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Na comparação com 2014, volume de pedidos será 10% maior

A expectativa do e-commerce para o Natal deste ano, apesar do cenário econômico, é positiva. As vendas no período que antecede o dia 25 de dezembro devem atingir um crescimento nominal de 22% em relação a 2014, alcançando um faturamento de R$ 7,2 bilhões.

A quantidade de pedidos também crescerá e deve chegar a 16,7 milhões de encomendas, um aumento de 10% em comparação ao mesmo período do ano passado, assim como o tíquete médio, que será de R$ 429,00, um aumento de 11%. O mobile commerce (compras originadas por smartphones e tablets) terá uma participação de 12,2% nas transações, índice acima do registrado em todo o primeiro semestre do ano, de 10,1%.

“O Natal de 2015 deve manter a alta das vendas no comércio eletrônico devido a alguns fatores como, por exemplo, o aumento no volume de pedidos, apoiado pelo excelente resultado da Black Friday, além do crescimento do número de e-consumidores que, após permanecerem sem realizar pedidos pela Internet nos últimos seis meses, devem efetivar alguma compra no período de Natal”, constata André Ricardo Dias, diretor executivo da E-bit/Buscapé.

O setor de e-commerce acabou se beneficiando com as boas vendas da campanha de Black Friday, no final de novembro, que é considerado no período de vendas para o Natal (entre 15/11 e 24/12). O sucesso das ofertas representa 42% do faturamento natalino, já que as vendas foram de R$ 3,02 bilhões (em cinco dias de promoções).

Confira as categorias que devem vender mais e porcentagem de participação:

Eletrodomésticos – 14%
Moda & Acessórios – 13%
Telefonia/Celulares – 12%
Livros/Assinaturas & Revistas – 10%
Cosméticos & Perfumaria/Cuidados Pessoais/Saúde – 9%
Casa & Decoração – 9%
Informática – 7%
Eletrônicos – 6%
Brinquedos & Games – 5%
Esporte & Lazer – 4%

Confira todos os números do mercado de e-commerce.

A Black Friday atingiu seu maior faturamento desde o início da chegada ao e-commerce brasileiro e alcançou a quantia de R$ 1,6 bilhão na sexta-feira. O dado representa um crescimento nominal de 38% em relação à edição de 2014, quando chegou a R$ 1,16 bilhão.

Foram 2,77 milhões de pedidos no total, um volume 24% maior que o ano passado no período, com ticket médio de R$ 580, uma alta de 11%. Outro destaque da data foram as vendas realizadas por dispositivos móveis (smartphones e tablets), que representaram 9% do resultado ou R$ 140 milhões e 11% dos pedidos, 311 mil.

No total, 1,64 milhão de e-consumidores fizeram pelo menos uma compra nas 24 horas da sexta-feira e o prazo médio de entrega prometido pelas lojas foi de 13 dias corridos para as ofertas de Black Friday.

Veja todos os números do e-commerce no Brasil.

Infográfico

A E-bit/Buscapé também levantou perfil do consumidor que comprou na Black Friday Brasil, as categorias com maior volume de pedidos, faturamento no período e até mesmo produtos e termos mais buscados no Buscapé. Confira:

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Nova pesquisa da FecomercioSP, em parceria com a E-bit, revela dados inéditos do e-commerce no varejo paulista, são 16 regiões do Estado de São Paulo

Uma pesquisa inédita da FecomercioSP em parceria com a E-bit, divulgada nesta quarta-feira (14), aponta que até agosto, o faturamento real do varejo eletrônico apresentou alta de apenas 1% na comparação com o mesmo período do ano passado. No comparativo do mesmo período de 2014 em relação a 2013, a alta havia sido de 17,9%.

A Pesquisa Conjuntural do Comércio Eletrônico (PCCE) traça as comparações entre os volumes negociados no e-commerce com o faturamento mensal das lojas físicas no Estado, segmentadas em 16 regiões. Também são disponibilizados dados inéditos sobre os números de pedidos, ticket médio e variações reais das vendas do setor.

