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A mobilidade deixou de ser opcional e tornou-se parte integrante da estratégia de varejo. Ser Mobile First é mais importante do que nunca.

Os usuários de smartphones e tablets estão prontos para comprar: o mais recente relatório Webshoppers, da Ebit, revelou que no ano passado, 27,3% das compras online foram realizadas via dispositivos móveis, e estima-se que esse número chegue a 37% até o fim de 2018.

Seja para realizar uma pesquisa inicial sobre um produto, ou efetivamente realizar a compra online, a crescente influência que os dispositivos móveis conectados à internet exercem no e-commerce obriga as lojas virtuais a adotar uma estratégia Mobile First – conceito que prioriza os dispositivos móveis no desenvolvimento e arquitetura dos sites.

Um estudo realizado no Reino Unido pela Ingenico ePayments e Internet Retailing, e que teve como objetivo entender a importância que o varejo atribui ao investimento em inovação para otimizar a experiência do consumidor, revelou que 93% dos varejistas online concordam que a inovação em mobile impacta tanto na lucratividade quanto na satisfação dos consumidores. No entanto, apenas 40% se descrevem como mobile first.

Para muitos varejistas, as estratégias para mobile precisam se desenvolver um pouco mais antes que passem a implantá-las. Mas a verdade é que já há inovação e tecnologia suficientes para oferecer uma experiência móvel sem atritos aos consumidores.

A implementação de chatbots na etapa de pagamento é uma tendência que está começando a ganhar força na América Latina. Isso porque auxilia as lojas virtuais em seus maiores desafios: gera confiança no cliente, evita fatores que podem levar ao abandono do carrinho e converte a interação em uma transação.

Um site lento é equivalente a uma experiência ruim. E à medida que mais e mais consumidores realizam operações a partir de seus dispositivos móveis, eles têm menos tolerância a experiências móveis ruins e acabam se sentindo desencorajados por obstáculos que poderiam ser facilmente evitados pelo varejista. Tudo o que o usuário espera é poder pesquisar um produto por categoria ou preço, acessar facilmente todas as informações necessárias e realizar a compra sem erros ou falhas.

Existe uma linha tênue entre a conversão e o abandono do carrinho. Focar no usuário e colocá-lo no centro de todas as decisões é a chave para o sucesso. Oferecer páginas web responsivas, minimizar o tempo de carregamento da página, fazer uso de soluções inovadoras para permitir pagamentos fáceis, rápidos e seguros, aumenta a confiança e satisfação do cliente.

A oportunidade parece óbvia, mas é vital não deixá-la passar. Dispositivos móveis, incluindo os wearables, serão cada vez mais importantes e se tornarão os dispositivos preferidos das pessoas. Diante de um cenário de crescimento promissor para o mobile commerce neste ano, o investimento na abordagem mobile first se torna essencial para os varejistas que desejam se destacar no competitivo mercado virtual, ao mesmo tempo em que garantem a melhor experiência aos clientes.

Passeando pelos diversos editoriais de negócios, economia e empreendedorismo disponíveis no vasto universo da Internet, não é difícil encontrar mensagens de otimismo, superação, casos de sucesso, muitas dicas e estratégias de como fazer suas vendas e popularidade decolarem na Web.

Todas essas referências são válidas e muito úteis em algumas fases da vida do negócio, mas acredite: antes de tudo, é importante fazer um exercício para entender o que você pode fazer ou já estar fazendo para falir seu e-commerce.

Se você está lendo este artigo, muito provavelmente já empreende ou apresenta algum interesse em negócios online. Diante disso, já enfrentou desafios, momentos de dúvida, receios e talvez já tenha até pensado em desistir algumas vezes. Chegou a hora de conferir se você está no caminho certo para falir seu negócio online ou se ainda pode contar com algum tempo de vida empreendedora na Internet.

1- Não faça um plano de negócios

A primeira dica para ter um negócio predestinado à falência é não planejar, esteja você iniciando um empreendimento, ou com seu negócio online já em andamento.

O planejamento proporciona uma visão mais ampla do seu negócio, dos concorrentes e dos clientes, além de proporcionar uma visão de médio e longo prazo da gestão de custos e a possibilidade de traçar planos alternativos para imprevistos.

Portanto, não planejar e não reavaliar o plano constantemente são um tiro certeiro rumo à bancarrota.

2- Não aposte na tendência mobile

De acordo com a Pesquisa Anual do Uso de TI, divulgada pela Fundação Getúlio Vargas em 2017, o Brasil já conta com mais de 200 milhões de smartphones em seu território, sendo cerca de 1 aparelho por habitante.

Mas não é por isso que sua empresa vai perder tempo se antecipando a apostar na tendência de acesso e vendas via mobile, certo? Afinal de contas, se a ideia é falir, você deve esquecer completamente como deixar seu site responsivo e facilitar o check out na hora das compras. Isso fica para as empresas que querem ter um futuro de sucesso.

