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Vemos a cada ano um número significativo de marcas que, com o objetivo de alcançar novos consumidores e mudar o comportamento de compra dessas pessoas, estão ampliando seus canais de vendas e apostam no e-commerce para aumentar as vendas e sair em vantagem diante de outras lojas que ainda utilizam apenas espaços físicos para atender seus clientes.

Com o setor em constante crescimento, as marcas precisam se atentar em alguns pontos, principalmente no que se refere a concorrência que fica cada vez mais acirrada. Para ter destaque nesse mercado é preciso inovar e agir de forma estratégica. Diante deste cenário, o e-commerce de nicho é a melhor solução para esses novos empreendedores para que eles possam desenvolver um trabalho diferenciado.

De acordo com dados do mercado, em 2015 os nichos que apontaram um crescimento significativo foram moda, beleza, saúde, decoração, serviços, automotivo e pet. Para 2016, esse cenário terá algumas mudanças. Com base em um levantamento feito pela ABComm, os nichos que vão ter mais destaques serão educação, conteúdos digitais, saúde, produtos que melhoram a qualidade de vida, alimentação, artigos de culinária e serviços.

Mas, para isso, os empreendedores precisam tomar cuidado, já que se especializar em um nicho não é tão simples quanto parece. Primeiramente é importante estudar minuciosamente o mercado que vai atuar e analisar detalhadamente se há grandes varejistas como concorrentes e saber como é a aceitação deste segmento para o público final.

A importância do nicho de mercado

Um outro ponto importante quando se trata da escolha do nicho é que os lojistas precisam trabalhar com algo que realmente faça sentido para eles e que tenha uma certa afinidade com o assunto. Uma dica que eu posso dar para que o empreendedor seja mais certeiro nessa escolha é listar aquilo que mais gosta de fazer, praticar e definir quais são as suas paixões, isso pode ajudar a dar um direcionamento para quem está começando.

Além disso, é preciso traçar o público-alvo que o e-commerce irá “conversar” e saber se há mercado para este produto. Mas, é preciso tomar cuidado para que o plano de negócio não seja restrito demais e deixe de ter algumas opções de produtos que são importantes para a necessidade do seu cliente.

Após essas duas questões estarem bem definidas no e-commerce, é preciso alinhar o posicionamento da marca, para que a comunicação seja mais assertiva e direcionada para o seu público-alvo. Com isso, fica muito mais fácil de ter um relacionamento mais próximo com o seu cliente e garantir a fidelização na sua loja.

Tirando projetos do papel em tempos difíceis

Com esses pontos alinhados, as chances do negócio dar certo é grande. É preciso se preocupar com o seu cliente e sobre aquilo que é interessante para ele e que vai suprir a sua necessidade.

Diante disso, temos que avaliar o mercado, as oportunidades que aparecem e estarmos atentos a tudo que acontece ao nosso redor para não perder novas chances. Pois bem, com tudo isso que citei acima, vamos começar a listar aquilo que você gosta e iniciar o negócio em um mercado promissor, sem medo e precedentes?

O mercado fashion na internet tem se tornado cada vez mais competitivo. Basta jogar uma palavra-chave no Google, como por exemplo, “Vestidos estampados”, e você vai perceber como é grande a variedade de lojas e sites que disputam pela atenção dos internautas. Líder de faturamento no e-commerce brasileiro há anos, a categoria mostra ser uma das melhores áreas para investir no segmento.

Como fazer, então, para diferenciar seu e-commerce de moda da forte concorrência? A gerente de vendas Renata Batista, da Stylight Brasil, compartilhou 3 grandes dicas para quem trabalha com negócios digitais de moda. Confira:

1- Identifique suas buyer personas

Se o seu e-commerce ainda não tem uma persona, é hora de começar a trabalhar nisso desde já. O conceito de público-alvo é muito genérico e não ajuda muito no planejamento estratégico da empresa. Mulheres de 18 a 35 anos não é suficiente.

Qual é a renda mensal da consumidora? Quais revistas ela lê? Quais redes sociais ela utiliza mais? Essa consumidora prefere experimentar mais com o próprio estilo ou procura itens de qualidade, mais caros? Investir tempo em pesquisa gera mais resultados a longo prazo.

2- E o mobile?

Há muitos e-commerces que simplesmente não podem ser acessados via celular. Ou as imagens ficam distorcidas, ou o texto da página fica cortado… Ou, pior ainda: A fonte é pequena demais e o consumidor mal pode clicar nos produtos. Adapte o seu site para que o internauta possa acessá-lo com o celular.

