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O Dia dos Pais 2017 está entre as datas comemorativas mais importantes para o comércio eletrônico brasileiro, sendo superada apenas por ocasiões como o Natal e a Black Friday. Em 2016, segundo a Ebit a data movimentou R$ 1,76 bilhão em vendas e a projeção é de que esse desempenho seja superior neste ano.

Vendas no e-commerce devem crescer 10% no Dia dos Pais em 2017

Para aproveitar esse pico de demanda, listei 5 dicas que fazem toda a diferença na preparação da sua loja virtual para as vendas do Dia dos Pais:

1- Escolha produtos com potencial de vendas

Oferecer lembrancinhas já não é o melhor modo de agradar os pais. Em 2016 o tíquete médio (gasto médio) dos produtos vendidos pelo e-commerce na ocasião foi de R$ 441, conforme a Ebit.

Entre os presentes mais populares do período estão os eletrônicos. Itens como notebooks, câmeras digitais, celulares, tablets e mp3 players ocupam o topo do ranking de produtos mais vendidos em 2015, apontou uma pesquisa realizada pelo Mercado Livre. Em 2016, itens como tênis, barbeador elétrico e relógios foram os mais procurados.

E como é comum na maioria das compras, os consumidores iniciam a jornada procurando informações e comparando preços.

Um estudo divulgado pelo Google indica que nos primeiros dias de agosto cresce o fluxo nas categorias de varejo, com destaque para smartphones e calçados esportivos.

Com base nessas informações, a melhor estratégia é reforçar o estoque desses produtos e, ao mesmo tempo, oferecer preços competitivos ou descontos.

2- Prepare a loja para o aumento na demanda

Não é possível prever a demanda do seu negócio com exatidão, mas um bom planejamento pode fazer toda a diferença. Se a loja online está no ar há mais de um ano, vale verificar o histórico de pedidos dos anos anteriores para usar como uma referência.

Com base nessas informações é possível reforçar o estoque, comprando um volume maior de produtos. Isso permite uma negociação antecipada com os fornecedores, aumentando as chances de êxito. Também é possível preparar e ampliar a equipe de apoio para dar conta do aumento no número de pedidos, agilizando o preparo e envio das encomendas.

3- Faça uma seleção criteriosa de fornecedores

As compras realizadas no período de Dia dos Pais possuem uma forte carga emocional, já que se trata de um item que será dado como presente. Se o consumidor enfrentar algum tipo de problema, toda a frustração será projetada sobre a loja, prejudicando a reputação da marca. Isso exige do lojista uma postura mais criteriosa junto aos fornecedores para evitar falhas.

Em primeiro lugar, é necessário vender apenas produtos com alta qualidade. Deste modo evitam-se problemas como quebras e avarias ou mesmo a devolução do produto. Também vale a pena apostar em itens com um bom período de garantia. Isso deixa o consumidor mais confiante para finalizar a compra.

4- Escolha os melhores canais de venda

Na hora de fazer as compras de Dia dos Pais, a maior parte dos consumidores procura produtos nos sites das grandes redes varejistas. Isso gera uma oportunidade valiosa para os lojistas que aproveitam o potencial dos marketplaces.

Apostar nesse canal de venda cria a oportunidade de ampliar a abrangência geográfica do negócio, expondo os produtos para um número maior de clientes. Além disso, a venda nos marketplaces apresenta diversas vantagens que favorecem a gestão e o aumento do faturamento nas vendas online.

5- Envie os produtos dentro do prazo

As compras de Dia dos Pais têm data certa para entrega, portanto os atrasos são intoleráveis. O lojista precisa monitorar constantemente os pedidos, fazendo o embalo e despacho rapidamente. Os prazos de entrega também precisam ser realistas, de modo a não gerar frustração para o cliente. Caso algum problema aconteça, é importante comunicar o cliente rapidamente, apostando na transparência.

Também vale a pena apostar no overdelivering, oferecendo algum brinde ou vantagem, como uma mensagem personalizada ou um cupom de desconto. Isso ajuda a sustentar a reputação da loja.

Descubra o que é overdelivering e como aplicar agora em suas vendas

De que adianta seu site ser líder em visitas se isso não se traduz em vendas para você? Tão importante quanto a visibilidade, a taxa de rejeição é um índice primordial quando você precisa avaliar o desempenho do seu e-commerce. Contudo, pode não ser tão simples medir este indicativo, já que os motivos que levam um potencial cliente a abandonar seu site são os mais variados possíveis.

Entender a taxa de rejeição provê informações valiosas sobre seu público-alvo, a qualidade do seu conteúdo e que estratégias de marketing adotar para ter o melhor resultado possível. Desta maneira, preparamos 10 dicas de boas práticas que podem impulsionar seu negócio e reduzir a taxa de rejeição. Confira:

1- Capriche no conteúdo

Procure sempre ter conteúdos de valor para seu público-alvo, seja na sua landing page, blogs ou perfis nas redes sociais. Também é importante manter as informações atualizadas, mostrando aos mecanismos de busca e clientes que você acompanha o mercado e as suas novidades;

Cadastro de produtos: como convencer o cliente a comprar

2- Preste atenção no layout

Não adianta ter o melhor e mais atual conteúdo na sua página se você entrega isso de uma forma esteticamente negativa. O layout deve sempre ser limpo e agradável, sem usar cores muito chamativas – reserve-as para os botões de Call To Action e outros elementos de destaques. Prefira também fontes sem serifas e que facilitem a leitura;

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3- Navegabilidade é preciso

Menus escondidos, imagens e páginas que demoram muito para carregar. Os fatores que podem afetar a navegabilidade se apresentam de inúmeras formas e evita-los é de suma importância para reduzir a taxa de rejeição do seu e-commerce. Prefira plataformas leves e intuitivas para capturar a atenção do seu público;

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4- Utilize práticas de SEO

O Search Engine Optimization (SEO) é uma poderosa ferramenta que pode coloca-lo à frente dos seus concorrentes. Sempre crie conteúdos otimizados para aumentar as chances da sua página aparecer em primeiro lugar nos sites de busca e capturar a atenção de clientes em potencial;

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5- Mantenha o tráfego internamente

Sempre que possível, faça links internos que direcionam o internauta a outras páginas e conteúdos dentro do seu site. Desta forma, você mantém os visitantes por mais tempo dentro do seu e-commerce, aumentando as chances de convertê-los em clientes.

6- Evite links externos

Complementando a dica anterior, fuja ao máximo dos links que redirecionam para páginas externas. Obviamente, há momentos em que é necessário citar alguma informação de fonte externa, apenas se certifique de que o link seja aberto em uma nova aba.

7- Sugira produtos e faça comparativos

Outra forma de manter o visitante na sua página é oferecer recomendações e comparativos. Mostrar produtos semelhantes buscados por outros clientes é um método popular de sugerir um novo item e pode agradar quem está em busca de informações antes de efetuar uma compra.

