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A Rock Content elaborou a segunda edição da pesquisa E-commerce Trends e com ela novos insights sobre esse mercado puderam ser descobertos.

Entre os dados analisados, foi possível notar a importância que as redes sociais têm tanto para os consumidores quanto para os profissionais do meio.

O primeiro, as utiliza como uma forma para descobrir novas lojas virtuais (68,9%). Já os e-commerces aproveitam como canais de aquisição de clientes (77,2%).

Esses dados nos ajudam a ver a força que os perfis nas redes sociais têm. Mesmo assim, quando observamos a relação entre a presença dos potenciais consumidores e das empresas, existe uma grande diferença.

A presença nas redes sociais é algo compartilhado pela maioria dos consumidores e dos e-commerces. Entretanto, quando comparamos o nível dessa presença, ela não é feita na mesma proporção por ambos.

Em todas, exceto no Facebook, é visível que os consumidores estão mais presentes que os e-commerces, sendo que no Linkedin, Twitter, Youtube, Google+ e Pinterest essa diferença é ainda mais visível.

Isso serve como um sinal de alerta para que os profissionais das lojas virtuais possam estar atentos ao comportamento dos usuários e, consequentemente, aproveitar ainda mais o canal para impulsionar os resultados já conquistados.

Essa é apenas uma das estratégias que podem influenciar no desempenho da loja virtual. Para se ter uma ideia, dependendo da ação aplicada é possível ter um impacto direto nas métricas de visitas e de clientes.

Por exemplo, a presença de blog pode atrair até 9 vezes mais visitas e 13 vezes mais clientes. Já a estratégia de Marketing de Conteúdo, quando aplicada, pode gerar 10 vezes mais visitantes e 15 vezes mais clientes do que as lojas virtuais que não adotam a mesma estratégia.

Ficou interessado em conhecer esses e outros resultados na íntegra? Clicando aqui você pode baixar gratuitamente a pesquisa.

Dois fatos inegáveis sobre o ser humano são sua necessidade de se organizar em comunidades e sua busca incessante por economizar. Ao juntar essas duas características surge um dos
fenômenos recentes que tem impactado consideravelmente o varejo: as comunidades de ofertas.

A ideia de pessoas se juntarem para pagar menos em compras não é novidade, mas a internet tornou esse processo muito mais simples e eficaz, permitindo que o modelo ganhasse cada vez
mais adeptos. O que começou nos fóruns, evoluiu para os grupos de compra, famosos no Facebook e Whatsapp, e se transformou em novos modelos de negócio.

O Facebook já entendeu o movimento

De todas as acusações que podemos fazer contra o Facebook, estar atrasado em relação às mudanças na forma como nós interagimos e usamos a plataforma não é uma delas. Nos
últimos anos, a rede social se tornou um dos principais palcos do comercio informal na internet com os grupos de compra.

Segmentados por cidade, bairro, interesse e até mesmo perfil dos usuários, os grupos de compra se espalharam de forma orgânica pelo Facebook com uma velocidade impressionante, estando presente até mesmo em cidades bem pequenas. Essa movimentação não passou despercebida pela rede social, que criou, em 2015, seu próprio “marketplace”, para facilitar o anúncio dos produtos nesses espaços.

Comunidades de ofertas

Esse movimento também influenciou a criação de um serviço novo, mas que já ganhou a atenção e a preferência de muita gente: as comunidades de oferta. Esse modelo consiste em
uma plataforma onde as pessoas podem compartilhar, comentar, avaliar e aproveitar promoções de diversas lojas.

O sucesso desses serviços está em criar um ambiente onde pessoas reais possam se reunir para trocar informações e experiências que as ajudem a economizar em suas compras. Com
isso, cria-se uma rede de proximidade e de confiança entre os membros, cujas opiniões passam a ter um grande peso na decisão de compra dos demais.

Confiança é a base de tudo

De acordo com o estudo global Authentic Brands e Authentic 100, realizado pela Cohn & Wolfe, 81% dos brasileiros desconfiam da honestidade de uma empresa. Isso significa que um
anúncio que diz: “menor preço” já não tem a capacidade de surtir o mesmo efeito nas pessoas, principalmente porque elas podem verificar se a afirmativa é verdadeira em menos de cinco
minutos com ajuda do smartphone.

Por outro lado, o estudo global da Nielsen aponta que 70% das pessoas confiam em indicações de outras pessoas. Esse número sobe para 92% quando a informação vem de familiares ou
amigos. Com isso, se uma pessoa afirma que o produto está com o “menor preço” em uma loja, essa mensagem terá uma credibilidade maior do que quando o dito por uma marca.

