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Como investir em novas tecnologias pode ser fundamental para o sucesso do varejo online

O comércio eletrônico, embora ainda considerado em estágio inicial quando comparado ao já estabelecido e sólido varejo tradicional, ganhou força na última década. Considerado um fenômeno global, só no Brasil o segmento e-commerce faturou R$ 44,4 bilhões em 2016, segundo dados da Ebit, empresa com foco em inteligência de mercado. Apesar do cenário econômico desfavorável, o setor apresentou aumento de 8% no tíquete médio, passando de R$ 388 para R$ 452.

O grande sucesso para essa forma de consumo se dá, principalmente, devido à adaptação do segmento às necessidades do consumidor contemporâneo. Isto significa que os desafios iniciais enfrentados pela indústria – especificamente relacionados à confiança do consumidor na qualidade do produto, formas de pagamento, cronograma de entrega, opções de devolução ou troca e escala de operações, entre outros – foram, até o momento, solucionados.

É chegada, então, a hora de destinar tempo e recursos para o aprimoramento de ferramentas, ações que se mostrarão fundamentais para resultar numa experiência de compras ainda mais significativa aos consumidores.

Com projetos digitais borbulhando a todo o momento e uma oferta de profissionais de tecnologia curiosos e criativos, apostar em projetos e investimentos voltados aos dispositivos móveis parece ser um movimento certeiro, para não dizer fundamental, quando o assunto é plataforma e-commerce.

Isso, claro, sem falar nas gigantes varejistas internacionais que já investem em práticas ainda mais visionárias, tendo como exemplo a chinesa Alibaba, que em julho de 2016 lançou a Buy +, um espaço que permite aos consumidores comprar em um ambiente virtual, com visualização 360º de produtos como roupas e calçados, utilizando apenas um capacete de realidade virtual e controladores de mão.

O grande motivador para a posição visionária da companhia é o seu lucro anual, que quase duplicou no quarto trimestre de seu exercício 2016-2017, impulsionado principalmente pelas transações através de smartphones e tablets, o que levou o grupo a atingir a marca de US$ 7,67 bilhões de receita total arrecadada.

Para as empresas que ainda não bateram a casa dos bilhões, o foco para investimentos em tecnologia pode permanecer sem maiores ressalvas na dupla de sucesso desktop & mobile, principalmente quando os dados reais do público-alvo mostram que o caminho não poderia ser mais seguro.

No Brasil, por exemplo, a chegada dos smartphones mudou o comportamento dos consumidores, que passaram a usar o dispositivo móvel como um dos principais caminhos para acessar o produto ou serviço desejado. De acordo com o relatório semestral Webshoppers, também apresentado pela Ebit, em 2016, 21,5% das transações online foram realizadas por meio desses dispositivos.

Somente no ano passado, a participação das compras virtuais via smartphones mais do que dobrou, chegando a 26% das compras online, no mês de dezembro. Ademais, 2016 também foi marcado por mudanças no algoritmo da Google, que passou a privilegiar os sites mobile-friendly, justamente em decorrência do aumento da busca e a do acesso a informações por meio de smartphones.

O mais importante, atualmente, é encontrar um meio-termo entre o extremo do investimento em um projeto de realidade virtual ou uma honesta adaptação do formato desktop para o mobile. Se os dispositivos ganharam força, com ela também há a responsabilidade em criar um ambiente capaz de transmitir a mesma segurança a qual os consumidores já estavam habituados a experienciar diante dos monitores de seus tradicionais PC’s.

O avanço da tecnologia versus o comportamento do consumidor online

Nessa discussão, entra em cena a dúvida sobre a melhor forma de apresentação do conteúdo para a otimização dessa experiência digital por meio dos dispositivos. O mais relevante, obviamente, é conseguir agradar os consumidores e fazer com que eles permaneçam o maior tempo possível conectados a um endereço de varejo online.

Entretanto, há sempre a dúvida sobre como balancear investimento e desenvolvimento, diante das opções de:

1) criação de um aplicativo nativo (o app);

ou 2) o ajuste do conteúdo do website já existente de acordo com as orientações de padrões de design responsivo ou adaptável – no qual a diferença se encontra na lógica que será aplicada para a apresentação da informação. 

Atualmente, acredita-se que os apps somam uma série de vantagens ao e-commerce. Os usuários desses aplicativos, muitas vezes, são os mais fieis clientes da marca, encorajados a utilizar repetidamente a ferramenta, diante de vantagens como a possibilidade de salvar itens favoritos, agilizar as formas de pagamento ou receber informações sobre ofertas especiais.

O fato de ter o ícone de uma loja presente na tela dos smartphones de seus clientes, por si só, já é uma forma de garantir presença no radar desses usuários. Entretanto, a pesquisa global Total Retail Survey 2016, realizada pela consultoria PwC revela que 60% dos e-consumidores temem a segurança cibernética de seus dados e não apreciam a ideia de ter informações bancárias armazenadas num aplicativo conectado a um dispositivo móvel.

Diante dessa realidade, volta à tona a discussão sobre a importância de oferecer um ambiente para mobile que seja tão eficiente quanto o desenvolvido para desktops, dando ao consumidor também a opção de acesso a essa versão, sem a obrigatoriedade de baixar um aplicativo, mas com a mesma garantia de uma transação segura e eficiente.

Não é de hoje que a Google mostra seu apreço por sites capazes de prover exatamente uma proveitosa experiência ao usuário, independentemente do recurso que ele tenha escolhido para navegar na web. Ainda em 2012, a pesquisa What Users Want Most From Mobile Sites Today, promovida pela própria Google mostrou, por exemplo, que 79% dos usuários de smartphones abandonariam o site em que estivessem navegando, caso ele não fosse claramente adaptável para seus celulares.

Desde então, a companhia não deixa de influenciar e alertar aos e-commerces ao redor do mundo sobre como uma boa experiência pode transformar um mero visitante em um cliente leal. Para se ter uma ideia, em seu último release relacionado ao tema, anunciado em janeiro deste ano, a Google fala sobre inovações na ferramenta Mobile Friendly Test, que testa a usabilidade dos websites e aponta as possíveis melhorias que podem ser realizadas, também disponível em versão API para monitoramento preciso de URL específicas.

Portanto, toda a avalanche de informações sobre novas tecnologias voltadas ao varejo online reforça a importância da constante atualização pela qual os e-commerces devem sempre atravessar com o intuito de fidelizar seus clientes, atrair novos consumidores e assegurar que as aquisições sejam realizadas com êxito.

Ao lado de uma estratégia de marketing muito bem estruturada, a tecnologia chega para atender as reais necessidades dos consumidores, que estão hoje num patamar diferenciado de exigência, em uma realidade na qual não há mais tempo para se perder.

Você já sabe o que é SEO, ok. Mas como iniciar a aplicação dessas técnicas no meu site?

É uma dúvida comum que enfrento em meu dia a dia. São diversos clientes perguntando como funciona na prática e o que pode ser feito internamente para acelerar os resultados. Bom, se fosse fácil, não haveria tantas startups e ecommerces investindo cada vez mais em Inbound Marketing e Marketing de Conteúdo, duas metodologias baseadas em SEO.

A questão é que não basta querer ser um site otimizado. É preciso saber fazer.

E há alguns pormenores que devem ser observados para que os resultados sejam atingidos dentro do prazo e sem aumentar ainda mais os custos. Se você está disposto a fazer a otimização do seu site, esse é um guia completo com tudo o que você precisa fazer para montar uma lista de ações completa.

Como quero ser prático, nem vou me alongar mais. Vamos direto ao ponto. Aos pontos, aliás. Nesse artigo citarei as melhores práticas e estratégias de SEO On-page e Off-page para você dar os primeiros passos.

Fiz com muito cuidado e baseado nas dúvidas mais comuns de clientes.

Espero que gostem, de verdade!

SEO On-page

SEO On-page é tudo aquilo que pode ser feito internamente para otimizar seu site.

Isso quer dizer: estrutura HTML, conteúdo, tags, imagens, landing pages, listas de palavras-chave, otimização, meta description, etc.

Você deve estar atento a muitas coisas para não deixar nada passar. Por isso, nesse conteúdo, irei direto ao ponto, citando todos os fatores que você deve por em seu checklist para ter um site totalmente otimizado em SEO.

Vamos lá!

1. Pesquisa de palavras-chave

Ranquear nas palavras-chave importantes para suas personas é a primeira etapa do planejamento SEO. É nesse momento em que você delimita seu público e faz com que seu conteúdo seja encontrado apenas por quem potencialmente pode chegar até a outra ponta da jornada de compra. Ou seja: possíveis consumidores da sua empresa.

