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Entenda quais variáveis devem ser levadas em consideração na hora de calcular a folha de pagamento

Fazer cálculos tributários no Brasil não é uma tarefa fácil. O país conta hoje com um dos sistemas mais complicados do mundo, repleto de cobranças e particularidades, de forma que as empresas precisam estar atentas a isso, contratando profissionais especializados para gerir esse tipo de trabalho. Além disso, é importante ficar de olho em softwares que possam automatizar parte desse trabalho.

Apesar de a tecnologia dar uma grande força hoje em dia, é importante que o gestor tenha uma visão geral do processo, sabendo exatamente como operacionalizar esses pagamentos de forma que os seus colaboradores destinem o menor tempo possível a essas tarefas.

Quer saber mais sobre como calcular a folha de pagamento da sua empresa? Nesse artigo, listamos algumas dicas para você não errar na hora de fazer as contas.

O cálculo do INSS

O INSS é uma sigla para Instituto Nacional da Seguridade Social. Todo trabalhador com carteira assinada precisa, obrigatoriamente, recolher esses tributos, que correspondem a uma parcela sobre o valor do salário bruto. O que pode confundir as pessoas é o fato de que esse valor de cálculo é relativo, ou seja, não é o mesmo para todos os colaboradores.

As regras vigentes no Brasil hoje indicam que o desconto na folha de pagamento deve ser feito respeitando-se os seguintes percentuais:

  • 8% para aqueles cuja remuneração bruta seja igual ou inferior a R$ 1.556,94;
  • 9% para aqueles cuja remuneração bruta seja superior R$ 1.556,94 e igual ou inferior a R$ 2.594,92;
  • 11% para aqueles cuja remuneração bruta seja superior a R$ 2.594,92 e igual ou inferior a R$ 5.189,82.

FGTS

Esse é outro item que deve constar na folha de pagamento. A sigla FGTS diz respeito ao Fundo de Garantia por Tempo de Serviço e, diferente do que ocorre com o INSS, esse valor deve ser pago pela empresa. Assim, o percentual de pagamento é de 8% sobre o valor do salário bruto.

Esse valor deve ser depositado na conta do FGTS do trabalhador mensalmente. Para o trabalhador, o valor só pode ser retirado em caso de demissão sem justa causa ou para a compra de um imóvel, além de outros casos excepcionais.

IRRF

Esse é outro valor que precisa ser recolhido na folha de pagamento e que varia de acordo com o salário bruto de cada colaborador. A sigla IRRF significa Imposto de Renda Retido na Fonte.

A base de cálculo deve levar em consideração a remuneração bruta menos o valor do INSS apurado. Portanto, levando-se em consideração o valor de cada uma das faixas, deve ser descontado o percentual correspondente do INSS. As quatro faixas são as seguintes:

  • 1ª faixa: desconto de 7,5% sobre o salário bruto entre R$ 1.903,99 e R$ 2.826,65;
  • 2ª faixa: desconto de 15% sobre o salário bruto entre R$ 2.826,66 e R$ 3.751,05;
  • 3ª faixa: desconto de 22,5% sobre o salário bruto entre R$ 3.751,06 e R$ 4.664,68;
  • 4ª faixa: desconto de 27,5% sobre salários brutos iguais a R$ 4.664,69 ou acima desse número.

Vale-transporte

Caso o empregado faça o requerimento para ter auxílio no transporte, é obrigação do empregador proporcionar acesso ao transporte público para os seus funcionários.

Nesse caso, o valor total do desconto não pode ser maior do que 6% sobre os vencimentos, ficando a empresa responsável por arcar com o restante dos custos. Outra alternativa é a própria empresa disponibilizar o serviço de transporte.

Vale-refeição

Diferente do que acontece com o vale-transporte, o vale-refeição não é um benefício obrigatório por lei. Entretanto, por se tratar de algo extremamente cobrado pelos funcionários, a maioria das empresas concede esse benefício para os seus colaboradores.

Em casos como esse, o desconto máximo sobre o valor fornecido deve ser de 20%.

Calculando a folha de pagamento

Como você já pôde perceber são vários os descontos e impostos que incidem sobre uma folha de pagamento. Além dos que mencionamos acima, que estão na lista das obrigatoriedades e dos mais comuns, existem também outros valores que podem ser incluídos na lista, de acordo com cada empresa.

Estamos falando de descontos como seguros, planos de saúde, planos odontológicos ou benefícios como vale-creche, vale-cultura, comissões de venda e outras formas de bonificação.

O trabalho não é dos mais simples e quanto maior o número de colaboradores, maiores serão também as particularidades das folhas de pagamento com as quais você vai se deparar. Por isso, não há melhor maneira de se programar quanto a isso se não for por meio da utilização de um software de gestão de folha de pagamento.

Ele é a garantia de que você poderá fazer mais tarefas em um tempo menor e com menos chances de erro.

Softwares de gestão devem estar sempre presentes

Não é apenas a folha de pagamento que merece atenção especial por parte dos gestores. Outras áreas da empresa certamente terão um melhor desempenho se puderem contar com o apoio de softwares específicos. 

Por meio deles é possível detalhar todos os gastos da empresa relacionados à telefonia, permitindo que os gestores possam identificar quais são as áreas com maior demanda e de que maneira pode ser feita algum tipo de economia.

É grande o número de empresas hoje que pagam em suas contas de telefone mais do que utilizam e na maioria dos casos não há como identificar o desperdício se não for por meio de um software de gestão.