Transformar essa confiança em vendas

As comunidades de oferta não têm ajudado apenas os compradores, mas têm sido ótimas aliadas para os varejistas, como uma plataforma de divulgação e validação social das
promoções. Só o fato de estarem nessas plataformas, as ofertas da loja passam a ser vistas com mais confiança por todos, o que tem influência direta na decisão de compra.

Mas como todo mundo sabe, confiança é algo que se quebra com bastante facilidade. Por isso, essas plataformas precisam garantir que seus membros tenham sempre acesso as melhores
oportunidades de economizar.

Modelos que deram certo

Dentre as comunidades de ofertas, duas se destacam por terem criado um ambiente propício a surgir um elo forte entre seus membros, que participam ativamente das comunidades e são
agentes importantes para que o sentimento de confiança dentro da plataforma seja cada vez maior.

Cada vez o marketing digital vem se tornando uma estratégia de grande importância para as empresas, porém poucas empresas veem o potencial do viral para impulsionar a conversão para o negócio.

Segundo a pesquisa realizada pela empresa Bain & Company no final de 2016, apenas 18% do investimento em publicidade das empresas brasileiras é direcionado para mídias digitais. Em 2015 esse investimento chegou a 8 bilhões, sendo a expectativa chegar a 16 bilhões até 2020.

O conceito de viral em vídeos e seus benefícios é pouco explorado pelas empresas e quem ainda não buscou investir nesse formato estratégico está ficando para trás. Isso porque os vídeos virais estão deixando de ser uma tendência e estão se tornando uma realidade dentro do marketing e comunicação digital das empresas.

Por outro lado, mesmo enxergando essa mudança de comportamento, ainda existem empresas que não estão usando da forma correta esse conceito e com isso não atingindo uma conversão da forma desejada. Esse é um principal gargalo de muitas PMEs que não enxergam o verdadeiro potencial de criar esses conteúdos bem elaborado e com as características necessárias que não irá interferir no resultado almejado.

Pensando em como auxiliar as empresas que querem se inserir nessa nova realidade, listei quatro pontos que projetam um vídeo nas redes sociais na rota da viralização:

Roteirização

A maioria dos vídeos viralizados por pessoas é em alguma situação cotidiana que foi filmado por acaso. É a típica frase: pessoa certa no local e horário certos.

Muitas marcas, acreditam que vídeos podem ser viralizados desta forma e acabam forçando uma situação. O internauta dificilmente irá acreditar no conteúdo, por este motivo, é necessário seguir um roteiro, com ideias pré definidas, e um conteúdo atraente que gere curiosidade no outro lado.

Protagonizar o conhecimento

A falta de empatia ou entendimento com quem segue a marca nas redes sociais, faz com que sejam criados vídeos que sirvam apenas para destacar o institucional da empresa, enaltecendo durante minutos a excelência nos serviços que são prestados.

Esse erro é muito comum, pois ninguém quer saber o que a marca diz sobre ela mesma. Para isso, existem outras formas de medir a reputação de uma empresa.

O protagonismo da marca em um vídeo acontecerá quando ela mostrar que entende do assunto, posicionando-se como um especialista de um determinado assunto/tema.

Narrativa

Não basta ter um conteúdo intelectual e informativo para ter uma grande audiência nos vídeos. É necessário que a narrativa seja construída de acordo com o perfil do público que quer engajar.

Além disso, para deixa-lo ainda mais atraente é necessário ter dosagens de perfis, com um pouco de humor e emoção, para envolver ainda mais as pessoas, além de expressões faciais e corporais.

Investimento Técnico

Já ouviu falar da expressão “Comer com os olhos”? Pois é, nos vídeos para redes sociais, também deve-se ter o mesmo pensamento.

Quando um vídeo tem um investimento em iluminação, áudio e edição, as chances dele chamar a atenção do seguidor, aumentam ainda mais.

Quais são os tópicos relacionados ao seu nicho que geram mais interação com o público? Quais são as marcas do seu setor que têm a voz mais alta nas redes sociais?

Analisar a atividade de seus concorrentes nas redes sociais permitirá que você veja detalhadamente o que eles estão fazendo para avaliar suas estratégias e determinar seus pontos fortes e fracos.

Para entender seus concorrentes e saber o que eles estão fazendo no social, você precisará saber quem eles são, reunir informações sobre eles e dividir esses dados em algo que você possa entender.

Embora você possa contratar serviços de análise e marketing em redes sociais, existem quatro ferramentas que o ajudarão a fazer isso por conta própria.

Dê uma olhada:

LikeAlyzer

Este aplicativo executa uma verificação rápida do estado geral de qualquer página do Facebook, sem sequer exigir a conexão com a rede social.

