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A internet oferece cada vez mais soluções para quem tem negócios e o marketing digital é uma das possibilidades para ter sucesso nas vendas e propagação da empresa. Para ajudar empreendedores e empresários que pretendem investir neste mercado online, listei três oportunidades para aproveitar em 2017.

Inbound Marketing

Ao longo de 2016 confirmamos que a estratégia é muito sólida e pode gerar ótimos resultados se aplicada da maneira correta. Presenciei um caso em que as vendas de um e-commerce aumentaram 400% usando Inbound Marketing.

O mercado implementará muito mais a estratégia e, para quem vai começar o próprio negócio, é essencial adquirir uma ferramenta eficiente de gestão de leads – que são os contatos que podem ser transformados em clientes – fazer um planejamento de persona, jornada de compra e desenvolver todos os canais de aquisição.

Personalização

Uma das outras tendências para o ano seguinte é a entrega de valor para o cliente através da personalização, seja ela de conteúdo, materiais, pontos de conexão com a audiência, entre outros.

Tratando-se de Inbound Marketing, por exemplo, você pode conhecer melhor suas personas e a jornada de compra delas, e a partir disso você pode personalizar e-mails, anúncios, ofertas, abordagens e até mesmo conteúdo como e-books e vídeos.

Vídeos

Uma das melhores oportunidades para os negócios será investir em vídeos. Desde 2015 aposto no formato para produzir conteúdo sobre Marketing Digital. Acredito que 2017 será um ano forte para os vídeos, pois a banda larga está sendo disseminada no Brasil, e com mais gente com acesso à internet de qualidade mais vídeos serão consumidos.

O ideal é somar essas três oportunidades. Não considere elas de maneira segmentada, pois as três juntas serão mandatórias em diversas estratégias e farão diferença em vários mercados.

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O pensador romano Horácio, que viveu entre 65 a.C e 8 a.C, já dizia que “a adversidade tem o efeito de despertar talentos que em circunstâncias prósperas teriam continuado adormecidos”. Viajando mais de 2000 anos no tempo e trazendo esse pensamento para a realidade atual da economia brasileira e, mais particularmente do e-commerce, pode-se afirmar que nunca esta frase fez tanto sentido quanto em 2016.

O ano foi desafiador para um setor que, por si só, já é extremamente competitivo: crise econômica e cenário político agitado, impactando diretamente no bolso e na confiança do consumidor e do empresariado. Se não bastassem esses pontos cruciais, mudanças nas regras de cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e o anúncio do fim do e-Sedex – uma liminar atualmente em vigor obriga a manutenção deste serviço pelos Correios – também colaboraram para deixar o ambiente do e-commerce ainda mais conturbado.

Essas dificuldades foram comuns para todo o varejo eletrônico brasileiro, mas alguns players souberam transpor os obstáculos melhor do que outros e vão reportar resultados robustos, mesmo em meio a tanta adversidade. Essas empresas lançaram mão de diversas táticas, como adoção de novas tecnologias e estratégias de marketing, novos canais de vendas inovadores e de CRM, ou ainda implementaram políticas para melhorar seus processos de gestão a acompanhar bem de perto o retorno sobre o investimento (ROI).

Não importa o método ou ferramenta escolhidos, o componente humano é e sempre será a parte mais importante deste e de qualquer negócio. Não existe mudança ou melhoria que se sobressaia no ambiente empresarial sem ter por trás uma equipe coesa. E mais do que isso: não há sucesso alcançado por um time sem a presença marcante de um líder.

O grande gestor é quem dá o tom da organização. Mais do que o reconhecimento por sua grande bagagem técnica sobre o negócio, ele se destaca por inspirar, engajar, transmitir credibilidade e entender que a sua equipe é o principal ativo da empresa.

Dessa forma, o mercado precisa reconhecer esses líderes que fizeram a diferença em 2016 e premiar seus cases de sucesso. Pensando nisso, o 14º Prêmio Ebit, a principal premiação do varejo eletrônico nacional, homenageará pela primeira vez os verdadeiros responsáveis pelo sucesso das empresas e não apenas estas como um todo.

Podem concorrer ao troféu os CEOs, CMOs e diretores de Inovação das lojas virtuais conveniadas à Ebit e certificadas com as medalhas Diamante e Ouro. Criamos ainda uma terceira categoria para premiar os empreendedores de startups, para consagrar a importância dessas empresas, que são fontes quase inesgotáveis de inovação para o e-commerce.

