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A VTEX, plataforma especializada em tecnologia para e-commerce, lançou o e-book “Aprenda a escolher a melhor plataforma de comércio eletrônico para a sua loja virtual”. Como a escolha da plataforma é um dos principais fatores de sucesso da loja virtual, o processo de decisão pode ser demorado e muito arriscado, já que qualquer erro poderá causar grandes perdas.

Esse material é indicado para quem quer mudar de plataforma porém ainda não está seguro de qual modelo mais adequado para o seu negócio.

Nesse e-book são abordadas 4 grandes análises que devem ser feitas na no momento de de escolher sua plataforma de e-commerce:

  • Custos
  • Avaliando funcionalidades
  • Serviços agregados
  • Potencial de conversão

Ao final, o lojista terá uma análise racional de qual plataforma será a melhor opção para ele, deixando de lado opiniões totalmente emocionais.

Para baixar o e-book, gratuitamente, basta clicar neste link, efetuar o cadastro e acessar o material.

Aprenda a escolher a melhor plataforma de comércio eletrônico para a sua loja virtual

Como organizar as contas? Saiba como fazer a gestão de contas para que não seja preciso pagar multas por atraso e fazer sobrar um pouco mais de dinheiro no seu bolso

Para quem não sabe para onde está indo, qualquer caminho serve. Esse é um ditado popular que se aplica a muitas coisas e, inclusive, ao planejamento financeiro. Organizar as contas a pagar, sejam elas pessoais ou da sua empresa, é um dos princípios fundamentais para uma boa gestão de contas. A falta de atenção ou de planejamento pode fazer com que você acabe gastando mais do que precisa.

Mas como organizar as contas de forma que você nunca mais precise se preocupar em pagar multas por atraso ou juros em razão de compras feitas com parcelas em longo prazo, mas que aumentaram consideravelmente o valor final do produto? Siga o nosso passo a passo com dicas valiosas para não errar e garantir uns trocados a mais no seu bolso.

Primeiro passo: o dia do orçamento

Você consegue lembrar de cabeça todas as contas que tem para pagar no próximo mês, com as datas e valores exatos? A menos que o número de contas seja pequeno ou que você tenha uma memória exemplar, é bem provável que alguma coisa fique de fora na sua lista. Por isso, antes de qualquer coisa, é preciso se organizar as contas a pagar em um só lugar.

O ideal é que você use algum recurso eletrônico para isso. Pode ser uma planilha do Excel ou um software especializado, não importa. O primeiro passo é tirar um dia para fazer a gestão de contas, organizando o calendário de pagamentos e atribuindo os valores para cada uma das dívidas em questão. Isso vai fazer também com que você tenha uma noção geral de quanto vai gastar ao longo do mês.

Segundo passo: prioridade e planejamento

Agora que você já sabe quais são e quando terá que pagar suas contas, é hora de comparar os valores que serão gastos com os valores que você tem a receber. Os gastos são maiores que os ganhos? Então você vai precisar definir prioridades e fazer cortes para os próximos meses até que você consiga equilibrar as contas novamente. É hora de fazer o seu planejamento.

A sua gestão de contas deve levar em consideração ainda as datas para pagamentos e também as multas que incidem em caso de atraso. Por exemplo, deixar de pagar o cartão de crédito na data certa ou pagar um valor menor do que o total da fatura pode representar o pagamento de juros de até 20% de um mês para o outro – é muita coisa. Se for para atrasar uma conta, é melhor atrasar aquelas cujas multas são menores.

Terceiro passo: disciplina para o pagamento

Uma das maneiras de garantir que o pagamento vai ser feito na data correta é deixar as contas em débito automático. Alguns bancos oferecem vantagens para os correntistas que pagam as contas dessa forma, como descontos nas tarifas mensais e até isenção da anuidade do cartão de crédito. Se informe no seu banco sobre essa possibilidade que pode fazer você economizar uns trocados a mais.

Se você estiver com problemas financeiros, fuja do dinheiro fácil que é oferecido em empréstimos. É melhor renegociar individualmente cada uma das dívidas do que quitar todas de uma só vez, mas pagar muitas vezes até 50% a mais por isso em médio e longo prazo. Serviços essenciais, como água, luz, telefone e internet devem ser priorizados. Os demais devem ser reavaliados para que possam se adequar melhor à sua realidade financeira.

