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Com diferentes modelos de negócio, aplicativos e sites oferecem oportunidades para conquistar renda extra.

A internet já há muitos anos é grande aliada também para profissionais que necessitam uma renda extra em tempos de crise econômica. Por meio de aplicativos e sites, os brasileiros encontram diferentes oportunidades de ganhar dinheiro. A oferta é variada, e cabe a cada um escolher a chance que mais se enquadra de acordo com perfil, disponibilidade e interesse.

Para onde ir? Qual seria a melhor opção? Tudo depende de suas habilidades. Até mesmo montar uma loja virtual pode ser uma saída. Entenda algumas oportunidades bem comuns e acessíveis:

Venda de milhas

A alternativa de vender milhas aéreas pode ser bastante rentável por se tratar de um mercado aberto, em que as ofertas atingem valores mais altos. Além disso, a praticidade para anunciar e encontrar compradores torna a atividade muito atrativa.

A venda de milhas com a MaxMilhas acontece em três etapas: primeiro, o usuário se cadastra e anuncia as milhas com preço estipulado por ele a partir das ofertas de outros vendedores.

Quando a venda é realizada, uma passagem em nome do comprador é emitida. Por fim, o vendedor recebe o valor integralmente solicitado na conta bancária. Não há custo por anunciar no site.

Trabalhos como freelancer online

Páginas como a 99freelas conectam empresas e pessoas que buscam algum tipo de serviço aos profissionais que o oferecem. O usuário cadastrado apresenta uma proposta para a prestação do serviço e, a partir da aprovação, será remunerado pelo trabalho desempenhado.

As ofertas geralmente são para as áreas de programação, marketing, design, conteúdo web e vídeo. Na plataforma da 99freelas, há quase 300 mil profissionais cadastrados.

Forte crescimento das plataformas que recrutam talentos freelance em tecnologia no Brasil

Serviço de hospedagem

O Airbnb é uma plataforma de hospedagem que conecta anfitriões e viajantes ao redor do mundo. Para garantir a renda extra, é preciso se cadastrar e apresentar o apartamento, a casa ou o cômodo disponível para locação.

O sistema conta com vários termos pré-estabelecidos para garantir a segurança de ambas as partes. A ideia é promover uma forma de hospedagem que seja mais acessível. Os valores e as regras de uso das acomodações são determinadas pelo anfitrião.

As táticas não convencionais que levaram o Airbnb ao topo do jogo

Ministrar cursos

Através da plataforma Beved, profissionais de diferentes áreas que queiram ministrar cursos podem se cadastrar no site e definir o formato, o conteúdo, o cronograma e o preço das aulas. Com a venda do curso, a pessoa recebe 70% do valor que foi estipulado.

Como criar o preço adequado para vender conteúdo digital

Venda de produtos usados

Por meio do aplicativos ou site, é possível anunciar roupas, sapatos e acessórios que não são mais usados. De acordo com os dados da plataforma Enjoei, são mais de 370 mil vendedores em todo o país e mais de dois milhões de produtos cadastrados.

Por lá é possível encontrar peças de marcas como Farm, Melissa, Nike, Adidas e Zara. O interessado faz um cadastro e, assim, cria uma lojinha virtual. O pagamento é de 20% da venda e mais R$ 2,15 de taxa de anúncio.

Participação em pesquisas

Sua opinião pode valer dinheiro. Ao se cadastrar em sites ou aplicativos de empresas de pesquisa, os usuários opinam e participam de missões como, por exemplo, visitar um determinado estabelecimento comercial para avaliação.

Para participar é preciso alguns requisitos, como idade mínima de 18 anos. PiniOn, Toluna e Nicequest são algumas das plataformas. 

Conclusão

Ao optar por algum destes modelos de negócios como via de rendimento extra, é sempre importante tomar alguns cuidados. Após escolher o tipo de atividade a ser realizada, é necessário verificar a confiabilidade das plataformas dando preferência àquelas que possuem o trabalho reconhecido, como algumas das citadas acima.

Esta é uma forma de garantir segurança e maiores oportunidades de conquistar mercado, questões essenciais para ser bem-sucedido na empreitada para garantir uma renda extra.

Existe ainda uma série de outras possibilidades interessantes com modelos bem acessíveis. Basta uma ideia boa e dedicação. Vamos começar?

Tecnologias de Inteligência Artificial já estão presentes em praticamente todas as indústrias. Na Publicidade e no E-commerce isso não é diferente, e até mesmo a criatividade já pode ser replicada por máquinas.

A Inteligência Artificial (IA) facilita muito a vida dos comerciantes, isso é fato. Como reflexo, hoje já não existem muitas indústrias onde os robôs ainda não estejam presentes. Um anúncio recente da Coca-Cola, por exemplo, indicou que a empresa pretende usar bots para atividades como criar músicas para anúncios, escrever scripts, postar nas redes sociais e comprar mídia.

E esta é apenas uma das inúmeras iniciativas tecnológicas que estão em andamento e que nos mostram o quanto a revolução das máquinas está mexendo com a indústria da publicidade. E neste cenário de mudança, um questionamento recorrente é: qual será o futuro da força de trabalho humana?

Para se ter uma ideia, um novo relatório da PwC apontou que 38% dos empregos dos Estados Unidos serão substituídos por robôs ou algum tipo de Inteligência Artificial até o início de 2030. E embora possa parecer reconfortante pensarmos que características humanas como a criatividade e a empatia ainda são elementos exclusivamente nossos, experiências reais já nos mostram que a prática não é bem assim.

E as máquinas não apenas já competem com os seres humanos, como também os superam em inúmeras funções.

Analistas de dados ou algoritmos de autoaprendizagem?

Vejamos a indústria de comércio eletrônico, por exemplo. Existem inúmeras tendências que nós, humanos, conseguimos prever facilmente. Sabemos que a Black Friday, por exemplo, traz um crescimento de vendas incrível. De fato, análises da RTB House mostram que na Black Friday as campanhas são mais de 100% melhores do que a média. Além disso, as terças e quartas possuem conversões mais altas do que outros dias da semana – até 40% a mais do que no sábado.

Mas apesar de serem informações muito úteis para o planejamento das campanhas, o público real não funciona apenas com base nessas restrições simplistas. Os padrões de compra podem ser extremamente específicos e combinar critérios múltiplos.

É por isso que o marketing digital hoje é todo voltado para a segmentação individual, com anúncios moldados com base nos interesses e desejos mais pessoais de cada um. E, infelizmente, os seres humanos não conseguem perceber as mudanças mais sutis no comportamento de um comprador online. Já os robôs, não só identificam esses padrões, como fazem isso em tempo real e em larga escala.

Dados da RTB House com foco em retargeting personalizado também indicam que os algoritmos baseados em deep learning – um ramo altamente inovador de métodos de Inteligência Artificial que imitam o cérebro humano – podem responder a milhões de pedidos de compra e venda de anúncios por segundo.

Isso é, obviamente, muito mais do que qualquer ser humano poderia analisar. Além disso, as máquinas não dormem, o que lhes permite observar o mercado 24 horas por dia, sete dias por semana e ajustar suas atividades sempre que preciso. Assim fica difícil competir.

O planejamento de mídia subsidiado por máquinas

Ao longo dos últimos anos o planejamento de mídia mudou pouca coisa em seus fundamentos básicos. Porém, o número de indicadores que precisam ser analisados antes, durante e depois de uma campanha explodiu. Hoje, cerca de 2,5 quintilhões de dados são produzidos diariamente e, de acordo com o IDC, menos de 0,5% deles são coletados, analisados e, de fato, utilizados.

Nesse novo cenário, as atividades que formam a espinha dorsal de qualquer processo de compra e venda de mídia, incluindo relatórios, auditoria, verificação periódica, etc., já podem ser totalmente automatizadas, permitindo que os especialistas se concentrem puramente na estratégia e na criatividade. Além de obter informações altamente precisas, é possível analisar rapidamente os crescentes conjuntos de dados coletados.

No retargeting personalizado, por exemplo, as decisões sobre os produtos que devem ser exibidos nos anúncios geralmente são feitas em menos de 10 milissegundos – e isso é mais rápido do um piscar de olhos.