A Ebit espera que esse prêmio seja um grande marco nas carreiras de seus vencedores. Se você é líder e fez a diferença, inscreva-se até 13 de janeiro. Você já agrega valor para o seu time e para a sua empresa, mas pode também escrever seu nome na história do e-commerce brasileiro.

Muito se diz sobre a Geração Y no mercado de trabalho. Entre análises e estudos, destacam-se alguns preconceitos, como a ideia de que os Millennials, como também são chamados, não gostam de trabalhar. Na verdade, a Geração Y adora trabalhar, mas precisa de motivos que vão além do salário para realizá-lo bem e se sentir satisfeita.

Existem alguns cuidados importantes que devem ser tomados ao tratar com a Geração Y. Muitas pessoas caracterizam essa geração como formada por jovens que alternam muito o emprego, mas isso só é um fato quando as empresas tratam os funcionários de maneira antiquada.

Uma empresa jovem desde o princípio, não se baseia unicamente no tempo de permanência dos colaboradores. Uma pessoa que começou a trabalhar há pouco tempo pode se destacar mais do que alguém mais antigo, desde que dê mais resultados.

No entanto, não é só valorizar o resultado que faz com que os Millennials se sintam satisfeitos.

Satisfação em mudar o mundo

Enquanto muitas pessoas criticam a Geração Y por ser mais egocêntrica, o fato é que trata-se de um grupo de pessoas que geralmente está muito voltado à autorrealização. No entanto, essa vontade de fazer algo que dê satisfação pessoal também está relacionada à vontade de mudar o mundo.

Quando o trabalho promove alguma transformação positiva nas pessoas, ele gera satisfação, mas para isso é preciso que eles conheçam o processo no qual estão inseridos.

É por isso que não basta ensinar um único processo aos profissionais da Geração Y. Eles precisam saber de tudo o que é feito e de como o trabalho deles influencia no resultado final.

Tecnológica e baseada nas interações pela internet desde sua fundação, nossa empresa não viu dificuldades em trabalhar de forma integrada à internet. Mesmo assim, uma dica importante aos outros empresários:

Em vez de impedir o uso das redes sociais ou encarar o celular como um vilão da produtividade, você pode usar tudo isso a seu favor, com aplicativos que ajudam nas tarefas e maior entrosamento da equipe pela internet. Em nossa empresa temos um grupo no Facebook onde sempre trocamos ideias, insights e notícias importantes do segmento.

Mudando o tempo todo

Por fim, a área de Marketing Digital combina com muitos profissionais da Geração Y. Além de permitir levar mensagens positivas às pessoas por meio das redes sociais, como mensagem transformadora dos clientes, por exemplo, é um segmento que está em constante mudança.

É importante estar sempre antenado às novidades e aberto para o novo. Os Millennials são pessoas que não conseguem ficar muito quietas no mesmo lugar, e essa possibilidade de mudança faz com que o trabalho seja ainda mais desafiador e, consequentemente, mais prazeroso.

Para quem está começando um negócio agora e decidiu trabalhar com produtos estrangeiros, importar pode parecer um bicho de sete cabeças à primeira vista. Mas neste artigo vamos te mostrar passo a passo como escolher um fornecedor e negociar um acordo de importação.

Para isso, vamos utilizar o site Alibaba, a maior loja online do mundo e que reúne milhares de fornecedores asiáticos que você pode contatar através do próprio site sem nenhuma burocracia.

1- Começando do princípio: escolhendo o que quer vender

No Alibaba você vai encontrar uma infinidade de produtos e preços. Pense bem no público e segmento que quer atingir para não acabar se perdendo e comprando produtos que ninguém vai se interessar no Brasil.

Escolhidos o público e o segmento (sapatos masculinos, por exemplo), faça uma pesquisa de quais itens disponíveis no site você gostaria de importar: sapatos sociais, botas, chinelos, etc.

A próxima coisa que eu vou falar não é uma regra, mas não custa nada tentar segui-la: escolhidos os tipos de produtos, tente encontrar o máximo de itens que você deseja do mesmo fornecedor. Por que? Bom, porque quanto mais produtos comprar de um mesmo fornecedor, mais chances de conseguir uma negociação melhor você terá, simples assim.