Segundo a FecomercioSP, o comércio eletrônico ainda ganha espaço por causa da mudança de comportamento do consumidor, mas também já sente os efeitos da inflação elevada, dos juros altos, da escassez de crédito e do aumento do desemprego.

Além disso, as vendas no e-commerce estão mais concentradas em itens de setores duráveis (eletrodomésticos e eletrônicos, por exemplo) e semiduráveis (vestuários e calçados), os mais afetados pela retração econômica.

Confira no infográfico abaixo os destaques da pesquisa:

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Conteúdo publicado no site da FecomercioSP.

O Dia das Crianças contabilizou menos pedidos e presentes mais caros em 2015. Foram registrados 3,8 milhões de pedidos este ano, contra 3,97 milhões em 2014.

O aumento do número de pedidos representou alta de 9,4% no faturamento do varejo online na data, chegando a R$1,47 bilhão em 2015, ante R$1,34 bilhão no mesmo período de 2014. O aumento do faturamento, entretanto, foi puxado pela alta do tíquete-médio, que subiu de R$338 para R$385 neste ano por causa da inflação.

As cinco categorias mais pedidas foram Eletrodomésticos; Moda & Acessórios; Telefonia & Celulares; Cosméticos, Perfumaria & Saúde; e Assinaturas & Revistas/Livros.

Veja o infográfico:

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Veja mais números do mercado de E-commerce.

“Analisamos com muita atenção esta história de crise e resolvemos que vamos ficar de fora.”

A crise econômica do Brasil bateu forte no e-commerce também, como em muitas outras áreas de negócio que temos no país. Porém, mesmo com a estagnação de número de pedidos, o faturamento cresceu.

Com menos dinheiro, o consumidor opta pela compra mais consciente, isso explica a leve queda no crescimento de número pedidos e o aumento significativo do tíquete-médio (13%), fato que permitiu o crescimento no faturamento do primeiro semestre. São R$ 18,6 bilhões de reais em 2015 contra R$ 16,1 bilhões de reais no primeiro semestre de 2014.

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A 32ª Edição do Relatório E-bit WebShoppers divulgada na última semana traz muito mais detalhes sobre o comportamento de compra do consumidor durante a crise econômica. O consumidor, por exemplo, prefere comprar à vista ou em até 3 parcelas, 54,2%, e apenas 3,59% parcelaram acima de 11 vezes.

Confira um panorama geral das informações em nosso infográfico:

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Veja também: Todos os números do e-commerce no Brasil

Evolução de e-consumidores

No Brasil 17,6 milhões de pessoas fizeram pelo menos uma compra online no primeiro semestre de 2015, representando assim uma queda de 7% se comparado com o mesmo período de 2014.

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A região que mais consome online no país é disparada a Sudeste, com expressivos 64,5% de participação no mercado de e-commerce brasileiro. Bem distantes vêm as segunda e terceira colocadas, as regiões Sul e Nordeste com 13,9% e 12,7% respectivamente.

Categorias mais vendidas

Moda & Acessórios segue na liderança como categoria que mais vende pela Internet, com 15% de participação no volume de pedidos. Em seguida, estão Eletrodomésticos (13%) que subiu da terceira para segunda colocação, Telefonia & Celulares (11%), Cosméticos & Perfumaria/Cuidados Pessoais/Saúde (11%), atrás por casas decimais e Livros/Assinaturas & Revistas (8%) para completar as cinco primeiras posições.

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Mobile Commerce

O crescimento de vendas via dispositivos móveis continuou seu crescimento, porém parece ter sofrido uma leve desaceleração. Chegou à representativos 10,1% de participação em todo o mercado online. No primeiro semestre de 2014 este número era de 7% e fechou o ano com 9,7% de participação em todo o mercado.

