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Google

Criado em 2011, o Google+ (também chamado de Google Plus ou G+) ainda sofre uma certa resistência, apesar de já contar com mais de 500 milhões de usuários. Resistência talvez porque a rede social não se tornou tão popular quanto o Facebook, principalmente no que diz respeito a número de curtidas e compartilhamentos de publicações.

Entretanto, com o tempo percebemos que o perfil dos usuários do Google+ é composto por pessoas que estão mais em busca de conteúdo sério e de qualidade; é um público ávido por informações, e isso é um prato cheio para empresas. Essa é apenas uma das vantagens de se fazer parte da rede social do Google que, diga-se de passagem, somente pelo fato de integrar a rede do maior motor de buscas da atualidade já merece nossa atenção.

É importante entender que nem só de curtidas e compartilhamentos vive uma marca nas redes sociais. No Google+ essa máxima é muito verdadeira, pois são várias as funcionalidades e as vantagens que ele oferece. Neste artigo, vamos te dar nove razões para começar a olhar com carinho para o G+.

1- É uma plataforma integradora

Mais do que uma rede social, o Google+ é um serviço que integra múltiplas ferramentas do Google, como Gmail, YouTube, Hangout, Mapas e, claro, o próprio buscador. Por isso, é possível trabalhar de forma integrada também. Ele concentra tudo em um só lugar.

2- Melhor posicionamento no ranking do Google

Devido a essa capacidade de integração que mencionamos acima, o Google prioriza as marcas que estão integradas à sua plataforma na hora de exibir os resultados de uma busca orgânica. Para marcas que investem em um trabalho de SEO e desejam melhorar sua posição no ranking do Google, essa é uma rede social que não deve ser ignorada.

3- Indexação mais rápida do conteúdo publicado

Conteúdos publicados no Google+ são adicionados ao buscador do Google mais rápido do que outros sites. Por isso é importante que você compartilhe seu conteúdo sempre no Google+ e em outras redes sociais para garantir que ele se espalhe mais rapidamente.

4- Configuração de local físico no Google Maps

Se você possui uma loja física, é possível indicar informações como endereço, telefone e horário de funcionamento para quem o procura no Google. Após confirmação do endereço da loja, você terá suas informações de local físico verificadas e cadastradas junto ao Google. Quando bem otimizado, seu negócio aparecerá nas buscas orgânicas com a respectiva localização no Google Maps (veja o exemplo abaixo).

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Isso te ajudará a atingir as pessoas que estão próximas ao seu empreendimento e que estão procurando por um produto que você oferece. É uma ótima chance também de promover ações locais, como divulgar para seu círculo de pessoas próximas uma queima de estoque ou uma promoção apenas na loja física.

5- Círculos

Criar círculos no Google+ é uma maneira de segmentar e organizar as pessoas, páginas e marcas que você segue. Ao adicionar uma pessoa ou página em um determinado círculo, você estará apto a acompanhar as postagens que a mesma fizer.

A ideia é formar vários círculos de relevância para o seu negócio. Por exemplo, segmente os seus clientes fiéis e também mapeie o que está acontecendo nos concorrentes, indo diretamente em suas páginas e adicionando-os.

Por meio dos círculos você também pode compartilhar conteúdo específico para cada grupo ou fazer uma ação de marketing segmentada.

6- Comunidades

Assim como acontecia com o Orkut, o Google+ te permite criar, seguir, gerenciar e abrir tópicos de debate relativos ao interesse do seu negócio. Por exemplo, se você tiver uma loja de cosméticos femininos, poderá participar de comunidades relevantes para o seu negócio, ampliando a sua rede de potenciais consumidores.

Para encontrar comunidades, insira diretamente o assunto de seu interesse na barra de pesquisa do Google+, clique sobre as comunidades que te interessam e comece a segui-las.

7- Hangouts

O Google Hangouts permite que você tenha conversas em vídeo diretamente com os seus seguidores do Google+ ou, ainda, com usuários que também possuam o Gmail. O Hangouts permite que você fale com até dez pessoas simultaneamente. É uma ótima ferramenta para ensinar como usar seu produto, atender a clientes e tirar dúvidas.

Outra oportunidade interessante é criar o chamado Hangout on Air, o qual será transmitido publicamente através do seu canal do Youtube para um número ilimitado de pessoas e depois será armazenado automaticamente no seu canal do Youtube.

Através dos Hangouts públicos você poderá promover a sua expertise para o mundo, incrementar o nível do conteúdo produzido para o seu público-alvo e, ainda, ter a possibilidade de divulgar sua marca de uma maneira muito mais dinâmica.

8- Notificações por e-mail

É possível enviar automaticamente notificações aos e-mails de seus seguidores assim que um conteúdo é publicado na sua página. Essa funcionalidade, porém, deve ser usada com bastante cautela para não irritar as pessoas com excesso de e-mails.

9- Botão +1

O botão +1 é semelhante ao “curtir” do Facebook. Ambos servem para endossar conteúdo que te agrada. A vantagem do +1 é que ao clicar nele você recebe conteúdo relacionado do mesmo site, além de ajudar aquele conteúdo a ficar melhor posicionado nas buscas orgânicas do Google.

Veja o vídeo abaixo para entender melhor como funciona:

Resumindo

Essas foram apenas algumas das vantagens de ter a sua marca presente no Google+. Como pudemos perceber, a rede social vai muito além da possibilidade de curtidas e compartilhamentos (mesmo que ela também ofereça isso), pois seu público geralmente é mais técnico e interessado.

Se você ainda não está lá, meu conselho é que crie uma página para a sua empresa e não somente um perfil. Além de estar em conformidade com os termos da rede social, uma página oferece à sua empresa uma identidade pública junto ao Google.

Texto publicado anteriormente no Blog da Nuvem Shop.

E-book Marketing no Google Plus

As pessoas gostam de sites rápidos. O Google também.

De acordo com o maior buscador do mundo, a velocidade de seu site é um dos diversos fatores levados em consideração para o rankeamento nos resultados de busca.

A velocidade de carregamento de seu site é um ponto crítico – mas muitas vezes ignorado – na estratégia de otimização para mecanismos de buscas (SEO) e na busca pela melhor experiência de navegação.

Sites lentos proporcionam péssimas experiências para o visitante e o Google não gosta disso. Não mesmo.

Sites com problemas de performance (levando 10 segundos ou mais para carregar) são impactados negativamente de acordo com os próprios Googlers:

“Sim, as páginas muito lentas são levadas em consideração.” John Mueller, Google

De forma prática, o robô (crawler) do Google leva mais tempo para indexar sites lentos. Isso prejudica o número de páginas indexadas pelo buscador e pode ter certeza que isso não é uma boa estratégia de SEO – especialmente ao se editar ou adicionar novos conteúdos, ações que todos os sites deveriam fazer regularmente.

“Temos visto um tempo de resposta extremamente alto em alguns sites (maiores que 2 segundos por uma única url). Isso ocasiona limitações no número de urls indexadas.” John Mueller, Google

John disse especificamente que após 2 segundos sem resposta a indexação de uma url é interrompida.

Experimentos recentes (2016) feitos pela Forbes concluíram que:

“Durante o período de testes os usuários leram menos artigos por dia quando as páginas estavam carregando mais lentamente.”

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“Ficou claro em nossos testes que a velocidade de nosso site afeta nossas fontes de receita, centenas de milhares de libras no curto prazo e milhões no longo prazo. A velocidade do site impacta de forma negativa a profundidade da navegação mesmo que a lentidão seja pequena. Sites lentos prejudicam a quantidade de artigos lidos. Quanto mais lento o site for, maior o impacto. 

Os dados sugerem, tanto na experiência de navegação como no aspecto financeiro, que os sites devem ser cada vez mais rápidos. Por causa desta pesquisa decidimos investir cada vez mais em fazer o novo site FT.com ainda mais rápido.”

Os sites de e-commerce são os que mais sofrem com problemas de performance e abandonos no processo de compra. Uma pesquisa de 2013 mostrou o quanto a velocidade de um site impacta negativamente nas vendas.

Cada segundo conta.

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Maile Ohye, do Google, é categórico, “2 segundos é o tempo aceitável para um site de e-commerce. No Google, esperamos que todos fiquem abaixo de meio segundo.

O Walmart também fez uma análise do impacto da velocidade em sua taxa de conversão e chegou a seguinte conclusão:

google3 Este estudo de 2012 descobriu que:

67% dos consumidores britânicos afirmam que o tempo de carregamento é o principal fator para abandonarem uma compra on-line.

google4 A Akamai, juntamente com a Forrester Consulting fez uma pesquisa com 1.048 consumidores on-line e obteve os seguintes resultados:

  • 47% dos consumidores esperam que a página carregue em 2 segundos ou menos.
  • 40% dos consumidores não irão esperar mais do que 3 segundos pelo carregamento de uma página. Depois disso eles irão abandonar o site.
  • 52% dos consumidores afirmam que a velocidade está diretamente associada com a fidelidade a um determinado site.

Outro fator relevante é o quanto uma página lenta tem o poder de distrair os consumidores, tirando o foco do processo de venda. Isso acarreta alguns problemas sérios.

  • 14% irão visitar outro site.
  • 23% irão interromper a navegação e sairão de seus computadores.

Como falado anteriormente, as lojas virtuais são um dos segmentos mais impactados no caso de lentidão de seus sites. Isso acarreta o seguinte:

  • 79% dos visitantes destes sites desistirão de comprar novamente no site.
  • 64% irão imediatamente procurar outro site mais rápido.