Quarto passo: estabeleça objetivos claros

Lembra da frase que dissemos lá no início do texto? Agora que você já tem uma visão geral do todo das suas finanças, é hora de estabelecer metas claras de onde você quer chegar. Sua meta é economizar mil reais por mês? Então comece a planejar quais dívidas serão cortadas com o passar do tempo, de forma que a cada mês você fique mais próximo do seu objetivo.

É importante lembrar que muito provavelmente os resultados não virão da noite para o dia. Será preciso alguns meses para colocar tudo em dia, caso suas contas estejam no vermelho. Entretanto, o hábito de fazer o planejamento financeiro é a lição mais importante que você vai carregar para a sua vida depois de organizar as contas.

Quinto passo: fazendo o seu dinheiro render

Somente quando você estiver de acordo com os itens que listamos acima é que vai chegar a hora de colocar em prática o quarto passo. Ele é destinado a aqueles que já se organizam e se planejam muito bem e, por isso, conseguiram sair do vermelho nas contas e estão conseguindo poupar algum dinheiro todos os meses. É hora de adquirir mais conhecimento financeiro e conhecer as opções que podem fazer seu dinheiro render.

Não basta apenas poupar e deixar o seu dinheiro parado. Mês a mês, sobre os valores que temos guardados, incide a taxa de inflação. Em outras palavras, a mesma quantia passa a comprar menos coisas com o passar do tempo. Para evitar que isso aconteça, você deve investir o seu dinheiro em aplicações que possam render mais do que o crescimento da inflação. Poupança, CDBs, LCA, LCI e fundos de investimento são algumas alternativas. Nesse caso, o ideal é conversar com o gerente do seu banco e ver quais opções se adequam melhor ao seu perfil.

Fonte: Sumus.

Saiba o que priorizar de acordo com a quantia que vai receber do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço.

Quem não sonha em ter um dinheirinho extra para finalmente alcançar a independência financeira, que atire a primeira pedra!

Pois bem, a oportunidade está batendo à sua porta e se chama Fundo de Garantia por Tempo de Serviço, mais conhecido como FGTS. 

Se ao ouvir a palavra FGTS você já fica pensando em todas as possibilidades que terá ao botar a mão nessa grana, que tal pensar em algo para fazer esse dinheiro render?

Existem várias coisas que você pode fazer para tentar multiplicar essa grana, mas se seu sonho é se tornar o mais novo empresário da praça, que tal uma loja virtual?

Com ela você poderá começar aos poucos mesmo sem precisar largar seu emprego atual e criá-la do seu jeito, vendendo os produtos que você quiser – desde que eles não sejam ilegais, claro.

Como aplicar o seu dinheiro em uma loja online e o que priorizar de acordo com o valor que você vai receber?

Até mil reais

Com esse dinheiro você já vai ter a possibilidade de comprar um estoque inicial, como de roupas ou acessórios, e montar uma loja online com tudo o que você precisa.

Lembre-se que, se você escolher trabalhar com um intermediador de pagamento, precisará guardar um dinheirinho para postar as primeiras vendas nos Correios.

E se você não tem nem ideia de onde encontrar os produtos certos para venda, não se preocupe, pode acessar no link: 

Como escolher bons fornecedores para a sua empresa

De 1.000 a 2.500 reais

Assim como para uma loja física de sucesso, não basta somente abrir a loja, mas sim atrair o comprador de alguma forma.

Neste caso, o dinheiro que sobrar após a montagem da loja vai servir para que você comece a divulgá-la. Além de criar perfis nas redes sociais para a sua marca, aproveite ferramentas como Google AdWords e Facebook Ads para chegar aos seus clientes mais facilmente.

De 2.500 a 4.000 reais

Além de montar a loja online com tudo o que tem direito, você vai ter um bom valor para mantê-la estável por, pelo menos, os três primeiros meses.

Utilize anúncios, mas também tente se destacar da concorrência oferecendo cupons de desconto para as primeiras compras ou frete grátis a partir de determinado valor do pedido.

Mais de 4.000 reais

Se você já ralou tanto na vida a ponto de receber mais de quatro mil reais de FGTS, vai usufruir de algumas regalias na hora de montar a sua loja virtual. Por exemplo, contratar um designer para desenvolver um layout personalizado de acordo com a identidade visual da sua marca e pensar em contratar uma agência para cuidar da parte de anúncios.

Você pode fazer tudo sozinho? Pode! Mas por que ter todo esse trabalho se você pode se dar ao luxo de contratar especialistas no assunto?