3- Não adote uma estratégia omnichannel

Omni o quê? Omnichannel! Essa expressão chegou com tudo no Brasil, nos últimos anos e ainda deixa muita gente de cabelo em pé.

Ter uma estratégia omnichannel significa entender em que canais seus clientes estão, expor sua marca e contemplar grande parte desses canais na hora da venda. Para obter uma falência de sucesso, você tem dois caminhos principais a seguir, dependendo do seu “não planejamento”:

1) Tentar se colocar impulsivamente em todos os canais possíveis, sem ter uma estratégia adequada para isso;

2) Ou ignorar a tendência multicanal e continuar fazendo publicidade o mais tradicionalmente possível.

4- Não invista em estratégias de marketing online

Outra dica fundamental para passar despercebido perante seus concorrentes e clientes e ficar bem longe da internet. Afinal de contas, apesar do crescimento significativo da rede mundial de computadores, bom mesmo para acabar com as chances do seu negócio é ficar longe dessa agitação toda, certo?

5- Não perca seu tempo com redes sociais

O mesmo funciona para redes sociais. Para permanecer firme rumo à falência do seu e-commerce, ignore completamente a existência das redes sociais. Ah! Já tem um perfil criado em alguma delas? Não se preocupe, ainda dá tempo de fracassar em sua estratégia.

Basta não cuidar da identidade da sua marca online; postar pouco, ou quase nada e, quando publicar algo, ser completamente desalinhado com o que se propõe o seu negócio. Seus clientes vão correr de você e, quem sabe, ainda falar mal do seu negócio nas redes.

6- Não se interesse em conhecer seu cliente

Um segredo precioso para quem deseja acabar com um negócio, especialmente online, o quanto antes: não dê ouvidos a seus clientes.

Atendê-los mal, não fazer um acompanhamento pós-venda e não pensar em produtos que eles queiram consumir é chave para abrir as portas do fracasso. Afinal de contas, quem precisa de clientes?

7- Não olhe para seus concorrentes

Se, para falir seu e-commerce, você não precisa dar ouvidos aos seus clientes, o que dizer então dos concorrentes? Ignore-os. Prestar atenção na concorrência aumenta muito suas chances de melhorar suas estratégias e um negócio bem destinado ao insucesso jamais se preocupa com isso.

Portanto, para reduzir muito as chances de sucesso de sua loja online, esqueça tudo o que ouviu falar sobre benchmark e vantagem competitiva.

8- Não invista em novas tecnologias

Todos os dias surgem novas ferramentas e tecnologias para facilitar o trabalho do empreendedor. Mas, em time que está dando certo não se mexe, certo?

Então, para que seu negócio possa estar com dias contados de sobrevivência, não aposte em novas tecnologias e permita que sua loja online seja engolida pelas mudanças, sem fazer adaptações e melhorias em seus processos e ferramentas.

Que tal experimentar um site não responsivo e que demora um bom tempo para carregar? Ou, quem sabe, só aceitar pagamentos à vista, porque não confia na segurança dos meios de pagamento? Estar obsoleto é uma excelente estratégia para ser abandonado por seus clientes.

9- Não fique de olho nas tendências

Assim como no caso das tecnologias, uma opção para ser surpreendido e ter uma virada negativa no seu negócio é viver o hoje, ignorar completamente as tendências do seu segmento e do ramo de e-commerce em geral.

O dinamismo dos negócios online vai fazer sua loja online comer poeira e ficar pra trás antes do que você imagina.

10- Não aprenda com seus erros

Por fim, sabemos que no decorrer da história, a vaidade já naufragou muitos projetos destinados ao sucesso. Portanto, uma das melhores maneiras de falir seu negócio é não aprender com seus erros, não ouvir seus colaboradores, sócios, parceiros, nem interpretar os sinais do mercado para estabelecer planos mais eficientes. Ou seja, repetir estratégias mal sucedidas incansavelmente pode enterrar seu negócio definitivamente.

Se você leu esses dez passos e ainda está se perguntando o porquê de estarmos dando dicas para falir um e-commerce, é hora de deixarmos claro que tudo não passa de uma grande ironia e o nosso verdadeiro conselho é que você siga exatamente o contrário desses passos. Afinal, desejamos sucesso e vida longa para seu e-commerce.

Para continuar no clima e descobrir mais, acesse a série de vídeos sobre como NÃO ser um empreendedor de sucesso.

O modelo de full service e-commerce – em que plataforma, hospedagem, controle do estoque, gestão financeira, marketing digital, televendas e logística são integrados em uma única estrutura completa que planeja, cria, executa e desenvolve a gestão de todo o projeto – ainda não é amplamente conhecido em território nacional.

Muitos dos gestores desconhecem o serviço, os players, formatos e premissas deste modelo. Assim, não vislumbram seus inúmeros benefícios. Veja a seguir três curiosidades sobre o segmento que podem lhe auxiliar a definir seu planejamento para 2018.