Seis meses depois, o crescimento é mais modesto, porém se mantém, são 0,4% a mais em participação em todo o mercado.

Veja também: todos os números do e-commerce no Brasil. O relatório Webshoppers completo está disponível para o download gratuito no site Ebit.com.br/WebShoppers.

Estima-se que o número de consumidores digitais atinja 151 milhões até 2019. Brasil lidera com folga em vendas e números de consumidores.

O E-commerce na América Latina como um todo registra rápido crescimento e segundo a eMarketer deve atingir U$ 47,37 bilhões de dólares em 2015, o que representa um aumento de 23,9%. Deste montante, o Brasil (com ou sem crise) deve faturar U$ 19,79 bilhões de dólares, mais de 41% do faturamento de toda a região.

Números publicados pelo eMarketer.
Números publicados pelo eMarketer.

Atrás desta tendência, os números de consumidores online também sobem. Depois do robusto crescimento do ano passado (17,4%), o número de usuários de internet que fizeram pelo menos uma compra online na América Latina acima de 14 anos deve crescer mais 12,9% e atingir os 110 milhões de consumidores digitais. Em 2019, último ano da previsão, deveremos contar algo em torno de 151,1 milhões.

Com um olhar mais atento às taxas de crescimento dos consumidores por país, o México deve liderar o crescimento de novos consumidores na região este ano. São 13,4% de crescimento (16,2 milhões de consumidores) contra 12,6% de crescimento do Brasil e 9,3% de crescimento da Argentina, terceira colocada.

Porém, enquanto lidera os números de novos consumidores, cai para o terceiro lugar em penetração para os usuários de internet como um todo. São apenas 35,6% de penetração dos consumidores digitais em relação à todos os usuários de internet no país. A Argentina é a líder dentro deste aspecto, dentro do período deve subir de 48,3% para 50,3% entre 2015 e 2019. Falando em vendas, os argentinos também contam com o maior crescimento (natural pelo mercado ser menor), são previstos 40% de crescimento para este ano, um valor bem próximo de U$5 bilhões de dólares.

Números publicados pelo eMarkteter
Números publicados pelo eMarkteter.

Enquanto isso, o Brasil conta com um terço de todos os consumidores online de toda a América Latina em 2015. Fato que deve permanecer até o último ano da previsão, em 2019, quando deveremos atingir 49,7 milhões de consumidores online e U$ 84,75 bilhões de dólares de vendas em toda a região.

Apesar da maioria dos consumidores e o centro das atenções estarem entre os três líderes, é válido ainda notar que todos os outros países da América Latina somados contribuem com um relevante combinado de 45,3 milhões de compradores digitais, são 41,2% de participação no total para este ano. Ainda segundo o eMarketer os líderes deste grupo menor são Chile, Colômbia, Peru e Venezuela.

Chile, Colômbia e Peru também são os 3 mercados digitais (de segunda linha) mais avançados em termos de internet móvel, eles superam até mesmo os outros 3 do “primeiro time” em algumas categorias se pensarmos em taxas de penetração em vez de analisar apenas os números absolutos. Pensando nisto, nenhuma surpresa este grupo de pequenos devem atingir 64,8 milhões de consumidores em 2019, mais do que Brasil e Argentina somados no mesmo ano.

A eMarketer ainda aponta que este grupo de “outros” devem crescer o faturamento de 16,92 bilhões de dólares em 2015 para 28,99 bilhões de dólares em 2019. Isso significa que o share de compras de comércio eletrônico na região deve cair de 35,7% para 34,2% durante o mesmo período, algo que parece natural, já que os números de compras tendem a ser menores para os novos consumidores.

Roupas masculinas aparecem como melhor área no comércio eletrônico para os próximos cinco anos nos Estados Unidos. Mas e no Brasil, quais seriam as melhores áreas?

Por PEGN. Cada vez mais vaidosos, os homens estão impulsionando as vendas online de roupas. Segundo um estudo feito pela consultoria IBISWorld, o comércio eletrônico de Roupas masculinas foi o que mais cresceu nos últimos cinco anos nos Estados Unidos.

