Tags Posts tagged with "logística"

logística

A greve dos caminhoneiros, que começou nesta segunda-feira (21), trouxe prejuízos para os lojistas de e-commerce. A redação do E-Commerce Brasil entrou em contato com varejistas para entender o impacto da paralisação e descobriu que, em alguns casos, o prejuízo no faturamento diário chega a 49%.

Segundo um levantamento da ROI Rocket, o volume de buscas nos 10 principais sites de e-commerce atendidos pela agência caiu em média 14,74% – a ROI Rocket atende lojas virtuais de segmentos diversos como moda, móveis, decoração, suplementos alimentares, artigos para casa e lazer, acessórios para carro e moto.

De acordo com o diretor da agência, Cristiano Pohren, os dados são baseados em campanhas de performance como Google Adwords. “O faturamento caiu em média 49,51%, e a taxa de conversão sofreu queda de 23,36%, sendo esta última a que mais afetou nossos clientes”, disse.

Para ele, o resultado negativo ocorre pela queda nos acessos nas lojas virtuais e pelo menor ticket médio, já que os usuários que entram estão comprando menos.

A incerteza nas entregas – os Correios suspenderam postagens do Sedex 10, 12 e Hoje – também está gerando impacto negativo nas vendas da Fiero Shop, loja especializada em moda e acessórios para inverno. Rodrigo Fitz, diretor de e-commerce da marca, relata que sentiu uma diminuição considerável na taxa de conversão, ao mesmo tempo que aumentou o volume de atendimento no SAC.

“O real impacto deste problema, na nossa opinião, deve acontecer entre 30 e 60 dias contando a partir do começo da greve, visto que muitas mercadorias já estavam em processo de entrega, a amplitude do problema ganhará outras proporções e a consequência é, de fato, extremamente prejudicial para a saúde do negócio”, lamentou.

No caso dos novos pedidos feitos no site, ele relata que não conseguiu enviá-los aos clientes – quando puder, com certeza chegarão atrasados.

Fitz relata que adotou uma estratégia clara de comunicação para informar com detalhes todos os consumidores sobre os problemas de entrega e como medida emergencial, aumentou em seis dias úteis o prazo médio de entrega, além de ter diminuído os investimentos em mídia – que devem ser retomados com mais força quando a situação for normalizada.

Já Everaldo Ribeiro, CEO e founder da Montar Loja localizada em Betim (MG), descreve que seus clientes estão impacientes pela demora no envio dos pedidos e disse ainda que 90% de suas notas fiscais estão paradas, sem coleta.

“Ontem, coletamos apenas seis pedidos, e isso representa apenas 20% do nosso volume normal diário”, afirmou. De acordo com ele, nesta quarta-feira (24) apenas uma transportadora passou na loja para fazer a coleta e que já está sem espaço para armazenar produtos que esperam pelas novas coletas.

“Somente os Correios coletaram normalmente, mas acho que é por ser franquia. Vendas no site e Mercado Livre estão em queda, em média 60% a menos neste momento”, disse. “Um fornecedor local foi bloqueado a 15km da loja e não conseguiu nos entregar um pedido que estava previsto para hoje”, continuou.

Ricardo Santanna, gerente vendas da Geral Parts, distribuidora e atacadista online de motores automotivos com 70 mil clientes em todo o Brasil, está antecipando os horários de coleta a fim de as transportadoras consigam realocar as entregas. Ele relata que seu principal problema de escoamento é no Estado de Minas Gerais, onde 50% dos pedidos estão sofrendo com uma média atrasos de três a quatro dias, devido a serem regiões distantes dos pontos de tracking das transportadoras.

“Estamos cedendo alguns descontos para entrega via transporte aéreo”, explicou. Além de Minas Gerais, a empresa possui filiais em São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Fortaleza e segundo Ricardo, a empresa já calcula uma queda de 35% no faturamento diário. Ele também começou a notificar os atrasos aos clientes por e-mail e que deve emitir um comunicado no site e nas redes sociais sobre os atrasos. Ele atribui a queda do faturamento à insegurança gerada para o cliente que quer comprar.