Fonte: Sumus, gestão de telecom.

Desde a popularização das mídias sociais digitais no início dos anos 2000, as formas de trabalho começaram a funcionar em modelos diferentes dos tradicionais. Muitas empresas oferecem a seus funcionários maior flexibilidade na rotina de trabalho, como home office ou rotina intermitente – em que o funcionário visita seu local de trabalho eventualmente.

Apesar disso, nem sempre a liberdade é o melhor caminho para a produtividade. É comum que muitas pessoas não consigam, de forma alguma, se concentrar no trabalho feito em casa. Trabalhar em casa gera muitas distrações.

As cafeterias entram como uma alternativa, mas não são espaços com privacidade e silêncio garantidos. Muita gente depende disso para se concentrar. Como alternativa a tudo isso, surgem os coworkings.

Coworking: espaço de trabalho compartilhado

Sem a pressão do trabalho em grandes companhias, ou a distração do home office e ainda a falta de privacidade das cafeterias, surge o coworking – uma alternativa para empresas, empreendedores, freelancers e startups que buscam produtividade em espaços que estimulam isso.

Os coworkings no Brasil são espaços que possuem diferentes formatos, normalmente compostos por mesas compartilhadas ou individuais, salas individuais e ainda salas de reunião.

Coworking: diferenciais atrativos para todos os tipos de negócio

Uma das maiores vantagens dos espaços de trabalho compartilhados é seu custo, normalmente variável em planos mensais ou semanais (os preços também variam de acordo com o tipo de mesa que você contrata) ou ainda individuais, que você paga pelo dia que usa.

Os valores podem variar entre R$250 e R$1000 – entre planos que oferecem apenas algumas horas de trabalho até planos que oferecem espaços 24/7 disponíveis. O acesso a rede de internet é de praxe, incluso no valor contratado.

Alguns oferecem até cafeterias e lounges recreativos. O diferencial é a possibilidade de ajustar a tudo o que você ou sua equipe precisam.

Você é responsável por gestão de contas? Descubra as melhores maneiras de planejar os seus custos

Coworking: uma oportunidade para uma nação empreendedora

O Brasil se destaca quando o assunto é empreender: sendo considerada uma das nações mais empreendedoras do mundo, o número de pessoas que deixam seus empregos para arriscar num negócio próprio é muito grande, principalmente em meio à crise econômica.

O número de empreendedores independentes no Brasil chega perto de 5 milhões, segundo dados do IBGE em 2015, o maior índice desde 2002. O coworking é a realidade de muitas dessas pessoas, e pode salvar muitos negócios que estão perto da falência, seja por questões financeiras ou sistêmicas.

Em suma, os coworkings tendem a ajudar muitas pessoas tanto na parte financeira quanto nas questões de produtividade e, acima de tudo, em networking: empreendedores inspiram uns aos outros, freelancers podem colaborar com ideias para pequenas empresas e startups dão passos maiores e mais certeiros no mercado.

A tendência não parece ser passageira, uma vez que produtividade, networking e criatividade são fundamentos básicos de um bom trabalho no século XXI. E isso é tudo o que um coworking oferece.

Há alguns destaques em São Paulo. Confira a seguir:

  • Coworking Consolação: com workstations individuais e salas privativas, o Coworking Consolação é um espaço clean com diferenciais como copa com micro-ondas e geladeira e ainda os lockers – armários individuais. O plano mais rentável é o de workstation individual.
  • WeWork Paulista: a rede WeWork está na Ásia, na Europa e na América, e seus preços são compatíveis com o restante do mercado. Diferenciais como bicicletário, água aromatizada e materiais de escritório e sua localização privilegiada o tornam um espaço de destaque.
  • Merkaz: no interior do Clube Hebraica de São Paulo, o coworking do Merkaz oferece planos com preços compatíveis aos do mercado e ainda a possibilidade de associar-se ao clube para usufruir dos espaços de atividade física, de lazer e gastronomia.
  • Fazedoria: no bairro do Brooklin, o Fazedoria possui preços atrativos e competitivos com o mercado de coworkings, e conta com espaços de descompressão, comunidade criativa e suporte de informática, além de um projeto colaborativo de troca de livros.

Como investir em novas tecnologias pode ser fundamental para o sucesso do varejo online

O comércio eletrônico, embora ainda considerado em estágio inicial quando comparado ao já estabelecido e sólido varejo tradicional, ganhou força na última década. Considerado um fenômeno global, só no Brasil o segmento e-commerce faturou R$ 44,4 bilhões em 2016, segundo dados da Ebit, empresa com foco em inteligência de mercado. Apesar do cenário econômico desfavorável, o setor apresentou aumento de 8% no tíquete médio, passando de R$ 388 para R$ 452.

O grande sucesso para essa forma de consumo se dá, principalmente, devido à adaptação do segmento às necessidades do consumidor contemporâneo. Isto significa que os desafios iniciais enfrentados pela indústria – especificamente relacionados à confiança do consumidor na qualidade do produto, formas de pagamento, cronograma de entrega, opções de devolução ou troca e escala de operações, entre outros – foram, até o momento, solucionados.

É chegada, então, a hora de destinar tempo e recursos para o aprimoramento de ferramentas, ações que se mostrarão fundamentais para resultar numa experiência de compras ainda mais significativa aos consumidores.