Por fim, a incorporação de algoritmos de autoaprendizagem possibilita analisar as pessoas individualmente, e não a partir de uma segmentação ordinária por grupos. Isso permite que os anunciantes comprem mídia considerando um cenário muito mais específico, sem aquela tradicional dúvida sobre onde um anúncio será colocado – agora a discussão é para quem o banner será mostrado.

Diretores de arte versus algoritmos

Por mais incrível que possa parecer, a Inteligência Artificial também está se fortalecendo para enfrentar o universo criativo. Recentemente a agência McCann-Erickson do Japão promoveu uma batalha interessante, colocando o primeiro robô Diretor de Arte do mundo, chamado AI-CD β, contra um homólogo humano, o Diretor Criativo Mitsuru Kuramoto. Ambos receberam a tarefa de criar um anúncio que seria julgado por votação popular.

Embora o computador tenha sido capaz de dirigir a peça publicitária com sucesso, analisando um banco de dados tagueado e também comerciais de TV antigos, a humanidade aparentemente triunfou nesse desafio. Kuramoto ganhou 54% dos votos populares em comparação com sua concorrente, a IA, que ficou com 46%. Mas temos que admitir que estamos muito próximos do empate.

Uma luz no fim do túnel

Somente o tempo nos dirá se a IA poderá se tornar ainda mais criativa e eficaz do que as mentes humanas, e como isso irá influenciar os locais de trabalho. Por enquanto, sabemos que a tecnologia felizmente também impulsionará o surgimento e o crescimento de muitos novos empregos – incluindo algumas categorias inteiramente novas.

De acordo com o Fórum Econômico Mundial, 65% das crianças que entram na escola primária hoje acabarão em empregos que atualmente não existem. Alguns papéis se tornarão extintos, outros serão criados. Mas no fim do dia, pelo menos no setor de marketing, é inegável que quando os algoritmos são capazes de aprender com os dados, definitivamente fica mais fácil para as marcas entenderem e se comunicarem de forma eficaz com os clientes.

Os consumidores querem cada vez mais canais de atendimento ágeis e com maior integração com a web. Além disso, estamos passando cada vez mais tempo em aplicativos de mensagens. Diante disso, soluções como os chatbots foram desenvolvidas. Elas facilitam a automação do atendimento de várias demandas e, ao mesmo tempo, ampliam os meios que a empresa pode utilizar para atender aos seus consumidores.

Quer saber mais sobre eles? Então veja, no post que preparamos, tudo sobre essa tecnologia e qual a relação entre chatbots e e-commerce!

O que são os chatbots?

Chatbots são robôs, construídos a partir de regras de negócio e inteligência artificial, que permitem que os clientes interajam por texto ou voz. Ele pode ser implementado em sistemas de chat em websites ou mesmo em aplicativos de mensagens de redes sociais para auxiliar consumidores a resolverem demandas diversas.

O principal objetivo de um assistente virtual é atender pessoas em uma linguagem natural, como se ele estivesse em uma conversa. Conforme o usuário enviar perguntas, o sistema deve ser capaz de identificar a demanda e apresentar a resposta mais adequada.

Em sistemas mais completos é possível realizar integrações com outros bancos de dados, como CRM ou outros bancos de dados, para oferecer um serviço mais completo, como gerar 2a via de boleto, saber sobre entrega de produtos, localizar a loja mais próxima, agendar compromissos etc.

Marketing no varejo: as 3 tecnologias que vão revolucionar o e-commerce em 2017

Como um chatbot funciona?

Os chatbots funcionam com o auxílio de uma base de dados e integração com outros sistemas utilizados pela empresa. As versões modernas, que são implementadas em sistemas de mensagens de texto, são programadas para reconhecer comandos a partir da linguagem natural.

Uma vez que a pergunta é enviada, o software consulta uma (ou mais) base de dados a partir das palavras-chave detectadas e também o resultado de outras consultas realizadas com base no feedback dos próprios usuários.

A resposta deve ser exibida ao usuário conforme o tipo de demanda executada, em uma linguagem próxima a que seria usada por um atendente humano, com possibilidade de utilização de recursos multimídia, como imagens e vídeos, o que torna a interação ainda mais rica.

Qual a relação entre chatbots e e-commerce?

Lojas virtuais possuem em seu serviço de pós-vendas uma importante ferramenta para fidelizar consumidores. Antes mesmo de comprar um produto ou após Quando uma pessoa compra um produto, várias perguntas podem surgir, e é o suporte da empresa que definirá se a pessoa voltará a fazer compras com a empresa ou não.

Nesse sentido, os chatbots são uma importante ferramenta para que a empresa consiga atender um grande número de solicitações, com custo operacional reduzido, grande agilidade (com respostas praticamente instantâneas) e disponibilidade (atendem 24 horas por dia, 7 dias por semana). Com o auxílio de APIs, os robôs conversadores são integrados a várias plataformas.

Redes sociais, como o Facebook, já possuem uma plataforma nativa para a criação e gerenciamento de chatbots. Além disso, aplicativos de mensagem instantânea como o Telegram permitem a integração de chatbots nativamente. Assim, consumidores podem escolher o canal preferido para entrar em contato com o negócio.

Para criar um chatbot, a empresa deve levar em conta todas as demandas que podem ser automatizadas. Troca de senhas, exibição de status de entrega de um produto e solicitação de segunda via de contas são alguns exemplos.

A Cemig, por exemplo, concessionária de energia mineira, possui um chatbot integrado ao aplicativo Telegram para resolução de demandas simples. Pelo @CemigBot, clientes podem cadastrar os seus dados, obter débitos de pagamento, informar leitura e reportar falta de energia diretamente na janela do aplicativo.

Utilizando chatbots como uma ferramenta de atendimento ao consumidor, empresas conseguem diminuir os seus gastos com suporte pós-vendas e, ao mesmo tempo, implementar um número maior de canais de atendimento. Os profissionais que atuam na área não precisarão lidar com demandas simples, enquanto o consumidor contará com canais mais ágeis para solucionar as suas demandas.

Por que criar um chatbot se você já tem outros canais de relacionamento?

Chatbots se tornaram definitivamente uma grande oportunidade, pois pela primeira vez na história as pessoas estão usando mais aplicativos de mensagens do que redes sociais!

Pense um pouco sobre isso! As pessoas passam mais tempo em aplicativos de mensagens, como Whatsapp e Facebook Messenger, que nas redes sociais (se você notar é bem provável que você mesmo tenha este comportamento).

Então, se um e-commerce precisa estar onde as pessoas estão, hoje as pessoas estão nos aplicativos de mensagens!!

E você, o que acha da integração de chatbots e e-commerce? Compartilhe este post nas redes sociais para que outras pessoas saibam mais sobre o assunto!

Texto publicado anteriormente no Blog da DDS.

O Omnichannel já deixou de ser tendência e tornou-se primordial para o sucesso de qualquer negócio, já que todos sabemos que o consumidor está, cada vez mais, multicanal.

Essa palavrinha, um pouco complicada, significa mais que utilizar vários meios de comunicação para atender o seu cliente. Ela, hoje, tem a ver com oferecer a melhor experiência de compra ao seu público.

Por essa importância, vamos abordar o omnichannel na prática, mostrando cases e sugestões para que você leve a ideia à sua loja virtual independente do tamanho do seu negócio.

Omnichannel: um novo modo de fidelizar seu cliente

A gente acredita muito em trabalhar a fidelização e não focar apenas em vendas. Um cliente satisfeito volta à sua loja virtual sempre. Por isso, tenha em mente que oferecer uma perfeita experiência ao seu público é essencial.

Mas, como o omnichannel pode ajudar nessa questão? Ora! Ele é exatamente isso. Vamos entender melhor.

O que é ser ominichannel?

O prefixo “omni”, em latim, significa tudo, algo que é universal e variável. Por isso, ele é confundido com os termos multichannel e crosschannel. Mas não se engane! O primeiro refere-se a muitos, já o segundo tem a ver com plataformas que se cruzam.