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8- Seja criativo com seus CTAs

Os Call To Action (CTA) são as chamadas que induzem o visitante a tomar alguma ação. Neste momento, ser criativo ajuda a fisgar a atenção do internauta. Use cores chamativas, botões flutuantes que acompanhem a rolagem da página e abuse dos mapas de calor para descobrir quais partes da sua página são mais visualizadas e saber onde posicionar seus CTAs.

3 pontos-chave para a sua call-to-action

9- Mapeie para facilitar

Seu site pode ter exatamente o que o visitante quer comprar, mas se ele não conseguir chegar até o produto, você perderá a venda.

Por este motivo, é importante ter um mapa do site, que aponte exatamente onde está a informação ou item que ele deseja encontrar. Indexar seu mapa também é uma boa prática para aumentar a visibilidade nos sites de busca.

10- Fique sempre alerta

Mesmo tomando todas as precauções e seguindo essas dicas, influenciar a taxa de rejeição não é um trabalho do dia para a noite. É necessário estar sempre monitorando suas métricas para perceber em quais áreas é preciso focar mais seus esforços e quais ações surtiram efeito positivo.

Configure o Google Analytics no e-commerce corretamente

Igual a um empreendimento, os primeiros anos de vida de um bebê são incríveis. Maravilhosos? Claro! Muiiiito trabalhosos? Também! Mas algo assombroso acontece durante esse período: as crianças são a principal prova de como é possível crescer diariamente e se desenvolver a cada novo acontecimento. Como disse, igualzinho a um empreendimento.

Se você tem a oportunidade de estar perto de alguma criança e vê-la crescer, certamente se surpreende com a forma de desenvolvimento dela. Sempre me vem à cabeça a mesma ideia: se um adulto pudesse manter as características de uma criança, o quanto isso ajudaria a percorrer o caminho no mundo empreendedor!
Por isso, fiz uma lista abaixo do que pude aprender das crianças sobre ter um negócio próprio:

1- Ser perseverante

Quando uma criança quer algo, não se cansa de tentar até conseguir. Sem se importar com quantas vezes a neguem, ela insiste, volta a insistir e continua insistindo até conseguir. Não há (quase) nada que a detenha e não se dão por vencidas facilmente.

No mundo empreendedor, a perseverança é chave. Se um empresário desanima nos primeiros problemas, provavelmente não levará o projeto muito mais à frente. É preciso lembrar que nós sempre devemos encarar os desafios de frente e não desistir dos nossos objetivos.

2- Saber negociar

Como dizia antes, “quase” nada as detém. Mas se percebem que há algum obstáculo para chegar à sua meta, começam a próxima etapa: a negociação. A meta? Tentar melhorar a situação para ficar mais perto do objetivo. Uma capacidade natural e incrível das crianças!

Levante a mão o pai/a mãe que nunca disse ao filho alguma dessas frases: “só mais cinco minutos e depois já para a cama”, “guarde seus brinquedos ou não ganhará mais nenhum” ou “coma toda a comida e depois brincamos”.

Quão bom seria poder manter essa capacidade de negociar com as crianças e aplicá-la nos negócios para conseguir melhores condições? Não é agressivo e nem forçado; se trata de não ter medo de pedir o que nos pareça melhor para nosso projeto.

3- Sair da zona de conforto

O medo do fracasso é algo natural nos adultos (alguns mais, outros menos), mas se potencializa quando se trata de um projeto próprio. Quantas vezes você já escutou a frase “precisa sair da sua zona de conforto”?

Creio que uma única tarde cuidando de alguma criança poderá te inspirar. Elas são incríveis: não têm medo do novo e nem de falhar. Não só estão abertas a novas experiências, mas também as encantam testá-las.

4- Desfrutar o momento

Para os pequenos, o caminho é tão importante quanto o destino. Eles desfrutam de cada momento, vivem no presente. Uma viagem de carro para a casa da vovó se converte em uma oportunidade para descobrir um mundo novo pela janela: outros carros, cores do semáforo, pessoas caminhando na calçada, tudo é uma emoção.

Escutei várias vezes de empreendedores (como eu) o seguinte conselho: um projeto só terá chance de sucesso se for algo que realmente te apaixone. Durante o caminho haverá muitas pedras e é necessário paixão para conseguir transpô-las. Caso contrário, você provavelmente irá desistir por achar que não vale tanto a pena assim. O desenvolvimento de um projeto que nos apaixone também pode nos ensinar a desfrutar do caminho e não só do resultado final.

5- Desafiar os limites estabelecidos

No mundo infantil não existe status quo. Desde que adquirem a capacidade de entender que algo “não se pode fazer”, também aprendem a habilidade de desafiar os limites. “Não aperte este botão, ok? Por que não? Olha como eu consigo apertar o botão!”. Soa familiar?

Se não estão de acordo com algo, vão desafiá-lo e mudá-lo. Buscar uma nova maneira e fazer da forma mais “conveniente” (por ser mais divertida ou agradável). Pensemos no mundo dos negócios… quanto demoramos para tomar a decisão de sair do “estabelecido”?

6- Saber pedir ajuda

As crianças não têm medo de pedir ajuda, simples assim. Se percebem que não podem fazer algo por sua conta, não se rendem. Sabem que pedir ajuda irá levá-las mais perto de seu objetivo. E por isso o fazem, sem pensar duas vezes.

Como adultos, às vezes nos custa pedir ajuda. Como empreendedores, então, muitas vezes! Queremos assumir tantas tarefas ao mesmo tempo e sobre temas tão diferentes que relutamos muito na hora de aceitar ajuda.

7- Nunca deixar de aprender

Os pequenos adoram conhecer coisas novas. Ver como um bebê de dois anos aprende palavras novas todos os dias é algo realmente maravilhoso. Se alguém diz alguma palavra nova, eles a repetem da melhor maneira possível e fazem disso uma incansável diversão. Estão realmente desfrutando a experiência.

Como adulto, tenho que admitir que os invejo. Quanto gostaria de poder manter essa capacidade de absorção das coisas e de surpreender-me com cada descoberta.

8- Conhecer o público

O que é melhor para um empreendedor do que conhecer seu público? Ter a possibilidade de saber quem são os compradores dos seus produtos é ter o poder de saber como atuar e comunicar-se com sua audiência.

As crianças têm essa capacidade bem desenvolvida. Conhecem seu “público” e sabem exatamente com quem podem fazer o que. Por exemplo: “mamãe não me deixa comer sem babador e me faz guardar meu brinquedos. Papai é perfeito para brincar pela sala e posso espalhar todos os meus brinquedos sem que eu tenha que recolher depois. Já meus avós me deixam fazer tudo!”

Não deixo de pensar que, conforme crescemos, vamos perdendo essas características que poderiam nos ajudar no mundo adulto. Mas também me parece que um negócio próprio é como o “bebê” de cada empreendedor, não? Então, só me resta usar essa mesma paixão que cada um põe em seu projeto para evitar que essas coisas tão presentes e naturais das crianças não se percam no dia a dia.