Informações indicam que o tempo de carregamento é fator chave na lealdade de um consumidor on-line, especialmente aqueles que gastam mais. (os chamados heavy users ou heavy spenders no caso de e-commerce.)

  • 79% dos heavy users afirmam que não comprarão mais on-line no site ele for muito lento.
  • 27% disseram que não irão comprar na loja física da marca, deixando claro que o impacto não é apenas on-line influenciando também de forma negativa as lojas físicas.

A mesma Akamai, em pesquisa realizada uma década atras, sinalizou que a maioria dos visitantes abandonam sites que levam “mais de 4 segundos para carregar”. A mesma pesquisa, em sua versão mais recente sinalizou que o nível de tolerância caiu para “2 segundos ou menos”.

Sendo realista, o tempo de carregamento é o segundo maior causador de abandono, ficando atrás de “preços altos e frete caro”. 

O pior é que quase a metade dos 500 maiores site de e-commerce dos EUA demoram mais de 4 segundos para carregar. (os brasileiros não ficam muito longe, pelo contrário – veja mais adiante).

Se levarmos em consideração que parte destas pesquisas foram feitas há alguns anos, tenho certeza que atualmente, com a internet cada vez mais rápida, este impacto se torne ainda maior.

Fato: em 2016 a velocidade de um site é um fator crítico para aumentar a taxa de conversão de um e-commerce.

No infográfico abaixo estão alguns dos impactos causados pela lentidão em um e-commerce:

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Existem diversas ferramentas para analisar a velocidade do seu site. Para falar a verdade, considero este indicador tão importante que criei minha própria ferramenta de análise de sites. O Page Speed Test. Ele se conecta diretamente na API do Google e traz como resultado o diagnóstico do próprio buscador. O resultado é um índice geral de performance e uma série de recomendações de melhorias. Bem simples e objetivo.

Os resultados do teste são classificados pelo Google de 0 a 100. Abaixo uma graduação estimada de acordo com os resultados.

  • 0 a 25 – Seu site precisa de ajuda imediatamente. 
  • 25 a 50 – Seu site precisa de ajuda.
  • 50 a 75 – Seu site pode melhorar. 
  • 75 a 100 – Parabéns. O Google gosta do seu site 😉

Minha recomendação é fazer o quanto antes os ajustes recomendados no teste de velocidade. Principalmente os ajustes sinalizados com o alerta “seu site precisa fazer!”.

Serei sincero e vou confessar que meu site não é o melhor neste quesito. Ele foi feito há algum tempo (final de 2014) e fui eu que fiz tudo sozinho, não dando muito atenção a estes detalhes naquele momento, admito culpa(!), mas nos sites do meu curso e da consultoria fui um pouco mais cuidadoso. O próprio site do Page Speed Test, por ser simples e leve teve um ótimo resultado.

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Qual a velocidade dos principais sites de e-commerce no Brasil?

Foi exatamente esta pergunta que me fiz quando estava escrevendo este artigo. Diante da curiosidade aproveitei para testar com o Page Speed Test cada um dos “maiores sites de e-commerce do Brasil” como apresentado neste artigo “Os 20 maiores sites de e-commerce do país” do Olhar Digital. O resultado ordenado pela performance foi o seguinte:

  Site  Resultado   Link 
 eBay  88  http://www.ebay.com/
 Aliexpress  86  http://pt.aliexpress.com/br_home.htm
 Dafiti  79  http://www.dafiti.com.br/
 Hotel Urbano  75  https://www.hotelurbano.com
 Kanui  75  http://www.kanui.com.br/
 Walmart  73  https://www.walmart.com.br/
 Saraiva  69  http://www.saraiva.com.br/
 Netshoes  68  http://www.netshoes.com.br/
 Extra  67  http://www.extra.com.br/
 Ricardo Eletro  66  http://www.ricardoeletro.com.br/
 Amazon  66  https://www.amazon.com
 Casas Bahia  63  http://www.casasbahia.com.br/
 Centauro  63  http://www.centauro.com.br/
 Shoptime  61  http://www.shoptime.com.br/
 Ponto Frio  60  http://www.pontofrio.com.br/
 Submarino  57  http://www.submarino.com.br/
 Passarela  55  http://www.passarela.com.br/
 Americanas  52  http://www.americanas.com.br/
 Fast Shop  52  http://www.fastshop.com.br/
 Magazine Luiza  45  http://www.magazineluiza.com.br/

 

Como podemos ver grandes sites estão na parte mais baixa do ranking. No fundo eles possuem tanta autoridade de domínio junto ao Google que a velocidade acaba não sendo tão impactante em sua estratégia de SEO, MAS a baixa performance piora a experiência de navegação no site e diminui a conversão, pesadelo de todos os gestores de e-commerce.

A Dafiti foi a única empresa brasileira do ranking a entrar na faixa verde, onde estão os sites mais otimizados de acordo com o Google.

Isso mostra uma ótima oportunidade para sites menores, que podem ser otimizados mais facilmente e oferecer uma melhor experiência de navegação mais rápida do que a dos maiores sites do mercado. Fica a dica.

Proporção entre as faixas de resultado

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E em relação ao resto do mundo, como estamos?

Vamos olhar os números. Para efeito comparativo, montei uma lista com os maiores sites de e-commerce do mundo (referência lá embaixo) e fiz o mesmo teste do Page Speed Test em cada um deles. Os resultados mostram que, em linhas gerais, os sites internacionais são mais rápidos do que os brasileiros. Nestes sites a concentração de resultados “ótimo” é bem maior e não há nenhum registro abaixo de 60 de pontuação.

 Site  Resultado   Link 
 eBay  88  http://www.ebay.com
 Best Buy  86  http://bestbuy.com
 Jabong  84  http://www.jabong.com
 Snapdeal  84  https://www.snapdeal.com
 Alibaba  80  http://www.alibaba.com
 Tmall  77  https://www.tmall.com
 Target  73  http://www.target.com
 Taobao  72  http://www.taobao.com
 Asos  71  http://www.asos.com
 Tesco  70  http://www.tesco.com
 JD.com  70  http://www.jd.com
 Walmart  69  http://www.walmart.com
 Flipkart  67  http://www.flipkart.com
 Amazon  66  http://www.amazon.com
 Otto Group  63  http://www.otto.de
 Rakuten  60  http://www.rakuten.com

Proporção entre as faixas de resultado

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Ótimo. Agora sei que preciso melhorar a velocidade de meu site, mas como fazer?

Para começar, faça o teste Page Speed Test. Os resultados normalmente citam os pontos de aprimoramento descritos abaixo.

Infra Estrutura

Uma boa infra estrutura de hospedagem garante menores tempos de resposta do servidor, menor latência e carregamento de página mais rápidos.

Faça o teste de performance e verifique se há necessidade de melhorar nesta questão. Ele também faz diagnóstico deste tipo de problema.

Use compressão

Utilize ferramentas como o Gzip em seu servidor. Elas comprimem o HTML, JS e CSS de seu site antes de enviar para o browser do visitante reduzindo em até 50% o volume de dados transferidos.

Minifique Javascript e CSS

Mais uma maneira de reduzir, diretamente no servidor o tamanho de seu código fonte, neste caso os Javascripts e CSS contidos em sua página. Normalmente se usa o módulo UglifyJS diretamente no servidor ou ferramentas on-line como a JScompress.

Otimize o HTML

Um HTML limpo é mais leve e consequentemente carrega mais rápido. Espaços, comentários e até aspas podem ser removidos do seu código fonte. A ferramenta HTML Compressor pode ajudar.

Otimize e comprima todas as imagens

Um dos pontos mais importantes e mais fáceis de resolver. Para começar não reduza as imagens direto no HTML e CSS. Reduza as dimensões diretamente no arquivo da imagem deixando-a no tamanho exato.

Antes de subir (upload) qualquer imagem para seu site, utilize programas de compressão avançada. Eles retiram informações desnecessárias dos arquivos sem a perda de qualidade. Estes programas costumam reduzir até 30% o tamanho das imagens, mesmo após “Salvar pela web” no Photoshop. Eu uso o ImageOptim (para Mac) e recomendo. Para Windows o FileOptimizer é uma boa opção.

Use CDN e cache

CDNs são redes de distribuição de conteúdo (content delivery networks) que otimizam o carregamento de um site de acordo com a região geográfica mais próxima. Você irá receber os arquivos de um site (principalmente imagens) do servidor mais próximo, diminuindo o tempo de resposta e consequentemente de carregamento.

O uso de cache também ajuda, pois ele “salva” as páginas mais visitadas não havendo a necessidade de outra requisição para um novo carregamento. O plugin W3 Total Cache é muito usado nos sites em WordPress/WooCommerce.

Para concluir, diminuir o tempo de carregamento de seu e-commerce apenas como estratégia de SEO não é a forma de se encarar o problema, sendo o foco a experiência de navegação do usuário.

Quanto mais rápido seu site for, mais facilmente o visitante irá encontrar o que procura e mais rapidamente poderá efetuar o seu pedido, aumentando as vendas e deixando seu cliente mais satisfeito.

Use o Page Speed Test e faça os ajustes recomendados pelo Google, esse é o melhor caminho para ter um site otimizado. O Google preza por uma internet melhor e mais eficiente e seu site precisa fazer parte deste movimento.


Artigo traduzido e adaptado de Hobo por Raphael Lassance. Publicado no LinkedIn.

Growth Hacking para E-commerce

O uso do Google AdWords para e-commerce é essencial a quem entende que seu negócio precisa ser visto com mais frequência pelo público. A ferramenta ajuda a divulgar sua loja virtual, gerar tráfego qualificado, trazer novos clientes e impulsionar as conversões. Contudo, para conquistar esses resultados é preciso saber utilizar a plataforma, desde a criação de campanhas até a mensuração dos resultados.

Neste artigo, você verá como trabalhar com os links patrocinados e receberá dicas importantes para extrair retorno e valorizar cada real investido. Vamos lá?

Entenda o Google AdWords e inicie suas campanhas

O Adwords funciona basicamente como um sistema de leilão para a exibição de anúncios. O que determina o melhor posicionamento para um endereço nos resultados patrocinados é o valor do lance e a qualidade dos anúncios. Para qualificar suas campanhas é importante adotar algumas práticas.

Como montar uma campanha de links patrocinados eficiente

Não determine um número grande de keywords

Esse é o momento de inserir as palavras-chave escolhidas, fator que mais diferencia seus anúncios.

É importante ter em mente que não se deve colocar muitos termos. Tente limitar entre cinco e dez, até para evitar que se amplie demais a cobertura da campanha. A limitação correta do alcance serve para que eles impactem o público-alvo interessado com mais precisão.

Como encontrar palavras-chave para campanha de Links Patrocinados

Preste atenção na qualidade das palavras-chave

Outro ponto a se considerar é a relevância e a concorrência das keywords. Por exemplo, se você tem um comércio de artigos esportivos, inserir o termo “tênis” no seu grupo de anúncios teria uma concorrência enorme e seria irrelevante.

Poderia atrair pessoas à procura de tênis que não sejam esportivos. Portanto, foque nos termos de cauda longa e evite cair nesses erros comuns.

7 erros comuns que as empresas cometem com o Google Adwords

Faça segmentações

A segmentação é relevante para diferenciar suas campanhas das demais. Dependendo da forma como seus anúncios são direcionados, você pode evitar competições com empresas mais experientes nos leilões.

Os links patrocinados podem ser orientados com base em localização geográfica, dispositivo de acesso (smartphone ou desktop) e idioma dos sites acessados pelos usuários.

Boas razões para você combinar sua estratégia de SEO com Links patrocinados

Acompanhe as métricas e melhore seus resultados

Após ter a exibição ativada, é fundamental analisar em tempo real o desempenho. É a partir desse acompanhamento que você poderá qualificar seus anúncios e aumentar o tráfego e as conversões.

São tantas informações mapeadas que pode ser difícil saber quais são as mais relevantes. Para simplificar seu trabalho, as que você mais deve ficar de olho são cliques ou taxa de cliques, impressões, custo por clique, conversões e receita. É possível detalhar cada um desses indicadores a partir de keywords, horários, dias e localização.

4 estratégias para melhorar os resultados das campanhas de e-commerce no Google AdWords

Um bom monitoramento resulta em boas correções e aperfeiçoamento. Conforme vão ocorrendo ajustes, maiores são as chances de diminuir o custo por clique (CPC) e o custo de aquisição de clientes no Google Adwords para e-commerce..

Com o tempo você saberá, por exemplo, quais palavras-chave funcionam melhor, qual semana do mês tem mais vendas, quais horários geram mais tráfego e outras informações importantes que diagnosticam suas ações.

Não invista valores muito baixos

O orçamento normalmente é um assunto complicado para quem inicia nos link patrocinados. Bem, não há um padrão para todas as situações, porém no comércio virtual é interessante não começar com valores pequenos demais.

Como iniciar um investimento no Google Adwords da maneira correta

O conceito é simples: quanto mais se investe, mais resultados são conquistados. Tendo mais retorno, há mais dados para serem analisados e maiores são as chances de otimizar campanhas futuras e correntes.

Além disso, lances baixos podem afetar justamente sua posição nas buscas.

Entendeu como aproveitar melhor o Google AdWords para e-commerce? Compartilhe suas impressões e ações conosco. Ainda tem dúvidas? Deixe nos comentários.

Para quem administra um blog, site ou e-commerce é compreensível a preocupação em colocar suas páginas nos primeiros lugares nas pesquisas feitas nos buscadores. As técnicas de SEO vão ao encontro desse objetivo.

Antes de irmos para a prática, vale ressaltar que SEO não é só produzir conteúdos e preparar páginas para os mecanismos de busca. Você não escreverá somente para o Google entender, mas sim para entregar aquilo que os usuários do Google estão buscando. Ora, se a preocupação dos buscadores é atender as expectativas do público, seu site deve ser estruturado pensando nos robôs e, principalmente, nos seus consumidores.

Para que o SEO não seja um problema e sim solução para os seus textos, preparamos uma sequência com 6 dicas que farão suas páginas aparecerem no topo do ranking das pesquisas.

1- Pesquise as palavras-chave

Você talvez já tenha ouvido falar que as palavras-chave são essenciais para qualquer otimização baseada em SEO, não é mesmo? Então, essa é uma premissa verdadeira. Contudo, seus textos não precisam ser totalmente focados nas palavras-chave.

É importante escolher termos que costumam ser usados pelo seu público-alvo nos campos de pesquisa dos buscadores. Para isso, use ferramentas como o Keyword Planner e o Google Trends para conferir as palavras-chave mais lembradas na sua área e quais são as tendências de utilização.

2- Crie conteúdo original e de qualidade

Esse costuma ser um problema nas descrições de produtos, pois em muitos e-commerces é normal ver esse trecho copiado dos sites dos fabricantes. O Google, assim como os outros buscadores, entende isso como uma duplicação, o que pode prejudicar o ranqueamento dessas lojas virtuais as quais não se preocuparam em escrever diferente.

Além de produzir textos próprios, mesmo que falem da mesma oferta, é importante ser bem informativo, ajudar o público e mostrar que sua empresa entende daquele assunto.

Os problemas de ter conteúdo duplicado no e-commerce e como resolver

3- Faça títulos irresistíveis pensando no SEO

O título de uma página deve ser a última coisa a ser produzida para ser a primeira que entrará em contato com o público. As pessoas verão seus títulos logo de cara assim que fizerem uma pesquisa nos buscadores.

Logo, você precisa prometer algo valioso, criar um senso de urgência, desafiar o leitor, chamar a atenção das pessoas e, principalmente, exibir a palavra-chave escolhida para os mecanismos de busca saberem do que se trata seu conteúdo.

4- Deixe seus textos fáceis de serem lidos

Em blog posts, especialmente os que possuem mais conteúdos, é importante facilitar a leitura para os motores de busca e para as pessoas.

Os buscadores precisam das palavras-chave (com variações de plural, sinônimos, etc.) espalhadas no texto, nos intertítulos (h2, h3, etc.) e no nome das imagens (palavra-chave-descriçãodaimagem.jpg). O público precisa de um visual mais limpo, com textos divididos em blocos, parágrafos curtos, termos importantes destacados em negrito, uso de imagens e vídeos para apoiar a compreensão do conteúdo.

5- Inclua a palavra-chave nas descrições de produtos

Ao chegar à página de uma oferta, a descrição que acompanha a imagem do produto deve ser curta, objetiva e oferecer um argumento matador para convencer o cliente da compra.

É recomendado escrever e destacar as palavras-chave em negrito nesse pequeno texto, para reforçar a referência da página para os motores de busca. As imagens dos produtos devem ter suas tags alt preenchidas com descrições em poucas palavras das fotos, assim como o uso da palavra-chave no nome dos arquivos.

Cadastro de produtos: como convencer o cliente a comprar

6- Faça descrições detalhadas

Descrições de produtos mais completas e detalhadas são importantes para gerar mais informação e conteúdo para as páginas de produtos. Quando uma página possui pouco texto, os buscadores costumam posicioná-la pior nas pesquisas. Portanto, aproveite este espaço para dar detalhes técnicos das ofertas, falar dos seus benefícios, expor comentários de outros clientes, etc.

E aí, o quanto essas dicas de SEO serão úteis para o seu e-commerce e seu blog? Você já praticava alguma dessas ações e não sabia que elas poderiam melhorar o ranqueamento do seu site na internet? Conte nos comentários!

Uma boa performance nas campanhas de e-commerce no Google AdWords só pode ser alcançada com estratégias realmente efetivas de otimização. Neste artigo, vou analisar a principal métrica para a saúde de suas campanhas e propor soluções para melhorar cada vez mais seus resultados.

Como analisar minhas campanhas?

O primeiro índice que você deve levar em consideração na sua análise é a CTR (click-through rate). Ela é a principal métrica para campanhas de AdWords, pois o primeiro ponto que precisamos garantir é que seu site seja visitado pelos usuários que fazem busca.

O Google considera boa uma CTR para Rede de Pesquisa entre 1% e 2%, contudo, essa é apenas uma média generalista, já que esse número pode variar muito dependendo do segmento de mercado e também dos objetivos de campanha.

Idealmente, quanto maior a CTR melhor. Uma CTR alta significa que você está comunicando exatamente o que os usuários estão buscando e, assim, está trazendo uma grande quantidade de visitas para a sua loja.

Qual estratégia adotar para aumentar a taxa de cliques das suas campanhas?

1- Ampliação de palavras-chave

Para que outros usuários vejam o seu anúncio é recomendado inserir mais palavras-chave. Desta forma, seu anúncio terá maior alcance e consequentemente mais cliques.

Parece óbvio, mas recomendamos que você não adicione as primeiras palavras-chave que vierem à sua cabeça, mas sim sinônimos ou outras expressões que não foram abordadas anteriormente.