O estudo analisou o crescimento de vários segmentos entre 2010 e 2015 e os e-commerces de roupas masculinas apresentaram avanço de 17,4%, ficando na frente de setores mais consolidados como Eletrônicos e Bebidas. Confira a relação completa do crescimento entre 2010 e 2015:

crescimento-segmentos-2010-2015
Pesquisa publicada no IBISWorld. Dados referentes aos varejos online e offline dos Estados Unidos.

• Roupas masculinas: 17,4%
• Comidas: 16,7%
• Sapatos: 13,6%
• Saúde, vitaminas e suplementos: 13,4%
• Computadores e tablets: 11,4%
• Cosméticos: 10,9%
• Cerveja, vinho e outras bebidas: 10,8%
• Arte: 10,6%
• Joias: 8,9%
• Peças automotivas: 8,1%
• Produtos para pets: 7,1%
• Flores: 3%
• Cartões e presentes: 1,8%
• Óculos e lentes de contatos: 1,3%
• Câmeras: 0,9%

Em seguida, aparecem sites de Comidas, com aumento esperado de 12,2%, Sapatos (8,3%), Produtos de Saúde e Suplementos (7,2%) e Computadores e Tablets (7,1%). Confira a relação completa da expectativa de crescimento entre 2015 e 2020:

crescimento-segmentos-2015-2020
Pesquisa publicada no IBISWorld. Dados referentes aos varejos online e offline dos Estados Unidos.

• Roupas masculinas: 14,2%
• Comidas: 12,2%
• Sapatos: 8,3%
• Saúde, vitaminas e suplementos: 7,2%
• Computadores e tablets: 7,1%
• Cosméticos: 6,7%
• Cerveja, vinho e outras bebidas: 6,6%
• Arte: 6,2%
• Joias: 6%
• Peças automotivas: 5,9%
• Produtos para pets: 5,1%
• Flores: 3,7%
• Cartões e presentes: 2,4%
• Óculos e lentes de contatos: 1,8%
• Câmeras: 1,6%

Segundo o instituto de pesquisa, o mercado de vendas online cresceu uma taxa de 8,9% ao ano nos últimos cincos, chegando a faturar quase US$ 315 bilhões. O estudo demonstrou também que as vendas pela internet cresceram em ritmo bem mais acelerado do que em lojas físicas. Texto publicado no site da Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios.


O E-commerce brasileiro, apesar de suas particularidades, normalmente acompanha as tendências do mercado norte-americano, um mercado mais amadurecido. Porém, vale o destaque para o fato de que a categoria de Roupas Masculinas não é a líder do nosso mercado.

Dados divulgados no último relatório E-bit Webshoppers.

A Categoria de Moda & Acessórios realmente lidera em pedidos no mercado brasileiro, porém segundo a E-bit, “Roupas Masculinasnão é a principal dentro desta categoria. Em volume de pedidos no Brasil, os homens representam 51%, porém dentro da Categoria Moda & Acessórios, são 62% de mulheres.

Veja mais números do mercado de E-commerce.

Segundo a eMarketer, um dos mercados online mais promissores do Brasil (que habitualmente fica de fora dos dados divulgados no E-commerce brasileiro) é o de vendas online para viagens. A estimativa de crescimento deste mercado de 2014 para 2015 é de 14%, cerca de 12 bilhões de dólares de faturamento em reservas online. Os números consideram vendas online no Brasil por site ou aplicativo para passagens aéreas e hospedagem em hotéis.

E a notícia boa é que o crescimento deste mercado deve se manter acima de dois dígitos por mais um bom tempo. Como parece ser natural, os números vão desacelerar, e só em 2018 deve chegar em “apenas” um dígito, 9% (de crescimento).

