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Digital Commerce no Brasil. Não é segredo, que o mundo vive um momento econômico delicado e desta vez o Brasil não ficou de fora, como no período da bolha econômica devido a crise hipotecária dos Estados Unidos (em que o Brasil conseguiu não ser tão afetado em detrimento de intervenções estatais na economia tais como, facilitação de crédito queda/redução do IPI etc… ).

Desta vez parece que ninguém conseguiu fugir da crise, inclusive o Brasil, o IBC-Br (que é o índice de atividade econômica do Banco do Brasil) registrou Queda de 0,11% em março, mas em contra partida de 26 de abril a 10 de maio foram realizadas 4,5 milhões de compras via e-commerce, Moda e Acessórios foram os mais cotados representando 41% desse crescimento, Eletrodomésticos em segundo lugar correspondendo 27% desse valor (em sua maioria devido a aquisição de TVs, fato atribuído provavelmente a proximidade dos jogos da Copa do Mundo).

Em abril o ICE (indicador ifo/FGV de clima econômico), atingiu 71 pontos, a pior queda desde janeiro de 1999. Para termos uma ideia, no ponto mais crítico da crise mundial em 2009 o Brasil atingira 78 pontos, nesse índice valores acima de 100 são considerados favoráveis e abaixo desfavoráveis, porém na última década temos mantido uma média de cerca de 121 pontos. O índice atual é de 68, e mesmo assim em maio  o E-commerce teve uma alta nominal de 51% no dia das mães faturando 1,6 bilhões, segundo a E-bit.

O panorama geral mostra, que realmente não está fácil para ninguém, o varejo se mostrou insatisfeito com as vendas do Dia das Mães, porém como vimos as vendas em e-commerce surpreenderam, o OCDE (Organização de cooperação e desenvolvimento Econômico) reduziu a previsão de crescimento econômico brasileiro para 2014 de 2,2% para 1,8%.

Veja mais: Dados do mercado de E-commerce no Brasil.

Realmente parece que a revista britânica The Economist estava certa ao fazer uma alusão de dois períodos da economia brasileira, em uma edição (2009) o Cristo Redentor estava decolando, o mercado nacional estava aquecido e houve o surgimento de novas classes. Em 2013 em um voo desgovernado, com a chamada O Brasil estragou tudo?“.

Parece que realmente nossa economia deu um “voo de galinha” (termo usado na matéria da The Ecomist) mas se fosse para fazer um cristo representando o E-commerce brasileiro hoje, ou melhor, o Digital Commerce teríamos a imagem de um Cristo aterrissando na Lua.

Moda & Acessórios” foi a categoria mais vendida, mas proximidade da  Copa do Mundo alavancou a procura por televisores.

Dia das Mães movimentou R$ 1,6 bilhão para o setor, o que representa um crescimento nominal de 51%, em relação ao mesmo período no ano anterior. Do dia 26 de abril de 2014 até o dia 10 de maio de 2014, foram feitos 4,5 milhões de pedidos pela internet. O tíquete médio ficou em R$ 355.

As categorias mais vendidas foram “Moda & Acessórios” (41%), “Eletrodomésticos” (27%), “Cosméticos e Perfumaria/ Cuidados Pessoais/ Saúde” (23%), “Telefonia & Celulares” (17%) e “Informática” (14%), respectivamente.

Segundo Pedro Guasti, diretor executivo da E-bit, embora “Eletrônicos” não apareça no ranking das cinco mais vendidas no período, a procura por aparelhos de TV impulsionou o e-commerce brasileiro nesse período. “Como aconteceu em outros anos, a proximidade dos jogos da Copa do Mundo fez aumentar a participação desses produtos. A venda de celulares também cresceu. Em contrapartida, houve queda no share de algumas categorias, embora tenham sido bastante procuradas. É o caso de “Moda & Acessórios”, que no Dia das Mães do ano passado, representou 45% dos pedidos e, dessa vez, 41%”, explica Guasti.

Ainda de acordo com Guasti, os números positivos do varejo online também indicam que, apesar do cenário de baixa confiança na economia, as melhores condições de compra e os preços mais baixos praticados no comércio eletrônico atraem os consumidores. As vendas do e-commerce brasileiro no primeiro trimestre desse ano cresceram aproximadamente 30%, se comparadas ao mesmo período de 2013. Esse crescimento é maior que o projetado para todo o ano de 2014, de 20%.

Precisa de mais estatísticas do E-commerce? Veja aqui todos os números o mercado de E-commerce no Brasil.

Rede social dedicada a profissionais, o LinkedIn anuncia que atingiu 300 milhões de usuários globais. Nos EUA, são 100 milhões de membros, porém, mais da metade do público da plataforma vem de outros países.

Infográfico: LinkedIn atinge 300 milhões de usuários globais.

Em comunicado, a empresa afirma que embora este seja um marco importante, ainda há um longo caminho a ser percorrido para criar oportunidades econômicas para cada uma das 3,3 bilhões de pessoas inseridas no mercado de trabalho global.

“Para chegar lá, estamos entregando experiências personalizadas que envolvam identidade, rede e conhecimento do usuário”, diz o pronunciamento.

Veja também: Por que minha empresa PRECISA do LinkedIn?

O mobile também é um dos focos do LinkedIn para este ano. A previsão é de que mais de 50% do tráfego na rede social venha de contas móveis. A companhia já conta com múltiplos apps para dispositivos móveis, e planeja fazer parcerias com empresas como Apple, Nokia e Samsung.

No infográfico abaixo, a empresa fala sobre o futuro e faz uma retrospectiva sobre sua história. Confira:

300-milhoes-linkedin

Publicado no site Proxxima.