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Pesquisa elaborada pela área de Pesquisa e Inteligência de Mercado do grupo Abril traz um olhar inédito sobre a Geração X, que representa, aproximadamente, as pessoas com idade entre 35 e 54 anos. Segundo o estudo, esse ainda é o público que mais consome, embora grande parte da publicidade das empresas seja focada nos Millennials.

Segundo os números, o X representa hoje aproximadamente ¼ da população e é responsável por mais da metade da renda gerada no país e com um uso diário de e-mail na faixa de 94%, o uso de ferramentas de marketing por e-mail tornam-se uma excelente oportunidade para segmentar e personalizar o conteúdo para que o retorno financeiro sobre este público extremamente representativo seja o melhor possível.

Mailify Ferramenta de Email Marketing  | blog.pt.mailify.com

Algumas dicas para atingir o coração e o bolso do “X” segundo o estudo

• Estética, símbolos e contexto são imprescindíveis
• Represente-o de fato: nem mais novo, nem com mais cabelo ou menos barriga
• Geração multiplataforma: os X construiu a ponte entre o on e o off-line
• A razão tem destaque na equação entre o racional e o emocional
• Mais sobre o produto, menos sobre o propósito
• Família: um clichê que dá certo
• Conteúdo é sempre bem-vindo
• Quebre paradigmas sem apelar para estereótipos
• Reflexão: ajude-o a refletir e o conquistará
• Cuidado com as generalizações ao utilizar um target baseado apenas em demografia

Publicado anteriormente no blog da Mailify.

A decisão de construir ou reformar um imóvel pode acontecer por diversos fatores: casamento, a chegada de um filho, uma mudança na carreira e outros. Como em outras indústrias, para decidir quais fornecedores, móveis e lojas escolher, muitos brasileiros vão para a Internet para pesquisar sobre o tema e efetuar suas compras.

Na esfera sociodemográfica observamos que a maioria dos brasileiros interessados em casa e construção é mulher (74%), casada (83%), com idade entre 35 a 59 anos (46%), da classe Alta (64%) e graduada (56%).

Dentro desse tema, os três produtos pelos quais os brasileiros mais buscam são móveis de quartos, climatizadores e materiais de construção. Já as marcas preferidas são Brastemp, Tramontina e Panasonic. Para realizar tais buscas, utilizam smartphones (55%).

No tema casa e construção se interessam por jardinagem, arquitetura, móveis e decoração. Fora dele, se interessam por esportes motorizados, colecionismo e literatura.

Além disso, a maioria deles pertence ao cluster Vencedores (28%) do Navegg EveryOne. Ou seja, valorizam a exclusividade e tendem a pagar mais por isso, mas são os que mais analisam as variáveis que definem o custo-benefício daquilo que desejam adquirir.

Quando o assunto é comportamento de consumo dentro da indústria de Casa e Construção, a maioria deles se encaixa no perfil Mobiliando (52%) do Navegg EveryBuyer – composto por pessoas que estão em período de mudança e precisam adquirir vários produtos ao mesmo tempo -, seguido de um empate entre o perfil Marido de Aluguel (24%) – representados pelas pessoas que sempre estão realizando pequenas construções ou fazendo reformas, por isso, tendem a comprar pouco e com frequência – e Luxo e decoração (24%) – composto por pessoas sofisticadas, que trocam a decoração de sua casa de acordo com as tendências.

Confira o infográfico completo abaixo e saiba mais sobre o perfil dos brasileiros interessados em casa e construção.

Fonte: Navegg

O fato do Brasil ter passado o ano de 2016 em crise e de haver incertezas quanto à recuperação da economia em 2017, aumentou a quantidade de brasileiros interessados em serviços financeiros. Muitos buscam por empréstimos e financiamentos. Outros buscam novas formas de controlar suas finanças, poupar, investir e preparar-se para o futuro.

A Navegg conhece mais de 400 milhões de internautas no mundo todo. Esse conhecimento permite traçar o perfil de comportamento de alguns grupos e usar esta informação para gerar insights e tomar decisões. Além disso, os dados ficam disponíveis para diversos tipos de ações de marketing: mídia programática, personalização de sites/ vitrines/ campanhas, lookalike, retargeting e muito mais.