2- Entrando em ação: fazer o contato com o fornecedor através do Alibaba

A melhor parte do Alibaba – e o que o diferencia dos e-commerces tradicionais – é que ele permite que você entre em contato diretamente com o fornecedor.

Você pode fazer isso de duas maneiras: clicando em “Contatar Fornecedor” ou em “Solicitar Cotação”. As duas formas são parecidas, mas a ideia é que ao solicitar uma cotação você receba a informação de valores de várias empresas diferentes, já que a solicitação será enviada para vários fornecedores com perfis semelhantes ao escolhido por você.

Para mandar uma comunicação efetiva ao fornecedor lembre-se de mencionar na mensagem os seguintes pontos:

• Qual a quantidade desse tipo de produto que você gostaria de importar e quantas unidades de cada variação (tamanho, cores, etc);
• Qual a quantidade mínima por produto (QMP) que você pode importar;
• A frequência com a qual você gostaria de fazer essa importação e qual o valor que ele conseguiria te oferecer para ser um fornecedor recorrente;
• Quais as opções para o pagamento do pedido que ele pode te oferecer;
• Existe algum custo para o envio de amostra do produto em questão antes de fechar a negociação?

Essa última pergunta é fundamental para você ter certeza que não está levando gato por lebre e de fato comprando produtos com uma boa qualidade.

Enviada a mensagem, leve em conta que pode demorar alguns dias para que você receba um retorno. Enquanto isso, continue pesquisando outros fornecedores para ganhar tempo caso a primeira opção não atenda às suas necessidades.

3- Acertando os detalhes da negociação

Depois que você já recebeu a amostra do produto e decidiu por continuar o processo de importação, você precisará acertar alguns detalhes com o fornecedor antes que o acordo seja finalizado.

Forma de pagamento do pedido

Existem muitas formas de realizar um pagamento internacional, porém, a maioria delas não oferece nenhuma garantia caso você sofra um golpe.

Tome muito cuidado com esse ponto da negociação; além de só fazer acordo com fornecedores certificados, dê preferência aos que permitem o pagamento do pedido através do PayPal, uma das formas mais fáceis e seguras de se pagar por uma compra internacional.

No que diz respeito às taxas de importação que devem ser pagas, leve em consideração que a maioria das negociações são fechadas no modelo FOB (Free on board), onde o exportador se responsabiliza por todos os custos até o embarque da carga no navio, enquanto o importador se responsabiliza pelos custos do destino, como desembaraço da carga.

Quando o pedido será entregue?

Se você nunca comprou da China ou de qualquer outro país, talvez não saiba que as encomendas geralmente demoram de 40 a 60 dias para serem entregues, mas esse prazo é só uma estimativa.

Na realidade, os pedidos podem demorar mais se a mercadoria precisar passar por um dos chamados canais de inspeção alfandegária ou se o navio precisar mudar a rota por algum motivo, por exemplo.

Portanto, é melhor não fechar a negociação em cima da hora para não correr o risco de ficar literalmente a ver navios.

Será que é seguro comprar desse fornecedor estrangeiro?

Uma coisa é insistir em algo que acredita mesmo que exista uma chance de dar errado, outra é dar um passo maior que a perna e correr riscos desnecessários.

Não feche negócio apostando todas as suas fichas se ainda não estiver totalmente seguro que o fornecedor vai ser capaz de entregar o seu pedido com a mesma qualidade que a amostra. Mesmo que você tenha que atrasar o lançamento da sua loja, nesses casos a pressa costuma ser inimiga da perfeição.

Tire todas as dúvidas para ter certeza de que os dois lados estão falando “a mesma língua” quanto ao que deve ser entregue; isso evitará prejuízos posteriormente. Existem milhares de outros fornecedores seguros e certificados no Alibaba, então não tenha medo de dizer um “não” se estiver desconfiado do acordo.

Se a sua empresa já está com a documentação em dia e você pretende comprar uma leva muito grande de produtos (mais de 20 mil dólares), pergunte ao fornecedor se o pagamento pode ser feito através de uma carta de crédito. Essa é uma forma mais segura (para ambos) de fazer pagamentos de grandes quantias a distância.

Entendido?

É possível começar a importar com sucesso para seu e-commerce mesmo que você nunca tenha tido experiência com isso antes.

Estudar bem o modelo de negócio e as práticas mais comuns, tomar algumas precauções básicas de segurança (principalmente com relação ao seu dinheiro) e desconfiar de qualquer proposta “milagrosa” já são boas dicas para que você consiga importar sem problemas.