Depois que o Google anunciou que o tráfego mobile ultrapassou o do desktop em 10 países diferentes no ano de 2015, não é mais preciso justificar a importância desse investimento, não é mesmo?

3- Cuide (mesmo) das redes sociais

Temos uma equipe responsável apenas pela parte de conteúdo e curadoria das redes sociais. Depois de começar a investir mais tempo nisso, tivemos ótimos resultados: tanto feedback dos clientes sobre a nossa atenção ao consumidor, quanto o tráfego direcionado das redes para o nosso site melhoraram muito.

Tomar conta do Facebook, Twitter, Instagram e do YouTube demanda tempo, planejamento e bastante criatividade. Mas em um país onde 47% da população tem um perfil nas redes sociais, é fundamental utilizar essas ferramentas para se comunicar bem com o público.

Entrevista

renata-batistaRenata Batista é Business Development Manager para o Brasil da plataforma Stylight. Ela trabalha diretamente na sede da empresa em Munique, Alemanha.


Em primeiro lugar gostaria de apresentar a Stylight para poder, acima de tudo, esclarecer nossas respostas. Nossa empresa é sediada em Munique, na Alemanha, e existe desde 2008. A Stylight é uma plataforma virtual de moda e lifestyle presente em 15 países.

No nosso site, o internauta pode pesquisar por produtos de diferentes marcas nacionais e internacionais de maneira rápida e segura. A Stylight é um agregador (ou marketplace), ou seja, o internauta sempre finaliza as compras no site da loja, não no nosso, pois não comercializamos nenhum produto diretamente. O diferencial da nossa plataforma é a parte de conteúdo.

Além de termos duas magazines (uma em alemão e outra em inglês – a versão brasileira deve ser criada ainda esse ano), nós também trabalhamos com campanhas de conteúdo, como infográficos, imagens e vídeos dentro da temática fashion.

Agora, vamos às perguntas:

1) Por que investir mercado brasileiro?

A Stylight começou a investir no mercado brasileiro em Fevereiro de 2014. Como os planos da empresa envolvem a expansão global dos negócios, o que mais fazia sentido era começar pelo Brasil, dentro da América Latina.

A Stylight também decidiu investir no nosso país porque o e-commerce fashion local é bem forte e conta com grandes nomes estabelecidos no mercado, como Shop2gether, Zattini, Oqvestir, etc.

2) A crise econômica não preocupa?

A crise econômica é um desafio sim, mas o e-commerce de moda está em um setor que, apesar da instabilidade econômica, se consolida cada vez mais no Brasil.

O fato de estarmos presentes em mais 14 mercados também é uma coisa que fortalece a nossa empresa a nível global, além de ajudar na captação de investimentos para os mercados locais, o que é uma grande vantagem para nós agora.

3) Moda é a maior categoria do e-commerce brasileiro (em volume de vendas). Dada a importância do setor no Brasil, como fazer para se diferenciar da concorrência?

Nossa principal resposta para essa pergunta é: conteúdo de qualidade. Na Stylight, temos duas magazines que combinam a parte de compras com inspiração (notícias sobre moda e lifestyle). Produzimos artigos, infográficos, imagens, vídeos e outros diversos tipos de conteúdo que ajudam a inspirar a leitora na hora de fazer compras.

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Os Minionistas, a Stylight transformou os maiores nomes da moda em Minions.

Um site com conteúdo de qualidade é bom não só para o bom posicionamento em termos de SEO, mas também porque cria um engajamento com o público e faz uma grande diferença nas vendas.

Nossa ideia é expandir as magazines para todos os países que a Stylight está presente até o fim do ano. Além das magazines, nós também temos um time responsável por Content Marketing, que produzem as nossas campanhas de conteúdo (materiais produzidos específicos para a web que nos ajudam a divulgar o nome da empresa para a mídia).

Um caso de sucesso nosso foi o dos Minionistas (transformamos os maiores nomes da moda em Minions). O material foi utilizado em 54 países, e publicado em 11 Elles e 5 Cosmopolitans ao redor do mundo. Essa campanha teve um reach de 80 milhões de pessoas e foi até compartilhada nas redes sociais por Victoria Beckham, Karl Lagerfeld e Marc Jacobs.

4) Quais os desafios de trabalhar para o Brasil, mas a partir do mercado europeu? Há diferenças substanciais ou as estratégias de e-commerce são as mesmas?

