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Tíquete médio crescerá apenas 2% refletindo a deflação da cesta de produtos do setor

O e-commerce deverá faturar R$8,7 bilhões no Natal de 2017, crescimento nominal de 13% ante ao mesmo período do ano anterior, aponta a Ebit. O número de pedidos deve crescer 11%, de 16,6 milhões para 18,4 milhões, enquanto o tíquete médio apresentará uma tímida elevação de 2%, de R$463 para R$471.

Para este levantamento a Ebit considera as vendas estimadas para o e-commerce no período de 15 de novembro a 24 de dezembro, incluindo o período da Black Friday.

“O faturamento da Black Friday deverá corresponder a quase 1/4 do total estimado para o Natal neste ano. A Black Friday vem se consolidando no calendário do varejo ano após ano e, com isso, ganha cada vez mais relevância dentro da estratégia das empresas para o Natal”, afirma Pedro Guasti, CEO da Ebit.

A tímida expansão do tíquete médio, de acordo com Guasti, é um reflexo dos descontos praticados durante a Black Friday e da queda de preços na cesta de produtos do comércio eletrônico, medida pelo Índice FIPE Buscapé.

“Os preços do e-commerce estão registrando deflação há 12 meses consecutivos. Mantida esta tendência em dezembro, o índice deverá fechar 2017 com retração de 2,5%. Para o e-commerce, esse é um dado muito relevante, pois mostra que a alta no faturamento está apoiada no volume de pedidos. O consumidor está vindo cada vez mais para o e-commerce e comprando com mais recorrência”, explica.

O crescimento estimado para o período do Natal está em linha com o previsto pela Ebit para o segundo semestre de 2017.

No Webshoppers 36 apontamos uma alta de 12% a 15% para o segundo semestre, capitaneado pelas três grandes datas do calendário do varejo, Dia das Crianças, Black Friday e Natal. Se o Natal for bom como o mercado está esperando, nosso crescimento deverá voltar a ser de dois dígitos”, disse.

Confira as subcategorias e produtos que devem ser as mais vendidos (em volume de pedidos) neste ano:

  1. Bonecas
  2. Cafeteira
  3. Camisa Esportiva
  4. Camiseta Masculina
  5. Celular e Smartphone
  6. Cobre-Leito
  7. Fogão
  8. Jogo de Cama
  9. Jogo de Panelas
  10. Jogos de Vídeo Game
  11. Livros
  12. Perfume
  13. Pneu de Carro
  14. Relógio de Pulso
  15. Sandálias Femininas

Confira tabela a seguir com levantamento 2016 versus. 2017:

Os números do mercado de E-commerce

 

Ao contrário dos dois últimos anos, crescimento foi motivado pela alta no volume de pedidos

A Black Friday gerou faturamento de R$2,1 bilhões no e-commerce em 2017, alta de 10,3%  ante aos R$1,9 bilhão registrados no mesmo período do ano passado*. O número de pedidos cresceu 14%, de 3,30 milhões para 3,76 milhões, enquanto o tíquete médio caiu 3,1%, de R$580 para R$562, na comparação entre os períodos.

A retração do tíquete médio já era uma tendência verificada pela Ebit na quinta-feira (23), véspera da Black Friday, quando os varejistas dão início às vendas dos produtos com descontos.

“Para atrair o consumidor, os varejistas fizeram ações promocionais mais agressivas nas categorias de maior valor agregado, que são as mais consumidas no e-commerce e isso refletiu no gasto médio”, afirmou Pedro Guasti, CEO da Ebit.

Para Guasti, o grande destaque foi o expressivo crescimento no volume de pedidos, que foi quase o dobro do estimado pela Ebit.

“Ao contrário das duas últimas edições, que foram pautadas pelo crescimento no tíquete médio, neste ano o grande vetor do crescimento foi no número de pedidos. Lojistas de todos os segmentos ofereceram produtos com descontos reais e isso atraiu o consumidor”, disse.  

