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A Universidade Buscapé Company e o curso E-commerce Professional são destaque no Valor Econômico de hoje (28/6). Falando sobre as melhores possibilidades de capacitação profissional para e-commerce disponíveis no Brasil, as publicações impressa e online trazem ainda a experiência de Fernando Cardoso, lojista virtual formado na primeira turma do curso que hoje tem grandes perspectivas de sucesso (veja mais detalhes do Case ClickBiblias.com.br abaixo).

A demanda por cursos na área tem crescido bastante, as opções são diversas, porém o mercado ainda necessita de profissionais mais qualificados. O número de ocorrências de lojas virtuais que não dão certo ainda é muito significativo.

Pesquisa Profissional de E-commerce 2012
Pesquisa Profissional de E-commerce 2012

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Na sequência confira a publicação do Valor na íntegra e o clipping da publicação impressa:

“A necessidade urgente de empresários de pequeno e médio porte se prepararem melhor para disputar as vendas pela internet levou diversas instituições de ensino a oferecer diferentes programas de formação, atualização, qualificação ou especialização em comércio eletrônico.

Presenciais ou on-line, de curtíssima, média ou longa duração, para iniciantes ou para quem busca uma pós-graduação mais formal, os cursos miram desde uma área específica até a formação abrangente e generalista proporcionada por MBAs. As associações saíram na frente. Uma das pioneiras, a Câmara E.net, comemora em 2013 dez anos de seu Ciclo MPE.net, iniciativa em conjunto com os Correios e com o Sebrae.

As palestras foram criadas para dar um banho de loja no empresário e no empreendedor que quer entrar na rede. São em média 20 eventos por ano, distribuídos por todo o Brasil, pelos quais já passaram mais de 50 mil pequenos e médios empreendedores – só nos primeiros cinco meses deste ano, foram 2 mil participantes em sete cidades. “Na média, de 15 a 20 participantes de cada evento abrem loja”, contabiliza o diretor executivo Gerson Rolim.

Outra iniciativa nascida para estimular a educação e os negócios no setor foi o Ecommerce Brasil, projeto que tem por trás o grupo iMasters, especialista em formação em tecnologia, e conta com participação de algumas dezenas de empresas maduras como Ibope, Amazon Web Services e Locaweb. Criou o 1º Forum de Ecommerce, em 2010, que em sua quarta edição espera reunir este ano 3 mil participantes e é cercado por diversos outros programas segmentados, regionalizados ou on-line, gratuitos ou não. “Em 2013 serão mais de 100 atividades educativas”, diz a diretora Vivianne Vilela.

Ao lado da participação em políticas públicas, a capacitação também é uma das bandeiras da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABCom), que reúne cerca mais de 2 mil associados e criou o selo Profissional Ecommerce Certificado para chancelar cursos de diferentes instituições. Além disso, fechou acordos de cooperação técnica para e-learning com o Sebrae Nacional, que deve lançar alguns cursos ainda este ano.

Um dos motivos é baixar a alta taxa de mortalidade empresarial, motivada pela facilidade de entrar no ramo. “São cerca de 36 mil lojas virtuais no país. Mas de cada dez, sete não fazem sequer uma venda”, diz o presidente da ABCom Maurício Salvador.

Instituições tradicionais e empresas também reforçam o portfólio do segmento. A Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) oferece em São Paulo programas de férias ou de curta duração. Um dos destaques é o curso E-commerce: os novos caminhos do varejo, pelo qual já passaram cerca de 300 alunos desde sua criação, há três anos. Já a Business School São Paulo (BSP), ligada à faculdade Anhembi Morumbi, criou o curso de pós-graduação lato sensu Master em Gestão e Estratégias em Comércio Eletrônico. “A estrutura curricular forma profissionais multidisciplinares”, observa a coordenadora Márcia Auriani.

Já a Impacta, grupo tradicional na área de formação tecnológica, oferece a partir de agosto seu MBA em E-commerce, coordenado por Felipe Morais, professor da disciplina no curso de marketing digital. “A primeira turma é off line. Para 2014, o projeto é termos 30 alunos presenciais e 20 on-line”, adianta. A FGV -RJ, por sua vez, lançou em 2012 o programa Planejamento de Negócios On-line e Lojas Virtuais, oferecido cinco vezes ao ano e que já atendeu mais de 200 alunos. “A motivação foi a falta de profissionais qualificados na área”, justifica o coordenador Marcos Figueira. Alguns ex-alunos vão além do comércio eletrônico, como Anderson Cabral, que no meio do curso identificou oportunidade para um aplicativo para gerenciamento remoto de equipes de vendas e criou o Veritime, lançado na semana passada. “Os contatos no curso indicaram o potencial”, diz Cabral, proprietário da agência de design Imaginatto.

As empresas compartilham o interesse pela educação para sustentar o crescimento do mercado. O grupo Buscapé criou a Universidade Buscapé em 2011 com foco em capacitação. Hoje tem um portfólio com três cursos criados em parceria com a Impacta e mais uma porção on-line. Recentemente, fechou também aliança com o Ibmec e a Endeavor.

O destaque é o E-commerce Professional, que está indo para sua sexta edição e já formou 300 alunos – no total, já passaram pela universidade 3 mil estudantes.

Dono da loja Click Bíblias, Fernando Novaes entrou na primeira turma do curso e adotou medidas aprendidas, como ampliar as formas de pagamento, promover ajustes no layout, cadastrar o site no e-Bit, fechar contrato e-Sedex e criar campanhas em comparadores de preços. “Este ano, devem ser vendidas mais de 70 mil bíblias”, comemora. (MF)”

O Case ClickBíblias.com.br

Fernando Cardoso Novaes, CEO do ClickBiblias foi um de nossos primeiros alunos do Curso E-commerce Professional. Quando começou sua loja virtual tinha poucos meses de atividades e os colegas de sala se divertiam com suas reações ao entender o que poderia ser melhor na loja virtual. A “reforma” na loja foi grande e os resultados já começaram a aparecer no seu nicho de mercado “abençoado”.

Assista o próprio Fernando contando sua experiência: