• Flávio Simões
  • por Flavio Simões
  • Flavio Simões é Diretor de Desenvolvimento de Negócios da CREDZ bandeira e administradora de cartão de crédito em parceria com redes de varejo no modelo open private label (cartão próprio de loja que pode ser usado em qualquer varejo no Brasil e no mundo). É bacharel em Administração de Empresas, MBA em Administração e MBA em Marketing e Vendas (FGV). Possui mais de 30 anos de experiência no mercado financeiro, em bancos como Banco Real, Mercantil de São Paulo e Bradesco, sendo nos últimos 15 anos com atuação direta no varejo financeiro, dirigindo empresas como a Leader Admistradora de Cartões (Lojas Leader), Calcard Administradora de Cartões (Lojas StúdioZ e Gabriela). Desde 2011 é Diretor de Desenvolvimento da CREDZ (atualmente com 48 parcerias de varejo), atuando nas prospecções de parceiras, no relacionamento comercial, na gestão de marketing, ciclo de vida e vendas.

6 tendências mundiais para o mercado varejista em 2019

26 de fevereiro de 2019
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Reunindo os principais varejistas do território nacional e internacional em Nova Iorque, em janeiro, a NRF 2019, maior evento de varejo do mundo, apresentou tendências que vão alavancar o setor varejista este ano e destacou diversas oportunidades para o mercado.

Além de insights que englobam muita inovação, cultura digital e a necessidade de construir histórias com experiências. Confira as seis principais tendências:

1- Inovação a caminho da disrupção

Mudanças exponenciais e com agilidade necessitando reestruturação e fortalecimento no sistema imunológico das empresas para evitar atrito durante o processo.

2- Tecnologia e Dados

Trazer uma nova abordagem para a tecnologia, transformando e aperfeiçoando o mecanismo para obter um banco de dados seguro.

3- Excelência operacional

Gerar inovação e experiência ao cliente, utilizando ativos e sustentabilidade para desenvolver uma logística estratégica para o mercado.

4- Relação direta na jornada do cliente

As empresas necessitam entender a necessidade e desejo do seu consumidor e colocá-lo como centro da estratégia no planejamento ativo na execução.

5- Lojas e Ecossistemas

Plano estratégico sem atrito, fácil, inteligente, oferecendo soluções convenientes e com experiência elevada. Sistema integrado através da loja, soluções financeiras, redes sociais e entretenimento.

6- Cultura, Posição e Transformação:

  • Cultura: com princípios e propósitos – empresas e marcas precisam ter “alma”, transmitir o seu valor para o cliente se sentir abraçado;
  • Posição: transparência e autenticidade – as marcas necessitam de um posicionamento definido mesmo quando não agradam todos os públicos;
  • Transformação: cultura digital e desafio do modelo de negócios – as empresas precisam ter coragem para se transformar sem perder a sua essência.

Outro ponto bastante discutido durante a NRF foi o desenvolvimento da cultura digital, bem como a integração de dados e a inteligência artificial. Além disso, ganharam destaque cases de transformação digital com foco no mapeamento da jornada do consumidor.

Dentre os cases apresentados sobre inteligência artificial durante a NRF, estão: app de integração de promoções e descontos; plataforma completa de integração com todos os detalhes do mercado de e-commerce e comércio eletrônico; totem interativo para pesquisas com foco em lojas físicas; prateleiras inteligentes controlando estoque das mercadorias com foco em supermercado e drogarias.

Leia também:

18 tendências do e-commerce para se observar em 2019

Já na área de transformação digital, destacaram-se: Navegação 3D no mundo do e-commerce, promovendo uma experiência de realidade virtual; soluções de cloud de pagamentos omnichannel – um sistema que cruza a automação de e-commerce com mundo físico; glass mídia, painel oferecendo interação inovadora ao consumidor; e visual Merchandising, mecanismo para uma boa exposição dos seus produtos.

Foram dias de imersão em novidades no mundo do varejo, além da oportunidade prestigiar o espaço de nome “Innovation Lab”, que reuniu mais de 50 startups de todo mundo, com predominância das israelenses.

No geral, a conclusão que se tira do evento é que todas as empresas precisam se tornar PHD, ou seja: Physical, Human and Digital.

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