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A provável retomada econômica e o frescor da chegada de um novo ano criam um cenário de oportunidades e reavivam as esperanças de quem precisa aumentar a renda, o que resulta na busca por uma solução que alavanque as finanças e aumente a autonomia.

Nesse momento, o e-commerce pode ser um grande aliado, pois além de atuar como uma porta de entrada a novos negócios, é um dos setores que mais crescem e, em 2017, registrou expressivos 7,5% de crescimento no primeiro semestre, totalizando R$ 21 bilhões em vendas online, de acordo com o relatório Webshoppers, da Ebit.

Estabilidade e baixo custo

O setor de comércio eletrônico destaca-se em cenários de instabilidade econômica por razões técnicas e logísticas, que simplificam a venda pela internet e aumentam a abrangência, atingindo um público muito maior.

Em grande parte dos negócios, manter um e-commerce é mais barato do que uma loja física. O fato de evitar gastos com aluguel, armazenamento dos produtos, contratação de funcionários já reduz bastante o custo final.

Pesquise e planeje antes de abrir seu negócio

De acordo com informações do SEBRAE, 23% das empresas criadas no Brasil são fechadas até o segundo ano de existência. Em muitos casos, esse fenômeno se dá pela falta de planejamento.

Por isso, para começar um negócio com o pé direito, é fundamental criar um documento com o objetivo que você deseja atingir com a empresa, a análise do público-alvo e a descrição das estratégias a seguir, além de um bom planejamento financeiro, para não cair em armadilhas típicas do desafio de empreender.

Também é importante adquirir conhecimento sobre o comércio eletrônico e o mercado em que deseja atuar, para aumentar as chances de sucesso.

Fique de olho no mercado e nos concorrentes

Embora cada loja tenha sua especificidade, estudar casos de sucesso também ajuda a ter ideias para estruturar a estratégia do seu negócio próprio. Procure por lojas do segmento em que deseja atuar e faça uma ampla pesquisa de concorrentes, analisando como elas começaram e, principalmente, como se destacaram no mercado.

Dessa forma, você conseguirá encontrar seu diferencial e estabelecer as estratégias do negócio, com base nas demandas do público-alvo que você estabeleceu.

Ofereça algo diferente a seus clientes

Entendendo qual o diferencial do seu produto, ou serviço, você terá clareza para definir os produtos que serão comercializados, já que atualmente o e-commerce possui uma enorme gama de grandes varejistas que contam com a credibilidade gerada em suas lojas físicas para atrair o consumidor para as lojas online.

Por isso, é fundamental escolher um segmento e um nicho de mercado e trabalhar com produtos de qualidade e preços competitivos. Assim é possível diferenciar-se nesse mercado tão competitivo e atrair o interesse dos consumidores.

Encontre a estrutura adequada

Com o planejamento encaminhado, é hora de pensar na infraestrutura. Muitos negócios online começam pequenos, por meio das mídias sociais.

Com o aumento da demanda, para dar continuidade ao seu projeto e criar uma loja virtual, é essencial escolher uma plataforma de e-commerce para hospedar seu novo negócio online.

Seja confiável

Não esqueça que uma boa reputação é o segredo do sucesso de uma loja virtual. Por isso, encontrar um fornecedor confiável que entregue as mercadorias no prazo e não te deixe na mão, garante não só uma venda tranquila como otimiza a experiência e a satisfação do cliente.

Preocupe-se em oferecer aos seus clientes um ambiente atrativo, com mercadorias e atendimento de qualidade. Desta forma, o consumidor sentirá segurança em comprar.

Faça seu cliente feliz

É de conhecimento geral que manter os clientes antigos é mais fácil do que conquistar novos, o que significa que a fidelização é peça chave do sucesso do negócio. Uma ótima maneira de gerar compras recorrentes em sua loja é garantir a felicidade do seu cliente, entendendo as necessidades dos compradores e realizando um bom atendimento, pois os clientes satisfeitos são os melhores divulgadores de sua marca.

Por fim, saiba que assim como abrir uma loja física, criar uma loja virtual requer muito tempo e dedicação. Então, que tal aproveitar o mês de janeiro e começar hoje mesmo a planejar seu novo negócio?

Com a recém-chegada da Amazon ao mercado de marketplace brasileiro, muito especulou-se sobre o futuro do e-commerce nacional, tendo em vista a força da companhia no setor em mercados estrangeiros. Porém, será que ela está realmente preparada para aplicar o seu modelo comercial ao Brasil, país que possui diversas particularidades em vários quesitos?

A tecnologia de ponta – um dos motivos do crescimento exponencial da empresa no exterior – precisará passar por um processo de “tropicalização” para se adequar ao Brasil, e isso demanda tempo.

É natural que com o seu tamanho e tecnologia, a essa multinacional de comércio eletrônico conseguirá transformar suas ferramentas, usadas em países da Europa e nos Estados Unidos, para a realidade nacional.

Porém, para isso, precisará conhecer nosso país e as particularidades do seu mercado, criando o tempo necessário para que os outros varejistas do setor consigam equilibrar a balança em relação a experiência que ela vai proporcionar aos brasileiros.

Dessa forma, semelhante ao que acontece na rua Santa Ifigênia, em São Paulo – conhecida pela grande quantidade de lojas que se especializaram na venda de artigos eletrônicos –, existe espaço para todos.