Quero abrir uma loja virtual, por onde eu começo?

Espero que o artigo sirva como um guia para saber o que você deve priorizar no seu e-commerce de acordo com a quantidade de dinheiro que vai receber das contas inativas do FGTS.

Use-o com sabedoria e poderá lhe garantir uma boa renda extra.

Se engana quem pensa que ser nômade digital significa só viajar e postar conteúdos sobre suas experiências nas redes sociais.

Você pode viajar o mundo trabalhando como administrador de sites de terceiros ou produzindo conteúdos variados para uma empresa, por exemplo.

Mas pode ser que talvez você prefira ter o seu próprio negócio, e neste caso abrir uma loja online pode ser a melhor opção de trabalho para conseguir viajar o mundo como um rock star.

Neste artigo vou te mostrar como conseguir montar e gerenciar uma loja virtual enquanto está fazendo sua turnê mundial.

Nômade digital e loja virtual: o que você precisa saber?

Ter uma loja online não significa que você só precisará se preocupar com o que está dentro da web. Pelo contrário, para os donos de e-commerce é preciso também estar atento aos meios de pagamento, envio, atualização do estoque, logística reversa, etc.

Por isso, antes de tudo, você precisa saber como uma loja virtual funciona para assim conseguir adaptá-la ao seu modo de vida. E se essa “história” de loja online é nova para você, temos conteúdos que podem te ajudar bastante na nossa Universidade do E-commerce.

Qual o produto ideal para vender online?

Siga o seu coraçãozinho, mas também racionalize se você vai conseguir suprir seu estoque mesmo à distância.

Não se esqueça de definir também se os produtos serão “pronta entrega” ou feitos sob encomenda, pois isso deve ser informado claramente no seu e-commerce.

Para se dar bem nesse ponto, não adianta você querer vender peças de argila, por exemplo, se muitos países não permitem que você entre neles portando esse tipo de material.

Trabalhar com peças de bordados ou tricô, por outro lado, já parece um pouco mais plausível, além do que você vai ter muito tempo livre para tricotar enquanto estiver dentro de um avião. Procure por produtos que sejam de fácil manuseio e transporte caso você opte por confeccioná-los enquanto viaja.

Mas sendo o mais prática possível, eu recomendaria trabalhar com dropshipping – e vou te explicar o porquê abaixo.

Como escolher o produto certo para minha loja virtual?

Como gerenciar os envios da minha loja virtual?

Essa é a falácia de qualquer pessoa que queira administrar uma loja virtual e viajar ao mesmo tempo: quem vai atualizar o estoque e postar os pedidos nos Correios.
Neste ponto não adianta tentar inventar muito, pois ou você vai precisar contratar uma pessoa para fazer isso enquanto você estiver fora, ou, se preferir, você pode abrir uma loja online no formato dropshipping.

Se você optar por ter um funcionário para cuidar dessa parte, ele precisa ser de confiança e vocês precisam combinar como cada tipo de produto deve ser embalado, se vale a pena investir em um serviço de coleta ou quantas vezes na semana seu funcionário deverá ir até os Correios.

Outra vantagem de ter alguém para cuidar dos seus envios é simplificar a logística reversa, que é quando dá algum problema com o produto enviado e ele precisa ser trocado. Acredite, vai acontecer e você precisa estar preparado!

Qual modelo de gestão de estoque é ideal para seu e-commerce?

Se você optar por trabalhar no formato dropshipping, o pedido poderá ser enviado diretamente do fabricante para a casa do seu cliente, poupando você do trabalho de separar e postar o produto. Por outro lado, ter uma loja virtual no modelo dropshipping exige uma série de outros cuidados.

Não tente “dar um jeitinho” nessa etapa do processo. Os pedidos da loja precisam chegar dentro do prazo e em bom estado, do contrário, ter uma loja virtual só vai significar dor de cabeça para você.

E nem pense em enviar os pedidos do país em que você estiver; além de gastar uma grana alta com a postagem, o pedido vai demorar muito para chegar. Se seu cliente quisesse que o produto viesse do exterior, compraria direto no eBay.

Como vou receber por minhas vendas online

Isso eu posso te dizer que é a parte mais simples do processo de montar uma loja virtual sendo nômade digital. Tudo o que você precisa é ter uma conta corrente no Brasil.

A partir daí você poderá escolher o meio de pagamento que mais te interessar e receber direitinho o dinheiro das vendas na sua conta bancária. Eu disse que era fácil!