O aplicativo atribui a cada página uma pontuação de 1 a 100 pontos, com base em seu próprio sistema de pontuação, bem como métricas relacionadas ao crescimento, a taxa de engajamento e os valores de PTAT (People Talking About This). Cada métrica é acompanhada por uma marca de seleção que indica se o valor é forte ou fraco.

Como uma característica adicional, o LikeAlyzer analisa outros elementos da página, como a taxa de resposta de seus seguidores e o horário de mais visitas, fazendo desta uma excelente ferramenta para comparações entre diferentes concorrentes.

Twitonomy

Esta é uma aplicação poderosa que permite, com sua versão gratuita, uma análise abrangente de perfis no Twitter, gerando métricas como a média de tweets por dia, número total de retweets, hashtags, favoritos, menções, respostas, número de tweets contendo links e até mesmo um breakdown de usuários e seguidores mais ativos ou freqüentes.

A maior vantagem da Twitonomy é como mostra de forma clara, concisa e eficiente todas as informações necessárias para avaliar rapidamente a estratégia de redes sociais de uma conta específica.

Com a conta premium, os benefícios são multiplicados, permitindo que você mesmo baixe todos os tweets de qualquer conta em um período de tempo designado, o que é muito útil se desejar personalizar sua análise de dados.

Fanpage Karma

Embora a força desta aplicação resida principalmente na análise de contas do Facebook, o Fanpage Karma também analisa as contas do Twitter, Google+, Instagram, Youtube e Pinterest.

A versão gratuita oferece uma análise detalhada de 90 dias para uma página e um painel comparativo para qualquer número de concorrentes e a possibilidade de subscrever alertas e relatórios semanais, bem como analisar métricas, como crescimento, taxa de engajamento da audiência, conteúdo mais utilizado fontes, palavras-chave, tipo de publicações, número de postagens por dia, duração média de postagens, seguidores e muito mais.

Tudo em modo gráfico para que você possa avaliar de forma rápida e visual o comportamento da rede social de seus concorrentes e para poder ajustar sua estratégia.

Klear

Você precisa descobrir quem são os influenciadores mais importantes do seu setor de mercado? Então, você precisa começar a usar o Klear: esta aplicação permitirá pesquisar influenciadores de acordo com sua atividade ou localização, permitindo que você analise o comportamento de seus perfis em termos de capacidade de resposta, perfis com interação aumentada, níveis de atividade etc.

Outro importante função é a capacidade de segregar demografia de acordo com a idade, localização, gênero e interesses, embora com uma conta gratuita este recurso seja de uso limitado.

O painel analítico da Klear é muito visual e fácil de ler, e ferramentas de análise de seguidores irão ajudá-lo a avaliar não só o tamanho, mas também a qualidade do público que cada perfil consegue.

Agora que você já está equipado com ferramentas sólidas para avaliar o comportamento de seus concorrentes através das redes sociais, você pode usar esses recursos para orientar sua própria estratégia social de forma efetiva, ajudando seu negócio a se destacar contra seus adversários aos olhos de seus clientes.

Atender bem é fundamental para que os clientes fiquem satisfeitos e voltem a comprar de você, além de aumentar as chances deles recomendarem sua marca para outras pessoas. A interação através das mídias sociais é essencial para obter sucesso nisso, pois ela pode reforçar a relação com o consumidor, tonando-o cada vez mais próximo do sua marca.

Mas como fazer um bom atendimento nas redes sociais, atendendo tanto as expectativas do público quanto os objetivos da sua empresa? Conheça, neste post, 7 regras básicas para que essa experiência seja a mais memorável possível para o seu público. Boa leitura!

Dica 0: Defina os canais (e domine suas funcionalidades)

Antes de entrar nas dicas de como oferecer um bom atendimento nas redes sociais, é importante sempre ressaltar que a sua empresa não precisar estar em todas elas (e isso nem é possível, por sinal). Lembrando também que quanto mais perfis, mais complexa a operação.

Entenda qual o perfil do seu cliente e saiba e em quais redes sociais ele está presente. Depois que escolher, faça um treinamento com a equipe, pesquise na internet por vídeos tutoriais e artigos. É importante conhecer os recursos que estão disponíveis em cada rede para oferecer um bom atendimento.

Pronto, agora sim:

1- Fale a mesma língua dos consumidores

As mídias sociais permitem que você consiga utilizar uma linguagem menos formal, inclusive com a possibilidade de usar imagens, emojis, frases curtas e vídeos.

Apesar disso, o uso desses recursos devem ser moderados respeitando sempre o discurso da persona. Se seus clientes usam uma linguagem mais informal e descontraída, aproveite!

