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A Black Friday – que acontece sempre na última sexta-feira de novembro – já é um acontecimento tradicional e esperado pelos consumidores de vários países. O evento, que surgiu nos Estados Unidos, ganhou adeptos em várias partes do mundo, inclusive no Brasil.

Por aqui, o evento acontecerá pela sexta vez consecutiva e está marcado para o dia 25 de novembro, prometendo descontos de até 80% em diversas categorias de produtos e serviços. Para verificar o tamanho e o sucesso da Black Friday, basta observar os números: só no ano passado movimentou R$1,5 bilhão em todo o país. E esse resultado só aumenta a cada ano.

Leia também, os números da Ebit:

84% dos consumidores online pretendem comprar na Black Friday

A expectativa de crescimento para 2016 é de, pelo menos, 18% – tanto nas vendas em lojas físicas quanto no e-commerce, responsável pela maior parte das ofertas. Ou seja, é uma ocasião excelente para os lojistas – que conseguem alavancar as vendas e esvaziar o estoque – e para os consumidores, que com o planejamento certo conseguem garantir a compra de produtos com uma boa economia.

Contudo, é importante lembrar que existem alguns cuidados que devem ser tomados para não cair em roubadas e garantir bons descontos!

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Foram cerca de 4 milhões de pedidos para o Dia dos Pais com tíquete médio de R$ 441, valor 9% maior que em 2015

O Dia dos Pais colaborou no aumento das vendas pela Internet nos dias que antecederam a data, 14 de agosto, registrando crescimento nominal de 12% no faturamento do setor, na comparação com 2015. Entre 30 de julho e 13 de agosto, os e-consumidores foram responsáveis por aproximadamente 4 milhões de pedidos efetuados, que geraram receita de R$ 1,76 bilhão para as lojas virtuais.

O valor do tíquete médio foi de R$ 441, um aumento de 9% em relação às vendas do período no ano passado. A pesquisa apontou que as categorias que tiveram maior volume de encomendas foram “Moda e Acessórios” (16%), “Livro/Assinatura de Revistas” (13%), “Telefonia/Celulares” (12%), “Eletrodomésticos” (12%) e “Cosméticos e Perfumaria/Saúde” (11%).

“Com esse resultado, estamos assistindo a uma gradual recuperação das vendas após um começo de ano difícil para o setor. Tivemos avanços positivos também nos Dias das Mães e dos Namorados, apresentando crescimento de dois dígitos”, analisa Pedro Guasti, CEO da Ebit.

O perfil dos consumidores online que compraram produtos pela Internet nas duas semanas que antecedem o Dia dos Pais traz, entre as informações levantadas, 53% de participação feminina e 47%, masculina. As regiões pelo País que mais consumiram foram Sudeste (61%), Sul (17%), Nordeste (12%), Centro-Oeste (8%) e Norte (3%).

Faturamento chegou a R$ 1,65 bilhão; Pedidos realizados por dispositivos móveis representaram 18,8%

O Dia dos Namorados foi uma ótima oportunidade para os varejistas do comércio eletrônico brasileiro aumentarem suas vendas online, e com isso o faturamento do setor chegou a R$ 1,65 bilhão este ano, uma variação positiva de 16% na comparação com 2015.

O levantamento é referente aos 15 dias que antecederam a data e constatou também um aumento de 8% no número de pedidos ante 2015, ultrapassando os 4 milhões.

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O valor do tíquete médio foi de R$ 410. As categorias de produtos mais vendidas neste ano foram:

1º Livros/Assinaturas & Revistas
2º Eletrodomésticos
3º Telefonia/Celulares 
4º Moda & Acessórios
5º Casa & Decoração

“Com o atual cenário de retração do varejo offline, o comércio eletrônico teve um saldo positivo neste Dia dos Namorados, como vem acontecendo também em outras datas comemorativas. Os consumidores estão mais atentos e dispostos a aproveitarem as vantagens da compra online e assim conseguem encontrar ofertas atrativas neste ambiente”, comenta Pedro Guasti, CEO da E-bit.