Pagamento online: Tudo que você e seu cliente precisam saber

Escolha a plataforma ideal para sua loja online

Essa é uma dica que serve para qualquer pessoa que está pensando em montar um e-commerce: pesquise e teste diferentes plataformas.

É importante testar pelo menos duas ou três opções para saber qual oferece melhor “custo x benefício” para as necessidades específicas da sua loja. 

Antes de escolher a plataforma, confira estes 12 requisitos

Os diretores de marketing precisam incorporar os princípios do growth hacking. Aqui estão algumas lições úteis para isso

Se você busca novidades em tecnologia, você pode ter lido alguma coisa sobre growth hackers. Eles são designers de produtos e experiência do usuário que se especializam no crescimento.

Considerando-se que o growth hacking parece representar uma ameaça para as técnicas de marketing mais tradicionais, você pode esperar que os diretores de marketing fiquem céticos sobre isso.

E alguns deles, presumivelmente, estão cautelosos com toda a atenção que vem sendo dedicada aos growth hackers recentemente.

Então, o que os diretores de marketing podem aprender com os growth hackers? Vamos dar uma olhada em 3 lições específicas.

Lição 1: Os dados devem ser colocados em prática rapidamente

Os growth hackers entendem que a tecnologia torna possível, não só acumular enormes quantidades de dados, mas agir sobre os dados quase que imediatamente.

Para os diretores de marketing, a lição não é apenas que você precisa entregar mensagens altamente segmentadas com base em dados demográficos e dados comportamentais.

Em vez disso, a lição é que essas informações podem ser aproveitadas em tempo real. Colocar dados para serem usados imediatamente torna possível quebrar o ciclo de adoção do produto tradicional, concentrando-se em táticas de curto prazo.

Os growth hackers esperam resultados baseados em dados imediatos, assim deveriam ser também os diretores de marketing.

Lição 2: O fracasso pode ser construtivo

Diretores de marketing também podem aprender muito com os growth hackers com as iterações. Afinal, eles não têm medo de tentar, falhar e, tentar novamente.

Tudo que eles fazem é examinado por seu potencial impacto sobre o crescimento escalável. Isso não quer dizer que profissionais de marketing tradicionais não fazem qualquer teste. Há uma abundância de experimentação e testes acontecendo nas melhores campanhas de hoje.

Mas, uma vez que a abordagem ou a mensagem é resolvida por uma determinada campanha, as coisas param por aí. A campanha tradicional, uma vez colocada em movimento, funciona como um trem que não pode ser interrompido.

Como Andy Johns, que trabalhou como growth hacker no Facebook, Twitter e Quora, disse a Forbes, “a maioria das pessoas não percebe o que está acontecendo nos bastidores dessas empresas. A maioria foi a realização de vários experimentos por dia para determinar a melhor forma de influenciar as pessoas a fazer o que elas queriam que eles fizessem“.

O diretor de marketing que pensa como um growth hacker executa várias campanhas em milhares de sites para ver o que pega e o que não funciona, então volta para o poder da publicidade programática para otimizar todas estas campanhas.

O fracasso ou erro pode nos ensinar muitas coisas e, mostrar novos caminhos.

Lição 3: O poder da atração

A lição para os diretores de marketing é simples: as melhores mensagens de marketing envolvem a vida e os pensamentos de um usuário.

No mundo da exibição, isso significa usar dados para interpretar a intenção do usuário. Quando você está entregando a mensagem certa, na hora certa, você não está se intrometendo na vida do usuário, mas prestando um serviço que pode ser tão útil e interessante como todos os outros conteúdos que o usuário está interagindo online.

Isso é onde a publicidade programática oferece uma tremenda oportunidade para os diretores de marketing pensarem como growth hackers.

Nada disso quer dizer que growth hackers acertam sempre. Os diretores de marketing ainda precisam olhar para os ganhos de curto prazo no contexto das relações de longo prazo com os consumidores.

E marcas que esperam ter relações de longo prazo com os consumidores precisam contar suas histórias de forma consistente.

Mas para os diretores de marketing, olhar para o panorama geral não significa virar as costas para o growth hacking. Significa ter certeza que você tem o hack certo para crescer.

Os principais profissionais de marketing do futuro serão amantes de dados que pensam como engenheiros e conhecem o mercado de uma maneira única.


