• Renann Mendes
  • por Renann Mendes
  • Branding, Content Marketing e Comunicação. Sou Sócio-fundador do Profissional de E-commerce. De jan/2018 a jan/2019, liderei os times de Branding (Content Marketing, PR, Social Media e Branding), Product Marketing, área de cursos da Foxbit, fintech de criptomoedas e o projeto e primeiro ano de atuação do Cointimes. Entre ago/2016 e set/2017 atuei como head da área de Marketing da Ebit, empresa Buscapé Company, hoje Nielsen, referência em informações, certificação de lojas e inteligência de e-commerce. Entre 2012 e 2016, participei ativamente da estruturação da startup Universidade Buscapé Company, entrei na coordenação de treinamentos de E-commerce e Marketing Digital. Lá assumi também a coordenação de Marketing Digital e Conteúdo da Uni Buscapé e do Profissional de E-commerce. Desde 2013, ministro aulas de Marketing de Conteúdo para E-commerce na Faculdade Impacta e em algumas empresas de internet no formato workshop. Você pode encontrar mais informações em meu perfil do LinkedIn ou marcando um café! ;)

Amazon abre loja dentro de marketplace do Alibaba para compradores chineses

9 de março de 2015
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A gigante Amazon também está de olho no não menos gigante mercado chinês. A norte-americana abriu sua loja da Tmall.com, Marketplace da Alibaba Group, visando vender diretamente para os consumidores chineses.
“Parabenizamos a Amazon por entrar no ecossistema Alibaba, sua presença vai ampliar ainda mais a seleção de produtos internacionais e elevar a experiência de compra dos consumidores chineses do Tmall”,  declarou Candice Huang, porta-voz da Alibaba baseada na China.
Alimentos, sapatos, brinquedos e utensílios de cozinha já estão na lista da loja totalmente customizada da Amazon no marketplace, uma das muitas do Tmall, que vende online produtos de marca para os chineses.
A Amazon tem se esforçado para replicar seu sucesso nos Estados Unidos com os e-consumidores do exterior. As vendas internacionais já somam 38% da receita de varejo online de 2014. Enquanto a Alibaba atende principalmente empresas que procuram comprar produtos por atacado (B2B), o Tmall.com é um portal marketplace, que vende diretamente aos consumidores finais (B2C).
O E-commerce na China estima superar 1 trilhão de dólares em 2018, mais do que o dobro do que os Estados Unidos devem atingir (493 milhões). Os dados são da eMarketer.
Craig Berman, porta-voz da Amazon Seattle, contato que representa a Amazon na China, não estava disponível para comentar o assunto.
“Todo mundo sabe que o E-commerce chinês é dominado pela Alibaba e em algum momento você busca peixes onde os peixes estão”, disse Sucharita Mulpuru, analista da Forrester Research Inc.
Leia também: A escalada dos pandas: Lojas virtuais chinesas ganham espaço no Brasil
Em agosto de 2014, a Amazon iniciou operações no Brasil, porém ainda apenas para a venda de livros. Os negócios internacionais da Amazon estão concentrados em Reino Unido, Alemanha e Japão, e os esforços têm crescido para aumentar as vendas na China, onde tem investido construindo armazéns para entregar produtos. A logística eficiente é um dos atributos que a Amazon mais se preocupa.
O Tmall e o Taobao, ambos do Grupo Alibaba, somaram juntos 334 milhões de consumidores ativos em 2014 segundo Huang.
Texto traduzido da Bloomberg.com

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