Aposte no marketplace de serviços para inovar em seu modelo comercial

21 de fevereiro de 2018
Share Button

O poder do consumo do brasileiro acena uma retomada. O primeiro sinal positivo desde o fim de 2014 ocorreu no segundo trimestre de 2017, com um aumento de 1,4% nesse indicador, segundo os dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Indo em direção da recuperação, os marketplaces são forte tendência para o varejo nacional. De acordo com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), apenas no segundo trimestre do ano o setor apresentou alta de 15,3%, indicando que a democratização do acesso aos produtos é benéfica para os lojistas, parceiros, clientes e para a economia brasileira.

Enquanto o varejo físico teve quase 108 mil lojas fechadas em 2016, segundo pesquisa Webshoppers 2017, o e-commerce registrou aumento de 11% nos negócios. Já no primeiro semestre de 2017, o número de e-consumidores ativos registrou expansão de 10,3% segundo a pesquisa e os três setores que mais faturaram foram Moda e Acessórios; Saúde, Cosméticos e Perfumaria; e Casa e Decoração.

E-commerce fatura R$21 bilhões no primeiro semestre de 2017

Como parte dessa tendência, há o marketplace de serviços, que atraem público que busca por alternativas de qualidade por valores justos e acessíveis. Setores como a área da saúde e a de transportes vêm passando por uma enorme revolução ao possibilitar caminhos tanto para os profissionais, que podem aumentar seu escopo e diversificar sua atuação, quanto para os usuários, que conseguem agendar serviços de maneira mais prática e econômica.

É por meio dessas soluções que a economia brasileira tende a crescer ao fazer o capital girar, uma vez que descentralizam o poder de serviços que antes eram monopolizados por grandes corporações e geram uma concorrência mais precisa, revolucionando o modelo comercial de todos os setores. Os profissionais, além de ampliarem sua atuação, também renovam sua estratégia e diversificam seu público-alvo por meio do incremento de oportunidades, como uma maior diversificação dos meios de pagamento, por exemplo.

Os 8 produtos mais vendidos nos marketplaces

O consumidor também é beneficiado nesse modelo, pois consegue encontrar o que necessita com as melhores condições de pagamento, sem precisar se aventurar em fontes diferentes, além de contar com todo o suporte de atendimento caso necessário. Outra vantagem é poder comparar preços mais facilmente.  

Os marketplaces são a opção mais prática e versátil para qualquer negócio aumentar sua operação. Esse canal de venda é altamente promissor no Brasil e tende a continuar avançando sua participação no mercado ao longo dos anos. Assim, a economia colaborativa, por meio de parceria entre empresas, geram um benefício real para o usuário. É o mercado do futuro e possui infinitas possibilidades em uma economia que espera-se aquecer mais ainda para 2018.

Saiba porque 2018 será o ano da consolidação dos marketplaces

Você também vai gostar

Agora é a hora da rede: A importância do Walmart.com brasileiro ... Por que a enorme aposta do WalMart no e-commerce brasileiro será decisiva para o futuro das compras online no país – e para a sobrevivência da maior ...
5 estratégias para prosperar e sobreviver a Terceira Onda da Int... Por Steve Case. Estamos chegando a um ponto de inflexão na história econômica: a Terceira Onda da Internet. De acordo com uma pesquisa de 2015 pelo Ce...
Como vender produtos na internet sem loja virtual? Você opera uma loja física há anos e agora não quer ou não consegue mais mantê-la aberta. Ao mesmo tempo, não quer perder sua fonte de renda. Vender s...
4 maneiras de criar mais valor no e-commerce Em tempos de crise muitos empreendedores falam sobre cortar gastos e diminuir as expectativas das empresas. Apesar disso eu acredito que ainda existe ...

SEGREDOS DO E-COMMERCE

Receba as novidades toda semana

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Você pode usar essas tags HTML e atributos:

<a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>