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  • por Pedro Guasti
  • Pedro Guasti é CEO da Ebit e ocupa o cargo de Presidente do Conselho de Interação e e-commerce da Fecomercio SP. Co-fundador da Ebit em 2000, foi responsável pela estruturação das áreas de Marketing Comportamental, Inteligência de Mercado e Universidade Buscapé Company. Colabora ativamente na divulgação e fortalecimento do e-commerce no Brasil, sendo um dos idealizadores do relatório Webshoppers. Graduado em Tecnologia da Computação pelo Mackenzie-SP, pós-graduado em Varejo no Provar/FIA e MBA na Universidade de São Paulo em Conhecimento, Tecnologia e Inovação. Membro do grupo de investidores Harvard Business Angel, Palestrante, Consultor e Professor de e-commerce e tendências no varejo Omnichannel.

2015: O ano de arrumar a casa no e-commerce

4 de novembro de 2015
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O ano de 2015 pode se tornar um ano marcante para o e-commerce. Desde o nascimento do comércio eletrônico as empresas buscaram acompanhar o crescimento espetacular do mercado com taxas médias de 30% ao ano.
Desta forma crescer e ganhar mercado sempre foi o mote das grandes empresas e muitas vezes deixando de lado uma questão importante para todos: Como gerar caixa e retorno aos acionistas.
Este ano porém tem sido bem diferente. O esfriamento do mercado de consumo acabou impactando em menor intensidade o e-commerce. Na última edição do relatório WebShoppers da E-bit/Buscapé lançado em Agosto, os números de 2015 foram revistos para baixo em 5 pontos percentuais de crescimento (estimativa de crescimento nominal revisada para 15% este ano).
A ameaça de desemprego, inflação crescente e desconfiança na economia acabou amedrontando também o consumidor virtual. Estamos assistindo ao longo do ano um menor acesso da chamada nova classe C ao mercado de e-commerce, sendo o primeiro estrato social a ser mais impactado pela crise econômica.
E por que 2015 pode ser considerado um ano marcante para o e-commerce ? Porque é hora das lojas virtuais ainda adolescentes buscarem em tempos de crise o aumento de produtividade, revisão de processos e recuperação de rentabilidade.
Desta forma as empresas que fizerem suas lições de casa poderão sair mais fortalecidas e melhor preparadas para a retomada do crescimento, infelizmente ainda sem prazo definido para ocorrer.
De qualquer forma crescer perto de 15% no atual cenário recessivo que vivemos não é nada mal.
No link abaixo, um vídeo produzido pelo Valor Econômico com minha participação podemos entender melhor o momento do e-commerce brasileiro. Assista o vídeo neste link: https://lnkd.in/eVau63A
Texto publicado no LinkedIn.

SEGREDOS DO E-COMMERCE

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