Pequenos erros podem fazer a loja online perder dinheiro. Confira dicas para dar um up na taxa de conversão

No Brasil, a taxa de conversão média é de 1,65%, de acordo com pesquisa da Experian Hitwise. O dado no meu ponto de vista preocupante é um alerta ao setor.

O desafio está em transformar os visitantes em compradores. Para isso, é fundamental ficar atento a alguns números que apontam onde estão os ruídos nesse processo. Sabemos, por exemplo, que 84% dos compradores online avaliam uma página de mídia social antes de fazer a compra. Ou seja, é fundamental que a loja esteja presente nesses locais.

Para melhorar as taxas de conversão, alguns tópicos são importantes para o e-commerce, conforme as dicas e o infográfico que produzimos abaixo:

infografico-taxa-de-conversao

Dados para destacar do infográfico:

1) Faça e disponibilize vídeos sobre os produtos, pois eles podem aumentar as vendas em até 144%;

2) Crie um site simples de usar e certifique-se de que os botões sejam fáceis de encontrar, principalmente os de “Adicionar ao Carrinho” e “Checkout”;

3) O e-commerce deve ser acessível a pessoas com deficiências visual, auditiva, motora, entre outras necessidades especiais;

4) Seja honesto (sempre). Se um produto está esgotado, avise o consumidor. Lembre-se de deixar um botão “Avise-me quando esse produto chegar”;

5) Ganhe a confiança do cliente. Para isso, mostre depoimentos e recomendações sobre a sua página em mídias sociais; disponibilize um número de SAC; tenha uma política de privacidade e mostre que sua loja online possui um processo de pagamento seguro;

6) Ofereça vários métodos de pagamento;

7) Mantenha seu cliente atualizado informando-o quando o produto for enviado e qual o código de rastreamento.

Essas são as principais dicas para melhorar a taxa de conversão do e-commerce. Lembro que o ideal é fazer um acompanhamento constante para saber por que o cliente está deixando a loja online sem efetuar a compra.

Para isso recomendo o uso de ferramentas como o Google Analytics, Crazy Egg, Click Tale e Olark. Não se pode esperar que o problema apareça para o consumidor para tomar as providências. É necessário analisar constantemente para corrigir as falhas rápido, de preferência, antes que afete o usuário.

A virada do ano é um importante momento de renovação para o empreendedor, que deve aproveitar para fazer uma retrospectiva, aprender com os erros e acertos e planejar as evoluções e correções para o próximo ano. Sem um plano claro, o empresário navega sem saber onde quer chegar.

Veja algumas dicas de gestão para definir um planejamento eficaz para 2016:

1- Projete o crescimento financeiro

Toda empresa precisa crescer, então colocar uma meta de faturamento é muito importante. Procure ser razoável e lembrar que todo crescimento requer investimento, seja em tecnologia, marketing e pessoas, estando alinhado com os custos.

O ideal é comparar com concorrentes do mesmo mercado.

2- Controle os dados financeiros

Para quem está começando é vital entender os números. Uma boa resolução seria contratar um consultor (ou pedir ajuda a um amigo que entenda bastante) e criar um modelo de controle.

Pode ser uma planilha de Excel ou um ERP simples. O empreendedor deve entender os conceitos e encontrar uma forma de medir, mensalmente, seu resultado de vendas, demonstrativos de resultados, fluxo de caixa, estoques, etc.

3- Escolha três novas métricas para a empresa

Identifique três quesitos que ainda não são controlados, dando preferência aos que são passiveis de ações corretivas, caso estejam abaixo do esperado.

Alguns exemplos são a taxa de conversão de visita de vendas (quantas empresas eu visito e quantas consigo vender), Retorno de Investimento (ROI) de uma campanha de Google ou percentual de inadimplência. O importante é ter um plano de ação para quando essas métricas não estiverem boas.

4- Controle gastos

Um grande erro das pequenas empresas é projetar um crescimento de receita e de gastos juntos. A lógica de que “é preciso gastar mais para vender mais” é perigosa, pois muitas vezes atingimos o plano de despesas, mas não batemos a meta de vendas.

Isso gera um grande descompasso nas empresas e, muitas vezes, é motivo de falência. Tente projetar metas mais curtas, mensais, trimestrais e só comece a aumentar os gastos quando tiver confirmação das vendas.

5- Escute mais seus clientes

Realizar pesquisas e pegar o feedback dos clientes é fundamental para levantar quais os pontos relevantes que atrapalham, quais são os pontos fortes que impulsionam, etc.

É importante estar de coração aberto para escutar críticas e pensar em melhorias, ou até em guinadas mais fortes. Para não deixar o objetivo abstrato, coloque uma meta de quatro agendas anuais, com cinco clientes por vez. Ao final de cada etapa, chame o seu time e discuta sobre o valioso papo com os clientes.

6- Escute mais o seu time

Toda empresa é feita de pessoas. Em uma pequena empresa, cada funcionário é muito importante, pois, muitas vezes, uma única pessoa responde pelas vendas, ou pela entrega, ou pelo atendimento. Um colaborador desmotivado ou jogando contra pode deixar toda uma área com problema.

Planejar reuniões estruturadas de feedback com o time é vital para saber como está o clima organizacional, além de estratégico. Assim, o gestor pode escutar, atuar como mentor e estimular o crescimento das pessoas, trazendo um maior trabalho em equipe.

7- Olhe para o mercado

Como o empreendedor está sempre com muitas tarefas é comum se envolver com vendas, atendimento, financeiro, pessoas, etc. Uma boa forma é participar de eventos relevantes no seu setor para oxigenar as ideias.

Faça um calendário com 3 a 4 eventos, compile o que aprendeu nesses encontros e discuta com o seu time. Muitas vezes olhamos tanto para dentro que esquecemos de enxergar as mudanças que estão acontecendo lá fora.

8- Prepare pessoas para o próximo estágio

Em uma empresa em crescimento é muito importante aprender a delegar e dar responsabilidades para as pessoas. Um líder centralizador pode encontrar grandes dificuldades conforme a empresa cresce. Foque energia em encontrar o perfil certo e em ser um mentor para que seus funcionários possam assumir desafios para que a empresa chegue ao próximo estágio.

Sem essas pessoas, o negócio será totalmente dependente do fundador. Liste quais as primeiras tarefas que podem ser delegadas, coloque em um cronograma ao longo do ano e repasse o plano a cada mês ou trimestre.

9- Acredite sempre

Um grande empreendedor se dá pela capacidade de planejar e, principalmente, de executar seus sonhos e projetos. Entenda que nessa jornada vai ser preciso se doar muito e motivar os outros a esta doação de tempo e energia.

Um novo ano é uma ótima oportunidade para alinhar os ponteiros, buscar energias e começar um novo ciclo. Esteja motivado, focado e com todo o gás para levar o seu negócio cada vez mais longe.