Este artigo foi adaptado do original, “3 Lessons CMOs Can Learn From Growth Hackers”, do CMO.

Texto publicado anteriormente no Jornal do Empreendedor.

Muito se fala sobre o potencial do comércio eletrônico no Brasil, mas você sabe quais documentos são necessários para abrir uma loja virtual?

Essa é uma dúvida muito comum para empreendedores que estão começando a se aventurar nesse mercado. Investir um pouco de tempo e dinheiro nessa etapa gera benefícios que serão colhidos no longo prazo pelo negócio.

Estar com toda a documentação regularizada e possuir uma empresa formalizada é o primeiro passo para transmitir credibilidade e segurança aos consumidores.

A formalização também abre as portas para a divulgação em outros canais de venda, como os marketplaces.

Embora envolva algumas etapas, a formalização é mais fácil do que parece. Caso o seu negócio não siga o regime de Microempreendedor Individual, será preciso cumprir estas etapas:

Consulta de concorrentes e pré-requisitos

Após definir um nome para seu negócio, é necessário fazer uma consulta pública para verificar se já existem empresas com nomes iguais ou semelhantes ao da sua loja.

Caso o nome já esteja sendo adotado, será preciso buscar outra denominação para o negócio.

Outro ponto importante é verificar quais os critérios existentes para a concessão de Alvará de Funcionamento pela administração municipal.

Empresas que atuam no ramo de alimentação necessitam de uma licença sanitária, por exemplo.  No caso de atividades industriais, a exigência pode ser de uma licença ambiental.

Definição da natureza jurídica 

Após realizar a pesquisa inicial, é hora de iniciar efetivamente a formalização. Caso você possua um sócio, será preciso estabelecer um contrato social.

Esse documento estabelece três premissas básicas:

  • Interesse das partes;
  • Objetivo da empresa;
  • Distribuição das cotas societárias;
  • Regras gerais de conduta e gestão do negócio.

À exceção das microempresas e empresas de pequeno porte, esse contrato social precisará ser assinado por um advogado para ter validade.

Com esse contrato em mãos, é possível avançar para a etapa seguinte.

Registro na Junta Comercial

As exigências para o registro na Junta Comercial variam conforme o estado, portanto é necessário realizar uma consulta conforme a região. Independente disso, alguns documentos serão exigidos:

  • Contrato Social;
  • Documentos pessoais dos sócios;
  • Capa da Junta Comercial preenchida;
  • Comprovante de quitação das taxas cadastrais.

Com a aprovação do processo será gerada o Número de Identificação do Registro de Empresa (NIRE), que permite o avanço para o nível seguinte.

Criação do CNPJ e Inscrição Estadual

O Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) é o número único de identificação da empresa, sendo equivalente ao CPF para as pessoas físicas.

A solicitação é feita apenas pela Internet, na página da Receita Federal. Será necessário apresentar alguns documentos e também definir o segmento de atuação da empresa.

A Inscrição Estadual dependerá dos serviços de um contador, que também vai informar os documentos necessários. Esse documento permite que a loja obtenha a inscrição no Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

A conclusão dessa etapa vai permitir a solicitação do alvará de funcionamento.

Obtenção do Alvará de Funcionamento e licenças especiais

Com o registro da empresa oficializado, é chegada a hora de formalizar o espaço físico do negócio. É fundamental verificar se o local almejado atende as leis de zoneamento e planos diretores da cidade.

Além da apresentação de documentos, pode ser necessário agendar uma vistoria do imóvel e licenças complementares, como foi citado acima.

Cadastro na Previdência Social

Após realizar todo o processo de formalização, resta uma última etapa: o cadastro na Previdência Social. Ele é obrigatório mesmo se a empresa não possuir funcionários. Esse cadastro precisa ser feito em, no máximo, 30 dias após o início das atividades.

Conclusão

Mesmo exigindo vários documentos e uma sequência de etapas, a formalização é um esforço que vale a pena para qualquer empreendedor.

Os consumidores estão cada vez mais atentos aos detalhes das empresas, e muitos já pesquisam os dados cadastrais antes de efetivar uma compra.

Após seguir toda a sequência acima, basta ao lojista apenas manter a empresa dentro da formalidade, realizando o pagamento adequado de todos os tributos.

Com isso, seu negócio ganha lastro para crescer dentro da lei, sem qualquer risco.

Texto publicado anteriormente no Blog da Olist.

