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Marca de moda feminina online, a AMARO tem como algumas de suas premissas a inovação digital e estratégia omni-channel. Ambos os conceitos acompanham uma produção verticalizada (que vai desde a criação e execução interna das coleções até a logística de entrega da peça ao cliente) e a preocupação com a experiência do consumidor.

Visando potencializar todos esses pontos, o e-commerce inovou ao usar o jogo sensação do momento, o Pokémon GO, como novo ponto de contato para atrair e engajar clientes e admiradores da marca.

Pokémon GO: como relacionar seu negócio à febre do momento

Com uma ação planejada para ativar os Guide Shops (espaço conceito que leva para o ponto de venda físico à experiência de compra do ecommerce) a marca oferece “Lure”, um artifício do jogo colocado em locais específicos para deixar o ambiente mais atrativo para os Pokémons, propondo que os consumidores vão até o shopping, atraiam os monstrinhos para dentro da Guide Shop e postem fotos com eles no cenário especial construído para a ativação.

Ao compartilhar a imagem nas redes sociais marcando a AMARO ou usando a hashtag “MundoAMARO”, o cliente recebe R$30 de desconto em compras acima de R$100.

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A ativação teve início no último sábado, 20, na AMARO Guide Shop do Pátio Higienópolis e conta com uma identidade visual criada especialmente pela equipe criativa da marca. Com um treinamento específico, as vendedoras foram preparadas para auxiliar as clientes durante todo o momento da ação.

A ação foi planejada para incentivar os consumidores a usufruírem do ambiente físico da AMARO, aumentar o engajamento e também apresentar a experiência da marca para novos clientes, em uma combinação inédita de realidade aumentada e gamificação.

“O objetivo de trazer o jogo Pokémon GO para os nossos Guide Shops foi fortalecer junto aos consumidores os valores da AMARO que unem os conceitos de omni-channel, tecnologia, inovação e últimas tendências”, diz Sandra Hayashida, head de physical retail.

Sua marca também conseguiu aproveitar a febre do Pokémon Go? Conte nos comentários. 🙂

Atualmente, o conceito de omnichannel está sendo muito comentado e discutido pelos profissionais do setor varejista. As marcas precisam se reinventar e adaptar para poder atender a todos e não ficar de fora da linha de interesse dos consumidores.

O que se percebe é que essa não é mais uma questão conceitual, mas os novos compradores fazem parte de uma geração que está 100% conectada a todos os canais.

Seu negócio está preparado para o Omnichannel?

A multicanalidade e o omnichannel se complementam e são interligadas com um único objetivo, proporcionar melhorias e excelência no atendimento ao cliente. Uma empresa para se tornar multicanal precisa oferecer aos seus consumidores diferentes canais de vendas e comunicação. Mas, é preciso que eles estejam integrados, planejados, e gerido de forma correta, proporcionando a sensação de uniformidade entre todos os meios.

Devido a isso, toda ação que é feita na loja física precisa estar atualizada no banco de dados da empresa, já que muitos compradores ainda preferem fazer as compras de forma tradicional. Alguns varejistas estão inovando e criando novas estratégias para atrair esse público, como por exemplo, ter a possibilidade de comprar em um ambiente online e poder trocar em uma loja física, é uma facilidade, para aqueles que ainda têm medo de adquirir pelo e-commerce. Dessa forma, as lojas virtuais evitam que o consumidor fique insatisfeito com a aquisição, melhorando o relacionamento entre as duas partes.

Já que essa nova geração está cada vez mais exigente e antenada, as marcas precisam estar presentes em todos os canais de comunicação como e-mail, telefone, canal de atendimento e em todo tipo de rede social, para poder se aproximar do cliente e saber tudo o que está sendo falado a seu respeito. Mas, além de proporcionar uma experiência de compra feita por vários canais, é preciso oferecer comodidade para que ela não se vire contra a marca, pois nas redes sociais, uma reclamação ou opinião negativa pode ser divulgada em poucos minutos e a sua imagem pode ficar fragilizada.

