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Para quem está começando um negócio agora e decidiu trabalhar com produtos estrangeiros, importar pode parecer um bicho de sete cabeças à primeira vista. Mas neste artigo vamos te mostrar passo a passo como escolher um fornecedor e negociar um acordo de importação.

Para isso, vamos utilizar o site Alibaba, a maior loja online do mundo e que reúne milhares de fornecedores asiáticos que você pode contatar através do próprio site sem nenhuma burocracia.

1- Começando do princípio: escolhendo o que quer vender

No Alibaba você vai encontrar uma infinidade de produtos e preços. Pense bem no público e segmento que quer atingir para não acabar se perdendo e comprando produtos que ninguém vai se interessar no Brasil.

Escolhidos o público e o segmento (sapatos masculinos, por exemplo), faça uma pesquisa de quais itens disponíveis no site você gostaria de importar: sapatos sociais, botas, chinelos, etc.

A próxima coisa que eu vou falar não é uma regra, mas não custa nada tentar segui-la: escolhidos os tipos de produtos, tente encontrar o máximo de itens que você deseja do mesmo fornecedor. Por que? Bom, porque quanto mais produtos comprar de um mesmo fornecedor, mais chances de conseguir uma negociação melhor você terá, simples assim.

2- Entrando em ação: fazer o contato com o fornecedor através do Alibaba

A melhor parte do Alibaba – e o que o diferencia dos e-commerces tradicionais – é que ele permite que você entre em contato diretamente com o fornecedor.

Você pode fazer isso de duas maneiras: clicando em “Contatar Fornecedor” ou em “Solicitar Cotação”. As duas formas são parecidas, mas a ideia é que ao solicitar uma cotação você receba a informação de valores de várias empresas diferentes, já que a solicitação será enviada para vários fornecedores com perfis semelhantes ao escolhido por você.

Para mandar uma comunicação efetiva ao fornecedor lembre-se de mencionar na mensagem os seguintes pontos:

• Qual a quantidade desse tipo de produto que você gostaria de importar e quantas unidades de cada variação (tamanho, cores, etc);
• Qual a quantidade mínima por produto (QMP) que você pode importar;
• A frequência com a qual você gostaria de fazer essa importação e qual o valor que ele conseguiria te oferecer para ser um fornecedor recorrente;
• Quais as opções para o pagamento do pedido que ele pode te oferecer;
• Existe algum custo para o envio de amostra do produto em questão antes de fechar a negociação?

Essa última pergunta é fundamental para você ter certeza que não está levando gato por lebre e de fato comprando produtos com uma boa qualidade.

Enviada a mensagem, leve em conta que pode demorar alguns dias para que você receba um retorno. Enquanto isso, continue pesquisando outros fornecedores para ganhar tempo caso a primeira opção não atenda às suas necessidades.

3- Acertando os detalhes da negociação

Depois que você já recebeu a amostra do produto e decidiu por continuar o processo de importação, você precisará acertar alguns detalhes com o fornecedor antes que o acordo seja finalizado.

Forma de pagamento do pedido

Existem muitas formas de realizar um pagamento internacional, porém, a maioria delas não oferece nenhuma garantia caso você sofra um golpe.

Tome muito cuidado com esse ponto da negociação; além de só fazer acordo com fornecedores certificados, dê preferência aos que permitem o pagamento do pedido através do PayPal, uma das formas mais fáceis e seguras de se pagar por uma compra internacional.

No que diz respeito às taxas de importação que devem ser pagas, leve em consideração que a maioria das negociações são fechadas no modelo FOB (Free on board), onde o exportador se responsabiliza por todos os custos até o embarque da carga no navio, enquanto o importador se responsabiliza pelos custos do destino, como desembaraço da carga.

Quando o pedido será entregue?

Se você nunca comprou da China ou de qualquer outro país, talvez não saiba que as encomendas geralmente demoram de 40 a 60 dias para serem entregues, mas esse prazo é só uma estimativa.

Na realidade, os pedidos podem demorar mais se a mercadoria precisar passar por um dos chamados canais de inspeção alfandegária ou se o navio precisar mudar a rota por algum motivo, por exemplo.

Portanto, é melhor não fechar a negociação em cima da hora para não correr o risco de ficar literalmente a ver navios.

Será que é seguro comprar desse fornecedor estrangeiro?

Uma coisa é insistir em algo que acredita mesmo que exista uma chance de dar errado, outra é dar um passo maior que a perna e correr riscos desnecessários.

Não feche negócio apostando todas as suas fichas se ainda não estiver totalmente seguro que o fornecedor vai ser capaz de entregar o seu pedido com a mesma qualidade que a amostra. Mesmo que você tenha que atrasar o lançamento da sua loja, nesses casos a pressa costuma ser inimiga da perfeição.

Tire todas as dúvidas para ter certeza de que os dois lados estão falando “a mesma língua” quanto ao que deve ser entregue; isso evitará prejuízos posteriormente. Existem milhares de outros fornecedores seguros e certificados no Alibaba, então não tenha medo de dizer um “não” se estiver desconfiado do acordo.

