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  • por Francesco Weiss
  • Francesco Weiss é sócio-fundador e CCO da Intellibrand, hub global de colaboração entre indústrias, marcas e varejistas na convergência de processos de trade marketing físico para digital.

Ruptura no catálogo de produtos no e-commerce ainda é o principal inimigo das marcas e varejistas

3 de novembro de 2017
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A análise constante da ruptura do catálogo de produtos é uma demanda primordial para a definição de estratégias, tanto na indústria quanto no comércio eletrônico. É por meio deles que os setores passam a ter atenção redobrada, de olho nas boas oportunidades comerciais, o que proporciona melhor experiência ao cliente e evita a perda de venda devido à indisponibilidade de itens.
Conforme pesquisa “Estratégias para o Varejo Brasileiro – reflexões sobre os anseios do consumidor”, realizada pela Deloitte, a preocupação em manter o rol de materiais sempre disponível é grande: 91% dos varejistas brasileiros consideram a eficiência na reposição dos artigos como o fator mais importante no relacionamento com os consumidores.
Acredite. Não ter itens à disposição no portfólio é uma das piores situações para fabricantes e lojistas. Um consumidor que não encontra o que procura em determinado site, certamente buscará algo no e-commerce rival ou irá comprar de outro fornecedor. Tal cenário é bastante prejudicial para ambos por ser uma venda a menos, o que pode em larga escala comprometer a credibilidade e os resultados da empresa.
Para os fabricantes, é imprescindível atuar com plataformas que possibilitem a geração e análises de (insights ou visões) mitigando riscos de ruptura e alertando também os departamentos comercias das organizações. Ao analisar a demanda de seus produtos e dos concorrentes, prevendo a necessidade de estoque dentre outras informações, a marca é capaz de saber quando algo de seu portfólio está ou estará em falta nos distribuidores e assim se antecipar a um problema futuro.
Ao estar constantemente presente, os fabricantes passam a ser estratégicos ao e-commerce, criando um senso de colaboração, deixando a relação saudável e segura por criar um ecossistema sustentável entre as partes que buscam os mesmos objetivos.
Estes trabalhados em conjunto a outras medidas aumentam as vendas e a receita ao impactar de maneira efetiva o maior número possível de pessoas, além de evitar a frustração dos clientes devido a ruptura.
Com o poder centralizado no consumidor 3.0, que consulta diversas opções com poucos cliques, estar constantemente presente é primordial para os fabricantes. Ao aumentar a exposição orgânica as empresas têm melhores resultados em vendas e também de consumidores impactados, aumentando a fidelidade à marca.

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Um comentário sobre “Ruptura no catálogo de produtos no e-commerce ainda é o principal inimigo das marcas e varejistas”

  • Eu não sei se é uma falsa impressão minha, mas me parece que os fabricantes não acompanham de perto a evolução do comercio digital, ainda estão presos no modelo antigo de venda, sem muita preocupação em analisar a demanda do mercado por determinado produto, preços praticados e, prazos de entrega.
    Não é raro um fornecedor não ter produto exatamente em datas de pico de vendas, o que demonstra falta de planejamento e um olhar para as tendências do comércio moderno.

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