É desafiador trabalhar para o Brasil a partir do mercado europeu. A maior dificuldade é, embora seja óbvio, a distância. No Brasil, participar de reuniões presenciais é super importante para fechar parcerias, por exemplo. Como estamos longe, nosso time procura fazer viagens frequentes ao Brasil, além de manter contato por telefone, Skype e e-mail com a imprensa e parceiros.

Quanto às diferenças, podemos citar o fato de que no Brasil, nós ainda focamos muito em vendas quando falamos de Marketing. Enquanto isso, na Europa, fatores como a visibilidade da empresa na mídia, o engajamento nas redes sociais e outros aspectos da parte de Comunicação e Marketing são igualmente importantes no que concerne ao planejamento estratégico da empresa.

5) Quais são as regras exigidas pela Stylight para uma loja expor os produtos dentro do marketplace de vocês?

Há algumas regras básicas, como por exemplo: o website deve ser de boa qualidade, seguro, os produtos precisam ser mostrados em imagens com fundo claro, além de outras regras mais específicas em relação à feed url, o número de produtos no site e etc.

6) Qual é o objetivo de investir em revistas eletrônicas? Como isso agrega valor ao produto da Stylight?

Como eu havia citado acima, as magazines foram criadas porque aliar conteúdo e compras tem tudo a ver. Quando uma internauta busca por um produto na internet, como uma calça, por exemplo, ela quer não só pesquisar preços e fazer a compra. A internauta quer dicas de como utilizar essa calça, qual sapato combina com ela, além de mais informações sobre o produto.

A prova disso é o fato de que muitas marcas passaram a investir em fotos com a modelo de corpo inteiro no próprio site, ao invés da imagem do produto apenas. A parte de conteúdo entra justamente para apresentar esse contexto da compra para a consumidora. Nós trabalhamos não apenas com produtos, nós trabalhamos com tendências.

7) Quais são as tendências para o mercado fashion em 2016?

Em termos de e-commerce, a gente tem visto um crescimento muito rápido do mobile, que já corresponde a uma grande porcentagem do nosso tráfego total aqui da Stylight. Outra tendência bem interessante é que as empresas passaram a investir mais em conteúdo corporativo.

Não só a Stylight, como também outros e-business, começaram a enxergar um potencial muito maior nos blogs empresariais, do que há alguns anos atrás. Quando se trata de fashion e-commerce, o fortalecimento do mercado plus size (e da diversidade na moda de forma geral, representando padrões de beleza diferentes), pode ser apontada como uma das tendências.

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Lojistas e empreendedores que querem agradar todo mundo acabam não tendo sucesso, porque seus trabalhos se tornam genéricos. Mas quem gosta de coisas genéricas?

Você prefere algo básico ou algo que parece ter sido feito para você? As respostas são simples não é mesmo? As pessoas querem se sentir especiais, querem saber que são entendidas por alguém.

Quando você tem uma loja virtual de produtos genéricos, e não estou falando de qualidade, ou produtos falsificados, mas sim de produtos que não são específicos para nada ou ninguém. Tipo aquela sua loja de tênis esportivos que não vende nada porque você não consegue concorrer com a Netshoes.

Agora quem sabe, se ao invés de tentar agradar todo mundo, você tivesse iniciado no mundo do e-commerce com uma loja virtual de tênis para Triathlon?

A boa notícia é que loja de tênis para triathlon dá certo, a má notícia é que alguém já pensou nisso antes de você. E você precisa pensar em outra coisa para alcançar o sucesso. Veja, Fastrunner.com.br. O segredo do sucesso é o foco. Digo alcançar o sucesso, porque esse é o destino de quem foca seu público no nicho de mercado.

Mas atenção no foque todos os seus esforços em produtos que ninguém tem interesse em comprar, pesquise um foco que você goste, que tenha público e que dê dinheiro. Não é uma busca fácil, mas também não é impossível.

O poder do não

Quando você define um nicho de mercado, você precisa focar em algo muito específico, pois só assim, você vai conseguir que o seu cliente se sinta especial, o cliente vai saber que alguém passou pelo mesmo problema que ele e encontrou a solução.

Por exemplo, a loja 33 e 34 especializada em sapatos para mulheres que calçam 33 e 34, porque só quem calça esses tamanhos sabe o quanto é difícil encontrar sapatos femininos nesse tamanho, que não sejam infantis.

Outro exemplo é a Alergo House, uma loja virtual de produtos para pessoas alérgicas, porque só quem é ou tem uma pessoa alérgica na família sabe o quanto é difícil encontrar produtos específicos.