Podemos perceber que não há regra e nem jeito certo de implantar essas ferramentas, pois depende do segmento que a marca atua e para qual público que ela é destinada. Quando o omnichannel e a multicanalidade são feitas sem erro e de forma que o cliente fique satisfeito, a única certeza que temos é que a mesma se torna essencial para fidelizar um cliente antigo, captar novos prospects e parceiros, além de aumentar a taxa de conversão das vendas e alavancar o negócio.

Segundo pesquisa divulgada pelo IBGE, o varejo registrou a oitava queda consecutiva em vendas, o que resulta em cerca de 6,8% de perdas, a maior sequência de taxas negativas desde 2000. Esse é um dado assustador, que tem preocupado desde os pequenos comerciantes até grande grupos de varejo ultimamente no Brasil.

No entanto, o Mercado Digital é mais otimista e dá impressão de ser menos impactado pela crise que assola nosso país em diversos setores. Será que isso é uma impressão ou uma realidade diferente para o meio digital? De acordo com a Pesquisa Profissional de E-commerce, 48% dos negócios registraram queda nas vendas em 2015 e, segundo a IDC, alguns meses chegaram a apresentar resultado 16% inferior ao mesmo período comparativamente ao ano anterior.

A crise afeta todos os canais, pois a origem dela é no consumidor, que tem seu poder de compra comprometido, independente do canal. Difícil é ainda pensar nesses dois mundos – online e off-line – como separados e quase concorrentes.

As lojas físicas e o e-commerce deveriam ser complementares e dificilmente sobreviverão separadamente; tanto no serviço e atendimento ao cliente quando na gestão interna, estratégia e mensuração. Há raros exemplos remanescentes estruturas 100% online ou 100% físicas – os modelos híbridos já são a maioria.

Mesmo com a explosão de canais; sites, apps, lojas, flagships, venda direta, etc – a grande maioria ainda não adotou um pensamento Omnichannel e mantém uma separação entre as equipes que gerenciam o e-commerce e as lojas em shoppings e ruas. Pode-se dizer que os sistemas já são mais integrados do que as equipes. Se não existe um alinhamento estratégico e um pensamento de articulação interno, a eficiência será comprometida, mesmo com os melhores sistemas e tecnologias mais avançadas.

O conceito de Omnichannel, por enquanto, é quase só aplicado onde o varejista ganha dinheiro, mas ainda não está presente onde ele gasta. Explico: as preocupações mais frequentes são operacionais e comerciais, por exemplo: “Como meu cliente pode comprar online e trocar na loja? Posso ter um terminal do meu e-commerce na minha loja?” Enquanto o alinhamento estratégico de comunicação, precificação, produto, não são trazidos para discussão com a mesma frequência.

O consumidor já está acostumado a transitar entre os diferentes canais; escolher online e comprar na loja e vice-versa. Mas isso não deveria ser imponderável – o varejista pode ter controle sobre isso e dosar a interpenetração dos canais.

Se a crise afeta seus canais de maneira diferente significa que eles não estão integrados de fato. O consumidor é o mesmo e a origem da retração é no potencial de consumo, independente do canal. Sistemas são automáticos, mas dependem de gestão e estratégia humana e as organizações devem permitir e promover esse fator, se desvencilhando de burocracias que inibem inovação e tomada de decisão rápida. Nesse sentido, a crise exige que o varejista se arrisque mais e se reinvente com menos recursos.

Eficiência é a palavra-chave do momento e pode ser entendida como enxugamento de equipes e revisão de gastos. É um momento em que serão discutidas integrações de áreas, acúmulos de função; que podem ser vistas por uma ótica positiva por proporcionar uma gestão horizontal, mais abrangente e menos burocrática.

O momento anterior à crise, de maior abundância de recursos, gerou uma onda de fragmentação, muitas “áreas e subáreas” que agora começam a desaparecer junto com profissionais menos qualificados, menos eficientes.

O mercado de moda foi o tema amplamente debatido no II Fórum Negócios da Moda promovido pelo Estadão e FecomercioSP em Junho de 2015.

Na oportunidade pudemos entender como as empresas estão montando suas estratégias em um momento difícil da economia, principalmente apostando em inovação e diferenciação para atender o novo consumidor Omnichannel.

