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Você já deve ter lido centenas de textos e guias sobre como elaborar um bom currículo, mas aqui estão algumas dicas que com certeza são novas para você e vão ajudar a deixar seu currículo ainda melhor!

Primeiro é importante que você saiba quais são os principais objetivos de um currículo:

1- Atrair a atenção do RH

Em meio a milhares de currículos que o selecionador de RH recebe todos os dias, fazer com que ele se interesse exatamente pelo SEU currículo é o primeiro passo.

2- Manter o selecionador interessado na leitura

Após despertar o interesse do selecionador de RH pelo seu currículo, você precisa fazer com que ele continue querendo ler seu currículo até o fim.

3- Ser convocado para a entrevista

Após o selecionador de RH ter lido totalmente o seu currículo, você só será convocado para a entrevista se o selecionador tiver uma boa impressão e gostar do que leu. Se suas experiências estiverem condizentes com seus objetivos profissionais, se o currículo está bem escrito, sem erros de português, entre muitos outros fatores que vou comentar neste post.

Considere esta maneira de encarar o seu currículo:  ele nada mais é que seu material publicitário, que vende um produto principal: você mesmo! O material deve ser elaborado como um folder ou folheto promocional, destacando o que o você tem de melhor e suas principais forças.

Pensando nisso, sugerimos uma forma bastante prática para construir um bom currículo.

Como fazer um bom currículo?

Primeiramente vamos dividir o currículo em duas partes:

  1. Identificação, dados pessoais e dados de contato
  2. Dados de formação e da sua vida profissional

A primeira parte é bem simples e fácil. Vamos deixar o nome sozinho, numa linha e escrevê-lo com fonte número 12.

Abaixo do nome colocaremos os outros dados, divididos em duas colunas, uma alinhada à esquerda e outra à direita. Vamos utilizar aqui fonte número 10.

Faça uma linha de divisão entre a parte 1 e 2 e vamos agora para a segunda parte.

Comece a segunda parte com seu Objetivo Profissional. Ele deverá estar sozinho na linha e ser escrito com uma fonte maior do que a do seu nome. Vamos utilizar aqui o tamanho 14 para fonte.

Agora, vamos subdividir estes próximos textos em cinco grandes grupos:

  • Grupo 1:  Principais Qualificações
  • Grupo 2: Formação e Experiências profissionais
  • Grupo 3: Idiomas, cursos e informática
  • Grupo 4: Prêmios, viagens e trabalhos voluntários
  • Grupo 5: Observações ou Informações Adicionais

Relembrando os três objetivos que o currículo precisa atingir e fazendo um paralelo com o que já dissemos até agora:

  • As informações do Grupo 1 servem para atrair a atenção do selecionador para o seu currículo e criar nele a vontade de continuar lendo.
  • Os outros grupos (de 2 a 5) são relacionados ao objetivo número 2, que é manter a atenção do selecionador, e a ordenação destes grupos serve para apresentar as informações de acordo com a relevância de cada assunto. As informações mais relevantes aparecem primeiro. Com isso, continuamos mantendo a atenção do selecionador para a leitura total do currículo.
  • Por fim, a informação que estiver contida no currículo e a forma como esta foi escrita é que despertará, ou não, o interesse do selecionador para chamá-lo a uma entrevista presencial.

A ilustração abaixo demonstra a estrutura básica de um currículo:

modelo-de-curriculum

Coloque no Grupo 1 seus pontos mais fortes, pode ser sua formação, uma de suas experiências profissionais, um prêmio importante, uma viagem, enfim, qualquer coisa que esteja muito alinhada com o seu objetivo profissional e que seja muito relevante para o cargo pretendido.

Já nos grupos 2, 3 e 4, você pode alterar a ordenação das informações que estão dentro de cada grupo. Por exemplo, no Grupo 1, se você tiver pouca experiência profissional e uma boa formação, deixe a Formação em primeiro lugar e a experiência em segundo. Já, se você tiver mais idade e sua experiência profissional for bastante relevante, coloque as experiências profissionais primeiro e só depois, a sua formação acadêmica.