Tome cuidado também com jargões e termos técnicos utilizados no seu setor. Alguns nomes e expressões podem ser conhecidos dentro da sua indústria, mas podem gerar confusão para o consumidor.

Dica: nunca se esqueça que a cordialidade e a empatia cabem muito bem em qualquer situação. Não economize em expressões como por favor, obrigado, desculpe, bom dia, boa tarde etc!

2- Defina um SLA de atendimento (e que seja rápido)

Sua empresa provavelmente já possui um SLA de atendimento definido e mensurado regularmente para os canais  tradicionais de relacionamento, como o telefone, o chat e o e-mail.

Quando a empresa passa a atender através de novos canais, a regra é a mesma!

Lembrando sempre que o atendimento nas redes sociais exige agilidade. Portanto, nada de 24 ou 48 horas para responder um post, ok? Isso vale também para sites de reclamações, como o Reclame Aqui.

Uma forma de garantir um atendimento rápido e de qualidade é utilizando soluções de autoatendimento, como os chatbots. O software pode ficar responsável por esclarecer dúvidas mais frequentes e enquanto a equipe trabalha nas soluções de incidentes e solicitações mais complexas.

3- Tenha uma equipe responsável pelo atendimento nas redes sociais

Para evitar que alguém não seja atendido por falta de uma definição clara de quem deve responder as interações nas mídias sociais, é preciso designar uma equipe responsável por atualizar e responder nas plataformas sociais. Ao adotar tal prática, os responsáveis terão essa atividade como prioridade, o que permite que todos os clientes tenham uma boa experiência e recebam a devida atenção.

Utilize o SLA de atendimento definido e o volume de interações recebidas para mensurar o tamanho da equipe necessária.

4- Prepare-se para contornar as crises

Casos de clientes insatisfeitos que decidem expor algumas marcas nas mídias sociais são muito comuns. O ideal nesses casos é prever possíveis adversidades com um eficiente plano de gestão de crises. Assim, caso uma reclamação ganhe (ou tenha potencial) para uma grande repercussão, você saberá como reagir.

A melhor forma de se preparar para este tipo de situação é tendo acesso à liderança da empresa e autonomia para tomada de ações rápidas. A maioria destes casos vai exigir soluções mais criativas e que saem dos processos tradicionais e, por isso, não podem estar presas a burocracias.

5- Nunca delete reclamações e problemas

Um erro bastante comum no atendimento em redes sociais é apagar os comentários ruins. Apesar de ser incômodo para a marca, é importante ter esse tipo de opinião na sua página para demonstrar aos visitantes (que não deixam de ser futuros clientes) que, mesmo em situações desse tipo, sua empresa é transparente e está disposta a encarar possíveis problemas e fazer o possível para satisfazer o cliente.

O recomendado nesses casos é pedir desculpas e convidar a pessoa insatisfeita a ter uma conversa no privado, para que o caso seja resolvido. Depois de ambas as partes entrarem em um acordo, é interessante voltar nesse mesmo comentário e publicar a solução, marcando o autor. Esse registro demonstrará que sua empresa age com transparência.

Por mais estranho que pareça, os autores de comentários negativos têm grandes chances de se tornar defensores da empresa, pois ficam satisfeitos com a rapidez e esforço da empresa na resolução do problema.

O que fazer com comentários ofensivos?

Evidentemente que não deletar críticas significa que sua empresa deve permitir comentários ofensivos ou inapropriados. A solução para isso é ter uma política na sua rede social, explicando que conteúdos deste tipo são passíveis de exclusão ou bloqueio. Com isso, caso algum consumidor deixe um comentário agressivo, peça que ele edite o conteúdo para que seu comentário não seja excluído.

Se o objetivo da pessoa for só distribuir ofensas gratuitas na internet, o melhor a fazer é excluir mesmo.

6- Integre os diferentes canais de atendimento

Outro ponto importante para um bom atendimento nas redes sociais é garantir que a equipe responsável tenha visibilidade sobre os últimos contatos que o consumidor tenha feito com a marca por outros canais, como telefone, chat etc.

Isso vai garantir uma abordagem muito mais contextualizada e positiva para o cliente (uma vez que não precisará repetir todo o histórico). Basicamente o software que faz a gestão dos contatos dos clientes deve seguir um conceito de atendimento omnichannel.

7- Determine quais assuntos serão tratados publicamente e quais serão de forma privada

Esta é uma dúvida de muitas empresas.

Como regra básica, podemos considerar que dúvidas gerais, que se aplicam a outros consumidores, devem ser tratadas de forma pública, uma vez que podem ajudar outras pessoas em situações parecidas.