Mas como fazer essa pesquisa de palavras-chave na prática? Irei explicar!

Primeiro, você vai precisar de uma boa ferramenta de pesquisas. Um lembrete: provavelmente, caso você tenha planos ambiciosos, terá que investir em uma ferramenta paga. Sendo bem sincero, caso você faça um trabalho competente, é um investimento que irá se pagar em menos de um ano.

Continuando.

Encontrando as palavras-chave ideais

Nessa etapa, recomendo sem medo o Keyword Planner, do Google Adwords.

Para sua surpresa, é de graça. Você só precisar ter uma conta do Analytics em seu site para usá-lo.

A pesquisa funciona de forma muito simples. Você digita um termo específico para pesquisar e a ferramenta lista milhares de termos relacionados que usuários do Google costumam utilizar em suas pesquisas.

Por exemplo: digite “pisos de borracha”. Os resultados serão: “pisos emborrachados”, “o que é piso de borracha”, “onde comprar piso de borracha”, “piso de borracha para academia”, etc.

Além das palavras, como ferramenta de SEO que se preze, o pesquisador de palavras-chave do Adwords também indica a concorrência do termo para ranquear bem, o volume médio mensal de buscas e o CPC – custo por clique – para criação de anúncios.

Na imensa maioria dos casos, o Keyword Planner irá quebrar seu galho.

No entanto, caso você não tenha uma ideia de palavra-chave por onde começar, serão necessárias outras ferramentas.

Outra gratuita fornecida pelo Google é o Webmaster Tools ou Google Search Console.

Essa ferramenta faz um raio-x completo do seu site. A grande vantagem, para quem não tem um ponto de partida, é saber por quais palavras-chave os visitantes chegam até sua página.

Ela te dá uma lista completa, das palavras que trazem mais tráfego até os termos que trazem menos.

Obviamente, você deve reforçar seu foco em se posicionar ainda melhor nos termos que lhe trazem mais visitantes. Aproveite para jogar esses termos no Adwords e observar o potencial deles: se uma palavra que tem 1000 buscas por mês atualmente lhe traz 100 acessos, seu primeiro esforço deve ser melhorar seu posicionamento nela, para que consiga até 300 acessos, por exemplo.

Essas duas ferramentas devem bastar para uma listagem inicial de palavras-chave.

Mas para refinar o trabalho e ampliar seus horizontes, não há como abrir mão de ferramentas como SemRush e Moz. O diferencial delas é fornecer dados completos sobre as palavras-chave utilizadas por concorrentes diretos e indicar todos os dados possíveis sobre esses termos.

Dificuldade de indexação, volume de buscas, CPC, concorrência, posicionamento do seu site na palavra-chave, posicionamento dos concorrentes, etc. Quer dizer: o mínimo que você precisa fazer para montar uma lista de palavras-chave a serem trabalhadas nos conteúdos do seu site é indexar em todos os termos que seus concorrentes estão.

Claro que você não precisa focar em todas ao mesmo tempo. Felizmente, ao indicar a url do site concorrente, é possível descobrir as palavras que mais trazem tráfego ao site. Dê prioridade a elas no início do seu planejamento de SEO e depois expanda seu raio de alcance. É sempre importante lembrar que o planejamento de persona é fundamental aqui.

Já aconteceu comigo de me preocupar tanto em ranquear nas mesmas palavras do concorrente, que acabei caindo no mesmo erro deles. Às vezes, o público pesquisa por algo totalmente diferente no Google e nem eu, nem eles, conseguíamos atingir essas pessoas.

Por isso, não siga seus concorrentes cegamente. Copie seus acertos e busque descobrir suas falhas, para transformá-las em uma vantagem do seu negócio.

Faça a pesquisa das palavras-chave que os concorrentes estão bem indexados, sim. Mas depois faça a sua!

2. Crie conteúdo otimizado

Agora que você já tem a lista de palavras-chave, hora de partir para o conteúdo. Isso quer dizer: produzir novos e otimizar os que você já tem.

Como produzir um conteúdo otimizado em SEO? Sendo relevante para o público e o Google. A melhor forma de conseguir um bom posicionamento é produzindo um conteúdo melhor do que os seus concorrentes. Mais informativo. Mais bem escrito. Mais otimizado.

Há alguns anos atrás, era mais fácil “forçar a barra” para conseguir o primeiro lugar do resultado de buscas. Repetir “mil” vezes a palavra-chave no conteúdo era um dos truques que formavam o “black hat SEO”.

No entanto, visando refinar sua pesquisa e oferecer mais qualidade aos usuários, o maior mecanismo de buscas do mundo tratou de sofisticar seus robôs. Há uma série de fatores que são levados em conta, além da utilização das palavras-chave.

Vamos citar os principais.

Crie conteúdo com mais de 1500 palavras

Atualmente, os primeiros resultados para as buscas são conteúdos com entre 1500 e 2000 palavras. É uma forma dos robôs do Google descobrirem se o texto é aprofundado sobre o assunto.

Portanto, sabe aquela estratégia que você já deve ter ouvido falar, de produzir um calhamaço de textos pequenos e curtos, utilizando o maior número de palavras-chave possível?

Ainda dá certo. Em curto prazo. Em longo prazo, pode dizer adeus às suas tentativas de indexação. Mas você pode argumentar? Então basta utilizar um gerador de caracteres para textos longos e pronto? Não!

O fato do texto ser longo permite que você utilize outros headlines – subtítulos – ao longo do texto e termos referentes ao assunto. São justamente esses termos específicos que dizem ao Google sobre o que aquele conteúdo trata.

Quanto mais longo e bem escrito, provavelmente maior a variedade de palavras relacionadas usadas ao longo do texto, certo? É aí que esses materiais se diferenciam. O sistema de avaliação do Google identifica esses termos. Você ganha pontos com isso.

Caso seu conteúdo seja bom, provavelmente as pessoas ficarão mais tempo em sua página, irão comentar e compartilhar seu material.

É a união entre esses dois fatores – a otimização para o Google e a qualidade para o público – que farão seu conteúdo conquistar um bom posicionamento, em conjunto com os outros tópicos que abordaremos a seguir.

3. HTML e formatação

A estrutura do site também é um fator primordial no SEO.

Suas páginas precisam ter tags de títulos (H1, H2, H3, etc), alt text para imagens, meta description, urls inteligentes, compatibilidade para dispositivos móveis, tempo de carregamento rápido e certificados de segurança.

Title tags

As tags de título indicam sobre o que seu conteúdo se trata. É por essa hierarquia que os robôs do Google leem os textos do site.

Por isso é fundamental que o H1 contenha a palavra-chave. Da mesma forma, os headlines (H2, H3, H4, H5, etc) devem ser vários e incluir os principais termos relacionados.

Assim o Google percebe do que o texto se trata e o aprofundamento dele.

Alt text para imagens

O alt text nada mais é do que o texto que aparecerá caso a imagem não carregue. Se para o leitor o que importo é a imagem, para o Google a única forma de lê-la é através do alt text.

Por isso também é fundamental que pelo menos uma das imagens do conteúdo contenha a palavra-chave. No entanto, as outras devem ser o mais descritivas possível.

Exemplo: um blog post sobre “10 dicas de alimentação saudável”. O alt text da imagem capa pode ser “lista de dicas de alimentação saudável”. No entanto, caso o restante sejam fotos de tomates, verduras, alimentos saudáveis e orgânicos, o ideal é você utilizar exatamente essas palavras na descrição.

Assim o Google também saberá que são termos relacionados e seu conteúdo ganhará credibilidade.

Meta description

A meta description é aquele texto que aparece abaixo do título do conteúdo nos resultados das pesquisas. É fundamental que seu meta description seja “vendedor”. É sua chance de conquistar o leitor. A dica é ir direto ao ponto e entregar tudo o que o conteúdo irá comentar.

Caso você não tenha ideia, mais uma vez, recorra à concorrência. Veja as meta descriptions dos primeiros colocados, ofereça tudo o que eles dizem ao leitor e algo a mais. E não esqueça de inserir a palavra-chave sempre!

URLs inteligentes

A URL da página também deve conter a palavra-chave. É essencial.

Não precisa ser muito longa, com o título inteiro do blog post. Simplifique e utilize apenas a palavra-chave, quando possível.

Design responsivo

Bem mais da metade dos acessos à internet são feitos por smartphones. Portanto, cada vez mais o Google considera o desempenho de sites nesses devices para checar se são confiáveis.