Outro destaque foram as compras realizadas por meio dos dispositivos móveis. De acordo com o levantamento, o mobile commerce foi responsável por mais de 761 mil pedidos, representando 18,8% das transações. O faturamento gerado foi de R$ 281,5 milhões e o tíquete médio, neste caso, ficou em R$ 369.

“Identificamos mais uma vez a evolução das compras realizadas por meio do mobile, cuja participação foi significativa dentro do total de pedidos, o que tende a crescer ainda mais à medida que os comerciantes se atentarem à investirem em sites responsivos e apps”, conclui.

Veja todos os números do mercado:

Os números do mercado de E-commerce

Faturamento na data deve chegar a R$ 1,6 bilhão no Dia dos Namorados 2016; Produtos mais procurados são livro, smartphone, perfume, sapato, vinho, entre outros

O Dia dos Namorados 2016 pode ser uma boa oportunidade para os lojistas do comércio eletrônico brasileiro, com a mudança de ânimo dos consumidores para a compra de presentes. Nossa previsão é de que as vendas online atinjam um faturamento de R$ 1,6 bilhão, uma variação positiva de 12% na comparação com a mesma data no ano passado.

O número de pedidos será de aproximadamente de 3,94 milhões, uma variação de 6%, e o tíquete médio de R$ 406, variação de 6% ante 2015. Os produtos mais procurados pelos consumidores para presentear são livro, celular e smartphone, perfume, tênis, sapato feminino, DVD, vinho, camiseta masculina e vestido feminino.

“A pequena melhora no ânimo do consumidor observada nas últimas semanas no e-commerce, motivado pelas boas ofertas no período, deve potencializar as vendas para o Dia dos Namorados”, comenta André Ricardo Dias, diretor executivo da E-bit.

Apesar do cenário econômico desfavorável, setor não apresentou queda na comparação com o mesmo período em 2015

 O faturamento do setor no Brasil atingiu R$ 9,75 bilhões no primeiro trimestre deste ano. Com isso, os lojistas registraram um crescimento nominal de 1%, somando os 24,45 milhões de pedidos realizados pela Internet no período.

O levantamento indica uma queda de 6% no volume de compras, na comparação com os três primeiros meses de 2015. O valor do tíquete médio aumentou 7%, ficando em R$ 399 ante os R$ 373 anteriores. Os números comprovam que o início do ano foi positivo para o setor, apesar da instabilidade no cenário econômico do País.

“O comércio eletrônico tem se mostrado como um setor muito atrativo aos consumidores e, apesar da crise econômica, o setor apresentou uma leve elevação se comparado com o varejo off-line”, comenta André Ricardo Dias, diretor executivo da E-bit/Buscapé.  “O mercado deverá continuar com o crescimento neste ano, conforme nossa prévia estimativa, devendo crescer 8%, motivado também pelo aumento das vendas via dispositivos móveis”, complementa.

Veja todos os números do mercado:

Os números do mercado de E-commerce

O Dia do Consumidor 2016, evento criado para estimular as vendas do e-commerce brasileiro por meio de grandes descontos, registrou um número de pedidos 19% maior se comparado à edição anterior, chegando a 562 mil nas 24 horas.

Os dados revelam ainda que 52.174 pessoas realizaram sua primeira compra online, incentivadas pela ação.
As ofertas, no entanto, começaram a se intensificar às 20h, na terça-feira (15), e foram até às 23h59 de quarta, atraindo quem buscava por preços menores.

As vendas dentro desse período chegaram a R$ 271 milhões com 685.780 mil pedidos. Se considerar somente a quarta-feira, o faturamento foi, nominalmente, 12% maior em relação a 2015, chegando a R$ 224 milhões.

