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Criar curso online para treinamento e desenvolvimento de pessoas é um dilema em empresas de pequeno, médio e grande porte, pois este assunto ainda é relativamente novo para muitos gestores brasileiros.

No entanto, instituições pioneiras em capacitação profissional já fazem sucesso como se pode comprovar nestes serviços de treinamento online realizados em companhias.

Este sucesso só é possível porque a capacitação profissional proporciona inúmeras vantagens competitivas como:

 Mais organização, o que gera mais rapidez no atendimento;
 Mais motivação, que faz com que os funcionários rendam mais;
 Menos desperdício, o que aumenta os lucros da empresa;
• Mais qualidade de trabalho, que é repassada aos produtos e serviços;
 Mais sinergia, o que produz um sentimento de cooperação entre colaboradores;
• Mais integração, que faz com que cada um entenda toda a cadeia de produção;
 Mais criatividade, o que se reflete em soluções eficientes contra imprevistos;
• Mais valorização, que impede a perda de funcionários para os concorrentes;
 Mais atualização, o que mantém sua empresa à frente de seu tempo.
 Mais inteligência, que elimina a burocracia e produz mais resultados.

É importante observar que o treinamento não é custo, mas um investimento. Há uma citação na web que exemplifica isto muito bem:

– E se a gente investir nos nossos colaboradores e eles se mandarem para os nossos concorrentes? – perguntou o diretor financeiro de uma corporação.
– E se nós não os treinarmos e eles ficarem? – responde o presidente executivo.

Esta história chega a ser engraçada, mas é dramática. Ela é, ao mesmo tempo, a prova de que o treinamento e desenvolvimento de pessoas pode fazer a diferença nos negócios e ainda proporcionar um melhor lugar para trabalhar. Invista em treinamento.

Texto publicado no Blog da EADBOX.

Cursos de E-commerce. A Globo News, apresentou ontem o programa Conta Corrente que falou sobre mercado de trabalho e os profissionais da área de E-commerce e TI. O programa abordou as oportunidades da área, a importância da capacitação e os valores salariais

Daniel Cardoso, diretor da Universidade Buscapé Company, foi entrevistado e falou da necessidade de qualificar profissionais e sobre os cursos no segmento de E-commerce. Thiago Gomes, que foi aluno no curso E-commerce Professional e adquiriu o certificado de especialista em e-commerce, também deu seu depoimento:

Daniel comenta sobre o diferencial que é realizar cursos para se especializar em áreas como E-commerce e TI e que isso certamente é levado em conta em uma entrevista de emprego:

“Hoje, se o profissional já sai com um pouco de base de um curso, com o ‘bê-a-bá’ de como se faz uma campanha de link patrocinado ou de como lidar com plataformas de e-commerce por exemplo, ele já tem muito mais chance do que outros profissionais que querem entrar nesse mercado simplesmente por haver uma demanda na área de E-commerce e TI.”

Veja abaixo o programa Conta Corrente da Globo News na íntegra, dividido nos quatro vídeos abaixo:

PARTE 1 – Empresas apostam em treinamento para driblar apagão de profissionais de TI

PARTE 2 – Salários na área de TI sobem 6% entre 2012 e 2013

Leia também: O que há de errado com as descrições de vagas para E-commerce?

PARTE 3 – Cursos são alternativas para quem deseja se diferenciar no mercado de TI e E-commerce

PARTE 4 – Veja o que não se deve nunca dizer em uma entrevista de emprego

 Leia também: Como se portar na entrevista de emprego.

Nesta quinta-feira (07/03), a Universidade Buscapé Company foi destaque no Caderno de Economia do Jornal O ESTADO DE S. PAULO. Falando de Carreiras, nosso diretor Daniel Cardoso (foto), destacou a importância da capacitação para os profissionais de e-commerce.

A pesquisa referência da e-bit citada na matéria foi notícia na Revista VEJA em outubro de 2012: E-commerce brasileiro procura profissionais. E não acha.

Nayara Fraga destaca ainda a gama de cursos da Universidade Buscapé e o fato de 70% dos professores trabalharem no grupo Buscapé Company.

Daniel Cardoso é destaque no jornal  O ESTADO DE S. PAULO desta quinta-feira.
Daniel Cardoso é destaque no jornal O ESTADO DE S. PAULO desta quinta-feira.

Leia a matéria na íntegra:

Estadão

07/03/2013 | Por NAYARA FRAGA, estadao.com.br

Formação é arma do e-commerce contra ‘apagão’ de talentos

Apesar de pagar salários acima da média do mercado, empresas têm dificuldades para achar mão de obra qualificada

“Um profissional júnior que trabalha no comércio eletrônico ganha, na maior parte dos casos, um salário compatível com o da categoria sênior – se analisados casos semelhantes em outros segmentos. O valor recebido chega a ser até 60% superior ao que o funcionário deveria ganhar com as qualificações que possui, segundo estimativas do diretor da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (câmara e-net), Gerson Rolim.

Tamanha distorção torna difícil a contratação de funcionários no e-commerce. Em pesquisa da consultoria e-bit, 274 lojas virtuais afirmaram que 65% dos candidatos a emprego entrevistados em 2012 não preenchiam requisitos exigidos.

Essa carência de gente capacitada estimula, de um lado, o “roubo” de executivos de empresas consagradas, como o Submarino – ex-funcionários do site são figuras frequentes em empreendimentos iniciantes. Por outro lado, é também um estímulo à criação de cursos voltados exclusivamente para o e-commerce.

O grupo Buscapé, que nasceu com o comparador de preços, oferece 32 cursos online e três presenciais em sua universidade corporativa. As áreas de conhecimento variam de logística a SEO (estratégia para aparecer no topo dos resultados de uma busca na web), e 70% dos professores são da própria companhia.

“Entre as pessoas que procuram os cursos estão donos de lojas físicas que pretendem abrir loja virtual e pessoas que veem oportunidade de construir carreira no setor”, diz o diretor da Universidade Buscapé, Daniel Cardoso. Uma empresa de e-commerce precisa de profissionais com conhecimento em marketing digital, links patrocinados, métricas na web, atendimento ao cliente e logística.

Segundo Cardoso, na Universidade Buscapé ensina-se inclusive o que não fazer: por exemplo, montar um site animado todo em Flash, que não é facilmente achado no Google. Há lições ainda sobre os empreendimentos que têm maior chance de obter sucesso. “Hoje, ou você parte para o nicho ou tem uma ideia revolucionária”, diz André Lucena, que fez um curso no Buscapé e pretende montar um site de artigos para corrida de rua.

A iniciativa do Buscapé também tem um interesse comercial. O grupo tem 14 empresas e os cursos ensinam como usar os serviços dessas companhias.

Há também outros projetos voltados para o ensino do e-commerce no País. A câmara e-net diz que vai ministrar cursos a partir de abril de 2013 em parceria com o Sebrae. A E-commerce School, de São Paulo, tem hoje 20 cursos na grade que custam de R$ 30 a R$ 3 mil. Já a ESPM forma 100 alunos por ano, desde 2007, no curso “E-commerce: os novos caminhos do varejo”.

Saída. Já a Netshoes, que vende calçados e acessórios na web, investe no treinamento interno de sua mão de obra para não ter de participar de “leilões” por trabalhadores. A empresa tem um centro de treinamento que ocupa um andar inteiro de sua sede, em São Paulo. O total de horas de treinamento aumentou de 20 mil, em 2010, para 153 mil, no ano passado. A Netshoes, que hoje mantém uma “escola de negócios”, montará sua própria universidade corporativa este ano.”