Uma dica bem interessante para inserção de palavras-chave é analisar os termos de pesquisa. Para isso, vá até a aba “Palavras-chave” e clique em “Termos de Pesquisa”:

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Utilizando os termos de pesquisa você conseguirá descobrir quais expressões os usuários estão buscando e que ativam seus anúncios. Pode até parecer irrelevante adicionar palavras-chave à sua campanha, visto que os anúncios já estão sendo exibidos, mas essa ação é importante para aumentar o índice de qualidade de palavra-chave (voltaremos neste tópico mais adiante).

Não é adequado inserir todos os termos pesquisados, porque isso pode trazer tráfego sem qualificação. É preciso selecionar aqueles com os melhores indicadores, como por exemplo uma alta CTR e um custo por clique convertido baixo, o que significa que o termo é muito clicado, consome pouco orçamento e ainda traz muito resultado.

O exemplo a seguir mostra dois termos que estão sendo exibidos e não foram adicionados. Verificando a CTR e o custo por clique convertido, fica claro que o primeiro termo, além de ter uma taxa de cliques altíssima, tem um custo bem baixo por conversão, enquanto que o outro tem uma CTR mediana e tem um custo por clique 20 vezes mais alto que o primeiro.

Logo, é mais vantajoso acrescentar a primeira palavra.

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2- Negativação de palavras-chave

As palavras-chave negativas são bem importantes para suas campanhas e grupos de anúncio, pois elas restringem a impressão de seus anúncios para usuários pouco qualificados.

Por exemplo, se você vende camisetas customizadas e registrou em correspondência ampla ou modificada as palavras-chave “comprar camisetas”, “camisetas baratas” e “camisetas personalizadas”, o usuário que buscar por “comprar camisetas atacado” também visualizará seu anúncio e poderá clicar nele, gastando seu orçamento e saindo da loja logo em seguida sem comprar nada. Portanto, neste caso, o ideal é negativar a palavra “atacado” para evitar que isso aconteça.

Uma boa dica também é verificar nos termos de pesquisa quais palavras geram muitas impressões e poucos cliques; isso pode ajudar a identificar palavras que não fazem sentido para o seu negócio.

3- Testar a correspondência

Provavelmente você já teve dúvidas sobre qual correspondência de palavra-chave é a melhor para suas campanhas. A verdade é que não existe fórmula para saber, o ideal é testar o mesmo termo com correspondências diferentes.

Num mesmo grupo de anúncio, adicione a mesma palavra-chave com os quatro tipos de correspondência e deixe a campanha rodando por uma semana. Ao final do sétimo dia, verifique quais termos possuem a melhor CTR e o menor custo por clique convertido – essas métricas garantem muitos cliques pagando bem pouco.

4- Aumente o Índice de Qualidade

É sabido que quanto mais alto o Índice de Qualidade (IQ) e o custo por clique (CPC), maior será sua posição no leilão, logo, se você alcançou a nota dez, pode economizar seu orçamento sem perder cliques! A seguir, vou ilustrar um exemplo.

Imagine dois anunciantes: um lojista na minha agência e um de seus concorrentes. Ambos vendem o mesmo tipo de produto e disputam os cliques dos usuários, no entanto, o concorrente não possui muitos conhecimentos de marketing e tem um IQ de 5; para compensar a falta de qualidade, ele ajustou o CPC máximo com o valor de 3 reais. Enquanto isso, nosso lojista (Nuvem), mais entendido e preocupado com seu orçamento do AdWords, conseguiu um IQ de 7 e definiu seu CPC em 2 reais.

Sendo assim, nós temos:

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Neste primeiro cenário, o concorrente aparece na primeira posição, levando a maioria dos cliques, mas o lojista da Nuvem decide então resolver esse problema aumentando seu IQ, logo ele revisa suas palavras-chave, melhora os textos dos anúncios e insere páginas de destino mais adequadas para os usuários, conseguindo finalmente um IQ de 10.

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Depois de um tempo, o lojista Nuvem percebe que seu anúncio já está nas primeiras posições e decide ir além, testando um lance mais baixo e diminuindo em 20% o CPC.

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Neste novo cenário, observamos que mesmo diminuindo seu CPC o lojista Nuvem Shop ainda manteve sua posição inalterada, não perdeu cliques e de sobra está economizando 20% do orçamento desta campanha, valor que pode ser reinvestido em orçamento diário.

Em resumo, implementando todas as ações que mencionamos ao longo do artigo sua CTR estará super otimizada e, num curto espaço de tempo, você deverá sentir benefícios como:

• Mais visitas;
• Mais conversões e vendas;
• Tráfego mais qualificado no seu e-commerce;
• Economia de orçamento.

Lembre-se que sua campanha precisa ser atualizada constantemente, por isso, verifique semanalmente como estão as métricas e proponha mudanças, faça testes e assim arrase no marketing digital.

Estratégia para ter a marca encontrada nas pesquisas deve variar conforme o estágio de desenvolvimento do produto ou serviço, combinar SEO com Links Patrocinados é o ideal

Entre as estratégias de marketing digital para que as marcas estejam no topo das pesquisas no Google, Adwords (também conhecido como Links patrocinados) e SEO podem inicialmente parecer investimentos opostos. Mas estas estratégias na verdade são totalmente complementares.

SEO ou Links Patrocinados?

Enquanto uma se baseia na compra de anúncios, a outra exige a criação de conteúdo de qualidade para conseguir resultados orgânicos. Porém, lembro que o percentual de investimento em SEO e em links patrocinados deve ser atrelado ao estágio de desenvolvimento do produto ou serviço.

Um produto novo, que ainda precisa levantar demanda, terá que contar fortemente com a rede de display do Adwords, por exemplo. Não adianta nada a marca ou produto estar em primeiro lugar do Google na busca orgânica se este termo não for procurado por ninguém. Listei os três principais motivos que fazem com que o SEO forme um casamento perfeito com o Adwords. Vamos lá?

1- Tráfego gratuito e de qualidade

É muito importante ressaltar que o bom posicionamento nos resultados orgânicos do maior site de busca do mundo permite que a marca tenha tráfego gratuito e de qualidade, ou seja, apenas de quem se interessa pelo seu produto ou segmento.

Quem está no primeiro ou segundo lugar do Google, para um termo de alto volume de busca mensal, terá muitas visitas sem a necessidade de se investir muito dinheiro em anúncios patrocinados. O investimento em Adwords funciona justamente para que a marca chegue neste ponto.

2- Otimização dos anúncios em longo prazo

Os resultados dos investimentos em SEO ocorrem em médio e longo prazo. Em geral, os melhores resultados na busca orgânica costumam vir com o tempo, porque o trabalho de otimização de sites e geração de conteúdo de qualidade ganham força com o passar dos meses.

As melhores estratégias de SEO consistem em melhorar o conteúdo das páginas, manter o site sempre atualizado, com uma ótima experiência de navegação para o usuário. É preciso escrever conteúdos otimizados, com os termos e palavras-chave que são mais utilizados pelos usuários no momento da busca. Por fim, por que é importante investir em Adwords e SEO ao mesmo tempo?

Enquanto o primeiro traz resultados imediatos, o segundo colabora para o investimento em anúncio caia gradativamente nos meses seguintes.

3- Mais barato que o Adwords

O objetivo é que a empresa não tenha que investir pesadamente em anúncio quando os resultados de SEO começarem a aparecer. Conforme se conquista competitividade alta no Adwords e uma demanda alta de buscas, o SEO é que vai precisar receber maiores investimentos, por conseguir ser mais barato que o Adwords no final do processo.

Por fim, quero ressaltar que estas estratégias do Marketing Digital tem como um de seus pontos mais interessantes a possibilidade de mensurar a eficiência de uma campanha. Você pode realizar testes para ver qual modelo de página converte melhor ou qual anúncio gera mais resultados, além de medir a taxa de conversão e otimizar as ações de marketing para atingir o melhor resultado.

Uma estratégia completa de marketing digital deve contemplar diversas ações para melhoria do posicionamento nos resultados orgânicos e uma constante otimização nos anúncios de links patrocinados em busca do melhor retorno sobre o investimento.

Por isso, além de anunciar no Google, também é interessante explorar os anúncios patrocinados em redes sociais e sites de nicho que cedem espaço para publicidade.

Muito mais sobre o assunto? Assista o vídeo do Mestre TV abaixo!

Se as suas páginas trabalham com versões em HTTPS, o Google provavelmente mostrará elas acima das páginas com versões em HTTP

Zineb Ait Bahajji anunciou em dezembro de 2015 que o Google está avançando sobre a questão do Certificado Digital SSL, o gigante promete priorizar e escolher as páginas em HTTPS acima de qualquer página em HTTP.

Isso significa que se a navegação interna do seu site faz referências à URLs em HTTP, o Google vai verificar se as mesmas páginas trabalham em HTTPS. Se a resposta for positiva, o Google indexará a versão HTTPS e mostrará as referidas páginas nos resultados das pesquisas.

O Google disse: “Nós gostaríamos de anunciar hoje que estamos ajustando nosso sistema de indexação para procurar por mais páginas em HTTPS… Especificamente, nós começaremos a rastrear páginas em HTTPS que sejam equivalentes a páginas em HTTP, mesmo quando não haja ligação do primeiro (do HTTPS) com página alguma… Quando duas URLs do mesmo domínio parecerem que têm o mesmo conteúdo, mas que sejam distribuídos ao longo de diferentes esquemas de protocolo, nós tipicamente escolheremos indexar a URL em HTTPS”.