O omnichannel ultrapassa essas barreiras e mostra que para o e-commerce é possível oferecer possibilidades que vão além de ofertar produtos online. Com estratégias que unem os canais on e offline, o usuário encontra todas as informações necessárias, tira dúvidas, compra e troca os produtos independente se está na loja física, aplicativo ou e-commerce.

Abaixo, o exemplo da grife britânica Burberry, onde a pessoa pode comprar os produtos por meio de várias plataformas, além de também conhecer as coleções nas lojas físicas. Outro ponto-chave é propiciar que fãs da marca comprem as roupas e acessórios em locais onde a Burberry não possui pontos de venda.

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Outro caso inspirador de omnichannel é a Sephora, loja de cosméticos. Por vender produtos que exigem testes, como perfumes e maquiagem, as vendas no e-commerce costumam acontecer após uma visita às lojas físicas. Muito esperta, a marca disponibiliza provadores com todos os produtos em seus pontos físicos e deixa as pessoas livres para circular pelo espaço.

Mas, de olho em locais que não têm lojas Sephora, outra ideia foi oferecida às clientes. Por meio da tecnologia, é possível experimentar os produtos e saber qual é o tom ideal para determinada pele.

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Vamos a mais um exemplo? Dessa vez, destacamos o pioneirismo da Amazon ao divulgar o lançamento da Amazon Go que, segundo a empresa, será uma nova maneira de fazer compras, levando a melhor experiência ao usuário junto a mais avançada tecnologia.

Na Amazon Go, o cliente acessa a loja física por meio de um aplicativo, escolhe os produtos desejados e vai para casa, sem filas ou demais burocracias. Podemos dizer que essa é uma verdadeira experiência omnichannel. Realmente inovador! Entenda mais no vídeo:

Agora que você já sabe o que é ser omnichannel e conheceu três cases de sucesso, vamos dar dicas simples para que você aplique a ideia na sua loja virtual, independente do tamanho do seu negócio!

O que o Amazon Go pode nos ensinar sobre experiência do usuário para e-commerce

Omnichannel: como levar a ideia ao seu e-commerce

Se você possui uma loja física, tenha em mente que não importa de onde sairá a venda. O importante é o cliente sentir confiança em você. Então, se uma pessoa entrar em sua loja, olhar um produto e não comprar naquele momento, apresente o seu e-commerce e explique que ela também terá mais essa opção.

Agora, se você está apenas na internet, utilize os chats onlines e fique atento aos demais canais de comunicação como e-mail e redes sociais. Não demore, jamais, nos retornos. Essa falha pode levar esse cliente potencial para o concorrente.

Tanto para quem tem ponto físico + e-commerce, ou quem tem apenas loja virtual, é importante oferecer uma navegação responsiva, que é quando um site funciona perfeitamente no desktop e dispositivos mobile. Lembre-se de que os acessos via smartphones só crescem e a tendência é que tudo seja feito por eles.

Com certeza, focando nesses detalhes essenciais, você irá fidelizar o seu público e oferecer uma satisfatória experiência omnichannel.

Texto publicado anteriormente no Blog da Bertholdo.

A internet oferece cada vez mais soluções para quem tem negócios e o marketing digital é uma das possibilidades para ter sucesso nas vendas e propagação da empresa. Para ajudar empreendedores e empresários que pretendem investir neste mercado online, listei três oportunidades para aproveitar em 2017.

Inbound Marketing

Ao longo de 2016 confirmamos que a estratégia é muito sólida e pode gerar ótimos resultados se aplicada da maneira correta. Presenciei um caso em que as vendas de um e-commerce aumentaram 400% usando Inbound Marketing.

O mercado implementará muito mais a estratégia e, para quem vai começar o próprio negócio, é essencial adquirir uma ferramenta eficiente de gestão de leads – que são os contatos que podem ser transformados em clientes – fazer um planejamento de persona, jornada de compra e desenvolver todos os canais de aquisição.

Personalização

Uma das outras tendências para o ano seguinte é a entrega de valor para o cliente através da personalização, seja ela de conteúdo, materiais, pontos de conexão com a audiência, entre outros.

Tratando-se de Inbound Marketing, por exemplo, você pode conhecer melhor suas personas e a jornada de compra delas, e a partir disso você pode personalizar e-mails, anúncios, ofertas, abordagens e até mesmo conteúdo como e-books e vídeos.

Vídeos

Uma das melhores oportunidades para os negócios será investir em vídeos. Desde 2015 aposto no formato para produzir conteúdo sobre Marketing Digital. Acredito que 2017 será um ano forte para os vídeos, pois a banda larga está sendo disseminada no Brasil, e com mais gente com acesso à internet de qualidade mais vídeos serão consumidos.

O ideal é somar essas três oportunidades. Não considere elas de maneira segmentada, pois as três juntas serão mandatórias em diversas estratégias e farão diferença em vários mercados.

Leia também:

20 especialistas falam sobre as principais tendências de Marketing Digital para 2017

A SEM Rush entrevistou 20 referências em Marketing Digital e trouxe as principais tendências para 2017 nas áreas de Email Marketing, Marketing de Conteúdo, SEO, RP, Social Media e ecommerce. Confira!

Dezembro é sem dúvida o mês de olhar para o ano que está indo embora para tirar conclusões e olhar para o ano que está chegando para fazer planos e previsões. E é justo isso que queremos fazer neste post – olhar para o futuro.

Pedimos aos principais especialistas da área de Marketing Digital para compartilhar conosco as principais tendências de marketing e empreendedorismo digital em 2017 por um simples motivo – acreditamos que se os líderes de opinião da nossa área sentem que essas tendências vão influenciar o mercado no ano que vem, e é melhor você ficar sabendo delas antes de planejar a sua estratégia para 2017!

Preparado? Aqui estão as tendências para as áreas de E-mail Marketing, Marketing de Conteúdo, SEO, RP, Social Media e ecommerce

E-mail Marketing

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O uso do Email Marketing vem crescendo internacionalmente e, com isso, os consumidores também vêm se tornando mais exigentes. Ou seja, eles não querem apenas receber ofertas e afins, eles estão ansiosos por conteúdo. Creio que, no próximo ano, essa tendência venha a se multiplicar inúmeras vezes.

Portanto, se eu pudesse ter uma previsão para 2017, seria que o Email Marketing irá crescer exponencialmente. Sabendo que 9 em cada 10 brasileiros utilizam e-mail, esse ainda é – e será por um bom tempo – o melhor e maior meio de comunicação corporativo do mundo. E afirmo novamente que as empresas que não conquistarem o seu espaço digital irão fracassar, queiram ou não.

A utilização do Email Marketing precisa ser feita de forma assertiva, evitando spam e similares. Sabemos que nem todas as empresas respeitam isso, algumas até compram listas de email (coisa que não é legal) e saem por aí enviando emails de venda. Até os servidores comuns, como Gmail, Hotmail, Yahoo, entre outros, perceberam isso e começaram uma verdadeira campanha contra spamers. Eles criaram e otimizaram algoritmos para evitar esse tipo de email nas caixas de entrada de seus clientes.

Para combater isso, a melhor forma é criar sua própria lista de emails, coisa que já é comum entre empreendedores digitais da atualidade.

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Email Marketing somente focado em promoções está fadado a não performar tão bem quanto nos últimos anos.

Focar em histórias que cativam, que gerem interesse e entreguem algo relevante ao usuário deve gerar muito mais conversões!

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As pessoas não aguentam mais receber tantos emails, mas ainda assim se inscrevem para recebê-los e contam com a sua caixa de entrada para ficarem atualizados sobre alguns assuntos e ofertas.

A dica? Repensar a estratégia de quantidade de emails para focar em qualidade.

Menos é mais, neste caso. Ao trocar 3 envios semanais por 1 diferenciado, o público agradece, fica na expectativa e você garante a leitura do seu conteúdo.

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Em 2017 iremos apostar na segmentação e behavior target para melhorarmos nossos resultados com Email Marketing.

Temos diversas segmentações na nossa base. Por exemplo, se o Lead está no topo, meio ou fundo de funil, se ele veio das nossas ferramentas, se ele veio de uma Landing Page, de um eBook, etc.