Frota própria

Anderson Carlos Diniz Silva, fundador da loja física e do e-commerce Orthovida Colchões, localizada em Curvelo (MG), teve um dos caminhões de sua frota própria barrado há dois dias no trevo de Arcos (MG).

Dentro do caminhão, que seguia para o sul de Minas, estão 114 colchões para berço. O motorista está dormindo no caminhão e se deslocando até a cidade mais próxima para comer. “Está complicado, bastante reclamações”, relatou.

Anderson pretende colocar um banner em seu site e está comunicando todos os clientes sobre a possibilidade eminente de atraso. “As vendas de colchões maiores basicamente zeraram via e-commerce.

Mesmo com a possibilidade de fechar maio com um faturamento de 10 a 15% menor que o normal, Anderson considera a greve legítima. “Apesar de todos os problemas causados, esta greve tornou-se necessária, em um momento em que toda a população, está de braços atados frente ao caos que se tornou nossa economia, e que esperamos que ela acabe com um resultado satisfatório para todo o país”, disse.

Publicado por Alice Wakai para E-Commerce Brasil.

A Copa do Mundo FIFA, que ocorre em junho, na Rússia, deve aquecer diversos mercados. As camisetas das seleções, bem como os aparatos decorativos devem ser amplamente comercializados nos quatro cantos do país. O segmento alimentício também vê a movimentação do evento com bons olhos: na última Copa, o setor faturou 25% mais do que o habitual, conforme dados da LCA consultoria.

Esses não foram os únicos setores beneficiados pelo espetáculo: o mercado televisivo teve alta de mais de 100%, ainda segundo a LCA. Esse número, que já chama atenção, pode ser ainda maior neste ano, já que a Copa não irá ocorrer em território nacional, como em sua última edição. Assim, mais pessoas podem se interessar pela aquisição de planos exclusivos ou de canais Pay Per View para acompanhar os jogos. É aí que entram os assistentes virtuais ou chatbots.

Isso mesmo, esta alta na demanda pode ser facilmente atendida com o uso de soluções com inteligência artificial para o atendimento ao cliente. O atendimento automatizado, por exemplo, além de mais rápido, gera uma nova experiência para os usuários que tem sua necessidade atendida rapidamente e um outro nível de experiência.

Para se ter noção da eficácia dos chatbots, a Sony conseguiu atender um aumento de 1200% na demanda de informações sobre seus produtos em uma das edições da Black Friday com a ajuda de soluções de assistente virtual que utiliza machine learning para atender os usuários.

Criada para simular um ser humano na comunicação com outras pessoas, a tecnologia dos chatbots pode impulsionar ainda mais a contratação de pacotes adicionais e/ou de planos de TV por assinatura no período por meio do atendimento automático e da redução de custos das empresas.

Como em todos os setores, o aumento da demanda significa, também, uma elevação dos custos de produção, manutenção e comercialização dos serviços. No caso das operadoras televisivas, a alta se dá na parte da infraestrutura física e digital para suportar os novos atendentes que realizam a venda de pacotes fechados e dos planos adicionais ou canais Pay Per View.

Assim, por meio da tecnologia e dos chatbots, todos os lados ganham: o consumidor consegue contratar, alterar ou ter suporte para suas necessidades de maneira mais rápida e assertiva e a operadora, por sua vez, atende mais pessoas sem precisar que o investimento cresça na mesma proporção.

Essa é a inovação dessa tecnologia, que por meio de aplicações de Inteligência Artificial, tende a se aprofundar para solucionar problemas específicos e gerais em menos tempo e com maior assertividade. Assim, todos os aficionados por futebol poderão, com certeza, acompanhar aos jogos de todas as seleções que desejarem com a praticidade na contratação do serviço.

O modelo de full service e-commerce – em que plataforma, hospedagem, controle do estoque, gestão financeira, marketing digital, televendas e logística são integrados em uma única estrutura completa que planeja, cria, executa e desenvolve a gestão de todo o projeto – ainda não é amplamente conhecido em território nacional.

Muitos dos gestores desconhecem o serviço, os players, formatos e premissas deste modelo. Assim, não vislumbram seus inúmeros benefícios. Veja a seguir três curiosidades sobre o segmento que podem lhe auxiliar a definir seu planejamento para 2018.