Esses produtos específicos fazem toda a diferença e podem garantir coisas simples, como uma noite de sono tranquila, então quando o cliente chega nessa loja virtual, ele sabe que alguém entende todas as dificuldades que ele passa.

Talvez você não tenha se dado conta, mas nesses exemplos os lojistas precisaram tomar uma decisão muito importante, que foi dizer não. Dizer não para quem não fosse o público específico que eles gostariam de atingir, dizer não para quem quer tênis para caminhada, dizer não para quem calça 37, dizer não para quem não tem alergias.

Fazendo essas escolhas os lojistas diminuíram muito o número de possíveis clientes, mas não se engane pensando que isso foi ruim, isso foi ótimo. Quanto menos pessoas seu e-commerce precisa agradar mais chances ele tem de acertar. Falando assim parece estranho, pois quando você imagina um alvo, quanto maior ele for mais chances de acertar.

Mas nós estamos falando de pessoas, cada uma tem seus gostos e suas escolhas, por isso, quanto menor o nicho, mais chances de acertar, pois você vai reunir em um só lugar pessoas com o mesmo problema e aí sim você tem um alvo. Quando você quer agradar a todos você não tem um alvo. Um alvo é um foco, e um foco significa um nicho de mercado.

Eu vou falar mais desse assunto, na minha palestra no Congresso CECOMPE 3.0 que ocorre nos dias 22 a 26 de fevereiro. O Congresso é gratuito e totalmente online, basta se cadastrar e já está participando. Espero ter conseguido te mostrar a importância do nicho de mercado. Até a próxima. 😉

O ano mal começou e as vendas online já começaram enfrentando novos desafios, se você não está sabendo, eu recomendo que busque por novas leis do ICMS. Quem quer vender pela internet precisa estar ligado nas notícias tanto sobre o mercado digital, quanto burocracias legais e novas tecnologias. Você não pode simplesmente cadastrar seus produtos e ficar sentado esperando que alguém compre.

Algumas pessoas acham que lojas virtuais são como vender melancia na estrada, que você para o caminhão no acostamento, abre a lateral e fica sentado esperando alguém passar e querer comprar, e olha que se der fome ou sede ainda pode comer uma melancia para matar o tempo. Quem simplesmente cadastra os produtos na loja virtual e deixa lá, são as pessoas que não fazem vendas.

Para vender na internet você precisa antes de qualquer coisa, fazer uma boa escolha do que será vendido. Você nunca terá sucesso disputando lugar com grandes marcas, dificilmente você terá preço e condições de pagamento tão boas. Talvez a qualidade do seu atendimento seja melhor, mas isso não será suficiente. Gente que escolhe para vender pela internet produtos difíceis de transportar, também não tem uma vida tão fácil.

Mesmo que você tome todas as medidas necessárias, se o seu produto é frágil, algum dia você terá prejuízo. Se você vende cervejas artesanais, por exemplo, e tiver um prejuízo de R$50 com uma garrafa quebrada, mais o valor do reenvio, ok.

Você até pode prever nas suas contas um ou dois prejuízos desse tipo por mês. Agora se você vende lustres de R$4.000 e tiver a mínima chance do seu produto estragar no transporte, você terá um prejuízo enorme. Inevitavelmente acidentes desse tipo vão acontecer algum dia, tomara que o lojista não tenha azar de ser justo com o lustre mais caro.

Esses pequenos detalhes precisam ser avaliados na hora que você tiver escolhendo o que vender. Pense em produtos de fácil transporte e armazenamento. Quem escolhe produtos saturados no mercado, só consegue aumentar o stress, vai ser muito esforço para poucas vendas.

A escolha certa do produto também implica em escolher algo que dê lucro, não adianta um produto que você bem, trabalha muito e ganha pouco. Com certeza não era assim que você imaginava que seria vender na internet.


Hoje nós focamos na escolha do produto, porque um produto ruim pode definir o destino do seu negócio na internet. Se você já vende pela internet, avalie se fez a escolha certa e se tem chances de crescer com este produto que está vendendo.

Se você ainda não tem loja virtual, pesquise sobre o mercado digital e sobre o mercado do produto que você quer vender para saber se está fazendo a escolha.

É possível ganhar dinheiro com vendas online, agora não se iluda achando que todo dono de e-commerce é rico. Existe uma parcela muito pequena do comércio eletrônico que faz mais de 30 pedidos por mês, eu chamo eles de Elite do Comércio Eletrônico. A diferença é que com pequenos ajustes alguns lojistas podem fazer parte dessa elite.