E agora? Assim que tudo estiver funcionando, é hora de começar a gerar tráfego para sua loja online e realizar vendas. Independentemente de você estar tentando conquistar sua primeira venda ou já possuir experiência no ramo, sempre é bom encontrar outras formas de promover sua empresa.

Se você deseja promover um produto, leia esta lista para encontrar uma estratégia que possa utilizar no seu negócio.

1- Guias de Presentes

O que você faz quando está com dificuldades para encontrar uma boa ideia de presente? Se você for como a maioria das pessoas, digitará “ideias de presentes para colegas de trabalho” ou “presentes únicos de aniversário” no Google. Em seguida, você pesquisará entre os inúmeros guias de presentes que serão apresentados nos resultados da pesquisa.

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Por que não fazer com que seu produto esteja incluso nesses guias? Eles existem para praticamente qualquer segmento, tipo de pessoa ou data comemorativa que você possa imaginar.

Procure aqueles que estejam ranqueados nas primeiras páginas do Google e entre em contato para ver se você consegue ser incluso. Eles podem gerar bastante tráfego para a sua loja virtual.

2- E-mail Marketing

O e-mail é o segundo canal mais eficiente de aquisição de clientes, atrás apenas da busca orgânica. E, enquanto possa levar algum tempo para ficar bem classificado nos motores de busca e obter tráfego orgânico, o e-mail começa a funcionar de imediato. É por isso que você deve começar a utilizar o e-mail para promover sua loja online.

Não é preciso gastar todo o seu tempo escrevendo e enviando e-mails. Facilite sua vida ao configurar um conjunto de campanhas de e-mail automatizadas e projetadas para ajudá-lo a vender mais.

Existem diversas opções, como enviar e-mails para novos assinantes e oferecer-lhes algum incentivo para comprarem, ou enviar e-mails a visitantes que abandonarem seus carrinhos de compra, junto a um lembrete para que concluam sua compra.

3- Comece um Programa de Afiliados

Se você estiver com dificuldades nas vendas e não possuir dinheiro para contratar alguém capaz de ajudá-lo com as vendas e com seu marketing, considere incluir um programa de afiliados na sua loja virtual. Você pode fazer com que outras pessoas promovam seu produto, em troca de uma comissão. Apenas será necessário pagar caso elas façam uma venda.

Os programas de afiliados geralmente funcionam através da criação de URLs personalizadas para cada pessoa que promover seus produtos. Elas podem compartilhar esse link nas redes sociais, em um post de blog que esteja avaliando seu produto ou até mesmo em um vídeo do YouTube no qual seu produto esteja sendo exibido.

Por meio dos links personalizados, você poderá rastrear quais pessoas estão gerando vendas, para que seja possível recompensá-las.

4- Comunicação é a alma do negócio

Ganhar publicidade é uma ótima maneira de alcançar novos clientes e ajudar mais pessoas a conhecer seu produto. Também é algo sabidamente difícil de conseguir fazer. Os grandes jornalistas são “inundados” com press releases e pedidos de cobertura de inúmeras histórias. Ao invés disso, aumente suas chances ao segmentar apenas os bloggers.

Em vez de enviar press releases aos bloggers, entre em contato com um e-mail pessoal e pergunte se você pode enviar-lhes uma amostra. É possível segmentar bloggers da sua área de atuação, sites com foco em produtos e até mesmo influenciadores nas redes sociais.

5- O Periscope pode ser uma boa opção

Embora o Periscope seja uma rede social bastante recente, ele já demonstrou seu potencial de marketing. Muitas empresas estão fazendo divulgação nessa ferramenta de transmissão em tempo real. Os primeiros usuários geralmente obtêm muito sucesso no longo prazo nas redes sociais.

Portanto, vale a pena entrar de cabeça agora mesmo, ao invés de esperar até que a plataforma fique grande.

Existem muitas formas pelas quais você pode utilizar o Periscope para promover seu produto. Em particular, é possível utilizá-lo para oferecer uma demo do seu produto, responder dúvidas através de um Q&A e até mesmo levar seus clientes aos “bastidores”, para mostrar-lhes aquilo que é especial na sua maneira de fazer as coisas.

6- Não esqueça do Pinterest

O Pinterest é “o” lugar para se estar, caso você queira comprar ou vender produtos online. 93% dos “pinners” ativos afirmaram utilizar o Pinterest para planejar compras. Sem grande surpresa, muitas pessoas utilizam o Pinterest para montar listas de desejos.

Isso o torna um excelente lugar para fazer o marketing de produtos. O melhor ainda é que os pins tendem a permanecer ativos por muito tempo. Não é raro que pins sejam visualizados meses após a sua publicação.

Otimize seus pins ao publicá-los quando mais pessoas estiverem online, utilizando as palavras-chave certas e imagens cativantes. Você pode até realizar concursos para ampliar seu alcance. Certifique-se de ativar os pins ricos (rich pins) e, com isso, incluir informações adicionais do produto.

7- Buyable Pins no Pinterest

Se você possui uma loja virtual no Shopify nos Estados Unidos, por exemplo, poderá levar seu marketing no Pinterest ao próximo nível, ativando os buyable pins. Essa opção facilita que os pinners comprem produtos visualizados no Pinterest, enquanto ajuda os lojistas a vender mais.

Caso atenda as exigências de qualificação, você poderá ativar os buyable pins ao adicionar o canal do Pinterest à sua loja online no Shopify. Assim que ele estiver configurado, todos os seus pins de produto incluirão um botão comprar – independentemente de quem fizer o pin.

8- Públicos personalizados do Facebook

Bilhões de pessoas estão no Facebook, e, como plataforma de publicidade, ele oferece opções bastante segmentadas para a divulgação de anúncios pagos. Uma delas são os públicos personalizados.

A partir dos públicos personalizados do Facebook, você pode anunciar para seus assinantes de e-mail ou visitantes do seu site. Esses anúncios tendem a ser muito eficientes, pois você conhece mais sobre seu público segmentado, podendo personalizar seu anúncio de acordo.

9- Seção de Compras no Facebook

Você pode potencializar seu marketing no Facebook ao adicionar uma seção de compras à página do seu perfil. Essa opção facilita a compra dos seus produtos pelas pessoas que os descobrirem no Facebook.

Em algumas plataformas de e-commerce, é possível adicionar o Facebook como canal de compras. Será possível criar sua própria seção de compras na sua página do Facebook, na qual os fãs poderão conhecer seus produtos, conferir fotos e clicar no botão comprar para fazer aquisições.

10- Botão Comprar no Twitter

Semelhante à seção de compras do Facebook e aos buyable pins, o botão comprar no Twitter facilita para que os usuários comprem produtos descobertos na plataforma. Quando ativado, qualquer produto na sua loja virtual incluirá um botão comprar assim que compartilhado no Twitter – mesmo que o compartilhamento tenha sido feito anteriormente.

Atualmente, o botão comprar no Twitter está disponível somente para lojistas e clientes nos Estados Unidos.