Falsa sensação de dependência

Muitas companhias possuem um certo receio que a parceria com uma empresa de full service e-commerce possa gerar uma certa dependência. O intuito em sua contratação é garantir que o empreendedor possa focar em seu negócio, garantindo o desenvolvimento e gestão de produtos internamente, enquanto todas as etapas da operação de vendas passam a ser realizadas de forma terceirizada.

Na prática, a união só viria a somar, pois ela oferece soluções para todos as fases, desde o atendimento, infraestrutura, tecnologia, passando pela distribuição, transporte, controle fiscal, otimizando custos, garantindo processos alinhados e relatórios enviados em tempo real.

Além disso, a empresa pode capacitar sua própria estrutura com maior foco em processos, sistemas e controles a partir da aceleração do know how de operação.

Formato de contratação

Após criteriosa análise do negócio, o projeto de full service e-commerce é estruturado e dimensionado de forma a se adequar à necessidade do cliente. Algumas empresas adotam a solução completa, outras optam por serviços específicos.

Nos Estados Unidos, onde este modelo é consolidado, acumulam-se cases de sucesso e clientes satisfeitos. Já se tornou tradicional por lá e os empreendedores comemoram os bons resultados operacionais e de vendas.

Inteligência no uso de dados

O ambiente online é muito rico em dados. De todos os tipos. E o melhor é que eles podem e devem ser coletados, medidos e analisados. Informação bem destrinchada é uma preciosa ferramenta para gestores desenvolverem estratégias a fim de obter melhores resultados em planejamentos, atingir clusters de maneira assertiva e, por fim, gerar negócios.

É também possível conciliar com inteligência analítica a fim de prever situações e mitigar riscos. 

O ano de 2018 chegou e trouxe junto diversas novidades para a economia nacional, principalmente no e-commerce. Apesar dos pesares, 2017 foi um ano que pode ser considerado bom para o setor. Mesmo com a crise nacional, o mercado nacional movimentou R$ 59,9 bi, apresentando um crescimento de 12% em comparação com 2016.

Para esse ano, segundo estimativas da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), a projeção é de alta de 15%, com R$ 69 bi transacionados. O e-commerce tem passado cada vez mais confiança para aos consumidores, que estão comprando cada vez mais pela internet.

Esse saldo positivo é impulsionado pelas novas tecnologias, tendências e inovações que surgiram ao redor do mundo. A expectativa é que os lojistas do varejo eletrônico invistam em formas de aprofundar a experiência do cliente, apostando em tecnologias móveis, aplicativos e aprimoramento de sua logística, que são as maiores demandas da atualidade por parte dos consumidores em relação ao que é oferecido pelas principais lojas e marketplaces no mundo.

Como uma vez disse Steve Jobs, a gente só entende um fato que acontece agora olhando para trás e vendo os pontos se conectando e o ano passado foi fundamental para o varejo eletrônico se sentir ainda mais otimista com os próximos meses. Sendo assim, conheça os trending topics do e-commerce para 2018 e aprofunde o seu conhecimento sobre eles:

Cliente deve ser a prioridade

Esse discurso ganha mais força a cada ano que passa. As grandes companhias de todo o mundo conseguem destaque ao centralizar o cliente, desenvolvendo todo um ecossistema ao seu redor de forma que ele se sinta parte da empresa.

Para 2018, as tendências mostram que esse ainda é o caminho e que a tecnologia deve ser aliada nesse processo.

Cultura de atendimento: o que é e como adotá-la na empresa?

Omnichannel

O termo foi amplamente divulgado em 2017 e se mostrou como um dos principais assuntos para diversos setores. No e-commerce, em 2018, ser omnichannel passará a ser o básico. Na China, a rede de lojas Hema, financiada pelo Alibaba Group Holding Ltd, elevou o termo a um novo patamar.

Nos últimos dois anos, a marca abriu 20 mercearias em cinco cidades. O seu grande diferencial, entretanto, é que todos os produtos possuem códigos QR, estimulando os consumidores a obterem informações, recomendações e itens relacionados ao efetuar a leitura do código por meio de um smartphone.