Basta pensar, e trabalhar cada detalhe do e-commerce, layout, SEO, fotos, descrição, vídeos para produtos. É coisa demais para uma pessoa só fazer. Se você tiver poucos produtos no site, talvez um dia consiga configurar tudo corretamente. Agora se você tiver produtos demais, com 1 ou 2 unidades cada, você nunca vai conseguir terminar de configurar corretamente cada produto.

Você vai passar o mesmo trabalho para configurar produtos com 2 ou 10 unidades. A diferença é que 10 unidades demoram a serem vendidas e você pode anunciar este produto até que o estoque acabe. Já quando se tem apenas 2 unidades do produto, o anúncio mal foi pro ar e o produto já está esgotado. E você precisa de um novo anúncio.

Se você quiser uma vida fácil, de ficar sentado esperando alguém chegar e comprar seu produto, largue a internet de mão, compre um caminhão e vá vender melancias.

O mercado de Cosméticos & Perfumaria cresce aproximadamente 10% ao ano, tendo chegado a um faturamento de 43,2 bilhões de reais em 2014, segundo dados da Abihpec – Associação Brasileira das Indústrias de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos.

Isso significa que as oportunidades são muitas para quem possui um e-commerce de cosméticos, basta investir nas estratégias certas para divulgá-lo, como o marketing de conteúdo. Mas que tipo de conteúdo você pode usar para atrair e converter mais clientes?

Faça reviews de produtos

Para faturar muito mais na sua loja de cosméticos, que tal falar a respeito dos produtos que você vende? Os chamados reviews vão além dos dados fornecidos na embalagem pelo fabricante, eles têm um toque de dicas, de usuário para usuário.

Fale da consistência do produto, do cheiro, da suavidade, dos benefícios, dos resultados. Encante seus visitantes com um tom sedutor, que desperte a imaginação e faça com que eles desejem experimentar o produto.

Faça comparações

Por que esse creme e não aquele? O que difere um shampoo do outro? As comparações são outro tipo de conteúdo que não pode faltar para sua loja de cosméticos atrair mais e mais clientes. As pessoas têm dúvidas sobre qual produto comprar e pedem ajuda com frequência ao buscadores.

Se você está lá para dar essa força e munir seus potenciais clientes com toda a informação de que eles precisam para tomar uma decisão de compra, fatalmente se tornará o fornecedor mais confiável desses produtos.

Dê dicas de uso

Nem todo mundo é expert no uso de cosméticos, muitas pessoas compram e nem sabem como atingir os resultados que esperam. Uma máscara capilar pode ter seus efeitos potencializados se o cliente deixar agir por 10 minutos, então que tal dar essas dicas e mostrar o quanto você pode ajudar?

Além de deixar seus clientes mais satisfeitos com a compra, você gera autoridade na internet, constrói sua reputação e se torna referência para outras empresas, profissionais e consumidores.

Faça ofertas e promoções

É só falar em promoção ou oferta de cosméticos, que aparece uma verdadeira enxurrada de pessoas querendo disputar. Esse tipo de conteúdo não falha na hora de captar clientes e faturar ainda mais com o seu e-commerce de cosméticos.

Aproveite datas comemorativas, como dia das mães, dia das crianças e dia dos namorados para lançar grandes promoções e alavancar as vendas. Não se esqueça de divulgar nas redes sociais para dar visibilidade e atingir muito mais pessoas!

Desenvolva tutoriais

No mundo da beleza, tutoriais não podem faltar! Aproveite o potencial das redes sociais que trabalham com imagens, como Pinterest e Instagram, assim como os vídeos do YouTube ou Vimeo, para ensinar o seu público a usar os cosméticos que você vende.

Da aplicação de um creme esfoliante à composição de um look para festas, tudo é insumo para que você faça tutoriais e encante os seus clientes. Nunca se esqueça de dizer que os produtos utilizados estão disponíveis na sua loja de cosméticos, é claro!

Conteúdo é o que não falta para alavancar as vendas da sua loja de cosméticos! Aproveite essas dicas, dê um upgrade no seu blog, marque presença nas redes sociais e fature muito mais fazendo com que as pessoas compartilhem seu conteúdo!

Gostou dessas dicas? Então que tal deixar seu comentário?