Da mesma forma que as companhias precisarão atualizar o seu modelo de negócio para oferecer um serviço de maior qualidade, a Amazon precisará se adaptar as diferenças culturais do consumidor brasileiro, principalmente no que tange a questão do transporte e da logística para entregas em alguns pontos isolados ou perigosos.

No mais, o preço dinâmico, que foi uma das inovações propostas pela companhia nos EUA, já é utilizado no Brasil, criando mais oportunidades para os consumidores e comerciantes. E sua plataforma, apesar de muito boa, não é uma novidade no mercado.

Diante da ameaça que a chegada dessa empresa norte-americana representava ao setor, os varejistas digitais não estão medindo esforços no investimento em estratégias de marketing para conseguir superar as expectativas da gigante do varejo eletrônico.

Diferentemente do que se podia esperar, a chegada dessa multinacional não irá atrapalhar o faturamento dos varejistas nacionais nas datas importantes, como a Black Friday e o Natal, por exemplo, mas trará mais amadurecimento, oportunidades de venda e crescimento dos marketplaces brasileiros.

Leia também:

5 estratégias brilhantes de Jeff Bezos para construir o Império da Amazon

Já não é de hoje que o e-commerce passou a ganhar os holofotes no segmento de vendas e tem muito a ensinar no varejo. Números da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) mostram que o segmento obteve a receita de R$ 53,5 bilhões em 2016. Para 2017, a expectativa é que o aumento seja de 12% em relação ao ano anterior e o faturamento de aproximadamente R$ 59,9 bilhões.

O modelo de gestão adotado pelas empresas no ambiente físico continua seguindo processos habituais: venda para grandes distribuidores, showroom e apresentação de produtos, features e atributos novos, investimento no treinamento de key accounts (gestão de contas-chave), vendedores e representantes que são responsáveis hoje pela maior fatia no faturamento.

Mas muitas indústrias não estão atuando no convencimento do ponto crítico e fundamental na sustentação em longo prazo do negócio como um todo, independentemente do canal. Estou falando do consumidor, que é (ou pelo menos deveria ser) foco central de qualquer negócio que envolva consumo, sejam bens duráveis, de nicho ou supérfluos.

Enquanto isso, as vendas on-line passam pelo momento de crise de forma menos dolorosa, com lições importantíssimas que podem ser levadas ao varejo físico, de modo a não impactar nos resultados dos negócios, com o maior número de conversões possível.

No ambiente virtual, o consumidor precisa ser ‘fisgado’ nos pequenos detalhes, um deles é a apresentação dos produtos na página, que seria a vitrine ou gôndola na loja física. Comece pelo layout do site, que pode favorecer ou prejudicar a percepção do consumidor.

A navegação rápida, simples e clara é primordial. Imagine caminhar em um corredor de supermercado abarrotado de mercadorias colocadas de forma aleatória? O caos é tudo que o seu cliente não precisa.

No e-commerce, lançamentos e promoções são ótimas pedidas para uma vitrine de sucesso. Os produtos precisam ter informações detalhadas, com especificações técnicas, dimensões, cores disponíveis, entre outros. As imagens precisam ter qualidade.

A página do produto deve conquistar o consumidor e não pode ser negligenciada, da mesma forma que o vendedor no varejo físico necessita estar com todas as funcionalidades dos itens na ponta da língua, pois ninguém compra algo sem saber exatamente ao que se refere.

Detalhes como tags padronizadas de descontos ou de condições de parcelamento exclusivas chamam a atenção do consumidor.

A principal teoria de Jerome McCarthy, renomado professor de marketing, que foi difundida por Philip Kotler, um dos papas dessa área, é chamada de 4Ps – produto, preço, praça e promoção, que devem ser os pilares básicos de toda e qualquer estratégia de venda.

O trabalho de fortalecimento de uma marca e consequentemente o aumento de conversões consiste no equilíbrio dos setores, ou seja, possuir boas mercadorias (produto), um valor competitivo (preço), com uma boa logística e distribuição (praça) e bom um bom trabalho de marketing (promoção).

Com uma eficiente busca de produtos, por exemplo, o usuário consegue fazer comparações dos itens e levar em consideração suas características, para fazer no fim a escolha que mais lhe agradar. E afinal, o que o mais o empreendedor poderia querer se não a satisfação de seu cliente? Com certeza não há melhor resultado para conversões e fidelização do que esse!

Publicado anteriormente no E-commerce News.

À medida que a sua operação digital cresce os gestores de e-commerce e marketing digital passam a ter necessidades diferentes de informação

O Brasil é o país do “puxadinho”. Um lugar onde todo mundo é arquiteto, consultor de investimento, mecânico e, por que não, técnico de futebol.

Nós usamos a estratégia do puxadinho diariamente em um “sem número” de situações cotidianas. Mas isto não acontece só em casa, não senhor.

Uma forma (não tão nova) de puxadinho que está começando a deixar muita gente de cabelo em pé é o puxadinho digital.

Quando algo precisava ser feito

Daniel Kahneman é um psicólogo que ganhou o Prêmio Nobel de Economia em 2002. Entre várias contribuições da sua obra, ele constatou que nossa racionalidade é bem mais limitada do que imaginamos.

Basta considerar que 80% das pessoas afirmam se acharem melhores do que a média. No mínimo, uma incoerência lógica.