Observamos toda a sua base de conhecimento sobre o internauta, filtrou apenas aquilo que dizia respeito aos brasileiros interessados em serviços financeiros e reuniu toda essa informação no infográfico abaixo.

No âmbito sociodemográfico, descobriu-se que a maioria é mulher (67%), tem entre 35 e 59 anos (33%), é casada (65%), pertence a classe A/B (71%) e é graduada (61%). Quando o assunto não é finanças, estas pessoas interessam-se por moda, móveis e decoração, culinária gourmet, entre outros temas.

Os brasileiros interessados em serviços financeiros buscam por empregos, graduação,  legislação e finanças pessoais. Além de notícias sobre economia e finanças e sobre o mercado imobiliário. Os dispositivos utilizados para realizar tais buscas são smartphones (49%) e desktops (49%).

Quando o assunto é intenção de compra, produtos de carreira e educação, de economia e finanças e de concurso público estão no carrinho dos brasileiros interessados em serviços financeiros.

Além disso, a maioria deles pertence ao cluster Vencedores (31%) do Navegg EveryOne. Ou seja, valorizam a exclusividade e tendem a pagar mais por isso, mas são os que mais analisam as variáveis que definem o custo-benefício daquilo que desejam adquirir.

Comportamento de consumo

Quando o assunto é comportamento de consumo dentro da indústria de Serviços Financeiros, a maioria deles se encaixa no perfil Consumista (44%) do Navegg EveryBuyer – que tende à compra impulsiva, sente prazer ao comprar e, quando endividados, busca empréstimos e financiamentos para retomar o poder de consumo -, seguida do perfil Planejador (36%) – que é organizado, disciplinados, investe em consórcios, previdências privadas, poupanças e investimentos de baixo risco e tem metas claras para as próximas etapas da vida – e do perfil Digital Exclusivo (20%) – que gosta de exclusividade e serviços personalizados aliados à comodidade que a tecnologia oferece, tem alto poder de consumo e é mais ousado em relação aos gastos e aos investimentos.

Confira o infográfico completo abaixo e saiba mais sobre o perfil dos brasileiros interessados em serviços financeiros.

O final do ano é a época que significa, para muitas pessoas, viagens, passeios com a família e descanso. Muitos brasileiros, economizam durante o ano e aproveitam as férias escolares para viajar. É por isso, que meses antes, agências de turismo, companhias aéreas e empresas de hospedagem se preparam para atrair a atenção do viajante brasileiro.

Uma pesquisa realizada pela revista Viagem e Turismo – da editora Abril – em parceria com a Confederação Nacional do Comércio (CNC) e o Ibope Inteligência, revela que o viajante brasileiro utiliza três principais ferramentas na hora de planejar a sua viagem. Em primeiro lugar, com 36% das respostas, estão as revistas de viagem. Em segundo lugar, quase empatado com 34% das respostas, estão as buscas em sites e blogs especializados. Com 13% das respostas estão as operadoras de turismo.

A Navegg conhece mais de 400 milhões de internautas ao redor do globo. Esse conhecimento permite traçar o perfil de comportamento de alguns grupos e pode ser aplicado para geração de insights e tomada de decisões.

No infográfico abaixo, revelamos o que descobrimos em relação ao perfil do viajante brasileiro. Em sua maioria, os viajantes têm entre 18 a 24 anos (38%) ou de 35 a 59 anos (35%), são casados, graduados e pertencentes à classe A/B. Além de buscar por temas relacionados a viagens e turismo, eles buscam por temas relacionados a atividades ao ar livre, carros, idiomas e casamento. O que revela que muitos viajam buscando diversão e/ou estão em lua-de-mel. Além disso, preocupam-se em locar veículos e aprender novos idiomas para facilitar a comunicação no local de destino.

Para compor a viagem, os produtos mais buscados são pacotes turísticos, passagens aéreas e reserva de hotéis. A maioria está em busca de destinos internacionais. Entre eles, os mais buscados são Buenos Aires, Montevideo e Santiago. Já aqueles que preferem ficar dentro do território nacional estão de olho em Fortaleza, Natal e Maceió, principalmente.