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No total, 277.877 pessoas aproveitaram as ofertas, cujos descontos chegaram até 60%. Cada consumidor realizou em média 2 compras, sendo que o tíquete médio ficou em R$ 398.

“Os números desse Dia do Consumidor Brasil são significativos, pois apontam um crescimento do e-commerce que contraria o atual cenário de retração do mercado. Os 12% de faturamento a mais que 2015 e as milhares de pessoas que fizeram sua primeira compra online representam o consumidor mais atento e disposto a aproveitar oportunidades de maneira mais eficiente”, comenta André Ricardo Dias, diretor executivo da E-bit/Buscapé.

Veja todos os números do mercado divulgados.

Desde que comecei este blog como editor, foquei em uma missão diária simples e clara: informar e educar. O empreendedor de e-commerce, o profissional de e-commerce e o mercado como um todo.

Pessoas informadas, capacitadas trazem prosperidade, se o consumidor é capacitado de informação (além de instrução, ferramentas que permitam manter-se informado) compra melhor. Se o consumidor compra melhor, premia a empresa mais preparada e capacitada para atender a demanda. Se a empresa mais capacitada é premiada, seu concorrente é obrigado a melhorar para se manter competitivo e conquistar aquele consumidor. O que acaba nivelando o mercado para cima. E o consumidor só terá a ganhar com mais opções de empresas com produto/serviço/preço de qualidade para atendê-lo. É um Círculo Virtuoso, onde todos ganham. Isso graças à Educação.

E a necessidade de informar o empreendedor hoje vai além de entender que o mercado de E-commerce tem previsão de 8% de crescimento de faturamento para 2016. Exatamente, e apenas infelizmente, pelas altas de preços trazidas pelos altíssimos 7,59% de INFLAÇÃO previstos. Essa necessidade vai além de você conhecer sobre seu mercado, sobre seu negócio ou seus clientes…

Hoje precisamos que o empreendedor TOME UMA ATITUDE contra este governo que não está interessado em crescimento

Governo com a gestão de uma profissional notoriamente inapta que mal consegue organizar seus discursos (raciocínios) como uma pessoa normal com um mínimo de 3 frases totalmente conectadas.

Profissional que com este tipo de deficiência teria sérios problemas em se colocar em cargos importantes em qualquer empresa. E que mesmo com essas “habilidades” tem o maior cargo do país. Você contrataria um profissional assim para um cargo importante em sua empresa?

O Círculo Vicioso

Precisamos que as pessoas se posicionem contra a corrupção e pressionem o governo que demonstra querer manter a população na pobreza, que quer uma sociedade igual, só que nivelada POR BAIXO. Que se intitula “Pátria Educadora” e retira R$10,5 BILHÕES, ou 10% do orçamento destinado à Educação.

1- Governo que está há 14 anos no poder e no lugar de gerar mais emprego e capacitação, fez o país andar para trás 20 anos (sem nenhum desastre natural para justificar), VICIANDO a população com menos oportunidades em uma Bolsa Família “Pobre”, que condiciona quem melhora suas condições financeiras a perder o benefício.

2- Que enche o empreendedor de impostos (ICMS, ST, DAS, INSS e FGTS) e desestimula novos entrantes com taxas impeditivas e obscenas que inviabilizam até mesmo operacionalmente um pequeno negócio. Convivo diariamente com alguns alunos nossos que antes prósperos, foram obrigados a fechar seus negócios e hoje estão desempregados também.

Os principais impostos para empreendedores do e-commerce

3- Que se mostra incapaz frente à desvalorização do Real em relação às outras moedas, e como consequência aumenta os preços, desestimula que investidores atuem no país por não enxergar prosperidade em um mercado quebrado e sem perspectiva. Entenda melhor as consequências de uma moeda desvalorizada.

4- Que não dá outra alternativa ao empreendedor que não seja o corte de custos, que culmina em demissões em massa. Temos as maiores taxas de desemprego desde 2009. Foram 9 milhões de desempregados em novembro.