Voltando ao ponto: culturalmente nós vivemos e fazemos coisas pensando num curto prazo. É daí (e da falta de recursos) que vem a cultura do “puxadinho”.

O puxadinho digital surge na medida que uma empresa começa a se aventurar pela digitalização dos seus negócios.

Precisa de um e-mail marketing? Cria uma conta agora.

Agora é um chat? Simples, só assinar este aqui.

SMS para o cliente? Agora: este serviço é fácil e não tem fidelidade.

Quando você vê, tem um emaranhado de apps, SaaS, IaaS, XaaS (X = qualquer coisa as a service) que te deixa com mais dúvidas do que certezas.

As tecnologias deveriam servir a um único propósito: habilitar novas competências para aumentar a escala e a produtividade do negócio.

O ponto de inflexão

No meu dia-a-dia converso com gestores de negócios em empresas de vários portes e segmentos. Se um dia e-commerce foi tendência, hoje é mais que uma realidade.

E na medida que as empresas estão superando aquela fase de incredulidade e realmente escalando em vendas, clientes e negócios, o puxadinho digital que lá atrás ajudou a crescer agora começa a atrapalhar.

Veja um exemplo:

• Você cria uma campanha em rede social;
• O cidadão clica e visita seu e-commerce (virou um lead!);
• Ele se cadastra no seu mailing (agora vai!);
• Entra em um produto e coloca no carrinho (isso, falta pouco!);
• Abandona o carrinho (como fazem mais de 30% dos compradores);
• Você toca o cliente com uma oferta de recuperação (aquele desconto camarada);
• Ele volta e não converte de novo (básico);
• Entra na régua de novo com a mesma oferta de recuperação (quem sabe na segunda vai);
• O lead resolve virar cliente e comprar (graças a Deus!);
• Os sistemas de display perseguem o lead até o último dos seus dias ofertando os produtos que ele comprou.

Como gestor do negócio eu gostaria de saber três coisas apenas:

1- Quanto este cliente comprou?
2- Quanto esta venda me custou?
3- Quanto esta campanha me retornou?

Tenho certeza que mesmo um gerente de e-commerce júnior vai conseguir responder a pergunta 1 com relativa facilidade.

Mas dá tanto trabalho reunir as informações necessárias para responder as perguntas 2 e 3 que a maioria dos gestores (em off apenas) acaba não tendo condições “de fato” para respondê-las.

Quando você cresce o desafio muda

O ponto central aqui é que à medida que a sua operação de venda digital cresce o gestor de e-commerce e o gestor do negócio passam a ter necessidades diferentes de informação.

Quando você é pequeno, pode se dar ao luxo de cometer muitos erros. Eles fazem parte do aprendizado do empreendedor e na média são erros pequenos, dos quais você consegue se recuperar.

À medida que o negócio ganha corpo e você flerta com a saída do Simples Nacional, as coisas passam a ter uma dimensão diferente. Ter informações de ponta-a-ponta não só é desejável: é mandatório.

Na real, o puxadinho digital dá a impressão de ser barato porque você paga várias contas pequenas. Mas quando você soma estas contas ao overhead (gente adicional) para unificar e analisar os dados mais o custo de oportunidade das decisões tomadas com base em informações erradas, você constata que, na média, o puxadinho digital é o que parece barato mas sai muito, muito caro.

É melhor não ter mapa algum do que ter um mapa errado.

A resolução de ano novo: integrar, dar inteligência, inovar

Se você chegou até aqui deve estar se perguntando: como eu faço para acabar com meu puxadinho digital?

A minha resposta de consultor é que não há resposta única.

(pausa dramática)

Mas se você quer uma ideia de como começar, me permita sugerir o seguinte:

1. Trace um mapa claro de todos os recursos tecnológicos que sustentam o seu e-commerce (plataforma, automação de marketing, CRM, sistema de atendimento, etc…);

2. Entenda a jornada do seu cliente e entenda quais são os pontos de contato mais importantes e que podem gerar mais impacto no seu resultado (vendas, margem, recompra, NPS, etc…);

3. Com base nesta priorização, estabeleça 1 ou 2 objetivos de melhoria (por exemplo, orquestrar as campanhas em torno do cliente, independente do canal);

4. Avalie fornecedores de tecnologia, que podem te ajudar a analisar e sugerir a adoção de softwares que substituam e simplifiquem o seu mapa de tecnologia.

Tão importante quanto isto é pensar em ciclos contínuos de melhoria. Hoje é perfeitamente possível executar 3 ou 4 projetos ao longo de um ano que permitem fazer um extreme makeover no seu puxadinho digital.

Isto deixa seu negócio mais preparado para alçar voos mais altos, com mais eficiência.

Isto é um processo, ou seja, a cada objetivo cumprido, você deve partir para o próximo. Porque as necessidades do seu negócio e do seu cliente mudam. Sempre há alguma coisa para melhorar.

Espero que você tenha gostado e, se tiver uma crítica, dúvida ou sugestão, comente aqui ou então me mande uma mensagem. Até a próxima!

marca é um aspecto fundamental para quem deseja atuar no varejo online. Seja por meio de um e-commerce independente ou com a venda de uma linha própria de produtos, consolidar um nome no mercado é um caminho natural e desejado. Para isso, é preciso contar com segurança jurídica para evitar cópias e garantir a exclusividade ao negócio.