Com projetos digitais borbulhando a todo o momento e uma oferta de profissionais de tecnologia curiosos e criativos, apostar em projetos e investimentos voltados aos dispositivos móveis parece ser um movimento certeiro, para não dizer fundamental, quando o assunto é plataforma e-commerce.

Isso, claro, sem falar nas gigantes varejistas internacionais que já investem em práticas ainda mais visionárias, tendo como exemplo a chinesa Alibaba, que em julho de 2016 lançou a Buy +, um espaço que permite aos consumidores comprar em um ambiente virtual, com visualização 360º de produtos como roupas e calçados, utilizando apenas um capacete de realidade virtual e controladores de mão.

O grande motivador para a posição visionária da companhia é o seu lucro anual, que quase duplicou no quarto trimestre de seu exercício 2016-2017, impulsionado principalmente pelas transações através de smartphones e tablets, o que levou o grupo a atingir a marca de US$ 7,67 bilhões de receita total arrecadada.

Para as empresas que ainda não bateram a casa dos bilhões, o foco para investimentos em tecnologia pode permanecer sem maiores ressalvas na dupla de sucesso desktop & mobile, principalmente quando os dados reais do público-alvo mostram que o caminho não poderia ser mais seguro.

No Brasil, por exemplo, a chegada dos smartphones mudou o comportamento dos consumidores, que passaram a usar o dispositivo móvel como um dos principais caminhos para acessar o produto ou serviço desejado. De acordo com o relatório semestral Webshoppers, também apresentado pela Ebit, em 2016, 21,5% das transações online foram realizadas por meio desses dispositivos.

Somente no ano passado, a participação das compras virtuais via smartphones mais do que dobrou, chegando a 26% das compras online, no mês de dezembro. Ademais, 2016 também foi marcado por mudanças no algoritmo da Google, que passou a privilegiar os sites mobile-friendly, justamente em decorrência do aumento da busca e a do acesso a informações por meio de smartphones.

O mais importante, atualmente, é encontrar um meio-termo entre o extremo do investimento em um projeto de realidade virtual ou uma honesta adaptação do formato desktop para o mobile. Se os dispositivos ganharam força, com ela também há a responsabilidade em criar um ambiente capaz de transmitir a mesma segurança a qual os consumidores já estavam habituados a experienciar diante dos monitores de seus tradicionais PC’s.

O avanço da tecnologia versus o comportamento do consumidor online

Nessa discussão, entra em cena a dúvida sobre a melhor forma de apresentação do conteúdo para a otimização dessa experiência digital por meio dos dispositivos. O mais relevante, obviamente, é conseguir agradar os consumidores e fazer com que eles permaneçam o maior tempo possível conectados a um endereço de varejo online.

Entretanto, há sempre a dúvida sobre como balancear investimento e desenvolvimento, diante das opções de:

1) criação de um aplicativo nativo (o app);

ou 2) o ajuste do conteúdo do website já existente de acordo com as orientações de padrões de design responsivo ou adaptável – no qual a diferença se encontra na lógica que será aplicada para a apresentação da informação. 

Atualmente, acredita-se que os apps somam uma série de vantagens ao e-commerce. Os usuários desses aplicativos, muitas vezes, são os mais fieis clientes da marca, encorajados a utilizar repetidamente a ferramenta, diante de vantagens como a possibilidade de salvar itens favoritos, agilizar as formas de pagamento ou receber informações sobre ofertas especiais.

O fato de ter o ícone de uma loja presente na tela dos smartphones de seus clientes, por si só, já é uma forma de garantir presença no radar desses usuários. Entretanto, a pesquisa global Total Retail Survey 2016, realizada pela consultoria PwC revela que 60% dos e-consumidores temem a segurança cibernética de seus dados e não apreciam a ideia de ter informações bancárias armazenadas num aplicativo conectado a um dispositivo móvel.

Diante dessa realidade, volta à tona a discussão sobre a importância de oferecer um ambiente para mobile que seja tão eficiente quanto o desenvolvido para desktops, dando ao consumidor também a opção de acesso a essa versão, sem a obrigatoriedade de baixar um aplicativo, mas com a mesma garantia de uma transação segura e eficiente.

Não é de hoje que a Google mostra seu apreço por sites capazes de prover exatamente uma proveitosa experiência ao usuário, independentemente do recurso que ele tenha escolhido para navegar na web. Ainda em 2012, a pesquisa What Users Want Most From Mobile Sites Today, promovida pela própria Google mostrou, por exemplo, que 79% dos usuários de smartphones abandonariam o site em que estivessem navegando, caso ele não fosse claramente adaptável para seus celulares.

Desde então, a companhia não deixa de influenciar e alertar aos e-commerces ao redor do mundo sobre como uma boa experiência pode transformar um mero visitante em um cliente leal. Para se ter uma ideia, em seu último release relacionado ao tema, anunciado em janeiro deste ano, a Google fala sobre inovações na ferramenta Mobile Friendly Test, que testa a usabilidade dos websites e aponta as possíveis melhorias que podem ser realizadas, também disponível em versão API para monitoramento preciso de URL específicas.

Portanto, toda a avalanche de informações sobre novas tecnologias voltadas ao varejo online reforça a importância da constante atualização pela qual os e-commerces devem sempre atravessar com o intuito de fidelizar seus clientes, atrair novos consumidores e assegurar que as aquisições sejam realizadas com êxito.