Então se a pessoa faz uma pergunta mais genérica como, por exemplo, instruções para participar de uma campanha X, onde encontrar uma loja física na cidade Y, horários de atendimento entre outros, simplesmente responda o comentário publicamente.

Para situações excepcionais (normalmente os “pepinos”) é recomendado a abordagem de forma privada. O mesmo vale também quando se necessidade coletar dados considerados sensíveis dos clientes.

Nestes casos, responda o comentário público informando que o consumidor receberá uma mensagem particular para tratar o assunto. É interessante, depois do caso resolvido, notificar publicamente no post o fim do caso para que outros clientes percebam que o assunto teve uma tratativa.

Se as regras que foram expostas acima forem seguidas e colocadas em prática no seu negócio, você certamente conseguirá fazer um bom atendimento nas redes sociais. Portanto, comece já para que você possa sair à frente da concorrência.

Publicado anteriormente no Blog da DDS.

O mercado online está cada vez mais competitivo e é essencial investir em todas as oportunidades possíveis para divulgar a sua marca. Pensando nisso, trouxemos hoje uma dica especial: os Twitter Cards. Tratam-se de diferentes tipos de postagens – com conteúdos de mídia avançada – que você pode utilizar no Twitter da sua loja virtual.

Por meio desses cartões você pode ver uma foto, assistir a um vídeo ou baixar um aplicativo sem sair do feed de notícias. Eles são indispensáveis para você que quer aumentar o tráfego do seu e-commerce, já que todas essas interações podem chamar o leitor a conhecer um pouco mais sobre o seu empreendimento.

Utilizar os Twitter Cards é simples e leva poucos minutos. É necessário escolher o tipo de cartão que se deseja aplicar, adicionar algumas meta tags (que descrevem como o conteúdo será apresentado) e executar seu URL para aprovação. Depois de aprovado é só tweetar e seu cartão aparecerá na sua página. Para mais informações do passo-a-passo, você pode acessar Getting Started Guide.

Depois de entender o que são e como aplicá-los, você ainda deve estar se questionando quais são esses tipos de cartões e como eles são apresentados visualmente aos seus seguidores, certo? Pois bem, preparamos um conteúdo te explicando tudo isso. Vamos lá?

Cartão de Resumo

Esse primeiro cartão é considerado o “padrão”, pois inclui um título, uma apresentação e uma imagem pequena – traz uma rápida previsão do que será visto quando o seguidor abrir o link indicado:

O cartão resumo pode ser utilizado tanto para divulgar seus produtos como para indicar artigos do seu blog corporativo. Uma chamada rápida fará seu leitor se interessar e clicar para saber mais sobre o conteúdo que você preparou. Também é possível recomendar posts de outras redes sociais da sua loja virtual.

Cartão de Resumo com Imagem Grande

Esse card é muito parecido com o anterior, a única diferença consiste na imagem que, como o próprio nome já diz, é maior:

Por se tratar de um tweet com a foto em evidência, você pode usar para a divulgação de lançamentos ou dos produtos mais vendidos. Por isso, invista em imagens de boa qualidade para chamar a atenção do seu seguidor e ele se sentir tentado a conhecer mais da sua loja online. Entenda como tirar boas fotos de produtos no vídeo abaixo:

Cartão de Aplicativo

Esse cartão é especial para aqueles que acessam o Twitter pelo dispositivo móvel e desejam fazer rapidamente download de algum aplicativo, esteja ele disponível na App Store ou no Google Play. Esse tweet permitir baixar algo diretamente por ele, e na descrição são indicados: nome, apresentação, ícone do app e até mesmo a classificação e preço (se houver).

No exemplo abaixo, do lado esquerdo mostra-se a exibição na web e, do lado direito, como a divulgação é vista na versão mobile:

Ele é claramente indicado para quando se quer veicular aplicativos; caso você tenha algum da sua loja, esse é o tweet certo para divulgá-lo. Você ainda pode indicar aplicativos que estejam relacionados ao seu nicho: se você vende artigos de moda, recomende, por exemplo, o da revista Vogue Brasil.

Cartão Player

Esse último card fornece a possibilidade de publicar vídeos e áudios com descrição:

O cartão player pode ser usado para exibir com mais detalhes os seus produtos, indicando funcionalidades inclusive. Também é interessante para mostrar como a equipe da sua loja trabalha: a confecção de produtos (se houver), como são embalados e postados, revelando assim o dia a dia daqueles que fazem o seu e-commerce acontecer.

Gostou?

Então, não deixe de investir seus esforços nas redes sociais, bem como nos Twitter Cards. Eles com certeza te ajudarão a melhor divulgar a sua loja virtual e te aproximarão ainda mais dos seus seguidores!