Falsa sensação de dependência

Muitas companhias possuem um certo receio que a parceria com uma empresa de full service e-commerce possa gerar uma certa dependência. O intuito em sua contratação é garantir que o empreendedor possa focar em seu negócio, garantindo o desenvolvimento e gestão de produtos internamente, enquanto todas as etapas da operação de vendas passam a ser realizadas de forma terceirizada.

Na prática, a união só viria a somar, pois ela oferece soluções para todos as fases, desde o atendimento, infraestrutura, tecnologia, passando pela distribuição, transporte, controle fiscal, otimizando custos, garantindo processos alinhados e relatórios enviados em tempo real.

Além disso, a empresa pode capacitar sua própria estrutura com maior foco em processos, sistemas e controles a partir da aceleração do know how de operação.

Formato de contratação

Após criteriosa análise do negócio, o projeto de full service e-commerce é estruturado e dimensionado de forma a se adequar à necessidade do cliente. Algumas empresas adotam a solução completa, outras optam por serviços específicos.

Nos Estados Unidos, onde este modelo é consolidado, acumulam-se cases de sucesso e clientes satisfeitos. Já se tornou tradicional por lá e os empreendedores comemoram os bons resultados operacionais e de vendas.

Inteligência no uso de dados

O ambiente online é muito rico em dados. De todos os tipos. E o melhor é que eles podem e devem ser coletados, medidos e analisados. Informação bem destrinchada é uma preciosa ferramenta para gestores desenvolverem estratégias a fim de obter melhores resultados em planejamentos, atingir clusters de maneira assertiva e, por fim, gerar negócios.

É também possível conciliar com inteligência analítica a fim de prever situações e mitigar riscos. 

As normas federais e estaduais acirram cenário caótico da guerra por tributação sobre bens digitais entre Estados e Municípios. A legislação tributária brasileira é anacrônica e falha, sendo um dos principais entraves ao desenvolvimento da economia, impedindo que novos investimentos cheguem ao Brasil.

Além disso, de forma totalmente dissociada da realidade mundial, há reconhecido excesso na tributação sobre o consumo. Estudos demonstra que os 10% mais pobres da população brasileira gastam 32% da renda em tributos, contra 21% dos 10% mais ricos. Se forem considerados apenas os tributos indiretos, a parcela mais pobre compromete 28% da renda com tributos, contra 10% da camada mais rica.

Soma-se a isso a complexidade do sistema tributário nacional com 27 leis diferentes sobre ICMS e ao menos 5.570 normas de ISS dos municípios. No mais, a repartição de competências entre União, Estados e Municípios, fomenta ambiente de incerteza e completa insegurança jurídica, especialmente quando se trata de conflito entre eles, que invocam, simultaneamente, o poder de exigir do contribuinte tributos em geral, não raro sobre um mesmo fato, o que gera o fenômeno da bitributação.

Leia também:

O impacto do ICMS sobre o comércio eletrônico em face à Emenda Constitucional nº 87/2015

As peculiaridades do Brasil, agravam ainda mais o problema na medida em que, ao contrário do que ocorre na Europa e Estados Unidos, a tributação indireta sobre consumo está dividida entre municípios, que possuem competência para cobrar impostos sobre serviços, e estados, aos quais cabe tributar a circulação de mercadorias, tudo conforme nossa Constituição estabelece.

Ocorre, entretanto, que o mundo moderno e a tecnologia trouxeram mudanças significativas na vida das pessoas e impactaram diretamente nos antigos conceitos adotados pela nossa Constituição sobre mercadoria (bens corpóreos) ou serviços (obrigação de fazer).

A realidade torna cada mais evidente que estas premissas não se prestam a regular adequadamente a tributação dos chamados “bens digitais” ao haver falta de flexibilidade que permita tributar adequadamente as novas modalidades negociais oriundas da economia globalizada e feitas no ambiente virtual. Esse contexto favorece o acirramento da disputa por receitas entre Estados e Municípios.

Prova disso é a edição do Decreto Paulista nº 63.099, publicado em 23/12/2017, passando a surtir efeitos a partir de 01/04/2018, que possibilita que o Estado de São Paulo passe a exigir o ICMS do “site ou a plataforma eletrônica que realize a venda ou a disponibilização, ainda que por intermédio de pagamento periódico, de bens e mercadorias digitais mediante transferência eletrônica de dados”

Este Decreto, apesar de não mencionar expressamente, possui como fundamento de validade o Convênio ICMS 106/17, aprovado pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (CONFAZ) publicado em 05/10/20171, que trata sobre os procedimentos de cobrança do ICMS às ”operações com bens e mercadorias digitais comercializadas por meio de transferência eletrônica de dados”, que produzirá efeitos a partir de abril de 2018.

Em que pese o referido Decreto não possuir base legal, o que por si só enseja discussões de toda ordem quanto à legalidade da exigência tributaria em si, há outro problema de contornos ainda maiores, cujos efeitos são absolutamente nefastos para os contribuintes em geral, notadamente a bitributação que poderá surgir em razão do evidente conflito de normas.

Isso porque, no ano de 2016, foi publicada a Lei Complementar 157/2016, pela qual se alterou, em parte, a Lei Complementar 116/03, que trata do Imposto Sobre Serviços (ISS).