Mas qual o momento certo para se registrar uma marca? E como fazer isso corretamente, de modo a garantir que não haverá qualquer vulnerabilidade ou falha? Essas são dúvidas comuns para quem está interessado no tema.

Embora o assunto exija atenção e o apoio de profissionais especializados, é importante buscar informações prévias para evitar erros comuns ou desperdício de dinheiro. Este post vai apresentar o passo a passo para registrar uma marca própria no e-commerce.

1) Entenda o registro de marcas 

No Brasil o registro de marcas é realizado pelo governo, por meio do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), vinculado ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). A essência da legislação está presente na Lei de Propriedade Industrial (9279/96).

O pedido pode ser feito eletronicamente, por meio do sistema e-Marcas ou de forma física, com o preenchimento de formulários e a apresentação de documentos para a entidade.

Qualquer pessoa física ou jurídica que exerça uma atividade legalizada e efetiva pode depositar o pedido de uma marca. O INPI faz uma avaliação da solicitação e então define se a patente será concedida ou não.

O registro tem duração inicial de dez anos, podendo ser prorrogado por outros dez. Ele garante a seu proprietário o direito de exclusividade do uso da marca em seu ramo de atividade econômica em todo o Brasil.

2) Conheça os pré-requisitos para o registro de marca 

O primeiro passo para realizar o registro de uma marca é entender como funciona a legislação, os tipos e naturezas de marcas e o processo de requisição junto ao INPI. 

Tipos de marcas

As marcas se dividem nos seguintes formatos:

  • Nominativa: esse registro contempla marcas formadas por palavras, números, neologismos e combinações.
  • Figurativa: esse formato corresponde a marcas como desenhos, imagens, símbolos, formas, palavras oriundas de alfabetos estrangeiros e ideogramas.
  • Mista: esse tipo de marca representa a combinação de imagens e palavras ou letras ou algarismos estilizados.
  • Tridimensional: esse registro vale para a definição da forma de um produto, como uma embalagem.

Natureza da marca

As marcas podem assumir as seguintes naturezas:

  • Marca de produto: se aplica para distinguir um produto de outros iguais, semelhantes ou afins, de qualquer origem.
  • Marca de serviço: se aplica para distinguir um serviço de outros iguais, semelhantes ou afins, de qualquer origem.
  • Marca coletiva: serve para indicar ao consumidor que determinado produto ou serviço é fornecido por uma entidade específica (associação, cooperativa, sindicato, consórcio, federação, confederação, entre outros).
  • Marca de certificação: serve para informar que determinado produto ou serviço responde a normas ou padrões técnicos específicos (como qualidade, natureza, material utilizado e metodologia empregada).

3) Realize uma busca por outros registros 

Uma vez compreendida a legislação, é hora de avançar para o registro. Nessa etapa, deve-se realizar uma busca no site do INPI para identificar se há algum registro pré-existente.

O INPI possui um sistema próprio de buscas para realização dessa consulta. É importante atentar ao fato de que uma mesma marca pode ser registrada em diferentes setores de atividade.

Caso a busca não apresente resultados, é possível avançar para a etapa seguinte com a efetiva solicitação de registro. 

4) Faça um cadastro no site do INPI 

Para realizar o registro por conta própria, é necessário acessar o site de cadastro do INPI e informar todos os dados exigidos.

Também é interessante reunir todos os documentos necessários para efetivar o registro, pois eles podem ser solicitados posteriormente. As exigências variam conforme a natureza do solicitante.

Documentos exigidos para o registro de marca

Pessoa jurídica:

  • Cópia de Requerimento de Empresário, Certificado de Microempreendedor Individual, Contrato Social, Estatuto Social e aditivos, se for o caso;
  • Cópia do Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) atualizado;
  • Cópia da Declaração de Microempresa, se for o caso.

Pessoa física:

  • Cópia do CPF e RG;
  • Cópia da comprovação de Atividade Profissional Autônoma, reconhecida pelo órgão fiscalizador.

5) Emita a GRU e realize o pagamento 

Após fazer o cadastro, o passo seguinte é emitir e pagar a Guia de Recolhimento da União (GRU). O código da GRU deve ser guardado, pois ele será exigido posteriormente.

O INPI possui uma tabela de preços para a realização do registro de marca. A entidade oferece um desconto para microempresas, microempreendedores individuais, pessoas físicas e cooperativas.

6) Realize a solicitação de registro 

Com o pagamento da GRU confirmado, a etapa seguinte é a solicitação de registro junto ao INPI. Acesse o sistema e-Marcas, informe o número da GRU e forneça todos os dados solicitados. Nesta etapa, também será possível anexar os documentos e a representação visual da marca (se houver).

Caso o objetivo seja registrar a marca de um e-commerce, a opção mais recomendada é Marca de Serviço, já que se trata de um serviço varejista. Caso o registro contemple um produto e o e-commerce, pode ser interessante realizar dois registros: um como Marca de Serviço e outro como Marca de Produto.

Ao protocolar o pedido de marca já é possível contar com direito à proteção legal, sendo concedido o direito de uso exclusivo no território nacional dentro do ramo de atividade econômica solicitado.