As condições incluem:

• Não conter dependências inseguras;
• Não estar impedido de rastrear pelo robots.txt;
• Não redirecionar usuários para ou através de uma página HTTP insegura;
• Não ter um link de rel=”canônico” na página HTTP;
• Não conter uma meta tag robots com NOINDEX;
• Não ter links dentro do Host que apontam para outras páginas com URLs em HTTP;
• Listar o sitemap com a URL em HTTPS ou não listar a versão HTTP da URL;
• O server ter um certificado TLS válido.

A primeira condição é a mais importante, é aquela em que as páginas não contêm “dependências inseguras”. Muitas páginas contêm imagens inseguras, conteúdos inseguros, embeds inseguros (um vídeo, uma apresentação incorporada de outro site, por exemplo), e por aí vaí.

Isso tudo é parte dos esforços (extremamente válidos) do Google para criar uma web mais segura.

Texto traduzido do Search Engine Land.

URLs amigáveis é uma das técnicas de SEO (pronuncia-se “ess i ou”, do inglês ‘Search Engine Optimization’, e não “céu”, ok?) que tem como objetivo tornar os links mais atrativos – ou seja, amigáveis – para as pessoas e para o Google.

Segundo o wikiHow, uma das formas de seres humanos se tornarem amigáveis com outros seres humanos é largar o Candy Crush. Mas mesmo fora do Candy Crush, segundo me contaram, os franceses não são lá muito amigáveis com estrangeiros. Eles odeiam quem não fala sua língua. Se isso for verdade, eu diria que eles são muito parecidos com o Google.

O mais querido dos mecanismos de busca tem uma maneira peculiar de “socializar” com seu conteúdo. Se ele não entender o que você está falando, ele não vai dar importância a você.

Eu sei que você cresceu ouvindo as pessoas dizerem “Se importe só com quem se importa com você”, mas aqui a coisa é diferente, não se preocupar em ser importante para o Google significa “Tá vendo aquela venda ali? Diga ADEUS a ela!”. (Sinta-se livre para substituir “venda” por “conversão”, “pedido de orçamento” ou qualquer coisa relevante ao seu negócio)

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De vez em quando meus amigos, que são meio preguiçosos, me mandam links sem explicar o que se trata. Algo parecido com isso:

http://www.umsitequalquer.com/index.aspx?id=2398489234

“Meu deus, é um vírus! Não clico nem a pau, juvenal.”

O dono desse site poderia ter garantido meu clique se o link fosse algo parecido com:

http://www.umsitequalquer.com/conteudo-legal-que-me-interessa/

Bem melhor, não é?

O Google também acha, já que ele se propõe a ser o defensor daqueles que buscam conteúdo bom. Por isso quando ele encontra uma página que possui um link amigável, a importância que ele dá a essa página é maior. Assim você fica feliz por que viu um conteúdo bom, o dono do site fica feliz por que conseguiu uma visita, e quem sabe futuramente uma venda (ou conversão ou pedido de orçamento ou …).

Todos se abraçam e cantam juntos “Amigos para Sempre“. 🙂

Como tem que ser minha URL?

Primeiro, não basta ser amigável, tem que ter keywords. Todo conteúdo que escrever, seja um post em um blog, seja um produto no seu e-commerce, deve ter palavras-chave que as pessoas estão procurando no Google. O link para o conteúdo deve seguir a mesma lógica.

A estratégia é sempre pensar o que o usuário vai escrever no Google para te encontrar. Na imagem abaixo tem um exemplo de uma busca. Perceba o quão importante é a URL para que o post no blog da Bleez apareça em primeiro lugar.

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Segundo, ela tem que descrever o conteúdo da página. A melhor forma de criar a URL é usando o título do post, se você estiver escrevendo um blog, ou o nome do produto, caso você tenha um e-commerce.

A maioria das plataformas faz isso automaticamente hoje em dia, mas vale a pena ser redundante para você não acabar contratando uma que não o faça.

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Santa URL

No mundo mágico das tags há uma chamada canonical. Ela é responsável pela canonização – você leu certo – de URL’s.

Traduzindo de uma forma que eu e você possamos entender: se um site possui variações de links que mostram o mesmo conteúdo você deve definir um deles, que será considerado o link principal, para que os mecanismos de busca deem toda relevância a ele. Olha esses link:

[1] http://www.umsitequalquer.com/

[2] http://www.umsitequalquer.com/index.aspx

[3] http://www.umsitequalquer.com/index.html

Todos os 3 links me mostram a página inicial, porém, naturalmente, o Google (ou qualquer outro buscador) vai entender que são 3 páginas diferentes com conteúdo duplicado e isso não é nada bom.

Se for inserido uma tag canonical no segundo e terceiro link informando que sua canonical é o primeiro link, o Google (assim como seus “coleguinhas” buscadores) irá ignorar os conteúdo duplicados e vocês voltarão a ser amigos.

Para e-commerce isso é muito importante pois é comum ter plataformas que criam vários links para o mesmo produto, como por exemplo:

http://adegafree.com/vinho-carmin-de-peumo-carmenere-2009-750ml.html

http://adegafree.com/vinhos/vinho-carmin-de-peumo-carmenere-2009-750ml.html

http://adegafree.com/vinhos/por-tipo/vinhos-premiuns-vinho-premium/vinho-carmin-de-peumo-carmenere-2009-750ml.html

http://adegafree.com/vinhos/por-pais/vinhos-chilenos/vinho-carmin-de-peumo-carmenere-2009-750ml.html

Ter links desta forma não é errado, pois eles refletes a navegação do usuário e assim ele entende por quais categorias passou (ou não passou) para chegar até um produto. O importante mesmo é a tag canonical estar setada.

Últimas dicas

Algumas últimas dicas de como o link deve ser gerado para você não ter problemas com o Senhor Google.

• Para separar as palavras prefira hífens a underlines. O Google entende os hífens como espaço e as underlines como caractere normal, o que pode atrapalhar na hora de identificar as palavras-chave, etc e tal.
• As palavras devem ser minúsculas. Assim evitamos o odiado 404, também conhecido como “Página não encontrada”.
• Evite números. Utilize somente quando for necessário, pois palavras são melhor de serem indexadas e encontradas.
• Não use acentos. Assim também evitamos páginas não encontradas.

Texto publicado no Blog da Bleez.

O Google está usando uma tecnologia de aprendizagem de máquinas chamada RankBrain para ajudar a entregar os resultados das suas pesquisas

Surgiram notícias ontem de que o Google estava usando um sistema de inteligência artificial de aprendizagem da máquina chamado “RankBrain”, que o ajuda a classificar os resultados das suas pesquisas. Quer saber como isto funciona e como ele se encaixa no principal sistema de classificação do Google? Aqui está o que sabemos até o momento sobre o RankBrain.

As informações abordadas abaixo vêm de três fontes. A primeira fonte vem da Bloomberg story, que deu em outubro a notícia sobre o RankBrain. A segunda fonte são as informações adicionais que o Google forneceu diretamente ao Search Engine Land. A terceira fonte é do nosso próprio conhecimento e das melhores hipóteses de onde o Google não está fornecendo as respostas. Quando for necessário deixaremos claro onde cada uma destas fontes são utilizadas, além das informações genéricas.

O que é o RankBrain?

O RankBrain é o nome dado pelo Google para um sistema de inteligência artificial de aprendizagem da máquina, o qual é usado para ajudar a processar os resultados das suas pesquisas, como reportado pela Bloomberg e também confirmado pelo Google.

O que é uma Máquina que Aprende?

Uma Máquina que Aprende (Machine Learning) é identificada quando o computador ensina a si mesmo como fazer alguma coisa, em vez de ser instruído por humanos ou por programação detalhada.

O que é Inteligência Artificial?

A verdadeira Inteligência Artificial, ou IA, está onde o computador pode ser tão inteligente como os humanos são, pelo menos no senso de adquirir conhecimento por aprendizagem e por desenvolver o que já conhece, além de fazer novas conexões.

É claro que a verdadeira inteligência artificial existe apenas na ficção científica. Na prática a IA é utilizada para se referir a sistemas de computador que são desenhados para aprender e fazer conexões.

Qual a diferença entre a IA e a Máquina que Aprende? Nos termos do RankBrain, nos parece que são praticamente sinônimos. Você pode ouvir que ambos são usados sem distinção, ou você pode ouvir que a máquina que aprende é usada para descrever um tipo de método empregado pela inteligência artificial.

Então o RankBrain é a nova maneira do Google classificar os resultados das pesquisas?

Não. O RankBrain é parte do principal algoritmo de pesquisa do Google, um programa de computador que é usado para classificar as bilhões de páginas que ele conhece e de encontrar aquelas consideradas mais relevantes para pesquisas específicas.

Qual é o nome do algoritmo de pesquisa do Google?

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Ele é chamado de Hummingbird, como reportado no passado. Por anos, este principal algoritmo não tinha um nome formal. Mas em meados de 2013 o Google reformulou aquele principal algoritmo e lhe atribuiu um nome, Hummingbird.

Então o RankBrain é parte do Hummingbird, o algoritmo de pesquisas do Google?

Este é o entendimento. O Hummingbird é o principal algoritmo de pesquisa, assim como um carro tem uma mecânica geral. A mecânica em si pode ser composta por várias partes, como o filtro do óleo, a bomba de gasolina, o radiador e por aí vai. Da mesma forma, o Hummingbird engloba várias partes, com o RankBrain sendo uma das suas mais recentes.

Nós sabemos em particular que o RankBrain é parte do algoritmo Hummingbird, porque o artigo da Bloomberg deixa claro que o RankBrain não supre todas as pesquisas, como apenas o algoritmo principal faria.