Em relação ao seu perfil comportamental são, em sua maioria (32%), vencedores. Ou seja, pessoas seguras e bem sucedidas. Sucesso profissional e poder financeiro são algumas das características mais marcantes desse cluster do Navegg EveryOne. Eles valorizam a exclusividade e tendem a pagar mais por isso, mas são os que mais analisam as variáveis que definem o custo-benefício daquilo que desejam adquirir. Qualidade, inovação e, principalmente, exclusividade, podem ter maior peso no momento da decisão e dificilmente são impedidos quando o motivo é apenas financeiro. Movidos pela razão, não costumam ser induzidos a fazer algo que não acreditam.

Em relação ao seu perfil de consumo dentro da indústria  de Viagem e Turismo, pertencem, em sua maioria (51%), ao cluster pacotão do Navegg EveryBuyer, pessoas que prezam pela segurança e pela praticidade principalmente porque não têm experiência no tema. Buscam bons preços e a possibilidade de conhecer lugares e pessoas sem sair do orçamento. São planejados e costumam tirar férias curtas fora de época mas é a oferta que define seu destino.

Quer saber mais sobre o perfil do turista brasileiro? Confira o infográfico completo abaixo.

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Vemos a cada ano um número significativo de marcas que, com o objetivo de alcançar novos consumidores e mudar o comportamento de compra dessas pessoas, estão ampliando seus canais de vendas e apostam no e-commerce para aumentar as vendas e sair em vantagem diante de outras lojas que ainda utilizam apenas espaços físicos para atender seus clientes.

Com o setor em constante crescimento, as marcas precisam se atentar em alguns pontos, principalmente no que se refere a concorrência que fica cada vez mais acirrada. Para ter destaque nesse mercado é preciso inovar e agir de forma estratégica. Diante deste cenário, o e-commerce de nicho é a melhor solução para esses novos empreendedores para que eles possam desenvolver um trabalho diferenciado.

De acordo com dados do mercado, em 2015 os nichos que apontaram um crescimento significativo foram moda, beleza, saúde, decoração, serviços, automotivo e pet. Para 2016, esse cenário terá algumas mudanças. Com base em um levantamento feito pela ABComm, os nichos que vão ter mais destaques serão educação, conteúdos digitais, saúde, produtos que melhoram a qualidade de vida, alimentação, artigos de culinária e serviços.

Mas, para isso, os empreendedores precisam tomar cuidado, já que se especializar em um nicho não é tão simples quanto parece. Primeiramente é importante estudar minuciosamente o mercado que vai atuar e analisar detalhadamente se há grandes varejistas como concorrentes e saber como é a aceitação deste segmento para o público final.

A importância do nicho de mercado

Um outro ponto importante quando se trata da escolha do nicho é que os lojistas precisam trabalhar com algo que realmente faça sentido para eles e que tenha uma certa afinidade com o assunto. Uma dica que eu posso dar para que o empreendedor seja mais certeiro nessa escolha é listar aquilo que mais gosta de fazer, praticar e definir quais são as suas paixões, isso pode ajudar a dar um direcionamento para quem está começando.

Além disso, é preciso traçar o público-alvo que o e-commerce irá “conversar” e saber se há mercado para este produto. Mas, é preciso tomar cuidado para que o plano de negócio não seja restrito demais e deixe de ter algumas opções de produtos que são importantes para a necessidade do seu cliente.

Após essas duas questões estarem bem definidas no e-commerce, é preciso alinhar o posicionamento da marca, para que a comunicação seja mais assertiva e direcionada para o seu público-alvo. Com isso, fica muito mais fácil de ter um relacionamento mais próximo com o seu cliente e garantir a fidelização na sua loja.

Tirando projetos do papel em tempos difíceis

Com esses pontos alinhados, as chances do negócio dar certo é grande. É preciso se preocupar com o seu cliente e sobre aquilo que é interessante para ele e que vai suprir a sua necessidade.

Diante disso, temos que avaliar o mercado, as oportunidades que aparecem e estarmos atentos a tudo que acontece ao nosso redor para não perder novas chances. Pois bem, com tudo isso que citei acima, vamos começar a listar aquilo que você gosta e iniciar o negócio em um mercado promissor, sem medo e precedentes?