Espero que essas dicas extras sobre Twitter tenham inspirado você a continuar empreendendo e investindo na sua marca. Acredite no seu negócio e mãos à obra!

O termo não é dos mais utilizados mesmo em agências de publicidade, mas a ausência da expressão no Brasil não impediu que as ações com influenciadores criassem um mercado milionário para blogueiras e youtubers.

O conceito não é novo, já estava presente nos estudos de Paul Lazarsfeld (obrigado Vera França) que defendia numa ideia de efeitos diretos que a comunicação de massa não influenciava diretamente os públicos, mas afetados os líderes de opinião, ou personalidades locais exerciam um poder de persuasão muito maior sobre eleitores/consumidores.

Basicamente:

“Marketing de influência consiste em engajar pessoas importantes para que elas divulguem sua marca, ou produto”.

Incorporar essas pessoas importantes em seu plano de comunicação e vendas tem entre algumas das muitas vantagens o poder de persuasão que essas pessoas exercem sobre seu cliente, que está muito mais propenso a ouví-los do que a ler um banner da sua empresa.

Segundo a revista Forbes, estratégias com influenciadores tem 2 vezes mais conversões que ações de publicidade convencional.

“Pessoas importantes” | Quem é o influenciador ideal para minha empresa

Se você leu esse texto pensando apenas em youtubers, ou blogueiros, estava indo para o caminho errado. Quem definiu quais são as pessoas importantes, ou influentes é o seu cliente e o influenciador ideal para a sua empresa é aquele que exerce maior influência sobre a decisão de compra dele.

Na maior parte das vezes, essa pessoa será um primo, um amigo, um vizinho… Você pode utilizar esse tipo de estratégia inclusive já pode ter sido impactado por algumas delas quando recebeu seu primeiro cupom de desconto da Uber, ou foi convidado para entrar no programa de milhas da Latam.

A vantagens de trabalhar com estes influenciadores específicos, ou micro-influenciadores está no baixo investimento para solicitar que um cliente seu divulgue sua marca, além da autenticidade do relato, que favorece a confiança de outros potenciais clientes.

Por outro lado, grande buzz de influenciadores de massa pode facilitar o trabalho deste influenciador local. Afinal será muito mais fácil convencer seu amigo a comprar algo que ele já conhece.

Como começar um trabalho com grandes personalidades?

1- Definição dos objetivos

Como toda ação de sua empresa, ou até mesmo da sua vida, o bom resultado começa com a definição de objetivos claros, específicos e realistas. Sem eles é impossível determinar o sucesso, ou fracasso da sua estratégia, ou mesmo executar o próximo passo.

2- Formação das listas | Casting

Para elaborar uma lista de influenciadores para sua empresa é interessante que você procure pessoas com a mesma persona que a sua. Busque por suas principais palavras chaves do seu produto ou serviço no Google, Facebook e Youtube; o ideal é usar as mesmas palavras que seu público iria usar para te encontrar.

Procure também lançar esses mesmos termos no Buzzsumo. A ferramenta irá te indicar os sites com mais compartilhamentos em uma determinada área.

3- Classificação dos parceiros

Formado um casting você deve fazer uma classificação elegendo os melhores para promover sua marca. Nele, você deve considerar principalmente:

  • Alcance do influenciador;
  • Poder de influência sobre sua persona;
  • Alinhamento com seu produto e valores da marca;
  • Ausência de parcerias com seus concorrentes;
  • Custos da parceria.

Como tudo em comunicação, não existe uma regra muito rígida e um influenciador que tem parceria com outra marca pode ser um parceiro explorado. Quem não se lembra da guerra Schin e Brahma por conta do Zeca Pagodinho?

4- Propostas de parceria e relacionamentos | Marketing de influência não é anúncio

Escolhidos os melhores influenciadores, não é para comprar um banner na home do site. O ideal é que seu produto, ou sua promoção esteja subscrita dentro do conteúdo de tal forma que seja difícil identificar uma separação entre a promoção e o texto do influenciador.

As melhores formas para se fazer isso são:

Sugestão de pautas

Propor ao digital influence que aborde temas ligados ao seu produto em seus textos, vídeos, ou outras peças de mídia.

Entrevistas

Faça uma entrevista para seus próprios canais de mídia com a personalidade e peça que ela compartilhe as peças.

Review de produto

Entregue um exemplar dos seus produtos para a web-celebridade e peça que ela faça uma avaliação e compartilhe com os fãs.

Todas essas modalidades de promoção podem ser orgânicas ou patrocinadas. Exceto pelo fato de ser patrocinado, não se difere muito do trabalho de um assessor de imprensa.

