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Seth Godin é uma figura bastante conhecida no mundo dos negócios. Fundador da Yoyodyne, uma das empresas pioneiras a atuarem no marketing digital, é autor de livros sobre o tema e reconhecido como uma referência na área.

Uma de suas afirmações mais conhecidas é justamente a que intitula esse artigo:

“Não procure clientes para o seu produto – encontre produtos para os seus clientes.”

Mas, afinal, o que isso quer dizer? Pegue um café e vamos conversar.

Para o que sua empresa existe?

Começando pelo mais básico: sua empresa não deve “existir por existir”. É preciso que ela tenha um propósito claro, uma missão. Não adianta vender algo milagroso que, em termos práticos, não soluciona nenhum problema ou dificuldade. Mais do que uma ideia inovadora, você precisa se preocupar em desenvolver um produto ou serviço que tenha real valor para a sociedade.

É bastante comum que, ao começarem a empreender, as pessoas invistam em soluções que consideram geniais – e teoricamente o são. Mas muitos desses novos negócios falham justamente por falta de demanda do mercado, ou seja, porque não há consumidores suficientes dispostos a comprar.

Um exemplo: antes de a Nuvem Shop nascer, seus fundadores investiram em uma outra empresa que também era relacionada a e-commerce mas tinha uma proposta diferente – a compra, venda e troca direta de produtos. Só depois perceberam que, na realidade, os novos empreendedores estavam buscando uma forma de terem seu próprio canal, sua própria loja virtual.

Não dispense a análise de mercado

A internet é uma maravilhosa fonte de informação, e você pode (e deve) usá-la a favor do seu empreendimento. Depois de entender qual a missão da sua empresa, dedique-se a fazer uma análise de mercado para saber de qual forma você poderá torná-la real e de fato fazer a diferença.

Para isso, vale a pena usar ferramentas como o Google Trends, que indica o volume de buscas online para cada palavra-chave. Talvez você pense em abrir uma loja virtual de doces, por exemplo, mas percebe que o interesse do público está ultimamente em alimentos fitness. Será que não vale a pena encontrar uma forma de aliar as duas coisas?

Outra medida indispensável é estudar a sua concorrência. Quais são as empresas que oferecem soluções similares à sua? Elas têm particularidades? Qual o ponto forte de cada uma e o que você pode fazer melhor? Identifique essas respostas e comece a trabalhar no branding da sua marca para ter uma diferenciação.

Saiba se posicionar

É preciso também saber exatamente qual a melhor abordagem para o público-alvo a quem você espera se dedicar. Como não é possível fazer tudo ao mesmo tempo, Michael Porter, outra referência do marketing, sugere que os administradores escolham uma entre as três estratégias genéricas de posicionamento estratégico:

  • Excelência operacional
  • Intimidade com o cliente
  • Inovação voltada a produto

Talvez, ao escolher a primeira alternativa, você não possa oferecer vários produtos diferentes de uma única vez, porque precisa garantir que dá conta da logística e do atendimento – e tudo bem.

Por outro lado, escolhendo a segunda opção, pode ser que o seu negócio passe muito tempo dedicado a atender necessidades mais cotidianas dos consumidores e não tenha muitas maneiras de inovar e trazer algo novo com frequência.

A terceira estratégia, por fim, requer uma ousadia extra para desenvolver produtos completamente originais, mas não pode esquecer de manter um bom serviço e atender os desejos do público.

Desafiador? Sem dúvida. Claro que o ideal é valorizar todas as questões, mas cada uma deve ser priorizada em seu próprio momento e contar com ações exclusivamente dedicadas, de acordo com a evolução do seu empreendimento.

Confira este artigo completo com exemplos no Blog da Nuvem Shop.

O growth hacking é uma estratégia de posicionamento web de baixo custo que cria grandes benefícios para as marcas.

Dizem que o growth hacking e as startups andam de mãos dadas, sendo também um comum denominador em aplicações como Facebook, Twitter, Instagram ou o LinkedIn. Esta forma de ver o posicionamento, passou do mundo online para também ser aplicado no mundo das PME´s e dos negócios físicos.

Leia também:

A ciência por trás da taxa de abertura de email marketing (e como fazer mais pessoas abrirem os seus!)

As organizações podem usar esta filosofia no bem estar do seu negócio utilizando uma ferramenta de email marketing.

O que é o growth hacking, e como usá-lo através de uma ferramenta de email marketing?

O growth hacking é a resposta a baixos orçamentos, ao querer fazer bem as coisas mas sem contar com todos os elementos necessários para fazer marketing tradicional, que implica publicidade e portanto ter grandes quantidades de dinheiro “debaixo da manga”.

O growth hacking é definitivamente para posicionar um produto, tendo como base o mesmo artigo, sem que isto signifique o desenvolvimento de marketing focado no mesmo. A ideia essencial do growth hacking, é crescer de forma sustentada sem muito esforço e sem grandes orçamentos.

O que devem ter em conta as marcas para aplicar o growth hacking?

1- Produto com growth hacking: o produto deve responder à uma necessidade, resolvendo algum tipo de problema. Existem 3 fatores chave debaixo desta filosofia: o produto, o mercado e a equipe. A sinergia entre estes 3 fatores permitirá oferecer um produto que encaixe com o mercado que necessita. As organizações podem ter um excelente produto, mas se este não responde à uma necessidade, pode significar fracasso.

2- Reinventar-se: as marcas devem manter um relação de continuidade dos seus clientes, já que num mercado há sempre concorrência. No growth hacking, deve-se estar na vanguarda e alerta à qualquer possível alteração.

3- Fidelização sempre: Pareto mencionava a lei de 80/20; se esta lei for transferida para o plano de vendas podemos dizer que 80% da receita é alcançada por 20% dos clientes. É mais difícil atrair novos clientes que conservar os já existentes, um cliente fidelizado, é a longo prazo um embaixador da marca, denominado brandlover, alguém capaz de falar sobre a marca positivamente e fazer a tão procurada “publicidade do boca a boca”.

Como utilizar uma ferramenta de email marketing de acordo com esta estratégia?

O growth hacking procura incrementar de forma notória o nível de utilizadores com o mínimo de gasto e esforço.

O email marketing cumpre sempre com este primeiro requisito, é uma ferramenta de comunicação econômica e rentável, com um ROI de 4308%.

1- Envio de questionários de satisfação ao cliente

Os feedbacks dos clientes é sempre importante.