A LC deu aos Municípios a competência para cobrar e exigir ISS sobre o seguinte serviço, que interessa ao presente artigo: “1.9 Disponibilização, sem cessão definitiva, de conteúdo de áudio, vídeo, imagem e texto por meio da internet, respeitada a imunidade de livros, jornais e periódicos (exceto a distribuição de conteúdo pelas prestadoras de Serviço de Acesso Condicionado, de que trata a Lei n12.485, de 12 de setembro de 2011, sujeita ao ICMS)”, o que atenderia o desejo dos fiscos municipais em tributar, pelo ISS, grandes empresas multinacionais que disponibilizam serviços de fornecimento de conteúdo via ”streaming”.

Da forma como foi posta é inevitável que haja conflito entre Estados e Municípios na busca pela tributação dos bens digitais, pois à luz das regras mencionadas acima, o mesmo fato, disponibilização de músicas ou filmes, pela internet, por exemplo, pode dar ensejo à cobrança do ISS ou ICMS, dependendo exclusivamente da interpretação da autoridade fiscal respectiva, o que expõe contribuintes a uma iminente dupla tributação.

Este panorama é terrível para os negócios, pois a imprecisão e insegurança jurídica favorece companhias mal-intencionadas e fomenta a sonegação de impostos. De outro lado, penaliza severamente as empresas que procuram agir em conformidade com a lei, pois não se tem o mínimo de previsão ou planejamento, tornando tarefa impossível estabelecer quais serão os custos tributários envolvidos na atividade respectiva, o que no mundo atual é impensável.

É claro que todas as transações de bens e serviços são passiveis em tese de tributação, entretanto, também não é menos certo, que existam regras claras que proporcionem o mínimo de segurança jurídica e legalidade aos contribuintes, até para que seja homenageado o princípio da neutralidade tributaria de modo a não gerar desequilíbrios concorrenciais, sobre as atividades econômicas.

É preciso destacar que as empresas de tecnologia, principais afetadas pelas alterações mencionadas neste artigo, faturaram ao longo de 2017 algo em torno de 155 bilhões de dólares, segundo dados da Forbes. O que torna ainda mais premente a necessidade de se buscar soluções efetivas para tais companhias continuem a gerar empregos e renda no Brasil.

O tema não é fácil, a solução ou ao menos a mitigação para tamanha desordem passa necessariamente por uma reforma tributária que altere drasticamente o sistema tributário, quem sabe unificando ISS e ICMS no IVA (Imposto sobre valor agregado), com definições claras sobre repartição das receitas, definidas na Constituição entre Estados e Municípios.

Todavia, inúmeras propostas neste sentido têm sido travadas ou simplesmente não evoluem, pois, esta alteração pressupõe perda de poder (competência tributária), do qual prefeitos e governadores em geral não querem abrir mão.

Outras propostas surgem no campo acadêmico como a elaboração de uma lei complementar nacional que regulamente para todos entes (Estados e Municípios), as regras e limites que devem ser observados na tributação dos bens digitais, ou mesmo a criação de uma plataforma ou sistema de arrecadação nacional, que padronizasse ao menos os recolhimentos a título de ICMS e ISS, sem alteração direta na competência, com isso os contribuintes teriam maior segurança jurídica e gastariam menos tempo no cumprimento de obrigações acessórias, outro ponto negativo do nosso sistema tributário.

Entretanto, enquanto, mudanças não são aprovadas, novamente, restará aos contribuintes prejudicados ou afetados pela bitributação, a procura pelo Poder Judiciário, o qual também não possui uniformidade de entendimento sobre a matéria, e sujeita os jurisdicionados a uma verdadeira loteria.

Sem falar nos altos custos envolvidos com processos e toda incerteza sobre um desfecho favorável.

A transformação do negócio em função da evolução tecnológica dos mercados é um movimento inevitável para todas as empresas. Vemos, no entanto, que muitas delas não sabem quando e nem por onde começar.

Estender suas operações e sua presença para o meio virtual, em um primeiro olhar, pode parecer uma tarefa natural para a equipe de Tecnologia, mas na verdade, trata-se de um grande desafio que envolve diferentes áreas de uma companhia.

Os atuais investimentos corporativos, mais do que nunca, têm como objetivo tornar as instituições mais tecnológicas e competitivas. No entanto, promover essa transformação em uma organização que já atua no mercado com algum sucesso é como trocar as rodas de um carro em movimento, ou realizar a ampliação de um edifício que já possui desafios estruturais.

Fala-se muito, por exemplo, da criação de APIs, Plataformas Digitais e até mesmo de Inteligência Artificial, só que muitas das vezes, por falta de uma atuação sinérgica entre Negócios e Tecnologia, essas “soluções maravilhosas” podem complicar muito mais uma operação do que aprimorá-la.

Enfim, para que o investimento em transformação tecnológica seja efetivo aos desafios do negócio, é essencial eliminar as fronteiras entre as áreas de Negócios e de Tecnologia.