O Google Webmaster Tools, que já comentei aqui, também faz um raio x da performance responsiva do seu site. Ele indica os erros, para que você possa corrigi-los. Certifique-se que seu site seja mobile friendly.

PageSpeed

O tempo de carregamento das páginas também é um fator considerado pelo Google para avaliar a qualidade do site.

Utilize a ferramenta gratuita de análise Website Grader para verificar se o page speed do seu portal é aceitável e quais melhorias podem ser feitas. Você só precisa colocar a url da sua página e preencher um formulário bem curtinho.

A análise é bem completa, embora algumas funcionalidades para melhoria imediata só sejam possíveis com a versão paga. No entanto, você consegue fazer isso com sua equipe de desenvolvimento sem problemas.

Imagens pesadas e excesso de código são os motivos mais comuns para deixar a entrada na página muito lenta, o que afasta muitos, muitos mesmo, visitantes.

Certificados de segurança

Recentemente o Google também passou a valorizar sites com certificados SSL ou HTTPS.

São garantias que dão um certo trabalho para conseguir – são pagas também, mas muito bem-vistas pela plataforma. Em uma semana você consegue implementar essa nova url, o que também traz mais segurança para seus usuários, sobretudo no caso de e-commerces.

É muito mais fácil implementar o certificado de segurança em sites que ainda estão sendo construídos, pois a quantidade de urls é bem pequena. Sites grandes também não enfrentam muito problema, então, não se preocupe. Só é preciso garantir que o redirecionamento automático seja feito corretamente, em todas as páginas já existentes.

SEO Off-page

Agora que você melhorou as páginas internas do seu site, é hora de trazer relevância a partir de links externos. Esse é o diferencial de uma boa estratégia de SEO e a forma mais rápida de tornar seu site referência do mercado.

Entenda como!

Conquiste a confiança do Google

O PageRank do Google leva em consideração aspectos não relacionados diretamente ao conteúdo da sua página.

É o caso da autoridade de domínio (Domain Authority) e a autoridade de página (Page Authority). O domain authority é a medida que diz o quanto seu site é relevante. Quanto mais conteúdos bem indexados e mais conteúdos externos que linkam para seu site, maior seu domain authority.

O page authority é referente apenas a uma página específica. Se você indexa um conteúdo em primeiro lugar para uma palavra-chave importante, mais links externos serão direcionados a essa página, que, por sua vez, aumentará o page authority.

Mas não se trata apenas de backlinks.

A autoridade está ligada também ao tempo de existência da página. Sim, o Google leva em conta a idade do seu negócio em território digital, ainda que não seja tão relevante assim.

O fator primordial mesmo é a taxa de rejeição.

Taxa de rejeição

A taxa de rejeição é calculada sobre a quantidade de vezes em que um usuário entrou no seu site em uma determinada página e saiu sem interagir. Isso quer dizer: não clicou em nenhum link, nem abriu qualquer outro conteúdo.

O Google entende que não havia nada mais interessante e que seu site não resolveu o problema desse usuário, tirando pontos seus. Às vezes, como disse anteriormente, o tempo de carregamento e problemas no HTML também são responsáveis por esse tipo de desistência do visitante.

A taxa de rejeição é informada no Google Analytics. Então, dê sempre uma olhada nessa métrica em suas páginas mais acessadas para garantir que nada de errado esteja acontecendo.

Backlinks e link building

Link building é a parte crucial da estratégia de SEO. Por melhor que sejam seus conteúdo e estejam bem ranqueados, há um enorme potencial de tráfego que pode ser alcançado por meio de conteúdos planejados em parceria.

Pense que você oferta um serviço para um público A. Esse público A, além dos seus serviços, pode procurar também por outros tipos de produtos, para resolver outros problemas. Por que não aparecer também em páginas relevantes desses outros produtos que ele pode estar procurando e surgir como uma solução que a persona ainda não despertou?

É disso que se trata uma estratégia de backlinks bem pensada. Estar onde seu público está e atraí-los para sua página, em parceria com sites realmente relevantes.

Como encontrar esses sites?

O ideal é montar uma lista com todos os links que podem ser úteis ao seu negócio. Eventualmente você não conseguirá montar parcerias com todos. Por isso é importante ter um leque de alternativas.

Uma das melhores ferramentas para essa missão é o Ahrefs.

Você pode usá-la gratuitamente para testar suas possibilidades. Aposto que vai querer pagar depois.

Os fatores que você deve levar em conta são:

Qualidade dos links

Utilize o Ahrefs para encontrar as páginas mais relevantes, para o público e o Google, nos assuntos que lhe interessam. O passo seguinte é descobrir autores mais frequentes e tentar entrar em contato. Mande um e-mail e sugirá uma troca de guest posts frequente, talvez de um conteúdo por mês.

Mostre que os dois tem a ganhar, afinal, se você tem um bom site, o convidado também terá um aumento de relevância. Aproveite para deixar comentários nas páginas mais visitadas dos parceiros, com links para seu site também. É uma estratégia antiga, mas que ainda funciona bem!

O material produzido deve ser super compartilhável. Você e o convidado devem divulgá-lo prioritariamente. Assim o alcance torna-se ainda maior, para os dois envolvidos.

Texto âncora

O texto âncora nada mais é do que as palavras utilizadas como hiperlink. Nunca coloque o link em “veja mais aqui” ou “nessa página”.

O ideal é utilizar termos relacionados, sinônimos da palavra-chave ou a keyword específica do conteúdo que está sendo linkado.

Quantidade de links

Obviamente que quantos mais sites usam você como referência – linkam para seus conteúdos -, provavelmente mais confiáveis seus textos são para potenciais usuários.

Isso tem um peso enorme para os mecanismos de busca.

É a principal maneira deles saberem que seu conteúdo é a maior referência no meio digital sobre aquele assunto ou keyword.

Dicas extras

Bom, você leu o material até o final.

Espero que realmente tenha sido útil.

Para ajudar ainda mais, reforçarei as ferramentas que você pode utilizar para montar sua estratégia:

  • Keyword Planner
  • SemRush
  • Moz
  • Google Search Console
  • Website Grader
  • Ahrefs
  • WordPress (com plugin Yoast ou All-In-One SEO).

Queria citar o WordPress como uma última dica. Sabe todas essas dicas que dei sobre formatação, tags, title, meta description e alt text? Então, alguns templates – inclusive gratuitos – do CMS para utilizado para criação de sites no mundo, condensam essas informações em campos para preenchimento.

Tudo isso usando um dos plugins que citei: Yoast ou All-In-One SEO.

Além disso, os templates do WordPress são feitos para serem otimizados e terem uma melhor performance de acordo com os padrões cobrados pelo Google. Portanto, recomendo fortemente que você utilize o WordPress como plataforma do seu site, inclusive recorrendo a uma migração.

É isso pessoal, foi minha última dica nesse artigo. Agora vocês estão prontos para por a mão na massa.

Qualquer dúvida, não deixem de entrar em contato. Somos especialistas em estratégias SEO e não temos problemas em compartilhar nossos conhecimentos.

Obrigado!

Criado em 2011, o Google+ (também chamado de Google Plus ou G+) ainda sofre uma certa resistência, apesar de já contar com mais de 500 milhões de usuários. Resistência talvez porque a rede social não se tornou tão popular quanto o Facebook, principalmente no que diz respeito a número de curtidas e compartilhamentos de publicações.

Entretanto, com o tempo percebemos que o perfil dos usuários do Google+ é composto por pessoas que estão mais em busca de conteúdo sério e de qualidade; é um público ávido por informações, e isso é um prato cheio para empresas. Essa é apenas uma das vantagens de se fazer parte da rede social do Google que, diga-se de passagem, somente pelo fato de integrar a rede do maior motor de buscas da atualidade já merece nossa atenção.

É importante entender que nem só de curtidas e compartilhamentos vive uma marca nas redes sociais. No Google+ essa máxima é muito verdadeira, pois são várias as funcionalidades e as vantagens que ele oferece. Neste artigo, vamos te dar nove razões para começar a olhar com carinho para o G+.

1- É uma plataforma integradora

Mais do que uma rede social, o Google+ é um serviço que integra múltiplas ferramentas do Google, como Gmail, YouTube, Hangout, Mapas e, claro, o próprio buscador. Por isso, é possível trabalhar de forma integrada também. Ele concentra tudo em um só lugar.

2- Melhor posicionamento no ranking do Google

Devido a essa capacidade de integração que mencionamos acima, o Google prioriza as marcas que estão integradas à sua plataforma na hora de exibir os resultados de uma busca orgânica. Para marcas que investem em um trabalho de SEO e desejam melhorar sua posição no ranking do Google, essa é uma rede social que não deve ser ignorada.

