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A Rock Content elaborou a segunda edição da pesquisa E-commerce Trends e com ela novos insights sobre esse mercado puderam ser descobertos.

Entre os dados analisados, foi possível notar a importância que as redes sociais têm tanto para os consumidores quanto para os profissionais do meio.

O primeiro, as utiliza como uma forma para descobrir novas lojas virtuais (68,9%). Já os e-commerces aproveitam como canais de aquisição de clientes (77,2%).

Esses dados nos ajudam a ver a força que os perfis nas redes sociais têm. Mesmo assim, quando observamos a relação entre a presença dos potenciais consumidores e das empresas, existe uma grande diferença.

A presença nas redes sociais é algo compartilhado pela maioria dos consumidores e dos e-commerces. Entretanto, quando comparamos o nível dessa presença, ela não é feita na mesma proporção por ambos.

Em todas, exceto no Facebook, é visível que os consumidores estão mais presentes que os e-commerces, sendo que no Linkedin, Twitter, Youtube, Google+ e Pinterest essa diferença é ainda mais visível.

Isso serve como um sinal de alerta para que os profissionais das lojas virtuais possam estar atentos ao comportamento dos usuários e, consequentemente, aproveitar ainda mais o canal para impulsionar os resultados já conquistados.

Essa é apenas uma das estratégias que podem influenciar no desempenho da loja virtual. Para se ter uma ideia, dependendo da ação aplicada é possível ter um impacto direto nas métricas de visitas e de clientes.

Por exemplo, a presença de blog pode atrair até 9 vezes mais visitas e 13 vezes mais clientes. Já a estratégia de Marketing de Conteúdo, quando aplicada, pode gerar 10 vezes mais visitantes e 15 vezes mais clientes do que as lojas virtuais que não adotam a mesma estratégia.

Ficou interessado em conhecer esses e outros resultados na íntegra? Clicando aqui você pode baixar gratuitamente a pesquisa.

Qual o perfil do consumidor online? O crescimento do Comércio Eletrônico no cotidiano dos brasileiros e a grande participação dos mais jovens no segmento.

Já faz um tempo que a internet deixou de ser um lugar restrito, destinado apenas a jovens ou à classe A. Com o passar dos anos, a diversidade tornou-se uma característica marcante da web, que abriga homens e mulheres, jovens, adultos ou idosos, sem distinções entre faixa etária, gênero, etnia, classe social, religião, opção sexual ou qualquer outra.

A crescente presença de grupos distintos “obrigou” a internet a se preparar para absorver todo o tipo de conteúdo, de maneira que agradasse a todos. A diferença de interesses não se manifesta apenas no conteúdo, mas também em relação aos produtos escolhidos para a compra nos sites de e-commerce, que também tem crescido de maneira significativa nos últimos anos.

De acordo com dados divulgados pelo Ibope, o comércio eletrônico atraiu mais de 60% dos usuários brasileiros em agosto de 2013. Segundo o último estudo, o número de pessoas que utilizavam a internet já passava de 100 milhões. Esta pesquisa foi realizada por um novo grupo, o Ibope E-commerce, que pretende acompanhar o comportamento dos internautas em sites de comércio eletrônico, estudando com detalhes seu comportamento durante o processo de busca e de decisão de compra.

Neste mesmo período, as lojas virtuais obtiveram o maior tempo médio de visita, com 59 minutos, e os smartphones e tablets já representavam 65% e 34%, respectivamente, dos aparelhos utilizados para busca de informações sobre produtos e serviços do e-commerce brasileiro.

No primeiro semestre de 2013, os setores de cultura (26%), vestuário e calçados (15%) e informática (7%) se destacaram entre os itens mais procurados para a compra. O campo eletrônico obteve o maior índice de faturamento, com 23%.

Ainda segundo a pesquisa, os homens foram responsáveis por 51% das transações realizadas na internet. O Ibope ainda afirmou que, apesar do crescimento do poder de compra da classe C, as classes A e B ainda são maioria nas compras eletrônicas, com 64%. Focando na faixa etária dos consumidores, concluiu-se que 62% das pessoas que realizam compras pela web têm entre 15 e 34 anos.

Pode-se perceber que a faixa mais jovem ocupa um lugar bastante importante no e-commerce atual. De acordo com análise da ComScore, aproximadamente 80% dos adolescentes online na faixa dos 12 a 17 anos visitam sites de varejo e estão acostumados com tecnologia, funcionalidade e evolução.

Estes dados se configuram em uma grande oportunidade para os varejistas, que precisam desenvolver estratégias capazes de atrair a atenção dos compradores mais jovens, que estão acostumados com a tecnologia desde que nasceram. Para conquistar os adolescentes, as empresas podem, por exemplo, mostrar o preço dos produtos, já que este é um fator decisivo para a venda, principalmente porque este grupo geralmente não apresenta um poder de compra muito grande.

Leia também: Adolescentes no e-commerce: Um público-alvo promissor

Outra medida interessante é facilitar a busca, ordenando os produtos segundo preferências. Disponibilize também uma lista de desejos, fator que atrai o público com menos poder de compra, já que são escolhidos produtos que podem ser presenteados. Outros métodos também devem ser implementados, porém valem para todas as faixas etárias: check-out rápido, design chamativo, imagens de alta qualidade, entre outros.

Hoje em dia, além de tudo isso, é preciso estar atento aos movimentos das redes sociais, que formam uma parte importante da experiência de compra do adolescente no comércio eletrônico, procurando conteúdo e interatividade.

Em relação ao Facebook, por exemplo, a maioria dos usuários tem entre 18 e 25 anos. No Twitter, os mais adeptos estão na faixa dos 26 a 34 anos. No entanto, os usuários entre 16 e 32 anos, mais conhecidos como “millenials”, acessam as redes sociais pelo menos uma vez ao dia. O tempo gasto online diariamente por este grupo é de 23 minutos, em média.

A constante necessidade de estar atento a uma grande quantidade de coisas ao mesmo tempo construiu o imediatismo desta nova geração, que perde na capacidade de concentração. Se grande parte dos jovens não consegue ouvir sequer uma música até o final, como aguentará procurar muito tempo por um produto ou pela conclusão de sua compra?

É preciso acompanhar estas mudanças. Se a sua loja virtual ainda não se adaptou a elas, não perca mais tempo!