Outro ponto de destaque da Black Friday foi o crescimento das compras realizadas por celular. “O share de pedidos feitos via celular aumentou 81,8% na comparação com o ano passado. Quase 30% dos pedidos já são realizados por meio de dispositivos móveis”, afirmou. O m-commerce representou 26,5% em volume financeiro das compras realizadas, alta de 41,5% ante 2016. “O valor médio das compras via dispositivos móveis foi de R$515, reflexo da maior participação de categorias de menor tíquete, como moda e acessórios e perfumaria e cosméticos”, disse.

Em apenas quatro anos, o m-commerce sextuplicou. “Em 2013, as compras por celular representavam apenas 4,4% do total. Com a expansão do mercado de smartphones e do acesso via 3G e 4G no Brasil, esse é um mercado em franca ascensão, com potencial de crescimento bem acima da média do mercado”, afirmou

Confira o ranking das principais categorias da Black Friday por volume de pedidos e faturamento:

*Os dados apresentados pela Ebit neste press release referem-se ao montante faturado pelo e-commerce nos dias 23 e 24 de novembro. Por conta de uma recente mudança de metodologia e aumento na antecipação de compras ocorrida este ano na véspera da Black Friday dia 23 de novembro, a Ebit irá a partir de agora divulgar o resultado agregado de quinta e sexta-feira, como já ocorre em outros países como Estados Unidos.

Veja todos os números do mercado de e-commerce brasileiro:

Os números do mercado de E-commerce

Segundo estudo Panorama dos Marketplaces, realizado pela Precifica em parceria com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), que avalia o desempenho dos shoppings centers virtuais em diversos aspectos, no primeiro trimestre de 2017 houve uma queda na quantidade de produtos ofertados nesses canais. O dado caminha no sentido oposto da economia nacional, que está em um momento de retomada sutil.

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Estudo mostra aumento de 32,1% no número de varejistas nos marketplaces no segundo trimestre

Os lojistas que comercializam seus produtos nos marketplaces estão em um período de preparo para a Black Friday, que ocorrerá na última sexta-feira de novembro, dia 24. A data é considerada a mais importante para o varejo on-line, pois diversos consumidores se programam para aproveitar os descontos provenientes do dia para já efetuar as compras de Natal.

O levantamento indica queda de 8,8% no número de artigos oferecidos, o que representa uma diminuição de 4,5 milhões para 4,1 milhões em produtos anunciados. Ao mesmo tempo que se preparam para a Black Friday, os pequenos e médios lojistas precisam acompanhar com urgência as empresas maiores que têm aumentado sua participação e lucro.

O momento é ideal para o investimento nos Marketplaces, pois as lojas centralizadoras atraem um público grande e variado, que buscam preços convidativos e boas experiências de compra. A diminuição de itens anunciados abre uma oportunidade para os vendedores, que podem aproveitar essa abertura no setor para ingressarem em um dos principais segmentos do comércio eletrônico brasileiro.

E a oportunidade vai além em alguns casos: os marketplaces inovam no modelo de negócio, transferindo seus produtos e estoques para o inventário de parceiros, ou seja, deixam de comprar artigos de algumas categorias, operando apenas com itens de terceiros.

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Por que o marketplace é o assunto do momento no e-commerce?

Sobre os produtos mais vendidos em marketplaces:

Os 8 produtos mais vendidos nos marketplaces

Levantamento apresenta que o modelo marketplace, promissor de negócios, pode virar tendência, e que o consumidor tem demonstrado um maior poder de compra no período

O número de lojistas que passou a ofertar seus produtos nos marketplaces registrou avanço de 32,1% no segundo trimestre do ano em relação aos três primeiros meses de 2017. É o que aponta o estudo Panorama dos Marketplaces no Brasil, criado pela Precifica em parceria com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm).

A maior presença de comerciantes nestes shoppings centers virtuais comprova a necessidade de exposição dos produtos em grandes portais que já estão no inconsciente dos consumidores. Além disso, indica um aumento no consumo de itens do varejo, demonstrando maior poder de compra da população.

Este modelo promissor de vendas tem despontado como tendência, já que muitos varejistas percebem uma oportunidade de divulgar seus produtos com redução no investimento em mídia. O valor cobrado por cada venda varia entre cada marketplace e é o único pagamento obrigatório.

A quantidade de novos vendedores que comercializa seus itens dentre os meios analisados avançou no segundo trimestre, com um total de 1.496 varejistas que passaram a oferecer suas marcas nestes canais.

O ganho de eficiência na ativação de vendedores está principalmente ligado ao emprego de tecnologias e processos que garantem a qualidade do catálogo de produto final dos marketplaces. Os grandes desafios são evitar a duplicação de páginas e o agrupamento de ofertas distintas no mesmo espaço, prejudicando a experiência de compra do consumidor.

Com 28,7% de crescimento no número de ofertas publicadas, o departamento de Esporte e Lazer apresentou a maior evolução, atingindo um total de 2.728; seguido de Móveis e Decoração, com 2.591; Informática, com 2.542; Utilidades Domésticas, com 2.335 e Automotivo, com 2.048.

Por fim, o estudo destaca oportunidades para quem busca um nicho com menor nível de competitividade dentro desses grandes shoppings virtuais, com destaque para DVDs e Blu-Rays; Alimentos e Bebidas e Livros; todos abaixo de 60% da média de concorrência.

As vendas da Black Friday no e-commerce devem atingir R$ 2,1 bilhões, um crescimento de 15% em relação a 2016. A estimativa é que o número de pedidos aumente 7,7%, de 2,92 milhões para 3,1 milhões.

Na onda de resultados positivos, a projeção para o tíquete médio é de R$ 695, ou seja, alta de 6,4%.

“A expectativa de crescimento para 2017 está baseada no aumento do número de consumidores virtuais e na melhora do cenário econômico com controle da inflação, diminuição da taxa de juros e o índice de desemprego. O consumidor está mais confiante de que o pior da crise já passou, por isso deve usar parte do 13º salário para comprar na Black Friday”, disse Pedro Guasti, CEO da Ebit.

Uma pesquisa desenvolvida pela Ebit para entender o comportamento dos consumidores virtuais no evento aponta que 81% dos entrevistados pretendem consumir durante a Black Friday.

Os dados apontam que 41% dos entrevistados pretendem aproveitar a Black Friday para adiantar as compras de Natal, mas não necessariamente para comprar presentes. Apenas 18% dos consumidores pretendem comprar para presentear, enquanto 59% compram item para uso próprio.

Eletrônicos lideram o ranking de intenção de compras, com 34%, seguido de eletrodomésticos (27%), informática (24%), telefonia e celulares (23%). Esta última categoria é a de expectativa de tíquete médio mais alto, de R$ 1.236.

“A data ainda tem muito para crescer no país. Prova disso é que 38% dos consumidores falam que não compram porque não acreditam nos descontos. Com a consolidação da Black Friday, a tendência é que essa desconfiança diminua e a adesão aumente. Na comparação com o ano passado (41%), registramos uma queda de 3 pontos percentuais”, afirmou Guasti.

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Os números do mercado de E-commerce

Faturamento deverá ser de R$1,94 bilhão, com mais 4,5 milhões de pedidos e tíquete médio de R$438

O e-commerce brasileiro deverá faturar R$1,94 bilhão, alta de 10% na comparação ao mesmo período de 2016. A estimativa é da Ebit, empresa referência em informações sobre o comércio eletrônico brasileiro. O número de pedidos deverá expandir 11% na comparação ante ao ano anterior, para 4,5 milhões e o tíquete médio deve permanecer praticamente estável, em R$438.

O Dia dos Pais 2017, que será comemorado em 13 de agosto, é a primeira data importante para o varejo eletrônico no segundo semestre. Apesar de ter um volume menor de vendas, do que outras datas como Dia das Crianças, Natal e, especialmente, Black Friday, é considerada um termômetro de vendas para o resto do ano.