Saber é poder. No mundo do e-commerce, informações nunca são de mais. Por meio delas, você pode conhecer melhor o seu público-alvo, perceber as tendências do mercado e planejar novas estratégias de marketing e conteúdo.

Para isso, há diferentes tipos de monitoramento que te permitem acompanhar:

(1) o tráfego de sites;
(2) as palavras-chave;
e (3) as mídias.

O primeiro possibilita ter uma visão geral do seu site e/ou de seus concorrentes. Com informações relacionadas ao número de visitantes, tempo de permanência, taxa de rejeição, entre outras, você poderá se inteirar melhor sobre o perfil do seu consumidor e analisar o que é eficiente ou não para o seu nicho.

O segundo facilita na investigação e escolha das palavras-chave que estão em alta. Com isso é possível escolher termos para investir em anúncios, otimizar os mecanismos de busca (SEO), personalizar sua marca e criar conteúdos mais atrativos, seja para o blog corporativo, seja para as redes sociais.

E o terceiro permite supervisionar as menções feitas na mídia relacionadas à sua marca e/ou ao seu concorrente. A partir disso, é possível entender as tendências da indústria, interagir com o consumidor e oferecer um melhor serviço de atendimento, compreendendo as necessidades dos seus leitores e clientes.

Já dizia Sun Tzu, em A Arte da Guerra:

“Informação é crucial. Nunca vá para a batalha sem saber o que pode estar contra você.”

Então, para te auxiliar na tarefa de pesquisa e posicionamento da sua loja, separamos nove ferramentas que te ajudarão a monitorar o tráfego do seu site e de seus concorrentes. Vamos conhecê-las?

Muita gente não acreditaria na transformação, ou nos costumes da sociedade, se observasse o mercado 5 anos atrás. As transformações foram tantas que algumas coisas deixaram até de existir. Empresas tradicionais precisam se atualizar o tempo inteiro. É difícil prever como estaremos daqui a 5 anos, e o quão diferente também.

Há pouco tempo, blogs e sites eram uma realidade, netbooks eram um sonho de consumo. O Twitter pessoal ainda “bombava” e o Snapchat nem tinha sido criado. Agora, quase toda rede social possui função stories, quase ninguém mais usa o Snapchat. O Twitter continua importante para empresas, mas poucos ainda usam o seu velho perfil.

A maior mudança, no entanto, aconteceu com sites e blogs. Aqueles que não se atualizaram e não viraram aplicativos para tablets, smartwatches e celulares simplesmente foram passados para trás. Os smartphones democratizaram o acesso à internet – é difícil encontrar uma lan house – e todo mundo tem mais facilidade nos serviços e vendas.

As grandes lojas varejistas lançaram seus aplicativos próprios, como as Lojas Americanas. Serviços de delivery como PedidosJá, por exemplo, têm crescido por causa das mudanças tecnológicas e estão se beneficiando com a popularidade dos pagamentos online – mais da metade dos restaurantes cadastrados aceitam cartões. Ou seja, pagar em dinheiro está virando coisa do passado – literalmente. Até o governo resolveu apostar na praticidade dos apps para agendar serviços e resolver problemas burocráticos, como o DETRAN.

Tudo o que era feito em máquinas que custavam mil, mil e quinhentos reais – PCs e notebooks – agora é realizado por aparelhos que custam 300, 400 reais e executam o trabalho da mesma maneira. Sem precisar de conexão banda larga de internet, via wireless. Não é à toa que as empresas de telefonia passam por muitas dificuldades e é cada dia mais difícil encontrar alguém que tenha linha fixa.

Aplicativos coletivos, que fornecem SAC para diversas empresas ao mesmo tempo, também já funcionam com sucesso. Todos esses elementos levaram à criação de um serviço on-line eficiente e rápido, que é muito mais rentável do que os métodos comerciais tradicionais. Como conseqüência, as empresas que não acompanharam a evolução dos smartphones foram deixadas para trás.

Autora: Carolina Marialva

A “taxa de conversão” é um termo altamente recorrente no universo digital. Para conquistá-la, é imprescindível um bom plano de marketing nesse ambiente. Quanto mais estratégias o profissional utilizar, maiores as chances de alcançar bons resultados e, consequentemente, vendas, leads qualificados e audiência.

Anúncios on-line, principalmente em redes sociais, são as melhores formas de se fazer uma divulgação, dado o grande alcance que possuem. Um importante aliado nesse sentido é o Facebook, especialmente se a estratégia envolver anúncios pagos. Mensalmente, mais de 102 milhões de brasileiros se conectam à plataforma. A ampla possibilidade de segmentação, o direcionamento e seus vários formatos tornam essa ferramenta uma excelente opção da equipe de marketing, independente do setor de atuação da empresa. Todo tipo de venda é possível, desde que você tenha a estratégia certa.