Decreto desonera o capital de giro dos contribuintes do ramo de Comércio Eletrônico e reduz custo operacional das empresas

A partir de agora, empresas de e-commerce atuantes em São Paulo passam a ter regime especial de tributação, o mesmo utilizado pelos grandes varejistas que detém centros de distribuição em território paulista.

“Assinamos esse decreto possibilitando que não haja acúmulo de crédito do ICMS, porque a própria empresa ‘ponto com’ será o polo da substituição tributária”, afirmou o governador Geraldo Alckmin. “Isso é importante porque o setor é o campeão de empregos. Além disso, estamos facilitando o comercio eletrônico aqui em São Paulo e evitando que empresas saiam do Estado”.

Com essa medida, as companhias que realizam operações interestaduais via comércio eletrônico poderão adquirir mercadorias sem a aplicação da substituição tributária e recolher o ICMS apenas quando derem a saída dos produtos.

A iniciativa irá desonerar o capital de giro das empresas que atuam com e-commerce e reduzir seu custo operacional.

Como funcionava

Mesmo em uma operação interestadual, esses contribuintes eram obrigados a recolher o imposto por substituição tributária para, posteriormente, solicitar o ressarcimento do valor à Secretaria da Fazenda.

Esta medida altera o DECRETO Nº 57.608, publicado em 12/12/2011.

Fonte: Portal do Governo do Estado

Se, em negócios, olhar para trás é uma forma de aprender e tirar lições para aplicá-las ao presente, inclinar-se para o futuro é uma maneira de se antecipar às mudanças no mercado e, assim, lançar-se à frente da concorrência.

Seguindo essa recomendação, os profissionais de e-commerce devem ficar de olhos bem abertos para as novas tecnologias que, ao longo de 2016, foram testadas e aprovadas pelos principais canais de venda online e se tornaram referência no mercado digital, bem como as estratégias que se consolidaram na abordagem do público consumidor do varejo moderno.

Que o mercado segue aquecido mesmo diante da crise, disso ninguém mais dúvida. A Ebit, empresa especializada em reunir informações do e-commerce, publicou recentemente dados do mercado referentes ao fechamento do primeiro semestre.  De acordo com o 34º WebShoppers, o principal relatório sobre o setor no País, as vendas pela internet atingiram um faturamento de R$ 19,6 bilhões no primeiro semestre de 2016. O valor representa um crescimento nominal (descontada a inflação) de 5,2% em comparação ao mesmo período no ano passado.

Para não perder a oportunidade de surfar nessa onda, os empresários devem se preparar, desde já, para investir nas melhores práticas e ferramentas de que o mercado dispõe, além de apostar naquilo que, nos próximos anos, irá definir quem segue em frente e quem está condenado a perecer por obsolescência.

Para ajudar o varejista a se adiantar à concorrência e ganhar relevância junto ao consumidor, listei abaixo algumas das possíveis tendências do e-commerce para 2017:

1- Relacionamento é a alma do negócio

Com a maior competitividade no e-commerce, as empresas devem disputar o laço afetivo do consumidor: o foco é na experiência de compra. Mais do que o produto e o serviço adquirido, a tendência é que o consumidor valorize o processo da compra em si, e o relacionamento da marca com o cliente é crucial nesse momento.

Por que preciso de um SAC no meu e-commerce?

Para o cliente valorizar, ele preciso se sentir valorizado. Daí os empresários do ramo precisam entender que não se trata mais de vender algo para uma pessoa, mas de valorizar a relação estabelecida com ela.

Além disso, com as compras mais personalizadas e feitas na palma da mão, o consumidor deve ficar cada vez mais no comando – e esse detalhe é fundamental no momento de abordagem.

2- Omnichannel ampliado

O consumidor moderno é um consumidor multiplataforma. A mesma pessoa que adquire um produto no Shopping Center pode comprá-lo pela internet. O que muda não é o cliente, mas a opção de compra.

Portanto, o varejo deve estar presente em todas esses canais de venda – é o conceito omnichannel, que muito se fala, mas pouco se faz. Em 2017, o mercado deve contar com mais ferramentas que consolidam esse intercâmbio de canais.

Seu negócio está preparado para o Omnichannel?