Ao lado de uma estratégia de marketing muito bem estruturada, a tecnologia chega para atender as reais necessidades dos consumidores, que estão hoje num patamar diferenciado de exigência, em uma realidade na qual não há mais tempo para se perder.

O uso de tablets e smartphones nas experiências de busca, navegação e conclusão de compras no comércio eletrônico já faz parte da realidade comportamental da maioria dos consumidores. Para se ter uma ideia da amplitude desse modelo de venda, dados do relatório WebShoppers 35, produzido pela Ebit, apontam que cerca de 32% das compras virtuais deverão ser efetuadas via m-commerce ainda neste ano. Em muitas lojas, o share já supera os 50%, principalmente em categorias como moda e acessórios, e perfumes e cosméticos.

Em países em desenvolvimento, como Índia, China e Brasil, a navegação por smartphones tem potencial de ser superior à de países desenvolvidos pela redução de preços de telefonia móvel, baixo poder de compra para uma 2a tela e economia gerada pela adoção de smartphones na base da pirâmide da população.

Esse cenário cria um ambiente propício para a navegação pelo usuário pois permite uma redução nos custos de comunicação (redução de ligação tradicional) e acesso a preços e informações que caracterizam um empoderamento por parte do consumidor.

No caso específico do e-commerce brasileiro, existem particularidades elementares em relação ao uso de dispositivos móveis na jornada de compra. Segundo pesquisa recente da MMA Mobile Report, desenvolvida pela Millward Brown, em parceria com a Mobile Marketing Association (MMA), os brasileiros possuem, em média, cerca de 20 aplicativos instalados em seus aparelhos, sendo que sete são de natureza social.

Isso torna possível afirmar que a maioria de dispositivos circulando na mão de um possível comprador não possuem alta capacidade de armazenamento e processamento.  O desafio contínuo do lojista é provar por que o aplicativo de sua loja deve ser escolhido para estar presente nesse seleto grupo.

A fim de que o lojista esteja preparado para esse panorama, é fundamental proporcionar um cenário cada vez mais familiar e facilitador para o consumidor final. O desenvolvimento de um ambiente de navegação responsivo, que atenda e comporte com eficiência os múltiplos tamanhos de telas, tem se apresentado como uma estratégia eficiente de retenção e na conversão para a efetivação da compra.

Quando falamos de e-mail marketing, o mesmo propósito deve ser levado em conta. A eficiência em qualquer dispositivo é, de fato, ponto crucial para a potencialização das vendas.

Saiba como usar as ferramentas de gestão de contas a seu favor

Em uma empresa, todas as funções são igualmente importantes. Além de produzir um bem ou entregar um serviço com qualidade, é preciso contar para as pessoas que ele existe.

É preciso vender do jeito certo. Para diminuir os custos, é preciso comprar matéria-prima de boa qualidade ao menor custo possível. Estamos falando de uma corrente cujos elos estão todos interligados, visando sempre proporcionar os melhores resultados possíveis.

Contudo, ainda assim é grande o número de empresas que acaba delegando para segundo plano a interação entre os departamentos, especialmente no que diz respeito aos setores de gestão de contas e de planejamento.

Cada vez mais os gestores contábeis assumem um papel de fundamental importância na empresa, que vai muito além do simples registro de entrada e saída de valores.

Mas como planejar os custos de sua companhia de forma inteligente, visando encontrar as melhores relações custo-benefício e fazendo com que os fluxos de caixa trabalhem sempre a seu favor.

Para onde estão indo os gastos

Planejar os custos de uma empresa é algo fundamental para qualquer gestor que tenha mente obter bons resultados. Como acabamos de mencionar, não se trata apenas de organizar as contas de tal modo que todos os registros de entradas e saídas de valores estejam em dia.

É preciso entender os fluxos de caixa e fazer com que contratos e operações financeiras possam trabalhar a seu favor. O primeiro aspecto a ser considerado em um planejamento de custos é entender para onde cada centavo gasto está indo. Dividir os gastos da empresa dos gastos pessoais é uma tarefa obrigatória.

O ideal é que o gestor estabeleça para si um pró-labore, um valor fixo mensal cuja retirada será feita em um dia específico. Não misturar as contas pessoais com os valores gastos pela empresa é o primeiro passo para colocar ordem nas coisas.

Planejar custos e organizar pagamentos

Planejar e organizar. Em qualquer livro sobre gestão financeira esses dois verbos estarão sempre presentes e com muitas citações.

É fundamental em qualquer trabalho financeiro que os dados relativos a entradas e saída de dinheiro estejam sempre registrados de forma clara e padronizada, de forma que qualquer pessoa consiga ter acesso a relatórios a partir deles.

Essa tarefa até é possível de ser realizada sem o auxílio da tecnologia, mas você vai perder um tempo precioso que poderia ser dedicado à sua produtividade.

Por isso, a melhor opção é recorrer a um software de gestão de contas e contratos. A Sumus, por exemplo, conta com soluções customizáveis, voltadas tanto para empreendedores de pequeno porte quanto para gestores de companhias maiores.

Graças a recursos como esse, é possível ter acesso em tempo real ao panorama mensal da sua empresa, tanto em termos de faturamento quanto em relação aos gastos, o que ajuda a planejar custos para os meses seguintes de forma mais objetiva.

Avalie sempre o seu orçamento

A partir do momento que você começa a olhar mais de perto os dados financeiros produzidos pela sua empresa, então é possível entender com maior precisão onde exatamente está indo o seu dinheiro.