O avanço não mais permite discussões entre visões dissonantes a respeito do projeto ou software que deve ser implementado, considerando apenas questões comerciais ou facilidades de aplicação no sistema vigente. A realidade do mercado pede agilidade, qualidade, competitividade e valor.

O momento é de integração, a área de Negócios deve enxergar a de Tecnologia como um meio, bem como a de Tecnologia ver a de Negócios como fim, e ambas com um só o propósito: a entrega de valor para seus clientes e acionistas.

Qual é o valor desse projeto dentre as possibilidades existentes? Quais os resultados devem ser alcançados? O que entregamos à instituição e aos clientes no final do dia? São perguntas que só podem ser respondidas por meio de um pensamento unificado.

A essência de uma proposta com ganho efetivo contempla interações entre as equipes para a realização de avaliações técnicas das condições atuais e necessidades do legado (em função do negócio), bem como de estudos para a concepção viável de um produto a partir de um ponto de vista mais amplo (Ex. Product Discovery).

Integração é a palavra da vez. E ela não se refere apenas a softwares, plataformas e sistemas, mas de profissionais, equipes e gestores. Somente esse trabalho de arquitetura em 360 graus pode definir quais as ferramentas e métricas ideais para o cumprimento dos grandes objetivos: impulsionar os resultados e satisfazer o cliente.

Seja pela praticidade ou por encontrar condições melhores, os usuários têm incorporado em sua rotina as compras pela internet. Tal atitude já é notada e comprovada por meio de números robustos levantados pela Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm): a estimativa é que o ano de 2017 tenha uma alta de 12% em relação a 2016, faturando R$ 59,9 bilhões, totalizando pedidos de mais de 38 milhões de compradores únicos.

Tal patamar, mesmo para um período de recuperação da crise econômica, demonstra que um bom planejamento e a definição de estratégias específicas podem auxiliar na manutenção do negócio. É nessa hora de números positivos que o e-commerce pode servir como exemplo para as indústrias. Confira três práticas que o comércio virtual tem a ensinar!

Metrificação e uso dos dados

Na internet, tudo pode ser analisado e medido. Isso permite que os gestores desenvolvam táticas de negócio para atingir um público específico ou utilizem a inteligência fornecida pelos dados obtidos para definir novos modelos comerciais e até realizar planejamentos em longo prazo.

Assim, é possível analisar e reagir de maneira muito mais certeira. Mais sobre web analytics para e-commerce:

Quais KPIs acompanhar na performance de marketing do seu e-commerce?

Agilidade na tomada de decisão

Tendências são capazes de aquecer todos os setores. Mas da mesma forma que elas chegam rápido, podem desaparecer na mesma velocidade.

Contar com uma cultura e processos que possibilitem que as decisões estratégicas sejam tomadas de maneira mais ágil, bem como a implementação das mesmas, podem permitir um bom crescimento tanto para os e-commerces quanto para as indústrias.

Como fazer um desenho de processos sob medida para o seu e-commerce

Atualização constante

No mundo do comércio eletrônico tudo evolui em uma velocidade acelerada, sendo que as mídias são as mais notáveis. Hoje, é comum encontrar soluções que permitam a comunicação entre plataformas diferentes de maneira personalizada e individual.

Isso ocorre da mesma forma que nos departamentos de TI, com a infraestrutura e aplicações, e na logística, com novidades frequentes, como os lockers para retirada de produtos adquiridos em e-commerces.

Vantagens de utilizar pontos de retirada de produtos:

Aumente as vendas do seu e-commerce com pontos de retirada

Todas as essas informações convergem para um único desfecho: ao analisar, reduzir a burocracia e estar atualizado perante às mudanças, as indústrias podem se permitir uma entrada para o varejo virtual de maneira mais assertiva e saudável.

Além disso, a agilidade presente no comércio eletrônico gera a necessidade de que a indústria também se mobilize e acompanhe as novidades dos segmentos e suas características, players e tendências.

Para isso, é fundamental que os gestores estejam preparados e seguros sobre qual o melhor caminho a ser seguido. Independentemente da adesão ou não ao setor, é fundamental que ocorra o planejamento com a visão das tendências, que no ambiente on-line costumam ser muito mais fugazes do que no varejo físico e na indústria.

Quem não quiser perder mercado precisa estar um passo à frente. Acredite!

A provável retomada econômica e o frescor da chegada de um novo ano criam um cenário de oportunidades e reavivam as esperanças de quem precisa aumentar a renda, o que resulta na busca por uma solução que alavanque as finanças e aumente a autonomia.

Nesse momento, o e-commerce pode ser um grande aliado, pois além de atuar como uma porta de entrada a novos negócios, é um dos setores que mais crescem e, em 2017, registrou expressivos 7,5% de crescimento no primeiro semestre, totalizando R$ 21 bilhões em vendas online, de acordo com o relatório Webshoppers, da Ebit.