3- Indexação mais rápida do conteúdo publicado

Conteúdos publicados no Google+ são adicionados ao buscador do Google mais rápido do que outros sites. Por isso é importante que você compartilhe seu conteúdo sempre no Google+ e em outras redes sociais para garantir que ele se espalhe mais rapidamente.

4- Configuração de local físico no Google Maps

Se você possui uma loja física, é possível indicar informações como endereço, telefone e horário de funcionamento para quem o procura no Google. Após confirmação do endereço da loja, você terá suas informações de local físico verificadas e cadastradas junto ao Google. Quando bem otimizado, seu negócio aparecerá nas buscas orgânicas com a respectiva localização no Google Maps (veja o exemplo abaixo).

google plus

Isso te ajudará a atingir as pessoas que estão próximas ao seu empreendimento e que estão procurando por um produto que você oferece. É uma ótima chance também de promover ações locais, como divulgar para seu círculo de pessoas próximas uma queima de estoque ou uma promoção apenas na loja física.

5- Círculos

Criar círculos no Google+ é uma maneira de segmentar e organizar as pessoas, páginas e marcas que você segue. Ao adicionar uma pessoa ou página em um determinado círculo, você estará apto a acompanhar as postagens que a mesma fizer.

A ideia é formar vários círculos de relevância para o seu negócio. Por exemplo, segmente os seus clientes fiéis e também mapeie o que está acontecendo nos concorrentes, indo diretamente em suas páginas e adicionando-os.

Por meio dos círculos você também pode compartilhar conteúdo específico para cada grupo ou fazer uma ação de marketing segmentada.

6- Comunidades

Assim como acontecia com o Orkut, o Google+ te permite criar, seguir, gerenciar e abrir tópicos de debate relativos ao interesse do seu negócio. Por exemplo, se você tiver uma loja de cosméticos femininos, poderá participar de comunidades relevantes para o seu negócio, ampliando a sua rede de potenciais consumidores.

Para encontrar comunidades, insira diretamente o assunto de seu interesse na barra de pesquisa do Google+, clique sobre as comunidades que te interessam e comece a segui-las.

7- Hangouts

O Google Hangouts permite que você tenha conversas em vídeo diretamente com os seus seguidores do Google+ ou, ainda, com usuários que também possuam o Gmail. O Hangouts permite que você fale com até dez pessoas simultaneamente. É uma ótima ferramenta para ensinar como usar seu produto, atender a clientes e tirar dúvidas.

Outra oportunidade interessante é criar o chamado Hangout on Air, o qual será transmitido publicamente através do seu canal do Youtube para um número ilimitado de pessoas e depois será armazenado automaticamente no seu canal do Youtube.

Através dos Hangouts públicos você poderá promover a sua expertise para o mundo, incrementar o nível do conteúdo produzido para o seu público-alvo e, ainda, ter a possibilidade de divulgar sua marca de uma maneira muito mais dinâmica.

8- Notificações por e-mail

É possível enviar automaticamente notificações aos e-mails de seus seguidores assim que um conteúdo é publicado na sua página. Essa funcionalidade, porém, deve ser usada com bastante cautela para não irritar as pessoas com excesso de e-mails.

9- Botão +1

O botão +1 é semelhante ao “curtir” do Facebook. Ambos servem para endossar conteúdo que te agrada. A vantagem do +1 é que ao clicar nele você recebe conteúdo relacionado do mesmo site, além de ajudar aquele conteúdo a ficar melhor posicionado nas buscas orgânicas do Google.

Veja o vídeo abaixo para entender melhor como funciona:

Resumindo

Essas foram apenas algumas das vantagens de ter a sua marca presente no Google+. Como pudemos perceber, a rede social vai muito além da possibilidade de curtidas e compartilhamentos (mesmo que ela também ofereça isso), pois seu público geralmente é mais técnico e interessado.

Se você ainda não está lá, meu conselho é que crie uma página para a sua empresa e não somente um perfil. Além de estar em conformidade com os termos da rede social, uma página oferece à sua empresa uma identidade pública junto ao Google.

Texto publicado anteriormente no Blog da Nuvem Shop.

E-book Marketing no Google Plus

As pessoas gostam de sites rápidos. O Google também.

De acordo com o maior buscador do mundo, a velocidade de seu site é um dos diversos fatores levados em consideração para o rankeamento nos resultados de busca.

A velocidade de carregamento de seu site é um ponto crítico – mas muitas vezes ignorado – na estratégia de otimização para mecanismos de buscas (SEO) e na busca pela melhor experiência de navegação.

Sites lentos proporcionam péssimas experiências para o visitante e o Google não gosta disso. Não mesmo.

Sites com problemas de performance (levando 10 segundos ou mais para carregar) são impactados negativamente de acordo com os próprios Googlers:

“Sim, as páginas muito lentas são levadas em consideração.” John Mueller, Google

De forma prática, o robô (crawler) do Google leva mais tempo para indexar sites lentos. Isso prejudica o número de páginas indexadas pelo buscador e pode ter certeza que isso não é uma boa estratégia de SEO – especialmente ao se editar ou adicionar novos conteúdos, ações que todos os sites deveriam fazer regularmente.

“Temos visto um tempo de resposta extremamente alto em alguns sites (maiores que 2 segundos por uma única url). Isso ocasiona limitações no número de urls indexadas.” John Mueller, Google

John disse especificamente que após 2 segundos sem resposta a indexação de uma url é interrompida.

Experimentos recentes (2016) feitos pela Forbes concluíram que:

“Durante o período de testes os usuários leram menos artigos por dia quando as páginas estavam carregando mais lentamente.”

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“Ficou claro em nossos testes que a velocidade de nosso site afeta nossas fontes de receita, centenas de milhares de libras no curto prazo e milhões no longo prazo. A velocidade do site impacta de forma negativa a profundidade da navegação mesmo que a lentidão seja pequena. Sites lentos prejudicam a quantidade de artigos lidos. Quanto mais lento o site for, maior o impacto. 

Os dados sugerem, tanto na experiência de navegação como no aspecto financeiro, que os sites devem ser cada vez mais rápidos. Por causa desta pesquisa decidimos investir cada vez mais em fazer o novo site FT.com ainda mais rápido.”

Os sites de e-commerce são os que mais sofrem com problemas de performance e abandonos no processo de compra. Uma pesquisa de 2013 mostrou o quanto a velocidade de um site impacta negativamente nas vendas.

Cada segundo conta.

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Maile Ohye, do Google, é categórico, “2 segundos é o tempo aceitável para um site de e-commerce. No Google, esperamos que todos fiquem abaixo de meio segundo.

O Walmart também fez uma análise do impacto da velocidade em sua taxa de conversão e chegou a seguinte conclusão:

google3 Este estudo de 2012 descobriu que:

67% dos consumidores britânicos afirmam que o tempo de carregamento é o principal fator para abandonarem uma compra on-line.

google4 A Akamai, juntamente com a Forrester Consulting fez uma pesquisa com 1.048 consumidores on-line e obteve os seguintes resultados:

  • 47% dos consumidores esperam que a página carregue em 2 segundos ou menos.
  • 40% dos consumidores não irão esperar mais do que 3 segundos pelo carregamento de uma página. Depois disso eles irão abandonar o site.
  • 52% dos consumidores afirmam que a velocidade está diretamente associada com a fidelidade a um determinado site.

Outro fator relevante é o quanto uma página lenta tem o poder de distrair os consumidores, tirando o foco do processo de venda. Isso acarreta alguns problemas sérios.

  • 14% irão visitar outro site.
  • 23% irão interromper a navegação e sairão de seus computadores.

Como falado anteriormente, as lojas virtuais são um dos segmentos mais impactados no caso de lentidão de seus sites. Isso acarreta o seguinte:

  • 79% dos visitantes destes sites desistirão de comprar novamente no site.
  • 64% irão imediatamente procurar outro site mais rápido.

Informações indicam que o tempo de carregamento é fator chave na lealdade de um consumidor on-line, especialmente aqueles que gastam mais. (os chamados heavy users ou heavy spenders no caso de e-commerce.)

  • 79% dos heavy users afirmam que não comprarão mais on-line no site ele for muito lento.
  • 27% disseram que não irão comprar na loja física da marca, deixando claro que o impacto não é apenas on-line influenciando também de forma negativa as lojas físicas.

A mesma Akamai, em pesquisa realizada uma década atras, sinalizou que a maioria dos visitantes abandonam sites que levam “mais de 4 segundos para carregar”. A mesma pesquisa, em sua versão mais recente sinalizou que o nível de tolerância caiu para “2 segundos ou menos”.