Profissionais de qualidade que acabam entrando nesses cortes, e vão parar no item 2. Sem emprego e sem poder empreender, com dificuldades de crescer diante de tantos impostos num mercado quebrado, para terminar no item 1. Dependendo da Bolsa Família “Pobre”, sob os caprichos e desmandos de um governo que flerta com ditaduras como a cubana e a venezuelana. Que inflama uma briga de classes sociais sem medir (ou se importar) com as consequências perigosas que isso pode causar.

Governo da China

A líder do E-commerce mundial hoje é a China. O mercado dos asiáticos já fatura quase o dobro de outro mercado fortíssimo, o dos Estados Unidos (antes inatingível). Como pode ver no gráfico abaixo, faturou em 2014 o que os EUA só atingirão em 2017, e tem previsão de atingir 1 trilhão de dólares em vendas em 2018.

O governo chinês faz sua parte. Isso não cai do céu, o governo da China incentiva o crescimento de seus empreendedores. E não limitam seu mercado nem apenas à maior população do mundo. O incentivo vai além para as vendas online internacionais, diminuindo impostos e fornecendo linhas de crédito atraentes para promover a expansão das lojas.

Realidade distante? O presidente da Argentina Maurício Macri provou que não. Em 20 dias de mandato em 2016, RETIROU OS IMPOSTOS e fez os “hermanos” baterem recorde de exportação para os Estados Unidos.

Um basta à corrupção, um BASTA à incompetência

É por isso que montei este texto. A melhor estratégia para aumentar suas vendas em 2016, a melhor meta para evitar que você vire o ano no vermelho, a melhor atitude que você pode tomar para a saúde do seu negócio é ir às ruas.

É se fazer ser ouvido em todos os lugares, fazendo coro e instruindo as pessoas ao seu redor. A almejar aquele nada utópico Círculo Virtuoso.

Não estou aqui falando de partido político, não estou falando de time de futebol. Não queremos um país dividido. Estamos defendendo nossa pátria, nossos negócios, nossos amigos e nossa família. Nossa bandeira é verde, amarela, azul e branca, nós precisamos restabelecer a ordem, precisamos retomar o progresso. Isso não está escrito à toa.

Neste domingo 20 de março, tome você também uma atitude (que sabemos que todo empreendedor tem). Vamos às ruas, chame seus amigos, vamos fazer deste país um lugar melhor para se viver. Com trabalho para todos. Que premia o trabalho e quem é mais esperto pelo bem, que tem méritos para isso.

E aí, vamos atrás da essência do empreendedor ou vamos ficar no sofá e continuar só reclamando sem ninguém ouvir?

Que o comércio eletrônico é a melhor ferramenta para desenvolver empreendimentos, é uma verdade que esta a altura do século XXI, poucos se atreveriam a duvidar. Basta considerar que, com uma plataforma tecnológica de qualquer formato, é possível chegar a uma audiência massiva e sem fronteiras.

Flexibilidade, autonomia, redução de custos para implementação e manutenção, ao contrário dos espaços físicos, são pilares deste fenômeno econômico que cresce cada vez mais em todo o mundo, em especial na América Latina.

A área educacional da plataforma de e-commerce Nuvem Shop utilizou dados de pesquisas e outros provenientes da própria experiência com o mercado para elaborar um Reporte Anual de Comércio Eletrônico, que destaca claramente o aumento da atividade:

Ainda que pareça estranho, assim como a internet já teve seu momento chave na história, o e-commerce também teve seu marco de fundação: a venda de um CD através do NetMarket em 1994. Mas em 1995 foram Amazon e eBay os que se consagraram na atividade, até se converterem nas multinacionais que são hoje.

Estima-se que nessa época, e por um período de dois anos, foram geradas transações comerciais na soma de 7,2 milhões de dólares. Este foi o primeiro grande impulso para tornar cotidianas as transações online.