Esse é o momento de fazer uma análise individual de cada item do orçamento, visando readequar os valores ou até mesmo suprimir eles por completo nos meses seguintes se houver essa possibilidade.

Aqui, há um caso bastante frequente e que pode servir de exemplo para muitas empresas. É bem comum que alguns contratos celebrados há uma longa data sejam mantidos sem o questionamento dos preços ou que novos orçamentos sejam feitos.

Acontece que o mercado é muito dinâmico e passar um ano inteiro confiando que aquele orçamento de um ano atrás, que na época era o mais interessante, continua sendo o melhor não é uma boa escolha.

Trabalhe acima do ponto de equilíbrio

Toda empresa para funcionar precisa encontrar o seu ponto de equilíbrio. Esse é o valor alcançado quando o total de recebíveis é igual ao total que precisa ser gasto, proporcionando dessa forma zero de lucro ou de prejuízo.

Entretanto, ninguém tem interesse em trabalhar para chegar a um resultado zero no final do mês, não é mesmo?

Um grande erro na gestão de custos é não incluir um salário para si mesmo entre os valores a serem obtidos no ponto de equilíbrio. Se no final das contas o valor que você recebeu pagou todas as contas, mas não sobrou um valor pré-estabelecido para você é sinal que a sua gestão não está sendo feita da maneira correta.

Essa, aliás, é uma das grandes razões pelas quais muitos empreendedores abandonam as suas empresas no meio do caminho. Por não terem condições de pagarem a si mesmos, essa “conta” vai sendo deixada de lado, o que prolonga um pouco mais a vida útil da empresa, mas certamente vai minando as suas reservas financeiras pessoais.

A gestão é uma questão de hábito

Ser responsável por uma empresa vai muito além de fazer um bom trabalho ou ter um bom relacionamento com os seus clientes. O sucesso de gestão depende do fato de que as suas contas estejam sempre em dia, que todos os colaboradores recebam salários e que exista lucro no final de um determinado período.

Assim, atuar de forma incisiva na gestão de custos é apenas uma das formas de fazer com que a sua companhia se desenvolva. Ignorar conselhos como esses pode significar o fim prematuro da sua empresa, algo que infelizmente é uma rotina no mercado brasileiro.

Fonte: Sumus.

Você opera uma loja física há anos e agora não quer ou não consegue mais mantê-la aberta. Ao mesmo tempo, não quer perder sua fonte de renda. Vender seus produtos numa loja virtual parece ser uma boa opção. Mas aí vem a dúvida: Qual a melhor maneira de colocar seus produtos na internet?

Confira a seguir algumas dicas sobre esse assunto…

Venda seus produtos em marketplaces

Lojas físicas contam com despesas altas, como aluguéis, luz, telefone, IPTU entre outros gastos atrelados ao endereço. Nas lojas virtuais o investimento mensal certamente é menor do que os envolvidos em lojas de cimento e tijolo, mas ainda existem custos, por exemplo, com hospedagem de site, plataforma de e-commerce, SAC, entre outras atividades inerentes a e-commerces tradicionais.

Uma saída mais simples e eficaz para quem busca vender pela internet são os marketplaces – grandes sites especializados em e-commerce, que contam com a estrutura adequada e altíssimo tráfego diário.

Talvez você já tenha ouvido ou lido sobre isso em algum lugar, ou até mesmo já tenha comprado um produto ou visitado um marketplace recentemente e não tenha se dado conta disso.

A palavra “marketplace” vem do idioma inglês, resultante da junção das palavras market (mercado) e place (local). Um Marketplace Online nada mais é do que uma comunidade ou um local onde pessoas e/ou empresas se encontram para realizar negócios, comprar e vender alguma coisa.

Portanto, diferente de uma loja virtual, em que você é um único lojista vendendo seus produtos para múltiplos clientes, no marketplace você anunciará seus produtos juntamente com outros lojistas que concorrem por múltiplos clientes. Qual a grande vantagem deste modelo? A resposta é o tráfego. Grandes marketplaces possuem o tráfego que você não tem e, provavelmente, nunca terá sozinho.

No Brasil, temos vários marketplaces focados em vendas de produtos, como o Mercado Livre, marketplace mais tradicional da América Latina, que realiza milhões de transações todos os anos e processa bilhões de dólares de milhões de vendedores para milhões de compradores.

Outro exemplo é o B2W, que engloba os canais Submarino, Americanas e Shoptime. Além do Walmart, um dos maiores e-commerces do Brasil, e o CNOVA, que integra os e-commerces Extra, Casas Bahia e Ponto Frio.

Com os marketplaces, seu produto é exposto nos sites desses grandes e-commerces, mas seu estoque continua com você.

Utilize um descomplicador

Entrar nos marketplaces, entretanto, é uma tarefa que pode levar tempo e exigir dedicação. Além disso, no Brasil existem diversos sites que operam com esta opção. Uma alternativa para a entrada em vários marketplaces ao mesmo tempo é contar com a ajuda de serviços “descomplicadores” que prestam consultoria no assunto.

Com o auxílio desse serviço, basta um cadastro para os produtos aparecerem nos principais marketplaces automaticamente. Feito isso, uma equipe irá revisar as informações do item e enviar ao canal selecionado. Em geral, um produto pode levar entre 5 e 30 dias úteis para ser publicado nos sites, dependendo da qualidade do seu conteúdo (título, descrição e imagem).