Um exemplo disso, é o recém-lançado aplicativo iPDV, que, dentre outras funções, sincroniza os estoques da loja física e virtual e mantém o varejista em contato com o cliente pela internet. A integração de canais de venda, com uso de mais tecnologia embarcada, é um futuro inexorável: o consumidor é um só e transita livremente pelos meios físico e digital.

3- Mobile first

Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) divulgados este ano pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o celular é hoje o principal meio de acesso à internet, sendo usado por 80,4% das casas dos brasileiros com acesso à rede. Estes, por sua vez, já representam quase 55% da população.

Pesquisas independentes mostram que o smartphone já virou uma alternativa na hora de fazer compras e já representa mais de 15% dos pedidos online. Com a adaptação das lojas virtuais para o mobile é de se esperar, portanto, um crescimento na participação do mercado varejista online no chamado m-commerce.

Site responsivo, dedicado ou aplicativo: qual a melhor estratégia mobile para e-commerce?

4- Novos meios de pagamento

A tecnologia avançada trouxe conveniência até para o ato de compra. O mercado já oferece novos meios de pagamento com tecnologia embarcada que agilizam o processo e colaboram com a experiência de compra acima mencionada.

Uma dessas novidades é a carteira virtual no e-commerce, que já foi abraçada por grandes redes de varejo. O dispositivo registra os dados dos cartões e é ativado por meio do mecanismo Touch ID, de leitura biométrica, que facilita o pagamento. Dois cases de sucesso no mercado são o Apple Pay e o Samsung Pay.

5- Personalização

Conteúdo (vídeos, textos, redes sociais e anúncios) e ofertas (recomendação de produtos e descontos) tendem a ser cada vez mais personalizados para o consumidor. O intercâmbio de dados junto às redes sociais permitirá ao varejo definir um perfil mais preciso da demanda, e, por consequência, trabalhar uma divulgação mais assertiva de conteúdo e ofertas, além de definir o próprio nicho de mercado atendido pela loja virtual.

Big data: as informações do seu site valem ouro

Na era da big data, o varejista tem a oportunidade de conhecer em detalhes o perfil de compra de seu cliente e entender suas preferências na hora de colocar o produto no carrinho. Como é sabido, o consumidor deixa rastros por onde quer que passe, facilitando o monitoramento de seus hábitos de consumo.

Novas tecnologias vão ajudar a fazer uma “leitura” mais inteligente dessas informações. Com essa riqueza de dados à disposição, o vendedor tem condições de antecipar o comportamento de compra do consumidor e, assim, criar oportunidades de venda.

Ao comprar por meio da internet, grande parte da população não tem ideia do tamanho da operação que está por trás da tela do computador. No entanto, uma pesquisa recente encomendada pela PayPal revela que 92,64% dos empreendimentos virtuais são de pequeno porte.

A tendência é que o número de pequenos negócios só aumente, já que além da tradicional loja própria, os empresários do mundo virtual contam também com a opção dos marketplaces, shoppings virtuais que permitem o comércio com facilidade e ampla visibilidade.

Como ainda se trata de uma “novidade” no Brasil, pode ser que o empreendedor fique em dúvida sobre apostar ou não nesta alternativa. Para ajudar na escolha, levantamos os benefícios de cada um dos formatos, confira.

Por que a reputação é tão importante nas vendas em marketplaces?

Clientes

De nada adianta uma loja linda se não houverem compradores para movimentar. Os marketplaces já possuem uma visibilidade e estratégias de marketing consolidadas que garantem um fluxo frequente de visitantes aos lojistas.

Para quem está começando, entrar em um shopping virtual pode ser uma boa forma de se lançar na internet. Quem opta pela loja própria precisa reservar um capital de giro e trabalhar massivamente ações de divulgação até que os visitantes apareçam.

Infraestrutura

Nos marketplaces é preciso ter os produtos disponíveis, tirar boas fotos e criar descrições criativas, subir tudo na plataforma e começar a vender. Na loja virtual, o lojista tem a possibilidade de contratar uma plataforma de e-commerce que já oferece sistema de pagamento.

Daí em diante, a preocupação se volta para o planejamento de marketing, as vendas, o estoque, etc. A vantagem é que o proprietário pode controlar toda a sua operação, oferecendo vantagens exclusivas a seus clientes.