Segundo a eMarketer, um dos mercados online mais promissores do Brasil (que habitualmente fica de fora dos dados divulgados no E-commerce brasileiro) é o de vendas online para viagens. A estimativa de crescimento deste mercado de 2014 para 2015 é de 14%, cerca de 12 bilhões de dólares de faturamento em reservas online. Os números consideram vendas online no Brasil por site ou aplicativo para passagens aéreas e hospedagem em hotéis.

E a notícia boa é que o crescimento deste mercado deve se manter acima de dois dígitos por mais um bom tempo. Como parece ser natural, os números vão desacelerar, e só em 2018 deve chegar em “apenas” um dígito, 9% (de crescimento).

É importante o destaque de que estas não são as melhores taxas de crescimento no mundo. Apesar do Brasil superar o crescimento de mercados mais desenvolvidos (como dos Estados Unidos com 12% e do Reino Unido com 8,9%), fica bem atrás da Argentina, que espera um crescimento de vendas de 42% para este ano, vale lembrar ainda que se trata de um mercado menor que o brasileiro.

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Segundo uma pesquisa da Criteo em parceria com a Phocuswright de dezembro de 2014, mais da metade dos viajantes brasileiros em férias, assinam newsletters de agências de viagens e/ou companhias aéreas, enquanto 39% assinam boletins de e-mails de hotéis.

Para sua última viagem que envolva voos, 57% reservaram em um site/aplicativo de companhia aérea ou em um site/aplicativo de agência de viagens. E ainda para sua última viagem que ficou em hotel, 43% fizeram a reserva online em uma agência de viagens ou no próprio site do hotel.

Os desktops são de longe o dispositivo mais comum para os e-consumidores viajantes brasileiros, ainda segundo esta pesquisa de dezembro, o dispositivo conta com 69% dos compradores online. Apenas 27% pesquisaram informações sobre viagens via smartphone, e 20% fizeram via tablet. Veja também: Mais números sobre o e-commerce no Brasil.

Estas informações foram publicadas no site do eMarketer.

Por Pequenas Empresas & Grandes Negócios. Na hora de fazer qualquer tipo de suplementação alimentar, a coisa mais importante que uma pessoa precisa é informação – afinal, não dá para sair por aí tomando qualquer combinação ou dosagem. Para não deixar seus clientes no escuro sobre o assunto, o e-commerce de suplementos alimentares Centralfit incluiu uma nova ferramenta em sua estratégia para interagir e gerar conteúdo: o WhatsApp.

E-commerce de suplementos usa WhatsApp para interagir com clientes.

Segundo Rafael Rebouças, 30 anos, fundador da startup, ainda há uma falta de informação muito grande sobre suplementação. “Mais que um comércio eletrônico, nós somos também um site de conteúdo, que quer informar e criar um canal de diálogo com o consumidor”, diz. Nada mais natural, portanto, que a Centralfit investisse em sua presença em todas as principais mídias sociais e em blogs.

Mas Rebouças queria levar sua empresa para um novo nível de interação e intimidade com seus clientes. “O WhatsApp é um aplicativo que você usa com amigos. Abrimos esse novo canal para tirar dúvidas sobre como tomar ou quanto tomar de cada suplemento”, afirma o empreendedor. A demanda foi tão grande que a startup tem uma pessoa para cuidar apenas das mensagens geradas pelo aplicativo. Todas as respostas são supervisionadas por profissionais de nutrição e educação física.

Segundo Rebouças, quase 60% das mensagens vêm de números do eixo Rio-São Paulo, o que pode ser um indicador do grande potencial de crescimento da estratégia. O empreendedor não quer parar por aí: ele diz que já pensa em adotar outras ferramentas mais populares entre usuários de tecnologia e mídias sociais, como o Snapchat.

A Centralfit surgiu em 2012 e atualmente possui mais de quatro mil produtos em seu catálogo. Com uma equipe de nove membros, seu faturamento em 2013 foi de R$ 3,5 milhões e já apresentou um crescimento de 54% no primeiro trimestre de 2014.

Texto publicado no site Pequenas Empresas & Grandes Negócios.

Por Meio & Mensagem. As redes sociais já respondem por quase 8% do faturamento da Netshoes. Esses canais foram responsáveis por mais de R$ 100 milhões do faturamento total de R$ 1,3 bilhão registrado pela loja virtual de artigos esportivos em 2013. Em 2012, esse valor foi de R$ 1,2 bilhão. O resultado marca o aniversário de cinco anos da presença da marca nas redes sociais (veja abaixo um gráfico com o histórico da companhia nas redes).

Mídias Sociais já representam 8% do faturamento da Netshoes.
Netshoes renovou sua marca recentemente.