Isso já é um avanço, mas longe do ideal, pois não mapeia o comportamento de forma completa.

O que estamos apostando agora é em um ciclo de emails interativos de acordo com seu comportamento no nosso site. Por exemplo, se você se cadastrou em uma Landing Page para comprar um logo, vai receber emails para comprar logo. Se nesse período você entrar em uma outra Landing Page para comprar, por exemplo, um site para médicos, automaticamente você irá parar de receber emails de logo e irá receber emails de site para médicos.

Dessa forma esperamos atingir o usuário no detalhe máximo da sua personalização e com isso aumentarmos o engajamento e receita.

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Você já deve ter percebido que as taxas de abertura e cliques de Email Marketing estão caindo com o passar o tempo, certo? Isso acontece por duas causas principais:

  • 1. A maneira errada de construir a lista de emails (por exemplo, quando o email é conseguido em troca de eBook sem conteúdo, sem direcionamento específico e percebendo isso o Lead não quer mais abrir seus emails);
  • 2. A manutenção errada da lista (envio de emails sem entender qual a hora certa de enviar uma oferta, em qual etapa de conversão aquele Lead está etc).

Eu acredito que somente as empresas que tiverem uma captação e nutrição inteligente de Leads vão ter resultados sólidos, seguindo esses pilares:

  • Entrega de alto valor percebido, e não um e-book descartável para guardar no computador;
  • Inteligência de lista: ter um mapeamento individual dos interesses dos seus Leads baseado em comportamento e não uma sequência genérica para todos;
  • Fazer ofertas no tempo certo e não oferecer produtos errados para pessoas certas no tempo errado, ou pior, oferecer seu produto para pessoas erradas;
  • Campanhas de vendas inteligentes: criar ofertas para as pessoas que dizem não para sua proposta, identificando as objeções e contornando-as.

RP e Social Media

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Com a popularização de conceitos como growth e sales hacking, é cada vez maior a quantidade de empresas que estão conseguindo exposição nos canais de mídia de massa com táticas não convencionais, de forma independente e, o mais importante, sem gastar muito.

As startups ditam o ritmo com suas agressivas táticas na busca por rápida tração, mas acredito que em 2017 estes conceitos se fortaleçam e propaguem para todo os tipos de negócios, on e offline.

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Indexação do Conteúdo Social. Se você pesquisa por uma notícia hoje talvez você encontre um tweet nos resultados, mas acredito que logo mais veremos tweets e outros resultados sociais.

Não tenho dúvida que a indexação do conteúdo nas mídias sociais será um grande avanço do Google, que poderá usufruir dessa quantidade enorme de dados de social media como respostas a muitas pesquisas, podendo também usá-los como fatores de posicionamento.

Os sinais sociais devem crescer substancialmente como fatores de posicionamento orgânico e acredito que nos próximos estudos já teremos indícios de sua evolução. Agora já não basta só otimizar seu site, é necessário engajar e fazer um bom trabalho de mídias sociais.

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Em 2017, o vídeo entra ainda mais em cena como favorito do público das redes sociais. Ele também está mais certo das suas preferências, e você tem que acompanhá-lo, seguindo as regras de cada mídia.

O bom conteúdo, aquele realmente planejado e desenvolvido para o seu público, será cada vez mais consumido em dispositivos móveis. Saia do padrão, faça lives, ofereça conteúdos em novos formatos, com relevância e frequência. Teste seu público até chegar às suas preferências. Depois, continue testando.

A briga entre Google AdWords e Facebook Ads vai aumentar, e espera-se que os anúncios do Facebook encareçam em até 5 vezes em 2017.

Com o aumento de investimento na maior rede social do mundo, os budgets reservados para os links patrocinados do Google estão caindo.

Com isso, o Google AdWords deve ser ainda mais atualizado, com opções de segmentação e outras informações de BI relevantes para atrair os anunciantes.

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Transmissões ao vivo também devem ganhar muita força, levando a experiência de vídeos para um novo patamar, proporcionando a qualquer pessoa trazer o seu ponto de vista sobre eventos, festas e acontecimentos ao redor do mundo.

Nessa estratégia, o Facebook Live é a bola da vez para engajar e impactar nas redes sociais.

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Acredito no machine learning para campanhas em Marketing Digital, podendo ter mais inteligências em dados em base de histórico de clientes e nichos de mercado. Explorar mais resultados com base nesses números, como saber o melhor horário de disparar uma campanha de email, qual melhor horário postar nas redes sociais, tipo de palavras-chaves utilizar, quais campanhas trazem mais vendas etc.

Outra tendência é o web scraping para extrair dados a partir de uma outra fonte, como um outro site ou banco de dados. Dessa forma,você poderá ter mais informações sobre possíveis clientes para prospectar.

SEO

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Google AMP Everywhere:  O projeto AMP (accelerated mobile pages), iniciativa open source do Google para tornar a navegação em dispositivos móveis mais rápida, deve ganhar ainda mais notoriedade em 2017 com a expansão do projeto para além dos portais de conteúdo, foco inicial do projeto.

As páginas em AMP carregam até 4 vezes mais rápido, um ganho importante na experiência do usuário e consequentemente no posicionamento orgânico.

UX:  User experience ou experiência do usuário é a base do sucesso de uma campanha de SEO para 2017 e além. Mobile first, tempo de carregamentos, HTTPS/SSL, Rank Brain entre outras atualizações do Google dos últimos anos tem como foco principal forçar sites a aprimorar o UX.

Quanto mais rápido suas páginas carregarem, quanto mais forte for a encriptação de dados do seu certificado SSL, quanto melhor a experiência do mobile, a navegação, o layout e o conteúdo do seu site, melhor será o desempenho do SEO do seu site. Em outras palavras, quanto melhor for a experiência dos usuários maiores as chances das suas páginas chegaram ao topo dos resultados orgânicos do Google.

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Intenção será mais importante do que as palavras-chave: a capacidade de processamento dos mecanismos de pesquisa cresce de maneira ridícula, e isso proporciona um melhor entendimento da intenção de pesquisa que passa a analisar muitos aspectos, inclusive retornar resultados semânticos.

Imagine que ao pesquisar por uma “bolsa barata” o Google pode exibir uma bolsa usada no brechó mais perto da sua casa… as possibilidades são imensas.

Isso significa que não basta ajustar o meta title com base nas pesquisas, mas fornecer informação e conteúdo suficiente em suas páginas para que o Google consiga entender todas as possibilidades em que pode exibir seus produtos ou posts.

HTTPS neles: menção honrosa à adoção do certificado de segurança, o famoso S no HTTP, que foi uma tendência esse ano mas promete ser dominante no próximo.

Isso deve ocorrer tanto por ser um fator de posicionamento para o Google quanto pela facilidade e possibilidade de se obter um certificado grátis hoje em dia, o que era impensável há alguns anos atrás.

Muitos apps: com a capacidade dos smartphones aumentando assim como a criatividade dos desenvolvedores, estamos vendo um aumento significativo na quantidade de aplicativos, e estar bem posicionado nas Apps Store pode ser determinante para o sucesso de seu app ou negócio.

Também conhecido como ASO (App Store Optimization), é uma variante do SEO destinado a posicionar somente os apps nas lojas online.

Até agora, a dança do posicionamento nas lojas online não era tão complexo (quanto SEO) mas com a quantidade de opções disponíveis acho que em 2017 o bicho vai pegar e o que era basicamente título, descrição, ícone e reviews vai se juntar com links profundos, conteúdo, engajamento, dentre outros.

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As tendências do mercado – transparência de ROI, benchmarking competitivo, aumento de dados disponíveis para análise, análise e uso eficiente de big data – ditam a necessidade de uso de ferramentas adequadas, que permitem economizar tempo e dinheiro ao mesmo tempo providenciando informações confiáveis e consistentes.

Por isso, a estratégia da SEMrush para 2016/2017 é de apostar na criação da ferramenta all-in-one, e por isso acabamos de acrescentar 8 ferramentas novas para a plataforma, atendendo as áreas de PPC, SEO, Marketing de Conteúdo dentre outras.