Além disso, o checkout é realizado exclusivamente via mobile, pelo Alipay. Lá, mais de 77% das pessoas utilizam esse tipo de meio de pagamento para facilitar as transações. Aproveitando o alto uso de smartphones, a empresa também possui um aplicativo que permite compras remotas, no qual a rede recebe o pedido e efetua a entrega dos produtos em até 30 minutos.

Assim, a rede incentiva o uso de tecnologias móveis, motiva os consumidores, oferece benefícios e facilidades e aumenta cada vez mais os seus números. Segundo a empresa, seus consumidores compram on-line uma média de 4,5 vezes mensais, conseguindo a marca incrível de conversão de 35%, métricas muito superiores às de varejistas web.

Logística

Serviços disruptivos, como Uber e Airbnb, se mostram eficazes e altamente aderentes para o público que busca por qualidade, opção e flexibilidade financeira. Seguindo o mesmo caminho, diversas startups de logística surgem e se destacam no mercado ao oferecer alternativas viáveis às companhias e atraentes aos usuários.

Por meio da economia colaborativa, essas empresas atuam, em geral, com aplicativos que permitem a solicitação de um motorista que transportará uma ou mais cargas para determinado local e será remunerado por entrega.

Ou seja, por um custo menor do que os oferecidos pelas transportadoras tradicionais, essas startups prometem maior eficiência e abrangência, gerando um grande valor para o lojista, que poderá criar novas dinâmicas de negócio, como a entrega expressa, que pode ser efetuada no mesmo dia, atendendo uma demanda dos consumidores, que estão mais exigentes em relação ao prazo de suas encomendas.

Uber lança novo serviço de entregas

Pagamentos

Tecnologias de reconhecimento biométrico e facial já não são novidades. Porém, associar esse tipo de tecnologia com ferramentas de pagamento on-line é visto como tendência no mundo do varejo eletrônico.

Pioneira nessa aplicação específica da tecnologia, a Dafiti, em parceria com o Santander Brasil, permite o pagamento pelo reconhecimento facial ou biométrico por meio de dispositivos mobile com o aplicativo da empresa. Apesar da solução ainda estar em fase de testes, a expectativa é alta e as possíveis aplicações, também.

Muitas transportadoras já oferecem ferramentas gratuitas para que lojas virtuais calculem o preço e o prazo de seu serviço de frete. Entretanto, poucos desses fornecedores garantem em contrato um alto grau de estabilidade e qualidade dos serviços – como precisão das informações.

A consequência é que, se o sistema da empresa cair, alguns clientes de seu e-commerce podem não conseguir concluir a compra do produto, reduzindo as vendas e afetando diretamente a credibilidade de sua empresa.

O prejuízo relacionado à instabilidade de um webservice gratuito pode ser ainda maior se você já investe em marketing digital (Google Adwords, comparadores de preços, retargeting, etc) para atração de clientes.

O cálculo do frete acontece no momento crítico da conclusão da compra, e se o seu cliente não consegue finalizá-la por questões de instabilidade, você perde não apenas aquela venda como uma possível recorrência no futuro.

Os gateways de frete se apresentam como alternativas a esse tipo de tecnologia, com a vantagem de contarem com infraestrutura de cloud computing com alto nível de redundância (garantida dentro e fora do Brasil) e taxas de SLA (Service Level Agreement, ou Acordo de Nível de Serviço) que chegam a mais de 99,5% de garantia.

O nível de serviço precisa considerar tanto a estabilidade, quanto o tempo de resposta no momento do cálculo.

Um dos grandes motivos do abandono do carrinho de compras em lojas virtuais é o frete – seja pelo seu custo de entrega em relação ao tipo e tamanho do produto, seja pelo prazo, muitas vezes estimado para mais por não ter um controle preciso. Um agravante nesse cenário é a margem de lucratividade cada vez mais estreita do e-commerce brasileiro.

Esses dois aspectos obrigam uma gestão de fretes mais assertiva – o que é possível com o auxílio de uma equipe especializada, que domine a tecnologia de um gateway de fretes, por exemplo. Além da precisão, esse aplicativo permite que o lojista crie campanhas inteligentes de frete capazes de aumentar a conversão.