O projeto começou em junho de 2009 com o atendimento no Twitter. Em novembro do mesmo ano, o lançamento da fan page da Netshoes no Facebook marcou a entrada do departamento de marketing da empresa em ações nas redes sociais relacionadas a branding e a vendas. Os perfis oficiais no Google+ e no Instagram surgiram em janeiro de 2012 e setembro de 2013, respectivamente. Já no LinkedIn, as ações de branding e atração de talentos começaram em maio de 2013.

Para Juliano Tubino, CMO da Netshoes, a empresa encara as redes sociais como uma ferramenta voltada aos negócios. “Seja como um importantíssimo meio de diálogo com nossos clientes de forma transparente, seja para construção de engajamento com os nossos mais de nove milhões de fãs”, aponta. Em 2013, foram, em média, 52 mil interações com os usuários por mês.

Além do quesito vendas, as redes sociais ajudam a empresa no relacionamento com os clientes. Nos últimos 12 meses, 100% das reclamações do site Reclame Aqui foram atendidas e mais de 96% delas solucionadas, sendo que mais de 76% dos clientes afirmaram que voltariam a comprar com a empresa.

Mídias Sociais já representam 8% do faturamento da Netshoes.

Texto publicado no Meio & Mensagem.

Na hora de começar um e-commerce muitos empreendedores esbarram em uma grande dúvida: o que vender, afinal? Bem, a primeira dica para quem está em busca do produto perfeito é optar por um mix muito diversificado de produtos pode não ser a melhor opção, já que a quantidade de grandes lojas virtuais é enorme e essa é uma concorrência nada justa, não é mesmo?

Por isso, uma boa opção para pequenos empreendedores que desejam ingressar no comércio virtual é investir em um e-commerce de nicho. Confira algumas razões para esta escolha:

Fidelize seu cliente

Imagine que você optou por abrir um e-commerce exclusivo para sapatos femininos em tamanhos grandes. A partir do momento em que uma mulher que tem dificuldade em encontrar calçados do tamanho dela abrir a sua loja virtual e ver que há diversos modelos que ela gosta, ela já ficará encantada. Se fizer uma compra e gostar do atendimento, ela também vai voltar, certo? E, melhor do que isso, ela vai voltar direto para a sua loja porque sabe que só ali ela vai encontrar os sapatos que precisa.

Esse é um excelente exemplo de um cliente fiel que, além de gerar vendas constantes, também ajuda no marketing boca a boca. Por exemplo, se a mulher que comprou na sua loja ficou satisfeita ela recomendará para amigas que tenham a mesma dificuldade que ela. Dessa forma, você passa a ser a solução dos problemas de um grupo maior de consumidoras específicas. Excelente, não é mesmo?

Torne-se uma referência

Quando você aposta em uma loja virtual de nicho aumenta bastante as chances de se tornar uma referência na sua área de atuação. Isso porque, além da qualidade do seu produto e serviço, você ainda conta com menos concorrência. Isto é muito valioso para uma pequena empresa!

Além de se tornar cada vez mais conhecida por potenciais clientes, sua loja virtual ainda terá divulgação extra. Vale dizer que empresas que se tornam referência, costumam ser bastante procuradas para dar entrevistas para meios de comunicação, participar de eventos do mercado, etc. Ou seja, visibilidade garantida para o seu negócio!

Ofereça um produto e um serviço personalizado

Verdade seja dita: grandes lojas virtuais costumam ser bem impessoais. Porém, ao investir em um e-commerce de nicho você pode tirar vantagem desta característica apostando exatamente na personalização.

Cabe dizer que uma base mais restrita de clientes permite, por exemplo, que você ofereça uma embalagem diferenciada, dê um mimo no aniversário do cliente, faça uma comunicação personalizada com o nome do cliente, etc.

Em busca do produto perfeito: Por que investir em um e-commerce de nicho.

Estabeleça um relacionamento mais próximo com os seus clientes

Um empreendedor apaixonado por futebol que decide abrir uma loja virtual para comercializar camisas de time, por exemplo, tem tudo para estabelecer um relacionamento mais próximo com os clientes por um motivo muito simples: eles compartilham a mesma paixão.

Por isso, na hora de abrir o seu e-commerce, não deixe de levar em consideração as coisas que você gosta e os hobbies que você tem. Cabe ressalta que isto vai auxiliá-lo na hora de criar um elo com os consumidores do seu site. Caso você seja um especialista, pode ter certeza que o cliente preferirá falar com você do que com qualquer empresa grande do mercado.