Sendo realista, o tempo de carregamento é o segundo maior causador de abandono, ficando atrás de “preços altos e frete caro”. 

O pior é que quase a metade dos 500 maiores site de e-commerce dos EUA demoram mais de 4 segundos para carregar. (os brasileiros não ficam muito longe, pelo contrário – veja mais adiante).

Se levarmos em consideração que parte destas pesquisas foram feitas há alguns anos, tenho certeza que atualmente, com a internet cada vez mais rápida, este impacto se torne ainda maior.

Fato: em 2016 a velocidade de um site é um fator crítico para aumentar a taxa de conversão de um e-commerce.

No infográfico abaixo estão alguns dos impactos causados pela lentidão em um e-commerce:

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Existem diversas ferramentas para analisar a velocidade do seu site. Para falar a verdade, considero este indicador tão importante que criei minha própria ferramenta de análise de sites. O Page Speed Test. Ele se conecta diretamente na API do Google e traz como resultado o diagnóstico do próprio buscador. O resultado é um índice geral de performance e uma série de recomendações de melhorias. Bem simples e objetivo.

Os resultados do teste são classificados pelo Google de 0 a 100. Abaixo uma graduação estimada de acordo com os resultados.

  • 0 a 25 – Seu site precisa de ajuda imediatamente. 
  • 25 a 50 – Seu site precisa de ajuda.
  • 50 a 75 – Seu site pode melhorar. 
  • 75 a 100 – Parabéns. O Google gosta do seu site 😉

Minha recomendação é fazer o quanto antes os ajustes recomendados no teste de velocidade. Principalmente os ajustes sinalizados com o alerta “seu site precisa fazer!”.

Serei sincero e vou confessar que meu site não é o melhor neste quesito. Ele foi feito há algum tempo (final de 2014) e fui eu que fiz tudo sozinho, não dando muito atenção a estes detalhes naquele momento, admito culpa(!), mas nos sites do meu curso e da consultoria fui um pouco mais cuidadoso. O próprio site do Page Speed Test, por ser simples e leve teve um ótimo resultado.

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Qual a velocidade dos principais sites de e-commerce no Brasil?

Foi exatamente esta pergunta que me fiz quando estava escrevendo este artigo. Diante da curiosidade aproveitei para testar com o Page Speed Test cada um dos “maiores sites de e-commerce do Brasil” como apresentado neste artigo “Os 20 maiores sites de e-commerce do país” do Olhar Digital. O resultado ordenado pela performance foi o seguinte:

  Site  Resultado   Link 
 eBay  88  http://www.ebay.com/
 Aliexpress  86  http://pt.aliexpress.com/br_home.htm
 Dafiti  79  http://www.dafiti.com.br/
 Hotel Urbano  75  https://www.hotelurbano.com
 Kanui  75  http://www.kanui.com.br/
 Walmart  73  https://www.walmart.com.br/
 Saraiva  69  http://www.saraiva.com.br/
 Netshoes  68  http://www.netshoes.com.br/
 Extra  67  http://www.extra.com.br/
 Ricardo Eletro  66  http://www.ricardoeletro.com.br/
 Amazon  66  https://www.amazon.com
 Casas Bahia  63  http://www.casasbahia.com.br/
 Centauro  63  http://www.centauro.com.br/
 Shoptime  61  http://www.shoptime.com.br/
 Ponto Frio  60  http://www.pontofrio.com.br/
 Submarino  57  http://www.submarino.com.br/
 Passarela  55  http://www.passarela.com.br/
 Americanas  52  http://www.americanas.com.br/
 Fast Shop  52  http://www.fastshop.com.br/
 Magazine Luiza  45  http://www.magazineluiza.com.br/

 

Como podemos ver grandes sites estão na parte mais baixa do ranking. No fundo eles possuem tanta autoridade de domínio junto ao Google que a velocidade acaba não sendo tão impactante em sua estratégia de SEO, MAS a baixa performance piora a experiência de navegação no site e diminui a conversão, pesadelo de todos os gestores de e-commerce.

A Dafiti foi a única empresa brasileira do ranking a entrar na faixa verde, onde estão os sites mais otimizados de acordo com o Google.

Isso mostra uma ótima oportunidade para sites menores, que podem ser otimizados mais facilmente e oferecer uma melhor experiência de navegação mais rápida do que a dos maiores sites do mercado. Fica a dica.

Proporção entre as faixas de resultado

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E em relação ao resto do mundo, como estamos?

Vamos olhar os números. Para efeito comparativo, montei uma lista com os maiores sites de e-commerce do mundo (referência lá embaixo) e fiz o mesmo teste do Page Speed Test em cada um deles. Os resultados mostram que, em linhas gerais, os sites internacionais são mais rápidos do que os brasileiros. Nestes sites a concentração de resultados “ótimo” é bem maior e não há nenhum registro abaixo de 60 de pontuação.

 Site  Resultado   Link 
 eBay  88  http://www.ebay.com
 Best Buy  86  http://bestbuy.com
 Jabong  84  http://www.jabong.com
 Snapdeal  84  https://www.snapdeal.com
 Alibaba  80  http://www.alibaba.com
 Tmall  77  https://www.tmall.com
 Target  73  http://www.target.com
 Taobao  72  http://www.taobao.com
 Asos  71  http://www.asos.com
 Tesco  70  http://www.tesco.com
 JD.com  70  http://www.jd.com
 Walmart  69  http://www.walmart.com
 Flipkart  67  http://www.flipkart.com
 Amazon  66  http://www.amazon.com
 Otto Group  63  http://www.otto.de
 Rakuten  60  http://www.rakuten.com

Proporção entre as faixas de resultado

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Ótimo. Agora sei que preciso melhorar a velocidade de meu site, mas como fazer?

Para começar, faça o teste Page Speed Test. Os resultados normalmente citam os pontos de aprimoramento descritos abaixo.

Infra Estrutura

Uma boa infra estrutura de hospedagem garante menores tempos de resposta do servidor, menor latência e carregamento de página mais rápidos.

Faça o teste de performance e verifique se há necessidade de melhorar nesta questão. Ele também faz diagnóstico deste tipo de problema.

Use compressão

Utilize ferramentas como o Gzip em seu servidor. Elas comprimem o HTML, JS e CSS de seu site antes de enviar para o browser do visitante reduzindo em até 50% o volume de dados transferidos.

Minifique Javascript e CSS

Mais uma maneira de reduzir, diretamente no servidor o tamanho de seu código fonte, neste caso os Javascripts e CSS contidos em sua página. Normalmente se usa o módulo UglifyJS diretamente no servidor ou ferramentas on-line como a JScompress.

Otimize o HTML

Um HTML limpo é mais leve e consequentemente carrega mais rápido. Espaços, comentários e até aspas podem ser removidos do seu código fonte. A ferramenta HTML Compressor pode ajudar.

Otimize e comprima todas as imagens

Um dos pontos mais importantes e mais fáceis de resolver. Para começar não reduza as imagens direto no HTML e CSS. Reduza as dimensões diretamente no arquivo da imagem deixando-a no tamanho exato.

Antes de subir (upload) qualquer imagem para seu site, utilize programas de compressão avançada. Eles retiram informações desnecessárias dos arquivos sem a perda de qualidade. Estes programas costumam reduzir até 30% o tamanho das imagens, mesmo após “Salvar pela web” no Photoshop. Eu uso o ImageOptim (para Mac) e recomendo. Para Windows o FileOptimizer é uma boa opção.

Use CDN e cache

CDNs são redes de distribuição de conteúdo (content delivery networks) que otimizam o carregamento de um site de acordo com a região geográfica mais próxima. Você irá receber os arquivos de um site (principalmente imagens) do servidor mais próximo, diminuindo o tempo de resposta e consequentemente de carregamento.

O uso de cache também ajuda, pois ele “salva” as páginas mais visitadas não havendo a necessidade de outra requisição para um novo carregamento. O plugin W3 Total Cache é muito usado nos sites em WordPress/WooCommerce.

Para concluir, diminuir o tempo de carregamento de seu e-commerce apenas como estratégia de SEO não é a forma de se encarar o problema, sendo o foco a experiência de navegação do usuário.

Quanto mais rápido seu site for, mais facilmente o visitante irá encontrar o que procura e mais rapidamente poderá efetuar o seu pedido, aumentando as vendas e deixando seu cliente mais satisfeito.