7) Acompanhe o progresso do pedido

Após a realização do pedido, o INPI realiza uma série de análises internas até a efetiva concessão da patente. O órgão pode exigir documentos complementares ou comprobatórios para deferir a solicitação.

Entre 30 e 60 dias após o depósito inicial será realizada a primeira publicação, na qual qualquer pessoa ou organização contrária ao registro poderá se manifestar.

Caso não haja manifestação contrária e o pedido seja deferido pelo INPI, será necessário pagar as taxas de proteção dos primeiros dez anos da marca. Feito o pagamento, o INPI vai emitir o certificado de registro da marca. Caso o pagamento não seja efetivado, o processo é arquivado e terá que ser retomado do zero.

Conclusão: segurança jurídica para a marca

Embora possua particularidades, o processo de registro de uma marca não precisa gerar temores para o empreendedor. Trata-se de uma ação fundamental para garantir segurança jurídica ao negócio, seja na forma de serviço ou produto.

As dicas apresentadas aqui são um bom ponto de partida, mas não dispensam o apoio de um advogado ou um especialista no registro de marcas para condução do processo.

O site do INPI também disponibiliza informações complementares sobre o tema, sobretudo no Manual de Marcas da Instituição.

Encontrou alguma dificuldade para registrar sua marca? Compartilhe com a gente nos comentários!

Texto publicado anteriormente no Blog da Olist.

Estamos frente à um cenário positivo dentro do mundo do e-commerce com mais de 50 milhões de pedidos feitos somente no primeiro semestre de 2017, totalizando R$ 21 bilhões em vendas, sendo que 48,2% delas foram pagas à vista. Esses dados apontam que pelo menos 25,5 milhões de e-consumidores fizeram ao menos 1 compra em lojas virtuais neste período.

Ainda falando sobre crescimento, todos os índices apresentados pelo mercado estão em franca expansão. A única baixa, na verdade, trouxe benefícios ao mercado por se tratar de uma queda de 5,38% nos preços praticados no e-commerce nos últimos 12 meses.

Tal baixa de preços – basicamente só vista no e-commerce -, acabou trazendo consigo um alto volume de e-consumidores e revelou um crescimento de 10,3% com relação ao primeiro semestre de 2016.

E os números não são positivos apenas para o mercado interno, uma vez que, pelo menos 54% dos e-consumidores afirmaram em pesquisa já terem feito ao menos 1 compra internacional via importação direta. Estamos vendo de perto a expansão do consumo para além de nossas fronteiras.

Mais números do mercado:

E-commerce fatura R$21 bilhões no primeiro semestre de 2017

O cross-border para o mercado brasileiro

Com um mercado tão grande e com números tão vistosos, é difícil imaginar que os fornecedores de todo o mundo não estejam de olho no mercado brasileiro. Mas eles se deparam com uma grande questão: a complexidade tributária do Brasil. Não foram poucas as empresas que tentaram montar operação no país, mas sucumbiram quando se depararam com as dificuldades tributárias e burocráticas.

Por isso, muitos se questionam ao ver sites como Aliexpress, por exemplo, vendendo no Brasil e até mesmo parcelando compras. A maioria das pessoas acha que esses sites lidam com descaminho ou contrabando, mas devemos lembrar que o RTS (Regime Tributário Simplificado) permite importações diretas ao consumidor sem qualquer taxa em valores até U$D 50.

Indo mais além, desde que devidamente recolhidos os impostos, o consumidor pode importar sem necessidade de ter Radar (item obrigatório para importadores comerciais) até U$ 3.000. Tendo por base que o ticket médio do e-commerce brasileiro foi de R$ 418,00 no primeiro semestre de 2017, temos que o teto de U$ 3.000 é mais do que razoável para a viabilidade do e-commerce cross-border.

A realidade que vemos hoje é que muitas lojas virtuais querem vender para o Brasil, mas poucas sabem como fazê-lo diretamente de seu país, sem precisar manter uma estrutura legal e física no país. A queda de fronteiras é algo que está no âmago da Internet e, como tal, não poderíamos esperar outro reflexo, senão sua reverberação em todas as áreas da rede, principalmente no e-commerce.

Em sites como o Mercado Livre, por exemplo, já conseguimos ver um número cada vez maior de vendedores que fazem o cross-border à brasileira. Vendem para consumidores brasileiros, repassam o pedido para o fornecedor na China, que por sua vez despacha direto para o consumidor, sempre com invoices inferiores a U$ 50.

Hoje, no Brasil, também já temos diversos intermediadores de pagamento que permitem às empresas estrangeiras venderem para consumidores brasileiros, inclusive parcelando a venda, e receberem desses intermediadores em seus países originários os valores da venda.

Entre diversas empresas desse tipo uma que chama a atenção é a Brazilborder, organização estadunidense estabelecida em Miami, que está fazendo uma espécie de Fullcommerce para que empresas de todo o mundo vendam diretamente para consumidores brasileiros, sem a necessidade de terem estrutura no país e com prazo de entrega de até 12 dias.

A operação deles consiste em fornecer um site e atendimento em português no Brasil, assim o consumidor pode ser atendido em português, fazer todo o trâmite de recolhimento de impostos e envio dos produtos, servindo de ponte entre fabricantes e consumidores.