“Apesar de todas as incertezas do cenário político e econômico, o e-commerce vem sustentando ao longo de 2017 um crescimento de dois dígitos. Os números estão dentro da estimativa da Ebit, que prevê crescimento de 12% para o setor neste ano”, afirmou Pedro Guasti, CEO da Ebit.

De acordo com o monitoramento Ebit, celulares e smartphones, livros e calçados deverão ser os itens mais comprados no e-commerce para presentear os pais. Confira abaixo o ranking dos 10 produtos mais desejados:

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Os números do mercado de E-commerce

Número de pedidos cresceu 7,2% no Dia dos Namorados 2017

O e-commerce faturou R$1,71 bilhão, alta de 5,1% ante o mesmo período de 2016, aponta o monitoramento da Ebit, empresa referência em informações sobre o comércio eletrônico brasileiro. O número de pedidos cresceu 7,2%, para 4,07 milhões, e o tíquete médio foi de R$420.

Os smartphones, tradicionalmente o produto com maior volume de vendas do e-commerce no Brasil, lideraram a lista de presentes mais comprados para presentear os namorados. Completam o ranking dos cinco presentes mais comprados: livros, relógio de pulso, perfume e tênis.

Para Pedro Guasti, CEO da Ebit, o resultado está de acordo com a expectativa do mercado para a data.

“Dos 5 produtos mais vendidos excetuando-se os smartphones, temos produtos com preços abaixo do tíquete médio de compras o que demonstra alternativas muito acessíveis para presentear os namorados em tempos de orçamento reduzido”, disse.

Ao contrário de outras datas, o monitoramento da Ebit mostra que o brasileiro não deixou para comprar o presente dos namorados na última hora. Os dias 5 e 6 de junho foram os que registraram as maiores concentrações de vendas.

Confira as cinco categorias mais pedidas para presentes de Dia dos Namorados:

Vendas do e-commerce crescem 5,1% no Dia dos Namorados 2017

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Os números do mercado de E-commerce

Alta no faturamento do Dia dos Namorados 2017 deverá ser de 6% na comparação com o mesmo período do ano passado

O e-commerce deverá faturar R$1,75 bilhão no Dia dos Namorados, crescimento de 6% ante o mesmo período de 2016, aponta o monitoramento da Ebit, empresa referência em informações sobre o varejo eletrônico. A expectativa é de 4,180 milhões de pedidos, com tíquete médio de R$418.

A data, celebrada em 12 de junho, está entre as cinco mais importantes do calendário nacional do varejo eletrônico.

Os números do mercado de E-commerce

“Apesar do aumento da instabilidade política, a economia permanece dando sinais de controle da inflação e melhores condições de crédito, por isso a expectativa para o e-commerce é positiva. O e-consumidor deverá ir além da ‘lembrancinha’ neste ano e investirá em itens de tíquete médio mais alto para presentear, como smartphones, tênis e perfumes”, afirma Pedro Guasti, CEO da Ebit.

Monitoramento da Ebit aponta abaixo os 20 produtos mais comprados no e-commerce para presentear no Dia dos Namorados, até o dia 5 de junho:

E-commerce movimentará R$1,75 bi no Dia dos Namorados 2017

Mais sobre as estimativas para o E-commerce neste Dia dos Namorados na Globo News: 

 Vendas pela internet para o Dia dos Namorados devem crescer 6%, diz pesquisa

Vendas superaram a expectativa; tíquete médio dos presentes alcançou a marca de R$417

O faturamento do e-commerce no Dia das Mães, celebrado no dia 14 de maio, foi de R$1,9 bilhão, crescimento nominal de 16% ante ao mesmo período do ano passado, quando foi registrado R$1,62 bilhão. O tíquete médio também registrou elevação de 3,7%, de R$402 para R$417, enquanto o número de pedidos subiu 12%, de 4,036 milhões para 4,520 milhões.