Com uma ferramenta de email marketing pode-se criar e enviar questionários de satisfação ao cliente. O FormBuilder é uma das extensões que a ferramenta de email marketing pode contar. Esta extensão é de uso gratuito, permitindo a possibilidade de criar formulários de inscrição, questionários e landings para as listas de contatos de forma rápida e prática.

Isto permitirá às organizações conhecer melhor os seus clientes, além disso de poder conhecer os “insights” necessários para melhorar os produtos e ter um melhor serviço de pós-venda.

2- Uso de botões na newsletter

Utilizar CTA (call to action): através de botões de “chamada para ação” que convertam, que alcancem esse grande passo de transformar um cliente potencial em um real. Como devem ser estes botões?

• Letras e fundo com contraste;
• Instruções claras e precisas como: “Eu quero”, “Clique aqui”, “Registrar-se”, etc;
• Devem estar localizados: no final do artigo, acima à esquerda onde os olhos dos nossos utilizadores estão (leitura ocidental) ou no meio do artigo.

3- Criatividade primeiro: Conteúdo que desperte curiosidade

Uma grande estratégia de email marketing emana criatividade. Desde o assunto, passando pelo preheader e chegando até ao corpo da mensagem, a originalidade deve estar presente, o conteúdo deve surpreender.

Seguindo a ideia do growth hacking, se a organização possui um blog, inicialmente deverá identificar os artigos que originam mais tráfego e começar a partilhá-los nas newsletters mensais. Com esta opção, as marcas conseguiram agilizar o processo de implementação de uma estratégia de email marketing e por fim atrair novos leitores.

Mais sobre Growth Hacking:

Growth Hacking: 10 técnicas de vendas para aumentar a conversão do seu e-commerce

Antes de mais nada, quero deixar claro que sou São Paulino doente. Daqueles que desliga o telefone e fica de mau humor o resto do dia caso meu time não jogue bem. Ganhar ou perder faz parte do jogo, mas o que me tira do sério é a falta de integração do time.

Justiça seja feita, quando vejo o Corinthians jogar, a realidade é completamente diferente. Vejo um time organizado, com uma defesa sólida, um meio de campo organizado e uma ligação eficiente desde a defesa até o ataque (eventualmente, com a realização do gol). É um time que funciona, onde as parte são conectadas e conversam entre si.

O mais curioso disso tudo é que o time do São Paulo teve muito mais tempo e dinheiro para se planejar. O técnico estava contratado desde o ano passado, foram feitos fortes investimentos em novos recursos e o clube teve um grande período de preparação.

Enquanto o Corinthians aproveitou um técnico da base, trouxe jogadores mais baratos e muitas vezes com pouco crédito e começou a temporada sendo considerado um “catado” de jogadores (cenário que lembra meu glorioso Tricolor de 1991 e 1992 comandado pelo mestre Telê, mas talvez poucos tenham tido a magnífica oportunidade de ver aquele time jogar).

Mas agora você deve estar se perguntando o que tudo isso tem a ver com a gestão do seu e-commerce? Nós, da GS&Comm, enxergamos que alguns pilares que fazem um time funcionar são os mesmos que devam estar presentes em seu negócio para que ele tenha sucesso. Claro que isso é uma grande analogia, mas vamos falar mais sobre cada um deles.

Propósito (Objetivos)

Há alguns anos, o Corinthians vem trabalhando em um time que pensa em ser campeão. Entre erros e acertos, a ideia é montar um time que seja competitivo e que consiga enfrentar seus concorrentes de igual para igual. No caso do São Paulo, o time começou com a mentalidade de transformar um grande ídolo em um técnico de futebol, fugindo completamente de seus objetivos.

Para um e-commerce, a ideia é exatamente a mesma. Você precisa desenhar um plano de negócio, analisar a concorrência, mensurar quais serão seus principais obstáculos. Com isso, traçar um objetivo factível e evitar fugir desse caminho.

Certamente haverá correções de rota, mas sua loja precisa de um propósito bem definido. Isso ajudará você a identificar melhor seu cliente, definir com mais clareza seu sortimento de produtos e combater mais firmemente a concorrência.

Plano de Negócios: Como tornar o Sonho do Empreendedorismo uma realidade

Cultura (Técnico)

Nesse período em que o Corinthians definiu seus objetivos, ele também implementou uma cultura bem definida, conhecida por todos como a “Era Tite”. Mesmo o técnico tendo saído do time, a cultura permaneceu, pois foram escolhidos substitutos que tivessem sinergia com essa cultura e que soubessem respeitá-la. Enquanto isso, no São Paulo, depois de um período de firme cultura definida pela “Era Murici”, o time conseguiu trocar mais de dez vezes de técnico nos últimos dois anos. Ou seja, perdeu a linha central que segura um time unido.

No mercado digital, ou nesse caso, em qualquer outra empresa, uma cultura clara que seja abraçada por todos seus funcionários é primordial para que a empresa funcione com o mínimo de ruídos possível e que os direcionamentos sejam incorporados de forma natural e sem conflitos internos. Trazendo para o mundo real, o Whole Food (recém adquirido pela Amazon) coloca essa cultura como um dos pilares de seu sucesso. Pois, todos os funcionários acreditam na cultura da empresa e viram seus embaixadores. Todos têm orgulho de vestir essa camisa.

Zappos e a Cultura de Atendimento ao Consumidor

Infraestrutura (Setor defensivo)

Nem sempre é preciso ter as melhores ferramentas de mercado para montar uma infraestrutura técnica eficiente. Algumas empresas, a partir de soluções caseiras, conseguem ter resultados maravilhosos. Enquanto isso, outras resolvem investir em ferramentas de ponta, mas ainda não estão preparados para elas.

Os sistemas não se conversam e têm potenciais muito superiores aos que estão sendo colocados em prática. Assim, a empresa desvia recursos valiosos para adquirir essas ferramentas, enquanto deixam de investir em áreas mais importantes. Nesse sentido, o mais importante é você ter um sistema que atenda sua demanda de forma eficiente, com o mínimo de esforço possível e maximamente automatizado.

No caso das defesas dos dois times é a mesma coisa. O Corinthians mantém um esquema que funciona para o time: mesmo trocando as peças, as rotinas permanecem as mesmas e apresentam um bom funcionamento. Enquanto isso, seu rival não consegue completar sequer alguns jogos com o mesmo padrão. Isso causa falhas e resulta em resultados negativos.