Estabilidade e baixo custo

O setor de comércio eletrônico destaca-se em cenários de instabilidade econômica por razões técnicas e logísticas, que simplificam a venda pela internet e aumentam a abrangência, atingindo um público muito maior.

Em grande parte dos negócios, manter um e-commerce é mais barato do que uma loja física. O fato de evitar gastos com aluguel, armazenamento dos produtos, contratação de funcionários já reduz bastante o custo final.

Pesquise e planeje antes de abrir seu negócio

De acordo com informações do SEBRAE, 23% das empresas criadas no Brasil são fechadas até o segundo ano de existência. Em muitos casos, esse fenômeno se dá pela falta de planejamento.

Por isso, para começar um negócio com o pé direito, é fundamental criar um documento com o objetivo que você deseja atingir com a empresa, a análise do público-alvo e a descrição das estratégias a seguir, além de um bom planejamento financeiro, para não cair em armadilhas típicas do desafio de empreender.

Também é importante adquirir conhecimento sobre o comércio eletrônico e o mercado em que deseja atuar, para aumentar as chances de sucesso.

Fique de olho no mercado e nos concorrentes

Embora cada loja tenha sua especificidade, estudar casos de sucesso também ajuda a ter ideias para estruturar a estratégia do seu negócio próprio. Procure por lojas do segmento em que deseja atuar e faça uma ampla pesquisa de concorrentes, analisando como elas começaram e, principalmente, como se destacaram no mercado.

Dessa forma, você conseguirá encontrar seu diferencial e estabelecer as estratégias do negócio, com base nas demandas do público-alvo que você estabeleceu.

Ofereça algo diferente a seus clientes

Entendendo qual o diferencial do seu produto, ou serviço, você terá clareza para definir os produtos que serão comercializados, já que atualmente o e-commerce possui uma enorme gama de grandes varejistas que contam com a credibilidade gerada em suas lojas físicas para atrair o consumidor para as lojas online.

Por isso, é fundamental escolher um segmento e um nicho de mercado e trabalhar com produtos de qualidade e preços competitivos. Assim é possível diferenciar-se nesse mercado tão competitivo e atrair o interesse dos consumidores.

Encontre a estrutura adequada

Com o planejamento encaminhado, é hora de pensar na infraestrutura. Muitos negócios online começam pequenos, por meio das mídias sociais.

Com o aumento da demanda, para dar continuidade ao seu projeto e criar uma loja virtual, é essencial escolher uma plataforma de e-commerce para hospedar seu novo negócio online.

Seja confiável

Não esqueça que uma boa reputação é o segredo do sucesso de uma loja virtual. Por isso, encontrar um fornecedor confiável que entregue as mercadorias no prazo e não te deixe na mão, garante não só uma venda tranquila como otimiza a experiência e a satisfação do cliente.

Preocupe-se em oferecer aos seus clientes um ambiente atrativo, com mercadorias e atendimento de qualidade. Desta forma, o consumidor sentirá segurança em comprar.

Faça seu cliente feliz

É de conhecimento geral que manter os clientes antigos é mais fácil do que conquistar novos, o que significa que a fidelização é peça chave do sucesso do negócio. Uma ótima maneira de gerar compras recorrentes em sua loja é garantir a felicidade do seu cliente, entendendo as necessidades dos compradores e realizando um bom atendimento, pois os clientes satisfeitos são os melhores divulgadores de sua marca.

Por fim, saiba que assim como abrir uma loja física, criar uma loja virtual requer muito tempo e dedicação. Então, que tal aproveitar o mês de janeiro e começar hoje mesmo a planejar seu novo negócio?

Com a recém-chegada da Amazon ao mercado de marketplace brasileiro, muito especulou-se sobre o futuro do e-commerce nacional, tendo em vista a força da companhia no setor em mercados estrangeiros. Porém, será que ela está realmente preparada para aplicar o seu modelo comercial ao Brasil, país que possui diversas particularidades em vários quesitos?

A tecnologia de ponta – um dos motivos do crescimento exponencial da empresa no exterior – precisará passar por um processo de “tropicalização” para se adequar ao Brasil, e isso demanda tempo.

É natural que com o seu tamanho e tecnologia, a essa multinacional de comércio eletrônico conseguirá transformar suas ferramentas, usadas em países da Europa e nos Estados Unidos, para a realidade nacional.

Porém, para isso, precisará conhecer nosso país e as particularidades do seu mercado, criando o tempo necessário para que os outros varejistas do setor consigam equilibrar a balança em relação a experiência que ela vai proporcionar aos brasileiros.

Dessa forma, semelhante ao que acontece na rua Santa Ifigênia, em São Paulo – conhecida pela grande quantidade de lojas que se especializaram na venda de artigos eletrônicos –, existe espaço para todos.

Da mesma forma que as companhias precisarão atualizar o seu modelo de negócio para oferecer um serviço de maior qualidade, a Amazon precisará se adaptar as diferenças culturais do consumidor brasileiro, principalmente no que tange a questão do transporte e da logística para entregas em alguns pontos isolados ou perigosos.