O monitoramento da Ebit baseia-se nas compras realizadas no varejo eletrônico entre 29 de abril e 13 de maio. Dentro de todas as vendas do varejo online, 7% declarou aproveitar a data para comprar presente para a mãe. Smartphone, que correspondeu a 13,40%, foi o presente mais comprado para as mães. Perfume (4,40%), água de colônia (4,17%), geladeira/refrigerador (3,19%) e vinho (2,76%) completam o ranking dos produtos mais comprados para presentear.

“Esta data é um importante termômetro para as vendas do e-commerce no resto do ano. O resultado muito acima na expectativa mostra que o consumidor está confiante de que o pior da crise econômica já passou. Além disso, por possuir preços mais competitivos e disponibilizar entregas em poucos dias em grandes cidades permitindo comprar mais próximo ao do domingo dia das mães , o e-commerce está atraindo ainda mais consumidores que tradicionalmente compravam no varejo físico”, disse.

O Dia das Mães é considerado uma das principais datas do calendário nacional do varejo eletrônico. O crescimento previsto para 2017 mostra o setor voltando a acelerar suas vendas com crescimento de dois dígitos este ano.

“Por conta dos indicadores econômicos apontando a retomada do crescimento econômico, da Black Friday e Natal, as vendas do segundo semestre devem ser ainda mais aquecidas. Os números estão dentro da perspectiva da Ebit, que espera que o e-commerce, de forma geral, cresça 12% neste ano”, ressalta o CEO da Ebit, Pedro Guasti.

Ranking dos produtos mais comprados para as mães (7% das vendas do período)

Subcategorias Share Pedidos
Celular e Smartphone 13,40%
Perfume 4,40%
Água de Colônia 4,17%
Geladeira / Refrigerador 3,19%
Vinho 2,76%
Cafeteira 2,71%
Fogão 2,64%
TV 2,55%
Livros 2,47%
Máquina de Lavar Roupas 2,44%

 

Mais números do mercado:

Os números do mercado de E-commerce

Uma das principais datas do calendário nacional do varejo eletrônico é o Dia das Mães. Neste ano, ele será comemorado no dia 14 de maio e já existem previsões sobre quanto essa celebração deverá movimentar neste ano. O Dia das Mães 2017 deverá gerar R$ 1,73 bilhão no e-commerce. O número representa uma alta de 7% ante ao mesmo período em 2016, quando foi registrado R$ 1,62 bilhão.

Segundo o levantamento, o tíquete médio deverá registrar elevação de 3,5%, de R$402 para R$416. Na comparação ante ao ano passado, o número de pedidos deverá subir 3%, de 4,036 milhões para 4,155 milhões. A movimentação acontecerá entre os dias 29 de abril e 13 de maio.

Comparação

O crescimento de 2017 está praticamente em linha com o mesmo período de 2016, quando foi registrando um avanço de 8%. “Apesar da estimativa de crescimento ainda de um dígito, acreditamos que as vendas do segundo semestre deverão ser mais aquecidas por conta da melhora das condições econômicas, da Black Friday e Natal. Os números estão dentro da perspectiva da Ebit, que espera que o e-commerce cresça 12% neste ano”, ressalta Pedro Guasti, CEO da Ebit.

Em apenas cinco anos, o faturamento do comércio eletrônico praticamente dobrou durante o Dia das Mães. “Neste curto período de tempo as vendas expandiram de R$913 milhões, em 2012, para R$1,7 bilhão previstos para 2017″,  afirma.

Tipos de produtos

Guasti acredita que neste o ano o consumidor apostará em produtos em faixas de preços variáveis para presentear as mães.

A pesquisa da Ebit aponta que os cinco produtos mais desejados são smartphones, vinhos, perfumes, água de colônia e TV. “Podemos encontrar produtos nesta lista a partir de R$ 50, mostrando opções bem diferenciadas, agradando desde os consumidores com orçamentos mais apertados até os mais abonados”.