O mercado fashion na internet tem se tornado cada vez mais competitivo. Basta jogar uma palavra-chave no Google, como por exemplo, “Vestidos estampados”, e você vai perceber como é grande a variedade de lojas e sites que disputam pela atenção dos internautas. Líder de faturamento no e-commerce brasileiro há anos, a categoria mostra ser uma das melhores áreas para investir no segmento.

Como fazer, então, para diferenciar seu e-commerce de moda da forte concorrência? A gerente de vendas Renata Batista, da Stylight Brasil, compartilhou 3 grandes dicas para quem trabalha com negócios digitais de moda. Confira:

1- Identifique suas buyer personas

Se o seu e-commerce ainda não tem uma persona, é hora de começar a trabalhar nisso desde já. O conceito de público-alvo é muito genérico e não ajuda muito no planejamento estratégico da empresa. Mulheres de 18 a 35 anos não é suficiente.

Qual é a renda mensal da consumidora? Quais revistas ela lê? Quais redes sociais ela utiliza mais? Essa consumidora prefere experimentar mais com o próprio estilo ou procura itens de qualidade, mais caros? Investir tempo em pesquisa gera mais resultados a longo prazo.

2- E o mobile?

Há muitos e-commerces que simplesmente não podem ser acessados via celular. Ou as imagens ficam distorcidas, ou o texto da página fica cortado… Ou, pior ainda: A fonte é pequena demais e o consumidor mal pode clicar nos produtos. Adapte o seu site para que o internauta possa acessá-lo com o celular.

Depois que o Google anunciou que o tráfego mobile ultrapassou o do desktop em 10 países diferentes no ano de 2015, não é mais preciso justificar a importância desse investimento, não é mesmo?

3- Cuide (mesmo) das redes sociais

Temos uma equipe responsável apenas pela parte de conteúdo e curadoria das redes sociais. Depois de começar a investir mais tempo nisso, tivemos ótimos resultados: tanto feedback dos clientes sobre a nossa atenção ao consumidor, quanto o tráfego direcionado das redes para o nosso site melhoraram muito.

Tomar conta do Facebook, Twitter, Instagram e do YouTube demanda tempo, planejamento e bastante criatividade. Mas em um país onde 47% da população tem um perfil nas redes sociais, é fundamental utilizar essas ferramentas para se comunicar bem com o público.

Entrevista

renata-batistaRenata Batista é Business Development Manager para o Brasil da plataforma Stylight. Ela trabalha diretamente na sede da empresa em Munique, Alemanha.


Em primeiro lugar gostaria de apresentar a Stylight para poder, acima de tudo, esclarecer nossas respostas. Nossa empresa é sediada em Munique, na Alemanha, e existe desde 2008. A Stylight é uma plataforma virtual de moda e lifestyle presente em 15 países.

No nosso site, o internauta pode pesquisar por produtos de diferentes marcas nacionais e internacionais de maneira rápida e segura. A Stylight é um agregador (ou marketplace), ou seja, o internauta sempre finaliza as compras no site da loja, não no nosso, pois não comercializamos nenhum produto diretamente. O diferencial da nossa plataforma é a parte de conteúdo.

Além de termos duas magazines (uma em alemão e outra em inglês – a versão brasileira deve ser criada ainda esse ano), nós também trabalhamos com campanhas de conteúdo, como infográficos, imagens e vídeos dentro da temática fashion.

Agora, vamos às perguntas:

1) Por que investir mercado brasileiro?

A Stylight começou a investir no mercado brasileiro em Fevereiro de 2014. Como os planos da empresa envolvem a expansão global dos negócios, o que mais fazia sentido era começar pelo Brasil, dentro da América Latina.

A Stylight também decidiu investir no nosso país porque o e-commerce fashion local é bem forte e conta com grandes nomes estabelecidos no mercado, como Shop2gether, Zattini, Oqvestir, etc.

2) A crise econômica não preocupa?

A crise econômica é um desafio sim, mas o e-commerce de moda está em um setor que, apesar da instabilidade econômica, se consolida cada vez mais no Brasil.

O fato de estarmos presentes em mais 14 mercados também é uma coisa que fortalece a nossa empresa a nível global, além de ajudar na captação de investimentos para os mercados locais, o que é uma grande vantagem para nós agora.