Este vídeo promovido pela FecomercioSP resume como foi o encontro:

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Uma tendência para o varejo nos próximos anos é o que chamamos de Omnichannel. A palavra resume o conceito de uma integração completa dos canais de compra para atender igualmente o consumidor em todas as plataformas. A ideia surge de uma demanda cada vez maior de onipresença e participação instantânea dos clientes durante todo o processo de compra.

Dessa forma, o futuro nos conduz para uma experiência de compra e venda quase que sinestésica, onde os clientes são estimulados a todo o momento para que fiquem sempre lembrando das marcas e interagindo constantemente com elas. É praticamente uma busca constante e incansável pela aceitação do público e por se mostrar sempre presente.

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A era do consumidor multicanal

Para sobreviver nesse ambiente, as empresas precisam estar preparadas e, para isso, dispor de diversas ferramentas que integrem todos esses canais atualizados com informações relevantes, atrativas e coerentes. Além disso, é claro que toda a operação precisa funcionar corretamente para não ter nenhum furo. Agora que você já entendeu o conceito, já parou para pensar se a sua empresa está preparada para essa tendência? Bem, confira o que é necessário para deixar seu negócio pronto para o omnichannel:

Pessoas preparadas

Para funcionar, o seu negócio precisa de pessoas preparadas e engajadas. Essas pessoas produzirão resultados, lidando com um volume considerável de informações.

Elas têm que saber, por exemplo, como atender o público com igualdade de tratamento em todos os canais. Para isso, as informações precisam ser uniformes e claras para todos os consumidores e também para os colaboradores. Estes, precisam estar prontos para instruir os clientes.

Vale dizer, portanto, que, para iniciar com o omnichannel em sua empresa, a mudança de cultura organizacional é um fator crítico para alcançar o sucesso!

Conteúdo adaptado a todas as plataformas

O que funciona no e-mail marketing pode não funcionar no mobile por não se adequar à tela menor do smartphone, por exemplo. Portanto, cada canal precisa ter seu diálogo próprio para interagir corretamente com os públicos de interesse.

Inclusive, se existirem diversos públicos, é bacana mensurar qual público usa o quê na hora de compor sua mensagem – e direcioná-la corretamente.

Operações integradas

Além das mensagens e das informações, é preciso que as operações sejam integradas. Isso deve começar por um sistema que atenda todas as demandas, do planejamento até a ponta, para que o fluxo de informações e de dados seja o mesmo para todas as atividades da empresa.

O sistema precisa abranger e suportar diversas operações, pois elas precisam estar integradas em processos contínuos.

Além disso, é necessário dispor de vários canais de contato para os colaboradores conversarem entre si. Lembre-se que o tempo de resposta precisa ser rápido e com informações claras e precisas.

Tempo de planejamento e preparação

Esse formato de interação e comercialização exige um tempo considerável de planejamento, para aparar todas as possíveis arestas e lidar com alguns problemas inerentes a qualquer negócio.

Dessa forma, é preciso estar mais do que preparado para oferecer ao cliente toda a praticidade que o Omnichannel traz. É preciso agir imediatamente à demanda apontada pelo seu cliente e, para que a ação seja imediata, o planejamento precisa ter sido feito de forma minuciosa e cuidadosa.

É preciso estar preparado para os problemas

Antes de seguir uma tendência como essa, é preciso pensar e se preparar bastante, para não cometer deslizes, principalmente com o cliente final. Toda essa exposição é válida para aumentar as vendas e fidelizar o seu consumidor, mas lembre-se que também traz consigo o lado negativo de ser bombardeado de críticas públicas quando as coisas dão errado.

Mas se isso acontecer, a dica é simples: um bom atendimento, que demonstre interesse e presteza em resolver o problema do cliente valerá bem mais do que uma exposição maravilhosa dos seus produtos e serviços.

Não se preocupe! Nada é um bicho de sete cabeças, nem mesmo esse tal de Omnichanel, quando existe o interesse em fazer acontecer e preparação adequada para isso.

Para não se perder, acompanhe sempre as dicas do nosso blog e fique ainda mais ligado nas tendências do mercado online. Se você ainda tem dúvidas sobre esse conceito e sua aplicação, deixe-as nos comentários que lhe responderemos.