É importante o destaque de que estas não são as melhores taxas de crescimento no mundo. Apesar do Brasil superar o crescimento de mercados mais desenvolvidos (como dos Estados Unidos com 12% e do Reino Unido com 8,9%), fica bem atrás da Argentina, que espera um crescimento de vendas de 42% para este ano, vale lembrar ainda que se trata de um mercado menor que o brasileiro.

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Segundo uma pesquisa da Criteo em parceria com a Phocuswright de dezembro de 2014, mais da metade dos viajantes brasileiros em férias, assinam newsletters de agências de viagens e/ou companhias aéreas, enquanto 39% assinam boletins de e-mails de hotéis.

Para sua última viagem que envolva voos, 57% reservaram em um site/aplicativo de companhia aérea ou em um site/aplicativo de agência de viagens. E ainda para sua última viagem que ficou em hotel, 43% fizeram a reserva online em uma agência de viagens ou no próprio site do hotel.

Os desktops são de longe o dispositivo mais comum para os e-consumidores viajantes brasileiros, ainda segundo esta pesquisa de dezembro, o dispositivo conta com 69% dos compradores online. Apenas 27% pesquisaram informações sobre viagens via smartphone, e 20% fizeram via tablet. Veja também: Mais números sobre o e-commerce no Brasil.

Estas informações foram publicadas no site do eMarketer.

Crescimento que no ano passado foi de 38%, deve chegar à 8% este ano.

SÃO PAULO (Reuters) – As vendas do comércio eletrônico brasileiro devem subir 8% no Dia dos Namorados sobre o mesmo período do ano passado, atingindo um faturamento aproximado de 1,49 bilhão de reais, segundo estimativas da E-bit divulgadas nesta quinta-feira.

O crescimento será bem inferior ao do ano passado, quando na mesma época o avanço foi de 38% na comparação com 2013, para 1,38 bilhão de reais.

A expectativa é que este ano produtos como smartphones, livros, DVDs, sapatos, botas femininas, brinquedos e videogames liderem as vendas.

“Mesmo em um cenário econômico adverso, o consumidor enxerga o canal como uma forma de economizar e buscar melhores oportunidades de preço e pagamento”, disse André Ricardo Dias, Diretor de Inteligência e Pesquisa da E-bit.

Para 2015, a estimativa de crescimento foi mantida em 20%, em linha com 2014, quando o faturamento somou 35,8 bilhões de reais, alta de 24% na comparação com 2013.

Confira todos os números de faturamento divulgados sobre o E-commerce no Brasil.

Setor oferece variedade de produtos para público feminino, trazendo ainda como vantagens preço competitivo e facilidades na compra

De acordo com a E-bit o Dia das Mães 2015 deve movimentar R$ 1,9 bilhão para o setor em 2015. O valor representa um crescimento nominal de 18% em relação ao mesmo período do ano passado, quando o e-commerce brasileiro faturou R$ 1,6 bilhão.

Em tempo de crise, o aumento do tíquete médio (movimento comum em tempos difíceis) é um dos fatores que impulsionarão o faturamento do setor. Principalmente pelo comportamento do consumidor, que opta por produtos com valor mais alto, mesmo com o volume de pedidos estável. Ainda segundo o levantamento, categorias como Cosméticos e Perfumaria/Saúde; Moda e Acessórios; Eletrodomésticos; Telefonia e Celulares; Livros, Assinaturas e Revistas; e Casa e Decoração devem ser as mais buscadas no período.

“O Dia das Mães é uma das datas mais fortes do ano para o varejo, e no e-commerce não é diferente. O setor apresenta uma grande variedade de produtos pra este público e atrai também pela facilidade de compras, o que se comprova pela forte participação feminina no consumo, e este ano há um fator ainda mais importante a se considerar, que é o econômico, já que as lojas online costumam oferecer preços mais vantajosos”, lembra Pedro Guasti, diretor executivo da E-bit.

Veja todos os números e datas mais importantes do mercado de e-commerce no Brasil: Os números do E-commerce.