11- Uncrate

O Uncrate é um site de curadoria de produtos com uma enorme e fiel legião de seguidores. As pessoas que frequentam o Uncrate não apenas gostam de conferir produtos bacanas, como também adoram comprá-los. Destacar seu produto no Uncrate pode gerar vendas significativas e futuramente levar a outras oportunidades de cobertura da imprensa.

Não é fácil ser destacado no Uncrate. Não existe um processo formal, mas uma coisa é certa: para obter êxito, seu produto deve ser bacana. Algumas empresas são descobertas pelo Uncrate, mas outras obtiveram sucesso após entrar em contato para contar sobre seus produtos ou até mesmo enviar amostras.

12- Marketing de Indicação

O marketing de indicação, também conhecido como marketing boca a boca, é um dos métodos mais antigos de marketing existentes. Ele basicamente trata de fazer com que outras pessoas falem sobre seu produto de forma a gerar conhecimento e vendas.

Nos dias atuais, é possível utilizar a web para gerar ainda mais marketing de indicação. Ela não apenas permite que você alcance mais pessoas, como também facilita para que mais indivíduos compartilhem seu conteúdo – e também para que você monitore todo o impacto.

13- Contato com Bloggers

Uma das partes mais difíceis do lançamento de uma nova empresa é divulgar um produto sem contar com um público. Se você ainda não tiver sua própria comunidade, terá que pagar para gerar tráfego ao seu site ou aproveitar o público de outra pessoa, até que você possua seus próprios seguidores.

O contato com bloggers é uma ótima forma de criar prestígio para seu produto e ficar à frente de compradores interessados. Peça para que bloggers confiáveis destaquem ou avaliem seu produto. Se eles possuírem um público engajado que confie em suas opiniões, isso poderá gerar muito tráfego e vendas.

14- Anúncios no Reddit

Embora a maioria das empresas não utilize anúncios no Reddit, eles podem ser bastante eficazes. Na verdade, às vezes, as redes de publicidade menos utilizadas são as mais rentáveis, pois o custo é mais baixo e há mais oportunidades para se destacar.

Tente fazer anúncios no Reddit para promover seu produto. Você pode criar um post patrocinado em subreddits relacionados ao seu negócio. Utilize-o para falar sobre seu produto e oferecer um desconto. O principal é garantir que ele combine bem com os outros posts do subreddit.

15- Loja Pop-Up

Se o seu negócio for online, você não precisa abrir uma loja de varejo para aproveitar os benefícios das vendas pessoais. Ao invés disso, você pode abrir uma loja pop-up (temporária). É provável que na sua cidade haja algum espaço ocioso que adoraria sua presença por uma semana – ou até mesmo apenas por um final de semana – para abrir sua loja.

Abrir uma loja pop-up irá ajudá-lo a criar exclusividade em torno dos seus produtos, obter cobertura da mídia local, aproveitar as vendas sazonais, descarregar o estoque antigo e conversar pessoalmente com seus clientes, para conhecê-los melhor.

16- Blog

A prática do blogging é uma ótima maneira de promover sua loja virtual. Quando feito com qualidade, o blogging pode ser uma forma eficiente de gerar tráfego e promover o estilo de vida dos seus produtos. De fato, um estudo feito pelo Hubspot descobriu que, quanto mais você utiliza o blog, mais tráfego seu site recebe.

Utilize seu próprio blog para gerar tráfego e promover seus produtos. Quando feito de forma eficaz, o blogging gera tráfego a partir de motores de busca, atrai clientes e chama a atenção da mídia e de bloggers famosos que podem escrever sobre você.

Leia também: Como criar um blog de sucesso para o seu e-commerce

17- Instagram

O Instagram possui mais de 400 milhões de usuários ativos, e seu foco no visual é perfeito para promover produtos. Metade desses usuários está diariamente no Instagram. Qualquer marca faria muito bem ao divulgar seus produtos nessa plataforma.

Existem diversas formas de utilizar o Instagram para promover sua loja online. Você pode compartilhar imagens cativantes dos seus produtos, compartilhar um vídeo em stop motion de um dos seus produtos em ação, realizar um concurso ou entrar em contato com perfis influentes no Instagram para pedir-lhes que compartilhem seu produto.

18- YouTube

Em 2014, o YouTube se tornou o segundo maior mecanismo de busca, atrás do Google. Além disso, os vídeos do YouTube podem ficar ranqueados em motores de busca tradicionais como o Google. Isso significa uma incrível oportunidade de tráfego.

Você não precisa criar um vídeo viral para obter resultados no YouTube. É possível promover seus produtos a partir de vídeos interessantes ou prestativos. Muitas pessoas podem atualmente estar buscando seus produtos ou sua marca no YouTube. Ao criar um canal de marca, com seus próprios vídeos, você pode controlar a narrativa.

19- Vine

Embora o Vine não esteja tão na moda como costumava, ele ainda é uma plataforma bastante utilizada. Em agosto de 2015, existiam mais de 200 milhões de usuários ativos. Essa plataforma única permite aos donos de smartphones criar e visualizar vídeos de seis segundos. Ainda existem muitas oportunidades para as marcas promoverem seus produtos na plataforma.

Uma forma de fazer isso é criar seus próprios vídeos exibindo seu produto, realizar um concurso ou engajar os clientes de alguma outra forma. Outra solução é entrar em contato com usuários populares do Vine e ver se eles podem promover seu produto.

20- Faça um Concurso

Os concursos são uma forma simples e acessível de levar sua marca à frente de muitas pessoas. Ao distribuir seu produto, você pode garantir que seu concurso chegue às pessoas certas: clientes em potencial.

No entanto, muitos concursos fracassam. Existem alguns erros fundamentais a se evitar ao realizar um concurso para promover sua empresa. Certifique-se de que a plataforma, o timing, a mensagem e as etapas que as pessoas devem atravessar para participar do seu concurso sejam muito bem pensados.

Produtos não são vendidos por conta própria. Felizmente, existem diversas maneiras de promover um produto da sua loja virtual. Encontre aquela que você mais gostar na lista acima e acesse o link para saber como colocá-la em prática!

Ter blog é divertido, cria presença na internet e traz um excelente retorno. Apesar de simples, contudo, requer alguns cuidados de criação e manutenção, nem sempre tão claros a quem está investindo nesse espaço.

A seguir, veremos alguns dos erros mais comuns entre blogueiros (iniciantes ou experientes) e o que você pode fazer para evitá-los e garantir o sucesso da sua página:

Promover a “poluição visual”

Já falamos sobre a importância de elaborar um layout harmonioso e sutil para o seu blog, mas é importante reforçarmos essa questão. Cores demasiadamente contrastantes, excesso de fontes e elementos desalinhados podem cansar rapidamente a visão do visitante, fazendo com que ele desista da leitura.

Outro fator que você precisa considerar é a formatação de todas as suas imagens e textos – seguir um padrão visual sempre sugere profissionalismo e dedicação. Use o mesmo esquema de cores e fontes em todo o conteúdo (uma tipografia especial para destacar os títulos ou dar um toque personalizado na assinatura dos posts, por exemplo), buscando manter um certo equilíbrio.