Pontos de atenção para cross-border no Brasil

É óbvio que uma operação desse tipo traz consigo sérias consequências no mercado local e espalha uma preocupação entre as empresas nacionais que se vêem ameaçadas por este tipo de comércio. Mas, o objetivo deste post não é debater essa questão e, sim, demonstrar a viabilidade e legalidade de uma operação com esse escopo de atuação.

Apenas como exemplo da vantagem do cross-border para empresas e consumidores, vamos avaliar a compra de um BB8 (é ele mesmo, aquele robozinho fashion de Star Wars). Em uma grande loja de brinquedos, o mini robô controlado por celular Star Wars VII – BB8, da Sphero, está anunciado por R$ 1.999,00, com todos os impostos e com o modelo Wrist acoplado. Através da importação direta, o produto chega ao consumidor brasileiro, já com todos os impostos inclusos, por não mais de R$ 1.100.00.

Se para o consumidor já percebemos a vantagem, não é difícil vislumbrar que até mesmo lojistas nacionais podem – como alguns o fazem no Mercado Livre – ganhar com o cross-border 100% legal.

Facilmente, o lojista nacional poderia vender o produto por R$ 1.540.00, remarcando 40% sobre o custo, com todos os impostos, totalmente dentro da legalidade e ainda venderia mais barato que o comércio nacional em geral.

Ainda não há como prever se essa é uma boa ou má notícia para o empresariado brasileiro, mas é difícil imaginar que a tendência do cross-border e da importação direta pelo consumidor retroceda. Aqueles que estiverem mais preparados e afinados com essa vertente do e-commerce, com toda a certeza serão mais beneficiados.

Texto publicado anteriormente no Blog da Vtex.

Investir em um novo negócio não é nada fácil – a começar pelos custos… Um serviço na nuvem pode auxiliar pequenos empresários nesta missão.

Todo empreendedor sabe que começar um negócio requer muita cautela. A gente precisa pensar em tudo: clientes, funcionários, capital de giro, capital de investimento, parcerias, infraestrutura, estoque… São tantas coisas!

É, você pode até não acreditar, mas o Cloud Computing é um “salvador da pátria” para muitos pequenos empreendedores. Agora, a questão não é sobre migrar para a nuvem e sim quando fazer isso!

A notícia é boa para todo mundo que tem uma empresa e precisa aumentar o desempenho do seu negócio, mas, especialmente, para os pequenos empresários que acabam esbarrando em muita dificuldade apresentada no mercado, como na burocracia dos documentos.

Imagine a seguinte cena: uma nuvem (internet) e tudo conectado a ela. Computadores, notebooks, mobile (smartphones), data bases, remote servers, remote desktops… Tudo está conectado a um único servidor!

Entendeu? Isso é a Computação em Nuvem!

Bem, vamos parar de imaginar e ir para prática!

A nuvem existe e tem feito um sucesso em toda empresa que investe nela. O investimento não é alto. A facilidade de migração é efetiva. E existe segurança nesse processo.

Se você ainda não “viu” motivos suficientes para migrar para a nuvem, confira!

1- Segurança Digital

Quando seus arquivos estão na nuvem, eles têm segurança reforçada. Os provedores investem muito dinheiro todos os anos para manter as informações altamente seguras nos seus centros de dados.

Uma maneira fácil para entender é pensando em um arquivo específico como sendo um quebra-cabeça de várias partes. Quando você coloca esse arquivo na nuvem, ele é fragmentado em várias partes e mesmo que haja um ataque de hacker, ele só conseguirá uma parte do todo.

Além disso, é possível fazer a recuperação do arquivo integralmente (esse backup é feito de maneira automática).

2- Armazenamento em grande quantidade

A nuvem está preparada para receber arquivos de vários tamanhos e formatos. As ferramentas cloud facilitam o trabalho de toda empresa que precisa arquivar ou interagir documentos com outros usuários.

Dessa forma, os colaboradores podem executar projetos internos em um ambiente altamente seguro e com alto nível de controle.

3- Redução de Custos

Se por um lado você teria que ter um alto custo com um data base físico, no mundo digital esse gasto é totalmente minimizado.

Você não precisará de um sistema de refrigeração elétrica, nem comprar hardwares ou softwares, nem gastar dinheiro com a manutenção periódica da infraestrutura e nem mesmo ter uma equipe de TI focada 24 horas nesse data base.

Dessa forma, seus recursos financeiros podem ser usados para outros fins. O pagamento da nuvem é totalmente democrático e se encaixa no famoso “Pay Per Use”, ou seja, você só pagará pelo que consumir em determinado período.

4- Agilidade para acessar arquivos

Outra vantagem de estar na nuvem é que você tem mais agilidade para acessar seus documentos – tudo é feito em questões de segundos. Você pode, por exemplo, optar por concentrar na nuvem suas tarefas mais importantes sem se preocupar com a compra de softwares ou com o aumento de armazenamento.

Além disso, você pode acessá-los de qualquer lugar do mundo e a qualquer hora – desde que tenha o acesso habilitado (login e senha) e o acesso a internet.

Especificamente sobre o acesso, saiba que ele pode ser feito por computadores, notebooks ou mobile – sendo que as plataformas são expansíveis para esses mecanismos. Se você mantém seu acesso, você pode acessar de qualquer dispositivo.

5- Flexibilidade e Escalabilidade

Os especialistas em tecnologia gostam muito de usar a expressão “escalabilidade”, que tem a ver com o fato de ser adequado à sua empresa independente do tamanho dela.