Segundo as consultorias Social Time e Selx, atualmente 61% dos internautas buscam produtos online e 80% já realizou compras.

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Estas cifras confirmam o imenso potencial e valor do e-commerce para a atividade econômica.

O panorama mundial é contundente e o Brasil se encontra no top 10 dos países com maior volume de faturamento no e-commerce. Para 2016, a última previsão da E-bit é de 44,6 bilhões de reais. São 8% de crescimento previstos para este ano.

Falemos de m-commerce

A perspectiva se amplifica ainda mais quando se analisa o consumo mobile. Os usuários de mobile, segundo a Comscore, passaram de 400 milhões em 2007 para 1,75 bilhão em 2015.

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O crescimento mobile ocorreu oito vezes mais rápido que o da internet nos anos 90.  Portanto, é fundamental para as companhias, investirem em estratégias totalmente mobile friendly.

Este panorama deixa claro a grande oportunidade que representa o e-commerce e o m-commerce para os empreendedores do Brasil. É evidente que a importância para a economia nacional é cada vez maior.

Os pilares do crescimento do e-commerce são a inovação tecnológica, a ampla penetração da internet no mundo e as novas gerações de usuários.

Mais uma vez mostrou-se válida a teoria de que o E-commerce é uma alternativa fundamental para o consumidor que precisa economizar. O cenário de crise política e econômica comprovou que a Internet é a mais eficiente saída na comparação de preços.

O novo relatório E-bit WebShoppers (33ª edição) que acaba de ser divulgado, identificou ainda o surgimento de centenas de novas empresas no setor. Fato que aumentou significativamente a competição e, por consequência, a exigência do diferencial de bons serviços e preços. Mais um indício do amadurecimento do segmento no Brasil. O nível de satisfação do consumidor (NPS), por exemplo, registrou 4 pontos percentuais a mais, subiu de 61 para 65%.

Segundo os especialistas, esse incremento na qualidade dos serviços contribui ainda para aumentar a confiança do consumidor. O que obviamente resulta em aumento de vendas.

O crescimento do E-commerce no Brasil em 2015 desacelerou sim (chegou a 28% de crescimento de 2012 para 2013), mas ainda mostrou expressivos 15% de faturamento a mais em relação à 2014. Como já havíamos informado em janeiro, o setor registrou 41,3 bilhões em vendas no ano passado.

Vale destacar ainda que também foi registrado um enfraquecimento de compras feitas pela Classe C. Consolidamos os principais números do estudo no infográfico abaixo. Na sequência comentamos separadamente.

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O E-commerce brasileiro em 2015

Habitualmente consolidamos todos os números divulgados pelo mercado na nossa sessão Números do E-commerce. Nela criei uma tabela que simplifica os dados de cada data sazonal do mercado para ajudar o empreendedor. A cada nova informação a tabela é atualizada. Logo, este é o melhor momento para registrar nossa tabelinha completa do ano de 2015 com cada data separada.

Por que esta tabela é interessante? Vou tentar explicar. Sabendo, por exemplo, a diferença do volume de demanda da Black Friday para a Cyber Monday, o gestor terá melhor noção de quantidade de produtos em estoque que ele compra para as datas que acontecem entre a sexta e a segunda-feira.

O profissional pode ter um indício de qual porcentagem do estoque dele pode “reservar” para aumentar as ofertas para a segunda-feira. Logicamente isso envolve uma série de variáveis específicas para cada caso.

Categorias mais vendidas

Moda & Acessórios, líder desde 2013, manteve sua posição como categoria de produto que mais vende na Internet brasileira. Neste caso também o destaque para a queda de faturamento. Mesmo com representativos 14% de participação de volume de pedidos no mercado (já teve 19% de participação em 2013), a categoria registrou uma queda de 7% de faturamento em relação a 2014.