Se a sua empresa já está com a documentação em dia e você pretende comprar uma leva muito grande de produtos (mais de 20 mil dólares), pergunte ao fornecedor se o pagamento pode ser feito através de uma carta de crédito. Essa é uma forma mais segura (para ambos) de fazer pagamentos de grandes quantias a distância.

Entendido?

É possível começar a importar com sucesso para seu e-commerce mesmo que você nunca tenha tido experiência com isso antes.

Estudar bem o modelo de negócio e as práticas mais comuns, tomar algumas precauções básicas de segurança (principalmente com relação ao seu dinheiro) e desconfiar de qualquer proposta “milagrosa” já são boas dicas para que você consiga importar sem problemas.

Decreto desonera o capital de giro dos contribuintes do ramo de Comércio Eletrônico e reduz custo operacional das empresas

A partir de agora, empresas de e-commerce atuantes em São Paulo passam a ter regime especial de tributação, o mesmo utilizado pelos grandes varejistas que detém centros de distribuição em território paulista.

“Assinamos esse decreto possibilitando que não haja acúmulo de crédito do ICMS, porque a própria empresa ‘ponto com’ será o polo da substituição tributária”, afirmou o governador Geraldo Alckmin. “Isso é importante porque o setor é o campeão de empregos. Além disso, estamos facilitando o comercio eletrônico aqui em São Paulo e evitando que empresas saiam do Estado”.

Com essa medida, as companhias que realizam operações interestaduais via comércio eletrônico poderão adquirir mercadorias sem a aplicação da substituição tributária e recolher o ICMS apenas quando derem a saída dos produtos.

A iniciativa irá desonerar o capital de giro das empresas que atuam com e-commerce e reduzir seu custo operacional.

Como funcionava

Mesmo em uma operação interestadual, esses contribuintes eram obrigados a recolher o imposto por substituição tributária para, posteriormente, solicitar o ressarcimento do valor à Secretaria da Fazenda.

Esta medida altera o DECRETO Nº 57.608, publicado em 12/12/2011.

Fonte: Portal do Governo do Estado

Se, em negócios, olhar para trás é uma forma de aprender e tirar lições para aplicá-las ao presente, inclinar-se para o futuro é uma maneira de se antecipar às mudanças no mercado e, assim, lançar-se à frente da concorrência.

Seguindo essa recomendação, os profissionais de e-commerce devem ficar de olhos bem abertos para as novas tecnologias que, ao longo de 2016, foram testadas e aprovadas pelos principais canais de venda online e se tornaram referência no mercado digital, bem como as estratégias que se consolidaram na abordagem do público consumidor do varejo moderno.

Que o mercado segue aquecido mesmo diante da crise, disso ninguém mais dúvida. A Ebit, empresa especializada em reunir informações do e-commerce, publicou recentemente dados do mercado referentes ao fechamento do primeiro semestre.  De acordo com o 34º WebShoppers, o principal relatório sobre o setor no País, as vendas pela internet atingiram um faturamento de R$ 19,6 bilhões no primeiro semestre de 2016. O valor representa um crescimento nominal (descontada a inflação) de 5,2% em comparação ao mesmo período no ano passado.

Para não perder a oportunidade de surfar nessa onda, os empresários devem se preparar, desde já, para investir nas melhores práticas e ferramentas de que o mercado dispõe, além de apostar naquilo que, nos próximos anos, irá definir quem segue em frente e quem está condenado a perecer por obsolescência.

Para ajudar o varejista a se adiantar à concorrência e ganhar relevância junto ao consumidor, listei abaixo algumas das possíveis tendências do e-commerce para 2017:

1- Relacionamento é a alma do negócio

Com a maior competitividade no e-commerce, as empresas devem disputar o laço afetivo do consumidor: o foco é na experiência de compra. Mais do que o produto e o serviço adquirido, a tendência é que o consumidor valorize o processo da compra em si, e o relacionamento da marca com o cliente é crucial nesse momento.

Por que preciso de um SAC no meu e-commerce?

Para o cliente valorizar, ele preciso se sentir valorizado. Daí os empresários do ramo precisam entender que não se trata mais de vender algo para uma pessoa, mas de valorizar a relação estabelecida com ela.

Além disso, com as compras mais personalizadas e feitas na palma da mão, o consumidor deve ficar cada vez mais no comando – e esse detalhe é fundamental no momento de abordagem.

2- Omnichannel ampliado

O consumidor moderno é um consumidor multiplataforma. A mesma pessoa que adquire um produto no Shopping Center pode comprá-lo pela internet. O que muda não é o cliente, mas a opção de compra.

Portanto, o varejo deve estar presente em todas esses canais de venda – é o conceito omnichannel, que muito se fala, mas pouco se faz. Em 2017, o mercado deve contar com mais ferramentas que consolidam esse intercâmbio de canais.

Seu negócio está preparado para o Omnichannel?

Um exemplo disso, é o recém-lançado aplicativo iPDV, que, dentre outras funções, sincroniza os estoques da loja física e virtual e mantém o varejista em contato com o cliente pela internet. A integração de canais de venda, com uso de mais tecnologia embarcada, é um futuro inexorável: o consumidor é um só e transita livremente pelos meios físico e digital.