O futuro está em soluções práticas e compactas. O usuário mais do que nunca quer receber soluções que resolvam vários problemas e atendam várias necessidades pelo preço de uma.

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Sites mobile friendly e performance acima da média não são mais apenas conceitos relacionados à experiência do usuário, agora eles fazem parte do vocabulário dos profissionais de SEO.

A partir do momento que o Google começou a penalizar sites ineficientes e/ou lerdos, essas variáveis se tornaram fundamentais nas estratégias de SEO e isso trará novos desafios (e oportunidades) para os negócios online e agências digitais.

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Para 2017 considero duas áreas essenciais e estratégicas de marketing e empreendedorismo. São elas: mobile e growth hacking.

Os números sobre Mobile no Brasil são expressivos e serão cada vez mais. É importante que os negócios sejam pensados com o conceito de mobile first para ir ao encontro de uma audiência focada na palma da mão.

O conceito e a técnica de growth hacking ganha novos adeptos todos os dias por estar de acordo com a expectativa de todos os negócios, principalmente os iniciantes, de crescer exponencialmente e com baixo investimento.

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Desde 2015 vemos o Google fazendo grandes ações relacionadas à mobile. Não é para menos, visto que os acessos através de smartphones vem aumentando consideravelmente e em diversos nichos já ultrapassa os acessos via desktop.

Então a minha dica de SEO para 2017 é investir em aprimorar os sites para mobile, desde um layout responsivo até o mais recente AMP.

Ter um site otimizado para dispositivos móveis além de colaborar para as buscas pode ser o grande diferencial para fazer o seu site converter muito mais.

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Acredito que o ano de 2017 será de consolidação de diversas tendências em SEO que percebemos nos últimos anos.

O mobile tem grande destaque através do projeto AMP, principalmente com o aumento do uso do AMP para e-commerce.

A busca por voz já é realidade e tende a ser difundida com intensidade durante o ano. Tenho certeza que você vai ouvir falar do Amazon Alexa/Echo, um assistente pessoal com comando de voz que pode controlar (quase) tudo que você deseja.

Por fim, durante 2016 tivemos o Panda e o Penguin incorporados ao núcleo do algoritmo, e este último agora é executado em tempo real. Isso abre um novo horizonte de possibilidades e acredito que em 2017 o Google irá incorporar mais um ou no máximo dois dos seus algoritmos ao núcleo principal e aproveitar as vantagens da execução em tempo real.

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AMP: Em 2016, vimos surgir os sites com tecnologia AMP. Nos últimos dias centenas de sites aderiram à essa tecnologia, motivados pela notícia de que o Google começou a destacar esses sites nos resultados de busca.

A dificuldade na implementação freou a quantidade de sites usando tal recurso, porém há uma tendência de que muitos novos sites já sejam publicados nesse formato; além da necessidade dos sites mais antigos aderirem ao AMP para evitar a perda de tráfego orgânico.

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Vejo que 2017 irá consolidar definitivamente o mobile como foco principal das estratégias digitais. Temos algumas iniciativas importantes que reforçam esse ponto de vista, como a adoção do AMP (Accelerated MobilePages) pelos grandes players como Google, Facebook, Twitter e eBay. É a busca de uma melhor experiência para os usuários, através de uma web mais rápida e com menos interrupções.

O último ponto que destaco e que deve ser a atenção dos profissionais de SEO para 2017 é avaliar e entender o impacto do RankBrain nas buscas. Como utiliza machine learning e os dados vêm sendo colhidos por alguns meses, acredito que o maior impacto dessa atualização do Google será sentido ao longo do próximo ano, privilegiando principalmente quem tem foco em criar conteúdo relevante e de muita qualidade.

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O SEO é uma das “caixas pretas” da internet, ninguém sabe exatamente quais os critérios mais relevantes e sua relação com as demais técnicas.

Uma tendência que já foi muito forte em 2016 são os sites que proporcionam uma melhor experiência de navegação para o usuário. Esses sites ganharão muitos pontos com o Google em 2017 também!

Outra forte tendência, já citada inclusive pelo Google, é que menções em redes sociais exercerão um bom impacto no SEO geral. E, por fim, com o contínuo aumento de acessos via smartphone, o SEO local deve também ganhar uma maior relevância.

Marketing de Conteúdo

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A principal tendência que vejo em 2017 é a de otimização de recursos: ao invés de abrir dezenas de frentes de Marketing Digital e atuar em várias redes sociais, vários canais de relacionamento, várias mídias e fontes de tráfego, os negócios maduros vão se concentrar na Lei de Pareto: otimizar as 20% de fontes de tráfego responsáveis por 80% dos resultados do negócio.

Os canais digitais estão se tornando mais complexos e integrados, mas ao mesmo tempo é mais caro estar em todos os lugares. Por isso, é fundamental medir, gerenciar e otimizar recursos para conseguir ganhar escala e crescer em 2017!

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A metodologia do Inbound Marketing está cada vez mais presente nas estratégias de comunicação das empresas!

O usuário está cansado de receber somente promoções e ofertas e está sedento por informação.

Focar no conteúdo de qualidade, que eduque, que ajude o usuário e seja relevante é um passo sem volta para quem quer se destacar na internet.

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Uma vez mais, 2017 será um ano cheio de conteúdos em todas as áreas do Marketing Digital! Para todos os empreendedores digitais o foco deve ser este mesmo: dar respostas aos seus usuários com bons conteúdos, sejam em texto, vídeo ou outro formato.

Portanto, acho que a criação de bons conteúdos a pensar em dar a devida resposta, ao que o usuário está à procura, será provavelmente a melhor solução e a principal tendência nas diversas áreas do Marketing Digital. Este será o desafio para 2017.

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Conteúdo denso: no começo o conteúdo era rei, mas o rei perdeu a majestade. Aos poucos era necessário criar um conteúdo diferenciado, o famoso conteúdo épico, melhor que todos os outros. Mas agora parece que todos os conteúdos querem ser épicos, então qual a próxima onda?

A verdade é que os usuários estão cansados de encontrar o mesmo conteúdo maquiado com palavras e gráficos diferentes, um atrás do outro. Talvez a próxima grande tendência seja o conteúdo denso, que é aquele que oferece uma grande quantidade de informação de maneira direta e objetiva – em outras palavras, mais eficiente.

O conteúdo denso também pode ser rico em tipos de conteúdo e veremos posts com texto, vídeos, áudios e diversas incorporações. É a volta da multimídia, palavra que encantava o mundo na década de 90.

Vídeo: por falar em conteúdo densos, nada mais denso do que um vídeo, não? Se uma imagem vale por mil palavras, por quantas palavras vale um vídeo?

Os usuários estão cada dia procurando mais por vídeos e esse tipo de conteúdo pode ser diferencial para o seu negócio, principalmente agora com a facilidade para se conectar em uma boa conexão Wi-Fi, seja no trabalho ou em casa.

Também não custa lembrar que o YouTube é o segundo mecanismo de pesquisa com mais buscas e que se você criar conteúdo nesse formato pode ter grandes benefícios por esse canal também.

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Vídeos: nós estamos vivendo hoje o boom dos vídeos, mas ainda não atingimos o auge da mudança.

No próximo ano veremos uma mudança ainda maior no formato em que os vídeos para internet são produzidos.

Hoje nós herdamos o formato horizontal, clássico do cinema e da TV, porém com o domínio dos dispositivos móveis esse formato irá mudar para vertical.

Nós já começamos a ver essa mudança com aplicativos como Snap e a tendência é que ele seja cada vez mais usado em outros aplicativos, redes sociais e sites.

Outro aspecto que prevejo é a qualificação da produção de conteúdo como um todo.

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Nos últimos anos tivemos um boom do Marketing de Conteúdo com uma quantidade enorme de blogs, artigos, listas, e-books e infográficos sendo produzidos, mas grande parte deles feitos com conteúdo de baixa qualidade

Isso terá que mudar já que conteúdo de baixa qualidade não propaga, não traz retorno financeiro. Quando se trata de conteúdo, qualidade é mais importante do que quantidade.

