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Infográfico: Como será a escola do futuro. O Exame.com publicou semana passada um artigo bastante válido para entender a demanda sobre a educação, tanto do perfil do jovem quanto do futuro das universidades. Assim como já adotamos na Universidade Buscapé Company, a tecnologia não pode mais ser descartada para capacitação profissional, e o conceito multicanal deve estar sempre presente. Além de poder escolher o meio, a relação entre professor e aluno passa a ser colaborativa, com troca de experiências e de preferência práticas.

Apesar de algumas pessoas defenderem que a tecnologia pode privar a criatividade por falta de recursos e esfriar as relações humanas, ela acumula muitas vantagens antes inviáveis: monitorar a evolução de um aluno ou aplicar uma metodologia de ensino totalmente personalizada nunca foi tão acessível. Quando utilizada da maneira correta, torna o processo de conhecimento muito mais amplo e rico.

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“Não adianta apenas dispor de artefatos tecnológicos. Se você não sabe como usá-los, computadores, tablets e smartphones são apenas um monte de ferramentas inúteis. Tecnologia é saber usar as ferramentas de que se dispõe, em busca dos melhores resultados”, ensina Carlos Seabra, consultor em novas mídias da Editora FTD.

O desafio das escolas hoje é combinar metodologia de ensino e tecnologia, com base no tripé competitividade, capacitação dos professores e gestão. Como diz Carlos Seabra, a tecnologia por si só não melhora ou piora a qualidade do ensino. É como um megafone – só amplifica. Nas mãos de um desafinado, não vai gerar nenhum bom resultado.

No ensino superior, os desafios não serão muito diferentes. O infográfico abaixo, produzido pela Porvir, resume o que vai reger a educação superior em um futuro já muito próximo.

[por Mariela Castro]

Infográfico: Como será a escola do futuro

Veja também: A revolução da educação digital, publicado pela Exame.com

Estamos falando bastante sobre o conceito multicanal, com a popularização dos smartphones, o acesso à informação e às compras foi exponenciado. Nos Estados Unidos, o Walmart já começou a ditar as tendências, no Walmart.com hoje é possível, por exemplo, comprar na loja virtual e retirar em alguma loja física (conhecido como pickup in store). É exatamente daí que surge o questionamento: Comprar na loja ou no site?

O Jornal do Commercio Online procurou os maiores especialistas em Comércio Eletrônico no Brasil, a E-bit. Pedro Guasti explicou que antes da escolha, o consumidor deve avaliar concretamente as vantagens de cada canal:

“O estabelecimento físico e os sites não são canais que se substituem. Tudo depende da necessidade do consumidor, que deve avaliar quando vale a pena comprar em um ou outro. Se precisa de um produto com urgência e não pode aguardar o prazo de entrega, ele vai até a loja física. Antes, pesquisa na internet e já vai ao lugar com melhor preço. Ou faz o caminho inverso, indo até a loja para ver o produto, tocar, experimentar e depois volta para casa para comprar pelo site, se o preço for mais atrativo” (…) “Também não adianta comprar um produto que está mais barato em um site se o frete é muito caro”, alerta Pedro.

Para esta etapa de tomada de decisão, o consumidor tem hoje à mão uma série de facilidades, pelo computador ou pelo smartphone, por exemplo, o Buscapé oferece comparação de preços, informações e reviews de produtos com uma simples digitalização do código de barras do produto.

“Os smartphones também são aliados do consumidor, que pode se munir de informações quando está em uma loja e negociar melhores preços diretamente com os vendedores”.

“Se o consumidor compra um produto no site e escolhe retirar no estabelecimento físico, economiza no frete. Mas também deve pensar em outros gastos que terá no deslocamento, no gasto com estacionamento e também na possibilidade de gastar mais indo até a loja, se deparando com outros produtos que acaba comprando por impulso”, completa.

Leia também:

A era do consumidor multicanal

Pickup in Store no Brasil

Quando comprar na loja ou no siteA rede varejista Eletro Shopping é um bom exemplo nacional deste conceito multicanal apostando em dois canais de venda. O diretor comercial Cristiano Vilar diz que o site e a loja não concorrem entre si:

“Há três anos, a gente gerenciava o site junto com a loja física, mas observamos que essa estratégia não era rentável, até porque a loja virtual nunca vai concorrer com a física e sim com outros sites”, conta Cristiano.