Antes de escolher a plataforma, confira estes 12 requisitos

Processos (Meio campo)

A partir desse momento, se você não tem uma infraestrutura bem ajustada, nada pode acabar bem. Se a infraestrutura é modificada a todo momento, por consequência, será necessário ajustar todos os seus processos novamente.

Estoque, faturamento, expedição, compras, todos os setores precisam reaprender a trabalhar com uma nova dinâmica. Isso desgasta a equipe, faz com que o time tenha que correr mais do que o necessário, os organizadores não têm tanta clareza para quem devem tocar a bola, precisam reaprender onde estão os erros e os gargalos.

Reconstruir processos é uma jornada desgastante, como se estivesse partindo do zero novamente. Não se trata somente de implementar melhorias, significa uma mudança de Mindset, onde todos devem reaprender suas atribuições. Acredito que, nesse caso, nem é preciso comparar os dois times, pois, quem acompanha futebol já consegue visualizar a diferença.

A importância da liderança no sucesso do e-commerce

Logística (Ataque)

Se alguém que está lendo esse artigo tiver a coragem de falar que o Jô é melhor que o Lucas Pratto, está deixando seu fanatismo falar mais alto. Porém, é inevitável afirmar que o atacante do Corinthians é muito mais eficiente nesse momento.

Quando os processos funcionam de forma correta e eficiente, a logística é somente o belo desfecho desse ecossistema. Entretanto, quando toda a retaguarda do seu e-commerce apresenta falhas, quem mais vai sofrer e receber críticas é o setor logístico (responsável por marcar o gol com o cliente).

Devido a falhas em processos internos, podemos encontrar diversas falhas que trazem insatisfação ao cliente. Desde a questão de segurança do seu site; atendimento SAC; faturamento; picking; expedição; entrega; todos os esses são pontos críticos que podem gerar grande insatisfação do seu cliente e fazer com que ele não compre mais com você.

7 Indicadores logísticos essenciais no e-commerce

Enfim, o objetivo dessa pequena crônica é tentar ilustrar que um e-commerce precisa trabalhar integrado. Saber de forma clara seus objetivos e construir um caminho sólido e realista para atender seus clientes. Respeitar suas limitações e tirar algum proveito delas. Entender profundamente Onde, Como e Quando quero atingir meus objetivos.

Agradeço aos meus companheiros de GS&Comm, Rose Martins e Thiago Melo, pela inspiração e contribuição nesse artigo. Nada como discutir duas paixões (E-commerce e Futebol) com dois grandes experts!

Publicado anteriormente no site Mercado e Consumo.

A precificação de produtos é um processo extremamente importante na vida de lojistas e empresários que desejam obter lucros de seus negócios e crescer de maneira sustentável. Vital para a vitalidade financeira da sua empresa, consiste em fazer uma profunda avaliação para identificar qual é o preço que alia competitividade, atratividade e lucratividade para o seu negócio. Falhar nessa tarefa de precificação de produtos, ou tratá-la com descaso significa perder desempenho e dinheiro investido no negócio. 
 
Nesse artigo especial, vamos ajudar você a entender o que é esse processo e como simplificar de maneira rápida e clara.  

Por que é essencial precificação de produtos? 

Então, antes mesmo de explicar o que é precificação, precisamos te dizer o quão ela é importante para seu negócio. Uma vez entendendo sua vital importância, só assim você dará valor o suficiente para esse processo. 
 
Processo? Sim, precificação não é simplesmente colocar seu preço multiplicado por dois em um guardanapo e esperar ter lucro no final do mês. Ela é um processo. Algo complexo de se trabalhar pois sempre deve estar sobre vigilância. Afinal, você tem concorrentes que fazem isso, o ato de gerir preços competitivos. Você também possui custos, comissões, impostos, taxas de cartão de crédito, débito, pagamentos que acontecem a vista, à prazo, que impactam diretamente sua estratégia de formação de preços.
 
Por que essa tal precificação é tão vital para meu negócio como um todo? De maneira simplificada, o preço é a representação financeira da proposta de valor do seu produto. Algo que engloba despesas, custos, margem de contribuição, concorrência, impostos, competitividade, etc. Ou seja, imagina se você somente pratica preços que acredita serem suficientes para ter um negócio lucrativo? Você estará atirando no escuro e esperando acertar sua conta azul no final no mês.  

O que é precificação? 

Precificação é estratégia. É a simples rotina de manter seus preços de acordo com sua vontade de crescer concomitante a concorrência do mercado. 
 
Mas o que devo levar em consideração para fazer uma precificação eficiente de produtos?  

Custo

Agrega todos os pontos necessários para fabricação/ aquisição de produtos, desde a matéria-prima, impostos, custos relacionados ao frete, mão de obra direta do produto, embalagem, brindes. 

Impostos e Comissões

Os impostos de nossa empresa, bem como as comissões que pagamos a vendedores, marketplaces e demais canais de venda, impactam diretamente em nossa precificação, uma vez que consomem parte do valor do preço de venda. Estes devem ser levados em consideração na hora de fazer sua formação. 

Taxa de Cartão de Crédito/Débito/Antecipação de Recebíveis

Além das comissões, é muito importante levar em consideração o quanto de taxa pagamos para as administradoras de cartão e métodos de pagamento.

Concorrência

Por mais que o preço deva ser formado analisando a sua estrutura de custos e lucro desejado, é importante estar de olho na concorrência para ter preços competitivos de forma a garantir suas vendas. Hoje, graças a internet e aplicativos, todo cliente está o tempo todo fazendo pesquisa de onde pode encontrar uma melhor condição de venda ou um desconto mais interessante antes de fazer sua compra. 

Posso tornar esse processo simplificado? 

Há diferentes estratégias interessantes de precificação de produtos que merecem ser citadas. A técnica de precificação muda conforme fatores como necessidade do negócio, sazonalidade, estoque, fatores climáticos, estação do ano, datas comemorativas, preços da concorrência, etc.
 
Para tornar mais simples seu entendimento, separamos algumas técnicas diferentes:  

Markup

Consiste na análise dos custos relacionados a produção, venda, atendimento, distribuição e publicidade de um produto acrescido da margem de lucro que se deseja obter. É a mais simples técnica. Alternativa para falta de conhecimento de gestão gerencial, e representa um grande risco ao empresário, pois não necessariamente um produto com um markup de 2 vezes representa 50% de lucro no fim da venda. Muitas vezes é bem menos que isso.  

Valor percebido

Nesse modelo de precificação de produtos, apelamos para precificar mediante ao PREÇO que o cliente vê baseado no valor que agregamos no produto comercializado.

