreas.

Por segmento, devem se beneficiar com esse avanço da IoT, a indústria do petróleo, as manufaturas, o setor financeiro, as operadoras de telefonia, as companhias de energia, o varejo, o segmento de viagens e transportes, a indústria da alta tecnologia, o ramo farmacêutico, o automobilístico e, por fim, a indústria de mídia e entretenimento.

Neste cenário, é que serão discutidos o futuro da indústria de tecnologia mobile pelo vice-presidente para a América Latina do Twitter, Guilherme Ribenboim; o gerente sênior de produtos da divisão de dispositivos móveis da Samsung Brasil, Renato Citrini; o CEO Movile, Fabricio Bloisi; o CEO P-Safe, Marco De Mello e o gerente geral da Baidu Brasil e Presidente ABO2O, Yan Di durante o Global Mobile Internet  Conference (GMIC São Paulo).

Agenda

Quando: 24 de agosto de 2016, das 08h às 20h
Local: WTC Events Center em São Paulo – Av. das Nações Unidas, 12551, Brooklin Novo, São Paulo – SP, CEP 04578-903
Como: As inscrições estão disponíveis pelo site: http://saopaulo.thegmic.com/

Competição entre startups

Pela primeira vez no Brasil, o evento sedia a competição entre startups, G-Startup Worldwide, organizado pelo gigante clube de negócios, GWC (http://en.gwc.net/), que premiará a ganhadora com 50 mil dólares. A vencedora brasileira terá vaga garantida na disputa entre as melhores globais para concorrer a 300 mil dólares no Vale do Silício.

Somente no segundo trimestre de 2015 o número de usuários de smartphones cresceu 48% no Brasil, com isso, as compras via mobile também aumentaram e estão em constante desenvolvimento.

Os dados de 2015 ainda apontam que 1 décimo das compras brasileiras é feita por smartphones e tablets, porém a expectativa para 2016 é que esse tipo de conversão represente 30% no total de vendas de lojas on-line, o que acaba aumentando a necessidade de adaptação do e-commerce ao ambiente das vendas móveis.

Um dos pontos que alavancaram as vendas pelo celular foram as telas maiores dos aparelhos de última geração, como o Galaxy S6 e o Iphone 6. Já a categoria de produto que tem sido mais buscada é a de moda, sendo 32% do consumo feito pelo dispositivo.

O que chama a atenção também é que quase 5% dos brasileiros compram on-line por conta de promoções ou desconto, desta forma os cupons de descontos têm sido bons aliados para fidelizar e gerar novas vendas no comércio virtual.

Pensando nisso, o SaveMe elaborou um infográfico sobre o perfil do consumidor mobile no Brasil, onde apresenta as principais características do usuário on-line, informações sobre o uso dos cupons de desconto no país e dicas de economia para quem deseja ter vantagens na hora do pagamento.

As fontes dos dados encontram-se no rodapé do infográfico.

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