3) Moda é a maior categoria do e-commerce brasileiro (em volume de vendas). Dada a importância do setor no Brasil, como fazer para se diferenciar da concorrência?

Nossa principal resposta para essa pergunta é: conteúdo de qualidade. Na Stylight, temos duas magazines que combinam a parte de compras com inspiração (notícias sobre moda e lifestyle). Produzimos artigos, infográficos, imagens, vídeos e outros diversos tipos de conteúdo que ajudam a inspirar a leitora na hora de fazer compras.

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Os Minionistas, a Stylight transformou os maiores nomes da moda em Minions.

Um site com conteúdo de qualidade é bom não só para o bom posicionamento em termos de SEO, mas também porque cria um engajamento com o público e faz uma grande diferença nas vendas.

Nossa ideia é expandir as magazines para todos os países que a Stylight está presente até o fim do ano. Além das magazines, nós também temos um time responsável por Content Marketing, que produzem as nossas campanhas de conteúdo (materiais produzidos específicos para a web que nos ajudam a divulgar o nome da empresa para a mídia).

Um caso de sucesso nosso foi o dos Minionistas (transformamos os maiores nomes da moda em Minions). O material foi utilizado em 54 países, e publicado em 11 Elles e 5 Cosmopolitans ao redor do mundo. Essa campanha teve um reach de 80 milhões de pessoas e foi até compartilhada nas redes sociais por Victoria Beckham, Karl Lagerfeld e Marc Jacobs.

4) Quais os desafios de trabalhar para o Brasil, mas a partir do mercado europeu? Há diferenças substanciais ou as estratégias de e-commerce são as mesmas?

É desafiador trabalhar para o Brasil a partir do mercado europeu. A maior dificuldade é, embora seja óbvio, a distância. No Brasil, participar de reuniões presenciais é super importante para fechar parcerias, por exemplo. Como estamos longe, nosso time procura fazer viagens frequentes ao Brasil, além de manter contato por telefone, Skype e e-mail com a imprensa e parceiros.

Quanto às diferenças, podemos citar o fato de que no Brasil, nós ainda focamos muito em vendas quando falamos de Marketing. Enquanto isso, na Europa, fatores como a visibilidade da empresa na mídia, o engajamento nas redes sociais e outros aspectos da parte de Comunicação e Marketing são igualmente importantes no que concerne ao planejamento estratégico da empresa.

5) Quais são as regras exigidas pela Stylight para uma loja expor os produtos dentro do marketplace de vocês?

Há algumas regras básicas, como por exemplo: o website deve ser de boa qualidade, seguro, os produtos precisam ser mostrados em imagens com fundo claro, além de outras regras mais específicas em relação à feed url, o número de produtos no site e etc.

6) Qual é o objetivo de investir em revistas eletrônicas? Como isso agrega valor ao produto da Stylight?

Como eu havia citado acima, as magazines foram criadas porque aliar conteúdo e compras tem tudo a ver. Quando uma internauta busca por um produto na internet, como uma calça, por exemplo, ela quer não só pesquisar preços e fazer a compra. A internauta quer dicas de como utilizar essa calça, qual sapato combina com ela, além de mais informações sobre o produto.

A prova disso é o fato de que muitas marcas passaram a investir em fotos com a modelo de corpo inteiro no próprio site, ao invés da imagem do produto apenas. A parte de conteúdo entra justamente para apresentar esse contexto da compra para a consumidora. Nós trabalhamos não apenas com produtos, nós trabalhamos com tendências.

7) Quais são as tendências para o mercado fashion em 2016?

Em termos de e-commerce, a gente tem visto um crescimento muito rápido do mobile, que já corresponde a uma grande porcentagem do nosso tráfego total aqui da Stylight. Outra tendência bem interessante é que as empresas passaram a investir mais em conteúdo corporativo.

Não só a Stylight, como também outros e-business, começaram a enxergar um potencial muito maior nos blogs empresariais, do que há alguns anos atrás. Quando se trata de fashion e-commerce, o fortalecimento do mercado plus size (e da diversidade na moda de forma geral, representando padrões de beleza diferentes), pode ser apontada como uma das tendências.

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Lojistas e empreendedores que querem agradar todo mundo acabam não tendo sucesso, porque seus trabalhos se tornam genéricos. Mas quem gosta de coisas genéricas?