3- Mobile first

Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) divulgados este ano pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o celular é hoje o principal meio de acesso à internet, sendo usado por 80,4% das casas dos brasileiros com acesso à rede. Estes, por sua vez, já representam quase 55% da população.

Pesquisas independentes mostram que o smartphone já virou uma alternativa na hora de fazer compras e já representa mais de 15% dos pedidos online. Com a adaptação das lojas virtuais para o mobile é de se esperar, portanto, um crescimento na participação do mercado varejista online no chamado m-commerce.

Site responsivo, dedicado ou aplicativo: qual a melhor estratégia mobile para e-commerce?

4- Novos meios de pagamento

A tecnologia avançada trouxe conveniência até para o ato de compra. O mercado já oferece novos meios de pagamento com tecnologia embarcada que agilizam o processo e colaboram com a experiência de compra acima mencionada.

Uma dessas novidades é a carteira virtual no e-commerce, que já foi abraçada por grandes redes de varejo. O dispositivo registra os dados dos cartões e é ativado por meio do mecanismo Touch ID, de leitura biométrica, que facilita o pagamento. Dois cases de sucesso no mercado são o Apple Pay e o Samsung Pay.

5- Personalização

Conteúdo (vídeos, textos, redes sociais e anúncios) e ofertas (recomendação de produtos e descontos) tendem a ser cada vez mais personalizados para o consumidor. O intercâmbio de dados junto às redes sociais permitirá ao varejo definir um perfil mais preciso da demanda, e, por consequência, trabalhar uma divulgação mais assertiva de conteúdo e ofertas, além de definir o próprio nicho de mercado atendido pela loja virtual.

Big data: as informações do seu site valem ouro

Na era da big data, o varejista tem a oportunidade de conhecer em detalhes o perfil de compra de seu cliente e entender suas preferências na hora de colocar o produto no carrinho. Como é sabido, o consumidor deixa rastros por onde quer que passe, facilitando o monitoramento de seus hábitos de consumo.

Novas tecnologias vão ajudar a fazer uma “leitura” mais inteligente dessas informações. Com essa riqueza de dados à disposição, o vendedor tem condições de antecipar o comportamento de compra do consumidor e, assim, criar oportunidades de venda.

Ao comprar por meio da internet, grande parte da população não tem ideia do tamanho da operação que está por trás da tela do computador. No entanto, uma pesquisa recente encomendada pela PayPal revela que 92,64% dos empreendimentos virtuais são de pequeno porte.

A tendência é que o número de pequenos negócios só aumente, já que além da tradicional loja própria, os empresários do mundo virtual contam também com a opção dos marketplaces, shoppings virtuais que permitem o comércio com facilidade e ampla visibilidade.

Como ainda se trata de uma “novidade” no Brasil, pode ser que o empreendedor fique em dúvida sobre apostar ou não nesta alternativa. Para ajudar na escolha, levantamos os benefícios de cada um dos formatos, confira.

Por que a reputação é tão importante nas vendas em marketplaces?

Clientes

De nada adianta uma loja linda se não houverem compradores para movimentar. Os marketplaces já possuem uma visibilidade e estratégias de marketing consolidadas que garantem um fluxo frequente de visitantes aos lojistas.

Para quem está começando, entrar em um shopping virtual pode ser uma boa forma de se lançar na internet. Quem opta pela loja própria precisa reservar um capital de giro e trabalhar massivamente ações de divulgação até que os visitantes apareçam.

Infraestrutura

Nos marketplaces é preciso ter os produtos disponíveis, tirar boas fotos e criar descrições criativas, subir tudo na plataforma e começar a vender. Na loja virtual, o lojista tem a possibilidade de contratar uma plataforma de e-commerce que já oferece sistema de pagamento.

Daí em diante, a preocupação se volta para o planejamento de marketing, as vendas, o estoque, etc. A vantagem é que o proprietário pode controlar toda a sua operação, oferecendo vantagens exclusivas a seus clientes.

Marketing

Fazer marketing na internet está cada dia mais simples e isso é uma vantagem para o lojista virtual. Dá para começar pelo marketing de conteúdo, estruturar estratégias para o inboud marketing e reforçar vendas com links patrocinados, que tem investimento flexível.

O marketing por conta própria dá visibilidade a uma única marca, ou seja, uma loja virtual própria, o que ajuda a conquistar clientes fiéis. Já no marketplace o marketing é massivo, sem foco neste ou naquele lojista que o compõe.

Concorrência

No Brasil atualmente são 450 mil e-commerces disputando espaços, então para se destacar é preciso ter uma boa estratégia, atraindo clientes por identificação com o negócio ou pela relevância do empreendimento perante o público.

No marketplace os elementos fortes para se diferenciar são preço e velocidade da entrega.

Lucro

Como cobrar mais pelo mesmo produto? Quem vende por conta própria pode, com o tempo, trabalhar a percepção de valor dos seus clientes, para que eles topem gastar mais em um produto por conta do relacionamento estabelecido com a marca.

Já no marketplace como a marca não está em destaque, a palavra de ordem é número de vendas: a dica é diminuir a margem de lucro e brigar pelo preço.