Quando um produto ou serviço atende as expectativas e necessidades do consumidor, ao satisfazê-lo é possível estabelecer um elo de confiança e uma maior valorização do preço de venda. Existem diversas formas que o valor percebido pode impactar diretamente o preço de seu produto como: marca, atendimento, bom design, embalagem diferenciada.

Muitas vezes é arriscado pois não necessariamente seu cliente pode aceitar o preço fornecido sem antes sua marca ter a devida notoriedade para justificar o mesmo.

Análise da Concorrência

Um modelo muito usado por muitos lojistas é a precificação baseada em concorrência. Identificar o preço do concorrente e equiparar ou praticar um preço inferior. De todas as práticas de precificação, é a mais arriscada – uma vez que você pode acabar vendendo produtos no prejuízo. É muito importante, não só na análise de concorrência, mas no markup e valor percebido, aplicar o conceito da próxima técnica: a margem de contribuição

Margem de contribuição 

A margem de contribuição é a mais recomendada técnica para formação de preço. Ela determina o quanto “sobra”, dentro do custo de venda, após serem descontados custos e despesas variáveis. 
 
Mas como se calcula? A fórmula básica é Margem de contribuição = Valor de venda – Custos e Despesas variáveis diretas do produto (impostos, comissões, taxas). Ou seja, o lucro real da venda do produto.
 
É o melhor método flexível para formação de preços, pois permite que altere sua margem em períodos competitivos mas que ainda cobre custos.
 
Texto publicado anteriormente no site da Preço Certo.

Saiba por que adotar essa metodologia pode representar uma economia significativa para a sua empresa

Que tal reduzir pela metade o valor que você paga na sua conta telefônica? Parece bom demais para ser verdade, não é mesmo?

Entretanto, sistemas de gestão de telecom que incluam um tarifador telefônico podem ser capazes de proporcionar economias desse porte na sua conta telefônica.

A medida é apenas uma entre as muitas que você pode adotar para combater o desperdício e fazer com que as ferramentas de comunicação funcionem ao seu favor, gerando mais receita a partir de cada real gasto. Neste artigo, listamos 7 motivos pelos quais você deve investir em um tarifador telefônico para o seu negócio.  

1- Diminuir ligações desnecessárias

Pense da seguinte forma: se não há regras para serem seguidas, cada um faz as suas próprias regras. É justamente isso que acontece quando não há uma política clara com relação ao que é permitido e ao que é proibido no uso do telefone. Assim, ligações pessoais continuam sendo realizadas e não há uma consciência para que as pessoas evitem usar o telefone se for possível.

A adoção de uma política de gestão de telecom é o primeiro passo a ser implantado antes mesmo do uso de um sistema tarifador telefônico. Educar é sempre mais importante do que punir, mas quando há regras claras os excessos podem ser combatidos.

2- Entender como cada setor usa o telefone

Com a inclusão de um sistema tarifador telefônico na sua empresa outro ponto positivo é o fato de que você passa a saber quais são os setores que mais demandam os serviços de telefonia. Não é raro encontrar empresas que fornecem celulares para os seus funcionários que, muitas vezes, sequer chegam a utilizar essas linhas.

Por outro lado, setores que realmente precisam de um telefone acabam se vendo com planos de dados e franquias limitadas de minutos que acabam fazendo falta nos últimos dias do mês. Conhecer como a sua empresa usa o telefone é uma das possibilidades do uso de sistemas como esses.

3- Controle em tempo real

Quando você tem mais informações para tomar decisões, é bem provável que elas sejam sempre as mais acertadas. Uma das possibilidades que um sistema tarifador telefônico apresenta é a de que as pessoas responsáveis pela gestão de telecom tenham acesso m tempo real a tudo aquilo que está acontecendo na telefonia da empresa.

Em outras palavras, se você acabou de fazer uma campanha educativa, por exemplo, é possível mensurar o resultado nos dias seguintes. Ou, ainda, caso as coisas estejam saindo dos índices planejados, é possível assumir o controle antes mesmo que o mês chegue ao fim.

4- Auditoria nas contas

Você sabia que a maioria das empresas paga uma conta telefônica com valor maior do que deveria? Isso acontece por duas razões: a primeira dela é que os sistemas de cobrança das operadoras não são muito precisos e cometem uma série de falhas, que resultam em cobranças indevidas.

Some a isso o fato de que manualmente é praticamente impossível questionar esses valores, pois certamente esse trabalho não teria seu custo justificado. Com o sistema tarifador telefônico, você não apenas passa a ter noção desses valores como também pode questionar a sua operadora. Em alguns casos, a economia pode chegar a mais de 30%.

5- Rever seu plano de telefonia

Você sabe quanto paga por cada um dos itens que estão presentes em sua conta telefônica? Provavelmente não. Ao adotar um sistema de gestão de telecom você descobre que muitas das promoções que foram oferecidas a você – e que você aceitou pois pareciam ser um bom negócio – na prática não são muito úteis se você não as utiliza.

É comum, por exemplo, que as empresas paguem em seu plano de telefonia pela possibilidade de ter TV a cabo quando elas nem sequer têm uma TV ou alguma razão para assistir à programação. As operadoras de telefonia são abertas a esse tipo de renegociação e você verá que há planos mais adequados para as suas necessidades.

6- Reduzir custos em até 30%

Se você tivesse a oportunidade de reduzir os custos da sua conta de telefone em pelo menos 30%, você iria em frente? Pois é justamente isso que vai acontecer ao adotar um sistema de tarifador telefônico. Com mais controle e ações mais efetivas, é questão de tempo para que você reduza de forma significativa os valores que está pagando.

Em alguns casos, a combinação de uma série de fatores pode levar a reduções nos gastos de até 60% do valor. Em outras palavras, isso significa que esse é um setor da sua empresa que deve ser olhado com muito carinho, pois há muitas oportunidades de economia por ali.

7- Adotar ligações VoIP

Por fim, o último item da nossa lista diz respeito ao uso de sistemas VoIP para ligações. Ele é especialmente válido se a sua companhia tem um volume maior de ligações interurbanas e internacionais. Dessa forma, em alguns casos, é possível reduzir em até 90% os gastos com ligações como essas.

Uma preocupação do passado dizia respeito à qualidade, uma vez que eventualmente esses sistemas apresentavam ruídos e muitas falhas. Hoje, esse problema praticamente deixou de existir e todas as ligações podem ser integradas sem maiores problemas no sistema de gestão de telecom que você utiliza.


Com informações da Sumus.