Após publicado, você começará a receber seus primeiros pedidos, e será comunicado, tanto por e-mail, quanto pela própria plataforma do serviço. Em seguida, você emite a Nota Fiscal Eletrônica do Pedido e cadastra o XML ou PDF da NFe no sistema. Neste momento, é liberada uma etiqueta de envio pré-paga dos Correios (PLP) para ser impressa e colada na caixa do seu pedido.

Depois é só entregar em qualquer agência dos Correios ou solicitar a coleta (caso você tenha acordo com alguma agência própria). Você não terá que pagar nada pelo frete.

Uma vez enviado o pedido, é feita a atualização automática do status direto dos Correios e tanto você, quanto seu cliente e o canal de vendas são informados. Este será o gatilho para liberar seu pagamento.

Eu preciso me preocupar com as normas do Inmetro e da Anvisa nas vendas online? Caso você possua uma loja virtual e já tenha se perguntado isso, saiba que a resposta é sim!

No Brasil, o comércio de determinados produtos só é autorizado mediante o registro ou a certificação em órgãos específicos. Essa exigência é válida para qualquer canal de venda: loja física, e-commerce próprio, marketplaces, entre outros.

Por essa razão é fundamental conhecer a legislação e cumprir todas as regras antes de iniciar a venda de determinado item. Do contrário, sua loja pode sofrer sanções (multas, por exemplo) e até mesmo a restrição para vendas.

Para que você não tropece nessas normas, reunimos algumas dicas sobre quais produtos exigem certificação, bem como qual o caminho para obtê-las.

Quando os selos e certificações são necessárias?

A exigência de selos e certificações pode valer tanto para produtos quanto para os revendedores.

Você não pode vender agulhas ou seringas, por exemplo, sem que a sua loja tenha autorização da Anvisa para realizar esse tipo de comércio.

Já para o caso de brinquedos, apenas os produtos precisam ter o selo do Inmetro. Sua loja não precisa cumprir nenhum pré-requisito específico.

Essa exigência tem o objetivo de fornecer maior transparência aos consumidores. E isso tem amparo legal, conforme o artigo 31 do Código de Defesa do Consumidor:

“A oferta e apresentação de produtos ou serviços devem assegurar informações corretas, claras, precisas, ostensivas e em língua portuguesa sobre suas características, qualidades, quantidade, composição, preço, garantia, prazos de validade e origem, entre outros dados, bem como sobre os riscos que apresentam à saúde e segurança dos consumidores.”

Explicaremos a seguir como funcionam os mecanismos de controle e cada entidade.

Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) 

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) existe desde 1999 e está vinculada ao Ministério da Saúde. A entidade exerce controle sanitário sobre produtos como medicamentos, alimentos, cosméticos, sanantes, derivados do tabaco, produtos médicos, e hemoderivados.

Esse controle vale tanto para a produção quanto para o comércio deste tipo de item. Deste modo, só é possível vender online itens que estejam registrados na Anvisa. O ideal é sempre verificar se o número de registro ou processo de homologação está presente na embalagem. Essa informação pode ser compartilhada na descrição do anúncio.

Em determinadas categorias a loja também precisa estar autorizada a fazer a venda.

Listamos a seguir alguns dos itens com comércio controlado pela Anvisa, sobretudo via marketplaces:

  • Medicamentos de qualquer natureza, independentemente da necessidade ou não de prescrição médica;
  • Produtos para saúde e/ou estética;
  • Produtos relacionados à saúde que não possuam a homologação do órgão oficial mas tenham obrigação legal para tanto;
  • Medicamentos, produtos ou serviços que estejam relacionados com a realização de abortos;
  • Suplementos dietéticos ou complexos vitamínicos que não possuem o devido registro ou que não possuem a notificação perante a autoridade competente;
  • Substâncias que contenham anabolizantes ou esteroides;
  • Produtos que contenham substâncias botulínicas;
  • Produtos para alisar cabelos que contenham formol acima do limite estabelecido pela Anvisa para conservar o produto;
  • Cremes com efeitos terapêuticos sem o devido registro ou notificação perante a autoridade competente;
  • Creme “Piel de seda Viansilk”;
  • Ecógrafos;
  • Desfibriladores;
  • Oxímetros;
  • Tubos de oxigênio;
  • Elementos cirúrgicos e seus acessórios, como bisturis e cabo para bisturi;
  • Seringas e agulhas;
  • Próteses e implantes;
  • Equipamentos para autodiagnostico e acessórios; como: medidor de glicose, tiras reativas, lancetador e lancetas para lancetador;
  • Aparelhos auditivos;
  • Entre outros.

Para verificar se um produto está registrado ou não, basta acessar o site oficial da Anvisa.

Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) 

O Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) foi criado em 1973 e está integrado ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

A entidade define, certifica, fiscaliza os padrões de conformidade para mais de 300 categorias distintas de itens. O objetivo é garantir segurança ao consumidor e segurança para a indústria nacional.

Para o comerciante, a única exigência da entidade é a venda de produtos com o selo do Inmetro. A loja propriamente dita não necessita de qualquer autorização especial.

Listamos abaixo alguns exemplos de produtos com certificação obrigatória:

  • Mangueira para GLP;
  • Regulador de pressão de GLP;
  • Fusível (rolha e cartucho);
  • Preservativo masculino;
  • Capacete;
  • Brinquedos;
  • Fios e Cabos Elétricos até 750V.