É bom lembrar que a cada venda realizada, há o pagamento de uma comissão para o shopping virtual.

Estoque

Estoque parado é dinheiro perdido. Então aqui a dica é movimentar por meio de promoções. No marketplace não é possível lançar promoções a hora que desejar, por isso na hora de realizar ofertas a loja própria dá mais liberdade.

Vai vender em marketplace? Tenha atenção redobrada com o estoque

Os marketplaces operam com grandes promoções que contemplam todos os lojistas, já a loja consegue individualizar sua queima de estoque.

Marca

Para quem mantém o comércio virtual como segunda fonte de renda e não tem necessidade de crescer, os marketplaces são ótimos, porque demandam menos tempo na gestão e cumprem o seu papel.

No entanto, para quem fez da loja sua principal atividade, vale a pena refletir sobre quanto tempo e dinheiro quer e pode investir para dar personalidade ao negócio.

Como destacar seus produtos dentro de um Marketplace?

Não necessariamente precisa existir uma escolha, pois dependendo do que se deseja, as duas plataformas trabalhadas de maneira unificada podem trazer um resultado ainda mais positivo. Para aumentar as chances de acerto é preciso ter claros objetivos e o planejamento a ser seguido.

O estudo, que pode ser baixado gratuitamente, faz um comparativo das 32 principais plataformas do mercado

Para ajudar o empreendedor que está entrando no mundo do varejo online e procura um serviço para a criação de sua loja, foi lançado neste mês de outubro o Guia Plataformas de E-commerce 2016. Produzido pelo blog Profissional de E-Commerce, em parceria com a PayU, empresa global de pagamentos online, o manual informativo digital traz um compilado de dados das principais plataformas existentes no mercado brasileiro para a operação de uma loja virtual.

Trata-se da segunda edição do guia, sendo que a primeira foi lançada em 2014. Agora, o estudo conta com o apoio da PayU para seu lançamento e divulgação. O e-book contém informações fornecidas pelas 28 principais plataformas no modelo SAAS onde o lojista paga uma mensalidade para usar o sistema e mais 4 plataformas no modelo código aberto (que necessita um programador para implantar e configurar).

Em um formato bastante visual incluindo serviços e benefícios que são importantes na hora da escolha, o documento apresenta comparativos como meios de pagamentos oferecidos, integração com marketplaces, adaptação para dispositivos móveis, entre os 14 itens avaliados, para que o pequeno, médio ou grande varejista possa avaliar qual ferramenta pode atendê-lo melhor.

“Para esta edição do Guia fizemos uma pesquisa com varejistas de diferentes portes e ouvimos deles quais as funcionalidades e diferenciais  que atualmente são importantes ou que eles desejariam que suas plataformas tivessem”. destaca Daniel Cardoso, Diretor de Treinamento de Marketing Digital da Impacta e um dos fundadores do Blog.

Para marcar o lançamento, ocorrido no dia 04, a PayU realizou um evento em que reuniu tanto representantes das plataformas incluídas no estudo quanto lojistas parceiros. O encontro, chamado de “Café e-Conteúdo”, aconteceu na sede da empresa, em São Paulo.

“Sabemos que as empresas têm dificuldade na hora de escolher a plataforma e conhecer os fatores que influenciam na operação de seu negócio é algo muito importante. Consideramos esta uma etapa decisiva para o progresso do negócio e vemos este guia como um estudo completo e uma maneira do lojista conseguir identificar mais facilmente qual solução melhor se encaixa com as suas necessidades”, explica Marcos Marins, CEO da PayU no Brasil.

Gratuito, o Guia Plataformas de E-commerce 2016 já está disponível para download:

Guia Plataformas de E-commerce

Igual a um empreendimento, os primeiros anos de vida de um bebê são incríveis. Maravilhosos? Claro! Muiiiito trabalhosos? Também! Mas algo assombroso acontece durante esse período: as crianças são a principal prova de como é possível crescer diariamente e se desenvolver a cada novo acontecimento. Como disse, igualzinho a um empreendimento.

Se você tem a oportunidade de estar perto de alguma criança e vê-la crescer, certamente se surpreende com a forma de desenvolvimento dela. Sempre me vem à cabeça a mesma ideia: se um adulto pudesse manter as características de uma criança, o quanto isso ajudaria a percorrer o caminho no mundo empreendedor!
Por isso, fiz uma lista abaixo do que pude aprender das crianças sobre ter um negócio próprio:

1- Ser perseverante

Quando uma criança quer algo, não se cansa de tentar até conseguir. Sem se importar com quantas vezes a neguem, ela insiste, volta a insistir e continua insistindo até conseguir. Não há (quase) nada que a detenha e não se dão por vencidas facilmente.

No mundo empreendedor, a perseverança é chave. Se um empresário desanima nos primeiros problemas, provavelmente não levará o projeto muito mais à frente. É preciso lembrar que nós sempre devemos encarar os desafios de frente e não desistir dos nossos objetivos.

2- Saber negociar

Como dizia antes, “quase” nada as detém. Mas se percebem que há algum obstáculo para chegar à sua meta, começam a próxima etapa: a negociação. A meta? Tentar melhorar a situação para ficar mais perto do objetivo. Uma capacidade natural e incrível das crianças!