Infográfico: Como será a escola do futuro. O Exame.com publicou semana passada um artigo bastante válido para entender a demanda sobre a educação, tanto do perfil do jovem quanto do futuro das universidades. Assim como já adotamos na Universidade Buscapé Company, a tecnologia não pode mais ser descartada para capacitação profissional, e o conceito multicanal deve estar sempre presente. Além de poder escolher o meio, a relação entre professor e aluno passa a ser colaborativa, com troca de experiências e de preferência práticas.

Apesar de algumas pessoas defenderem que a tecnologia pode privar a criatividade por falta de recursos e esfriar as relações humanas, ela acumula muitas vantagens antes inviáveis: monitorar a evolução de um aluno ou aplicar uma metodologia de ensino totalmente personalizada nunca foi tão acessível. Quando utilizada da maneira correta, torna o processo de conhecimento muito mais amplo e rico.

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“Não adianta apenas dispor de artefatos tecnológicos. Se você não sabe como usá-los, computadores, tablets e smartphones são apenas um monte de ferramentas inúteis. Tecnologia é saber usar as ferramentas de que se dispõe, em busca dos melhores resultados”, ensina Carlos Seabra, consultor em novas mídias da Editora FTD.

O desafio das escolas hoje é combinar metodologia de ensino e tecnologia, com base no tripé competitividade, capacitação dos professores e gestão. Como diz Carlos Seabra, a tecnologia por si só não melhora ou piora a qualidade do ensino. É como um megafone – só amplifica. Nas mãos de um desafinado, não vai gerar nenhum bom resultado.

No ensino superior, os desafios não serão muito diferentes. O infográfico abaixo, produzido pela Porvir, resume o que vai reger a educação superior em um futuro já muito próximo.

[por Mariela Castro]

Infográfico: Como será a escola do futuro

Veja também: A revolução da educação digital, publicado pela Exame.com

Estamos falando bastante sobre o conceito multicanal, com a popularização dos smartphones, o acesso à informação e às compras foi exponenciado. Nos Estados Unidos, o Walmart já começou a ditar as tendências, no Walmart.com hoje é possível, por exemplo, comprar na loja virtual e retirar em alguma loja física (conhecido como pickup in store). É exatamente daí que surge o questionamento: Comprar na loja ou no site?

O Jornal do Commercio Online procurou os maiores especialistas em Comércio Eletrônico no Brasil, a E-bit. Pedro Guasti explicou que antes da escolha, o consumidor deve avaliar concretamente as vantagens de cada canal:

“O estabelecimento físico e os sites não são canais que se substituem. Tudo depende da necessidade do consumidor, que deve avaliar quando vale a pena comprar em um ou outro. Se precisa de um produto com urgência e não pode aguardar o prazo de entrega, ele vai até a loja física. Antes, pesquisa na internet e já vai ao lugar com melhor preço. Ou faz o caminho inverso, indo até a loja para ver o produto, tocar, experimentar e depois volta para casa para comprar pelo site, se o preço for mais atrativo” (…) “Também não adianta comprar um produto que está mais barato em um site se o frete é muito caro”, alerta Pedro.

Para esta etapa de tomada de decisão, o consumidor tem hoje à mão uma série de facilidades, pelo computador ou pelo smartphone, por exemplo, o Buscapé oferece comparação de preços, informações e reviews de produtos com uma simples digitalização do código de barras do produto.

“Os smartphones também são aliados do consumidor, que pode se munir de informações quando está em uma loja e negociar melhores preços diretamente com os vendedores”.

“Se o consumidor compra um produto no site e escolhe retirar no estabelecimento físico, economiza no frete. Mas também deve pensar em outros gastos que terá no deslocamento, no gasto com estacionamento e também na possibilidade de gastar mais indo até a loja, se deparando com outros produtos que acaba comprando por impulso”, completa.

Leia também:

A era do consumidor multicanal

Pickup in Store no Brasil

Quando comprar na loja ou no siteA rede varejista Eletro Shopping é um bom exemplo nacional deste conceito multicanal apostando em dois canais de venda. O diretor comercial Cristiano Vilar diz que o site e a loja não concorrem entre si:

“Há três anos, a gente gerenciava o site junto com a loja física, mas observamos que essa estratégia não era rentável, até porque a loja virtual nunca vai concorrer com a física e sim com outros sites”, conta Cristiano.