Fazer uma boa campanha utilizando o Facebook Ads envolve muito mais do que impulsionar uma determinada publicação e segmentar o público que será atingido por ela. É preciso um objetivo claro, uma ação estratégica e atenção aos mínimos detalhes, principalmente em relação ao conteúdo, às imagens utilizadas e ao posicionamento do anúncio. Isso porque são várias as possibilidades que a rede social de Mark Zuckerberg oferece: é possível anunciar um produto ou serviço, um aplicativo para dispositivo móvel, fazer propaganda de um site ou de uma página específica, impulsionar uma nova postagem de um blog, divulgar um evento, gerarleads, criar anúncios interativos, etc.

Para otimizar as conversões, um dos aspectos mais importantes é a segmentação. Selecionar o seu público-alvo faz com que a publicação alcance justamente quem realmente importa para o seu negócio, aqueles que têm potencial de compra, seja por perfil, por já ter interagido com sua marca ou mesmo por localização. A ferramenta oferece parâmetros como idade, gênero, informações demográficas e até os interesses dos próprios usuários. Costumo afirmar que uma segmentação bem feita é o primeiro grande passo que diferencia um anúncio que realmente converte dos outros milhares que são encontrados por aí. É preciso pensar em quem é o seu público, o que eles esperam e quais ações os levariam a interagir com a sua marca.

Outra dica valiosa é acompanhar bem de perto o desempenho da campanha – e isso pode acontecer em tempo real, inclusive. O Facebook Ads fornece vários relatórios e gráficos sobre o andamento do anúncio em questão. A partir dessas informações, é possível entender quais são os acertos e erros, fazer comparativos e modificar uma divulgação que esteja em andamento, além de aperfeiçoar ainda mais as próximas ações. A posição do anúncio também é muito importante e acredite: faz muita diferença dependendo do objetivo da campanha. Aqueles que ficam localizados na coluna da direita, por exemplo, não são visíveis em dispositivos móveis – e se você se esquece disso, pode ter problemas no seu índice de conversões.

A melhor e mais completa ferramenta para a criação dos anúncios é o Power Editor, oferecida pelo próprio Facebook e que também serve para o Instagram. Ela fornece diversas opções de formato, como o Carrossel, Imagem Única, Vídeo Único, Apresentação Multimídia, Canvas e Facebook Messenger Ads. Com características diferentes, cada recurso deve ser considerado de acordo com o seu objetivo e com o que quer mostrar e quem deseja atingir.

A questão do formato remete a outro quesito bastante importante: o design da campanha. Em um anúncio, o recurso visual é o que realmente capta a atenção das pessoas em um primeiro momento. Só depois de ver a imagem é que o seu possível consumidor irá se ater ao texto. Os elementos visuais são essenciais. Você deve pensar no que essa imagem representa para a sua audiência: provoca empatia, identificação, desperta a curiosidade? Além disso, conteúdos interativos geram valor e agregam novidade e entretenimento. Pesquisas e quizzes são bons exemplos de campanhas que podem se destacar no ambiente do Facebook.

Também recomendo sempre realizar testes com diferentes formatos de anúncios. Isso permite ver qual das versões gera maior número de conversões dos seus usuários. Para garantir que você entenda exatamente qual elemento está afetando os resultados, um único item deve ser testado de cada vez.

Há muitos fatores que podem ser avaliados: o texto, a chamada para ação, o horário de publicação, a imagem do anúncio, as cores, o ângulo da foto do produto, a duração do vídeo, a chamada do vídeo, etc. Quanto mais informações, dados e números você gerar a partir dessas verificações, mais parâmetros vai ter para promover uma melhoria contínua das campanhas. Otimizar as suas conversões é uma questão de experimentar, anotar resultados e aprimorar.

Por fim, destaco: é preciso contar com uma agência ou especialista que use as opções avançadas do Facebook Ads. Só assim, você pode fortalecer a veiculação do anúncio escolhendo a frequência e alterando dados de segmentação do público em relação à sua publicação, ao período de conversão, ao “valor do lance” (que define o custo por interação com o anúncio) e aos dias nos quais sua marca deve aparecer para o público.

Criar anúncios no Facebook pode parecer simples, porém não é uma tarefa fácil. Seja nessa plataforma, seja em qualquer outro tipo de campanha, elaborar uma estratégia clara, profissional e que seja condizente com seus objetivos é fundamental para garantir bons resultados.