Você prefere algo básico ou algo que parece ter sido feito para você? As respostas são simples não é mesmo? As pessoas querem se sentir especiais, querem saber que são entendidas por alguém.

Quando você tem uma loja virtual de produtos genéricos, e não estou falando de qualidade, ou produtos falsificados, mas sim de produtos que não são específicos para nada ou ninguém. Tipo aquela sua loja de tênis esportivos que não vende nada porque você não consegue concorrer com a Netshoes.

Agora quem sabe, se ao invés de tentar agradar todo mundo, você tivesse iniciado no mundo do e-commerce com uma loja virtual de tênis para Triathlon?

A boa notícia é que loja de tênis para triathlon dá certo, a má notícia é que alguém já pensou nisso antes de você. E você precisa pensar em outra coisa para alcançar o sucesso. Veja, Fastrunner.com.br. O segredo do sucesso é o foco. Digo alcançar o sucesso, porque esse é o destino de quem foca seu público no nicho de mercado.

Mas atenção no foque todos os seus esforços em produtos que ninguém tem interesse em comprar, pesquise um foco que você goste, que tenha público e que dê dinheiro. Não é uma busca fácil, mas também não é impossível.

O poder do não

Quando você define um nicho de mercado, você precisa focar em algo muito específico, pois só assim, você vai conseguir que o seu cliente se sinta especial, o cliente vai saber que alguém passou pelo mesmo problema que ele e encontrou a solução.

Por exemplo, a loja 33 e 34 especializada em sapatos para mulheres que calçam 33 e 34, porque só quem calça esses tamanhos sabe o quanto é difícil encontrar sapatos femininos nesse tamanho, que não sejam infantis.

Outro exemplo é a Alergo House, uma loja virtual de produtos para pessoas alérgicas, porque só quem é ou tem uma pessoa alérgica na família sabe o quanto é difícil encontrar produtos específicos.

Esses produtos específicos fazem toda a diferença e podem garantir coisas simples, como uma noite de sono tranquila, então quando o cliente chega nessa loja virtual, ele sabe que alguém entende todas as dificuldades que ele passa.

Talvez você não tenha se dado conta, mas nesses exemplos os lojistas precisaram tomar uma decisão muito importante, que foi dizer não. Dizer não para quem não fosse o público específico que eles gostariam de atingir, dizer não para quem quer tênis para caminhada, dizer não para quem calça 37, dizer não para quem não tem alergias.

Fazendo essas escolhas os lojistas diminuíram muito o número de possíveis clientes, mas não se engane pensando que isso foi ruim, isso foi ótimo. Quanto menos pessoas seu e-commerce precisa agradar mais chances ele tem de acertar. Falando assim parece estranho, pois quando você imagina um alvo, quanto maior ele for mais chances de acertar.

Mas nós estamos falando de pessoas, cada uma tem seus gostos e suas escolhas, por isso, quanto menor o nicho, mais chances de acertar, pois você vai reunir em um só lugar pessoas com o mesmo problema e aí sim você tem um alvo. Quando você quer agradar a todos você não tem um alvo. Um alvo é um foco, e um foco significa um nicho de mercado.

Eu vou falar mais desse assunto, na minha palestra no Congresso CECOMPE 3.0 que ocorre nos dias 22 a 26 de fevereiro. O Congresso é gratuito e totalmente online, basta se cadastrar e já está participando. Espero ter conseguido te mostrar a importância do nicho de mercado. Até a próxima. 😉

O ano mal começou e as vendas online já começaram enfrentando novos desafios, se você não está sabendo, eu recomendo que busque por novas leis do ICMS. Quem quer vender pela internet precisa estar ligado nas notícias tanto sobre o mercado digital, quanto burocracias legais e novas tecnologias. Você não pode simplesmente cadastrar seus produtos e ficar sentado esperando que alguém compre.

Algumas pessoas acham que lojas virtuais são como vender melancia na estrada, que você para o caminhão no acostamento, abre a lateral e fica sentado esperando alguém passar e querer comprar, e olha que se der fome ou sede ainda pode comer uma melancia para matar o tempo. Quem simplesmente cadastra os produtos na loja virtual e deixa lá, são as pessoas que não fazem vendas.