Marketing

Fazer marketing na internet está cada dia mais simples e isso é uma vantagem para o lojista virtual. Dá para começar pelo marketing de conteúdo, estruturar estratégias para o inboud marketing e reforçar vendas com links patrocinados, que tem investimento flexível.

O marketing por conta própria dá visibilidade a uma única marca, ou seja, uma loja virtual própria, o que ajuda a conquistar clientes fiéis. Já no marketplace o marketing é massivo, sem foco neste ou naquele lojista que o compõe.

Concorrência

No Brasil atualmente são 450 mil e-commerces disputando espaços, então para se destacar é preciso ter uma boa estratégia, atraindo clientes por identificação com o negócio ou pela relevância do empreendimento perante o público.

No marketplace os elementos fortes para se diferenciar são preço e velocidade da entrega.

Lucro

Como cobrar mais pelo mesmo produto? Quem vende por conta própria pode, com o tempo, trabalhar a percepção de valor dos seus clientes, para que eles topem gastar mais em um produto por conta do relacionamento estabelecido com a marca.

Já no marketplace como a marca não está em destaque, a palavra de ordem é número de vendas: a dica é diminuir a margem de lucro e brigar pelo preço.

É bom lembrar que a cada venda realizada, há o pagamento de uma comissão para o shopping virtual.

Estoque

Estoque parado é dinheiro perdido. Então aqui a dica é movimentar por meio de promoções. No marketplace não é possível lançar promoções a hora que desejar, por isso na hora de realizar ofertas a loja própria dá mais liberdade.

Vai vender em marketplace? Tenha atenção redobrada com o estoque

Os marketplaces operam com grandes promoções que contemplam todos os lojistas, já a loja consegue individualizar sua queima de estoque.

Marca

Para quem mantém o comércio virtual como segunda fonte de renda e não tem necessidade de crescer, os marketplaces são ótimos, porque demandam menos tempo na gestão e cumprem o seu papel.

No entanto, para quem fez da loja sua principal atividade, vale a pena refletir sobre quanto tempo e dinheiro quer e pode investir para dar personalidade ao negócio.

Como destacar seus produtos dentro de um Marketplace?

Não necessariamente precisa existir uma escolha, pois dependendo do que se deseja, as duas plataformas trabalhadas de maneira unificada podem trazer um resultado ainda mais positivo. Para aumentar as chances de acerto é preciso ter claros objetivos e o planejamento a ser seguido.

O estudo, que pode ser baixado gratuitamente, faz um comparativo das 32 principais plataformas do mercado

Para ajudar o empreendedor que está entrando no mundo do varejo online e procura um serviço para a criação de sua loja, foi lançado neste mês de outubro o Guia Plataformas de E-commerce 2016. Produzido pelo blog Profissional de E-Commerce, em parceria com a PayU, empresa global de pagamentos online, o manual informativo digital traz um compilado de dados das principais plataformas existentes no mercado brasileiro para a operação de uma loja virtual.

Trata-se da segunda edição do guia, sendo que a primeira foi lançada em 2014. Agora, o estudo conta com o apoio da PayU para seu lançamento e divulgação. O e-book contém informações fornecidas pelas 28 principais plataformas no modelo SAAS onde o lojista paga uma mensalidade para usar o sistema e mais 4 plataformas no modelo código aberto (que necessita um programador para implantar e configurar).

Em um formato bastante visual incluindo serviços e benefícios que são importantes na hora da escolha, o documento apresenta comparativos como meios de pagamentos oferecidos, integração com marketplaces, adaptação para dispositivos móveis, entre os 14 itens avaliados, para que o pequeno, médio ou grande varejista possa avaliar qual ferramenta pode atendê-lo melhor.

“Para esta edição do Guia fizemos uma pesquisa com varejistas de diferentes portes e ouvimos deles quais as funcionalidades e diferenciais  que atualmente são importantes ou que eles desejariam que suas plataformas tivessem”. destaca Daniel Cardoso, Diretor de Treinamento de Marketing Digital da Impacta e um dos fundadores do Blog.

Para marcar o lançamento, ocorrido no dia 04, a PayU realizou um evento em que reuniu tanto representantes das plataformas incluídas no estudo quanto lojistas parceiros. O encontro, chamado de “Café e-Conteúdo”, aconteceu na sede da empresa, em São Paulo.