Por exemplo, hoje você é um microempreendedor… Só que com o passar do tempo, a sua empresa crescerá muito e você precisará de mais serviços da nuvem. O que acontece? Nada demais. É só você solicitar um novo recurso.

Logo, a nuvem se adequa ao seu perfil, ao seu crescimento, ao seu sucesso.

Entenda os tipos de computação em nuvem e invista agora mesmo!

Com os motivos comprovados, não restam muitas dúvidas sobre a migração do sistema tradicional para a nuvem. Agora, você só precisa entender, de forma simples, a diferença entre os tipos de cloud.

Após escolher o tipo de nuvem que melhor se adequa ao seu negócio, o ideal é buscar conhecimento para fazer a migração da forma correta.

Com a popularização do e-commerce nos últimos anos, a concorrência também aumentou nos mais variados nichos. Uma gestão eficaz pode ser o diferencial entre o sucesso e o fracasso da operação. O e-commerce é um modelo de negócio que começou no Brasil, de forma tímida, em meados dos anos 90 com alguns poucos players e foi se popularizando, conquistando o seu espaço.

Segundo um estudo realizado pelo portal Olhar Digital, o modelo de negócio já representa cerca de 33% do varejo nacional e a tendência é crescer ainda mais. Outro dado importante é o apresentado no relatório Webshoppers, produzido pelo Ebit, no qual aponta que o faturamento do mercado em 2015 foi de R$ 41.3 bilhões, já em 2016, após um crescimento de 7.4%, atingiu a marca de R$ 44.4 bilhões.

Mais dados do mercado:

Os números do mercado de E-commerce

Com a evolução da tecnologia em ritmo acelerado, o e-commerce também tem sido afetado positivamente. Para entendermos um pouco mais, é só olharmos para o passado:

O Fator Google

A gigante da tecnologia fundada em 1998 por dois estudantes de doutorado em Harvard ajudou (e muito) na propagação do e-commerce.

Afinal, como uma loja de calçados de bairro, e também com atuação online, seria encontrada em meio a esse imenso ecossistema sem o auxílio do Google?

De fato, existem outros buscadores, mas a participação do Google nas buscas, como um todo, está em torno dos 70% ou mais…

O Surgimento do iPhone

Em 2007, surgiu o iPhone, um dos smartphones mais populares do mundo desenvolvidos pela Apple, que tem de 1 a 2 versões lançadas por ano.

Um fato interessante é que o sistema operacional Android, o grande concorrente do iOS do iPhone, surgiu em 2003, cinco anos antes do primeiro iPhone. Porém, a popularização dos dispositivos móveis, ocorreu para valer, com o smartphone da Apple.

Perguntar qual o impacto dos dispositivos móveis no e-commerce é praticamente redundante, não é mesmo?

Entendendo a popularização desses aparelhos e a mudança do comportamento do consumidor digital, desde 2014 o Google passou a priorizar em suas buscas, sites perfeitamente adaptados para dispositivos móveis.

Se destacando em um mercado competitivo

A popularização de dados, como esses mencionados acima e a facilidade de iniciar uma operação online, tem feito muitos iniciarem uma operação online.

Saiba que grande parte dos e-commerces fecham as portas com menos de 3 anos de operação. Qual a principal causa desse problema?

A falta de organização.

Iniciar uma operação virtual não é uma tarefa simples, e tampouco é sinônimo de trabalhar menos. Os mesmos custos existentes numa operação física estão presentes no mercado online, mas de outra forma.

Mais sobre uma operação de e-commerce:

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Estruturando um planejamento eficiente

Para evitar um investimento malsucedido, é necessário fazer um planejamento bem estruturado. Isso o fará enxergar todos os custos, tanto diretos quanto indiretos, como é o caso da logística reversa, algo muitas vezes não planejado por quem está começando.

Se você tem dúvidas e não sabe por onde começar esse planejamento, saiba que um coaching pode ajudar. Essa metodologia pode te dar o apoio necessário para a sua empreitada. 

Planejamento e ação

O coaching é uma metodologia de desenvolvimento humano, pautada em metas, que são mensuráveis e tem uma data final para serem executadas.

Ao fazer um curso de coaching você aprenderá a estabelecer um plano de ação, para não ficar ancorado em seu próprio planejamento, e trabalhará sempre com o foco na solução de cada obstáculo que vier pela frente.

Muito mais que isso, a metodologia coaching trará a você os comportamentos necessários para ter e gerenciar um e-commerce de sucesso!

Saber como cobrar por produtos e serviços é fundamental para a saúde financeira de qualquer empresa, inclusive no e-commerce. No entanto, ainda há varejistas que têm dificuldade para definir quanto vale um determinado item ou serviço, o que pode desencadear sérios riscos para a sobrevivência da loja virtual.

Isso porque, ao errar na precificação, o empreendedor pode acabar até mesmo diminuindo a satisfação dos seus clientes – por considerarem o valor elevado -, fortalecendo os concorrentes e chegando a prejudicar seu caixa e o faturamento.