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Personalização de conteúdo: todos os profissionais de marketing sabem que um conteúdo que é personalizado para a sua audiência possui um maior engajamento e traz melhores resultados.

Hoje, mais do que nunca, temos vários recursos à nossa disposição, que nos permitem personalizar o conteúdo entregue para cada segmento de nossa audiência, e acredito que em 2017 eles começarão a ser amplamente usados pelos profissionais de marketing. Logo, se você ainda não personaliza seu conteúdo, é hora de começar. Mas como fazer isso?

Não consigo passar por todas as possibilidades aqui, mas alguns esforços mais simples que já podem dar resultados rápidos são:

  • Segmentar a distribuição nas redes sociais baseado em segmentações avançadas (como promover o mesmo post com títulos diferentes para vários segmentos no Facebook, para aumentar o CTR);
  • Fazer disparos segmentados de emails, com o mesmo email sendo criado em várias versões para segmentos distintos. Para você ter uma ideia, na Rock Content cada email possui em torno de 6 versões distintas, o que triplica nossa taxa de abertura;
  • Usar automação de marketing para entregar conteúdos personalizados de acordo com o momento da jornada de compra do cliente.

Se existe um ponto principal a ser levado sempre em conta é que a personalização de conteúdo requer um trabalho constante de captação e tratamento de dados, por isso sempre que possível use cookies, tags e outros recursos para capturar dados dos visitantes.

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Uma das principais dicas que eu tenho para dar neste ano é: atualize conteúdos antigos do seu blog! Sabe aquele artigo do seu blog que foi publicado há algum tempo e que está estagnado nas páginas de busca? Essa estratégia é exatamente para ter resultados com esses artigos.

Isso significa que você não precisará criar um conteúdo completamente novo. Uma simples atualização naquele artigo antigo já pode fazer uma grande diferença no seu resultado orgânico.

As melhores oportunidades para atualização estão entre a 10ª e a 20ª posições nos motores de busca. Encontre estes artigos do seu blog, identifique as melhores oportunidades e atualize essas peças agora!

Aqui na Rock Content nós tivemos artigos que saíram da 20ª posição e foram para o 6º lugar nas páginas de busca com apenas esse hack!

Ecommerce

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Mesmo com o crescimento do setor, o ano de 2016 foi de diminuição nas vendas para o varejo online no Brasil. Por isso, acredito que em 2017 os lojistas irão aumentar o engajamento dos clientes mais lucrativos e fiéis para diminuir o alto investimento na captação de novos clientes.

Além disso, percebo que o cenário econômico futuro tende a diminuir o poder de compra da classe C, sendo que esta classe foi um dos principais motivos do enorme crescimento do mercado de ecommerce.

Acredito que as lojas virtuais médias serão as principais afetadas e, por isso, precisam direcionar esforços na profissionalização da operação.

Por último, também observo uma tendência de crescimento das lojas virtuais locais de micro e pequenos empresários porque essas lojas tornam-se alternativas de baixo custo inicial para os varejistas offline que estão vendo as vendas diminuindo com o atual momento econômico.

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Uma forte tendência nas redes sociais é uma maior integração diretamente com o ecommerce. Twitter e Facebook já tem seus botões “comprar agora”, porém para aproveitar essas oportunidade, os ecommerces têm que se adaptar ao mobile, pois no Brasil quase 70% dos acesso ao Facebook são feitos a partir de smartphone ou tablets.

Destaque também para o fato de ser uma forte tendência as menções sociais influenciando no SEO dos sites. Torna-se fundamental levar isso em conta e aproveitar essa oportunidade!

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Mobile: segundo a Ebit, no final de 2017, mobile já deve representar 40% de todo o faturamento do e-commerce no Brasil. As dicas que já ouvíamos há dois, três anos para preparar o site para os dispositivos móveis já se transformaram no básico e obrigatório para qualquer loja online. O ano do mobile finalmente chegou.

Omnichannel: uma coisa acaba puxando a outra. Se mobile é o “arroz com feijão”, os conceitos de multicanal ainda podem colocar as lojas à frente da concorrência. Já comum nos Estados Unidos, o pick up in store, que permite comprar online e retirar na loja, já começa a funcionar aos poucos aqui no Brasil com grandes players.

Integrar estoques de lojas online e físicas, permitir pagar online na loja física ou comprar online e retirar na loja física me parecem mais acessíveis. Isso ajuda em um dos pontos que mais mostra diferencial ao consumidor: no preço. Comprar sem frete, por exemplo, hoje mostra boa vantagem.

Personalização: Estamos falando de Internet, e aqui tudo se monitora, cada “passo” que é dado podemos saber e medir. E essas informações cruzadas já nos permitem soluções bem acessíveis para a personalização de ofertas, produtos e linguagens.

A abordagem one-to-one do eccommerce é cada vez mais poderosa e customizada para cada um. Esta vejo ainda um pouco mais distante, porém 2017 já pode mostrar um passo definitivo para esta linguagem personalizada para cada um que acessa seu site.


E você, quais tendências de Marketing Digital para o ano 2017 está prevendo? Compartilhe conosco nos comentários!

Esse post foi escrito por Maria Chizhikova, da SEM Rush.

Texto publicado anteriormente no Blog da Resultados Digitais.

Se, em negócios, olhar para trás é uma forma de aprender e tirar lições para aplicá-las ao presente, inclinar-se para o futuro é uma maneira de se antecipar às mudanças no mercado e, assim, lançar-se à frente da concorrência.

Seguindo essa recomendação, os profissionais de e-commerce devem ficar de olhos bem abertos para as novas tecnologias que, ao longo de 2016, foram testadas e aprovadas pelos principais canais de venda online e se tornaram referência no mercado digital, bem como as estratégias que se consolidaram na abordagem do público consumidor do varejo moderno.

Que o mercado segue aquecido mesmo diante da crise, disso ninguém mais dúvida. A Ebit, empresa especializada em reunir informações do e-commerce, publicou recentemente dados do mercado referentes ao fechamento do primeiro semestre.  De acordo com o 34º WebShoppers, o principal relatório sobre o setor no País, as vendas pela internet atingiram um faturamento de R$ 19,6 bilhões no primeiro semestre de 2016. O valor representa um crescimento nominal (descontada a inflação) de 5,2% em comparação ao mesmo período no ano passado.

Para não perder a oportunidade de surfar nessa onda, os empresários devem se preparar, desde já, para investir nas melhores práticas e ferramentas de que o mercado dispõe, além de apostar naquilo que, nos próximos anos, irá definir quem segue em frente e quem está condenado a perecer por obsolescência.

Para ajudar o varejista a se adiantar à concorrência e ganhar relevância junto ao consumidor, listei abaixo algumas das possíveis tendências do e-commerce para 2017:

1- Relacionamento é a alma do negócio

Com a maior competitividade no e-commerce, as empresas devem disputar o laço afetivo do consumidor: o foco é na experiência de compra. Mais do que o produto e o serviço adquirido, a tendência é que o consumidor valorize o processo da compra em si, e o relacionamento da marca com o cliente é crucial nesse momento.

Por que preciso de um SAC no meu e-commerce?

Para o cliente valorizar, ele preciso se sentir valorizado. Daí os empresários do ramo precisam entender que não se trata mais de vender algo para uma pessoa, mas de valorizar a relação estabelecida com ela.

Além disso, com as compras mais personalizadas e feitas na palma da mão, o consumidor deve ficar cada vez mais no comando – e esse detalhe é fundamental no momento de abordagem.

2- Omnichannel ampliado

O consumidor moderno é um consumidor multiplataforma. A mesma pessoa que adquire um produto no Shopping Center pode comprá-lo pela internet. O que muda não é o cliente, mas a opção de compra.

Portanto, o varejo deve estar presente em todas esses canais de venda – é o conceito omnichannel, que muito se fala, mas pouco se faz. Em 2017, o mercado deve contar com mais ferramentas que consolidam esse intercâmbio de canais.

Seu negócio está preparado para o Omnichannel?

