• Claudio Pasqualin
  • por Claudio Pasqualin
  • Claudio Pasqualin é Diretor do ISG - Grupo de Soluções Inovadoras da TransUnion Brasil. Formado em economia pela Universidade de São Paulo, iniciou sua carreira com atuação em grandes empresas, como a Nestlé. Ao longo de sua trajetória profissional, se especializou na indústria de gerenciamento de risco para crédito. O executivo atua na TransUnion desde sua chegada ao Brasil, com a aquisição do Crivo, na qual desenvolve suas especialidades como consultoria estratégica, início de negócios, due diligence e aquisições.

5 dicas para fazer compras seguras com dispositivos móveis

18 de setembro de 2018
Share Button

O e-commerce é utilizado amplamente pelos brasileiros. Segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), o varejo digital deve atingir o faturamento de R$ 69 bilhões no país em 2018, consolidando alta de 15% em relação ao ano anterior. Porém, devido ao desenvolvimento do setor, o varejo digital se coloca na mira de cibercriminosos, que podem frustrar as expectativas tanto dos consumidores quanto dos lojistas.
Como qualquer operação, há questões de segurança que devem ser levadas em conta quando você for fazer suas compras on-line, principalmente com dispositivos móveis, podendo minimizar os riscos.
Se por um lado o uso de smartphones e tablets para realizar compras on-line é uma praticidade para os consumidores e permite aumentar as vendas das lojas; a falta de atenção a pequenos detalhes para preservar a segurança dos dados pode gerar uma infinidade de problemas caso essas informações caiam em mãos de cibercriminosos.
Por mais que as lojas virtuais contem com proteção para as transações, algumas brechas facilitam que cibercriminosos roubem os seus dados privados. Por isso, a TransUnion, empresa global de soluções de informação, separou dicas para tornar as compras on-line mais seguras. Confira:

Cuidado com as redes públicas de Wi-Fi

As redes públicas de Wi-Fi, como as utilizadas em praças, cafeterias e shoppings, são ótimas caso você queira ler as notícias ou usar as redes sociais. Porém, elas podem ser uma porta de entrada para os cibercriminosos, já que conseguem interceptar informações de registro, como o login e senha, enquanto você transmite dados on-line.
A maior parte dos aparelhos são configurados para acessar o sinal de Wi-Fi mais próximo e mais forte. Isso por padrão. E não temos como saber se a rede acessada é mesmo a rede do local em questão ou uma rede criada por terceiros. Também não temos como nos certificar sobre o nível de segurança desses ambientes no momento do acesso. Se o consumidor costuma realizar compras no aparelho, ele precisa protejer as suas informações. Para isso, basta sempre se conectar com uma senha protegida.
Por garantia extra, guarde seu momento de compras no dispositivo móvel para quando estiver conectado em uma rede confiável, como a de sua casa. Essa simples mudança pode ajudar a prevenir um dos métodos mais comuns de roubo de identidade.

Não use Apps de desenvolvedores desconhecidos 

É necessário muito cuidado para decidir quais aplicativos usar na sua experiência de compras on-line. Só porque o app está disponível na loja do seu aparelho, não significa que o desenvolvedor é igualmente confiável.
Programas de compras podem instalar um malware, código ou programa malicioso e transferir informações pessoais e de cartão de crédito para cibercriminosos. Somente faça downloads de desenvolvedores que tenham uma reputação confiável e verifique as avaliações desses fornecedores na loja de aplicativos. 

Desabilite a conexão Bluetooth

A maioria dos aparelhos móveis vem equipada com a tecnologia Bluetooth, que permite o compartilhamento de informações e a sincronização com outros aparelhos, a exemplo de caixas de som e outros acessórios wireless. Infelizmente, essa tecnologia também pode te deixar vulnerável para cibercriminosos que tentam interceptar informações no seu aparelho. Desabilitar o seu Bluetooth quando não está em uso economiza energia da bateria e também ajuda a proteger o seu aparelho.

O melhor meio de pagamento

Os processadores de pagamento para celulares e tablets facilitam o uso do cartão de crédito. Porém, o fato de um site permitir débito em conta ou geração de boleto para pagamento não significa que ele é confiável. Pessoas físicas também conseguem gerar boletos e, em muitos casos, podem passar uma falsa sensação de segurança.
Independentemente do meio de pagamento, a credibilidade do site ou do app são muito importantes para evitar que o cliente seja lesado.

Fique atento aos seus extratos

Se você faz muitas compras via dispositivos móveis, solicite ao seu banco um comprovante de transação toda vez que uma compra for realizada. Esse é um método prático de verificar prováveis problemas na fatura por meio de atividades fraudulentas.
O consumidor deve estar atento na hora de realizar suas compras, assim como as empresas devem oferecer sempre ambientes seguros para seus usuários. Com novas tecnologias também é possível fazer a verificação do dispositivo, checando se há alguma atividade criminosa. Avaliar os fatores de risco e a reputação de um dispositivo, depois checar os dados com o que se sabe sobre um cliente permite tomar decisões informadas e contextualizadas. Acima de tudo, isso deve ser feito com o mínimo de impacto nas transações dos consumidores.

Você também vai gostar

Webshoppers 35: E-commerce fatura R$ 44,4 bilhões em 2016, com a... Relatório produzido pela Ebit aponta retomada dos dois dígitos de crescimento em 2017; compras em sites internacionais atingem US$ 2,4 bilhões O e-com...
10 dicas para ter destaque nas caixas de e-mail durante a Black ... Em períodos como a Black Friday, a caixa de entrada dos usuários se torna um verdadeiro campo de batalha em que as marcas disputam a atenção e o volum...
O que esperar do e-commerce para 2016 Saiba porque o próximo ano será ainda melhor para o comércio eletrônico. Mesmo com a crise que agravou a economia brasileira em 2015, o e-commerce pas...
As melhores áreas para empreender no e-commerce Roupas masculinas aparecem como melhor área no comércio eletrônico para os próximos cinco anos nos Estados Unidos. Mas e no Brasil, quais seriam as me...
Quero abrir meu negócio online, e agora? Você já está decidido: quer mesmo abrir  seu negócio online, uma loja virtual. Como se esta decisão já não precisasse de muito planejamento, assim que...
Como fazer vídeos para e-commerce sem gastar muito Vídeos para e-commerce são uma maneira muito interessante de explorar as potencialidades dos produtos, independentemente do segmento. Desde apresentaç...
18 tendências do e-commerce para se observar em 2019 O monitoramento das tendências do comércio eletrônico não deve ser feito apenas por "hobby". Cada tendência precisa ser analisada e adotada no devido ...
Como lidar com a ansiedade do cliente no e-commerce Há pouco mais de 10 anos, era difícil imaginar que teríamos tanta facilidade para realizar uma compra via internet. O e-commerce trouxe uma série de v...
Os dilemas do Direito do Arrependimento na Economia Digital Como fica o Direito de Arrependimento na Economia Digital? Uma das questões mais complexas para o legislador é acompanhar a evolução da sociedade,  r...
A líder China Por Renann Mendes e Keine Monteiro. A liderança do e-commerce mundial está em novas mãos. Os resultados de 2013 oficializaram pela primeira vez&n...

SEGREDOS DO E-COMMERCE

Receba as novidades toda semana

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Você pode usar essas tags HTML e atributos:

<a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>