Para vender na internet você precisa antes de qualquer coisa, fazer uma boa escolha do que será vendido. Você nunca terá sucesso disputando lugar com grandes marcas, dificilmente você terá preço e condições de pagamento tão boas. Talvez a qualidade do seu atendimento seja melhor, mas isso não será suficiente. Gente que escolhe para vender pela internet produtos difíceis de transportar, também não tem uma vida tão fácil.

Mesmo que você tome todas as medidas necessárias, se o seu produto é frágil, algum dia você terá prejuízo. Se você vende cervejas artesanais, por exemplo, e tiver um prejuízo de R$50 com uma garrafa quebrada, mais o valor do reenvio, ok.

Você até pode prever nas suas contas um ou dois prejuízos desse tipo por mês. Agora se você vende lustres de R$4.000 e tiver a mínima chance do seu produto estragar no transporte, você terá um prejuízo enorme. Inevitavelmente acidentes desse tipo vão acontecer algum dia, tomara que o lojista não tenha azar de ser justo com o lustre mais caro.

Esses pequenos detalhes precisam ser avaliados na hora que você tiver escolhendo o que vender. Pense em produtos de fácil transporte e armazenamento. Quem escolhe produtos saturados no mercado, só consegue aumentar o stress, vai ser muito esforço para poucas vendas.

A escolha certa do produto também implica em escolher algo que dê lucro, não adianta um produto que você bem, trabalha muito e ganha pouco. Com certeza não era assim que você imaginava que seria vender na internet.


Hoje nós focamos na escolha do produto, porque um produto ruim pode definir o destino do seu negócio na internet. Se você já vende pela internet, avalie se fez a escolha certa e se tem chances de crescer com este produto que está vendendo.

Se você ainda não tem loja virtual, pesquise sobre o mercado digital e sobre o mercado do produto que você quer vender para saber se está fazendo a escolha.

É possível ganhar dinheiro com vendas online, agora não se iluda achando que todo dono de e-commerce é rico. Existe uma parcela muito pequena do comércio eletrônico que faz mais de 30 pedidos por mês, eu chamo eles de Elite do Comércio Eletrônico. A diferença é que com pequenos ajustes alguns lojistas podem fazer parte dessa elite.

Basta pensar, e trabalhar cada detalhe do e-commerce, layout, SEO, fotos, descrição, vídeos para produtos. É coisa demais para uma pessoa só fazer. Se você tiver poucos produtos no site, talvez um dia consiga configurar tudo corretamente. Agora se você tiver produtos demais, com 1 ou 2 unidades cada, você nunca vai conseguir terminar de configurar corretamente cada produto.

Você vai passar o mesmo trabalho para configurar produtos com 2 ou 10 unidades. A diferença é que 10 unidades demoram a serem vendidas e você pode anunciar este produto até que o estoque acabe. Já quando se tem apenas 2 unidades do produto, o anúncio mal foi pro ar e o produto já está esgotado. E você precisa de um novo anúncio.

Se você quiser uma vida fácil, de ficar sentado esperando alguém chegar e comprar seu produto, largue a internet de mão, compre um caminhão e vá vender melancias.

O mercado de Cosméticos & Perfumaria cresce aproximadamente 10% ao ano, tendo chegado a um faturamento de 43,2 bilhões de reais em 2014, segundo dados da Abihpec – Associação Brasileira das Indústrias de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos.

Isso significa que as oportunidades são muitas para quem possui um e-commerce de cosméticos, basta investir nas estratégias certas para divulgá-lo, como o marketing de conteúdo. Mas que tipo de conteúdo você pode usar para atrair e converter mais clientes?

Faça reviews de produtos

Para faturar muito mais na sua loja de cosméticos, que tal falar a respeito dos produtos que você vende? Os chamados reviews vão além dos dados fornecidos na embalagem pelo fabricante, eles têm um toque de dicas, de usuário para usuário.

Fale da consistência do produto, do cheiro, da suavidade, dos benefícios, dos resultados. Encante seus visitantes com um tom sedutor, que desperte a imaginação e faça com que eles desejem experimentar o produto.