Levante a mão o pai/a mãe que nunca disse ao filho alguma dessas frases: “só mais cinco minutos e depois já para a cama”, “guarde seus brinquedos ou não ganhará mais nenhum” ou “coma toda a comida e depois brincamos”.

Quão bom seria poder manter essa capacidade de negociar com as crianças e aplicá-la nos negócios para conseguir melhores condições? Não é agressivo e nem forçado; se trata de não ter medo de pedir o que nos pareça melhor para nosso projeto.

3- Sair da zona de conforto

O medo do fracasso é algo natural nos adultos (alguns mais, outros menos), mas se potencializa quando se trata de um projeto próprio. Quantas vezes você já escutou a frase “precisa sair da sua zona de conforto”?

Creio que uma única tarde cuidando de alguma criança poderá te inspirar. Elas são incríveis: não têm medo do novo e nem de falhar. Não só estão abertas a novas experiências, mas também as encantam testá-las.

4- Desfrutar o momento

Para os pequenos, o caminho é tão importante quanto o destino. Eles desfrutam de cada momento, vivem no presente. Uma viagem de carro para a casa da vovó se converte em uma oportunidade para descobrir um mundo novo pela janela: outros carros, cores do semáforo, pessoas caminhando na calçada, tudo é uma emoção.

Escutei várias vezes de empreendedores (como eu) o seguinte conselho: um projeto só terá chance de sucesso se for algo que realmente te apaixone. Durante o caminho haverá muitas pedras e é necessário paixão para conseguir transpô-las. Caso contrário, você provavelmente irá desistir por achar que não vale tanto a pena assim. O desenvolvimento de um projeto que nos apaixone também pode nos ensinar a desfrutar do caminho e não só do resultado final.

5- Desafiar os limites estabelecidos

No mundo infantil não existe status quo. Desde que adquirem a capacidade de entender que algo “não se pode fazer”, também aprendem a habilidade de desafiar os limites. “Não aperte este botão, ok? Por que não? Olha como eu consigo apertar o botão!”. Soa familiar?

Se não estão de acordo com algo, vão desafiá-lo e mudá-lo. Buscar uma nova maneira e fazer da forma mais “conveniente” (por ser mais divertida ou agradável). Pensemos no mundo dos negócios… quanto demoramos para tomar a decisão de sair do “estabelecido”?

6- Saber pedir ajuda

As crianças não têm medo de pedir ajuda, simples assim. Se percebem que não podem fazer algo por sua conta, não se rendem. Sabem que pedir ajuda irá levá-las mais perto de seu objetivo. E por isso o fazem, sem pensar duas vezes.

Como adultos, às vezes nos custa pedir ajuda. Como empreendedores, então, muitas vezes! Queremos assumir tantas tarefas ao mesmo tempo e sobre temas tão diferentes que relutamos muito na hora de aceitar ajuda.

7- Nunca deixar de aprender

Os pequenos adoram conhecer coisas novas. Ver como um bebê de dois anos aprende palavras novas todos os dias é algo realmente maravilhoso. Se alguém diz alguma palavra nova, eles a repetem da melhor maneira possível e fazem disso uma incansável diversão. Estão realmente desfrutando a experiência.

Como adulto, tenho que admitir que os invejo. Quanto gostaria de poder manter essa capacidade de absorção das coisas e de surpreender-me com cada descoberta.

8- Conhecer o público

O que é melhor para um empreendedor do que conhecer seu público? Ter a possibilidade de saber quem são os compradores dos seus produtos é ter o poder de saber como atuar e comunicar-se com sua audiência.

As crianças têm essa capacidade bem desenvolvida. Conhecem seu “público” e sabem exatamente com quem podem fazer o que. Por exemplo: “mamãe não me deixa comer sem babador e me faz guardar meu brinquedos. Papai é perfeito para brincar pela sala e posso espalhar todos os meus brinquedos sem que eu tenha que recolher depois. Já meus avós me deixam fazer tudo!”

Não deixo de pensar que, conforme crescemos, vamos perdendo essas características que poderiam nos ajudar no mundo adulto. Mas também me parece que um negócio próprio é como o “bebê” de cada empreendedor, não? Então, só me resta usar essa mesma paixão que cada um põe em seu projeto para evitar que essas coisas tão presentes e naturais das crianças não se percam no dia a dia.

Atualmente, o conceito de omnichannel está sendo muito comentado e discutido pelos profissionais do setor varejista. As marcas precisam se reinventar e adaptar para poder atender a todos e não ficar de fora da linha de interesse dos consumidores.

O que se percebe é que essa não é mais uma questão conceitual, mas os novos compradores fazem parte de uma geração que está 100% conectada a todos os canais.

Seu negócio está preparado para o Omnichannel?

A multicanalidade e o omnichannel se complementam e são interligadas com um único objetivo, proporcionar melhorias e excelência no atendimento ao cliente. Uma empresa para se tornar multicanal precisa oferecer aos seus consumidores diferentes canais de vendas e comunicação. Mas, é preciso que eles estejam integrados, planejados, e gerido de forma correta, proporcionando a sensação de uniformidade entre todos os meios.