Saber é poder. No mundo do e-commerce, informações nunca são de mais. Por meio delas, você pode conhecer melhor o seu público-alvo, perceber as tendências do mercado e planejar novas estratégias de marketing e conteúdo.

Para isso, há diferentes tipos de monitoramento que te permitem acompanhar:

(1) o tráfego de sites;
(2) as palavras-chave;
e (3) as mídias.

O primeiro possibilita ter uma visão geral do seu site e/ou de seus concorrentes. Com informações relacionadas ao número de visitantes, tempo de permanência, taxa de rejeição, entre outras, você poderá se inteirar melhor sobre o perfil do seu consumidor e analisar o que é eficiente ou não para o seu nicho.

O segundo facilita na investigação e escolha das palavras-chave que estão em alta. Com isso é possível escolher termos para investir em anúncios, otimizar os mecanismos de busca (SEO), personalizar sua marca e criar conteúdos mais atrativos, seja para o blog corporativo, seja para as redes sociais.

E o terceiro permite supervisionar as menções feitas na mídia relacionadas à sua marca e/ou ao seu concorrente. A partir disso, é possível entender as tendências da indústria, interagir com o consumidor e oferecer um melhor serviço de atendimento, compreendendo as necessidades dos seus leitores e clientes.

Já dizia Sun Tzu, em A Arte da Guerra:

“Informação é crucial. Nunca vá para a batalha sem saber o que pode estar contra você.”

Então, para te auxiliar na tarefa de pesquisa e posicionamento da sua loja, separamos nove ferramentas que te ajudarão a monitorar o tráfego do seu site e de seus concorrentes. Vamos conhecê-las?

Com diferentes modelos de negócio, aplicativos e sites oferecem oportunidades para conquistar renda extra.

A internet já há muitos anos é grande aliada também para profissionais que necessitam uma renda extra em tempos de crise econômica. Por meio de aplicativos e sites, os brasileiros encontram diferentes oportunidades de ganhar dinheiro. A oferta é variada, e cabe a cada um escolher a chance que mais se enquadra de acordo com perfil, disponibilidade e interesse.

Para onde ir? Qual seria a melhor opção? Tudo depende de suas habilidades. Até mesmo montar uma loja virtual pode ser uma saída. Entenda algumas oportunidades bem comuns e acessíveis:

Venda de milhas

A alternativa de vender milhas aéreas pode ser bastante rentável por se tratar de um mercado aberto, em que as ofertas atingem valores mais altos. Além disso, a praticidade para anunciar e encontrar compradores torna a atividade muito atrativa.

A venda de milhas com a MaxMilhas acontece em três etapas: primeiro, o usuário se cadastra e anuncia as milhas com preço estipulado por ele a partir das ofertas de outros vendedores.

Quando a venda é realizada, uma passagem em nome do comprador é emitida. Por fim, o vendedor recebe o valor integralmente solicitado na conta bancária. Não há custo por anunciar no site.

Trabalhos como freelancer online

Páginas como a 99freelas conectam empresas e pessoas que buscam algum tipo de serviço aos profissionais que o oferecem. O usuário cadastrado apresenta uma proposta para a prestação do serviço e, a partir da aprovação, será remunerado pelo trabalho desempenhado.

As ofertas geralmente são para as áreas de programação, marketing, design, conteúdo web e vídeo. Na plataforma da 99freelas, há quase 300 mil profissionais cadastrados.

Forte crescimento das plataformas que recrutam talentos freelance em tecnologia no Brasil

Serviço de hospedagem

O Airbnb é uma plataforma de hospedagem que conecta anfitriões e viajantes ao redor do mundo. Para garantir a renda extra, é preciso se cadastrar e apresentar o apartamento, a casa ou o cômodo disponível para locação.

O sistema conta com vários termos pré-estabelecidos para garantir a segurança de ambas as partes. A ideia é promover uma forma de hospedagem que seja mais acessível. Os valores e as regras de uso das acomodações são determinadas pelo anfitrião.

As táticas não convencionais que levaram o Airbnb ao topo do jogo

Ministrar cursos

Através da plataforma Beved, profissionais de diferentes áreas que queiram ministrar cursos podem se cadastrar no site e definir o formato, o conteúdo, o cronograma e o preço das aulas. Com a venda do curso, a pessoa recebe 70% do valor que foi estipulado.

Como criar o preço adequado para vender conteúdo digital

Venda de produtos usados

Por meio do aplicativos ou site, é possível anunciar roupas, sapatos e acessórios que não são mais usados. De acordo com os dados da plataforma Enjoei, são mais de 370 mil vendedores em todo o país e mais de dois milhões de produtos cadastrados.

Por lá é possível encontrar peças de marcas como Farm, Melissa, Nike, Adidas e Zara. O interessado faz um cadastro e, assim, cria uma lojinha virtual. O pagamento é de 20% da venda e mais R$ 2,15 de taxa de anúncio.

Participação em pesquisas

Sua opinião pode valer dinheiro. Ao se cadastrar em sites ou aplicativos de empresas de pesquisa, os usuários opinam e participam de missões como, por exemplo, visitar um determinado estabelecimento comercial para avaliação.

Para participar é preciso alguns requisitos, como idade mínima de 18 anos. PiniOn, Toluna e Nicequest são algumas das plataformas. 

Conclusão

Ao optar por algum destes modelos de negócios como via de rendimento extra, é sempre importante tomar alguns cuidados. Após escolher o tipo de atividade a ser realizada, é necessário verificar a confiabilidade das plataformas dando preferência àquelas que possuem o trabalho reconhecido, como algumas das citadas acima.

Esta é uma forma de garantir segurança e maiores oportunidades de conquistar mercado, questões essenciais para ser bem-sucedido na empreitada para garantir uma renda extra.

Existe ainda uma série de outras possibilidades interessantes com modelos bem acessíveis. Basta uma ideia boa e dedicação. Vamos começar?

O cenário digital pode promover diversos benefícios para quem busca investir nesse ambiente de vendas que cresce a cada ano. Mas, existe um porém. O cenário do e-commerce é alvo de inúmeras fraudes. Estou falando de fraudes que prejudicam, e muito, o lojista virtual e os serviços envolvidos em toda a operação de um site.

Só de pensar que a estimativa para vendas fraudulentas está entre 25%, o impacto acaba sendo ainda maior. Ou seja, se o seu faturamento mensal for de R$ 10.000 em vendas, o prejuízo pode ser de até R$ 2.500. Quem trabalha com e-commerce sabe muito bem a diferença que isso faz no fim do mês, não é mesmo?