Sendo assim, é indispensável definir bem cada preço, e, pensando nisso, listei algumas dicas práticas e eficazes, que costumo utilizar em meus próprios negócios:

1- Analise seus concorrentes

Se você não tem ideia de por onde começar, recomendo que você faça isso através de uma cuidadosa análise dos preços praticados pela concorrência. Esse é um ótimo parâmetro inicial, principalmente na internet, onde o consumidor leva apenas alguns segundos para pesquisar preços em dezenas de lojas. Sendo assim, é preciso considerar o que já está sendo feito por outros players do mesmo segmento.

Caso os preços estejam mais altos do que você imaginou, existe uma oportunidade de se diferenciar ou aumentar um pouco a sua margem de lucro. Já se estiverem muito baixos, tenha cautela, pois pode se tratar de uma oferta temporária. Se não for o caso, procure descobrir qual é o fator que possibilita os preços menores da concorrência.

2- Conheça os seus custos

Sem uma boa precificação de produtos, o seu e-commerce pode acabar falindo mesmo que as vendas estejam crescendo. Isso acontece por um motivo simples: margens de lucros estreitas demais muitas vezes não são o suficiente para cobrir os gastos da operação. Quando o empreendedor se dá conta, já é tarde.

Para evitar problemas graves como esse, você precisa ter familiaridade com todos os custos da empresa. Desde o pagamento de fornecedores até a conta de telefone, nada pode estar fora do radar.

É através da identificação dos custos que chegamos ao segundo fator crucial para uma boa precificação de produtos.

3- Defina uma margem de lucro

Depois de considerar os preços praticados pela concorrência e os custos da sua operação, você terá uma melhor noção sobre qual é a margem de lucro ideal para cada um dos seus produtos.

Nesse momento, lembre-se de que você montou o negócio com objetivos financeiros em mente: se a operação está funcionando somente para “se pagar”, alguma coisa provavelmente está errada… É hora de fazer alterações e mudar a estratégia.

4- Faça monitoramentos constantes

Por último, um adendo importante: a precificação não é uma tarefa a ser feita apenas uma vez e pronto. Depois de precificar produtos ou serviços, faça monitoramentos constantes em busca de variações.

Qualquer alteração no mercado, como a falta de uma matéria-prima ou a proximidade de um feriado, pode fazer com que os preços da concorrência mudem. Ficar de olho nisso não só irá aumentar as suas vendas como também fará a sua margem multiplicar-se em diversas oportunidades.

Mais sobre como definir o preço de venda:

Como definir o preço de venda de um produto

O processo de tomada de decisão é uma das atividades que mais consomem energia e acaba gerando estresse em nós seres humanos, agora junte um mercado com ambiente hostil no caso do comércio eletrônico. Por isso utilizar mecanismos como KPIs de marketing para seu e-commerce será fundamental para te ajudar nesse processo.

Não é a toa que um recente estudo apontou que o estresse prejudica o cérebro, levando a más decisões e todos sabemos que a escolha de determinados caminhos podem prejudicar um negócio.

Com o objetivo de te ajudar nas estratégias de marketing digital da sua loja, nós separamos alguns indicadores que poderão te auxiliar na escolha dos melhores canais e ações.

KPIs de marketing para seu e-commerce

Embora indicadores possam variar dependendo do modelo operacional da loja, separamos os mais utilizados para verificação e otimização da performance das suas estratégias, sendo eles:

Taxa de conversão

O objetivo dessa métrica é medir a eficiência de um canal ou uma determinada landing page do seu site. Isso ajuda tanto no direcionamento de investimentos para os canais com maior taxa de conversão quanto para o direcionamento de campanhas para páginas do seu site que possuam maior eficiência em conversão.

Existem diversos insights que essa métrica pode te proporcionar, como:

  • Reduzir investimento em canais que não performam;
  • Direcionar campanhas para as melhores páginas;
  • Verificar performance de testes A/B ou multivariáveis;

Mais sobre taxas de conversão:

Dobre sua taxa de conversão com essas 11 táticas

Taxa de crescimento

Saber se os resultados estão evoluindo ou caindo também é muito importante, por isso a utilização da taxa de crescimento para comparar as variações de tráfego, receita, taxa de conversão, ticket médio e outros dados ao longo do ano é muito importante.

Taxa de carrinho abandonado

Avaliar essa métrica é fundamental para saber o quanto de dinheiro está parado no carrinho de compras da sua loja. Estimativas conservadoras têm fixado a taxa de abandono por volta de 60%, sendo que algumas pesquisas independentes tem jogado esses números para a casa dos 80%.

6 dicas para reverter carrinhos abandonados em vendas

CAC (Custo de aquisição de clientes)

Quanto você está pagando para adquirir um novo cliente para o seu negócio? Essa métrica é importante, pois traz insights para sabermos quais são os canais que temos um custo maior ou menor na aquisição de novos clientes.

Ticket médio

Saber  quanto em média os seus clientes estão gastando em sua loja é um dado muito importante para analisar se as suas ofertas de up-selling e cross selling estão sendo feitas corretamente.

Quantidade média de produto

Mensurar a quantidade média de produtos que estão sendo vendidos é importante para desenvolver estratégias mais eficientes na hora de entregar o mix de produto para o seu cliente e fazer com que ele aumente o ticket médio nas compras.

ROI (Retorno sobre o investimento)

Você sabe o quanto cada estratégia ou canal está trazendo de retorno para o seu negócio? Não? Então comece a mensurar o ROI das suas campanhas.

ROI no e-commerce: qual é o número mágico?