Devido a isso, toda ação que é feita na loja física precisa estar atualizada no banco de dados da empresa, já que muitos compradores ainda preferem fazer as compras de forma tradicional. Alguns varejistas estão inovando e criando novas estratégias para atrair esse público, como por exemplo, ter a possibilidade de comprar em um ambiente online e poder trocar em uma loja física, é uma facilidade, para aqueles que ainda têm medo de adquirir pelo e-commerce. Dessa forma, as lojas virtuais evitam que o consumidor fique insatisfeito com a aquisição, melhorando o relacionamento entre as duas partes.

Já que essa nova geração está cada vez mais exigente e antenada, as marcas precisam estar presentes em todos os canais de comunicação como e-mail, telefone, canal de atendimento e em todo tipo de rede social, para poder se aproximar do cliente e saber tudo o que está sendo falado a seu respeito. Mas, além de proporcionar uma experiência de compra feita por vários canais, é preciso oferecer comodidade para que ela não se vire contra a marca, pois nas redes sociais, uma reclamação ou opinião negativa pode ser divulgada em poucos minutos e a sua imagem pode ficar fragilizada.

Podemos perceber que não há regra e nem jeito certo de implantar essas ferramentas, pois depende do segmento que a marca atua e para qual público que ela é destinada. Quando o omnichannel e a multicanalidade são feitas sem erro e de forma que o cliente fique satisfeito, a única certeza que temos é que a mesma se torna essencial para fidelizar um cliente antigo, captar novos prospects e parceiros, além de aumentar a taxa de conversão das vendas e alavancar o negócio.

Todos nós sabemos que o Brasil não se encontra em seu melhor momento econômico. A taxa de crescimento do país foi consideravelmente reduzida e as expectativas para os próximos anos não estão entre as melhores. Por isso, quem possui uma empresa para cuidar pode (e deveria!) se organizar financeiramente, para evitar problemas inesperados.

A grande maioria dos brasileiros, aliás, não controla totalmente suas despesas pessoais e questões relacionadas a gastos passam longe da rotina, então por que seria diferente no ambiente empresarial?

Para administrar bem seu negócio é preciso manter a questão financeira em situação saudável, com responsabilidade e disciplina. Em primeiro lugar, reserve um tempo para organizar todas as despesas e receitas em um planejamento financeiro, pois isso te ajudará a visualizar melhor para onde seu orçamento está sendo direcionado (é importante que todos os gastos sejam registrados para que a análise seja realmente efetiva).

Faça um comparativo entre o que foi previamente incluído no orçamento e o que foi de fato realizado e guarde essas informações em um histórico, que será muito útil para futuras análises, projeções e adequações de estratégias.

Aproveite o momento de crise para fazer o que mais parece óbvio: economizar. É importante poupar para comprar o que já estava estabelecido como meta, para realizar investimentos e também para manter em reserva em casos de imprevisto – o que é importante para qualquer época, pois uma empresa está sujeita a diversos tipos de contratempos. Saiba também como controlar as compras, investindo apenas no que for realmente necessário no momento.

É imprescindível ter objetivos e metas a seguir para que o empresário não perca o foco de como conduzir os negócios e também para que a equipe não se sinta desmotivada.

Uma boa forma de fazer isso é organizar tudo em um planejamento, que deverá ser conhecido por todos os membros da empresa, diagnosticando as necessidades reais e as deficiências que precisarão ser superadas. As metas podem ser definidas a curto e em longo prazo, depende dos objetivos e das características de cada empresa. Encontre a melhor forma de organizar a sua!

Perceba que, caso exista organização, não é difícil manter as finanças de sua empresa em dia. Caso você ainda não tenha feito isso pelo seu negócio, não perca mais tempo e veja como pode fazer diferença.

Texto publicado anteriormente no E-commerce Brasil.

A mais recente novidade no que tange ao mundo Pokémon foi anunciada neste mês de julho. Trata-se do game Pokémon GO, um jogo (app) para smartphones que permite que qualquer pessoa que tenha o aplicativo capture monstrinhos na vida real.

Ou seja, se você estiver com seu aplicativo do Pokémon GO ligado, poder capturar pokémons aleatórios que aparecerem pela rua. Veja o trailer oficial do game:

Lembra nos jogos antigos quando você passeava com o Ash pelas graminhas de Pallet e do nada aparecia uma Kakuna ou um Rattata? Pois é, isso poderá acontecer com qualquer pessoa que andar pela cidade (uma cidade real!) com o app ligado – só espero que no seu caminho passem pokémons mais legais que Kakunas e Rattatas. 

Mas que tem a ver o comércio eletrônico  com Pokémon GO? Nada, a princípio, mas lojistas que estiverem antenados podem aproveitar a febre do momento para tentar alavancar suas vendas. Veja aqui algumas dicas de como você pode fazer isso na sua loja a seguir:

Potencial mina de ouro para lojas físicas?

Pra começo de conversa, Pokémon Go é um aplicativo gratuito. Para jogá-lo, depois de baixar o app você terá que escolher seu personagem e fazer algumas configurações básicas, como sexo, cor do cabelo e roupas do personagem, entre outras pequenas coisas.