O controle do valor exato do frete negociado com a transportadora também é um aspecto positivo a ser considerado no momento de trocar o webservice por uma tecnologia de ponta.

De toda forma, se a sua escolha for usar o webservice da transportadora que trabalha para sua loja virtual, é importante analisar o desempenho da ferramenta, buscando saber qual o grau de estabilidade do serviço e qual a precisão das informações que o sistema está informando aos seus clientes.

Vale fazer um teste interno, comparando os preços e prazos informados com aqueles que são efetivamente entregues. Se esses dados estão incorretos, você pode estar perdendo clientes e credibilidade no seu setor de atuação.

Texto publicado anteriormente no E-commerce Brasil.

Imagem do Planetpaper.com

A expansão do comércio eletrônico tem criado profundas mudanças em diversos setores do mercado, inclusive o de embalagens. Ao contrário da crença de que o invólucro do produto tem funcionalidade estética, agora vendedores online precisam repensar o acondicionamento dos seus objetos, que devem chegar intactos ao consumidor.

O principal objetivo do pacote é garantir a proteção do produto e isso é especialmente importante para envios de e-commerce, que muitas vezes enfrentam um sistema postal imprevisível. As consequências de um produto danificado podem ser medidas não apenas em dinheiro, mas também na reputação da marca.

De acordo com um estudo da Association for Packaging and Processing Technologies (PMMI), o custo de substituição de um item avariado pode ser até 17 vezes o custo do transporte, além disso, comentários negativos no site, resultantes de prejuízos com o objeto, podem levar meses para contrabalançar com os positivos.

A pesquisa Packaging for e-Commerce Success, realizada pela empresa Sealed Air, aponta que três em cada cinco americanos (58%) dizem que a sua relação com o lojista seria impactada de alguma forma se eles recebessem um produto quebrado ou danificado.

Quase dois em cada cinco (38%) admitem que iriam considerar a compra de um concorrente antes de comprar da loja novamente e um em cinco (20%) não faria novas compras nessa loja. Apesar dos dados serem referentes ao comportamento de compradores de outro país, é possível ter uma noção do quanto um produto danificado prejudica o e-commerce.

Para evitar essas situações e garantir uma experiência de marca positiva, é importante que a embalagem tenha o tamanho adequado para o objeto – assim evita que fique “chacoalhando” de um lado para outro – e seja resistente para suportar todas as etapas do envio. Itens de proteção como plástico bolha, almofadas de ar e isopor continuarão fazendo a diferença em decorrência de sua capacidade de proteger as mais diversas mercadorias.

Como reduzir danos no pacote:

1- Utilize materiais de embalagem resistentes e de qualidade;

2- Escolha uma caixa adequada ao produto, quanto mais espaços vazios no interior da caixa, mais chances do objeto se mover e ser danificado;

3- Para alguns vendedores, é melhor evidenciar sua marca no interior da caixa (como um cartão de agradecimento ou adesivo da empresa próximo ao objeto), do que colocar seu logotipo na parte externa para evitar roubos;

4- Invista em uma empresa de coleta, empacotamento e envio, que terá a expertise necessária para assegurar a embalagem mais apropriada à sua mercadoria.

O Brasil é um país de proporções continentais, o que torna o sistema de logística em território nacional um grande desafio para quem possui e-commerce. Aqui algumas alternativas à empresa estatal.

O lado bom de ter um e-commerce é que você pode vender para qualquer lugar do país e do mundo. O lado ruim é que nem sempre os Correios vão até lá.

Se já aconteceu de algum cliente tentar comprar na sua loja e na hora de finalizar a compra os Correios informarem que não entregam para aquela região, você sabe o quão frustrante isso pode ser.

Por mais que a estatal tenha presença na maioria dos 5.561 municípios brasileiros, existem algumas localidades que ainda não estão incluídas nesse serviço, e para não perder vendas, é bom que você esteja preparado para caso ocorra essa eventualidade.