A lista completa está disponível no site do Inmetro.

Outras entidades 

Há outras entidades que regulamentam o comércio de determinadas categorias de itens. Listamos as principais autarquias na lista abaixo, com exemplos de produtos controlados: 

Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis – ANP: regulamenta o mercado de itens como óleos e lubrificantes, entre outros itens.

Comando do Exército – COMEX : regulamenta o comércio de determinadas armas de Airsoft, fogos de artificio, entre outros itens.

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA: controla a produção e fiscaliza a venda de itens como vinhos e cervejas, entre outros.   

Conclusão 

A venda de produtos pela internet está sujeita as mesmas regras aplicadas para qualquer comércio tradicional. Por essa razão, é fundamental conhecer a legislação e cumprir todas as exigências antes de iniciar as vendas.

Se você tem dúvidas sobre a autorização ou não para o comércio de determinado item, é interessante realizar uma consulta aos órgãos citados neste post ou mesmo interagir com outros comerciantes para entender como funciona a legislação. Assim você garante segurança para o seu negócio e para o consumidor final.

Texto publicado anteriormente no Blog da Olist.

Em 2016, o e-commerce Beleza na Web registrou faturamento perto dos R$ 200 milhões, o que representou crescimento de 50% sobre o ano anterior, segundo seu CEO e fundador Alexandre Serodio. Em março deste ano (2017), a empresa inaugurou oficialmente uma loja física no bairro de Moema, em São Paulo. O local já funcionava há alguns meses no sistema “soft opening”. Mas se o desempenho da empresa que se intitula “o maior e-commerce de beleza da América Latina” é tão bom na web, por que abrir uma loja física?

“Com esse espaço queremos reforçar a marca. Enxergamos que a loja física é uma extensão do Beleza na Web, onde conectamos, profissionais do porte de Celso Kamura, Wanderley Nunes, e Julio Crepaldi às pessoas. A loja serve para expandir o conceito de conteúdo e educação para as clientes”, explica Serodio.

O executivo não divulga o investimento na loja, que possui dentro dela um salão de beleza W Basic (a versão menor da rede Studio W, do cabelereiro Wanderley Nunes), além de um visual merchandising muito interativo e tecnológico. “O que subirmos no online estará na loja ao mesmo tempo”, garante o CEO do Beleza na Web, que possui mais de 278 marcas e 15 mil itens no portfolio e também abriu ano passado um estúdio de 800 metros quadrados para influenciadoras digitais gerarem conteúdo.

A intenção é que, após um processo de maturação dessa primeira experiência em loja física, outros pontos sejam inaugurados. Mas o objetivo principal é reforço de branding aliado a serviços, já que o crescimento online, segundo Serodio, é muito agressivo em relação ao físico e a receita numa loja física, mesmo quando se está vendendo acima do esperado – caso da unidade de Moema – ainda fica aquém do e-commerce. Ele afirma, ainda, que há muito o que aprender em termos mesmo de desenvolvimento de tecnologia, gestão de estoques e inovação, antes de se começar a investir numa expansão.

 

Sobre o contexto de mercado retraído, em consequência da situação econômica do País, Serodio já se mostra mais ousado. “Crise existe para quem olha para ela, ou você vende lenço ou chora. Enquanto outros têm receio de investir, nós investimos bastante. Temos obrigação de ampliar a penetração do mercado de beleza no digital, que é irrisória, no Brasil”, afirma. O que ele chama de irrisório é uma penetração de 1%, enquanto em países mais desenvolvidos o índice é de 10%.

Para o executivo, no entanto, o desempenho do mercado nacional significa apenas que existe muito potencial a ser explorado e ele, ainda que ressaltando os desafios tributários e logísticos do País, não delega a ninguém a culpa pela baixa penetração: “Nosso maior inimigo hoje somos nós mesmos, que queremos fazer muita coisa ao mesmo tempo. Execução é o maior desafio”, afirma.

Apesar de tudo isso, ele ainda espera elevar para R$ 300 milhões o faturamento do Beleza na Web em 2017.


Texto da Roseani Rocha para o Meio e Mensagem.

Empreender não é fácil: requer muita responsabilidade para gerenciar as demandas, disposição para lidar com os problemas, atenção para acompanhar as tendências de mercado e a concorrência. Mas, uma vez que você opta por esse caminho, vale a pena continuar.

Para inspirá-lo, trouxemos hoje alguns pensamentos de Bill Gates, simplesmente o homem mais rico do mundo segundo a revista Forbes. A fortuna não é por acaso: sua empresa, a Microsoft, foi a responsável por desenvolver e popularizar o computador pessoal (PC) da maneira como conhecemos hoje, e o sucesso foi exponencial.

1. O tamanho trabalha contra a excelência

A primeira lição de Bill pode parecer óbvia, mas é frequentemente deixada de lado. Muitos empreendedores, ao se empolgarem com o sucesso inicial do empreendimento, investem mundos e fundos para ampliar o negócio sem ter muita clareza de qual será o próximo passo.

Se você tem uma loja virtual que vende para todo o Brasil e deseja levá-la para o resto do mundo, por exemplo, tenha em mente que será preciso adaptar toda a sua logística para essa nova realidade. Com o atendimento é a mesma coisa: quer passar a responder consultas de clientes também pelas redes sociais? Considere que não será possível utilizar os mesmos procedimentos do telefone e do e-mail.