O diretor enfatiza que o mix de produtos do site da Eletro Shopping chega a ser bem mais amplo que o das lojas, pois tem custos são menores.

“Vendemos de panelas, livros e calçados a CDs. Ainda este ano vamos lançar até sex shop no site, coisa que nunca imaginamos nas unidades físicas”, explicou o diretor ao Jornal do Commercio Online. A Eletro Shopping também estuda aderir ao pickup in store.

Segundo Cristiano, o faturamento do site cresce quase 50% ao ano. “Não divulgamos o faturamento das lojas, mas se considerarmos o site como uma loja, ela é a que tem o maior faturamento disparado, até porque a base era menor. Mas é o segmento que mais cresce”, reforça o diretor.

O gerente da Livraria Saraiva do RioMar Shopping, Rafael Procópio, diz que o preço de um livro na loja física não tem como ser o mesmo do site, por conta de custos como energia, aluguel, funcionários. “Os custos impactam cerca de 20% sobre o valor do produto. Mas isso pode ser mais vantajoso dependendo do que o cliente pagaria pelo frete”. A livraria já adota o pickup in store. “Essa estratégia é boa para o site, que vende, e para o cliente, que adquire o produto por um menor preço. E ainda para a loja física, pois o cliente acaba se interessando por algo mais e faz outra compra”, diz Rafael.

Fonte: Jornal do Commercio Online

Tablet Commerce. Os lojistas eletrônicos mal tiveram tempo de suportar os smartphones, e logo apareceram os tablets, como o iPad. Desenhar para tablets é uma disciplina diferente da Web e da mobilidade “tradicional”, se é que podemos usar esse termo.

E não tem como fingir que os tablets não existem. Nos EUA, 7% das compras de Natal foram feitas com iPads, de acordo com a IBM. E a taxa de conversão medida pela empresa foi de 4,6%, quase o dobro da média de conversões em mobile, de 2,8%.

É importante notar que os tablets não substituem outros dispositivos. Eles são usados em adição aos computadores, laptops e smartphones. A Equation Research levantou que 70% do uso de tablets é em casa, no sofá ou na cama. Os usuários consomem majoritariamente mídia – filmes, revistas, notícias e os viciantes e-books. E compram muitas vezes influenciados por essas mídias. Use as seções de gadgets da versão iPad da revista Wired para ver como é.

Leia também: Walmart americano implementa o conceito Multicanal | A era do consumidor multicanal

Princípios de e-commerce para Tablets

O especialista Stephen Burke, da agência Resource Interactive, brincou no recente evento da Shop.org dizendo que desenhar para smartphones é como calçar um pé 40 num sapato 36. Nos tablets, o desafio é outro. A intimidade da interação com os tablets exige diferenças de design com as lojas na Web – mesmo que elas rodem em seus browsers. Essas são suas dicas:

1 – Experiências Engajadoras

Sua loja precisa ser bonita, interativa e divertida. Os usuários de tablets recompensam as lojas que os encantam. Em geral, a primeira camada de apresentação deve ter menos textos e fotos de altíssima qualidade. Vídeo também é quase obrigatório.

2 – Tudo Compartilhável

As pessoas, quando encontram coisas interessantes em seus tablets, vão mostrar para os familiares (lembre-se que 70% do uso é em casa). Quanto mais fácil for para o usuário repetir a experiência com um produto que o encantou, mais fácil será uma segunda opinião positiva.

3 – Espere o Consumidor

As experiências no tablet duram mais tempo e pedem menos “pressão” por parte do lojista. No tablet não vale a regra do e-commerce na Web, de fazer com que o consumidor feche o carrinho imediatamente. Diferente da Web, o usuário não está com seus concorrentes abertos em outras abas do browser, e você pode conduzí-lo gentilmente a comprar mais.

4 – Abuse de Conteúdo

As pessoas usam os tablets para gastar tempo, portanto não economize em conteúdo: apresentações conceituais de linhas de produtos, entrevistas com designers, manipulações 3D. Trabalhe com seus fornecedores e torne sua loja uma experiência de lazer e conhecimento. Seu cliente vai voltar sempre!

Texto original para a Revista Locaweb.