A internet oferece cada vez mais soluções para quem tem negócios e o marketing digital é uma das possibilidades para ter sucesso nas vendas e propagação da empresa. Para ajudar empreendedores e empresários que pretendem investir neste mercado online, listei três oportunidades para aproveitar em 2017.

Inbound Marketing

Ao longo de 2016 confirmamos que a estratégia é muito sólida e pode gerar ótimos resultados se aplicada da maneira correta. Presenciei um caso em que as vendas de um e-commerce aumentaram 400% usando Inbound Marketing.

O mercado implementará muito mais a estratégia e, para quem vai começar o próprio negócio, é essencial adquirir uma ferramenta eficiente de gestão de leads – que são os contatos que podem ser transformados em clientes – fazer um planejamento de persona, jornada de compra e desenvolver todos os canais de aquisição.

Personalização

Uma das outras tendências para o ano seguinte é a entrega de valor para o cliente através da personalização, seja ela de conteúdo, materiais, pontos de conexão com a audiência, entre outros.

Tratando-se de Inbound Marketing, por exemplo, você pode conhecer melhor suas personas e a jornada de compra delas, e a partir disso você pode personalizar e-mails, anúncios, ofertas, abordagens e até mesmo conteúdo como e-books e vídeos.

Vídeos

Uma das melhores oportunidades para os negócios será investir em vídeos. Desde 2015 aposto no formato para produzir conteúdo sobre Marketing Digital. Acredito que 2017 será um ano forte para os vídeos, pois a banda larga está sendo disseminada no Brasil, e com mais gente com acesso à internet de qualidade mais vídeos serão consumidos.

O ideal é somar essas três oportunidades. Não considere elas de maneira segmentada, pois as três juntas serão mandatórias em diversas estratégias e farão diferença em vários mercados.

Leia também:

20 especialistas falam sobre as principais tendências de Marketing Digital para 2017

O pensador romano Horácio, que viveu entre 65 a.C e 8 a.C, já dizia que “a adversidade tem o efeito de despertar talentos que em circunstâncias prósperas teriam continuado adormecidos”. Viajando mais de 2000 anos no tempo e trazendo esse pensamento para a realidade atual da economia brasileira e, mais particularmente do e-commerce, pode-se afirmar que nunca esta frase fez tanto sentido quanto em 2016.

O ano foi desafiador para um setor que, por si só, já é extremamente competitivo: crise econômica e cenário político agitado, impactando diretamente no bolso e na confiança do consumidor e do empresariado. Se não bastassem esses pontos cruciais, mudanças nas regras de cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e o anúncio do fim do e-Sedex – uma liminar atualmente em vigor obriga a manutenção deste serviço pelos Correios – também colaboraram para deixar o ambiente do e-commerce ainda mais conturbado.

Essas dificuldades foram comuns para todo o varejo eletrônico brasileiro, mas alguns players souberam transpor os obstáculos melhor do que outros e vão reportar resultados robustos, mesmo em meio a tanta adversidade. Essas empresas lançaram mão de diversas táticas, como adoção de novas tecnologias e estratégias de marketing, novos canais de vendas inovadores e de CRM, ou ainda implementaram políticas para melhorar seus processos de gestão a acompanhar bem de perto o retorno sobre o investimento (ROI).

Não importa o método ou ferramenta escolhidos, o componente humano é e sempre será a parte mais importante deste e de qualquer negócio. Não existe mudança ou melhoria que se sobressaia no ambiente empresarial sem ter por trás uma equipe coesa. E mais do que isso: não há sucesso alcançado por um time sem a presença marcante de um líder.

O grande gestor é quem dá o tom da organização. Mais do que o reconhecimento por sua grande bagagem técnica sobre o negócio, ele se destaca por inspirar, engajar, transmitir credibilidade e entender que a sua equipe é o principal ativo da empresa.

Dessa forma, o mercado precisa reconhecer esses líderes que fizeram a diferença em 2016 e premiar seus cases de sucesso. Pensando nisso, o 14º Prêmio Ebit, a principal premiação do varejo eletrônico nacional, homenageará pela primeira vez os verdadeiros responsáveis pelo sucesso das empresas e não apenas estas como um todo.

Podem concorrer ao troféu os CEOs, CMOs e diretores de Inovação das lojas virtuais conveniadas à Ebit e certificadas com as medalhas Diamante e Ouro. Criamos ainda uma terceira categoria para premiar os empreendedores de startups, para consagrar a importância dessas empresas, que são fontes quase inesgotáveis de inovação para o e-commerce.