No mais, o preço dinâmico, que foi uma das inovações propostas pela companhia nos EUA, já é utilizado no Brasil, criando mais oportunidades para os consumidores e comerciantes. E sua plataforma, apesar de muito boa, não é uma novidade no mercado.

Diante da ameaça que a chegada dessa empresa norte-americana representava ao setor, os varejistas digitais não estão medindo esforços no investimento em estratégias de marketing para conseguir superar as expectativas da gigante do varejo eletrônico.

Diferentemente do que se podia esperar, a chegada dessa multinacional não irá atrapalhar o faturamento dos varejistas nacionais nas datas importantes, como a Black Friday e o Natal, por exemplo, mas trará mais amadurecimento, oportunidades de venda e crescimento dos marketplaces brasileiros.

Leia também:

5 estratégias brilhantes de Jeff Bezos para construir o Império da Amazon

Já não é de hoje que o e-commerce passou a ganhar os holofotes no segmento de vendas e tem muito a ensinar no varejo. Números da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) mostram que o segmento obteve a receita de R$ 53,5 bilhões em 2016. Para 2017, a expectativa é que o aumento seja de 12% em relação ao ano anterior e o faturamento de aproximadamente R$ 59,9 bilhões.

O modelo de gestão adotado pelas empresas no ambiente físico continua seguindo processos habituais: venda para grandes distribuidores, showroom e apresentação de produtos, features e atributos novos, investimento no treinamento de key accounts (gestão de contas-chave), vendedores e representantes que são responsáveis hoje pela maior fatia no faturamento.

Mas muitas indústrias não estão atuando no convencimento do ponto crítico e fundamental na sustentação em longo prazo do negócio como um todo, independentemente do canal. Estou falando do consumidor, que é (ou pelo menos deveria ser) foco central de qualquer negócio que envolva consumo, sejam bens duráveis, de nicho ou supérfluos.

Enquanto isso, as vendas on-line passam pelo momento de crise de forma menos dolorosa, com lições importantíssimas que podem ser levadas ao varejo físico, de modo a não impactar nos resultados dos negócios, com o maior número de conversões possível.

No ambiente virtual, o consumidor precisa ser ‘fisgado’ nos pequenos detalhes, um deles é a apresentação dos produtos na página, que seria a vitrine ou gôndola na loja física. Comece pelo layout do site, que pode favorecer ou prejudicar a percepção do consumidor.

A navegação rápida, simples e clara é primordial. Imagine caminhar em um corredor de supermercado abarrotado de mercadorias colocadas de forma aleatória? O caos é tudo que o seu cliente não precisa.

No e-commerce, lançamentos e promoções são ótimas pedidas para uma vitrine de sucesso. Os produtos precisam ter informações detalhadas, com especificações técnicas, dimensões, cores disponíveis, entre outros. As imagens precisam ter qualidade.

A página do produto deve conquistar o consumidor e não pode ser negligenciada, da mesma forma que o vendedor no varejo físico necessita estar com todas as funcionalidades dos itens na ponta da língua, pois ninguém compra algo sem saber exatamente ao que se refere.

Detalhes como tags padronizadas de descontos ou de condições de parcelamento exclusivas chamam a atenção do consumidor.

A principal teoria de Jerome McCarthy, renomado professor de marketing, que foi difundida por Philip Kotler, um dos papas dessa área, é chamada de 4Ps – produto, preço, praça e promoção, que devem ser os pilares básicos de toda e qualquer estratégia de venda.

O trabalho de fortalecimento de uma marca e consequentemente o aumento de conversões consiste no equilíbrio dos setores, ou seja, possuir boas mercadorias (produto), um valor competitivo (preço), com uma boa logística e distribuição (praça) e bom um bom trabalho de marketing (promoção).

Com uma eficiente busca de produtos, por exemplo, o usuário consegue fazer comparações dos itens e levar em consideração suas características, para fazer no fim a escolha que mais lhe agradar. E afinal, o que o mais o empreendedor poderia querer se não a satisfação de seu cliente? Com certeza não há melhor resultado para conversões e fidelização do que esse!

Publicado anteriormente no E-commerce News.

À medida que a sua operação digital cresce os gestores de e-commerce e marketing digital passam a ter necessidades diferentes de informação

O Brasil é o país do “puxadinho”. Um lugar onde todo mundo é arquiteto, consultor de investimento, mecânico e, por que não, técnico de futebol.

Nós usamos a estratégia do puxadinho diariamente em um “sem número” de situações cotidianas. Mas isto não acontece só em casa, não senhor.

Uma forma (não tão nova) de puxadinho que está começando a deixar muita gente de cabelo em pé é o puxadinho digital.

Quando algo precisava ser feito

Daniel Kahneman é um psicólogo que ganhou o Prêmio Nobel de Economia em 2002. Entre várias contribuições da sua obra, ele constatou que nossa racionalidade é bem mais limitada do que imaginamos.

Basta considerar que 80% das pessoas afirmam se acharem melhores do que a média. No mínimo, uma incoerência lógica.