Buscando alternativas para os Correios

Bom, enquanto os Correios não inauguram o serviço de entregas para o CEP do seu cliente, há alternativas no mercado que podem resolver o seu problema. Existem várias transportadoras especializadas em e-commerce e que podem chegar até a casa do comprador. As mais conhecidas e que possuem cobertura nacional são: Jadlog, UPS, Direct e Total Express.

Se um caso desses acontecer na sua loja e você realmente não quiser perder a venda, o primeiro passo é informar ao comprador que não será possível enviar a encomenda pelos Correios, mas que você está buscando outra opção.

Em seguida, entre em contato com as empresas de transporte e consulte qual delas atende o CEP do seu cliente. Se ele mora na mesma cidade que você, aproveite e consulte também serviços de motoboy ou ofereça a opção de retirar na sua loja ou escritório.

E se nenhuma empresa de transporte entregar no CEP do cliente?

É difícil, mas pode acontecer caso ele more em algum lugar perigoso ou muito isolado. A estatal indica que em áreas de risco será possível retirar a encomenda na agência mais próxima.

Neste caso, explique a situação para o seu cliente e, em última instância, pergunte se ele possui algum outro endereço (de parentes ou amigos de confiança, por exemplo) que seja atendido pelos Correios.

O Brasil é um país de proporções continentais, o que torna o sistema de logística em território nacional um grande desafio. Por mais que o serviço de transportadoras particulares venha ganhando popularidade entre lojistas virtuais, os Correios continuam sendo o principal parceiro logístico de quem possui e-commerce.

Em suma, é possível contar com os Correios para a maioria das entregas da sua loja online, mas tenha também um plano B para garantir que a logística não impedirá seu e-commerce de vender caso o cliente esteja em uma área que a estatal não abrange.

De modo semelhante a uma loja física, a devolução de produtos é uma parte inevitável das vendas online. É muito comum que as pessoas comprem produtos online e precisem trocá-los ou devolvê-los, seja por motivos de cor ou tamanho inadequado, ou ainda porque o artigo não atendeu às expectativas do cliente.

Muitos lojistas encaram esse tipo de situação como sinônimo de prejuízo, pois, em curto prazo, isso pode gerar custos extras, como despesas de logística reversa e de reembolso ou reposição do item que foi vendido.

O certo é que a forma como o lojista encara e gerencia o processo de devolução pode contribuir significativamente para a fidelização e conquista de novos clientes. A maneira mais prática para gerenciar esses casos é definir uma política efetiva para trocas e devoluções e deixá-la clara para o consumidor.

Pensando nisso, listei três dicas de como os varejistas podem otimizar seu desempenho na política de troca online. Confira:

Conheça a Legislação e tenha ela como ponto de partida para uma política de troca

O Código de Defesa do Consumidor (Lei 8078/1990) garante o direito do consumidor se arrepender de ter adquirido um determinado produto, seja qual for a razão, e devolvê-lo em até 7 dias, contando a partir do recebimento da mercadoria. Nesse tipo de situação o lojista deve arcar com todas as despesas de transporte e devolver o valor integral para o consumidor, como garante a legislação. A regra consta no artigo 49 da lei.

Casos de troca também possuem uma regra específica, regidas pelos artigos 18 e 35 do CDC. Os clientes têm até 90 dias para solicitar cancelamento ou troca caso o produto apresente defeito não sanado pelo fornecedor.

O artigo 35 também diz respeito ao cumprimento da oferta apresentada, como a entrega dentro do prazo. Caso haja descumprimento, o cliente pode aguardar pela chegada do produto, aceitar outro item no lugar ou cancelar a compra.

Portanto, não há escapatória caso o lojista se depare com qualquer uma das situações acima. Levar a sério a legislação, se preparar, definir mecanismos para fornecer um atendimento ágil, bem como disponibilizar condições para realizar a logística reversa e o reembolso em cada compra, é o melhor caminho para fidelizar o consumidor.

Tenha transparência na comunicação com os clientes

Por mais que a lei preveja qual deve ser a postura do lojista em cada uma das situações, é fundamental estabelecer uma comunicação clara e transparente com os consumidores.

