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A jornada do consumidor no ambiente digital torna-se cada vez mais complexa. De acordo com um estudo da Salesforce, pode haver facilmente entre 6 a 8 pontos de contato diferentes antes de uma venda ser concluída no ambiente online. Sendo assim, entender essas etapas e definir quais delas são mais efetivas é fundamental para que os comerciantes focados em performance possam alocar o seu orçamento na fonte de tráfego correta.

Imagine, por exemplo, que um usuário visita seu e-commerce a partir de uma pesquisa paga, visualiza um produto específico, mas não compra nada. Uma semana depois, ele clica em um banner publicado por um de seus retargeters. No mesmo dia, ele clica pela segunda vez em uma de suas campanhas de e-mail. Finalmente, ele volta ao site por outro anúncio e faz a compra.

Qual fornecedor foi o responsável pela venda? Onde você deve investir no longo prazo para garantir o sucesso da sua campanha?

Existem várias maneiras de atribuir o sucesso de cada provedor e, portanto, responder às perguntas acima. Mas vamos analisar inicialmente os modelos mais populares:

Primeiro clique

A atribuição por primeiro clique é um dos modelos mais simples. Ele assume que a primeira fonte que levou o usuário ao site, independentemente do que aconteceu depois, deve ser 100% creditada para a conversão.

Mas supor que o primeiro anúncio clicado é o mais importante, muitas vezes, pode levar a conclusões erradas. Isso porque a jornada digital de um consumidor não começa e termina em um único momento. Pode levar dias ou semanas desde o primeiro contato com a campanha até a compra ser feita.

Último clique

A atribuição por último clique é o modelo mais utilizado no marketing de performance.

Esta regra credita a última fonte de tráfego paga como aquela responsável pela conversão – mesmo que uma fonte não paga tenha ocorrido diretamente antes da conversão, como, por exemplo, o tráfego direto (digitando o endereço da loja no navegador).

Linear

Neste modelo de atribuição todas as fontes de tráfego que foram clicadas antes de uma conversão serão creditadas igualmente.

Porém, imagine que se três ou cinco fontes de tráfego, por exemplo, forem atribuídas a um sucesso, será difícil descobrir qual ferramenta realmente foi a mais eficaz para incentivar aquela compra.

Com base na posição

Este é um modelo de atribuição que leva em conta a ordem ou a posição de cada ponto de contato antes da venda. Nele, ao invés de creditar 100% da conversão à primeira ou à última interação, o crédito será dividido entre elas – normalmente se atribui 40% de conversão ao primeiro e ao último canal, e os 20% restantes são divididos entre os intermediários.

De forma geral, para definir a quem se deve atribuir uma conversão, é sempre importante conhecer toda a jornada do consumidor antes da compra. Isso porque, é perfeitamente comum ocorrer mais de um clique de um mesmo parceiro em uma mesma conversão, por exemplo, o que significa que o usuário ainda pode estar se decidindo.

Vale ressaltar, por fim, que atribuir sucesso a um provedor não trata necessariamente de “escolher o melhor retargeter”, mas sim descobrir como os orçamentos de marketing devem ser alocados, de acordo com os objetivos específicos de cada campanha e a jornada do consumidor envolvido

Isso implica também na escolha por considerar ou não na estratégia os tráfegos direto e orgânico, por exemplo, tendo em vista que esses fluxos não podem ser escalados da mesma forma que as mídias pagas.

No fim do dia, o uso do modelo de atribuição apropriado ajudará a aumentar a eficácia da sua campanha de retargeting, pois ao atribuir cada conversão a uma fonte, você poderá comparar facilmente o resultado final de cada provedor.

Com este método, fica mais fácil otimizar o orçamento de marketing para obter os melhores resultados possíveis.

As estratégias Adwords e SEO podem parecer investimentos opostos para que as marcas estejam no topo das pesquisas no Google. É sempre importante destacar que estas estratégias são totalmente complementares.

Enquanto uma se baseia na compra de anúncios, a outra exige a criação de conteúdo de qualidade para conseguir resultados orgânicos. Importante ainda lembrar que o percentual de investimento em SEO e em links patrocinados deve ser atrelado ao estágio de desenvolvimento do produto ou serviço.

Um produto novo, que ainda precisa levantar demanda, terá que contar fortemente com a rede de display do Adwords. Não adianta a marca ou produto estar em primeiro lugar do Google na busca orgânica se este termo não for procurado por ninguém. Abaixo listei os três principais motivos que fazem com que o SEO forme um casamento perfeito com os Adwords.

1- Tráfego gratuito e de qualidade

O bom posicionamento nos resultados orgânicos do maior site de busca do mundo permite que a marca tenha tráfego gratuito e de qualidade, ou seja, apenas de quem se interessa pelo seu produto ou segmento.

Quem está no primeiro ou segundo lugar do Google, para um termo de alto volume de busca mensal, vai ter muitas visitas sem a necessidade de se investir muito dinheiro em anúncios patrocinados. O investimento em Adwords funciona justamente para que a marca chegue neste ponto.

Como produzir blog posts e descrições de produtos pensando em SEO?

2- Otimização dos anúncios em longo prazo

Os resultados dos investimentos em SEO ocorrem em médio e longo prazo. Em geral, os melhores resultados na busca orgânica costumam vir com o tempo, porque o trabalho de otimização de sites e geração de conteúdo de qualidade ganham força com o passar dos meses.

As melhores estratégias de SEO consistem em melhorar o conteúdo das páginas, manter o site sempre atualizado, com uma ótima experiência de navegação para o usuário. É preciso escrever conteúdos otimizados, com os termos e palavras-chave que são mais utilizados pelos usuários no momento da busca.

Por fim, é importante investir em Adwords e SEO ao mesmo tempo. Enquanto o primeiro traz resultados imediatos, o segundo colabora para o investimento em anúncio caia gradativamente nos meses seguintes.

Google AdWords para e-commerce: a solução para aumentar as vendas

3- Mais barato que o Adwords

O objetivo é que a empresa não tenha que investir pesadamente em anúncio quando os resultados de SEO começarem a aparecer. Conforme se conquista competitividade alta no Adwords e uma demanda alta de buscas, o SEO é que vai precisar receber maiores investimentos, por conseguir ser mais barato que o Adwords no final do processo.

Por fim, estas estratégias do Maketing Digital têm como um de seus pontos mais interessantes a possibilidade de mensurar a eficiência de uma campanha. Você pode realizar testes para ver qual modelo de página converte melhor ou qual anúncio gera mais resultados, além de medir a taxa de conversão e otimizar as ações de marketing para atingir o melhor resultado.

Uma estratégia completa de marketing digital deve contemplar diversas ações para melhoria do posicionamento nos resultados orgânicos e uma constante otimização nos anúncios de links patrocinados em busca do melhor retorno sobre o investimento. Por isso, além de anunciar no Google, também é interessante explorar os anúncios patrocinados em redes sociais e sites de nicho que cedem espaço para publicidade.