• Renann Mendes
  • por Renann Mendes
  • Branding, Content Marketing e Comunicação. Sou Sócio-fundador do Profissional de E-commerce. De jan/2018 a jan/2019, liderei os times de Branding (Content Marketing, PR, Social Media e Branding), Product Marketing, área de cursos da Foxbit, fintech de criptomoedas e o projeto e primeiro ano de atuação do Cointimes. Entre ago/2016 e set/2017 atuei como head da área de Marketing da Ebit, empresa Buscapé Company, hoje Nielsen, referência em informações, certificação de lojas e inteligência de e-commerce. Entre 2012 e 2016, participei ativamente da estruturação da startup Universidade Buscapé Company, entrei na coordenação de treinamentos de E-commerce e Marketing Digital. Lá assumi também a coordenação de Marketing Digital e Conteúdo da Uni Buscapé e do Profissional de E-commerce. Desde 2013, ministro aulas de Marketing de Conteúdo para E-commerce na Faculdade Impacta e em algumas empresas de internet no formato workshop. Você pode encontrar mais informações em meu perfil do LinkedIn ou marcando um café! ;)

Varejistas indianos iniciam migração do e-commerce tradicional para vendas somente por aplicativo

13 de abril de 2015
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A Myntra.com, grande varejista online de moda indiana, está com data marcada para fechar seu site: Dia 1 de maio de 2015. O passo é definitivo para a varejista online concentrar toda a sua operação no aplicativo para dispositivos móveis. As informações são do The Times Of India.
Este é um dos primeiros exemplos de grandes players de e-commerce a migrar todo o modelo de negócio para o mobile. Outra empresa do mesmo grupo, a Flipkart.com (focada em produtos eletrônicos) também deve seguir o mesmo caminho. A Flipkart adquiriu a Myntra em maio de 2014.
A Myntra não deu declarações ao veículo de comunicação indiano e está com todos seus canais de marketing focados na divulgação da migração para o aplicativo. Ainda segundo o site, o player atualmente atrai 80% de todo seu tráfego e 70% das suas vendas a partir do aplicativo. O Flipkart também traz bons números, 60% das suas vendas vem do aplicativo.
Sachin Bansal, co-fundador da Flipkart recentemente declarou que os desktops não estavam dando o retorno sobre investimento esperados em comparação com alguns anos atrás. A ideia dele é que a Flipkart se mantenha atenta à novas aquisições para o mercado mobile.
A dupla aparece entre os top 7 e-commerces da Índia em 2014. Em terceiro lugar, a Flipkart vendeu 17,2 milhões em 2014 e em sexto lugar, a Myntra vendeu 9,2 milhões de dólares. Veja o ranking no gráfico abaixo:

top7-sites-verejo-india
Gráfico traduzido da eMarketer.com

Segundo relatório recentemente publicado pela Morgan Stanley, a expectativa do mercado indiano de penetração (em porcentagem de usuários de internet) é um aumento significativo: de 9% em 2013 para 36% em 2020 impulsionado principalmente por vendas de M-commerce.
A Associação da Índia de Internet & Celular (The Internet & Mobile Association of India) estima que o total de internautas superaram os 300 milhões em dezembro de 2014, com cerca de 60% através de conexões mobile.
Mais sobre mobile: Mobilegeddon está marcado. A partir de abril sites sem versão mobile perderão performance.
A Índia hoje, segundo país mais populoso do mundo, vendeu “apenas” 5,3 bilhões de dólares no E-commerce em 2014 e a previsão do eMarketer é que o crescimento supere os 45% em 2015 chegando a 7,69 bi. Os números ainda são baixos ao comparar com o varejo indiano como um todo, apenas 0,7% de share. E a projeção de crescimento dessa fatia também é pouco significativa, apenas 1,4% de share para 2018.
No ranking mundial de participação do e-commerce em relação ao varejo, a Índia está na 21ª colocação. Neste mesmo ranking, o Brasil é o 15º com 3,8% de vendas pelo e-commerce. No Brasil, mercado consideravelmente maior, as vendas pelo celular (contando aplicativos e versão mobile de e-commerce) já chegaram à 10% dos 35,8 bilhões vendidos em 2014 segundo os dados da E-bit.
A líder mundial no E-commerce hoje é a vizinha China, com projeção para que o faturamento online supere 1 TRILHÃO de dólares em 2018. O Brasil é o décimo colocado. Veja também: Todos os números do E-commerce no Brasil.
Informações publicadas no The Times Of IndiaE-bit e eMarketer.

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