• Renann Mendes
  • por Renann Mendes
  • Branding, Content Marketing e Comunicação. Sou Sócio-fundador do Profissional de E-commerce. De jan/2018 a jan/2019, liderei os times de Branding (Content Marketing, PR, Social Media e Branding), Product Marketing, área de cursos da Foxbit, fintech de criptomoedas e o projeto e primeiro ano de atuação do Cointimes. Entre ago/2016 e set/2017 atuei como head da área de Marketing da Ebit, empresa Buscapé Company, hoje Nielsen, referência em informações, certificação de lojas e inteligência de e-commerce. Entre 2012 e 2016, participei ativamente da estruturação da startup Universidade Buscapé Company, entrei na coordenação de treinamentos de E-commerce e Marketing Digital. Lá assumi também a coordenação de Marketing Digital e Conteúdo da Uni Buscapé e do Profissional de E-commerce. Desde 2013, ministro aulas de Marketing de Conteúdo para E-commerce na Faculdade Impacta e em algumas empresas de internet no formato workshop. Você pode encontrar mais informações em meu perfil do LinkedIn ou marcando um café! ;)

Governo anuncia pacote de medidas de proteção ao consumidor

18 de março de 2013
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O governo anunciou nesta sexta-feira, 15/03 (Dia Mundial do Consumidor), um pacote de medidas para potencializar a proteção ao consumidor. Entre as que devem entrar em vigor nos próximos 60 dias estão as que regulamentam o comércio eletrônico.

Governo anuncia pacote de medidas de proteção ao consumidor.
“Essas medidas não são contra um ou outro, mas a favor de todos”.
Dilma Rousseff

A Câmara deverá elaborar num prazo de trinta dias, uma relação com “produtos essenciais” (celular, fogão e geladeira estão entre eles) que quando apresentarem defeitos, devem ser trocados imediatamente. O prazo para esta medida será definido após a definição dos produtos.
Ainda devem ser criados três comitês que funcionarão como uma espécie de observatório das relações de consumo, junto a isso, uma lei para fortalecer a atuação dos Procons.
Os Procons devem ganhar autonomia para impor medidas punitivas como: 

• restituição de cobranças indevidas;
• substituição ou reparação de produtos;
• exigir prestação adequada de informações.

Ainda segundo as novas regras, quem vender produto com defeito pela internet, deverá fornecer assistência técnica ao consumidor, informações erradas acarretarão na devolução do dinheiro, o Direito de Arrependimento terá procedimentos mais claros e passa a ser obrigatória a criação de um canal de atendimento ao consumidor.
Fonte: O Globo | Folha Online

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