A Ebit espera que esse prêmio seja um grande marco nas carreiras de seus vencedores. Se você é líder e fez a diferença, inscreva-se até 13 de janeiro. Você já agrega valor para o seu time e para a sua empresa, mas pode também escrever seu nome na história do e-commerce brasileiro.

Muito se diz sobre a Geração Y no mercado de trabalho. Entre análises e estudos, destacam-se alguns preconceitos, como a ideia de que os Millennials, como também são chamados, não gostam de trabalhar. Na verdade, a Geração Y adora trabalhar, mas precisa de motivos que vão além do salário para realizá-lo bem e se sentir satisfeita.

Existem alguns cuidados importantes que devem ser tomados ao tratar com a Geração Y. Muitas pessoas caracterizam essa geração como formada por jovens que alternam muito o emprego, mas isso só é um fato quando as empresas tratam os funcionários de maneira antiquada.

Uma empresa jovem desde o princípio, não se baseia unicamente no tempo de permanência dos colaboradores. Uma pessoa que começou a trabalhar há pouco tempo pode se destacar mais do que alguém mais antigo, desde que dê mais resultados.

No entanto, não é só valorizar o resultado que faz com que os Millennials se sintam satisfeitos.

Satisfação em mudar o mundo

Enquanto muitas pessoas criticam a Geração Y por ser mais egocêntrica, o fato é que trata-se de um grupo de pessoas que geralmente está muito voltado à autorrealização. No entanto, essa vontade de fazer algo que dê satisfação pessoal também está relacionada à vontade de mudar o mundo.

Quando o trabalho promove alguma transformação positiva nas pessoas, ele gera satisfação, mas para isso é preciso que eles conheçam o processo no qual estão inseridos.

É por isso que não basta ensinar um único processo aos profissionais da Geração Y. Eles precisam saber de tudo o que é feito e de como o trabalho deles influencia no resultado final.

Tecnológica e baseada nas interações pela internet desde sua fundação, nossa empresa não viu dificuldades em trabalhar de forma integrada à internet. Mesmo assim, uma dica importante aos outros empresários:

Em vez de impedir o uso das redes sociais ou encarar o celular como um vilão da produtividade, você pode usar tudo isso a seu favor, com aplicativos que ajudam nas tarefas e maior entrosamento da equipe pela internet. Em nossa empresa temos um grupo no Facebook onde sempre trocamos ideias, insights e notícias importantes do segmento.

Mudando o tempo todo

Por fim, a área de Marketing Digital combina com muitos profissionais da Geração Y. Além de permitir levar mensagens positivas às pessoas por meio das redes sociais, como mensagem transformadora dos clientes, por exemplo, é um segmento que está em constante mudança.

É importante estar sempre antenado às novidades e aberto para o novo. Os Millennials são pessoas que não conseguem ficar muito quietas no mesmo lugar, e essa possibilidade de mudança faz com que o trabalho seja ainda mais desafiador e, consequentemente, mais prazeroso.

Para quem está começando um negócio agora e decidiu trabalhar com produtos estrangeiros, importar pode parecer um bicho de sete cabeças à primeira vista. Mas neste artigo vamos te mostrar passo a passo como escolher um fornecedor e negociar um acordo de importação.

Para isso, vamos utilizar o site Alibaba, a maior loja online do mundo e que reúne milhares de fornecedores asiáticos que você pode contatar através do próprio site sem nenhuma burocracia.

1- Começando do princípio: escolhendo o que quer vender

No Alibaba você vai encontrar uma infinidade de produtos e preços. Pense bem no público e segmento que quer atingir para não acabar se perdendo e comprando produtos que ninguém vai se interessar no Brasil.

Escolhidos o público e o segmento (sapatos masculinos, por exemplo), faça uma pesquisa de quais itens disponíveis no site você gostaria de importar: sapatos sociais, botas, chinelos, etc.

A próxima coisa que eu vou falar não é uma regra, mas não custa nada tentar segui-la: escolhidos os tipos de produtos, tente encontrar o máximo de itens que você deseja do mesmo fornecedor. Por que? Bom, porque quanto mais produtos comprar de um mesmo fornecedor, mais chances de conseguir uma negociação melhor você terá, simples assim.

2- Entrando em ação: fazer o contato com o fornecedor através do Alibaba

A melhor parte do Alibaba – e o que o diferencia dos e-commerces tradicionais – é que ele permite que você entre em contato diretamente com o fornecedor.