Voltando ao ponto: culturalmente nós vivemos e fazemos coisas pensando num curto prazo. É daí (e da falta de recursos) que vem a cultura do “puxadinho”.

O puxadinho digital surge na medida que uma empresa começa a se aventurar pela digitalização dos seus negócios.

Precisa de um e-mail marketing? Cria uma conta agora.

Agora é um chat? Simples, só assinar este aqui.

SMS para o cliente? Agora: este serviço é fácil e não tem fidelidade.

Quando você vê, tem um emaranhado de apps, SaaS, IaaS, XaaS (X = qualquer coisa as a service) que te deixa com mais dúvidas do que certezas.

As tecnologias deveriam servir a um único propósito: habilitar novas competências para aumentar a escala e a produtividade do negócio.

O ponto de inflexão

No meu dia-a-dia converso com gestores de negócios em empresas de vários portes e segmentos. Se um dia e-commerce foi tendência, hoje é mais que uma realidade.

E na medida que as empresas estão superando aquela fase de incredulidade e realmente escalando em vendas, clientes e negócios, o puxadinho digital que lá atrás ajudou a crescer agora começa a atrapalhar.

Veja um exemplo:

• Você cria uma campanha em rede social;
• O cidadão clica e visita seu e-commerce (virou um lead!);
• Ele se cadastra no seu mailing (agora vai!);
• Entra em um produto e coloca no carrinho (isso, falta pouco!);
• Abandona o carrinho (como fazem mais de 30% dos compradores);
• Você toca o cliente com uma oferta de recuperação (aquele desconto camarada);
• Ele volta e não converte de novo (básico);
• Entra na régua de novo com a mesma oferta de recuperação (quem sabe na segunda vai);
• O lead resolve virar cliente e comprar (graças a Deus!);
• Os sistemas de display perseguem o lead até o último dos seus dias ofertando os produtos que ele comprou.

Como gestor do negócio eu gostaria de saber três coisas apenas:

1- Quanto este cliente comprou?
2- Quanto esta venda me custou?
3- Quanto esta campanha me retornou?

Tenho certeza que mesmo um gerente de e-commerce júnior vai conseguir responder a pergunta 1 com relativa facilidade.

Mas dá tanto trabalho reunir as informações necessárias para responder as perguntas 2 e 3 que a maioria dos gestores (em off apenas) acaba não tendo condições “de fato” para respondê-las.

Quando você cresce o desafio muda

O ponto central aqui é que à medida que a sua operação de venda digital cresce o gestor de e-commerce e o gestor do negócio passam a ter necessidades diferentes de informação.

Quando você é pequeno, pode se dar ao luxo de cometer muitos erros. Eles fazem parte do aprendizado do empreendedor e na média são erros pequenos, dos quais você consegue se recuperar.

À medida que o negócio ganha corpo e você flerta com a saída do Simples Nacional, as coisas passam a ter uma dimensão diferente. Ter informações de ponta-a-ponta não só é desejável: é mandatório.

Na real, o puxadinho digital dá a impressão de ser barato porque você paga várias contas pequenas. Mas quando você soma estas contas ao overhead (gente adicional) para unificar e analisar os dados mais o custo de oportunidade das decisões tomadas com base em informações erradas, você constata que, na média, o puxadinho digital é o que parece barato mas sai muito, muito caro.

É melhor não ter mapa algum do que ter um mapa errado.

A resolução de ano novo: integrar, dar inteligência, inovar

Se você chegou até aqui deve estar se perguntando: como eu faço para acabar com meu puxadinho digital?

A minha resposta de consultor é que não há resposta única.

(pausa dramática)

Mas se você quer uma ideia de como começar, me permita sugerir o seguinte:

1. Trace um mapa claro de todos os recursos tecnológicos que sustentam o seu e-commerce (plataforma, automação de marketing, CRM, sistema de atendimento, etc…);

2. Entenda a jornada do seu cliente e entenda quais são os pontos de contato mais importantes e que podem gerar mais impacto no seu resultado (vendas, margem, recompra, NPS, etc…);

3. Com base nesta priorização, estabeleça 1 ou 2 objetivos de melhoria (por exemplo, orquestrar as campanhas em torno do cliente, independente do canal);

4. Avalie fornecedores de tecnologia, que podem te ajudar a analisar e sugerir a adoção de softwares que substituam e simplifiquem o seu mapa de tecnologia.

Tão importante quanto isto é pensar em ciclos contínuos de melhoria. Hoje é perfeitamente possível executar 3 ou 4 projetos ao longo de um ano que permitem fazer um extreme makeover no seu puxadinho digital.

Isto deixa seu negócio mais preparado para alçar voos mais altos, com mais eficiência.

Isto é um processo, ou seja, a cada objetivo cumprido, você deve partir para o próximo. Porque as necessidades do seu negócio e do seu cliente mudam. Sempre há alguma coisa para melhorar.

Espero que você tenha gostado e, se tiver uma crítica, dúvida ou sugestão, comente aqui ou então me mande uma mensagem. Até a próxima!