O sistema de jogo, como expliquei brevemente acima, é bem simples e funciona de forma parecida com os primeiros joguinhos de Game Boy. Ou seja, você caminha pelas cidades, encontra pokémons e pode capturá-los se desejar.

Lojas físicas entram nesse cenário da seguinte forma: uma pessoa pode comprar itens chamados Lure Modules dentro do próprio aplicativo. Esses itens atraem pokémons para um PokeStop (seu espaço físico, por exemplo) por 30 minutos. Nos Estados Unidos, um pacote com oito Lure Modules custa 680 pokécoins, lembrando que cada 100 pokécoins saem por 99 centavos de dólar, o que dá pouco mais do que três reais.

Bem, essa é a hora que você entra com toda a sua criatividade para atrair clientes até o seu negócio. Vou compartilhar duas ideias que pensei agora, mas espero que você também compartilhe as suas nos comentários abaixo. 

Programe ações nas redes sociais

Sua loja possui FacebookInstagramSnapchat? As redes sociais serão suas maiores aliadas durante a saga PokémonUse esses canais de amplo alcance para divulgar promoções relacionadas ao game. Você poderá, por exemplo, dar um desconto específico para os mestres que visitarem sua loja física à procura dos monstrinhos.

Lembre-se, no entanto, de avisar seus seguidores com antecedência, pois nunca é demais recordar que cada Pokémon só ficará dando sopa no PokeStop, ou seja, sua loja, por 30 minutos. Desta forma, faça postagens ou vídeos falando sobre a iniciativa e deixe claro quando  a ação irá ocorrer – mencione também que as eventuais ofertas serão válidas apenas em determinado dia ou durante o período de 30 minutos.

Oferecer descontos? Fica a critério da casa

Fazer ou não uma promoção vai ser um critério de cada lojista. Eu particularmente acho que ofertas podem tornar a ação muito mais rica, mas você já sairá ganhando só de atrair dezenas de pessoas que talvez nunca tenham visitado seu negócio na vida.

Faça um gancho para sua loja online

comércio eletrônico não tem fronteiras. Você vende para toda a cidade, todo o estado, todo o país e se quiser para todo o mundo. Portanto, se você vai aderir à onda Pokémon, aproveite o gancho para fazer uma boa propaganda da sua loja virtual.

Em primeiro lugar, lembre-se que a ação possivelmente direcionará ao seu negócio pessoas que talvez nunca tenham ouvido falar dele na vida. Sendo assim, use esta oportunidade para mostrar que você também vende pela internet. Você pode fazer isso através de um banner legal dentro da loja, adesivos na vitrine ou avisos espalhados pelo local.

O mais importante é fazer com que esses potenciais consumidores que eventualmente venham de outras regiões da cidade saibam que você tem um site e não precisem se deslocar grandes distâncias para comprar novamente, pois saberão que também podem adquirir seus produtos pelo computador.

Uma outra estratégia, essa mais focada em aquisição, é dar um cupom de desconto para a loja virtual aos visitantes que fizeram uma compra na loja física. Isso permitirá que você consiga uma dupla venda por diferentes canais, maximizando assim os lucros e o alcance da sua marca.

E o que fazer se eu não tenho uma loja física?

Ótima pergunta. Se você só vende pela internet, como é o caso de muitos microempreendedores, uma alternativa é abrir o que os americanos chamam de pop-up shop, ou seja, um espaço físico temporário com alguns artigos da sua loja virtual.

Falando o português claro, seria uma barraquinha/quiosque na rua contendo os seus principais produtos. Da mesma forma que os exemplos anteriores, você pode comprar Lure Modules e levar os monstrinhos até o seu “novo” endereço físico, atraindo assim potenciais consumidores para o seu negócio.

Pronto para começar?

Pokémon GO ainda não está disponível no Brasil, mas deverá ser lançado por aqui nos próximos dias. Enquanto o novo game não chega, vá amadurecendo suas ideias para colocá-las em prática assim que ele desembarcar por aqui.

São milhares os empreendimentos que vêm sofrendo com as adversidades geradas pela crise financeira que há tempos assola o âmbito nacional. E não há setor que não tenha sido balançado com as retrações, restrições de investimento e baixa nas vendas. Frente ao difícil cenário, muitos gestores vêm enfrentando dificuldades para vender mais na crise.

Embora seja uma tarefa complicada, atingir tal mérito é perfeitamente possível com uma gestão organizada e com a tomada de uma série de medidas que podem ser muito eficazes para vencer a retração e aumentar as conversões.

Confira neste artigo 8 dicas sobre como alavancar as vendas em tempos de crise financeira.

1- Invista no marketing direcionado

Não é incomum nos depararmos com PMEs insatisfeitas com os retornos sobre seus investimentos em publicidade. Embora o poder de compra dos consumidores esteja baixo, as necessidades básicas e desejos persistem, mas a cautela em atingir o alvo correto deve ser maior ainda nesta época de incertezas.