O pior de tudo é que as fraudes no e-commerce não são tão noticiadas nas grandes mídias e acabam, muitas vezes, ficando fora do conhecimento de muitos lojistas, principalmente os iniciantes no mercado online.

Falar sobre as fraudes e mostrar como evitá-las é algo fundamental. Por isso, a intenção desse post é divulgar e explicar por que a garantia de chargeback não é saudável para o seu negócio digital.

Além disso, você entenderá como as fraudes promovem o chargeback, inimigo número 1 do lojista virtual. Então vamos lá?

Falando um pouco sobre as fraudes

Diversas pesquisas mostram o quanto as fraudes são prejudiciais, não só para os lojistas mas para todas as pessoas que utilizam cartões de crédito. Uma pesquisa recente relatou que cerca de 33% dos brasileiros foram vítimas de fraudes com cartões nos últimos 5 anos.

Como eu disse, várias pessoas são afetadas com as fraudes, seja o funcionário de uma empresa ou o próprio empresário que investe no sucesso do seu negócio. 

Primeiramente, você precisa saber que existem diversos tipos de fraudes. Nesse post, eu vou focar no tipo de fraude que mais afeta os lojista virtuais: a autofraude.

Explicando a autofraude:

A autofraude acontece quando um cliente age de má fé e não reconhece a compra que foi feita em seu nome. Embora esse não reconhecimento da compra seja parte dos direitos do consumidor, essa prática acaba trazendo diversos transtornos ao lojista, principalmente após o envio do produto.

A autofraude acaba sendo motivo de muita dor de cabeça para o lojista devido ao que geralmente vem acompanhado dela. Eu estou falando do chargeback. Esse mesmo, capaz de prejudicar todo o faturamento de um negócio digital.

Autofraude = Chargeback

Eu disse anteriormente que a autofraude é um problema que acaba levando ao processo de chargeback. Mas o que é chargeback? O chargeback nada mais é do que um processo inverso ao de um pagamento e acontece quando o cliente contesta a compra realizada, fazendo com que o valor seja estornado em seu cartão de crédito.

O chargeback é um dos maiores problemas para o lojista porque afeta toda a saúde financeira do negócio. Esse problema é listado como o principal motivo para o fechamento de lojas virtuais.

Garantia de chargeback: será que vale a pena?

A garantia de chargeback é um serviço oferecido por alguns meios de pagamento que tem como objetivo garantir uma cobertura financeira, contratada pelo próprio lojista, para protegê-lo de compras confirmadas como fraude.

O problema é que muitos lojistas não sabem que essa garantia não se aplica para todos os tipos de produtos ou serviços vendidos no ambiente virtual. Além disso, os serviços de garantia de chargeback cobrem apenas uma pequena parte do prejuízo.

Abaixo, listei alguns pontos que esclarecem por que a garantia de chargeback não é a opção mais adequada para um e-commerce que tenha como objetivo aumentar o faturamento.

Redução nas taxas de conversão:

O aumento nas taxas de conversão é um dos pontos que os lojistas consideram como uma prioridade, principalmente porque implica diretamente nos resultados financeiros do negócio.

E diversos fatores podem contribuir para o aumento das taxas de conversão. Seja a implementação do checkout transparente ou a análise de risco manual.

O checkout transparente aumenta as taxas de conversão porque otimiza a experiência de compra de um cliente em uma loja virtual.

Já a análise de risco manual promove um aumento na conversão devido ao tipo de análise de transação que é feita. Por ser manual, ou seja, que conta com uma equipe especializada que trabalha para verificar se a transação é, ou não, uma fraude, essa análise é responsável pela confirmação da segurança da transação que está sendo feita.

Ao contrário da análise automática, que pode errar ao considerar uma transação legítima como sendo fraude, a análise de risco manual impede que isso aconteça. Com esse tipo de análise, os dados são verificados minuciosamente.

Se não for identificado nenhum problema com a segurança, a transação é feita normalmente. É por isso que as taxas de conversão de um site são muito mais beneficiadas com o serviço de análise de risco manual. 

A questão é exatamente essa: será que a garantia de chargeback pode afetar a sua conversão? Vamos lá!

Para que um sistema de pagamento online ofereça a opção de garantia de chargeback para o seu cliente, ele precisará diminuir drasticamente as taxas de aprovação de pedidos do lojista que está solicitando esse serviço. Mas por que?

Porque quanto menor o número de transações aprovadas pelo meio de pagamento online, menores serão as chances dessas transações resultarem em um chargeback. Como consequência disso, não será necessário o uso da garantia de chargeback.

Qual seria a solução ideal?

Agora que você entendeu porque a garantia de chargeback não é a melhor opção para o seu negócio, vou te mostrar qual é a alternativa ideal para casos de chargeback.

Análise de risco… você provavelmente deve conhecer esse serviço que cuida da segurança das transações que ocorrem no seu negócio.

A Análise de Risco é encarregada de cuidar da análise de todas as transações feitas em um ambiente de compra digital. Com a integração desse tipo de tecnologia no seu site, fica muito mais fácil e estratégico garantir a segurança das transações.

Conhecendo a análise de risco focada na conversão:

Acima, eu falei sobre o serviço de análise de risco e mencionei as suas vantagens. Porém, você precisa saber que existem 2 tipos de serviço de análise de risco: a automática e a manual.

Análise de risco automática:

Em análises automáticas, muitas vezes, algumas compras legítimas acabam sendo barradas pelo sistema. Isso acontece porque o sistema que está analisando a transação pode suspeitar de alguma compra legítima e acabar impedindo que ela seja efetuada, prejudicando o faturamento do lojista.

Análise de risco manual:

A análise de risco manual é diferente. Esse tipo de serviço conta com uma equipe especializada para verificar se a transação é realmente uma fraude.

Funciona assim: se a análise automática identificar uma compra legítima como sendo fraudulenta, seu papel é confirmar se essa transação é realmente uma fraude. Essa confirmação é feita de diversas formas, seja entrando em contato com o titular do cartão ou fazendo uma vistoria dos dados do comprador.

A consequência de todo esse processo analítico é o aumento nas taxas de conversão do site.

Meios de pagamento online que integrem tanto uma análise de risco automática quanto uma manual, promovem maiores conversões, pois um volume maior de vendas será aprovado com segurança.