Para todas as dicas, não deixe de ler este artigo: 4 dicas para aprimorar o layout do seu blog

Não caprichar no conteúdo

O ideal é que o conteúdo do seu blog seja realmente relevante para quem o lê e, principalmente, transmita informações verídicas. Não publique nada de que você não tenha absoluta certeza – ou ao menos avise ao público quando algo ainda não está 100% determinado (como a data de um evento ou o valor de um produto não lançado). Evite também propagandas diretas, sem teor informativo.

Transparência é fundamental em todas as relações, e isso inclui a que você, como autor do blog, construirá com os seus leitores. Fazer afirmações enganosas, incertas ou de caráter exclusivamente publicitário pode prejudicar gravemente a sua credibilidade. Produzir conteúdo de qualidade não é fácil – requer pesquisa e constante aprimoramento – mas, sem dúvida, vale a pena.

Não criar páginas institucionais

Muitas vezes deixadas em segundo plano, as páginas institucionais podem dizer muito sobre o seu comprometimento com o blog e são um excelente recurso para trazer informações importantes que nem sempre cabem nos posts.

A página de “Sobre”, por exemplo, permite ao leitor conhecer um pouco mais de você ou do seu negócio. É o espaço ideal para contar sua história, apresentar a proposta dos seus produtos e convidá-lo oficialmente a conhecer sua loja virtual, por exemplo.

Outra página bastante comum e relevante em blogs é a de “Contato”. Nela, é possível incluir um formulário ou simplesmente informar seu endereço de e-mail e suas redes sociais. Assim, quando um visitante quiser falar com você de maneira “particular”, saberá exatamente onde procurar o melhor canal.

Ignorar a usabilidade

A usabilidade é um ponto importante a ser considerado no desenvolvimento de qualquer página da web – e não seria diferente com o seu blog. Coloque-se no lugar do seu leitor e avalie sua experiência de navegação. O que pode ser aprimorado para que ele permaneça por mais tempo em seu espaço?

Um elemento muitas vezes esquecido de ser avaliado pelos blogueiros é o sistema de comentários. Algumas plataformas como o Blogger e o WordPress oferecem um incluso, mas será que ele é suficiente?

Dependendo da sua demanda e dos dados que você deseja obter do seu público, pode ser interessante procurar um serviço diferente, como o Disqus ou o próprio sistema do Facebook. Não se esqueça também de desativar o captcha, que faz muitas pessoas desistirem de escrever.

Verifique ainda cada um dos recursos do seu blog para analisar se eles não estão deixando o carregamento da sua página mais lento. Talvez seja necessário reduzir a quantidade de plugins ou publicar vídeos com qualidade mais baixa.

Por fim, ative o feed do seu blog. Atualmente, muitas pessoas preferem acompanhar postagens por meio de um centralizador de conteúdo como o Feedly e o Bloglovin, que agrupam novidades de diversas páginas para que seus usuários ganhem tempo.

Leia tambémComo criar um blog de sucesso para o seu e-commerce. Resultado garantido!

Deixar de responder comentários

O grande trunfo dos blogs é possibilitar um diálogo constante e diversificado entre quem lê e quem escreve. Depois que as pessoas encontrarem o seu e se manifestarem, você precisará continuar a interação – ou todo o trabalho para atrai-los terá sido em vão.

Se você realmente deseja ver seu blog crescer e desenvolver um relacionamento com o seu público, separe um tempo diário ou semanal para responder aos comentários, fazendo outros questionamentos para prolongar a conversa. É com essa troca que você conquistará leitores fieis e interessados em saber o que você tem a dizer.

Tudo certo?

Prestando atenção a esses fatores você terá um blog atrativo e agradável aos visitantes. Nos próximos posts, aprenderemos a analisar os resultados do seu trabalho e tomar novas direções.

Este texto foi publicado anteriormente no Blog da Nuvem Shop.

O assunto e-commerce B2B como um todo é novo para muita gente. E invariavelmente surge a dúvida do que é uma plataforma de e-commerce B2B.

O primeiro grande erro que as pessoas tendem a cometer é achar que pode ser feito um “puxadinho” em uma plataforma B2C que ela vai passar a atender uma operação B2B. Em alguns casos específicos isto até pode ser verdade, porém quando falamos em projetos sérios e de grande porte, a coisa muda de figura.

Normalmente operações de e-commerce B2B exigem funcionalidades e modelos de negócio que afetam diretamente o núcleo do sistema. Por isso normalmente não funciona fazer adaptações em uma loja virtual de varejo para atender B2B.

Para ficar mais fácil o entendimento, vamos listar abaixo 10 características de uma operação B2B que precisam estar presentes na plataforma B2B:

1– Perfis de cliente

Esta é talvez a principal característica de um B2B, e que vai se desdobrar em outros pontos. Mas o principal é entender que clientes B2B precisam ser tratados de forma diferente.

Quando falamos em perfis de clientes B2C é mais com um foco no comportamento dele. Se é homem, mulher, se costuma comprar produtos do tipo X, ou Y, o que está procurando, etc. Mas quando falamos em B2B, os clientes devem ser necessariamente tratados de forma diferente.

Cada perfil de cliente compra determinados produtos, com níveis diferentes de preços, impostos, condições e formas de pagmento, etc. Então eles precisam ser classificados de forma diferente para que o sistema saiba como se comportar para atender cada um destes clientes.

2– Tabelas de preços

O primeiro ponto ao diferenciar os clientes é determinar qual seu relacionamento com a empresa. Numa regra bastante simplória, quanto melhor a relação comercial do cliente, melhor serão os preços que ele terá acesso.

Uma plataforma de e-commerce B2B precisa mapear as condições de preços que a empresa já possui com seus clientes. Isto significa normalmente trabalhar com várias tabelas de preços ou níveis de descontos, que são então vinculados aos perfis de clientes.

Normalmente, num site B2B não tem preços exibidos de forma aberta, por um simples motivo, não se sabe qual preço exibir. Como a tabela de preço é associada ao cliente, precisamos primeiro saber quem é este cliente para saber qual tabela de preço carregar.

3– Condições de pagamento

Da mesma forma que preço, as condições de pagamento em modelos B2B mudam bastante dos modelos B2C, e além disto, ainda costumam ser diferentes para cada cliente.

Compras B2B normalmente são faturadas, ou seja, o cliente faz o pedido e a empresa irá emitir os boletos para ele pagar. Em modelos B2C, o cliente precisa primeiro pagar o boleto, o dinheiro cair na conta para então a empresa mandar o produto. Em B2B temos normalmente modelos de pagamento faturado, com liberação de crédito e pagamento posterior.

Além de ter várias configurações possíveis de pagamento, elas também podem mudar por cliente. Da mesma forma que bons clientes tem acesso à melhores tabelas de preço, também acabam tendo acesso a condições de pagamentos melhores, com mais prazos, menos juros, etc.