Um exemplo disso, é o recém-lançado aplicativo iPDV, que, dentre outras funções, sincroniza os estoques da loja física e virtual e mantém o varejista em contato com o cliente pela internet. A integração de canais de venda, com uso de mais tecnologia embarcada, é um futuro inexorável: o consumidor é um só e transita livremente pelos meios físico e digital.

3- Mobile first

Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) divulgados este ano pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o celular é hoje o principal meio de acesso à internet, sendo usado por 80,4% das casas dos brasileiros com acesso à rede. Estes, por sua vez, já representam quase 55% da população.

Pesquisas independentes mostram que o smartphone já virou uma alternativa na hora de fazer compras e já representa mais de 15% dos pedidos online. Com a adaptação das lojas virtuais para o mobile é de se esperar, portanto, um crescimento na participação do mercado varejista online no chamado m-commerce.

Site responsivo, dedicado ou aplicativo: qual a melhor estratégia mobile para e-commerce?

4- Novos meios de pagamento

A tecnologia avançada trouxe conveniência até para o ato de compra. O mercado já oferece novos meios de pagamento com tecnologia embarcada que agilizam o processo e colaboram com a experiência de compra acima mencionada.

Uma dessas novidades é a carteira virtual no e-commerce, que já foi abraçada por grandes redes de varejo. O dispositivo registra os dados dos cartões e é ativado por meio do mecanismo Touch ID, de leitura biométrica, que facilita o pagamento. Dois cases de sucesso no mercado são o Apple Pay e o Samsung Pay.

5- Personalização

Conteúdo (vídeos, textos, redes sociais e anúncios) e ofertas (recomendação de produtos e descontos) tendem a ser cada vez mais personalizados para o consumidor. O intercâmbio de dados junto às redes sociais permitirá ao varejo definir um perfil mais preciso da demanda, e, por consequência, trabalhar uma divulgação mais assertiva de conteúdo e ofertas, além de definir o próprio nicho de mercado atendido pela loja virtual.

Big data: as informações do seu site valem ouro

Na era da big data, o varejista tem a oportunidade de conhecer em detalhes o perfil de compra de seu cliente e entender suas preferências na hora de colocar o produto no carrinho. Como é sabido, o consumidor deixa rastros por onde quer que passe, facilitando o monitoramento de seus hábitos de consumo.

Novas tecnologias vão ajudar a fazer uma “leitura” mais inteligente dessas informações. Com essa riqueza de dados à disposição, o vendedor tem condições de antecipar o comportamento de compra do consumidor e, assim, criar oportunidades de venda.

Com o cenário político-econômico incerto, o consumidor brasileiro assumiu um perfil mais conservador e passou a ponderar com atenção redobrada o que deve ser levado para casa. O reflexo da crise está no recuo histórico de 4,3% das vendas do varejo restrito no país – que exclui veículos, materiais de construção e combustíveis – no ano de 2015, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que acompanha os índices desde 2001.

Na contramão da crise, entretanto, as vendas online registraram um faturamento de R$ 41,3 bilhões, no ano passado, o que representa um crescimento nominal de 15,3%, se comparado a 2014, de acordo com a E-bit/Buscapé. Veja os números completos do mercado de e-commerce em 2015:

E-commerce mantém crescimento em 2015

Dentre os fatores que contribuíram para o resultado positivo, está a compreensão dos brasileiros com relação aos benefícios do consumo online, que permite uma rápida e eficiente comparação de preços e, consequentemente, uma compra com melhor custo-benefício.

Desta forma, o terreno fértil para o comércio online no Brasil tornou-se um grande atrativo também para startups europeias de tecnologia. O grupo alemão Rocket Internet, que funciona como uma incubadora de empresas emergentes, já trouxe para o país nomes conhecidos, como Dafiti (2011), Cuponation (2012) e permaneceu investindo, com a abertura da Vaniday em 2015, entre outros.

A gigante Axel Springer, uma das maiores editoras digitais na Europa, foi outra que apostou no país com o investimento nas versões brasileiras de Zanox (2011), Guiato (2012) e UmSóLugar (2014).

Como consequência da maré de oportunidades trazida pelo aumento das vendas do varejo online houve a popularização dos marketplaces e plataformas de e-commerce. O surgimento de centenas de novas empresas no setor, por sua vez, gerou maior competição entre os concorrentes, exigindo mais profissionalismo e excelência operacional para oferecer uma boa experiência aos usuários, tanto no momento da compra quanto no pós-venda.

Mobile Commerce

No Brasil, a chegada dos smartphones mudou o comportamento dos consumidores, que passaram a usar o dispositivo móvel como um dos principais caminhos para acessar o produto ou serviço desejado. Ainda de acordo com a E-bit, em 2015, o acesso via dispositivos móveis em lojas virtuais no país foi de 35%.

Isso significa que, em mais de 1/3 do tempo em que os consumidores navegam em lojas virtuais, eles já estão utilizando smartphones ou tablets. Ademais, o ano foi marcado por mudanças no algoritmo da Google, que passou a privilegiar os sites mobile friendly, justamente em decorrência do aumento do acesso por meio de smartphones.

Sites e e-commerces que não possuem versão mobile perderão performance

Sobre o futuro

Crise também pode significar oportunidade, principalmente no que diz respeito a varejo online. Para garantir sucesso durante a fase turbulenta que a economia nacional atravessa, é importante que as empresas invistam mais em tecnologias que atendam a demanda atual e valorize ainda mais a importância de um bom relacionamento com seus clientes em todas as fases de um processo de compra.

Eficácia e excelência nesse relacionamento podem garantir não somente estabilidade nas finanças da companhia, mas também a fidelização de seu público.

Veja também:

Como o profissional de e-commerce de sucesso enfrenta a crise?

TED (acrônimo de Technology, Entertainment e Design) é uma organização sem fins lucrativos que visa a disseminação de ideias pelo mundo. O movimento procura pessoas notáveis para as melhores palestras de suas vidas em até 18 minutos em um formato bem característico. As palestras (TED Talks) podem todas ser encontradas gratuitamente na internet e são legendadas por voluntários de todo o mundo.

O rico conteúdo é gerado semanalmente falando dos mais diversificados assuntos. Esta semana, por exemplo, aconteceu aqui em São Paulo, na Allianz Arena (Estádio do Palmeiras), um TEDxSãoPaulo (TEDx são eventos locais organizados de maneira independente). Entre as incríveis apresentações do dia 6 de junho destaco as do professor Clóvis de Barros Filho, da cineasta Estela Renner, do professor Luis Junqueira e da fotógrafa Angélica Dass. Você pode assistir o evento completo gravado no LiveStream.

Pensando em nosso mercado de e-commerce, fiz uma seleção de apresentações em TEDs que você, profissional de e-commerce precisa assistir.

Alerto que alguns deles são um pouco mais antigos. Entendo que permanecem relevantes, com algumas tendências “vencidas”, mas com conceitos ainda muito importantes. Vale tirar uns minutinhos e/ou guardar o link para assistir depois. Vamos lá?

1- O que os consumidores querem

Consumidores querem sentir que o que estão comprando é autêntico, mas Joseph Pine, o autor de “Customização em Massa“, diz que vender autenticidade é complicado porque, bem, não existe tal coisa. Ele fala sobre algumas experiências que podem ser artificiais geram fazem milhões mesmo assim.

2- A Cauda Longa da Tecnologia

Chris Anderson, editor da revista Wired, explora os quatro estágios de qualquer tecnologia viável: estabelecer o preço certo, ganhar fatia de mercado, mudança de uma tecnologia estabelecida e, finalmente, tornar-se onipresente.

3- Como os sites gigantes são desenhados para você (e para bilhões de outras pessoas também)

Os botões “curtir” e “compartilhar” do Facebook são vistos 22 bilhões de vezes por dia, fazendo com que eles sejam o elemento de design mais visto já criado. Margaret Gould Stewart, diretora de design de produtos do Facebook, descreve três regras para o design em grande escala – tão grande que os menores detalhes poderiam causar um problema em nível global, mas também tão grande que a mais sutil melhoria poderia impactar positivamente a vida de tantas pessoas.