Um meio de pagamento online que conta com uma análise de risco manual acaba sendo mais interessante para lojistas digitais, graças ao aumento das taxas de conversão e benefícios que esse tipo de serviço pode oferecer para um e-commerce. Esse aumento nas taxas de conversão se dá pelo tipo de análise de transação que é feita, que é minuciosa e precisa.

Fonte de informações: Moip Pagamentos

Em 2016, uma reportagem sobre a crise econômica brasileira publicada pelo jornal “O Estado de S.Paulo” – que tinha como entrevistada a professora Mary Paula Arends-Kuenning, PhD em Economia pela Universidade de Michigan, mostrava que crises são momentos para avaliar o que está funcionando e o que não está. A conclusão era que, nessas horas, as pessoas ficam mais dispostas a mudanças.

Ao refletir sobre essa declaração, podemos acrescentar que a crise representa uma oportunidade para os empreendedores.  Quando a economia vai bem, as pessoas costumam se sentir mais confiantes com a aparente estabilidade financeira e gastar mais em bens de consumo. Na outra ponta, é possível perceber o crescimento da entrada de novas empresas no país, o aumento da linha de crédito, o investimento em mão-de-obra, entre outros. Por estratégia ou por política interna, algumas preferem ficar na zona de conforto, pois “em time que está ganhando, não se mexe”.   

Já quando uma recessão econômica bate à porta, uma espécie de “seleção natural” entra em cena. As empresas são obrigadas a fazer milagres, procurando reduzir os custos de sua operação para não afetar o tíquete médio de seu faturamento. Funcionários, que também são consumidores, perdem os empregos e reduzem os gastos com itens que não são prioridade. Em alguns casos, até se desfazem de seus bens duráveis e semiduráveis para poder pagar as despesas fixas do mês.

Oportunidade na crise

Tudo o que foi comentado acima, provavelmente já faz parte de sua realidade, correto? Mas calma, nem tudo é drama, pois é nesse cenário que pode começar uma nova fase para o empreendedor, aproveitando-se de oportunidades e mudando sua forma de atuar no mercado.

De acordo com o primeiro relatório Webshoppers divulgado pela Ebit em 2017, o e-commerce foi considerado um setor que está indo na “contramão” da crise econômica, sendo visto por especialistas como um mercado “blindado” que deve crescer 12% em 2017 (números do Webshoppers, Ed. 35).

Webshoppers 35: E-commerce fatura R$ 44,4 bilhões em 2016, com alta de 7,4%

Aliás, isso se dá também por conta de alguns fatores característicos da crise, como por exemplo: ao ter uma renda mensal mais limitada, o cliente tende a pesquisar muito mais antes de finalizar uma compra. E onde ele geralmente faz isso? No Google. Além de economizar o seu precioso tempo em fazer essa pesquisa, ele deixa de gastar com transporte público ou combustível. Ponto para o e-commerce!

Além disso, as compras online também têm interessado muito aos consumidores por conta dos prazos facilitados e, muitas vezes, preços menores.

Claro que podem existir empresas online que não tem visto o atual cenário com bons  olhos, e por isso é necessário avaliar o que está certo e o que está dando errado nas estratégias, em quatro etapas:

Diferenciais

Ao comandar uma loja virtual em tempos de crise, um dos fatores fundamentais para o seu sucesso será apostar em “armas” que a concorrência não tem.

Não importa se a estratégia utilizada será abaixar os preços, fornecer um atendimento ainda mais diferenciado ou aumentar o prazo de pagamento. O objetivo é ser diferente.

Ao se colocar no lugar do cliente, o empresário deve enxergar o mundo com a ótica de um consumidor. Dessa forma, será possível entender as “dores” do cliente e compreender qual é o fator que mais pesa no momento de efetivar uma compra.

Crise como aliada

Outro aspecto que muitos empreendedores acabam esquecendo é que, assim como o mercado ficou mais escasso para eles, o mesmo aconteceu para seus fornecedores e parceiros.

Enquanto em tempos de abundância os seus fabricantes e distribuidores geralmente têm diversos e-commerces e lojas físicas esperando para comprar produtos, na crise essa demanda diminui, o que aumenta naturalmente o poder de barganha dos pequenos e médios empreendedores.

Além da possibilidade de diminuição de custos em relação aos fornecedores, o cenário econômico desfavorável também serve para contratar melhor: muitos talentos estarão disponíveis no mercado a preços muito menores que os cobrados em outras épocas. Aproveite para contratar, delegar e crescer!

Menos concorrentes

Um cenário macroeconômico difícil gera, naturalmente, um mercado com uma concorrência menor. Quando a situação é desafiadora, não há espaço para o “amadorismo”: ou a operação se profissionaliza e passa a ser vista como um negócio de verdade, ou ela quebra. Nessas horas, não existe meio termo.

Sendo assim, a tendência é a de que, a longo prazo, somente empreendedores habilidosos e resilientes continuem no jogo — e isso facilita a vida principalmente de quem vive batalhando em mercados com forte “guerra de preços”.

Amplie a qualificação

Não tenha medo da crise, busque aprender com ela. Cenários difíceis fazem crescer por um motivo simples: eles impulsionam a necessidade da mudança.

O empreendedor e palestrante americano Jim Rohn ensina a não pedir que o problema seja menor, mas sim que você seja melhor. E é exatamente aí que está o segredo!

Não espere para criar uma empresa quando as coisas estiverem “calmas”. Ao invés disso, inaugure uma nova empresa que seja resistente o suficiente para lidar com as turbulências, que  são características do empreendedorismo.

Tente não fugir dos tempos difíceis, e sim aprender e crescer com eles.

Atualmente não dá mais para evitar, seja uma pequena ou média empresa, todo negócio precisa garantir sua presença na Internet. Se você não estiver lá o seu concorrente estará.

Loja Virtual, site ou blog: existe uma solução para cada necessidade

Dependendo do tipo de negócio e até mesmo a fase que sua empresa está você escolherá o tipo de presença digital, e pode ser que você precise utilizar mais de uma solução, como por exemplo criar uma loja virtual e um site institucional.

Uma coisa é certa ter uma presença digital é praticamente um certificado de existência.

Tenho certeza que você ao comentar sobre uma academia, um restaurante, um hotel ou outro negócio com seus amigos, a primeira coisa que fez foi procurar referências nos sites da internet, um pacote turístico ou informações nas redes sociais.

Já notou que muitas vezes você, familiares ou amigos mesmo inconscientemente já buscaram uma receita, um artigo, ou uma referência de algum serviço ou produto em blogs especializados?