Faça o mesmo com os outros grupos, ordene-os internamente de acordo com as suas informações mais relevantes. Veja um exemplo de um currículo construído com este formato: http://curriculo.com.br/exemplo

Com um currículo bem estruturado suas chances para ser convocado para a entrevista, aumentam.

Foi chamado? Parabéns! Seu currículo cumpriu a sua função.

Agora aproveite este encontro presencial com o selecionador, venda corretamente seu produto (você!) e conquiste seu novo emprego.

Boa sorte!


Este artigo é parte integrante do novo Manual da Recolocação Profissional, produzido pela Curriculum.com.br.
Novos artigos são publicados toda semana, até que o conteúdo integral do Manual esteja inteiramente publicado.
Acesse aqui mais artigos do Manual.

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Analista de E-commerce
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Identidade Profissional no LinkedIn ou CV.doc? Em qual tempo você está?

Estando à frente da Universidade Buscapé desde 2012, já faz parte do meu dia a dia receber CVs de pessoas que desejam trabalhar com E-commerce ou Marketing Digital, e me perguntam se eu poderia divulgá-lo para minha rede de contatos.

Minha pergunta padrão de uns tempos para cá é: antes de me enviar seu currículo, me diga como está sua “Identidade Profissional”? E a resposta também padrão que ouço é: hein?

Apesar de esta situação ser recorrente, posso afirmar que em contrapartida uma parcela significativa dos profissionais com quem tenho contato já descobriu que aquela prática de revirar o HD para achar o arquivo “CV.doc” e atualizá-lo com suas últimas experiências profissionais é bem diferente de já possuir um perfil consistente no LinkedIn (e não importa se está a procura ou não de um “novo desafio” ) e frequentemente adicionar novos projetos, cursos, experiências e etc. Em outras palavras, trabalham a sua própria “marca corporativa” , também conhecida por Identidade Profissional.

Uma coisa que poucos sabem é que a verdadeira quebra de paradigma do LinkedIn é dar a possibilidade de se analisar  propostas  de emprego quando justamente não se está precisando e com isso impulsionar a carreira naturalmente.

Se você ainda não está convencido desta tendência aí vão alguns dados interessantes sobre o LinkedIn:

 Desde que fincou escritório no Brasil no final de 2011 viu sua rede expandir de 6 para 15 milhões e no mundo já soma mais de 300 Milhões de perfis. Veja também: LinkedIn ultrapassa Twitter como rede social mais usada no Brasil.
 A ferramenta Job Recruiter que permite aos recrutadores de qualquer empresa pesquise com precisão um perfil na rede é a principal fonte de receita do LinkedIn, ao contrário do Google e do Facebook que ainda são muito dependentes do faturamento dos anúncios.
 É possível aumentar muito a visualização do seu perfil simplesmente deixando-o mais completo e atualizado, pois isso é um dos principais parâmetros considerados nos resultados de busca.
 No mundo o segundo segmento de maior aderência de Medicina e Saúde, mostrando que a  ainda existe  muito a crescer no Brasil em termos de novos perfis de profissionais.
 80% das pessoas que acessam o Linkedin não estão procurando emprego, mas sim consumindo conteúdo e se relacionando com sua rede contatos. Leia mais: Qual rede social usar: Dois Contextos, Dois Mindsets.
 O Slideshare é uma empresa do LinkedIn e isso possibilita o uso de apresentações de forma simples e totalmente integrada no perfil.
 Suas funcionalidades mudaram muito nos últimos dois anos, estão mais amigáveis, o design mais bonito e cada vez mais parecido com seu “primo”, o Facebook.

É fato que não basta simplesmente sair recheando de texto o seu perfil. Para obter os melhores resultados é preciso entre várias coisas, fazê-lo de forma organizada, usar corretamente o endosso da sua rede de contatos e obviamente manter absoluta veracidade no conteúdo apresentado.