Você pode fazer isso de duas maneiras: clicando em “Contatar Fornecedor” ou em “Solicitar Cotação”. As duas formas são parecidas, mas a ideia é que ao solicitar uma cotação você receba a informação de valores de várias empresas diferentes, já que a solicitação será enviada para vários fornecedores com perfis semelhantes ao escolhido por você.

Para mandar uma comunicação efetiva ao fornecedor lembre-se de mencionar na mensagem os seguintes pontos:

• Qual a quantidade desse tipo de produto que você gostaria de importar e quantas unidades de cada variação (tamanho, cores, etc);
• Qual a quantidade mínima por produto (QMP) que você pode importar;
• A frequência com a qual você gostaria de fazer essa importação e qual o valor que ele conseguiria te oferecer para ser um fornecedor recorrente;
• Quais as opções para o pagamento do pedido que ele pode te oferecer;
• Existe algum custo para o envio de amostra do produto em questão antes de fechar a negociação?

Essa última pergunta é fundamental para você ter certeza que não está levando gato por lebre e de fato comprando produtos com uma boa qualidade.

Enviada a mensagem, leve em conta que pode demorar alguns dias para que você receba um retorno. Enquanto isso, continue pesquisando outros fornecedores para ganhar tempo caso a primeira opção não atenda às suas necessidades.

3- Acertando os detalhes da negociação

Depois que você já recebeu a amostra do produto e decidiu por continuar o processo de importação, você precisará acertar alguns detalhes com o fornecedor antes que o acordo seja finalizado.

Forma de pagamento do pedido

Existem muitas formas de realizar um pagamento internacional, porém, a maioria delas não oferece nenhuma garantia caso você sofra um golpe.

Tome muito cuidado com esse ponto da negociação; além de só fazer acordo com fornecedores certificados, dê preferência aos que permitem o pagamento do pedido através do PayPal, uma das formas mais fáceis e seguras de se pagar por uma compra internacional.

No que diz respeito às taxas de importação que devem ser pagas, leve em consideração que a maioria das negociações são fechadas no modelo FOB (Free on board), onde o exportador se responsabiliza por todos os custos até o embarque da carga no navio, enquanto o importador se responsabiliza pelos custos do destino, como desembaraço da carga.

Quando o pedido será entregue?

Se você nunca comprou da China ou de qualquer outro país, talvez não saiba que as encomendas geralmente demoram de 40 a 60 dias para serem entregues, mas esse prazo é só uma estimativa.

Na realidade, os pedidos podem demorar mais se a mercadoria precisar passar por um dos chamados canais de inspeção alfandegária ou se o navio precisar mudar a rota por algum motivo, por exemplo.

Portanto, é melhor não fechar a negociação em cima da hora para não correr o risco de ficar literalmente a ver navios.

Será que é seguro comprar desse fornecedor estrangeiro?

Uma coisa é insistir em algo que acredita mesmo que exista uma chance de dar errado, outra é dar um passo maior que a perna e correr riscos desnecessários.

Não feche negócio apostando todas as suas fichas se ainda não estiver totalmente seguro que o fornecedor vai ser capaz de entregar o seu pedido com a mesma qualidade que a amostra. Mesmo que você tenha que atrasar o lançamento da sua loja, nesses casos a pressa costuma ser inimiga da perfeição.

Tire todas as dúvidas para ter certeza de que os dois lados estão falando “a mesma língua” quanto ao que deve ser entregue; isso evitará prejuízos posteriormente. Existem milhares de outros fornecedores seguros e certificados no Alibaba, então não tenha medo de dizer um “não” se estiver desconfiado do acordo.

Se a sua empresa já está com a documentação em dia e você pretende comprar uma leva muito grande de produtos (mais de 20 mil dólares), pergunte ao fornecedor se o pagamento pode ser feito através de uma carta de crédito. Essa é uma forma mais segura (para ambos) de fazer pagamentos de grandes quantias a distância.

Entendido?

É possível começar a importar com sucesso para seu e-commerce mesmo que você nunca tenha tido experiência com isso antes.

Estudar bem o modelo de negócio e as práticas mais comuns, tomar algumas precauções básicas de segurança (principalmente com relação ao seu dinheiro) e desconfiar de qualquer proposta “milagrosa” já são boas dicas para que você consiga importar sem problemas.