Os blogs são como uma fonte riquíssima de informações sobre negócio, segmento de atuação das empresas, serviços e produtos, por isso dizemos que eles ajudam a criar autoridade, não é o nosso foco mais segue a dica para usar um blog com sua Loja Virtual:

  • Escrita menos formal conhecida como comunicação 1:1 (um para um);
  • Estilos de comunicação criam um forte relacionamento com seu público;
  • Empresas mesmo pequenas também precisam se aproximar de seus clientes e futuros consumidores.

Por fim, quantas vezes antes de você comprar um produto foi na Web pesquisar em 5, 6 ou 10 lojas virtuais a procura do melhor preço, de informações e até mesmo buscar outras opções em relação ao que buscava comprar?

Isso é muito cômodo, rápido e normalmente mais barato que uma loja física, por isso criar um e-commerce de qualidade é fundamental, sua empresa virtual precisa ter qualidade, não economize demais nisso.

Preço é bem diferente de valor

No final da década de 90, criar loja virtual era exclusividade das grandes empresas, as plataformas de desenvolvimento eram caras, a administração muito complexa e a falta de informações eram extremas.

Criação de sites então era um artigo de luxo, com o passar do tempo preços de hospedagem e desenvolvimento foram caindo, as plataformas foram ficando mais tecnológicas e o público-alvo com mais informações passou a perder o medo de comprar produtos e serviços usando a internet.

Com isso toda pequena e média empresa passou a ter condições de ter uma presença digital com a criação do seu e-commerce ou um blog ou um site.

Atualmente existem duas maneiras de criar o seu e-commerce, você pode utilizar uma plataforma que se denomina gratuita, pois você não paga pelo uso desta plataforma até uma determinada quantia de produtos ou acessos, e em contra partida você precisa aprender sobre como funciona a plataforma para montar seu e-commerce. Ter um certo bom gosto de layout e design, e conhecer sobre combinações de cores, fontes e mais algumas técnicas essenciais, o grande desafio é o tempo que isso pode demandar, semanas ou até meses.

A outra maneira é você utilizar-se de um profissional, agência ou uma franquia de loja virtual, normalmente esses profissionais farão todo o trabalho para você, utilizando ferramentas como WordPress, e-commerce da Shopify ou um programa próprio como o LigueSpeed (LS).

Independente da maneira que você escolher para criar seu e-commerce, avalie preço final do valor agregado.

Quer cobrar quanto? Cinco dicas para desenvolver sua estratégia de preço

A seguir vamos mostrar alguns pontos que você precisa ter ao criar seu e-commerce.

Divulgação do seu e-commerce 

A criação do seu e-commerce é o primeiro passo do seu projeto no mundo digital, tenha em mente que usuários buscam produtos e serviços nos motores de busca como o Bing, Yahoo, e Google o maior disparado de todos.

Em sua análise de qualidade x preço, mensure se você fará tudo sozinho ou se um empresa com cases de sucesso poderá lhe ajudar com os links patrocinados.

Para divulgar ainda mais o seu e-commerce, monte uma estratégia de campanhas sazonais em que as pessoas estão propensas em comprar e buscando novidades, isso se dá bastante em datas especiais como Natal, Dia das Crianças, Dia das Mães, Black Friday e muitas outras.

Números da sazonalidade no E-commerce brasileiro

Google AdWords é uma excelente opção

O AdWords tem muitas vantagens, determine suas metas e o AdWords poderá com certeza te ajudar, o AdWords é uma plataforma do Google que permite várias adaptações a fim de personalizar sua campanha – quanto investir, qual segmentação de público, quanto tempo, quais horários e muitas outras variáveis que você poderá ajustar com objetivo de ser o mais assertivo possível para sua campanha.

Leia mais sobre o assunto:

Porque investir em Adwords e SEO para aumentar a exposição dos negócios

Gere tráfego e atraia clientes

Ao utilizar o link patrocinado no AdWords, você poderá ainda selecionar palavras-chave e tópicos, selecione o tipo de público que você para seus anúncios e de forma online mensure e gerencie tudo.

Quando o anúncio chega nas pessoas certas, ou seja, usuários que querem comprar exatamente aquilo que você quer vender, sua loja virtual começa a receber um trafego de qualidade.

Além de você aumentar o tráfego para sua loja virtual, você tem mais possibilidades de conquistar mais clientes.

Sempre se coloque no lugar dos compradores, quais palavras chaves são as melhores, o que você precisa explicar sobre o seu produto, quais os diferenciais seu produto tem – por exemplo: Frete grátis para a região tal, N tempo de garantia, e assim seja mais especifico possível.

Dica – cuidado com a quantidade de palavras

Nos links patrocinados do AdWords para cada palavra-chave existe um valor que você pagará diferente e de forma individual, lembre-se disso.

Para você controlar melhor sua campanha e principalmente seu dinheiro de orçamento, e sucessivamente obter melhores resultados para sua empresa, comece com poucas palavras-chave (entre 5 e 10) e que tenham maior precisão para seu cliente comprar, vá ajustando e com o tempo essa lista pode crescer, mas fique de olho em seu orçamento.

Os anúncios são importantes

Produzir anúncios criativos e com experiência positiva é uma estratégia fundamental para sua loja aparecer bem aos consumidores.

Não foque apenas nas especificações técnicas do produto ou serviço, procure deixar claro quais os problemas seu produto ou serviço poderá resolver para o consumidor. Seja positivo e agradável, procure mostrar quais sensações de bem-estar o seu produto dará aos usuário, mas lembre-se seja sempre muito sincero.

Chamar a atenção no seu anuncio de forma positiva é fundamental.

Cada detalhe é fundamental para criar os melhores anúncios online

Esses são alguns pequenos detalhes de quem faz Marketing Digital todos os dias, e eles podem fazer muita diferença para o sucesso do seu e-commerce.

 

Marketing Digital é um bom investimento para meu e-commerce?

Qualquer empresário que já investiu em Marketing Digital com o parceiro certo, teve retorno, a curto, médio ou longo prazo dependendo de qual estratégia utilizou.

Normalmente links patrocinados é uma estratégia de curto prazo, lá um blog com otimização de sites é uma estratégia de médio para longo prazo, o fato é que todas tem o seu momento, valor e resultados.

Em comparação com a publicidade tradicional em TVs, o marketing digital ainda tem como vantagem preços acessíveis, flexibilidade de investimentos e muitas ferramentas de que permitem mensuração.

Comece investindo o que cabe no seu bolso depois compare os resultados, e vá aumentando os investimentos gradativamente!