“Sabemos que as empresas têm dificuldade na hora de escolher a plataforma e conhecer os fatores que influenciam na operação de seu negócio é algo muito importante. Consideramos esta uma etapa decisiva para o progresso do negócio e vemos este guia como um estudo completo e uma maneira do lojista conseguir identificar mais facilmente qual solução melhor se encaixa com as suas necessidades”, explica Marcos Marins, CEO da PayU no Brasil.

Gratuito, o Guia Plataformas de E-commerce 2016 já está disponível para download:

Guia Plataformas de E-commerce

Igual a um empreendimento, os primeiros anos de vida de um bebê são incríveis. Maravilhosos? Claro! Muiiiito trabalhosos? Também! Mas algo assombroso acontece durante esse período: as crianças são a principal prova de como é possível crescer diariamente e se desenvolver a cada novo acontecimento. Como disse, igualzinho a um empreendimento.

Se você tem a oportunidade de estar perto de alguma criança e vê-la crescer, certamente se surpreende com a forma de desenvolvimento dela. Sempre me vem à cabeça a mesma ideia: se um adulto pudesse manter as características de uma criança, o quanto isso ajudaria a percorrer o caminho no mundo empreendedor!
Por isso, fiz uma lista abaixo do que pude aprender das crianças sobre ter um negócio próprio:

1- Ser perseverante

Quando uma criança quer algo, não se cansa de tentar até conseguir. Sem se importar com quantas vezes a neguem, ela insiste, volta a insistir e continua insistindo até conseguir. Não há (quase) nada que a detenha e não se dão por vencidas facilmente.

No mundo empreendedor, a perseverança é chave. Se um empresário desanima nos primeiros problemas, provavelmente não levará o projeto muito mais à frente. É preciso lembrar que nós sempre devemos encarar os desafios de frente e não desistir dos nossos objetivos.

2- Saber negociar

Como dizia antes, “quase” nada as detém. Mas se percebem que há algum obstáculo para chegar à sua meta, começam a próxima etapa: a negociação. A meta? Tentar melhorar a situação para ficar mais perto do objetivo. Uma capacidade natural e incrível das crianças!

Levante a mão o pai/a mãe que nunca disse ao filho alguma dessas frases: “só mais cinco minutos e depois já para a cama”, “guarde seus brinquedos ou não ganhará mais nenhum” ou “coma toda a comida e depois brincamos”.

Quão bom seria poder manter essa capacidade de negociar com as crianças e aplicá-la nos negócios para conseguir melhores condições? Não é agressivo e nem forçado; se trata de não ter medo de pedir o que nos pareça melhor para nosso projeto.

3- Sair da zona de conforto

O medo do fracasso é algo natural nos adultos (alguns mais, outros menos), mas se potencializa quando se trata de um projeto próprio. Quantas vezes você já escutou a frase “precisa sair da sua zona de conforto”?

Creio que uma única tarde cuidando de alguma criança poderá te inspirar. Elas são incríveis: não têm medo do novo e nem de falhar. Não só estão abertas a novas experiências, mas também as encantam testá-las.

4- Desfrutar o momento

Para os pequenos, o caminho é tão importante quanto o destino. Eles desfrutam de cada momento, vivem no presente. Uma viagem de carro para a casa da vovó se converte em uma oportunidade para descobrir um mundo novo pela janela: outros carros, cores do semáforo, pessoas caminhando na calçada, tudo é uma emoção.

Escutei várias vezes de empreendedores (como eu) o seguinte conselho: um projeto só terá chance de sucesso se for algo que realmente te apaixone. Durante o caminho haverá muitas pedras e é necessário paixão para conseguir transpô-las. Caso contrário, você provavelmente irá desistir por achar que não vale tanto a pena assim. O desenvolvimento de um projeto que nos apaixone também pode nos ensinar a desfrutar do caminho e não só do resultado final.

5- Desafiar os limites estabelecidos

No mundo infantil não existe status quo. Desde que adquirem a capacidade de entender que algo “não se pode fazer”, também aprendem a habilidade de desafiar os limites. “Não aperte este botão, ok? Por que não? Olha como eu consigo apertar o botão!”. Soa familiar?

Se não estão de acordo com algo, vão desafiá-lo e mudá-lo. Buscar uma nova maneira e fazer da forma mais “conveniente” (por ser mais divertida ou agradável). Pensemos no mundo dos negócios… quanto demoramos para tomar a decisão de sair do “estabelecido”?