Use o Page Speed Test e faça os ajustes recomendados pelo Google, esse é o melhor caminho para ter um site otimizado. O Google preza por uma internet melhor e mais eficiente e seu site precisa fazer parte deste movimento.


Artigo traduzido e adaptado de Hobo por Raphael Lassance. Publicado no LinkedIn.

Growth Hacking para E-commerce

O uso do Google AdWords para e-commerce é essencial a quem entende que seu negócio precisa ser visto com mais frequência pelo público. A ferramenta ajuda a divulgar sua loja virtual, gerar tráfego qualificado, trazer novos clientes e impulsionar as conversões. Contudo, para conquistar esses resultados é preciso saber utilizar a plataforma, desde a criação de campanhas até a mensuração dos resultados.

Neste artigo, você verá como trabalhar com os links patrocinados e receberá dicas importantes para extrair retorno e valorizar cada real investido. Vamos lá?

Entenda o Google AdWords e inicie suas campanhas

O Adwords funciona basicamente como um sistema de leilão para a exibição de anúncios. O que determina o melhor posicionamento para um endereço nos resultados patrocinados é o valor do lance e a qualidade dos anúncios. Para qualificar suas campanhas é importante adotar algumas práticas.

Como montar uma campanha de links patrocinados eficiente

Não determine um número grande de keywords

Esse é o momento de inserir as palavras-chave escolhidas, fator que mais diferencia seus anúncios.

É importante ter em mente que não se deve colocar muitos termos. Tente limitar entre cinco e dez, até para evitar que se amplie demais a cobertura da campanha. A limitação correta do alcance serve para que eles impactem o público-alvo interessado com mais precisão.

Como encontrar palavras-chave para campanha de Links Patrocinados

Preste atenção na qualidade das palavras-chave

Outro ponto a se considerar é a relevância e a concorrência das keywords. Por exemplo, se você tem um comércio de artigos esportivos, inserir o termo “tênis” no seu grupo de anúncios teria uma concorrência enorme e seria irrelevante.

Poderia atrair pessoas à procura de tênis que não sejam esportivos. Portanto, foque nos termos de cauda longa e evite cair nesses erros comuns.

7 erros comuns que as empresas cometem com o Google Adwords

Faça segmentações

A segmentação é relevante para diferenciar suas campanhas das demais. Dependendo da forma como seus anúncios são direcionados, você pode evitar competições com empresas mais experientes nos leilões.

Os links patrocinados podem ser orientados com base em localização geográfica, dispositivo de acesso (smartphone ou desktop) e idioma dos sites acessados pelos usuários.

Boas razões para você combinar sua estratégia de SEO com Links patrocinados

Acompanhe as métricas e melhore seus resultados

Após ter a exibição ativada, é fundamental analisar em tempo real o desempenho. É a partir desse acompanhamento que você poderá qualificar seus anúncios e aumentar o tráfego e as conversões.

São tantas informações mapeadas que pode ser difícil saber quais são as mais relevantes. Para simplificar seu trabalho, as que você mais deve ficar de olho são cliques ou taxa de cliques, impressões, custo por clique, conversões e receita. É possível detalhar cada um desses indicadores a partir de keywords, horários, dias e localização.

4 estratégias para melhorar os resultados das campanhas de e-commerce no Google AdWords

Um bom monitoramento resulta em boas correções e aperfeiçoamento. Conforme vão ocorrendo ajustes, maiores são as chances de diminuir o custo por clique (CPC) e o custo de aquisição de clientes no Google Adwords para e-commerce..

Com o tempo você saberá, por exemplo, quais palavras-chave funcionam melhor, qual semana do mês tem mais vendas, quais horários geram mais tráfego e outras informações importantes que diagnosticam suas ações.

Não invista valores muito baixos

O orçamento normalmente é um assunto complicado para quem inicia nos link patrocinados. Bem, não há um padrão para todas as situações, porém no comércio virtual é interessante não começar com valores pequenos demais.

Como iniciar um investimento no Google Adwords da maneira correta

O conceito é simples: quanto mais se investe, mais resultados são conquistados. Tendo mais retorno, há mais dados para serem analisados e maiores são as chances de otimizar campanhas futuras e correntes.

Além disso, lances baixos podem afetar justamente sua posição nas buscas.

Entendeu como aproveitar melhor o Google AdWords para e-commerce? Compartilhe suas impressões e ações conosco. Ainda tem dúvidas? Deixe nos comentários.

Para quem administra um blog, site ou e-commerce é compreensível a preocupação em colocar suas páginas nos primeiros lugares nas pesquisas feitas nos buscadores. As técnicas de SEO vão ao encontro desse objetivo.

Antes de irmos para a prática, vale ressaltar que SEO não é só produzir conteúdos e preparar páginas para os mecanismos de busca. Você não escreverá somente para o Google entender, mas sim para entregar aquilo que os usuários do Google estão buscando. Ora, se a preocupação dos buscadores é atender as expectativas do público, seu site deve ser estruturado pensando nos robôs e, principalmente, nos seus consumidores.

Para que o SEO não seja um problema e sim solução para os seus textos, preparamos uma sequência com 6 dicas que farão suas páginas aparecerem no topo do ranking das pesquisas.

1- Pesquise as palavras-chave

Você talvez já tenha ouvido falar que as palavras-chave são essenciais para qualquer otimização baseada em SEO, não é mesmo? Então, essa é uma premissa verdadeira. Contudo, seus textos não precisam ser totalmente focados nas palavras-chave.

É importante escolher termos que costumam ser usados pelo seu público-alvo nos campos de pesquisa dos buscadores. Para isso, use ferramentas como o Keyword Planner e o Google Trends para conferir as palavras-chave mais lembradas na sua área e quais são as tendências de utilização.

2- Crie conteúdo original e de qualidade

Esse costuma ser um problema nas descrições de produtos, pois em muitos e-commerces é normal ver esse trecho copiado dos sites dos fabricantes. O Google, assim como os outros buscadores, entende isso como uma duplicação, o que pode prejudicar o ranqueamento dessas lojas virtuais as quais não se preocuparam em escrever diferente.

Além de produzir textos próprios, mesmo que falem da mesma oferta, é importante ser bem informativo, ajudar o público e mostrar que sua empresa entende daquele assunto.

Os problemas de ter conteúdo duplicado no e-commerce e como resolver

3- Faça títulos irresistíveis pensando no SEO

O título de uma página deve ser a última coisa a ser produzida para ser a primeira que entrará em contato com o público. As pessoas verão seus títulos logo de cara assim que fizerem uma pesquisa nos buscadores.

Logo, você precisa prometer algo valioso, criar um senso de urgência, desafiar o leitor, chamar a atenção das pessoas e, principalmente, exibir a palavra-chave escolhida para os mecanismos de busca saberem do que se trata seu conteúdo.

4- Deixe seus textos fáceis de serem lidos

Em blog posts, especialmente os que possuem mais conteúdos, é importante facilitar a leitura para os motores de busca e para as pessoas.

Os buscadores precisam das palavras-chave (com variações de plural, sinônimos, etc.) espalhadas no texto, nos intertítulos (h2, h3, etc.) e no nome das imagens (palavra-chave-descriçãodaimagem.jpg). O público precisa de um visual mais limpo, com textos divididos em blocos, parágrafos curtos, termos importantes destacados em negrito, uso de imagens e vídeos para apoiar a compreensão do conteúdo.

5- Inclua a palavra-chave nas descrições de produtos

Ao chegar à página de uma oferta, a descrição que acompanha a imagem do produto deve ser curta, objetiva e oferecer um argumento matador para convencer o cliente da compra.

É recomendado escrever e destacar as palavras-chave em negrito nesse pequeno texto, para reforçar a referência da página para os motores de busca. As imagens dos produtos devem ter suas tags alt preenchidas com descrições em poucas palavras das fotos, assim como o uso da palavra-chave no nome dos arquivos.

Cadastro de produtos: como convencer o cliente a comprar

6- Faça descrições detalhadas

Descrições de produtos mais completas e detalhadas são importantes para gerar mais informação e conteúdo para as páginas de produtos. Quando uma página possui pouco texto, os buscadores costumam posicioná-la pior nas pesquisas. Portanto, aproveite este espaço para dar detalhes técnicos das ofertas, falar dos seus benefícios, expor comentários de outros clientes, etc.

E aí, o quanto essas dicas de SEO serão úteis para o seu e-commerce e seu blog? Você já praticava alguma dessas ações e não sabia que elas poderiam melhorar o ranqueamento do seu site na internet? Conte nos comentários!