O Hummingbird também contém outras partes com nomes familiares àqueles da área do SEO, como o Panda, o Penguin e o Payday, que foram desenhados para lutarem contra spams; o Pigeon, que foi desenhado para melhorar as pesquisas locais; o Top Heavy, que foi desenhado para rebaixar as páginas com anúncios pesados; o Mobile Friendly, que foi desenhado para recompensar páginas amigáveis a mobile; e o Pirate, que foi desenhado para combater infrações contra direitos autorais.

Eu pensava que o algoritmo do Google se chamava “PageRank”

O PageRank é mais uma parte do algoritmo Hummingbird, o qual abrange um meio específico de atribuir créditos às páginas baseado nos apontamentos de links que outras páginas fazem a elas.

O PageRank é especial porque é o primeiro nome que o Google deu para uma das partes do seu algoritmo de classificação, de volta ao momento em que o mecanismo de pesquisa começou, em 1998.

E sobre estes ‘’sinais’’ que o Google usa para classificar?

Os sinais são as coisas que o Google usa para ajudar a determinar como classificar as páginas da Web. Por exemplo, ele lerá as palavras em uma página Web, então as palavras são um sinal. Se algumas palavras estiverem em negrito, isto pode ser outro sinal a ser notado. Os cálculos usados como parte do PageRank dão à página um ponto do PageRank que são usados como um sinal. Se uma página é notada como sendo amigável à mobiles, este é um outro sinal a ser registrado.

Todos esses sinais são processados por várias partes dentro do algoritmo Hummingbird para descobrir em análise quais as páginas que o Google mostra em resposta às várias pesquisas.

Quantos sinais existem?

O Google tem constantemente falado em possuir e avaliar mais de “200 sinais majoritários de classificação”, e que, por sua vez, podem ter até 10000 variações ou sub-sinais. É mais comum apenas dizer ‘’centenas’’ de fatores, como foi dito ontem no artigo da Bloomberg.

Se você quer um guia mais visual das classificações dos sinais, veja a Tabela Periódica dos Fatores de Sucesso do SEO:

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Clique para ver ampliada. A Tabela Periódica dos Fatores de Sucesso do SEO. Conteúdo da Search Engine Land e Design da Column Five.

É um guia muito bom para os pontos gerais que os mecanismos de pesquisas como o Google usam para ajudar a classificar as páginas Web.

E o RankBrain é o terceiro sinal mais importante?

Isso mesmo. Do nada, este novo sistema se tornou o que o Google diz ser o terceiro fator mais importante para a classificação das páginas da Web. Do artigo da Bloomberg:

“O RankBrain é uma das “centenas” de sinais que entram em um algoritmo que determina quais resultados aparecerão nas pesquisas das páginas do Google e onde elas serão classificadas, diz Corrado. Isto foi implementado a poucos meses e o RankBrain se tornou o terceiro sinal mais importante, contribuindo para o resultado de uma pesquisa específica, diz ele.”

Quais são o Primeiro e o Segundo sinais mais importantes?

O Google não nos dirá quais são eles. E O Search Engine Land diz ter perguntado duas vezes.

O Google não explicará os dois mais importantes, o que é chato e sem dúvida um pouco ilusório. O artigo da Bloomberg não foi acidente. O Google quer uma certa fofoca sobre o que considera ser o seu avanço da máquina que aprende.

Mas para realmente estimar o seu avanço, seria útil conhecer os outros fatores mais importantes que o Google usa atualmente, assim como foi feito na sequência pelo RankBrain. É por isso que o Google deveria explicá-los.

A propósito, a opinião do Search Engine Land é que os links continuam sendo o sinal de maior importância; é a maneira encontrada pelo Google para contar os links na forma de votos. Isto também é um sistema terrivelmente velho, como foi defendido no artigo anterior do autor: Links: A ultrapassada  “urna de votos” usada pelo Google & Bing

Para o segundo sinal mais importante acredita-se que poderiam ser as “palavras”, onde elas abrangeriam tudo, desde as palavras na página, à como o Google as interpretaria quando as pessoas as introduzissem na caixa de pesquisa que excede o âmbito da análise do RankBrain.

O que exatamente o RankBrain faz?

Trocando e-mails com o Google, o Search Engine Land concluiu que o RankBrain é usado principalmente como uma maneira de interpretar as pesquisas que as pessoas enviam para encontrar páginas que podem não conter as mesmas palavras que foram pesquisadas.

O Google já não tinha maneiras de encontrar páginas além da pesquisa exata?

Sim, há muito que uma pesquisa no Google recupera páginas que excedem o âmbito dos termos usados. Por exemplo, a muitos e muitos anos atrás, se você pesquisasse algo como “sapato”, o Google não poderia encontrar páginas que dissessem “sapatos”, porque tecnicamente elas são duas palavras diferentes. Mas a “decorrência” permitiu que o Google ficasse mais inteligente, entendendo que sapatos é uma variação de sapato, assim como “correndo” é uma variação de “correr”.

O Google também adquiriu sinônimos mais inteligentes, se você procurasse por “tênis”, ele pode entender que você quis dizer “tênis de corrida”. Ele ainda adquiriu alguns conceitos, tal qual para entender que existem páginas sobre a companhia tecnológica “Apple” e sobre a fruta “apple”.

E sobre o Gráfico do Conhecimento?

O Gráfico do Conhecimento, lançado em 2012, foi uma maneira do Google crescer e ficar ainda mais inteligente em relação as conexões entre as palavras. Mais importante é que ele aprendeu a como procurar pelo “o que é pedido e não por sequências de letras”, como o Google descreveu.

Sequências de letras” significa simplesmente procurar por sequências de letras, assim como as páginas que correspondem a ortografia de “Obama”. Já “o que é pedido” quer dizer que o Google entende que quando alguém procura por “Obama” está provavelmente se referindo ao Barack Obama, presidente dos EUA, uma pessoa real que tem conexões com outras pessoas, lugares e pertences.

O Gráfico do Conhecimento é um banco de dados dos fatos sobre “o que é pedido” no mundo e em como elas se relacionam entre si. É por isso que você pode pesquisar “quando foi que a esposa do Obama nasceu” e receber a respostas sobre a Michele Obama como abaixo, sem ao menos usar o nome dela:

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Como o RankBrain ajuda a refinar as pesquisas?

Os métodos que o Google já usa para refinar as pesquisas genéricas são o retorno de algum ser humano fazendo o seu trabalho em algum lugar, mesmo tendo criado listas de decorrências ou listas de sinônimos ou um banco de dados de conexões entre o que é pedido. Claro que tem uma certa automação envolvida. Mas no todo isso depende do trabalho humano.

O problema é que o Google processa três bilhões de pesquisas por dia. Em 2007, o Google disse que as pesquisas que nunca foram vistas estavam entre 20% e 25%. Em 2013, este número abaixou para 15%, o qual foi usado novamente em outubro no artigo da Bloomberg e que o Google confirmou em seguida. Mas ainda sim, 15% de três bilhões é um número gigantesco de pesquisas, o qual nunca antes foram pesquisadas por nenhum pesquisador humano – 450 milhões por dia.

Entre elas podem haver as complexas: pesquisas de palavras múltiplas, também chamadas pesquisas de “cauda longa”. O RankBrain foi desenhado para ajudar a melhorar a interpretação dessas pesquisas e traduzi-las de forma eficaz. Na prática, é uma maneira de encontrar as melhores páginas para o pesquisador.

O Google nos disse que pode ver padrões entre pesquisas complexas e aparentemente sem ligações, para entender como elas são similares umas às outras. Este aprendizado permite um melhor entendimento futuro das pesquisas complexas e se elas estão relacionadas a tópicos particulares. Do que o Google nos disse, o mais importante é que isso pode ser associado a esses grupos de pesquisas com os resultados que ele acredita serem os que os pesquisadores mais gostarão.

O Google não forneceu nem exemplos de grupos de pesquisas e nem detalhes de como o RankBrain adivinha quais são as melhores páginas. Mas o mais recente é que ele provavelmente pode traduzir uma pesquisa ambígua em algo mais específico, trazendo melhores resultados.

Que tal um exemplo?

Embora o Google não tenha fornecido os grupos das pesquisas, o artigo da Bloomberg tinha um exemplo simples de uma pesquisa que o RankBrain estava supostamente ajudando. Aqui está:

Qual o nome do consumidor de maior nível da cadeia alimentar

Para um leigo, como eu, “consumidor” soa como uma referência de alguém que compra algo. Contudo, ele também é um termo científico para algo que consome comida. Também existem níveis de consumidores na cadeia alimentar. Qual é aquele consumidor do topo? O título – o nome – é “predador”.

Inserindo aquela pesquisa no Google, ele providencia boas respostas, mesmo a pesquisa soando estranha:

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Agora considere como os resultados são similares para uma pesquisa como “o maior nível da cadeia alimentar”, como mostrado abaixo:

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Imagine que o RankBrain está conectando àquela longa e complicada pesquisa original para esta bem menor, o que provavelmente é mais comumente feito. Ele entende que elas são bem similares. Como consequência, o Google pode aproveitar tudo o que ele sabe sobre a obtenção de respostas para as pesquisas mais comuns e ajudar a melhorar o fornecimento das respostas menos comuns.

É necessário enfatizar que eu não existe a certeza se o RankBrain está conectando aquelas duas pesquisas. Apenas que o Google deu o primeiro exemplo. Esta é uma simples ilustração de como o RankBrain pode ser usado para conectar uma pesquisa incomum a uma mais comum, como forma de melhorar as coisas.