6- Saber pedir ajuda

As crianças não têm medo de pedir ajuda, simples assim. Se percebem que não podem fazer algo por sua conta, não se rendem. Sabem que pedir ajuda irá levá-las mais perto de seu objetivo. E por isso o fazem, sem pensar duas vezes.

Como adultos, às vezes nos custa pedir ajuda. Como empreendedores, então, muitas vezes! Queremos assumir tantas tarefas ao mesmo tempo e sobre temas tão diferentes que relutamos muito na hora de aceitar ajuda.

7- Nunca deixar de aprender

Os pequenos adoram conhecer coisas novas. Ver como um bebê de dois anos aprende palavras novas todos os dias é algo realmente maravilhoso. Se alguém diz alguma palavra nova, eles a repetem da melhor maneira possível e fazem disso uma incansável diversão. Estão realmente desfrutando a experiência.

Como adulto, tenho que admitir que os invejo. Quanto gostaria de poder manter essa capacidade de absorção das coisas e de surpreender-me com cada descoberta.

8- Conhecer o público

O que é melhor para um empreendedor do que conhecer seu público? Ter a possibilidade de saber quem são os compradores dos seus produtos é ter o poder de saber como atuar e comunicar-se com sua audiência.

As crianças têm essa capacidade bem desenvolvida. Conhecem seu “público” e sabem exatamente com quem podem fazer o que. Por exemplo: “mamãe não me deixa comer sem babador e me faz guardar meu brinquedos. Papai é perfeito para brincar pela sala e posso espalhar todos os meus brinquedos sem que eu tenha que recolher depois. Já meus avós me deixam fazer tudo!”

Não deixo de pensar que, conforme crescemos, vamos perdendo essas características que poderiam nos ajudar no mundo adulto. Mas também me parece que um negócio próprio é como o “bebê” de cada empreendedor, não? Então, só me resta usar essa mesma paixão que cada um põe em seu projeto para evitar que essas coisas tão presentes e naturais das crianças não se percam no dia a dia.

Atualmente, o conceito de omnichannel está sendo muito comentado e discutido pelos profissionais do setor varejista. As marcas precisam se reinventar e adaptar para poder atender a todos e não ficar de fora da linha de interesse dos consumidores.

O que se percebe é que essa não é mais uma questão conceitual, mas os novos compradores fazem parte de uma geração que está 100% conectada a todos os canais.

Seu negócio está preparado para o Omnichannel?

A multicanalidade e o omnichannel se complementam e são interligadas com um único objetivo, proporcionar melhorias e excelência no atendimento ao cliente. Uma empresa para se tornar multicanal precisa oferecer aos seus consumidores diferentes canais de vendas e comunicação. Mas, é preciso que eles estejam integrados, planejados, e gerido de forma correta, proporcionando a sensação de uniformidade entre todos os meios.

Devido a isso, toda ação que é feita na loja física precisa estar atualizada no banco de dados da empresa, já que muitos compradores ainda preferem fazer as compras de forma tradicional. Alguns varejistas estão inovando e criando novas estratégias para atrair esse público, como por exemplo, ter a possibilidade de comprar em um ambiente online e poder trocar em uma loja física, é uma facilidade, para aqueles que ainda têm medo de adquirir pelo e-commerce. Dessa forma, as lojas virtuais evitam que o consumidor fique insatisfeito com a aquisição, melhorando o relacionamento entre as duas partes.

Já que essa nova geração está cada vez mais exigente e antenada, as marcas precisam estar presentes em todos os canais de comunicação como e-mail, telefone, canal de atendimento e em todo tipo de rede social, para poder se aproximar do cliente e saber tudo o que está sendo falado a seu respeito. Mas, além de proporcionar uma experiência de compra feita por vários canais, é preciso oferecer comodidade para que ela não se vire contra a marca, pois nas redes sociais, uma reclamação ou opinião negativa pode ser divulgada em poucos minutos e a sua imagem pode ficar fragilizada.

Podemos perceber que não há regra e nem jeito certo de implantar essas ferramentas, pois depende do segmento que a marca atua e para qual público que ela é destinada. Quando o omnichannel e a multicanalidade são feitas sem erro e de forma que o cliente fique satisfeito, a única certeza que temos é que a mesma se torna essencial para fidelizar um cliente antigo, captar novos prospects e parceiros, além de aumentar a taxa de conversão das vendas e alavancar o negócio.