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Em segundo lugar aparece a categoria de Eletrodomésticos com 13% de share de mercado – crescimento de 27% de faturamento. Na sequência temos Telefonia & CelularesCosméticos & Perfumaria/Cuidados Pessoais/Saúde e Livros/Assinaturas & Revistas respectivamente completando o Top 5.

Crossborder

Um comportamento do consumidor brasileiro que ganhou destaque (já apareceu no relatório do ano passado e retrasado) e recorrência nos últimos anos é o conceito de crossborder. A compra de brasileiros em sites internacionais ganhou destaque no E-bit WebShoppers depois de um crescimento significativo mesmo com a desvalorização de nossa moeda frente ao dólar principalmente.

Em estudo que contou com 2.019 questionários entre 18 e 26 de dezembro, a E-bit identificou que em 2015, 14,9 milhões de brasileiros compraram de sites de fora do país. Que normalmente oferecem produtos muito mais baratos pela tributação menor dos governos locais.

O número de brasileiros comprando de fora cresceu 36% em comparação com 2014. Impressiona também os números de faturamento, são 2,02 bilhões de Dólares gastos fora do país pela internet.

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Relatório completo para download

O relatório completo com informações bem mais aprofundadas sobre o estudo da E-bit/Buscapé já está disponível para download gratuito no site www.webshoppers.com.br.


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Em 2015 o e-commerce brasileiro registrou R$ 41,3 bilhões de faturamento, ultrapassando a marca de 100 milhões de pedidos realizados, o que representa um crescimento nominal de 15,3% em relação a 2014 segundo a E-bit.

O desempenho foi obtido, principalmente, pela incorporação de tendências observadas em grandes centros, como os Estados Unidos, e já coloca o país na décima posição entre os maiores mercados do setor, segundo o eMarketer.

Entretanto, ainda estamos distantes dos norte-americanos: apenas no ano passado, o faturamento das lojas virtuais de lá foi de mais de US$ 305 bilhões. Confira as lições já aprendidas e as que ainda precisamos absorver para evoluir mais:

Três lições já implementadas nas nossas lojas virtuais 

Diversidade de pagamentos

Quem tem um comércio eletrônico descobriu que não pode ficar refém de um único meio de pagamento. Por mais que estimativas mostram que o cartão de crédito seja utilizado por cerca de 80% dos consumidores, é importante oferecer outros modelos, como o boleto bancário (modalidade tipicamente brasileira).

Experiência do usuário

O usuário precisa se sentir feliz ao comprar em uma loja virtual e isso inclui desde o atendimento até a forma como ele vai efetuar o pagamento. Aliás, uma das lições mais importantes está neste último ponto: quanto mais a empresa facilita a conclusão do pedido, mais chance de fidelizar o usuário.

Mobile

As vendas por dispositivos móveis são uma realidade no e-commerce brasileiro, correspondendo a 10,1% das transações no primeiro semestre de 2015. Plataformas e sites precisam se adequar a este modelo e atender este novo tipo de consumidor.

Três lições que ainda precisam ser aprendidas

Omnichannel

Os lojistas virtuais brasileiros ainda não sabem lidar com o caráter multicanal dos consumidores. O usuário agora pode pesquisar no e-commerce e comprar na loja física – ou vice-versa. O empreendimento precisa estar preparado e marcar território em todos os canais que o público-alvo visita.

Integração on e off-line

O e-commerce não vai acabar com o varejo físico. Pelo contrário, a união entre online e off-line é imprescindível para aumentar as vendas justamente por oferecer algo a mais para as pessoas. Aliás, influencia até mesmo no sistema de pagamentos, pois o cliente pode querer comprar no site e pagar na loja física, por exemplo.

Conversão

O grande desafio atual para o nosso comércio eletrônico. As lojas virtuais norte-americanas possuem um índice de conversão em torno de 3%, praticamente o dobro do registrado por aqui, de acordo com a Forrester. Oferecer promoções e um sistema de pagamentos eficiente e que não trava é o primeiro passo para aumentar esse número.