4– Regras de pedido mínimo

Em um site B2C, se você entrar e quiser comprar apenas um produto, é o modelo mais comum que existe. Porém em B2B, algumas empresas acabam tendo regras de pedidos mínimos, seja de valor ou de quantidades de itens.

Empresas que operam em atacado, acabam tendo uma gestão logística e modelos de processamento internos que são focados em atendimento a pedidos maiores. E deixam pedidos mais “picados” para redes de varejo e distribuidores.

5– Aprovação de cadastro e limites de crédito

No B2B, temos modelos de pagamentos faturados, ou seja, para que um cliente passa fazer pedidos neste modelo, ele precisa necessariamente ter passado por um processo de aprovação de cadastro e de crédito.

Este processo é onde a empresa “confia” nos clientes e libera o envio dos produtos antes do pagamento. Neste processo, o cliente também tem um limite de crédito definido, ou seja, enquanto estiver dentro do seu limite de crédito, ele pode colocar pedidos a faturar.

Após passar o limite, podemos ter vários cenários como aprovação manual do pedido ou permitir apenas modos com pagamento antecipado.

6– Impostos

Compras B2C são muito mais simples porque o preço que está no produto é o preço que será pago. Quando falamos em vendas B2B, temos que considerar a parte fiscal, com impostos envolvidos como IPI, ST (Substituição Tributária), ICM e DIFAL (Diferença de Alíquotas).

Para cada estado, para tipo de empresa (contribuinte, não contribuinto, MEI) e para cada classificação fiscal de produto, os impostos e cálculos variam e mudam o total a ser pago. Com isso a plataforma de e-commerce B2B precisa necessariamente fazer todo este cálculo e apresentar para o cliente.

Caso este cálculo não seja feito corretamente, com certeza irão ocorrer problemas na integração dele com o ERP da empresa e/ou no momento de gerar a Nota Fiscal com os sistemas de emissão de NFe do governo.

7– Multi-CD

Por conta do tamanho das operações e também do problema fiscal, as empresas acabam tendo vários CDs. A escolha de qual Centro de Distribuição vai atender qual cliente pode ser uma definição tanto logística (onde está o estoque do produto, custo de entrega e prazo) quanto fiscal (despachar um produto de um CD ou outro pode mudar consideravelmente o custo de impostos).

8– Frete CIF/FOB

Este é outro ponto que muda bastante uma operação B2B. No varejo quando se compra um produto, tem um custo de frete, que dependendo de onde o cliente esteja, é até dado como grátis por conta de concorrência.

No B2B temos dois tipos de frete, o CIF (Cost, Insurance and Freight) é um modelo similar ao do B2C, que a empresa vendendo arca com todos os custos de transporte e seguro, sendo responsável por embarcar o produto em um operador logístico e entregar ele até o cliente.

No outro modelo, o FOB (Free On Board) o frete é totalmente por conta do cliente que está comprando. Ele faz o pedido e gerencia com uma empresa logística para ir buscar os produtos no vendedor.

Neste caso, quando o cliente está comprando, ao invés de colocar seu CEP e esperar um custo e um prazo, ele não tem custo de frete, mas precisa informar qual será a empresa logística que vai mandar buscar seus produtos.

9– Multi-catálogo

Em diferentes negociações com clientes, pode ser necessário que clientes diferentes vejam produtos diferentes. A empresa pode ter produtos que só podem ser vendidos a determinados clientes, seja por serem de venda exclusiva, seja por contratos de fornecimento, etc.

Então atrelado ao perfil do cliente, pode ser necessário a informação de quais produtos este cliente terá acesso de visualizar e comprar ao se logar no sistema.

10– Vendedores e representantes comerciais

Além dos clientes, os vendedores da empresa e os representantes comerciais também interagem com a plataforma de e-commerce B2B. Eles precisam ter acesso aos clientes que atendem, colocar pedidos, fazer acompanhamento e ter suas comissões computadas.

Normalmente os vendedores e representantes tem limites de atuação e devem seguir as regras comerciais de preços e condições de pagamento para cada cliente.

Controle, políticas de preços, atendimento, marketing e segurança: saiba como impulsionar os negócios em uma das principais datas do ano para o comércio

O Dia dos Namorados é uma das principais datas comemorativas para o comércio no Brasil. Em um cenário em que os consumidores estão mais cautelosos, diante do quadro atual de inflação, juros altos e desemprego em ascensão, estar preparado para chamar a atenção do cliente é essencial.

Como nessa ocasião muitos consumidores recorrem a internet para encontrar o melhor presente para o seu par, os especialistas da Serasa Experian prepararam uma lista de dicas para que as empresas de e-commerce impulsionarem o faturamento nesta data, sem esquecer da segurança.

“Toneladas de e-mails e mensagens atolam as caixas de entrada das pessoas na época de datas comemorativas. Mas isso não basta. É necessário ter planejamento, segurança e usar técnicas de diferenciação para atrair e agradar clientes em potencial e evitar prejuízos”, explica Juliana Azuma, superintendente de Marketing Services da Serasa Experian. Confira as dicas abaixo:

Política de preço

Fator preponderante para a decisão de compras, o e-commerce precisa focar no valor do produto para ter sucesso no Dia dos Namorados. Com uma solução de precificação inteligente é possível monitorar a concorrência e ter insights sobre as melhores oportunidades de subir ou baixar os preços.

Leia também: A dupla dinâmica do preço no varejo virtual

Controle interno

Gerenciar vendas e estoque são requisitos primordiais para definir promoções e não perder oportunidades de negócios. Para isso, conte com um bom software de gestão e sistema de backoffice.

Mais sobre controle de Logística: Como montar um projeto de centro de distribuição de e-commerce

Atendimento multicanal

Ter um bom relacionamento com o consumidor é essencial. Para isso, é imprescindível estar presente em diversos canais para atender o cliente da forma que ele precisar.

Sobre como automatizar seu atendimento: Como automatizar o atendimento ao cliente com qualidade e eficiência

Segmente e personalize

O cliente quer customização na hora de receber um e-mail marketing. Então jamais erre o nome dele. Além disso, cuidado para não oferecer produtos inadequados para aquele consumidor.

Sobre segmentação: As diferentes formas de segmentação

Conecte-se às redes sociais

Os botões de compartilhamento e likes podem aumentar a taxa de cliques nas ofertas enviadas por e-mail em relação às mensagens que não possuem. Pode parecer uma dica óbvia, mas deve ser sempre levada em conta no momento de criar uma nova peça para e-mail marketing.

Cuidado com o e-mail marketing das datas comemorativas: E-mail marketing e datas comemorativas: 6 erros de estratégia

Marketing digital

Não basta apenas montar uma boa estratégia de preço, tecnologia de ponta e canais de atendimento, é preciso trazer o cliente para dentro de casa. Invista em posicionamento, SEO, links patrocinados, redes sociais e e-mail marketing e aumente a chance de sucesso de vendas.