Afinal, o marketing indireto costuma ter baixa taxa de prospects em tempos comuns. Na crise, o ROI é ainda menor. Frente a concorrência — que aumenta consideravelmente neste caso —, o papel do marketing direcionado torna-se ainda mais essencial. Os clientes estarão mais retraídos, desta forma, é preciso minerar o público de forma inteligente para vender seu peixe primeiro.

2- Use um CRM efetivo

A experiência de compra vai muito além de pagar barato e muitos clientes elevam este fator acima de qualquer outro, inclusive preço. Assistir bem o cliente requer um excelente trabalho tanto na fase pré, quanto na pós-compra, e um plano de CRM (gestão de relacionamento com o cliente) é uma das melhores formas de conseguir isso.

Enviar um newsletter com produtos de interesse, lembrar sobre um carrinho abandonado, procurar entender as dificuldades dele com o uso de algum produto, coletar sugestão de otimizações de uma determinada solução e solicitar uma avaliação do nível do seu atendimento e entrega do produto são algumas práticas que compõem um bom plano CRM.

3- Inove constantemente

Ok, inovar é um importante passo em qualquer momento, porém, ele se torna ainda mais indispensável na crise. Oferecer sempre “mais do mesmo” não resolverá a situação em tempos de poder de compra limitado.

É essencial analisar o cliente e entender suas dificuldades. Sejam estas com o seu produto ou o seu concorrente, bem como suas necessidades. Tendo estas duas informações, desenvolver uma solução personalizada e diferenciada torna-se um processo mais fácil e rápido.

4- Analise as informações do negócio

Será que a sua estratégia comercial está adequada e gerando clientes a partir dos leads? E o ROI (Retorno sobre Investimento) do seu marketing? Seu público-alvo está sendo atingido? Se os resultados forem positivos, excelente, caso contrário, será necessário mudar de estratégia. No entanto, para tomar a direção certa, é preciso analisar as informações.

Marketing, financeiro, comercial, efetividade do suporte, rapidez na entrega e muitos outros fatores devem ter seus resultados analisados frequentemente para mensurar o retorno de seus investimentos. Adote KPIs (indicadores) precisos para cada setor, de forma a analisá-los e saber quando e se é a hora de alterar suas estratégias de negócio.

5- Corte os custos

Muitas PMEs acabam não notando que, em determinados momentos, estão rodeadas de processos desnecessários ou que poderiam ser automatizados, ou ferramentas demasiadas que poderiam ser integradas em uma solução mais econômica e efetiva.

Neste ponto, o auxílio do setor de TI pode ser muito bem-vindo. Por exemplo, caso cada um dos seus setores utilize um software de gestão específico, analise a possibilidade de descartá-los e utilizar uma solução integrada, como um ERP (Planejamento de recurso corporativo).

Além de reduzir gastos com licença, manutenção e atualização de software, o uso do tempo é otimizado e os processos administrativos tornam-se mais ágeis.

6- Qualifique a sua equipe

A visão de negócio é essencial para obter do seu empreendimento o resultado que você almeja, mas comumente, as equipes de trabalho acabam não tendo esta mesma visão ou preparo em virtude da falta de treinamento e definição de métricas claras e precisas.

Integre a comunicação com a sua equipe. Defina objetivos, métodos de conduta e políticas precisas, de forma que todos saibam o que estão buscando e como devem fazer isso. Desta forma, os processos ganham força e a possibilidade de conquista de uma meta torna-se maior.

7- Acompanhe as tendências do mercado

Moda, necessidades, preferências, gostos e desejos. Tudo muda. As preferências dos clientes costumam ser voláteis, ou seja, relativas e influenciáveis por diversos fatores. Para maximizar as vendas através do desenvolvimento de soluções diferenciadas, você deve estar atento a este tipo de mudança.

O que em um determinado período é sensação, em outro já pode ser obsoleto, e se você não estiver atento a isso, pode deixar de efetuar muitas vendas por estar desatualizado em relação ao mercado. Acompanhar tendências é uma prática muito importante para manter e maximizar a cartela de clientes, além de ser uma das vertentes para a inovação.

8- Dê atenção às novas tecnologias

Seja qual for o seu segmento, é necessário aceitar que quanto mais tecnologias estiverem empregadas nos processos do seu empreendimento, mais ágeis e precisos eles serão. Ferramentas, sistemas e outras tecnologias surgem com grande frequência no mercado, e é preciso estar atento a isso para otimizar o seu negócio sempre que possível.

Seja uma nova solução em software mais barata e mais eficaz, um novo equipamento mais potente para a sua rede de internet ou qualquer outra novidade do gênero. Independentemente da sua área de atuação, é essencial estar atento aos upgrades.

Bônus – Saiba que vender mais na crise pode ser mais prático do que se imagina

Embora coloque medo quando a questão em pauta é investir e inovar, é preciso ter em mente que a palavra da vez, embora pareça clichê, é justamente essa: inovação. Se estagnar em tempos amenos já é uma atitude que pode ser bastante prejudicial para o seu sucesso, imagine em meio a uma forte crise financeira.

Vender mais na crise pode ser um processo bem mais simples do que se imagina, basta que o empreendimento seja gerido de forma organizada e que o planejamento esteja sempre em pauta.


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Como o profissional de e-commerce de sucesso enfrenta a crise