Isso é particularmente importante em situações nas quais a loja não é obrigada a realizar a devolução ou troca, como em casos de produtos que não apresentem qualquer defeito e o prazo de desistência tenha sido superado.

Nesse caso é interessante criar uma política de troca e devolução que seja pública e amplamente divulgada. Uma boa dica é ter um link — fácil de visualizar em seu site — que leve o cliente para a página explicativa dessa política. Dessa forma, ele mesmo poderá conferir as regras e saber como organizar-se nesses casos.

Transforme sua política de troca em um diferencial para o negócio

A política de troca e devolução pode se converter em um diferencial para a loja online. Vale a pena comunicar de forma clara que a empresa valoriza o consumidor e apresenta soluções práticas para os principais problemas apresentados.

Isso pode ser feito por meio da orientação dos consumidores sobre algumas dúvidas comuns, como a garantia de fábrica. Muitas marcas dão garantia para que, caso o produto exiba algum problema nos primeiros meses de uso, o comprador entre em contato diretamente com o fabricante. Lembre-se de explicar em seu site como isso funciona.

Outra boa estratégia é ampliar o prazo de troca, que pode ser estendido em períodos sazonais, como Natal, Dia das Mães, Black Friday e outras datas do tipo. Caso seja viável, outra estratégia inovadora é enviar um produto novo antes mesmo de receber o antigo, agilizando o processo de troca.

Para que tudo isso funcione, vale a pena dedicar um setor ou um funcionário somente para essa função, com o objetivo de melhorar o relacionamento com o cliente e facilitar a troca de informações. A empresa também deve ficar atenta a possíveis casos de fraude, mas sem nunca insinuar que o cliente está agindo de má-fé sem que haja provas concretas disso.

Em parceria com a NET Internet separamos as principais vantagens e desvantagens das principais soluções de entrega de compras via e-commerce.

Tanto para quem está começando agora quanto para os mais veteranos do mercado e-commerce o frete é um fator chave para o sucesso do negócio. Segundo pesquisas, os consumidores são bastante influenciados na decisão de compra pelo preço do frete e pela confiança e agilidade na entrega.

Portanto, conhecer o seu público e definir claramente os objetivos do seu negócio são os primeiros passos para escolher qual solução de entrega será a mais indicada para a sua loja e seus consumidores.

Investir em frota própria ou terceirizar suas entregas?

Possuir uma frota própria trás grandes vantagens dependendo do tamanho do seu negócio. Ao optar por essa modalidade de entrega, a sua empresa ganha controle total sobre a operação e agilidade estratégica que juntas podem ser uma arma e tanto no processo de fidelização de seus clientes.

Mas nem tudo são flores. Investir em uma frota própria exige um alto investimento inicial e custos de manutenção e pessoal. Sua demanda precisa justificar tal estratégia. Portanto avalie bem se o seu e-commerce está pronto para esta modalidade.

Por outro lado, as opções de terceirização de entregas são uma excelente opção para a sua loja virtual aliviar os custos e ganhar abrangência. Entre elas estão modos mais convencionais como os Correios, as Transportadoras e as Frotas Terceirizadas. Além de modalidades mais inovadoras como a utilização de Couriers ou a abertura de Pontos de Retirada.

Correios: Maior abrangência e credibilidade

Se o seu objetivo é vender para todo o Brasil os Correios podem ser de grande ajuda para o seu negócio. A imensa cobertura da empresa de postagens oficial permite que você possa vender para locais mais distantes com um bom custo-benefício.

Além de oferecer diversos tipos de postagens de acordo com o peso e tempo de entrega, é possível integrar sua plataforma de vendas com o sistema de cobrança dos Correios. Assim, o consumidor pode calcular o frete no próprio processo de finalização de compra da sua loja.

Transportadoras: Opção estratégica e personalizável

O frete via transportadoras é uma ótima pedida para quem busca priorizar áreas estratégicas para o seu negócio. Apesar de, geralmente, terem menor abrangência em relação aos Correios a sua loja pode ganhar agilidade e personalização nos serviços de entrega.

Se você possui cidades ou regiões específicas com maior volume de vendas, você pode dedicar um serviço de entregas especial, negociando diretamente com a transportadora melhores custos e prazos.