O Bing também pode fazer isso com o RankNet?

De volta a 2005, a Microsoft começou a usar o seu próprio sistema de aprendizagem da máquina, chamado RankNet, como parte do que se tornou hoje o motor de pesquisa Bing. De fato, o chefe de pesquisas e criador do RankNet foi recentemente premiado. Mas através dos anos a Microsoft quase não falou sobre o RankNet.

Você pode apostar que isto provavelmente mudará. Também é interessante que quando colocamos a pesquisa acima no Bing, a exemplo de como o RankBrain do Google é formidável, o Bing retorna bons resultados, incluindo uma listagem que o Google também retornou:

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Uma pesquisa não significa que o RankNet do Bing é tão bom quanto o RankBrain do Google ou vice e versa. Infelizmente é realmente difícil chegar a uma lista dessas para fazer este tipo de comparação.

Mais algum exemplo?

O Google nos deu um exemplo fresco: “Quantas colheres de sopa vai em um copo?” O Google disse que o RankBrain recomendou resultados diferentes na Austrália em relação aos Estados Unidos para aquela pesquisa porque as medidas são diferentes em cada país, apesar do nome similar.

Ao testar pesquisando pelo Google.com e pelo Google Austrália. Não vimos muita diferença. Mesmo sem o RankBrain, os resultados seriam diferentes nessa pesquisa por causa do meio “antiquado” de favorecimento de conhecidas páginas australianas para os pesquisadores que usam o Google Austrália.

O RankBrain realmente ajuda?

Apesar dos dois exemplos acima serem nada menos do que o testemunho convincente da grandeza do RankBrain, ele provavelmente está ocasionando um grande impacto, como o Google alegou. A companhia é bastante conservadora com o que acontece dentro do algoritmo de classificação. Ela faz pequenos testes a todo o momento. Mas ela apenas faz grandes mudanças quando tem um grande nível de confiança.

Integrar o RankBrain ao nível que é supostamente o sinal de terceira maior importância é uma grande mudança. Acredita-se que o Google não faria isso sem que ele realmente acreditasse que isto estivesse ajudando.

Quando o RankBrain começou?

O Google diz que houve um lançamento gradual do RankBrain no início de 2015 e que ele tem sido totalmente ativo e global de alguns meses para cá.

Quais são as pesquisas impactadas?

O Google disse a Bloomberg que uma “fração muito grande” de pesquisas estão sendo processadas pelo RankBrain. O Search Engine Land pediu por uma descrição mais específica, mas nos foi dada a mesma afirmação da grande fração.

O RankBrain está sempre aprendendo?

O Google diz que tudo o que o RankBrain aprende é offline. São lhe dados lotes de pesquisas do histórico e ele aprende a fazer predições a partir delas.

Essas predições são testadas e se se provarem boas, então ativas na interpretação mais recente do RankBrain. Então o ciclo de aprender-e-testar-offline se repete.

O RankBrain faz mais que refinar pesquisas?

Normalmente, uma pesquisa é refinada como – estar entre decorrência, sinônimo ou agora o RankBrain – não sendo considerada um fator ou sinal de classificação.

Sinais são fatores típicos que estão amarrados ao conteúdo, como as palavras em uma página, os links que apontam à uma página, se a página está em um servidor seguro e por aí vai. Eles também podem estar amarrados a um usuário, como o local que o pesquisador está ou o seu histórico de pesquisa e navegação.

Então quando o Google diz que o RankBrain é o terceiro sinal de maior importância, isso significa que ele é um sinal de classificação? Sim. O Google confirmou que existe um componente onde o RankBrain está de alguma forma contribuindo para decidir a classificação de uma página.

Exatamente como? Existe algum tipo de “pontuação do RankBrain” que pode avaliar a qualidade? Talvez, mas parece que o RankBrain é muito mais algo que ajuda o Google a classificar melhor as páginas baseadas no conteúdo que elas têm. O RankBrain pode estar capacitado a resumir melhor uma página do que os sistemas já existentes do Google têm feito até então.

Ou não. O Google não diz nada além de que existe um componente de classificação envolvido.

Como aprender mais sobre o RankBrain?

O Google disse ao Search Engine Land quem quiser aprender mais sobre palavras “em vetor” – a forma em que as palavras e frases podem ser matematicamente conectadas – deveria checar este post do Google Open Source Blog – Learning the meaning behind words, que fala sobre como o sistema (que não é chamado de RankBrain no post) aprendeu o conceito de capitais de países apenas explorando as notícias dos artigos:

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Existe um longo trabalho de pesquisa sobre isso aqui neste material em PDF: Distributed Representations of Words and Phrases and their Compositionality.

Você ainda pode brincar com seu próprio projeto de Máquina que Aprende usando a ferramenta do Google word2vec. Em adição o Google tem uma área inteira de documentos sobre a IA e a Máquina que Aprende, assim como a Microsoft.

Este texto foi traduzido do Search Engine Land.

Depois de mudar de nome mais vezes que celebridade da música pop, o Google Search Console amadureceu e hoje possui uma série de recursos e relatórios que devem ser usados antes de qualquer otimização SEO.

Para efeitos de economia dos meus dedos vou chamar o Google Search Console de GSC daqui até o fim do post.

O GSC é o “analisador de sites” do Google (não diga) que te dá uma análise completinha de todos os impeditivos que um site tem – no nosso caso uma loja virtual – e que possa fazer o Google não indexá-lo ou ranqueá-lo.

Como eu já falei uma vez, não receber amor do Google é não receber o faz-me-rir nosso de cada mês.

Vale ressaltar que por mais garotão que o GSC seja, ele não faz nada só. É muito importante que você faça seu dever de casa e que sua plataforma também te ajude com essa lição. Você vai entender se continuar lendo.

Primeiros passos

Para poder usar o GSC é preciso ter uma conta Google, ou seja, um email Gmail ou Google Apps.

Quando você entra na página inicial e faz login usando sua conta você terá que criar uma propriedade que será o “analisador” do seu e-commerce.

Só que antes de começar a brincar você tem que provar para o GSC que você é dono do site. Ele te dirá isso logo depois que você clicar no botão “Adicionar uma propriedade” e informar o endereço da sua loja virtual.

Tem uma porrada de formas de comprovar a autoridade do site. Pode ser adicionando uma meta tag no cabeçalho, ou subindo um arquivo via FTP ou criando uma entrada TXT na Zona de DNS.

Se você não entendeu nada do que eu escrevi peça uma ajuda aos universitários a alguém técnico.

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Entendendo o Google Search Console

Depois que conseguir comprovar sua autoridade você poderá ver as página da propriedade.

Lá terá 4 menus principais que abordam um determinado recurso e dentro de cada menu há ferramentas para trabalhar esses recursos.

Os menus principais são:

• Aspecto da Pesquisa
Relatórios de como o Google está lendo cada elemento da loja. Há conteúdo duplicado? Como estão os títulos e descrições?

• Tráfego de Pesquisa
Informações sobre o comportamento dos visitantes. O que eles estão procurando? O que os fazem clicar no link da sua loja na pesquisa orgânica?

• Índice do Google
O que está acontecendo quando o Google tenta indexar sua página? Há alguma página com malware? Quantas páginas ele conseguiu indexar?

• Rastrear
O robô do Google está tendo alguma dificuldade em realizar uma varredura no seu site? Quais páginas ele deve varrer? Ele vai varrendo ouvindo o molejão? (desculpe)

“Beleza. Tudo bonito, tudo sensual, mas como eu recebo mais visitas?

Muito bom você perguntar isso, pois é o próximo tópico.

Conseguindo mais visitas usando o GSC

A lógica é simples: quanto melhor o Google te indexar e ranquear, melhor será sua posição na busca orgânica e mais visitantes você receberá.

Logo, para receber mais visitas você terá:

1. Eliminar todos os erros que o GSC acusar;
2. Ajudar o robô do Google a encontrar suas informações mais facilmente;
3. Analisar os resultados das minhas ações;

Nota: Depois que aplicar tudo que tem escrito aqui você precisará se comprometer a criar conteúdo que interesse seu visitante. Não adianta de nada você ser o primeiro resultado se o título e a descrição que aparecer no Google não mostrar ao visitante que ele encontrará a solução do problema dele clicando no seu link.

Alguns dos ajustes serão invisíveis ao usuário, pois vai influenciar em como o algoritmo do Google vai te posicionar nos resultados, mas outros mexerão diretamente com a página do resultado em si.

Se você clicar na letra “i” do lado do menu Aspecto da Pesquisa você terá informações sobre cada área do resultado do Google.

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Eliminando todos os erros

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Erros de Dados Estruturados

Menu: Aspecto da Pesquisa > Dados Estruturados

Dados Estruturados é a forma como o código HTML da sua loja virtual passa informações específicas ao Google.

A partir deles o Google monta os resultados da busca da forma como a imagem anterior exibe (não a do Exterminador, a outra) ou até melhor.

Por exemplo, suas páginas de produto já podem exibir no resultado da busca do Google o preço antes mesmo do usuário clicar.

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Lindo, né?

Isso é só um exemplo, há mais coisas que podem ser feitas, mas é um conteúdo bastante técnico.

Você não é obrigado a ter Dados Estruturados na sua loja, mas se quiser, a plataforma tem que ter o código HTML escrito seguindo alguns padrões. Se esses padrões estiverem mal escritos o Google vai disparar erros que você pode ver nesse relatório.