Apostar em um e-commerce de nicho é uma excelente alternativa para pequenos empresários que são especialistas em alguma área e não querem, ou ainda não têm condição suficiente para, entrar na briga com os grandes varejistas do mercado. Por isso, se você se enquadra em um dos dois casos, mãos à obra e boas vendas!

Do que você gosta? Já pensou em investir neste mercado e conquistar esse nicho para fazer seu e-commerce decolar? Conte suas ideias para a gente nos comentários!

Adolescentes no e-commerce: De acordo com a ComScore cerca de 80% dos adolescentes online na faixa etária de 12 a 17 anos visitam sites de varejo e estão acostumados com a tecnologia, novas funcionalidades e a evolução do comércio online.

A empresa de investimento Piper Jaffray, em seu 25° estudo semestral, descobriu que 79% das mulheres adolescentes e 76% dos homens compraram online, com 70% deles comprando em suas lojas favoritas. Esses dados, bastante impressionantes, apresentam uma oportunidade aos varejistas, que devem trabalhar para criar um site atraente, valioso, que capture a atenção de compradores mais jovens, que nunca experimentaram um momento em suas vidas sem tecnologia.

Adolescentes no e-commerce: Um público-alvo promissor

Para ter sucesso em um mundo onde a próxima melhor coisa está a um clique de distância, e as interrupções de mensagens de texto são a regra – não a exceção – criadores do site deve entender claramente o que os adolescentes querem e como mantê-los em um site.

Jakob Nielsen, cientista especializado em Usabilidade na Web, fez uma pesquisa baseada na forma como o usuário adolescente se comporta na internet.  Os resultados comprovam que sites voltados para o mercado adolescente devem usar menos texto e aderir a esquemas de design padrão.

Aponta também algumas características específicas de design que são importantes para os adolescentes: o uso de cores brilhantes, imagens de alta qualidade, meios de comunicação integrados como vídeos e músicas, jogos interativos e links para as mídias sociais.

Lembrando que os adolescentes usam a internet a partir de todos os tipos de dispositivos e em diversos ambientes. Para isso, o mercado de e-commerce brasileiro precisa se preparar, tanto para atender os novos consumidores que são os adolescentes, quanto os consumidores mais velhos, que estão correndo atrás para acompanhar a tecnologia que os adolescentes tiram de letra. Não esquecendo as mídias sociais, que se tornaram parte integrante da experiência do adolescente na compra online.

Quando se pensa em e-commerce, o público adolescente é extremamente influente. São os “early adopters”.  Aqueles sem medo de realizar uma transação online, que acreditam que o ato de comprar pela internet é mais natural que o ato de ir até uma loja física para adquirir um produto.

Portanto, se você pretende atender este público, lembre-se: adolescentes procuram conteúdo e interatividade.

Para isso, fique atento a algumas sugestões importantes para acertar o alvo:

• Mostre o preço. Adolescentes, geralmente, não possuem um poder de compra muito grande. Sendo assim, o preço é um fator chave na decisão de compra;
• Permitia que os produtos sejam ordenados por preferência, facilitando a busca;
 Disponibilize lista de desejos. Eu particularmente uso, e sempre indico trabalhar com lista de desejos. É uma ótima opção para atrair o público com menos poder de compra, permitindo que criem uma lista para serem presenteados;
 Tenha um check-out rápido. Importante diante de todos os públicos;
 Desenvolva um design interativo e chamativo;
 Trabalhe com imagens de alta qualidade;

Abaixo estão alguns exemplos de sites de compras, considerados referência em design e funcionalidades: 

 Funcionalidade Shop By Outfit – http://www.forever21.com/

Funcionalidade que indica o look completo para as consumidoras.
Funcionalidade que indica o look completo para as consumidoras.
Look completo com as indicações na lateral com todos os detalhes.
Look completo com as indicações na lateral com todos os detalhes.

 Full Banner e imagens em alta qualidade. http://www.pacsun.com/

Loja virtual Pacsun
Loja virtual Pacsun

Filtro lateral –  http://www.wetseal.com/

Filtro lateral muito bem detalhado e fácil de usar.
Filtro lateral muito bem detalhado e fácil de usar.

Boas vendas e até a próxima.

Taiane-Guimaraes-ecommerceTexto publicado no E-commerce Brasil.
Taiane Guimarães
 cursa Gestão Comercial na Universidade Anhembi Morumbi. Atua na área comercial desde 2012 e atualmente é executiva de contas da agencia Über Digital.