4- Como fazer sucesso na mídia social

Em divertidos e rápidos 4 minutos, Alexis Ohanian da Reddit conta a fábula real de uma baleia jubarte que se torna estrela da Web. A lição do Senhor Splashy Pants é o clássico favorito dos criadores de meme e marketeiros na Era Facebook.

5- Esqueça as compras. Em breve, você fará download de suas roupas novas

Roupas baixadas da internet e para imprimir podem estar chegando a um armário perto de você. O que começou com o projeto de escola de moda da designer Danit Peleg transformou-se em uma coleção de roupas impressas em 3D, que possuem a força e a flexibilidade que o dia a dia requer. “A moda é algo bastante físico”, ela diz. “Imagino como o nosso mundo será quando nossas roupas forem digitais.”

6- Como o Airbnb cria confiança por meio do design

Joe Gebbia, co-fundador do Airbnb, apostou tudo na crença de que as pessoas conseguem confiar o suficiente umas nas outras para ficar nas casa de outra pessoa. Como superamos o preconceito do estranho-igual-perigo? Por meio do bom design.

Agora, 123 milhões de noites (e contando) de hospedagens, Gebbia expõe seu sonho de uma cultura de compartilhamento, em que o design ajuda a fomentar o sentimento de comunidade e conexão em lugar de isolamento e separação.

7- O que acontece dentro desses depósitos gigantescos?

Nós fazemos milhões de compras online diariamente, mas quem (ou o quê) realmente coloca nossos itens em pacotes? Nesta palestra, Mick Mountz conta uma história surpreendentemente cheia de robôs sobre o que acontece dentro de um centro de distribuição.

8- O caso para o consumo cooperativo

No TEDxSydney, Rachel Botsman diz que estamos “conectados para compartilhar” — e mostra como sites como o Zipcar e o Swaptree estão mudando as regras do comportamento humano.

9- Como os vídeos da internet potencializam a inovação global

Chris Anderson diz que o aumento de vídeos na internet está impulsionando um fenômeno global que ele chama de “Inovação Acelerada pela Multidão” — um ciclo de aprendizado auto-alimentado que pode vir a ser tão significante quanto a invenção da imprensa.

Mas, para explorar todo seu potencial, as organizações deverão assumir uma radical abertura. E, para o TED, isto significa a aurora de um capítulo inteiramente novo…

10- O que a Física me ensinou sobre ‘Marketing’

Física e ‘Marketing’ não parecem ter muito em comum, mas Dan Cobley é apaixonado por ambos. Ele reúne estes improváveis companheiros sob a ótica da segunda Lei de Newton, do Princípio da Incerteza de Heisenberg, do Método Científico, bem como da segunda Lei da Termodinâmica, para explicar as teorias fundamentais de construção de uma marca.

11- 3 maneiras de (eficientemente) perder o controle de sua marca

Os dias são passado (se é que existiram) quando uma pessoa, empresa ou marca podia controlar rigorosamente sua reputação – conversas e opiniões on-line significam que, se você é relevante, haverá uma conversa constante e livre acontecendo sobre você, e que você não tem controle sobre isso. Tim Leberecht oferece três grandes ideias para aceitar essa perda de controle, e até se preparar para isso — e utilizar isso como impulso para renovar o compromisso com seus valores.

E aí? Gostou da lista? Já havia assistido algum destes? Lembrou de mais algum que eu não incluí? Dê sua opinião e/ou compartilhe outros TED Talks para o profissional de e-commerce nos comentários! 🙂

Quer mais? Veja esta outra lista com TED Talks para inspirar o empreendedor:

Palestras do TED para inspirar o empreendedor

Cientes do impacto que o design para loja virtual exerce sobre a efetividade das conversões, os gestores estão cada vez mais preocupados com este fator, sempre atentos às tendências e práticas para otimizar de forma contínua suas plataformas de vendas.

É importante que ao pensar em design, você deve ter consciência que estamos falando muito mais que simplesmente de senso estético do subjetivo bonito ou feio. Será que a sua loja está provendo uma boa experiência ao usuário? Ele está fazendo o caminho certo? Vendo o que você quer que seja visto? Entendendo a linguagem visual e conceito que você pretende transmitir?

Confira, neste artigo, 6 dicas de design sobre para deixar o layout da sua loja virtual enxuto, prático e preciso!

1- Possua um mecanismo de busca funcional

Sabe quando você entra em um site e a barra de buscas não encontra os resultados que você procura? É desanimador, não é mesmo? No comércio online, quem auxilia o cliente é o sistema de vendas, desta forma, o seu mecanismo de buscas precisa ser o vendedor que você não tem.

O incrível poder das buscas em uma loja virtual

Ele precisa ser bastante funcional, pois nem sempre o usuário está com tempo ou vontade de navegar pelas categorias. Um recurso bacana para agilizar o processo e evitar perda de tempo, é o Instant Preview, o qual exibe resultados abaixo da barra de buscas conforme o usuário digita a palavra-chave.

2- Tenha cuidado com as propagandas

Oferecer produtos interessantes ao usuário é uma boa prática, mas que, feita em excesso, pode se tornar invasiva Os famosos banners e janelas pop-up são práticas costumeiras dentro das lojas virtuais, mas é primordial saber usá-los de forma estratégica.

A dica aqui é reservar uma área específica da interface para exibir produtos de interesse do usuário, sem a necessidade de apresentar, por exemplo, um balão cada vez que o usuário carrega uma página. Não se esqueça também de mapear os passos do usuário para oferecer somente produtos relacionados aos interesses dele.

3- Apresente bem os seus produtos

Embora diversos usuários entrem nas lojas já sabendo que querem comprar a cafeteira modelo “xyz”, alguns deles entram somente querendo comprar uma cafeteira. Desta forma, atentar a como você está apresentando os seus produtos é essencial para não deixar os clientes com dúvidas, porque a dúvida é uma das maiores inimigas da conversão.

Aposte em uma fotografia bem apresentável, que permita ao usuário avaliar todas as suas características. Além disso, é necessário que a descrição dele seja rica, contendo informações realmente relevantes a respeito do produto e de seu funcionamento.

Como fazer boas fotografias de produtos e aumentar suas vendas

4- Facilite o acesso a informações importantes

Muitas informações devem ser alteradas conforme a navegação, como dados e preço dos produtos, no entanto, alguns elementos precisam ser altamente acessíveis, devem estar destacados no site e presentes em todas as telas, como informações institucionais, menu de contato, barra de buscas e painel de categorias de produtos.

Além disso, botões de call to action ― que incitam o usuário a executar uma ação ― como o de acesso ao carrinho e o de finalizar a compra, devem estar em destaque para facilitar a localização. Falando em carrinho de compras. Leia também este texto que destaca 10 elementos críticos para um checkout efetivo:

10 elementos críticos de uma efetiva página de checkout em e-commerce

5- Entenda o layout como uma extensão da sua marca

É bastante comum encontrarmos lojas virtuais onde as cores, temas e demais elementos empregados no site não correspondem aos usados na construção da marca, o que pode acabar confundindo o leitor.

Manter esta correlação é fundamental porque ajuda a fixar a identidade da marca na mente do consumidor e permite que ele possa identificar você através destes elementos.

O logo é o ativo estratégico de marketing mais importante que uma empresa pode ter

6- Invista em um design responsivo para a loja virtual

O mobile é uma das mais quentes tendências dos últimos e para os próximos anos, e você precisa se adaptar a isso se quiser manter seu e-commerce no páreo. Tanto usuários comuns quanto empresas já aderiram à onda.

Qual é a sua estratégia para o m-commerce?

Investir em um design responsivo não se trata mais somente de um investimento para melhorar o layout, mas, sim, de uma característica essencial para atender a um novo público que está se formando.

Existem, é claro, diversos outros fatores impactantes no sucesso de uma loja virtual, como logística, sistemas da informação, equipe capacitada entre outros., no entanto, o design da sua loja virtual é a sua identidade na web, e se ela não for intuitiva e de fácil navegação, o cliente não vai sequer conhecer o restante da sua estrutura, por mais robusta e capacitada que ela seja.