Uma boa performance nas campanhas de e-commerce no Google AdWords só pode ser alcançada com estratégias realmente efetivas de otimização. Neste artigo, vou analisar a principal métrica para a saúde de suas campanhas e propor soluções para melhorar cada vez mais seus resultados.

Como analisar minhas campanhas?

O primeiro índice que você deve levar em consideração na sua análise é a CTR (click-through rate). Ela é a principal métrica para campanhas de AdWords, pois o primeiro ponto que precisamos garantir é que seu site seja visitado pelos usuários que fazem busca.

O Google considera boa uma CTR para Rede de Pesquisa entre 1% e 2%, contudo, essa é apenas uma média generalista, já que esse número pode variar muito dependendo do segmento de mercado e também dos objetivos de campanha.

Idealmente, quanto maior a CTR melhor. Uma CTR alta significa que você está comunicando exatamente o que os usuários estão buscando e, assim, está trazendo uma grande quantidade de visitas para a sua loja.

Qual estratégia adotar para aumentar a taxa de cliques das suas campanhas?

1- Ampliação de palavras-chave

Para que outros usuários vejam o seu anúncio é recomendado inserir mais palavras-chave. Desta forma, seu anúncio terá maior alcance e consequentemente mais cliques.

Parece óbvio, mas recomendamos que você não adicione as primeiras palavras-chave que vierem à sua cabeça, mas sim sinônimos ou outras expressões que não foram abordadas anteriormente.

Uma dica bem interessante para inserção de palavras-chave é analisar os termos de pesquisa. Para isso, vá até a aba “Palavras-chave” e clique em “Termos de Pesquisa”:

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Utilizando os termos de pesquisa você conseguirá descobrir quais expressões os usuários estão buscando e que ativam seus anúncios. Pode até parecer irrelevante adicionar palavras-chave à sua campanha, visto que os anúncios já estão sendo exibidos, mas essa ação é importante para aumentar o índice de qualidade de palavra-chave (voltaremos neste tópico mais adiante).

Não é adequado inserir todos os termos pesquisados, porque isso pode trazer tráfego sem qualificação. É preciso selecionar aqueles com os melhores indicadores, como por exemplo uma alta CTR e um custo por clique convertido baixo, o que significa que o termo é muito clicado, consome pouco orçamento e ainda traz muito resultado.

O exemplo a seguir mostra dois termos que estão sendo exibidos e não foram adicionados. Verificando a CTR e o custo por clique convertido, fica claro que o primeiro termo, além de ter uma taxa de cliques altíssima, tem um custo bem baixo por conversão, enquanto que o outro tem uma CTR mediana e tem um custo por clique 20 vezes mais alto que o primeiro.

Logo, é mais vantajoso acrescentar a primeira palavra.

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2- Negativação de palavras-chave

As palavras-chave negativas são bem importantes para suas campanhas e grupos de anúncio, pois elas restringem a impressão de seus anúncios para usuários pouco qualificados.

Por exemplo, se você vende camisetas customizadas e registrou em correspondência ampla ou modificada as palavras-chave “comprar camisetas”, “camisetas baratas” e “camisetas personalizadas”, o usuário que buscar por “comprar camisetas atacado” também visualizará seu anúncio e poderá clicar nele, gastando seu orçamento e saindo da loja logo em seguida sem comprar nada. Portanto, neste caso, o ideal é negativar a palavra “atacado” para evitar que isso aconteça.

Uma boa dica também é verificar nos termos de pesquisa quais palavras geram muitas impressões e poucos cliques; isso pode ajudar a identificar palavras que não fazem sentido para o seu negócio.

3- Testar a correspondência

Provavelmente você já teve dúvidas sobre qual correspondência de palavra-chave é a melhor para suas campanhas. A verdade é que não existe fórmula para saber, o ideal é testar o mesmo termo com correspondências diferentes.

Num mesmo grupo de anúncio, adicione a mesma palavra-chave com os quatro tipos de correspondência e deixe a campanha rodando por uma semana. Ao final do sétimo dia, verifique quais termos possuem a melhor CTR e o menor custo por clique convertido – essas métricas garantem muitos cliques pagando bem pouco.

4- Aumente o Índice de Qualidade

É sabido que quanto mais alto o Índice de Qualidade (IQ) e o custo por clique (CPC), maior será sua posição no leilão, logo, se você alcançou a nota dez, pode economizar seu orçamento sem perder cliques! A seguir, vou ilustrar um exemplo.

Imagine dois anunciantes: um lojista na minha agência e um de seus concorrentes. Ambos vendem o mesmo tipo de produto e disputam os cliques dos usuários, no entanto, o concorrente não possui muitos conhecimentos de marketing e tem um IQ de 5; para compensar a falta de qualidade, ele ajustou o CPC máximo com o valor de 3 reais. Enquanto isso, nosso lojista (Nuvem), mais entendido e preocupado com seu orçamento do AdWords, conseguiu um IQ de 7 e definiu seu CPC em 2 reais.

Sendo assim, nós temos:

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Neste primeiro cenário, o concorrente aparece na primeira posição, levando a maioria dos cliques, mas o lojista da Nuvem decide então resolver esse problema aumentando seu IQ, logo ele revisa suas palavras-chave, melhora os textos dos anúncios e insere páginas de destino mais adequadas para os usuários, conseguindo finalmente um IQ de 10.

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Depois de um tempo, o lojista Nuvem percebe que seu anúncio já está nas primeiras posições e decide ir além, testando um lance mais baixo e diminuindo em 20% o CPC.

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Neste novo cenário, observamos que mesmo diminuindo seu CPC o lojista Nuvem Shop ainda manteve sua posição inalterada, não perdeu cliques e de sobra está economizando 20% do orçamento desta campanha, valor que pode ser reinvestido em orçamento diário.

Em resumo, implementando todas as ações que mencionamos ao longo do artigo sua CTR estará super otimizada e, num curto espaço de tempo, você deverá sentir benefícios como:

• Mais visitas;
• Mais conversões e vendas;
• Tráfego mais qualificado no seu e-commerce;
• Economia de orçamento.

Lembre-se que sua campanha precisa ser atualizada constantemente, por isso, verifique semanalmente como estão as métricas e proponha mudanças, faça testes e assim arrase no marketing digital.

Estratégia para ter a marca encontrada nas pesquisas deve variar conforme o estágio de desenvolvimento do produto ou serviço, combinar SEO com Links Patrocinados é o ideal

Entre as estratégias de marketing digital para que as marcas estejam no topo das pesquisas no Google, Adwords (também conhecido como Links patrocinados) e SEO podem inicialmente parecer investimentos opostos. Mas estas estratégias na verdade são totalmente complementares.

SEO ou Links Patrocinados?

Enquanto uma se baseia na compra de anúncios, a outra exige a criação de conteúdo de qualidade para conseguir resultados orgânicos. Porém, lembro que o percentual de investimento em SEO e em links patrocinados deve ser atrelado ao estágio de desenvolvimento do produto ou serviço.

Um produto novo, que ainda precisa levantar demanda, terá que contar fortemente com a rede de display do Adwords, por exemplo. Não adianta nada a marca ou produto estar em primeiro lugar do Google na busca orgânica se este termo não for procurado por ninguém. Listei os três principais motivos que fazem com que o SEO forme um casamento perfeito com o Adwords. Vamos lá?

1- Tráfego gratuito e de qualidade

É muito importante ressaltar que o bom posicionamento nos resultados orgânicos do maior site de busca do mundo permite que a marca tenha tráfego gratuito e de qualidade, ou seja, apenas de quem se interessa pelo seu produto ou segmento.

Quem está no primeiro ou segundo lugar do Google, para um termo de alto volume de busca mensal, terá muitas visitas sem a necessidade de se investir muito dinheiro em anúncios patrocinados. O investimento em Adwords funciona justamente para que a marca chegue neste ponto.

2- Otimização dos anúncios em longo prazo

Os resultados dos investimentos em SEO ocorrem em médio e longo prazo. Em geral, os melhores resultados na busca orgânica costumam vir com o tempo, porque o trabalho de otimização de sites e geração de conteúdo de qualidade ganham força com o passar dos meses.

As melhores estratégias de SEO consistem em melhorar o conteúdo das páginas, manter o site sempre atualizado, com uma ótima experiência de navegação para o usuário. É preciso escrever conteúdos otimizados, com os termos e palavras-chave que são mais utilizados pelos usuários no momento da busca. Por fim, por que é importante investir em Adwords e SEO ao mesmo tempo?

Enquanto o primeiro traz resultados imediatos, o segundo colabora para o investimento em anúncio caia gradativamente nos meses seguintes.