Courier: Garantia de qualidade para entregas urgentes

Os serviços de Courier possuem uma excelente qualidade e credibilidade no mercado. Porém seus custos podem ser mais elevados. São ótimas opções para lidar com uma situação onde a intenção é evitar desgaste com os consumidores.

Possuem uma grande abrangência, inclusive internacional, possibilitando entregas para fora do país caso a sua loja ofereça tal opção.

Pontos de Retirada: Uma nova maneira de entregas de compras online

Essa é uma tendência mundial no mercado de e-commerce. Muitas lojas consagradas como a Amazon, por exemplo, estão disponibilizando a opção de retirada da mercadoria em pontos específicos. Os custos do frete caem até 30% e permitem ao consumidor uma maior controle de seu tempo.

É claro que tal estratégia não funciona para todos os tipos de produtos. A entrega em domicílio de móveis e eletrodomésticos de grande porte acaba sendo mais vantajosa para o cliente do que a sua retirada. Por isso é essencial estudar muito bem o perfil do seu público e a viabilidade desta modalidade.

Depois de conhecer melhor cada modalidade de frete vai ficar bem mais fácil pensar em como melhorar a qualidade, os custos e a satisfação do seu cliente. Estude o seu negócio e comece já a pensar em qual a melhor solução de entrega de compras online para a sua loja virtual.

Considerado um dos maiores desafios das operações de e-commerce, a logística precisa de uma atenção especial. Quando o assunto são os envios de mercadorias, todo tipo de cuidado é necessário para garantir uma excelente experiência de compra para o consumidor.

A armazenagem dos produtos

O processo de armazenagem precisa ser feito de forma cautelosa. Por isso, quando o assunto são as embalagens para e-commerce, é importante saber como escolher a melhor opção.

Qual modelo de gestão de estoque é ideal para seu e-commerce?

Etiqueta Sigep Web

As etiquetas Sigep Web são itens indispensáveis para o envio de encomendas pelos Correios. Esses itens contam com uma medida padrão de 107x138mm e 3mm entre linhas em um rolo de 35m.

O código de etiqueta deve ser obtido mediante contrato com os Correios. A empresa fornece em seu site um documento que aborda as principais dúvidas quanto ao serviço. Caso isso ainda não seja suficiente, é possível entrar em contato com a Central de Atendimento que se encontra no site.

Para a impressão dessas etiquetas, existem alguns modelos de impressoras térmicas específicas nos modelos: Argox, Zebra, Elgin e Datamax.

Caso adquira alguma dessas impressoras, não se esqueça de configurá-la corretamente no programa dos Correios.

Embalagens para e-commerce

Quanto às embalagens para e-commerce, existem diversas opções nos mais variados tamanhos e modelos, quer para caixas ou para envelopes. A estatura e o tipo dependerão do tamanho do produto vendido, porém o mais importante é a segurança da encomenda.

Os envelopes de segurança geralmente são revestidos com plástico à prova de violação, umidade, rachaduras. Possuem adesivo Hot-Melt (não derrete fácil o adesivo em altas temperaturas). Além disso, o saco zip lock pode ser utilizado para o envio de nota fiscal.

Os itens mais comuns são as caixas de papelão. Elas possuem tamanhos variados e são muito similares àquelas comercializadas pelos Correios.

Após uma rápida pesquisa, você encontrará empresas especializadas na venda de caixas por atacado.

A importância da embalagem no E-commerce

Embalagem para notas fiscais

Para o envio de documentos importantes, como é o caso das notas fiscais, existem envelopes e sacos plásticos especializados.

Esses sacos plásticos para notas fiscais (DANFE, AWB, CANGURU) tem suas singularidades devido a tamanhos diferentes para cada necessidade.

Esses produtos são autoadesivos resistentes com abertura no verso para inserção do documento, tecnologia Hot-Melt, além de proteger e manter o documento sempre visível.

O cliente final sempre observará o cuidado com o preparo do envio da mercadoria, antes mesmo do produto em si. Por isso, procure sempre causar uma boa impressão.


Leia mais sobre o tema:

7 Indicadores logísticos essenciais no e-commerce