O objetivo principal do seu negócio deve ser continuar crescendo, claro. Mas talvez seja melhor fazer isso horizontalmente (infraestrutura, equipe, linha de produtos) antes de verticalmente (regiões de atuação, nichos específicos do segmento, entre outros).

2. Seus clientes menos satisfeitos são sua maior fonte de aprendizado

Já falamos no nosso blog que a melhor propaganda é feita por um cliente satisfeito, pois poucas iniciativas de marketing são mais poderosas do que o boca a boca. Por outro lado, os consumidores que não estiverem tão contentes com o produto ou serviço do seu negócio também têm um grande valor.

Eles demandam uma atenção extra da parte da sua equipe, pois possuem informações diferenciadas a respeito dos seus erros e acertos. Tente realizar algumas interações via e-mail ou mesmo uma ligação curta para entender os motivos que os fizeram desistir da sua marca. Será o preço? Uma oferta melhor da concorrência? Ou eles simplesmente não tinham nenhuma ligação afetiva? Você pode utilizar o modelo de Aaker para direcionar as perguntas.

Além dos insights estratégicos que suas experiências promovem, clientes insatisfeitos podem ser um desafio para o seu suporte. Querem uma compensação, precisam ser monitorados para evitar crises de imagem, requerem um esforço extra para serem fidelizados novamente. Veja-os como uma excelente oportunidade de evolução.

3. Os líderes do futuro serão os que empoderam os outros

O que diferencia um chefe de um líder? Enquanto o primeiro simplesmente dá ordens e cobra resultados dos subordinados, o segundo sabe orientá-los em tomadas de decisões, explorar seus pontos fortes e ajudá-los a evoluir.

Outras comparações podem ser feitas: o líder, ao contrário do chefe, mantém a equipe motivada e faz um planejamento a médio e longo prazo, em vez de pensar apenas no quadro imediato. Tais conceitos vão diretamente de encontro com a crença de Bill Gates: ele defende que a principal habilidade de liderança é o empoderamento dos colegas de trabalho.

O segredo, portanto, é entender quais as principais habilidades de cada pessoa da equipe e oferecer a ela todos os recursos necessários para que possa desenvolvê-las. Trata-se de dar aos subordinados o poder de crescerem e superarem suas próprias dificuldades e dúvidas. Nas palavras do próprio fundador da Microsoft: “se você mostrar às pessoas os problemas e as soluções, elas estarão dispostas a agir.”

4. A maneira como você gerencia as informações determina se você vai vencer ou perder

Você não quer tomar decisões de negócio baseadas apenas em suposições, e sim em números concretos ou estatísticas confiáveis. Por isso, é importante saber coletar os dados certos a respeito do seu público e aproveitá-los da melhor maneira.

Pense em seu funil de vendas e faça uma lista de todas as variáveis do processo de compra, tentando identificar quais fatores levam seus clientes a fazerem suas escolhas. Se você tem um e-commerce ou um site, por exemplo, pode experimentar o Google Analytics para medir conversões e entender o comportamento dos usuários em cada página.

A inteligência de informações (ou business Intelligence, em inglês) tem um impacto tão positivo na estratégia das empresas que, em algumas delas, tem sua própria equipe dedicada. Não dispense a oportunidade de avaliar o material que você já possui e utilizá-lo para planejar suas próximas ações.

5. A inovação realmente vira o jogo

A história da Microsoft começou com o lançamento do computador pessoal (PC), passando pela venda do primeiro sistema operacional e atingindo seu clímax com o Windows 95 (que possibilitou, entre outras coisas, o acesso dos usuários domésticos à internet). Bill defende a inovação como essencial para o sucesso, e não parece estar errado.

Afinal, para que serve um produto igual a dez outros? Ou um serviço que não traz nenhuma vantagem para quem o utiliza? Seu empreendimento precisa de diferenciais, tanto na proposta quanto no que oferece. E essas diferenciações devem ser constantes, ou eventualmente a concorrência as tornarão obsoletas.

Lembre-se do conselho de um outro grande nome do mundo business (Seth Godin): “não procure clientes para o seu produto – encontre produtos para os seus clientes”. Tenha bem claro o público que você deseja conquistar e fidelizar, e procure identificar as necessidades mais básicas e cotidianas para entender como atendê-las de uma forma que ninguém fez.

Espero que este artigo tenha inspirado você a começar a empreender ou continuar investindo em seu próprio negócio. Finalizo com um último conselho de Bill Gates: “nunca se compare com ninguém neste mundo. Caso o faça, entenda que você estará insultando a si mesmo.”

A VTEX, plataforma especializada em tecnologia para e-commerce, lançou o e-book “Aprenda a escolher a melhor plataforma de comércio eletrônico para a sua loja virtual”. Como a escolha da plataforma é um dos principais fatores de sucesso da loja virtual, o processo de decisão pode ser demorado e muito arriscado, já que qualquer erro poderá causar grandes perdas.

Esse material é indicado para quem quer mudar de plataforma porém ainda não está seguro de qual modelo mais adequado para o seu negócio.

Nesse e-book são abordadas 4 grandes análises que devem ser feitas na no momento de de escolher sua plataforma de e-commerce:

  • Custos
  • Avaliando funcionalidades
  • Serviços agregados
  • Potencial de conversão

Ao final, o lojista terá uma análise racional de qual plataforma será a melhor opção para ele, deixando de lado opiniões totalmente emocionais.

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