A venda em marketplace se tornou a mais utilizada pelas empresas brasileiras que estão na internet.

De acordo com informações do Sebrae do final de julho, 52% dos entrevistados preferiram investir nesse canal de venda e o que é mais curioso é que, em 2016, apenas 26% dos pesquisados apostavam nesse canal. Uma dos maiores marketplaces do País é o B2W Digital, formado pela fusão de Americanas.com, Shoptime e Submarino.

É verdade que o mercado de marketplace tem se fortalecido, com concorrentes como Magazine Luiza, Mercado Livre e a entrega em tempo recorde de eletrônicos, entre outros produtos, pela Amazon no Brasil.

Mas, ao mesmo tempo em que as fatias deste bolo lucrativo da venda online estão sendo disputadas por essas gigantes no mercado, a confiança do cliente nesse tipo de compra aumenta. Neste meio, é fato: o negócio que oferece serviço de qualidade, com entrega rápida, documentada e com transparência, se destaca em meio a tantas opções.

Sabendo aproveitar as vitrines virtuais, o empreendedor tem as vantagens de se apoiar no marketing dessas grandes corporações, criar estratégias e condições exclusivas para os clientes que chegam por lá, e de se adaptar a forma não-sazonal de vendas que o marketplace tem criado frente ao consumidor. Afinal, quando o produto está a um clique, fica mais fácil comprá-lo durante o ano todo.

Acontece que as lojas virtuais, pequenas, médias ou grandes, lidam com pelo menos três variáveis muito comprometedoras para fazer sucesso ou não dentro de marketplace: a primeira está em sua força e visibilidade nos sites. A segunda diz respeito ao SEO do e-commerce, que faz com que a mercadoria esteja mais perto do comprador e nas ferramentas de busca. A terceira fica sob custódia do empresário: manter um ERP confiável e integrado com o marketplace pode fazer toda diferença no controle de faturamento, na emissão de notas, no equilíbrio de estoque e muito mais.

Ninguém que venda na internet pode deixar de olhar para a gestão e para o mercado em conjunto, aliando as necessidades empresariais e do cliente com o mesmo afinco.

Há sistemas de gestão empresarial, aderentes a B2W, por exemplo, que profissionalizam as operações da loja sem complicações. Penso que, acima de tudo, é uma proposta democrática e que garante aos pequenos empreendedores a agilidade para várias etapas de venda e gestão – evitando, inclusive, possíveis erros de registros manuais dos processos.

Marketplace e a etapa mais importante para o consumidor: a entrega

Investimentos assim facilitam o dia a dia do empreendedor. O que muitos se perguntam é como fazer para que os produtos e os serviços cheguem a seus consumidores, e direcionar esforços em integração, percepção de oportunidades e atualização de modelos de negócios para venda é uma das formas poderosas de se destacar em marketplaces.

Que ferramentas você tem utilizado em sua loja virtual para isso e para aumentar seu faturamento?

Robinson Idalgo
Author

Robinson Idalgo – fundador do Sistema Grátis.

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