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Se houver erros, converse com o responsável técnico pela sua loja para corrigi-los. Tendo acesso a esse relatório ele poderá pegar mais detalhes para saber onde deve ajustar.

Erros de HTML

Menu: Aspecto da Pesquisa > Melhorias HTML

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Aqui o Google vai reclamar de problemas nos títulos, descrições e conteúdos que não puderam ser indexados.

A maioria dos ajustes podem ser problemas no cadastro na plataforma. Isso é com você.

Mas algumas coisas podem ser problemas da plataforma, como links diferentes que apontam para a mesma página. Isso deve ser ajustado na plataforma usando tag canonical.

Ações Manuais

Menu: Tráfego de Pesquisa > Ações Manuais

Em alguns momentos o Google não confia na análise do robô e passa o trabalho de rebaixar ou remover páginas dos resultados para algum Homo Sapiens assalariado.

Se isso acontecer será aqui que você verá o que houve. Mais uma vez você terá que passar os problemas para alguém técnico.

Erros de Usabilidade Mobile

Menu: Tráfego de Pesquisa > Usabilidade em dispositivos móveis

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Nessa página você tem um relatório de erros de usabilidade da sua página nos dispositivos móveis.

Se por exemplo o tamanho da letra estiver pequeno demais o Google vai reclamar aqui.

Essa página ficou muito mais importante desde Abril de 2015, o mês em que o buscador começou a remover relevância de sites que não possuíam versão mobile ou a mesma é ruim.

Clicando nos erros o próprio Google dirá o que fazer.

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Recursos Bloqueados

Menu: Índice do Google > Recursos Bloqueados

Além do HTML o Google usa Javascripts, CSS’s e imagens para ranquear um site. Se algum deles estiver bloqueado pode prejudicar esse ranqueamento.

Nessa página você vê todos os recursos que foram bloqueados e o Google não pôde indexar. Talvez alguns deles você realmente quis bloqueá-los criando uma regra no robots.txt, portanto nem tudo será um erro.

Quando um erro aparecer o próprio GSC te dirá qual o procedimento para desbloquea-lo.

Erros de Rastreamento

Menu: Rastrear > Erros de Rastreamento

O robô do Google vai tentar ler as páginas da sua loja sempre que ele encontrar um link apontando para você em algum outro site ou quando você publica um sitemap (vou explicar isso daqui a pouco).

Sempre que o robô tem um link que aponta para sua loja mas quando acessa a página não é encontrada o erro é exibido nessa página.

Além disso ele diz se houve algum problema de conectividade DNS, Servidor ou robots.txt. Os dois primeiros são problemas de infraestrutura e você deve resolver com quem dá suporte à plataforma. o segundo é quando o robô não encontra o arquivo robots.txt.

Se o problema não for DNS, Servidor ou robots.txt com toda certeza é algum conteúdo que você despublicou ou excluiu na plataforma. Procure saber de onde vem o link para corrigí-lo e depois marque como fixo.

Erros de Segurança

Menu: Problemas de Segurança

Se sua loja for hackeada ou contiver um malware as luzes vermelhas do Google se acenderão e exibirão erros nessa página.

Nela você também pode pedir ao Google reindexar as páginas infectadas, mas atenção, faça isso somente depois que corrigir os problemas.

Ajudando o Robô do Google a te indexar

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Agora vamos ao que realmente interessa.

Depois dos erros corrigidos você deve “ensinar” o Google a melhor maneira dele te indexar.

Pode acontecer de você só ver erros depois que fizer o que tem escrito daqui para baixo. Mas não fique triste, isso é normal. Às vezes é preciso fazermos ajustes para que o Google te encontre e dizer o que deve melhorar.

Marcação de Dados

Menu: Aspecto da Pesquisa > Marcador de Dados

O GSC dá uma maneira simples de informar Dados Estruturados sem precisar mexer código.

Não há nada que explique melhor o que é e como fazer do que o vídeo que está lá na página.

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Dê o play e seja feliz.

Remover URLs

Menu: Índice do Google > Remover URLs

Se por algum acaso você deixou no ar uma página que não devia ser publicada e o Google a indexou você pode solicitar remoção aqui.

Acho que não preciso dizer que você deve ter muito cuidado com essa função. Não se esqueça: grandes poderes vem com grandes responsabilidades.

Informar URL

Menu: Rastrear > Obter como Google

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Essa opção permite que você simule como o Google rastreia ou renderiza uma página do seu e-commerce.

Se você não escrever nada na caixa de texto ele vai fazer a simulação na página inicial.

Clicando no botão Obter, o Google apenas tentará encontrar a página e caso positivo e operante retornará o código HTML da mesma. Isso é bom para testar se há algum problema de conexão entre o Google e a página.

Já o botão Obter e Renderizar além de testar a conexão, também puxa todos os recursos (imagens, scripts, etc) que a página tiver, renderiza e te mostra o resultado. Assim você pode ver exatamente como o Google “enxerga”.

Em ambos os casos se tudo estiver coisa-linda-de-deus o botão “Enviar para o índice” aparecerá. Isso é bom para você testar e mandar indexar mais rápido páginas que o GSC acusou erro e você corrigiu.

Informando Sitemaps

Menu: Rastrear > Sitemaps

Essa função é a queridinha da galera.

Um Sitemap é exatamente o que o nome diz: o mapa de um site.

Com esse mapa em “mãos” o Google sabe exatamente quais páginas deve indexar sem que o robô tenha que varrer por links. Isso permite que o processo seja mais rápido e preciso.

O Sitemap é um arquivo XML que sua plataforma deve criar automaticamente e disponibilizar um endereço. Esse endereço você vai informar ao GSC clicando no botão “Adicionar/Testar Mapa do Site“.

Depois é só esperar e ver se o relatório, também nessa página, informa algum problema.

Analisando Desempenho

[Essa sessão não haverá imagem por motivos de que não encontrei nada legal] 🙁

Agora é hora de ver como está o desempenho da sua loja dentro dos processos de indexação e ranqueamento do Google.

Estatísticas de Pesquisa

Menu: Tráfego de Pesquisa > Estatísticas de Pesquisa

Essa página ficou mais usada depois que o Google Analytics começou a mostrar (not provided) em seu relatório de palavras-chave (entenda o caso).

Aqui você vê posição, impressões, cliques e CTR dos seus links nos resultados do Google. O objetivo é manter seus links na menor posição possível e recebendo mais cliques no menor número de impressões possível.

Por exemplo, sabemos que o Google exibe 10 resultados por página. Se sua posição for 30 significa que você é o último resultado na terceira página.

Se há 300 impressões do seu link e apenas 3 cliques, seu CTR será de 1%, que é muito baixo.

Estar na terceira posição do Google e ter apenas 3 cliques depois de aparecer 300 vezes para as pessoas é péssimo e não precisa ser um guru de Marketing Digital para saber disso.

Procure ver se há erros de indexação, ajude o robô do Google a te encontrar e depois de tudo isso pesquise e ponha em ação estratégias de SEO. Volte a esse relatório constantemente para saber se as estratégias estão funcionando.

Como se não fosse o bastante você ainda tem as palavras-chave que fizeram as pessoas clicarem em você. Clicando nelas você tem os mesmos dados: posição, impressões, cliques, CTR.

Escolha as palavras-chave que você considera mais importante para seu negócio (aquelas que você sabe que se alguém digitou no Google é sinal de dinheiro à vista) e trabalhe para melhorar seu posicionamento da mesma forma que expliquei anteriormente.

Saiba sua Popularidade

Menu: Tráfego de Pesquisa > Links Para o Seu Site

Nessa página você pode saber quais outros sites possuem links para você.

O melhor uso dessa página é saber se seu conteúdo está chamando atenção das pessoas a ponto delas compartilharem por aí.

Links Internos

Menu: Tráfego de Pesquisa > Links Internos

Aqui você tem o relatório de páginas do seu e-commerce que mais possuem links vindos de você mesmo. Narcisismo detected!

Isso é importante para o Google saber qual é a página mais importante, então se a página que você considera mais importante não tem links suficiente faça seu dever de casa.

Estado do Índice

Menu: Índice do Google > Estado do Índice

Esse gráfico mostra a quantidade de páginas indexada pelo Google. Utilize para saber se suas ações para ajudar o Google a te encontrar estão surtindo efeito.

Se houver uma queda brusca no gráfico significa que alguma coisa saiu errada. Volte às instruções de como encontrar erros para entender o que está acontecendo.

Uso de Palavras-Chave

Menu: Índice do Google > Palavras-chave do Conteúdo

Nesse relatório tem as palavras-chave que o Google mais achou dentro do conteúdo da sua loja.

Olhando essas informações você tem uma noção de como o Google está lendo e interpretando a importância das palavras-chave em sua loja.

Avaliando a varredura

Menu: Rastrear > Estatísticas de Rastreio

Os gráficos nessa página mostram estatísticas da varredura diária que o robô do Google faz na sua loja.

Ele dá varias informações inclusive o tempo de resposta ao tentar acessar as páginas da loja. Isso é muito importante pois esse tempo conta como fator de relevância. Quanto maior o tempo, menos o Google te dará importância.

Mais uma coisa…

Brincadeira, não tem mais nada. O artigo ficou gigante mas eu tenho certeza que você entendeu o quão útil são todas as informações.

Lembre-se que ajustar o GSC é o feijão com arroz pra qualquer estratégia de Marketing Digital. Então dê total atenção a isso principalmente no lançamento da loja.

Se tiver dúvidas deixa nos comentários.

Boas vendas.

Texto publicado no Blog da Bleez.