O diretor enfatiza que o mix de produtos do site da Eletro Shopping chega a ser bem mais amplo que o das lojas, pois tem custos são menores.

“Vendemos de panelas, livros e calçados a CDs. Ainda este ano vamos lançar até sex shop no site, coisa que nunca imaginamos nas unidades físicas”, explicou o diretor ao Jornal do Commercio Online. A Eletro Shopping também estuda aderir ao pickup in store.

Segundo Cristiano, o faturamento do site cresce quase 50% ao ano. “Não divulgamos o faturamento das lojas, mas se considerarmos o site como uma loja, ela é a que tem o maior faturamento disparado, até porque a base era menor. Mas é o segmento que mais cresce”, reforça o diretor.

O gerente da Livraria Saraiva do RioMar Shopping, Rafael Procópio, diz que o preço de um livro na loja física não tem como ser o mesmo do site, por conta de custos como energia, aluguel, funcionários. “Os custos impactam cerca de 20% sobre o valor do produto. Mas isso pode ser mais vantajoso dependendo do que o cliente pagaria pelo frete”. A livraria já adota o pickup in store. “Essa estratégia é boa para o site, que vende, e para o cliente, que adquire o produto por um menor preço. E ainda para a loja física, pois o cliente acaba se interessando por algo mais e faz outra compra”, diz Rafael.

Fonte: Jornal do Commercio Online

Tablet Commerce. Os lojistas eletrônicos mal tiveram tempo de suportar os smartphones, e logo apareceram os tablets, como o iPad. Desenhar para tablets é uma disciplina diferente da Web e da mobilidade “tradicional”, se é que podemos usar esse termo.

E não tem como fingir que os tablets não existem. Nos EUA, 7% das compras de Natal foram feitas com iPads, de acordo com a IBM. E a taxa de conversão medida pela empresa foi de 4,6%, quase o dobro da média de conversões em mobile, de 2,8%.

É importante notar que os tablets não substituem outros dispositivos. Eles são usados em adição aos computadores, laptops e smartphones. A Equation Research levantou que 70% do uso de tablets é em casa, no sofá ou na cama. Os usuários consomem majoritariamente mídia – filmes, revistas, notícias e os viciantes e-books. E compram muitas vezes influenciados por essas mídias. Use as seções de gadgets da versão iPad da revista Wired para ver como é.

Leia também: Walmart americano implementa o conceito Multicanal | A era do consumidor multicanal

Princípios de e-commerce para Tablets

O especialista Stephen Burke, da agência Resource Interactive, brincou no recente evento da Shop.org dizendo que desenhar para smartphones é como calçar um pé 40 num sapato 36. Nos tablets, o desafio é outro. A intimidade da interação com os tablets exige diferenças de design com as lojas na Web – mesmo que elas rodem em seus browsers. Essas são suas dicas:

1 – Experiências Engajadoras

Sua loja precisa ser bonita, interativa e divertida. Os usuários de tablets recompensam as lojas que os encantam. Em geral, a primeira camada de apresentação deve ter menos textos e fotos de altíssima qualidade. Vídeo também é quase obrigatório.

2 – Tudo Compartilhável

As pessoas, quando encontram coisas interessantes em seus tablets, vão mostrar para os familiares (lembre-se que 70% do uso é em casa). Quanto mais fácil for para o usuário repetir a experiência com um produto que o encantou, mais fácil será uma segunda opinião positiva.

3 – Espere o Consumidor

As experiências no tablet duram mais tempo e pedem menos “pressão” por parte do lojista. No tablet não vale a regra do e-commerce na Web, de fazer com que o consumidor feche o carrinho imediatamente. Diferente da Web, o usuário não está com seus concorrentes abertos em outras abas do browser, e você pode conduzí-lo gentilmente a comprar mais.

4 – Abuse de Conteúdo

As pessoas usam os tablets para gastar tempo, portanto não economize em conteúdo: apresentações conceituais de linhas de produtos, entrevistas com designers, manipulações 3D. Trabalhe com seus fornecedores e torne sua loja uma experiência de lazer e conhecimento. Seu cliente vai voltar sempre!

Texto original para a Revista Locaweb.