Faça comparações

Por que esse creme e não aquele? O que difere um shampoo do outro? As comparações são outro tipo de conteúdo que não pode faltar para sua loja de cosméticos atrair mais e mais clientes. As pessoas têm dúvidas sobre qual produto comprar e pedem ajuda com frequência ao buscadores.

Se você está lá para dar essa força e munir seus potenciais clientes com toda a informação de que eles precisam para tomar uma decisão de compra, fatalmente se tornará o fornecedor mais confiável desses produtos.

Dê dicas de uso

Nem todo mundo é expert no uso de cosméticos, muitas pessoas compram e nem sabem como atingir os resultados que esperam. Uma máscara capilar pode ter seus efeitos potencializados se o cliente deixar agir por 10 minutos, então que tal dar essas dicas e mostrar o quanto você pode ajudar?

Além de deixar seus clientes mais satisfeitos com a compra, você gera autoridade na internet, constrói sua reputação e se torna referência para outras empresas, profissionais e consumidores.

Faça ofertas e promoções

É só falar em promoção ou oferta de cosméticos, que aparece uma verdadeira enxurrada de pessoas querendo disputar. Esse tipo de conteúdo não falha na hora de captar clientes e faturar ainda mais com o seu e-commerce de cosméticos.

Aproveite datas comemorativas, como dia das mães, dia das crianças e dia dos namorados para lançar grandes promoções e alavancar as vendas. Não se esqueça de divulgar nas redes sociais para dar visibilidade e atingir muito mais pessoas!

Desenvolva tutoriais

No mundo da beleza, tutoriais não podem faltar! Aproveite o potencial das redes sociais que trabalham com imagens, como Pinterest e Instagram, assim como os vídeos do YouTube ou Vimeo, para ensinar o seu público a usar os cosméticos que você vende.

Da aplicação de um creme esfoliante à composição de um look para festas, tudo é insumo para que você faça tutoriais e encante os seus clientes. Nunca se esqueça de dizer que os produtos utilizados estão disponíveis na sua loja de cosméticos, é claro!

Conteúdo é o que não falta para alavancar as vendas da sua loja de cosméticos! Aproveite essas dicas, dê um upgrade no seu blog, marque presença nas redes sociais e fature muito mais fazendo com que as pessoas compartilhem seu conteúdo!

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Segundo a eMarketer, um dos mercados online mais promissores do Brasil (que habitualmente fica de fora dos dados divulgados no E-commerce brasileiro) é o de vendas online para viagens. A estimativa de crescimento deste mercado de 2014 para 2015 é de 14%, cerca de 12 bilhões de dólares de faturamento em reservas online. Os números consideram vendas online no Brasil por site ou aplicativo para passagens aéreas e hospedagem em hotéis.

E a notícia boa é que o crescimento deste mercado deve se manter acima de dois dígitos por mais um bom tempo. Como parece ser natural, os números vão desacelerar, e só em 2018 deve chegar em “apenas” um dígito, 9% (de crescimento).

É importante o destaque de que estas não são as melhores taxas de crescimento no mundo. Apesar do Brasil superar o crescimento de mercados mais desenvolvidos (como dos Estados Unidos com 12% e do Reino Unido com 8,9%), fica bem atrás da Argentina, que espera um crescimento de vendas de 42% para este ano, vale lembrar ainda que se trata de um mercado menor que o brasileiro.

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Segundo uma pesquisa da Criteo em parceria com a Phocuswright de dezembro de 2014, mais da metade dos viajantes brasileiros em férias, assinam newsletters de agências de viagens e/ou companhias aéreas, enquanto 39% assinam boletins de e-mails de hotéis.

Para sua última viagem que envolva voos, 57% reservaram em um site/aplicativo de companhia aérea ou em um site/aplicativo de agência de viagens. E ainda para sua última viagem que ficou em hotel, 43% fizeram a reserva online em uma agência de viagens ou no próprio site do hotel.

Os desktops são de longe o dispositivo mais comum para os e-consumidores viajantes brasileiros, ainda segundo esta pesquisa de dezembro, o dispositivo conta com 69% dos compradores online. Apenas 27% pesquisaram informações sobre viagens via smartphone, e 20% fizeram via tablet. Veja também: Mais números sobre o e-commerce no Brasil.

Estas informações foram publicadas no site do eMarketer.