Dever de casa para qualquer empreendedor: São objetivos e estratégias bem definidos, e não o Marketing Digital em si, que geram resultados positivos

Blindagem de segurança

Independentemente do porte do comércio eletrônico, é importante utilizar um certificado digital de servidor para garantir que os dados inseridos na transação (como número do cartão, por exemplo) sejam protegidos por protocolos de segurança SSL (Secure Sockets Layer), que estabelecem uma conexão criptografada na transmissão das informações do consumidor.

Lojas que possuem este certificado podem ser identificadas, pois têm o http do endereço acompanhado de um “s” no final (https). Há ainda certificados que ativam um destaque em verde na barra do navegador, sendo facilmente reconhecido pelo visitante do site. Um ambiente seguro gera menos interesse de fraudadores e mais confiança do consumidor.

E ainda contribui com seu SEO: Como o Certificado Digital SSL pode contribuir com o SEO do seu negócio

Anti-fraude

Estudo feito pela Serasa Experian apontou que a maioria das fraudes no comércio eletrônico ocorrem durante a madrugada, entre 1 hora e 5 horas da manhã. Por isso, instituir o boleto como única forma de pagamento neste período diminui a chance da loja ser vítima de golpes.

Mais sobre como se proteger: Como proteger minha loja virtual das fraudes?

CPF não basta

No e-commerce, não basta avaliar o risco de fraude apenas com a consulta ao CPF utilizado na compra. É preciso levar em conta outros fatores como o dispositivo utilizado pelo comprador (computador, tablet, smartphone ou TV), cidade, estado e até país de onde vem a compra.

Para isso, há ferramentas antifraude específicas que criam regras capazes de apontar fatores suspeitos como, por exemplo, o uso de sites de tradução para realização da compra, que pode indicar fraude internacional. A ferramenta emite um alerta quando o comportamento suspeito é identificado.

Texto divulgado pela Serasa Experian.

Apesar do mercado de e-commerce brasileiro estar crescendo de forma acelerada, mais de 60% das lojas virtuais abertas no Brasil fecham as portas em cerca de 1 ano de atividade. Os motivos são diversos, como falta de investimento, planejamento incorreto, desinformação, etc.

Independente dos motivos, já é notável erros em comum que fazem parte da cultura de pequenos e médios lojistas, e que, sem dúvidas, interferem diretamente no crescimento e nas vendas.

Considerando este comportamento, listei abaixo 8 erros estratégicos mais comuns que pequenas e médias lojas virtuais ainda cometem e o porquê destas lojas caírem nas estatísticas de fechamento de 1 ano de atividade.

1 – Bater de frente com as grandes lojas

A maioria dos lojistas PME acreditam que podem entrar no mercado e brigar diretamente com os grandes varejistas online, o que é um erro.

Os grandes varejistas investem milhões em estratégias de marketing, possuem uma alta credibilidade do mercado, relevância nas buscas, preços competitivos e mais uma série de outros fatores que definitivamente não podem ser quebrados por uma loja virtual que não esteja à altura no quesito planejamento e investimento.

2 – Não trabalhar com um diferencial competitivo

Um lojista PME que não procurar vender um produto com um diferencial único, certamente terá grandes dificuldades em crescer.

A tendência do mercado é que cada vez mais surjam lojas virtuais para públicos e produtos específicos, até então não explorados. Invista o seu talento criativo em diferentes mercados e necessidades, ou seja, crie o seu próprio mercado, diferenciais e prospere nele.

3 – Definir o seu próprio preço

Segundo dados do E-bit, mais de 90% dos usuários pesquisam preços na internet antes de uma decisão de compra. Isso conclui que caso os seus preços não estejam ao mínimo na mesma faixa de preço dos concorrentes, mesmo que seja um produto exclusivo e diferenciado, dificilmente você terá vendas efetuadas. Quem define o preço é o mercado!

Estude com frequência as estratégias e preços de seus principais concorrentes e procure se adaptar ou, se possível, manter os seus preços mais baixos principalmente se você estiver iniciando no mercado de e-commerce.

4 – Investir em Marketing a curto prazo

Este sem dúvidas é um dos maiores problemas dos pequenos e médios lojistas. Definitivamente uma loja virtual que está entrando no mercado dificilmente terá sucesso nos seus primeiros 2 ou 3 meses de atividade, por uma série de fatores que vão desde visibilidade, aceitação do mercado, confiança dos consumidores, preços, entre outros.

Crie um planejamento de investimento em longo prazo, teste frequentemente as suas ações, mude estratégias e crie promoções e opções para o seu mercado.

5 – Acreditar no mito que o e-commerce é mais barato e mais lucrativo

Muitos lojistas iniciam seu projeto de e-commerce acreditando que seus produtos irão vender rapidamente nas primeiras semanas de atividade, e sem a necessidade de aplicar recursos.

O investimento no mercado de e-commerce é comparado a uma loja física, pois da mesma maneira que esta precisa investir em um bom ponto, vitrine e espaço físico, a loja virtual precisa investir em estratégias de Marketing em longo prazo para conseguir aparecer para seu público-alvo e a frente de seus concorrentes.

6 – Não ter foco em nichos de mercado

Outro grande erro é a falta de foco em nichos de mercado. Geralmente os lojistas PME querem vender de tudo e para todo o lugar, sem ao menos saber direito quem é o seu público-alvo, onde ele está e qual é a sua cultura e comportamento.

A tendência do mercado de e-commerce é que cada vez mais surjam lojas para públicos específicos, por nichos de mercado. Realize sempre um estudo sobre o mercado em que quer atuar, quem é o seu cliente, onde ele mora, suas necessidades regionais e então planeje as suas ações para a conquista deste novo mercado.

Leia mais: Em busca do produto perfeito: Por que investir em um e-commerce de nicho

7 – Se basear em estratégias de outros lojistas e agências

Cada nicho e segmento do mercado de e-commerce se comporta de uma maneira diferente e exclusiva. As estratégias que o seu “amigo” ou a agência dele esteja utilizando, provavelmente não dará certo com o seu negócio, pois se trata de um outro nicho, público, produtos e valores.

A única maneira de encontrar a melhor estratégia de vendas para os seus produtos é somente através de testes com investimento em estratégias de Marketing em longo prazo, aprender com os erros, receber feedback dos clientes e manter fontes de pesquisas com relação ao seu nicho de atuação e atividades executadas.

8 – Querer fazer tudo sozinho

Devido a ausência de um bom planejamento em longo prazo, muitos lojistas se iludem com relação as suas próprias expectativas criadas para um rápido crescimento,  e assim param todos os investimentos e começam a fazer tudo por conta própria.

Na maioria das vezes os alcances e vendas irão cair, pois é provável que o lojista, por si, não terá conhecimentos mais profundos nas diversas estratégias e ferramentas de marketing existentes. Procure sempre contar com equipes especializadas e que se encaixem com a sua cultura de trabalho e opções de investimento. Nunca tente fazer tudo sozinho.

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Kleber Liberato
CEO – Chiclé Digital