Como este assunto apesar de não ser novo, está começando a ganhar forca na carona do crescimento acelerado do LinkedIn, começam a surgir cursos, e-books e posts em blogs especializados sobre o tema.

E então? Bora se informar e dar aquele lustre nos bytes da sua Identidade Profissional?

Como melhorar o perfil no LinkedIn. A dinâmica de trabalho dos recrutadores e das empresas que buscam novos profissionais mudou bastante nos últimos tempos. Para a alegria dos headhunters, o processo de seleção de candidatos, antes moroso e complicado, agora pode ser feito quase que instantaneamente e com muito mais precisão do que no passado. A internet, sem dúvida, teve papel fundamental nesta transformação, já que trouxe consigo inúmeras formas de facilitar e tornar mais acurado o processo de busca de candidatos qualificados.

O LinkedIn é uma destas ferramentas. A rede social, focada no perfil profissional dos usuários, vem se tornando quase que indispensável neste processo, desbancando inclusive os tradicionais currículos, tanto em relevância quanto em quantidade/qualidade de dados.

A plataforma, contudo, não apresenta benefícios apenas para os recrutadores. Ela é especialmente útil para os que estão à procura de oportunidades, pois oferece uma série de possibilidades que, se bem aproveitadas, podem garantir que o candidato leve vantagem sobre seu concorrente.

Pensando nisso, o site Mashable publicou um artigo que reúne seis dicas da perita em carreiras do LinkedIn, Nicole Williams, para que os usuários tenham mais chance de atrair o interesse das empresas. Confira:

1. Uso de palavras-chave

Os mecanismos de busca do LinkedIn – assim como os do Google, Bing, Yahoo… –, funcionam por meio do uso de palavras-chave. Desta forma, ao atualizar o seu perfil tenha o cuidado de listar os termos que tenham ligação direta com você e com suas habilidades. É importante pensar como os recrutadores e escrever no perfil as palavras que você imagina que eles buscariam, por exemplo: ao invés de usar “estratégia digital”, prefira “estrategista digital”.

2. Fotos legais

Entre um candidato que possui foto e outro que não possui, o primeiro geralmente leva vantagem. Daí a importância de uma boa imagem para ilustrar o seu perfil. Mas cuidado: prefira fotos mais sóbrias e que tenham alguma relação com sua atividade; deixe as mais descontraídas para o Facebook.

3. URL personalizada

O uso de uma URL personalizada (ex: http://br.linkedin.com/in/romero/) permite que seu perfil seja listado em buscas no Google. Isso torna mais fácil para os recrutadores encontrar seu perfil e compartilhar suas informações com outros recrutadores.

4. Peça recomendações

Solicite que seus antigos chefes e colegas recomendem o seu trabalho no LinkedIn. Isso pode ajudar o recrutador a perceber quais são os seus pontos fortes, bem como a avaliar as suas experiências profissionais passadas. No entanto, atente que a parte mais importante da recomendação não é necessariamente o conteúdo, mas o fato de que ela existe em si. Isso mostra que alguém estava disposto a tirar um tempo para atestar pessoalmente suas capacidades.

5. Se conecte à pessoas estratégicas

Quanto mais conexões você tiver no LinkedIn, mais provável você aparecer nas buscas de um gerente de contratação. Mas atenção: não saia adicionando todo mundo indiscriminadamente. Escolha suas conexões estrategicamente e tenha o cuidado de mandar solicitações personalizadas.

6. Compartilhe conteúdo

Por último, não use o LinkedIn como um canal fixo para abrigar o seu currículo. É preciso que você se engaje na plataforma, compartilhe conteúdo útil regularmente e comente as publicações das suas conexões. Isso vai garantir que você chame a atenção do headhunter, que vai analisar suas posições sobre diversos assuntos.

Para ter mais informações sobre o tema, acesse o artigo do Mashable AQUI.

Publicação do Blog do Romero Rodrigues.