3- Mais barato que o Adwords

O objetivo é que a empresa não tenha que investir pesadamente em anúncio quando os resultados de SEO começarem a aparecer. Conforme se conquista competitividade alta no Adwords e uma demanda alta de buscas, o SEO é que vai precisar receber maiores investimentos, por conseguir ser mais barato que o Adwords no final do processo.

Por fim, quero ressaltar que estas estratégias do Marketing Digital tem como um de seus pontos mais interessantes a possibilidade de mensurar a eficiência de uma campanha. Você pode realizar testes para ver qual modelo de página converte melhor ou qual anúncio gera mais resultados, além de medir a taxa de conversão e otimizar as ações de marketing para atingir o melhor resultado.

Uma estratégia completa de marketing digital deve contemplar diversas ações para melhoria do posicionamento nos resultados orgânicos e uma constante otimização nos anúncios de links patrocinados em busca do melhor retorno sobre o investimento.

Por isso, além de anunciar no Google, também é interessante explorar os anúncios patrocinados em redes sociais e sites de nicho que cedem espaço para publicidade.

Muito mais sobre o assunto? Assista o vídeo do Mestre TV abaixo!

Se as suas páginas trabalham com versões em HTTPS, o Google provavelmente mostrará elas acima das páginas com versões em HTTP

Zineb Ait Bahajji anunciou em dezembro de 2015 que o Google está avançando sobre a questão do Certificado Digital SSL, o gigante promete priorizar e escolher as páginas em HTTPS acima de qualquer página em HTTP.

Isso significa que se a navegação interna do seu site faz referências à URLs em HTTP, o Google vai verificar se as mesmas páginas trabalham em HTTPS. Se a resposta for positiva, o Google indexará a versão HTTPS e mostrará as referidas páginas nos resultados das pesquisas.

O Google disse: “Nós gostaríamos de anunciar hoje que estamos ajustando nosso sistema de indexação para procurar por mais páginas em HTTPS… Especificamente, nós começaremos a rastrear páginas em HTTPS que sejam equivalentes a páginas em HTTP, mesmo quando não haja ligação do primeiro (do HTTPS) com página alguma… Quando duas URLs do mesmo domínio parecerem que têm o mesmo conteúdo, mas que sejam distribuídos ao longo de diferentes esquemas de protocolo, nós tipicamente escolheremos indexar a URL em HTTPS”.

As condições incluem:

• Não conter dependências inseguras;
• Não estar impedido de rastrear pelo robots.txt;
• Não redirecionar usuários para ou através de uma página HTTP insegura;
• Não ter um link de rel=”canônico” na página HTTP;
• Não conter uma meta tag robots com NOINDEX;
• Não ter links dentro do Host que apontam para outras páginas com URLs em HTTP;
• Listar o sitemap com a URL em HTTPS ou não listar a versão HTTP da URL;
• O server ter um certificado TLS válido.

A primeira condição é a mais importante, é aquela em que as páginas não contêm “dependências inseguras”. Muitas páginas contêm imagens inseguras, conteúdos inseguros, embeds inseguros (um vídeo, uma apresentação incorporada de outro site, por exemplo), e por aí vaí.

Isso tudo é parte dos esforços (extremamente válidos) do Google para criar uma web mais segura.

Texto traduzido do Search Engine Land.

URLs amigáveis é uma das técnicas de SEO (pronuncia-se “ess i ou”, do inglês ‘Search Engine Optimization’, e não “céu”, ok?) que tem como objetivo tornar os links mais atrativos – ou seja, amigáveis – para as pessoas e para o Google.

Segundo o wikiHow, uma das formas de seres humanos se tornarem amigáveis com outros seres humanos é largar o Candy Crush. Mas mesmo fora do Candy Crush, segundo me contaram, os franceses não são lá muito amigáveis com estrangeiros. Eles odeiam quem não fala sua língua. Se isso for verdade, eu diria que eles são muito parecidos com o Google.

O mais querido dos mecanismos de busca tem uma maneira peculiar de “socializar” com seu conteúdo. Se ele não entender o que você está falando, ele não vai dar importância a você.

Eu sei que você cresceu ouvindo as pessoas dizerem “Se importe só com quem se importa com você”, mas aqui a coisa é diferente, não se preocupar em ser importante para o Google significa “Tá vendo aquela venda ali? Diga ADEUS a ela!”. (Sinta-se livre para substituir “venda” por “conversão”, “pedido de orçamento” ou qualquer coisa relevante ao seu negócio)

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De vez em quando meus amigos, que são meio preguiçosos, me mandam links sem explicar o que se trata. Algo parecido com isso:

http://www.umsitequalquer.com/index.aspx?id=2398489234

“Meu deus, é um vírus! Não clico nem a pau, juvenal.”

O dono desse site poderia ter garantido meu clique se o link fosse algo parecido com:

http://www.umsitequalquer.com/conteudo-legal-que-me-interessa/

Bem melhor, não é?

O Google também acha, já que ele se propõe a ser o defensor daqueles que buscam conteúdo bom. Por isso quando ele encontra uma página que possui um link amigável, a importância que ele dá a essa página é maior. Assim você fica feliz por que viu um conteúdo bom, o dono do site fica feliz por que conseguiu uma visita, e quem sabe futuramente uma venda (ou conversão ou pedido de orçamento ou …).

Todos se abraçam e cantam juntos “Amigos para Sempre“. 🙂

Como tem que ser minha URL?

Primeiro, não basta ser amigável, tem que ter keywords. Todo conteúdo que escrever, seja um post em um blog, seja um produto no seu e-commerce, deve ter palavras-chave que as pessoas estão procurando no Google. O link para o conteúdo deve seguir a mesma lógica.

A estratégia é sempre pensar o que o usuário vai escrever no Google para te encontrar. Na imagem abaixo tem um exemplo de uma busca. Perceba o quão importante é a URL para que o post no blog da Bleez apareça em primeiro lugar.

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Segundo, ela tem que descrever o conteúdo da página. A melhor forma de criar a URL é usando o título do post, se você estiver escrevendo um blog, ou o nome do produto, caso você tenha um e-commerce.

A maioria das plataformas faz isso automaticamente hoje em dia, mas vale a pena ser redundante para você não acabar contratando uma que não o faça.

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Santa URL

No mundo mágico das tags há uma chamada canonical. Ela é responsável pela canonização – você leu certo – de URL’s.

Traduzindo de uma forma que eu e você possamos entender: se um site possui variações de links que mostram o mesmo conteúdo você deve definir um deles, que será considerado o link principal, para que os mecanismos de busca deem toda relevância a ele. Olha esses link:

[1] http://www.umsitequalquer.com/

[2] http://www.umsitequalquer.com/index.aspx

[3] http://www.umsitequalquer.com/index.html

Todos os 3 links me mostram a página inicial, porém, naturalmente, o Google (ou qualquer outro buscador) vai entender que são 3 páginas diferentes com conteúdo duplicado e isso não é nada bom.

Se for inserido uma tag canonical no segundo e terceiro link informando que sua canonical é o primeiro link, o Google (assim como seus “coleguinhas” buscadores) irá ignorar os conteúdo duplicados e vocês voltarão a ser amigos.

Para e-commerce isso é muito importante pois é comum ter plataformas que criam vários links para o mesmo produto, como por exemplo:

http://adegafree.com/vinho-carmin-de-peumo-carmenere-2009-750ml.html

http://adegafree.com/vinhos/vinho-carmin-de-peumo-carmenere-2009-750ml.html

http://adegafree.com/vinhos/por-tipo/vinhos-premiuns-vinho-premium/vinho-carmin-de-peumo-carmenere-2009-750ml.html

http://adegafree.com/vinhos/por-pais/vinhos-chilenos/vinho-carmin-de-peumo-carmenere-2009-750ml.html

Ter links desta forma não é errado, pois eles refletes a navegação do usuário e assim ele entende por quais categorias passou (ou não passou) para chegar até um produto. O importante mesmo é a tag canonical estar setada.

Últimas dicas

Algumas últimas dicas de como o link deve ser gerado para você não ter problemas com o Senhor Google.

• Para separar as palavras prefira hífens a underlines. O Google entende os hífens como espaço e as underlines como caractere normal, o que pode atrapalhar na hora de identificar as palavras-chave, etc e tal.
• As palavras devem ser minúsculas. Assim evitamos o odiado 404, também conhecido como “Página não encontrada”.
• Evite números. Utilize somente quando for necessário, pois palavras são melhor de serem indexadas e encontradas.
• Não use acentos. Assim também evitamos páginas não encontradas.

Texto publicado no Blog da Bleez.